Home Exercício ‘Operação Joana D’arc’: Marinha do Brasil e da França realizam exercícios combinados

‘Operação Joana D’arc’: Marinha do Brasil e da França realizam exercícios combinados

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A Marinha do Brasil e a Marinha Nacional Francesa realizaram a “Operação Joana D’arc”, no início de maio, que consistiu em exercícios combinados de desembarque para cerca de 250 militares brasileiros e franceses, por meio de Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) e de Embarcações de Desembarque de Carga Geral. Foram feitos também adestramentos no mar, durante a PASSEX, com a participação dos navios da Esquadra Brasileira, todos na área marítima entre a cidade do Rio de Janeiro e a Marambaia, no Rio de Janeiro.

Essa operação faz parte de uma conduta de exercícios navais entre as duas Marinhas e envolve diferentes meios. Entre eles, os navios franceses: o BPC “Tonnere”, o BSAH “Seine” e a Fragata “La Fayette”; e os navios brasileiros: o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia”, o Porta-Helicóptero Multipropósito “Atlântico”, a Fragata “Independência”, o Navio de Patrulha Oceânico “APA” e a Embarcação de Desembarque de Carga Geral “Marambaia”, além das aeronaves UH-12, UH-15 e SH-16.

Essa também é uma oportunidade de trocar conhecimento, aperfeiçoar e colocar em prática as doutrinas militares pré-estabelecidas para os treinamentos propostos. Assim como promover o intercâmbio cultural entre os militares das duas nações.

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Parabellum
Parabellum
1 ano atrás

Seria uma preparação da condição de um Aliado Principal não OTAN?

Eduardo
Eduardo
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Essa condição de Aliado Não OTAN é em relação exclusiva do Brasil com os EUA, logo não há motivos de uma força Francesa tratar disso. Os Franceses tem outras motivações e já vieram aqui no passado onde executaram esse tipo de exercício, é cogitado que a Marinha tenha interesse na fragata que acompanha a FT. Os submarinos que estão sendo construídos tem colaboração Francesa, e o Brasil sempre tenta se alinhar com a doutrina da OTAN mesmo não sendo parte dela, enfim tirando todos esses interesses convergentes me parece um exercício de rotina entre marinhas/nações parceiras.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Mais provável uma tentativa dos croissants de vender material bélico de segunda mão (i.e. La Fayette).

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Não mesmo!

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Não, isso já aconteceu várias vezes no passado, com a passagem da comissão Jeanne d’Arc francesa, de adestramento dos novos guardas-marinha da Marinha da França numa viagem por vários continentes, pelo Brasil. Eu mesmo embarquei no BPC Dixmude por alguns dias na Jeanne d’Arc de 2012, muito semelhante a esta, com a diferença que havia menos navios da MB participando na ocasião, me lembro só de duas fragatas, pois estávamos praticamente sem nenhum grande navio anfíbio disponível na época: o NDD Rio de Janeiro estava dando baixa e o NDD Ceará estava terminando PMG. Neste ano agora tivemos o PMH… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

12/05/19 – domingo – btarde, Sr Nunao, foi postado que nesta FT, teríamos 4 fragatas operacionais, inclusive eu como entusiasta felicitei muito a MB pelo esforço em tornar operacionais 4 fragatas para esta FT mais uma vez ficamos sem ver. Quanto ao comentário que a La Fayette poderia ser ”olhada” por nossos comandantes, como o momento e difícil financeiramente acredito até que possa haver interesse, porém, como sempre falta Din Din.

Maria Laus
Maria Laus
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Bom dia! Sou Maria L. Tenho 70 anos. Nasci na cidade do Rio Grande RS, hoje sede do 5° Distrito Naval. A Marinha sempre fez parte do meu cotidiano e tenho por ela grande apreço. Dito isto, acredito que o corte absurdo de recursos para essa Força é muito preocupante. Como você foi o comentarista que mencionou as dificuldades financeiras, acredito que seria um assunto importante a tratar. Sou pedagoga por formação e aposentada por estatal federal. Não sou filiada a partido político e me enquadro na esquerda moderada como prática. Obrigada.

Esteves
Esteves
Reply to  Maria Laus
1 ano atrás

Bem vinda. Marinheiros. Especialistas. Aficionados/apaixonados. Jornalistas. Palpiteiros. São as 5 castas que dominam o site. Vez ou outra surgem venusianos. Muito comentado aqui é a ineficiência da Defesa Nacional. 80% dos recursos são destinados a despesas com custeios de gente. Desses, outros 80% pagam os inativos. Entre 10% e 12% dos orçamentos são destinados a custeios outros como manutenções, operações e pinturas. O que sobra para investir é pouco. Em torno de 8%. Como comparação, as forças da OTAN tentam (e conseguem) segurar todos os custos entre 50% a 60% dos orçamentos. A meta deles é 40%. Os números estão… Read more »

Maria Laus
Maria Laus
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Obrigada por responder. Boas informações. Acredito que faço parte dos venusianos. Rsrs.

