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Relatório sobre a fragata FFG(X) da Marinha dos EUA ao Congresso

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O programa FFG (X) é um programa da Marinha dos EUA para construir uma classe de 20 fragatas de mísseis guiados (FFGs). A US Navy quer obter a primeiro FFG(X) no ano fiscal de 2020, as próximas 18 unidades a uma cadência de dois navios por ano no ano fiscal de 2021 e o ano fiscal de 2029, e a vigésima ano fiscal de 2030.

O orçamento proposto para a Marinha do ano fiscal FY2020 solicita US$ 1,281 bilhão para a aquisição da primeira FFG(X). A apresentação do orçamento da Marinha para o ano fiscal de 2020 mostra que os navios subseqüentes da classe são estimados pela Marinha a custar cerca de US$ 900 milhões a unidade em dólares do ano anterior.

A Marinha pretende construir a FFG (X) em uma versão modificada de um projeto de navio existente – uma abordagem chamada abordagem de design pai. O design pai pode ser um projeto de navio dos EUA ou um projeto de navio estrangeiro.

Pelo menos cinco equipes do setor estão competindo pelo programa FFG(X). Duas dessas equipes estão oferecendo projetos para a FFG(X) que são versões modificadas dos dois projetos de Littoral Combat Ship (LCS) que a Marinha adquiriu em anos anteriores.

As outras três equipes do setor estão oferecendo designs para a FFG(X) baseados em outros projetos de navios existentes. Uma dessas três outras equipes do setor está propondo construir seu projeto em um dos estaleiros LCS. A Marinha planeja anunciar o resultado da competição FFG(X) em julho de 2020. O programa LCS é abordado em detalhes em outro relatório da CRS.

O programa FFG(X) apresenta vários problemas potenciais de supervisão para o Congresso, incluindo os seguintes:

  • se deve aprovar, rejeitar ou modificar o pedido de financiamento do programa FY2020 da Marinha para o programa – se a Marinha definiu adequadamente os custos, capacidades e margem de crescimento da FFG(X);
  • a intenção da Marinha de usar uma abordagem de design pai para o programa FFG(X) em vez de desenvolver um projeto inteiramente novo (ou seja, de folha limpa) para o navio;
  • custo, cronograma e risco técnico no programa FFG (X);
  • se quaisquer LCSs adicionais devem ser adquiridos no FY2020 como um hedge contra possíveis atrasos no programa FFG (X);
  • os possíveis impactos de base industrial do plano da Marinha para mudar no FY2020 de adquirir LCSs para adquirir FFG(X)s;
  • se construir FFG(X)s em um único estaleiro, como o plano de linha de base da Marinha exige, ou em dois ou três estaleiros;
  • o impacto potencial do programa FFG(X) exige números ou capacidades dos cruzadores e contratorpedeiros da Marinha dos EUA.

Para baixar o relatório em PDF em inglês, clique aqui.

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Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Vã entregar as 20 antes da segunda Tamandaré

Vovozao
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Vovozao

01/05/19 – quarta-feira, btarde, Fábio a informação diz que serão entregues até 2031, então após a entrega prevista das 4 FCT, e, o mais importante, se o congresso aprovar, bem diferente do Brasil, além deles quererem que sejam de 2 a 3 estaleiros, daria +- 7 fragatas por estaleiros, daria +- 1 ano a 1 e 6 meses para lançamento de cada fragata, coisa normal para USA, pagando sai rápido, aqui demora porque pagamos devagar.

Minuteman
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Minuteman

O mais triste que o risco disso acontecer é alto. Mesmo sendo uma piada.

Roni
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Roni

E verdade

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Sabia que algum “esperto” iria comentar isso! Falta do que fazer mesmo!!!

Plinio Carvalho
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Plinio Carvalho

Expor a realidade é falta do que fazer? não adianta fechar os olhos para a realidades do Brasil não!

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

A realidade não é essa…a MB receberá a última Tamandaré em 28 e a USNAVY receberá a última FF GX em 31…. então não receberão 20 antes de nós recebermos a segunda….

Triste isso, qualquer notícia de marinhas estrangeiras o pessoal, em vez de falar da parte técnica, fica resmungando que a MB não faz isso, a MB devia aquilo…que a MB devia contratar 50 AB, 25 Type 55, 12 Nimitz….

2Hard4U
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2Hard4U

Concordo. Falta do que fazer aliado a um baita complexo de vira-lata.

