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EUA vê ator estatal por trás dos ataques a petroleiros na região do Golfo

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Petroleiro em chamas no Mar de Omã em 13 de junho de 2019. Dois navios foram atacados perto do Estreito de Hormuz (Foto: AP/ISNA)

Um ataque a dois petroleiros perto da entrada do Golfo Pérsico provavelmente foi feito por um ator estadual, segundo um funcionário dos EUA, aumentando as tensões sobre um possível confronto militar entre os EUA e o Irã. Os preços do petróleo subiram.

Os incidentes ocorridos na quinta-feira, incluindo um ataque a uma embarcação operada por japoneses, foram os segundos em um mês para atingir navios perto do ponto de gargalo do estreito de Hormuz, por onde passam cerca de 40% do petróleo transoceânico mundial. Eles vêm enquanto o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, um raro aliado de Donald Trump e líderes iranianos, visita Teerã em um esforço para aliviar as tensões.

Um funcionário dos EUA disse que o governo está confiante de que sabe qual país é o responsável, mas se recusou a dar mais detalhes. Autoridades norte-americanas e sauditas sugeriram acreditar que o Irã estaria por trás de um ataque anterior no mês passado em navios da região.

“Mesmo na ausência de provas irrefutáveis, os EUA e seus aliados apontarão o dedo para o Irã”, disse Fawaz A. Gerges, professor de política do Oriente Médio na London School of Economics. “Esses incidentes são um mau presságio porque apontam para uma escalada calculada que nos diz que ambos os lados estão se escondendo.”

O governo Trump disse que está avaliando relatos de um ataque a navios no Golfo de Omã e que “continuará avaliando a situação”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, em um e-mail.

As perspectivas de um conflito aumentaram desde que o governo Trump reforçou suas sanções às exportações de petróleo iranianas no início de maio. Trump abandonou no ano passado o acordo de 2015 que tinha como objetivo evitar que o Irã desenvolvesse uma bomba nuclear e reimposse sanções em uma tentativa de forçar a República Islâmica a controlar seu programa militar e milícias.

Enfrentando uma catástrofe econômica, o Irã ameaçou se retirar do acordo, a menos que os partidos europeus o considerem uma tábua de salvação. Seu líder supremo, Ali Khamenei, disse a Abe na quinta-feira que seu país não repetiria a “amarga experiência” de conversações com os EUA.

Localização dos petroleiros atacados no Mar de Omã

FONTE: Bloomberg

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Victor Filipe
Victor Filipe
1 ano atrás

Eita que os comentários aqui vão ser bons.

As torcidas organizadas vão se matar.

Já trouxe a pipoca, uma cerveja para quem quiser, refrigerante para os menores de idade e estou assando espetinho pra forrar o estomago.

Guacamole
Guacamole
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Tem jujubinhas?
Quero ver a briga também do camarote 😎

Renan Lima Rodrigues
Renan Lima Rodrigues
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Tô assistindo a longo alcance a confusão. Tem café?

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 ano atrás

Com certeza isso deve ter o dedo dos maléficos iranianos, tal coisa deve ter sido ordenado pelos aiatolas do mal🤔…

Avante Uncle Sam‼️ Em nome da paz e da democracia na galáxia nos proteja.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Pergunta do milhão: Uma RPG-7 disparada de uma chalupa pirata Somali seria seria capaz de causar esse estrago todo?

FighterBR
FighterBR
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Sim

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Morte aos Piratas Somalis…

Brincadeiras a parte, pode ser qualquer um da região. A tripulação tem a minima ideia de que arma atingiu o navio?

Eduardo dos Anjos
1 ano atrás

O japão quer dar baixa nas sanções quanto ao Irã e sinalizou que quer continuar comprando petróleo deles, por que raios de motivo o Irã iria atacar um petroleiro de bandeira japonesa? Não faz sentido os que os EUA alegam… esta mais para um pretexto para iniciar uma guerra… https://www.terra.com.br/noticias/mundo/primeiro-ministro-japones-alerta-sobre-conflito-armado-em-meio-a-tensoes-entre-eua-e-ira,8701f19a266d94a8a7ac2822e6ad64det07rxecx.html
Vale lembrar que a Arabia Saudita é a maior interessada nesta guerra, se o Irã estiver fora de operação o preço do petróleo vai nas nuvens… e como é a nação que mais compra produtos bélicos dos EUA, é ela quem dita as cartas na região…

Jacinto
Jacinto
Reply to  Eduardo dos Anjos
1 ano atrás

Nenhum dos navios atacados são japoneses.
Um é das Ilhas Marshall e outro é panamenho.