Vicente Roberto De Luca
Vicente Roberto De Luca
Reply to  Maria Laus
1 ano atrás

D. Maria. Para simplificar, precisa ser direcionado às Forças Armadas Brasileiras 2% do PIB nos orçamentos anuais. Todo o inicio de ano, é imputado às Forças um ponto “qualquer coisa” do PIB. Historicamente, no entanto, esse patamar, em razão dos contingenciamentos, não ultrapassa 1%.
Só quem foi militar sabe os milagres financeiros que os Comandantes e seus assessores operam para manter as funcionalidades das FF.AA.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Maria Laus
1 ano atrás

13/05/19 – segunda-feira, bdia, Sra. Maria Laís, também como visto sou um vovozao, assisti a construção das Fragatas classe Niterói. no AMRJ, naquela época eu trabalhava uma grande geradora de energia elétrica, e assistir dia a dia colocação de nova chapa até a fragata(s) serem lançadas ao mar, passei por todos estes governos militares/civis e não vi nada melhorar para as FA, isto é todas as forças, antes tínhamos uma tonelada de equipamentos/navios que ou os americanos nos vendiam barato ou cediam, hoje nem isso, da mesma maneira que nossas autoridades fizeram o desmonte da saúde e da educação neste… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Vovozao sabe qual foi e é a principal mola propulsora desse incrível crescimento chinês? A desburocratização para suas exportações. Há vários outros fatores claro, mas creio estar aí o fundamento de seu enorme sucesso nos mercados internacionais. Se isto dá super certo com eles, não pode dar também conosco? Com a palavra o governo federal. São nove documentos exigidos ao exportador e a cretina recomendação: Um profissional especialista no assunto é muito útil. Têm brasileiros trabalhando com comércio exterior na china que se queixam da enorme dificuldade para empresários chineses importarem produtos daqui, é frequente mesmo estando muito interessados em… Read more »

Maria Laus
Maria Laus
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Estamos mal, meu amigo. Obrigada por responder e contar sua história na Marinha. Acho que a reação pacífica passa pelos relatos das experiências de cada um que faz parte do trabalho importante e decisivo prestado pela Marinha. Ninguém divulga.

Maria Laus
Maria Laus
Reply to  Maria Laus
1 ano atrás

Apagar o voto. Errei.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Maria Laus
1 ano atrás

Maria,
Conheço sua linda terra… Se nunca foi no Molhe Leste, vá. Dão um show no do Cassino. Os dois molhes são uma das coisas mais interessantes que o RS possui, mas que poucos conhecem, principalmente o Leste, mais bonito e muito melhor para grandes pescarias. Dunas de São José do Norte, praia do Mar Grosso, e outras coisas, vi e gostei.
Nuca pesquei Miraguaia, mas ajudei a puxar uma para cima das pedras do molhe, rsrs!
Abç de SP!

Maria Laus
Maria Laus
Reply to  Farroupilha
1 ano atrás

Bem, sou um pouco suspeita para falar. Por incrível que pareça, não conheço o Molhe Leste. São José do Norte é um dos passeios mais bonitos que se pode fazer. Visitei muitos navios quando criança. Inclusive um que JK enviou a todos os portos para divulgar a indústria nacional de automóveis. Mas o Molhe Leste fico devendo. Obrigada pelo comentário gentil.

MCX
MCX
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Acredito q nao, pois esse treinamento Brasil-França já havia ocorrido em outros anos. Além do fato de a condição de Aliado Extra OTAN seja com os EUA

Mazzeo
Mazzeo
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Não

Carlos Gomes
Carlos Gomes
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

Ė bom para o Brasil e pra eles , conhecimento e intercãmbio em manobras de guerra, tâticas. Nunca se sabe, qundo um precisará do outro. No passado o Brasil atravessou oceano e lutou pela libertação do continente europeu, Esperamos que isso nunca aconteça. Mas ocorrendo a cobra vai fumar uma vez mais.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Carlos Gomes
1 ano atrás