Esteves
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Esteves

Obrigado.

A última Tamandare em 28. A última FF das 20 em 31.

Realmente é uma baita diferença. Alongando-se…as últimas FF em 2034. As últimas de 20.

Uma baita diferença.

Esteves
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Esteves

Comparar é uma forma de entender. 20 lá e 4 cá. As 20 de lá antes das 4 de cá.

Se fica uma ou outra pra depois a conta não muda. A realidade está posta.

A única forma de se mudar uma realidade é contar histórias. Não tem resmungo. Tem reações naturais a uma notícia.

Leo Xavier
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Leo Xavier

Não é falta do que fazer Marcelo Andrade é simplesmente a constatação de um FATO! Se acostume tire a venda dos seus olhos e aceite que o seu país é assim.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Não sei porquê não temos ou não divulgamos os nossos programas com essa riquesa de detalhes.
Como seria se os programas FX ou tamandare fossem assim. Uma classe que vai operar por 30/40 anos, programe-se um número de meios cuja a fabricação de todos os meios leve tipo a metade ou 2/3 do tempo de uso. Assim teriamos escala de produção, redução de custo de produção e aumento do tempo de pagamento equivalente ao tempo de produção ou de operação.

Hater
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Hater

É top secret pô! Os EUA não sabem de nada! “Quem sabe é nóis!”

Enes
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Enes

Cristiano, não divulgamos programa porque não funciona, as Classe Inhaúma, o programa divulgado pelo menos na marinha era de 16 corvetas, devido ao contingenciamento de verbas caiu para 12 e no fim, construíram apenas 4.
Não tem como ter riqueza de detalhes.

ednardo curisco
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medo do vexame. vexame de pedir pouco, não receber nada e com 15 anos de atraso.

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Um programa, pra literalmente proporcionar OS MENORES meios da marinha norte americana vai terminar com uma força de superfície duas vezes maior que a nossa frota de superfície.
Aqui nós teremos como principais navios de superfície corvetas, com projetos aumentados de uma classe que é usada em boa parte para fabricar navios de patrulha(meko-100)…

Tupinambá
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Tupinambá

O que diz da MEKO 200 ? O deslocamento da Tamandaré será de 3455, e terá armamentos e sistemas de detecção bastante razoáveis, o que isso tem a ver com navio de patrulha ?

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Digo que não é a Meko-200 a base e sim a 100. Existe uma matéria aqui nesse mesmo site explicando porque não faz sentido armar navios de patrulha com mísseis e o escambau. Não é o mesmo caso, mas certamente tem algo suspeito quando nosso projeto base é o mesmo de navios de patrulha mundo afora.
Não é porque ficou mais pesada que a meko 100 vira a 200, senão o projeto base seria da 200 logo.

Minuteman
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Minuteman

20 fragatas de US$ 1 bi cada, para um país que dizem estar “quebrado”, só rindo mesmo. Quebrado está o tio Putin, deixando de estar entre o cinco maiores orçamentos de defesa do mundo.

Matheus Santiago
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Matheus Santiago

Ninguém fala que os EUA estão quebrados, mas sim que por conta de sua dívida pública estar aumentando drasticamente em porcentagem do PIB, podem haver complicações financeiras e econômicas no futuro. Apenas para se ter uma ideia do que estou dizendo, se o déficit público continuar no patamar atual e o crescimento econômico mais lento, os estadunidenses adicionarão em torno de $12 trilhões na dívida pública por volta de 2020 a 2029, o que aumentaria a dívida pública para $44 trilhões, praticamente metade do PIB mundial atual, isto segundo o Escritório de Orçamento do Congresso. Em 1980, a dívida nacional… Read more »

Fernando Turatti
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Fernando Turatti

Matheus, não tem muita eficácia vir com fatos, estamos na era da pós-verdade. O mundo caminha a passos largos para uma crise sem precedentes graças ao excessivo endividamento da vasta maioria dos países. A China, ainda uma emergente, conseguiu terminar devendo mais percentualmente ao PIB praticamente todos os últimos 20 anos, mesmo que seu PIB tenha crescido a maior parte do tempo bem acima dos 10%. Estamos na beira de uma catástrofe… ou de uma guerra.
E ai de quem apontar isso.

marcus
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marcus
Carlos Campos
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Carlos Campos

SU 57 indo igual uma tartaruga, T14 congelado, PA não se sabe o que acontecerá, Rússia tá na Pindaíba, pelo menos a pindaíba deles é melhor que a nossa.

