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Porta-aviões: sucessor do Charles de Gaulle será enorme, muito massivo

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PA Charles de Gaulle

Para poder acomodar o futuro avião de combate (NGF), o sucessor do porta-aviões francês Charles de Gaulle terá que deslocar pelo menos 70.000 toneladas. Um aumento de mais de 60% da sua tonelagem

O futuro porta-aviões da Marine Nationale será muito maior que o Charles de Gaulle (que desloca 42.500 toneladas em carga máxima). Qual tonelagem? Segundo nossas informações, terá pelo menos 70.000 toneladas para acomodar em seu convoo o futuro avião de combate europeu (NGF), que pesará mais de 30 toneladas (contra 24 toneladas do Rafale no máximo). Será é um aumento de mais de 64%.

Para se preparar para o futuro, uma fase de estudo de 18 meses para o programa de renovação de porta-aviões estimado em 4,5 bilhões de euros foi anunciada em 23 de outubro de 2018 pela Ministra das Forças Armadas, Florence Parly, durante a Feira Euronaval.

Esta fase de estudo tem uma modesta quantia de 40 milhões de euros. Em fevereiro de 2018, o Delegado Geral de Armamento, Joel Barre, lembrou que a renovação do porta-aviões será “objeto de decisões até 2020-2021, ou seja, aproximadamente no momento da atualização planejada da Lei de Programação Militar (MPL)”.

O sucessor do porta-aviões será colocado em serviço operacional durante a “segunda metade da década de 2030”, estimou em março passado Florence Parly.

Porta-Aviões Charles de Gaulle

FONTE: La Tribune

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Rawicz
Rawicz
1 ano atrás

Charles de Gaulle não seria uma má ideia na marinha brasileira………

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Esqueça um porta avião no Brasil em seus próximos 20 anos para sair ao menos a licitação!

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

A estimativa é essa ai, 20 anos.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Eu diria que por volta de 2025 ja estaremos dando os primeiros passos para a escolha do estaleiro internacional para começar a construir nosso porta-avioes em parceria e o programa PRONae sair do papel e talvez entre 2030 e 2035 esta sendo lançado ao mar depende muito do tipo de navio (catobar ou stobar) que iremos construir.

Bryan
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

O problema não é ter, é manter. Acho que temos coisas mais importantes.

Sergio Prado
Sergio Prado
Reply to  Bryan
1 ano atrás

…meios de superfície e submarinos, por exemplo….

Bryan
Reply to  Sergio Prado
1 ano atrás

Com certeza, além de embarcações para patrulhar nossos rios, cujo nicho é bastante carente.

Pablo
Pablo
Reply to  Sergio Prado
1 ano atrás

A Marinha já falou milhares de vezes que tem tres prioridades, prosub, prosuper e a ultima um porta aviões, então é lógico que a marinha sabe disso antes de ter um porta aviões.

Raduga
Raduga
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Seria um novo Foch?

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Seria sim amigo… Seria sim… Seria uma péssima ideia… nem fala mais alto para os almirantes não escutarem.

Marcos
Marcos
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Pra catapultar A-4 Skyhawk? Seria uma ofensa ao navio

Tiago
Tiago
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Verdade. Não tem nem caças querem PA KKK

Pablo
Pablo
Reply to  Marcos
1 ano atrás

A marinha já falou umas mil vezes que pretende ter um porta aviões na década de 30,essa é a terceira prioridade que também já falaram mil vezes provavelmente no fim da vida útil do Atlântico, as outras duas são o prosub e o prosuper, outra coisa, se isso realmente acontecer, nao vai ser com A-4 que a marinha vai usar o futuro Nae!!!

Leandrokubiack
Leandrokubiack
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Acho que a França não vende ele, por causa da tecnologia nuclear.

Ernane
Ernane
Reply to  Leandrokubiack
1 ano atrás

Se fosse Lula e Sarkozi o negócio seria fechado!

Pablo
Pablo
Reply to  Ernane
1 ano atrás

ae? como tu sabe disso ???

Camargoer
Camargoer
Reply to  Ernane
1 ano atrás

Caro Ernani. E o presidente do Brasil e da França fechassem um acordo para a transferência do CDG para a MB no futuro, isso permitira a MB embarcar os A4 delas para ir operando desde agora, ou talvez a MB adquirisse um esquadrão de Rafales-M. Eu acho que seria ótimo.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargo.
Apenas se o seu objetivo é exterminar (ainda mais) os recursos da Marinha…

Camargoer
Camargoer
Reply to  MMerlin
1 ano atrás

Caro Merlin. Apenas coloquei que um problema pode ter várias respostas erradas e outras certas. Acho que geralmente sou criticado pela defesa do programa nuclear e por sugerir que os quatro SBR sejam os últimos submarinos convencionais da MB. Não posso fazer a mesma defesa de porta aviões na MB.. talvez os próximos dez anos mostrem que a MB deva operar no máximo porta helicópteros… Ou talvez apenas helicópteros orgânicos e patrulha aérea naval. Tenho a impressão que a MB deveria ficar a defesa….

João Moro
João Moro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Concordo com você em relação ao PHM. Só acrescento que o Brasil deveria manter um porta Helicóptero após o Atlântico e investir em drones que possam ser lançados do PHM. Assim poderíamos ampliar a capacidade do PHM, tanto na fiscalização, proteção dos nossos mares quanto do poder de fogo do mesmo.

Camargoer
Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Olá João. Pois é, talvez a MB assuma a patrulha naval com aviões e possa desenvolver um sistema de vigilância por satélite. Vale a pena lembrar do histórico de colaboração entre o Brasil e a CHina na construção de satélites de monitoramento.

João Moro
João Moro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Essa do satélite não sabia.