13/05/19 – segunda-feira, btarde, Carlos Gomes, tem coisas que não são contadas, além do financiamento da CSN, como contrapartida ao uso da base de Parnamirim (RN), o presidente dos EUA. Na época F.Roosevelt, prometeu para G.Vargas que o Brasil seria a 6a. Nação que integraria o conselho de segurança da ONU, além, de ter a guarda de uma parte da Alemanha na fronteira com a Áustria, porem, após morte de F.R. o novo presidente dos USA, Harry Truman esquece-se destas promessas, pois não constava de papel, sendo assim ficamos na pior, e. se não me engano até 1960 pagamos todos… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Os soviéticos foram terminantemente contra o Brasil vir a ser o sexto membro e indicar o Brasil desagradaria muitos outros países , alguns que “sangraram” mais que o Brasil e a fraqueza militar brasileira também pesou já que o Brasil não poderia assumir grandes responsabilidades como se esperava dos membros permanentes. . E até onde lembro o Brasil recusou-se a manter tropas em território europeu como força de ocupação a pedido dos EUA. . A participação brasileira na guerra foi importante principalmente por conta de bases que os EUA puderam implantar aqui, mas, do ponto de vista militar, não foi.… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, bnoite, pelo que entendo ( pesquisei) não ficamos na fronteira Alemã/Austríaca por não termos equipamentos e condições financeiras de mantermos um contingente grande num local com temperaturas tão baixas no inverno, pedimos ajuda a USA, entretanto, os mesmos encontravam-se com muitos gastos na reconstrução da Europa. Saudações.

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Gomes
1 ano atrás

Veja,

Navios mercantes afundados. Americanos com bases aqui. Um país pobre. Muito pobre. Um ditador populista apaixonado pelos alemães. Pressão dos militares.

O Brasil foi a guerra para se livrar de tudo isso. O continente europeu…

Pablo
Pablo
Reply to  Parabellum
1 ano atrás

essa operação já ocorre a anos, em 2014.

Renato
Renato
1 ano atrás

Que embarcação é esta da primeira foto?

Mauricio R.
Reply to  Renato
1 ano atrás

Aquela que os franceses vieram vender, a preços nada módicos.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Lindo demais! Queria que todo ano tivesse pelo menos dois ou três exercícios do tipo com nações amigas. É um treinamento “barato” e rápido!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

1-Que embarcação é essa da 1° foto?
2-A MB opera essa embarcação?

Gilbert
Gilbert
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

assinta no youtube o vídeo dela

Bardini
Bardini
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

1- L-CAT, da CNIM. A Marine Nationale deve estar operando ainda com 04 unidades. É um meio extremamente interessante. Eles chamam de “Engin de Débarquement Amphibie Rapide”.
https://cnim.com/en/businesses/defense-security-and-digital-intelligence/l-cat-ship-shore
.
2- Nem em sonho.

Pablo
Pablo
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

único navio que a esquadra dispõe de doca alagada é o Bahia, mesmo assim não sei se é capaz de poder utiliza-lo.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Pablo
1 ano atrás

É plenamente capaz.

Juarez
Juarez
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Só para ver se estamos falando da mesma coisa:

Eu entendi que ele perguntou se o catamarã de desembarque que aparece na foto poderia operar a partir da doca do NDD Bahia?

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Sim. Opera da doca da classe Mistral, que é menor, então não teria problema algum em operar da imensa doca do Bahia, ex-Siroco.

MCX
MCX
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Irmão, nao sei se vc reparou q a embarcação q esta sendo comentada nao é um navio de doca alagável. Além da MB ser totalmente capaz se operar o NDM Bahia, so nao o esta fazendo, pois ele passa por uma manutenção agendada.

Pablo
Pablo
Reply to  MCX
1 ano atrás

MCX
A embarcação que foi perguntado, pelo que sei, opera em um navio de doca alagada como o mistral por exemplo na marinha francesa, para embarcar pessoal e equipamento e levar até a praia e atualmente temos apenas o Bahia com doca alagada. Não me referir a capacidade de operar o Bahia.

Nunão
Quanto a capacidade do pessoal operar eu não tenho dúvida, me referi a capacidade das dimensões da doca do Bahia.

João Tavares
João Tavares
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Pablo;

A doca alagável do Bahia não só é suficientemente grande como é, inclusive, maior que a dos navios da classe Mistral.

Pablo
Pablo
Reply to  João Tavares
1 ano atrás

João
Por isso falei que não sabia se tinha capacidade.

Esteves
Esteves
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

A versão anterior era ro/ro. A nova é shore/to shore. Muito interessante.

comment image

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
1 ano atrás

“A versão anterior era ro/ro. A nova é shore/to shore. Muito interessante.”
.
Que???

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Versão apresentada na Euronaval 2018. Não é ro/ro como a problemática versão anterior. Meio de desembarque anfíbio partindo de bases fixas (shore-to-shore).

Está na internet.

Sincero
Sincero
1 ano atrás

Mesmo com alguma renovação a disparidade da nossa marinha em relação a francesa é gritante.