Henrique
Henrique
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Jacinto, o fato da bandeira de conveniência ser Ilhas Marshall e Panamá não significa que o navio seja de proprietários daqueles lugares.
O Front Altair (https://photos.marinetraffic.com/ais/showphoto.aspx?photoid=3065413) é da Frontline da Noruega e tem bandeira das Ilhas Marshall (Majuro). O segundo, Kokula Courageous, é da BSM Cingapura e tem bandeira do Panamá (http://www.shipspotting.com/photos/middle/0/3/5/2046530.jpg)
https://worldmaritimenews.com/archives/278499/frontline-bsm-tankers-in-suspected-attack-in-gulf-of-oman/
Abraço,

Jacinto
Jacinto
Reply to  Henrique
1 ano atrás

Eu sei Henrique. Isso se chama “bandeira de conveniência”. Mas, pelas leis internacionais, a nacionalidade de um país não tem relação com o seu proprietário, mas com o país em que ele está registrado. No caso desta notícia, nenhum dos navios está registrado no Japão.

RAFAEL MAFALDA RODRIGUES
RAFAEL MAFALDA RODRIGUES
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Jacinto, sou marinheiro mercante. Panamá, Ilhas Marshall e Libéria por exemplo, são países com baixa regulação no que diz respeito ao comissionamento de embarcações. Por isso as companhias de navegação comissionam esses navios nesses estados semi-abandonados para pagar menos impostos e taxas. Grande quantidade de navios tem bandeira desses países mas atuam para diversas companhias de toda parte do mundo. Sugiro dar um passeio no porto.

Jacinto
Jacinto
Reply to  RAFAEL MAFALDA RODRIGUES
1 ano atrás

Eu sei de tudo isso Rafael. O Artigo 91 da UNCLOS permite que qualquer país estabeleça as condições que, cumpridas, autorizam um navio a usar sua bandeira. Alguns países são mais e outros menos exigentes e os países menos exigentes são usadas como “Bandeiras de Conveniência”. Mas o fato é que, legalmente, nenhum destes navios é japonês.

Eduardo dos Anjos
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Tem certeza? Procura no google pelo nome e verá a bandeira a qual pertence o petroleiro Kokuka Courageous… checa suas fontes antes de afirmar algo…

Jacinto
Jacinto
Reply to  Eduardo dos Anjos
1 ano atrás

Google? E google tem lá alguma credibilidade? A minha fonte tem (pelo menos para mim), muito mais credibilidade que o Google. É um excelente site conhecido como “Poder Naval”.
Procura na notícia “Petroleiro afunda após ataque no Golfo, 23 ​​tripulantes são resgatados pelo Irã” e lá você vai ler que o Kokuka tem bandeira panamenha.

Emanuel
Emanuel
Reply to  Eduardo dos Anjos
1 ano atrás

É mas um conflito com o Irã não seria a mesma coisa como foi no Iraque, as coisas podem sair do controle dos EUA e ele pode se ver obrigado a ceder talvez em uma possível guerra mas quem sabe .,só sabemos que o Irã tem uma grande influência na região no que se desrespeita a milícias Armadas isso pode tornar a vida de um invasor um inferno, mas esperamos que isso se resolva pacificamente

horatio nelson
horatio nelson
1 ano atrás

é apenas questão de tempo a invasão ao irâ,o que unirá até sunitas e israelenses…espero que seja uma invasão apenas para derrubar o governo radical teocratico, essa gente não pode continuar fazendo o q querem no om apoiando tudo q é de ruim.