Uitinã
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Uitinã

Certo tá o Putin, a URSS já serviu de lição pra eles do que acontece quando tentam arrancar de onde não tem pra colocar onde não podem, melhor baixar o orçamento manter e atualizar o que tem, desenvolver o que podem com o dinheiro que tem e de vez em quando lançar uma arma de propaganda pra desgadelhar trolls e haters em blogs e sites pelo mundo a fora, por bem ou por mal o Putin teve que fechar a torneira dos gastos militares.

Munhoz
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Munhoz

O gasto militar Russo é somente para aquisição e manutenção, por isso é baixo, o dos EUA e demais países tem o salario pensões etc computados

A Russia esconde o jogo, por isso os países Europeus estão preocupados !

Esteves
Visitante
Esteves

Vão entregar as 20 antes da segunda Tamandaré. Vinte.

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Esteves, você nunca “esteve” tão perdido!!!

2Hard4U
Visitante
2Hard4U

Comentariozinho infantil e destituído de realidade.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Se tudo der certo, serão em 2030:
75 Burkes
22 Ticos
20 FF(x)s
32 LCS
152 navios de superfície, nada mal.

ALEX TIAGO
Visitante

Desculpa 149 navios continua sendo nada mal

Augusto L
Visitante
Augusto L

São 152, ainda tem 3 Zunwalts que esqueci de colocar na lista

Hcosta
Visitante
Hcosta

Navios de superfície de combate.

Dalton
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Dalton

As 20 fragatas não serão entregues até 2030…o que o texto menciona é que todas deverão ser encomendadas ou seja se garantirá os fundos para a construção até 2030, mas, a entrega das duas últimas ocorrerá por volta de 2034.
.
Quanto aos cruzadores é bem possível que alguns sejam descomissionados até 2030 e ainda não se sabe como exatamente se manterá todos os “Burkes” por mais de 40 anos, mas, se isso ocorrer, então o número deles será superior a 75 unidades.
.

Rafael_PP
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Rafael_PP

Caro Dalton, a principal questão para USN é sua nova classe de cruzadores, para qual sequer tem um projeto viável. Os Burkes já alcançaram seu limite estrutural com a Flight III; CG(X) assassinado no ventre; Zumwalt não evoluiu e o projeto baseado na Classe San Antonio esbarra em limitações técnicas – velocidade principalmente.

O conceito político da licitação das fragatas tem um peso tão grande quanto o técnico. A escolha dos modelos estrangeiros será a averbação do fracasso dos LCS.

Dalton
Visitante
Dalton

Não acho que o “LCS” será um fracasso…houve uma série de atrasos até por conta de desvio de fundos, mas, eles estão começando a surgir em grande número e se compararmos o que a US navy quer substituir pelos “LCSs” se terá um ganho. . Quanto aos cruzadores há tempo ainda, pelo menos metade deles será mantida bem dentro da década de 2030, suficiente para compor o grupo de cada NAe, inclusive basear 2 deles para o NAe baseado no Japão. . O “Zumwalt” foi um erro, mas, espera-se que com o que se aprenderá com ele será repassado para… Read more »

Dario Renato
Visitante
Dario Renato

Dalton, por coincidência (ou nem tanto) , 2034 é o centenário da Longa Marcha. As FFG(X) parecem ser navios bastante adequados para atuar no Mar da China.

Dalton
Visitante
Dalton

E se os EUA continuarem mantendo a política de ter 60%
dos meios navais no Pacífico, Dario, poderá significar que 12 delas provavelmente serão baseadas na costa oeste.
.
E se a US Navy adotar a mesma doutrina para as fragatas que adota para os LCSs, então se terá duas tripulações para cada unidade e de uma divisão de 4 unidades, 3 cumprirão longas missões com troca de tripulações no exterior evitando assim o tempo perdido em trânsito.

Dario Renato
Visitante
Dario Renato

Para o papel que este tipo de navio, acredito que é exatamente a proposta que irão adotar. Inclusive, me parece a plataforma perfeita para operar com os MQ-8C e também com UUV.
A brincadeira não sair tão fácil para a PLAN como alguns parecem acreditar.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Eu não sei quem esta negativando o comentário dos senhores. mas tenho certeza que é alguém que não sabe nada sobre o assunto.