Mauro
Mauro
Reply to  Sincero
1 ano atrás

Contra os russos eles não durariam muito. Não fosse pelos norte americanos, estariam falando alemão hoje em dia.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Não foi só pelos americanos, se a França é hoje a França, assim o é pelo sacrifício de milhares de soldados de diversos países.

MCX
MCX
Reply to  Sincero
1 ano atrás

É triste, mas sou obrigado a concordar, por mais q muitos nao gostem q isso seja dito, basta colocar lado a lado as marinhas e este fato fica aparente.

Enes
Enes
Reply to  Sincero
1 ano atrás

Sincero, em compensação, a disparidade da nossa educação, também é gritante, se o brasileiro honrasse mais sua bandeira, teríamos Marinha, Exercito e Aeronáutica bem melhores ( politicamente falando).

Señor batata
Señor batata
1 ano atrás

Uma questão que eu não pude deixar de notar foi em questão aos coturnos utilizados no desembarque anfíbio, me parecem de vista ser de secagem lenta (couro impermeabilizado e totalmente selada). Eu dei uma lida rápida e vi sobre o programa cobra para atualizar o fardamento, alguém sabe como anda a situação?
Pq sinceramente me soa sacanagem não levar para frente um programa realmente muda o conforto e segurança do militar por um investimento razoavelmente baixo.
De todo modo boa tarde à todos.

Esteves
Esteves
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Tem PROTURNO?

Esteves
Esteves
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Nunca imaginei existir um Programa para os coturnos.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Boa tarde Esteves. Que eu saiba o programa COBRA atinge todo o fardamento e equipamentos do combatente. Mas não tenho lido muitas notícias sobre como anda o projeto.
Voltando ao trma dos coturnos, acho que valia um esforço para tentar garantir pelo menos uma atualização em um item q afeta de maneira tão significa a vida do soldado. Afinal sapato molhado em marcha é uma porta para problemas.
De todo nodo tchau e abraços.

Esteves
Esteves
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Li isso. Parece que interromperam. Desculpa a ironia. Não imaginei que para vestir e equipar/atualizar nossos soldados fosse necessário abrir um Programa.

Mas se engavetam até navios…

Señor batata
Señor batata
Reply to  Esteves
1 ano atrás

Tranquilo Esteves eu só tentei levantar a bola pra um tema q eu achei interessante.
Boa noite e abraços.

Guizmo
Guizmo
1 ano atrás

Um dos navios que eu mais gostava quando moleque era um Cruzador Porta Helicóptero Francês, homônimo ao exercício…..o Jeanne D’Arc. Meu pai o visitou em Santos, acho que nos anos 60

Marco Carvalho
Marco Carvalho
1 ano atrás

Muito bom..como ex integrante dos FN me orgulho de toda matéria que os envolve nessa brilhante Marinha do Brasil.

Kommander
Kommander
1 ano atrás

Lamentável a diferença de equipamento individual usada pelas duas marinhas. Como tropa profissional e até menor que o EB o CFN deveria ser muito melhor equipado, sei que os estudos da troca de camuflagem estão em curso, mas isso devia ser pra ontem! Não adianta mudar a farda, tem que mudar também o tipo de coturno, capacete, tecido…

Jorge PREC PQDT
Jorge PREC PQDT
Reply to  Kommander
1 ano atrás

Bom Dia !!
A alguns Meses; escutei falar que no CFN (unidades do RJ)
começariam a ser Distribuidos Coturnos de Camurça.
Distribuidos; Não !!i ( vendidos ) nas Cantinas das Unidades !!

André
André
Reply to  Jorge PREC PQDT
1 ano atrás

Já está disponível esse novo tipo de Boot porém é caro.

João Alexandre Aguiar Thibaut
João Alexandre Aguiar Thibaut
1 ano atrás

Achei interessante chamar atenção para o fato dos navios franceses usarem botes orgânicos semirrigidos, todos os navios são equipados com embarcações semirrígidas, em sua maioria do modelo Hurricane ZH-630, o mesmo que o GRUMEC usam e os pontas de lancha das forças especiais do Comando Hubert. A Marinha Francesa escolheu o modelo ZH-630 como o padrão para equipar seus navios (cerca de 50 unidades em operação), recebendo a classificação EDO-NG (embarcação operacional – nova geração). Presentes nas fragatas classe La Fayette e FREMM, nos BPC e B2M, o ZH-630. Parece que demonstrando confiabilidade em todo tipo de missão, e em… Read more »

FERNANDO
FERNANDO
1 ano atrás

Como se chama está embarcação que os Fuzileiros estão descendo??
Nós temos tecnologia para produzir aqui no Brasil?
Ou, vontade para produzir?

Lucas Pereira
Lucas Pereira
1 ano atrás

Por falar em marinha do Brasil a corveta Barroso e o ndm Bahia já saíram da doca