Fernando Vieira
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

Que nem foi a invasão do Iraque, só pra tirar o Saddam? Ou a do Afeganistão só para tirar o Taleban? Se vai invadir tem que fazer o serviço completo, tirar o governo tirano e preparar todo o país para um governo democrático. Mas naquela região isso é impossível e vira um atoleiro.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Fernando Vieira
1 ano atrás

O Iraque hoje é uma democracia e tem força aérea melhor do que a do Brasil… Quanto ao Afeganistão, o problema é que ele faz fronteira com o Irã e o Paquistão que dão suporte ao Talibã e outros grupos terroristas para continuarem com o caos.

Camargoer
Camargoer
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 ano atrás

Caro Smoking. Atualmente, há um consenso que uma democracia precisa 1) estar baseado na soberania popular, 2) ser organizado em torno de um Estado de Direito, 3) separação de poderes e eleições livres, 4) livre organização política e 5) defesa e garantia dos direitos humanos. Segundo a freedomhouse, o Iraque ainda é classificado com no-free, ou não democrático (o Irã e Arábia Saudita também são No-free)

Formiga
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 ano atrás

Democracia pro-Irã. No Afganistão vai ser uma democracia/talebanato pro-China (que está comprando todos os atores).

wilhelm
wilhelm
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

Curiosamente, esse tipo de análise parece surgir apenas quando se trata de um governo adversário aos interesses americanos. Quando a tirania é amiga, como é o caso da Arábia Saudita (vulgo Estado Islâmico com reconhecimento internacional), a revolta desaparece quase que num passe de mágica.

Blind Mans Bluff
Blind Mans Bluff
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

N se ilude.

Munhoz
Munhoz
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

O Irã é 3 vezes maior e tem 3x à população do Iraque, além de uma enorme cadeia de montanhas que favorece muito uma guerrilha !

Vai ser na melhor das hipóteses um atoleiro 3 x mais complicado que o Iraque!

Camargoer
Camargoer
Reply to  horatio nelson
1 ano atrás

A CIA treinou, armou e financiou o Talibã para combater os soldados soviéticos na década de 80. Na primeira Guerra do Golfo, os EUA usaram o território da Arábia Saudita como base para atacar o Iraque, que causou a fúria religiosa da AlQaeda, que fizekrem o primeiro atentado às Torres Gêmeas explodindo um carro bomba no subsolo, o que inspirou um terrorista doméstico que defendia a superioridade branca no atentado de Oklahoma. Depois de atentados em embaixadas, a AlQaeda usa os aviões para o atentado de 11/setembro com terroristas sauditas que foram treinados no Afeganistão e Paquistão, contudo Cheney e… Read more »

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargoer, não podemos esquecer que Dyck Cheney na época vice presidente americano, era também sócio de fabricas de armamentos portanto tinha interesses pessoais na guerra.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Enes
1 ano atrás

Caro Enes. Lembrei do complexo industrial-militar denunciado por Eisenhower, Cheney foi secretario de defesa de Bush pai e CEO da Hulliburton.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 ano atrás

Isto faz lembrar a estorinha do lobo e do cordeiro. Quando o lobo quer comer o cordeiro, não importa os argumentos do mesmo. O lobo certamente e ardilosamente vai concretizar seu intento.

Camargoer
Camargoer
1 ano atrás

Ola Colegas. É importante lembrar das armas de destruição em massa do Iraque e o vidrinho de antrax fake do secretário de estado Powell no conselho de segurança da ONU.

Eduardo dos Anjos
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Exato, pode apostar que se algum dia o Brasil sinalizar comercializar o petróleo em reais, certamente sofreremos sanções e como ultima consequência teremos a diplomacia de 100.000 toneladas por estes lados… lembrem-se, todos que sequer cogitaram comercializar o petróleo sem o uso do dólar, estão debaixo da terra (Kadafi, Sadam, etc)…

Jacinto
Jacinto
Reply to  Eduardo dos Anjos
1 ano atrás

De onde vem esta idéia de que é bom receber pagamento por petróleo em moeda local? A rigor, quando se tem em mente como funciona o mercado de petróleo, é uma ideia bizarra, especialmente quando a sua moeda não é forte. Veja o caso da Venezuela, que está louca para vender em dólares