Entretanto acho valido ressaltar que a chegada das fragatas vai aliviar o trabalho dos Destroyer que são enviados para regiões que realmente não precisa de um navio do porte deles, isso por si só vai diminuir o desgaste da US Navy.

Alessandro
Visitante

Ate 2030 não restarão mais do que 12 ticonderoga, e os lcs não são navios de escolta, na verdade São uma frescura dos americanos, que agora estão tendo que engolir depois de gastar tanto dinheiro nisso, e não esqueça dos 3 Zumwalt.
Provavelmente serão encomendados mais Burkes ate 2030

Dalton
Visitante
Dalton

Não é “frescura”…parte dos LCSs terão que substituir os 11 MCMs classe “Avenger” de 1300 toneladas que estão no fim de carreira e originalmente eram 14 unidades os 13 “PCs” classe “Cyclone, de 330 toneladas originalmente também 14 unidades e mesmo executar algumas missões que as fragatas classe “Oliver Perry” vinham executando como o combate ao narcotráfico, liberando unidades mais preciosas dessas missões, como o USS Lassen, da classe “Arleigh Burke” já participou. . Além de poder se defender melhor e embarcar um helicóptero tripulado e outro não tripulado o LCS pode ir e voltar por conta própria enquanto os… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

São 66 Burkes hoje, espera-se que se produza ate 82 unidades, ou seja, não quer dizer que o numero será de 82 operacionais mas deve ficar em torno de umas 70-75, e os Ticos serão revitalizados, a expectativa de ter só 12 deles, é a do começo da decada, a realidade mudou.

Dalton
Visitante
Dalton

São 67 hoje…o último, “DDG 117”, apenas não foi comissionado, o que ocorrerá em julho, mas, já foi entregue depois de uma cerimônia mais simples, em fevereiro último e faz parte do inventário já, com base em Mayport . . Quanto aos “Ticonderogas” apenas mudou-se a data de descomissionamento do primeiro que seria 2020 e agora mudou para 2021, não há planos para estender a vida de todos para 40 anos ou mais como se espera fazer para os “Burkes”. . Metade dos cruzadores, os mais novos, deverão durar ao longo da década de 2030 e para tanto alguns a… Read more »

Gabriel
Visitante
Gabriel

Uma das muitas diferenças entre as Democracias e “os outros”, é a relativa transparência e publicidade, até mesmo de informações que poderiam ser restritas.

Se da mesma forma fosse possível o acesso as informações de equipamentos “sem defeitos ou dificuldades técnicas” de chineses e russos, seria muito mais fácil estabelecer o real parâmetro de comparação.

Atualmente apenas os produtos do “império do mal” dão publicidade a seus relatórios, apontando dificuldades e deficiências a serem resolvidas.

Tupinamba
Visitante
Tupinamba

Divulgam o que interessa, sem dúvida. O Wikileaks divulgou apenas informações desconfortáveis, nenhum segredo militar ou industrial, e veja como é visto o Snowden, como um elemento “extremamente perigoso”.

Bruno Simas de Souza
Visitante
Bruno Simas de Souza

Enquanto isso, nós apenas veremos papeis

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Gente, é sério mesmo? ao invés de comentarem sobre a notícia, querem comparar a capacidade de construção do Brasil com a dos EUA? Comparando marinhas? Sério? Não, vocês estão querendo sabotar o blog, não é possível! A Marinha dos EUA tem necessidades globais, problemas globais, inimigos globais. Toda vez que colocam um artigo sobre as outras marinhas, vêm um monte de entendido dar palpite. Como se nós não estivéssemos saindo de um buraco deixado por desgovernos anteriores, nem falo dos últimos 12 anos, é bem mais para trás! Tenho notado que aqui, nas Forças de Defesa, tem uma maioria que… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

É verdade.

O Esteves também acha isso.

Beto Santos
Visitante

Concordo plenamente com você Marcelo Andrade, tem gente que só quer fazer fogueira e não comentar sobre o assunto da reportagem, não comento mais como antes pois não vou ter resposta as minhas dúvidas já que quem esta comentando só quer boicotar o blog com politicagem e comentários agressivos contra os outros, tenho saudade de algumas pessoas que comentavam aqui pois aprendi muito com eles e tirei várias dúvidas também, tenho uma paixão pelo mundo militar mas os comentários que eu mais gostava de ler agora me irrita e não agrega nada uma pena mas fazer o que, outro dia… Read more »

Satirycon
Visitante
Satirycon

Uma sugestão de matéria seria um comparativo entre os competidores e suas ofertas.
Alô Galante!