Camargoer
Camargoer
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Caro Jacinto. Não precisa ser necessariamente em moeda local. Já foi tentado fazer os pagamentos em euros ou mesmo usando uma conjunto de moedas de economias fortes (euros, ienes, libras, renminbi)

Jacinto
Jacinto
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

O motivo pelo qual este tipo de transação é realizada em dólar são (principalmente) dois. O primeiro é a extrema previsibilidade do FED mesmo em meio a graves crises como a de 2008 – o que é uma situação que distingue os EUA da China e especialmente da UE cujo BC está muito mais sujeito a questões políticas oriundas do caráter quase federativo que a UE está assumindo. O segundo motivo é que o EUA têm (em parte por causa do primeiro argumento) uma insuperável capacidade de emitir dinheiro sem desvalorizar muito sua moeda, o que é uma garantia de… Read more »

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Sim, por que diabos alguém iria querer comprar petróleo brasileiro pagando em R$?
E aonde ele conseguiria R$ para pagar o petróleo?

Eduardo dos Anjos
Reply to  EduardoSP
1 ano atrás

É só um exemplo caso um dia o real fosse forte…

Camargoer
Camargoer
Reply to  EduardoSP
1 ano atrás

Caro Eduardo. O comércio entre o Brasil e a Argentina (cerca de 8% da balança comercial) pode ser feito com reais ou pesos desde 2009. A China é o segundo consumidor de petróleo do mundo, mas produz apenas metade do que consome. O Japão, Alemanha, por outro lado, são grandes consumidores. A Russia é uma grande produtora e é auto suficiente. A Venezuela é um grande produtor e consome pouco. O Brasil consome mais petróleo que a França, Inglaterra ou Itália, e praticamente produz a mesma quantidade que consome. Os EUA consomem 20% do petróleo do mundo e importa 2/3… Read more »

Eduardo dos Anjos
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Exatamente, se o dólar tiver pouca aderência dos países, ele perde o valor e os EUA perde o poder de compra, resultado = petróleo mais caro… colapso da economia americana altamente dependente do petróleo… dificil o povo entender isso, por isso a AS tem os EUA em suas mãos…

Jacinto
Jacinto
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargoer, Quem faz este tipo de análise parte de um incorreto pressuposto de que importação/exportação de petróleo são negócios entre Estados. Politicamente, pode ser visto assim, mas economicamente não. São negócios entre empresas e isso altera profundamente a questão porque aí entra na equação os “traficantes de dinheiro”: as instituições financeiras. Quando um carregamento de petróleo sai da Arábia Saudita e chega na China, é a ARAMCO (não a Arábia Saudita) quem está exportando, e é a Sinopec (não a China) quem está importando. Trazendo a questão para o nosso país, quando exportamos ou importamos petróleo, quem está atuando é… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Olá Jacinto. Sua análise é muito boa, contudo há um complicador é a presença de empresas estatais entre as maiores petroleiras do mundo. 1) Aramco – estatal Arábia Saudita, 2) Gazprom – estatal Russia, 3) Irania Oil – estatal Irã. 4) Exxon Mobil – privada EUA 5) Rosneft – estatal Russia, 6) Shell – privada Holanda, 7) Petrochina – estatal China, 8) Pemex – estatal Mexico, 9) Chevron – privada EUA, 10) Kwiait Petroil – estatal Kwait, 11) BP – privada – Reino Unido, 12) Total – estatal França, 13) Petrobras – estatal Brasil. 14)Qtar Petroil – estatal Qtar, 15)… Read more »

Jacinto
Jacinto
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

E todos eles usam bancos comerciais Camargoer. O que ocorre é que, hoje em dia, o comércio de petróleo (como quase todo os demais) se tornou um produto financeiro: os bancos “empacotam” os créditos futuros e vendem no mercado financeiro. Isso se chama “securitização”. É claro que títulos estatais também podem ser securitizados, mas o pessoal procura separar um do outro porque, em geral – salvo os Estados com problemas fiscais – o retorno do investimento nos títulos estatais é muito ruim. Por exemplo, durante quase uma década, (entre 2008 e 2016) o retorno do investimento em títulos dos EUA… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
1 ano atrás

A Petrobrás ia baixar em 3% o valor da gasolina, agora sei não ☼

Fernando Vieira
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Funciona assim: Petróleo subiu lá fora, Petrobrás aumenta o preço da gasolina. Gasolina aumenta na bomba. Tensões diminuíram, preço do petróleo cai, Petrobrás reduz preço na refinaria. Gasolina aumenta na bomba.

Sardaukar
Sardaukar
1 ano atrás

“The spice must flow.” Não sou especialista em geopolítica, mas me parece um pouco estranho uma ação tão agressiva patrocinada pelo governo iraniano, em um momento onde a pressão diplomática sobre o país está muito, mas muito forte. Em que pese toda a retórica anti-US, instinto de preservação faz parte da natureza humana. Esperar para ver se sai algum relato de primeira mão das tripulações envolvidas… mas acho que será dificil. No forum do UK Defence Journal mencionaram a possibilidade de ser mina antiga, mas considerando o tráfego da região, difícil também. Covert ops dos Sauditas para esquentar a região… Read more »

wwolf22
wwolf22
1 ano atrás

Isso tem cheiro de CIA…
Todos sabem que a Arábia Saudita treinou/financiou desde a Al-Qaeda até o Isis, …

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
Reply to  wwolf22
1 ano atrás

Falou tudo

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
1 ano atrás

As tensões estão escalando de forma extremamente rápida por lá, a nível de uma guerra ser quase iminente. Se não me engano foi ontem o aeroporto internacional de uma cidade na AS foi atacado por míssil! Sinceramente não sei qual o nível de sofisticação dos rebeldes iemenitas mas os ataques estão se tornando muito mais sofisticados com uso de misseis de precisão e ataque por drones! Agora se de fato estes ataques partiram dos iemenistas eis a questão! E caso tenha partido com o patrocínio de que estado ?!

Jacinto
Jacinto
Reply to  Jefferson Ferreira
1 ano atrás

Os rebeldes usaram um míssil de cruzeiro.

RENAN
RENAN
1 ano atrás

false flag.

Nítido que se trata de ataque de falsa bandeira.

Mas quem tem petróleo já sabe mais cedo ou mais tarde o império ataca.

wilhelm
wilhelm
1 ano atrás

Certamente existe um agente estatal por trás desses ataques — só talvez não seja exatamente aquele país que a propaganda americana tenta forçar como culpado. Lembram-se da farsa das armas de destruição em massa no Iraque? Pois bem: lá havia um agente estatal por trás, mas não era o Iraque, se é que me entendem.

Camargoer
Camargoer
Reply to  wilhelm
1 ano atrás

Excelente sacada.

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
1 ano atrás

Cheirinho de prova forjada igual as armas químicas fo Iraque

Luiz Floriano Alves
Reply to  Fabio Jeffer
1 ano atrás

Os Ayatolás vem preparando uns mini subs para atuarem dentro do Golfo Pérsico. Acho mais provável que tenham disparado de um treco destes do que um sujeito lançar um RPG-7. É a artilharia do pobre, mas muito limitada para grandes alvos, a menos de que atinja um ponto crítico. Agora montar um Kornet em lancha já é outro nível. Faz um estrago de afundar o Atlântico da MB.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
1 ano atrás

Muito estranho se o Irã tivesse feito um ataque a um navio de um cliente importante quando esse cliente esta tentando ajudar o Irã. Ainda mais em um momento delicado de pressões internacionais.

Jacinto
Jacinto
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 ano atrás

Nenhum dos navios é japonês. Um é das Ilhas Marshall e outro é do Panamá.

Eduardo dos Anjos
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Tem certeza? Procura no google pelo nome e verá a bandeira a qual pertence o petroleiro Kokuka Courageous… checa suas fontes antes de afirmar algo…

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
1 ano atrás

Eu não ficaria surpreso se o ataque tiver sido realizado por alguem interessado que aja uma guera contra o Irã. De preferência, sem que ele tenha custos com isso.