Sincero Brasileiro da Silva
Visitante
Sincero Brasileiro da Silva

Esse projeto terá o mesmo destino das Zumwalt! Eram 30 mas só fabricarão 3… Essa é a única verdade!

Dalton
Visitante
Dalton

A US Navy precisa de algo em torno de 50 ” pequenos combatentes de superfície” que serão os “LCSs” e as fragatas.
.
Os “Zumwalts” , considerados como grandes combatentes, tiveram sua produção encerrada depois de apenas 3 unidades, mas, voltou-se a construir “Arleigh Burkes” igualmente classificados como grandes combatentes.

Derley vieira silva
Visitante
Derley vieira silva

O Brasil esta querendo fazer 4 Corveta, no pau da viola

abrahamyamato
Visitante
abrahamyamato

tem com impacota umas 10 pra da de presente de natal a MB 🙂

Bardini
Visitante
Bardini

Os derivados dos LCS não cumprem bem isso aí, não…
.
Uma FREMM sobra. Tem espaço para crescer dentro do que eles querem. O derivado da F-100 vem depois da FREMM, na minha opinião.
.
Tem que ver como fica a questão do HII ter oferecido ou não uma Type-26. Uma Type-26 chega a ser navio demais pra esse FFG(X), o que implica também em ser caro demais…

Augusto L
Visitante
Augusto L

A concorrência so contempla projetos de navios operacionais.

Bardini
Visitante
Bardini

O que a HII está oferecendo, já que ela não divulgou mais o derivado do Navio da USCG?

Hcosta
Visitante
Hcosta

Os LCS não cumprem mas devem ganhar a concorrência. A regra do design pai não engana.

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

Após o programa Tamandaré, a MB deveria trilhar o mesmo caminho…a escolha de um casco já em uso e confiável onde a MB poderia adequa-lo às suas necessidades e equipamentos… Com a vitória da TKMS nas FCT fica até natural uma análise mais detalhada nas Type 124 Sachsen; ela tem um bom deslocamento (5.900 tons Full) e já está configurada para AAW. Uma versão mais simples para a MB, mais dedicada a ASW seria uma escolha razoável de um casco já experimentado, onde o Oceana já saberá trabalhar na metodologia construtiva dos alemães e num prazo de 10 anos (penso… Read more »

Leonel Testa
Visitante
Leonel Testa

assino embaixo Bozzo perfeito so aumentaria para 6 as tamandares

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

A princípio eu manteria só as 4 mesmo e partiria para a produção das fragatas maiores, gerando aumento de conhecimento…. uma curva de aprendizado constante, onde a MB aprenderia por passos até chegar, se um dia chegar, a um projeto próprio. Nestas F124 Br, aprenderiamos a reprojetar alguns sistemas, integração destes, etc; sempre com a consultoria dos alemães….dominado este ciclo, produção…. A MB ainda precisará de NApLog, por exemplo,, mesmo comprando o Wave pois ele ainda tem uns 15 anos, o que vai dar em meados da década de 30…. precisará de tanta coisa quem uns 3, 4 estaleiros trabalhando… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

As responsabilidades da USN diferem das da MB. Eles tem que segurar o rabo do Dragão hina) e o focinho do Urso (Russia). Nós ficamos de fora contando que não sobre guerra naval no nosso litoral.

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

Concordo plenamente….mas nós também temos a nossa responsabilidade com o Atlântico sul, costa ocidental da África… estamos negligenciando nossas obrigações a muito tempo….

E nós não ficaremos de fora se houver guerra, não importa em qual lugar ela comece…. O Brasil ou irá participar plenamente ou irá atuar na retaguarda, policiando os mares enquanto o conflito entre as partes durar…

Para isso não precisaremos de AB, mas fragatas médias devidamente preparadas e atualizadas, com a devida cobertura aérea, são o básico….

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

Bom, o relatório não é da USN pro congresso mas do CRS (Congress research service, um órgão ligado ao senado que o provê de informações minimas sobre temas variados, supostamente muito útil nesta época de AOC et caterva) e cujo autor ou compilador é o Ronald O’Hourke, especialista em assuntos navais.