Kemen
Kemen
1 ano atrás

Na minha opinião ainda que tudo aponte para o Iran, sem provas fica dificil afirmar, porque a frota não fica por ali no estreito e descobre de onde vem esses ataques? É assim tão dificil com os radares, helicópteros e aviões que estão no Mar Vermelho, sem mencionar AWACS ? Pode ter quem queira por lenha na fogueira, grupos terroristas, Yemem, Iran, outros, etc

Jacinto
Jacinto
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Aparentemente, foram usadas minas magnéticas. Este tipo de armamento não é detectável por radares.

Enes
Enes
Reply to  Jacinto
1 ano atrás

Jacinto, um tripulante de um navio atingido, alega ter visto um petardo voador.

Rodrigo
Rodrigo
1 ano atrás

Tem dedo de Jean willys nisso coisa do psol.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Caro Rodrigo, se o navio estivesse pegando fogo perto do terminal de S.Sebastião, sua hipótese seria trendtopics

Luciano
Luciano
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

J-20
1 ano atrás

Sim, cheiro de um país que começa com U, termina com A e é governado por um líder extremamente religioso que tem a abreviação DT

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
1 ano atrás

Nada é mais oculto do que o mais aparente…..

Cidadão
Cidadão
1 ano atrás

Esses islamitas teocráticos perpetraram um ataque tão perverso quanto aquele dos comunistas no golfo de Tonkin! Uma ataque não provocado ao tráfego naval em águas internacionais! Tio Sam não pode deixar barato!

Harriman Nelson
Harriman Nelson
Reply to  Cidadão
1 ano atrás

> comunistas no golfo de Tonkin

Omigod!!! Nesta era de tanta informacao disponivel,
e ainda se ouve coisas como estas.

O link abaixo nao e’ do Kremlin nao.
E’ do US Naval Institute. Eles mesmos confessando
que o incidente no Golfo de Tonkin foi mais uma
armacao americana como pretexto para guerra.

https://www.usni.org/magazines/naval-history-magazine/2008/february/truth-about-tonkin

> high government officials distorted facts and deceived the American public

Ozawa
Ozawa
1 ano atrás

Por certezas tão incertas como essa os Estados Unidos já foram à guerra. No caso em tela, em caráter meramente especulativo, e se for o Irão? Sem perdão do trocadilho, os Estados Unidos irão à guerra por isso? Irão colapsar o mercado petrolífero, e por consequência a economia mundial, por isso? Irão arriscar milhões de barris por 2 petroleiros? Trump não parece estar seguro da sua reeleição ou jamais usaria nesse momento o velho artifício bélico-eleitoreiro do inimigo externo, e por motivos tão insignificantes ou completamente inexistentes, ao contrário, se contentaria com os índices econômicos que lhe são favoráveis na… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Tô sendo chato, mas na frase ‘(…)que o Irã desenvolvesse uma bomba nuclear e reimposse sanções(…)’ tem um erro na conjugação do verbo reimpor…

Colombelli
Colombelli
1 ano atrás

Eu também vejo: sauditas

Ricardo
Ricardo
1 ano atrás

Se foram minas submarinas não vai ser difícil esconder o culpado. Alguém talvez diga que foi uma mina da época da guerra Irã – Iraque ou do Golfo.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

“Raro aliado de Donald Trump”…nao entendi o que o editor quis dizer, afinal, o governo atual dos EUA epé apoiado pela maioria do G7 e mantem relaçoes economicas e politicas proficuas com a maioria dos paises do mundo, com exceçao, é claro, das ditaduras comunistas do mundo.
A CNN tem feito adeptos…

Formiga
1 ano atrás

Os Estados Unidos tem um histórico interessante de começar guerras com ataques a navios.

Guerra Hispano-Americana: Ataque ao Maine
1a Guerra: Afundamento do RMS Lusitania
2a Guerra: Pearl Harbor
Guerra do Vietnã: Incidente do golfo de Tonkin

Com exceção da 2a Guerra os outros ataques tem muuuuitas contradições, sobre se foi ou não falsa bandeira.

Estaria agora tendo ou não outra encenação?

Se funcionou antes!!!