Camargoer
Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Olá João. O programa de satélites é o CBERS. Acho que já foram construídos e lançados seis satélites de monitoramento. Acho que o programa tem uns 30 anos.

Maurício Veiga
Reply to  Leandrokubiack
1 ano atrás

Se pagar o preço eles vendem, tudo é possível e negociável, Prosub por exemplo…

J R
J R
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

não demos conta de fazer manutenção em caldeiras, o que dirá de reator nuclear.

jodreski
jodreski
Reply to  J R
1 ano atrás

Vamos esperar que isso mude quando o Sub-nuc estiver em operação…

Camargoer
Camargoer
Reply to  J R
1 ano atrás

Jr. O problema é fazer a manutenção o substituição de uma caldeira de 60 anos. Operar uma caldeira nova é como cortar manteiga com faca quente.

J R
J R
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

então, mas temos que levar em consideração que se loucamente o CdG viesse para a MB, ele já seria um navio também “velho”.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Ele é um navio movido a reator nuclear que não teve outra unidade para operar no lugar dele e fazer um rodizio… então fora as manutenções mais precisas ele não teve um período de “descanso” quando ele se aposentar a gente teria que no minimo fazer um PMG nele e substituir o combustível dos reatores nucleares… e isso seria só o começo da dor de cabeça eu imagino…

João Souza
João Souza
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Constituição francesa proíbe exportação de tecnologia nuclear

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Um São Paulo 2.0. Tão inútil quanto o primeiro, mas muito mais caro.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Jadson Cabral
1 ano atrás

Jadson.
Acredito que ele seja inútil para nós, que temos necessidades diferentes no momento.

Vitor Silva
Vitor Silva
Reply to  Jadson Cabral
1 ano atrás

Muito bem, essa foi bem metida, para os saudosistas do São Paulo, toma lá embrulha!
Existem outras prioridades mais importante e urgêntes, olha a defesa, busca e salvamento na ZEE.

jucleidiane jucleidetti
jucleidiane jucleidetti
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

nem precisa inventar nada… pelo amor de Deus, essas coisas da frança eu tenho é ódio… nada deles presta… ainda fiquei contente com o submarino por que eles foram construídos aqui e são novos… tirando isso, nada mais da frança obrigado, graças a Deus que não pegamos caãs rafale “alugados” como queria o Lula, aquele corrupto… Agora, o Brasil deveria fazer mais fragatas tamandaré, fazer uns destroyers baseados na fragata, porém com tonelagem e quantidade de armas maior, e depois, fazer mais um modelo do PHM Atlãntico, o navio tem a engenharia nova, modelo novo de design, equipamentos novos, e… Read more »

RafaelGM
RafaelGM
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Porta-aviões com Super Tucano….é sério isso?

jodreski
jodreski
Reply to  RafaelGM
1 ano atrás

ST no convés?? kk seriam operações aéreas navais vintage?? Iriamos fazer bonito! Mas isso lá em 1947!

Tiago
Tiago
Reply to  jodreski
1 ano atrás

Uma vez por ano fazer treinamentos com Púcara naval kkkkkkk

Sandro
Sandro
Reply to  RafaelGM
1 ano atrás

Super tucano está sendo exportado para os EUA e opera a algum tempo no Afeganistão, sendo que o mesmo foi cotado para substituir o A10! Não despreze essa ótima plataforma que desenvolvemos

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Amigo, tenha do, se o Brasil faz merd@ na hora de comprar algo aos franceses, não é culpa destes que o que brasileiro decide comprar seja sucata. Aliás, o são Paulo foi quase oferecido, por alguma razão foi não acha?
Os franceses contam com uma das melhores e mais completas indústrias de armamento do mundo, sendo o produto dessa indústria mais que reconhecido pelo mundo.

Vitor Silva
Vitor Silva
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

O problema era a manutenção do SP, que custavam os olhos da cara

Celso
Celso
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

PA para 50 Super Tucano … Ri alto aqui.

Madmax
Madmax
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Tá de brinqueshion with my face

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Brasil perto da França em tecnologia militar,está na idade da pedra, quer invejes ou não, França é independente tecnologicamente, não têm culpa que vcs só lhe comprem material que eles, estão retirando. Compra novo, já que fazer, só com ajuda.

Vitor Silva
Vitor Silva
Reply to  rui mendesmendes
1 ano atrás

Não concordo consigo, A França ao vender o SP sabia muito bem o seu desgaste e o seu estado de conservação e de operação, pode mesmo ser considerado um ato de má fé com o intuito de ganhar serviços de manutenção ou de peças sobresselentes. Tanto é culpado o que compra como o que vende ou cede, quando um produto já passou o seu tempo de vida útil e é um completo saco sem fundo.

Dalton
Dalton
Reply to  Vitor Silva
1 ano atrás

Vitor, ambos Brasil e França sabiam que o “Foch” iria necessitar de uma revitalização, mas, o “Foch” sendo a única opção para substituir o “Minas Gerais” precisava ser adquirido imediatamente porque os franceses não iriam conserva-lo por mais tempo.
.
A revitalização seria feita pelo Brasil em data futura e condições
financeiras melhores, mas, como viemos a saber apenas alguns poucos anos após a compra, as condições apenas pioraram.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Acho importante lembrar que a MB pagou US$ 12 milhões, praticamente o custo de uma Macaé.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Para comparação, os caças A4 custaram US$ 85 milhões. O primeiro preço pedido pela França foi US$ 60 milhões. Talvez essa diferença de preço fosse o custo de uma revisão antes de entregá-lo como aconteceu com o A140, mas estou apenas supondo pois não encontrei nada sobre a negociação de compra do A12 além dos preços.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargo…há várias fontes, inclusive revistas da época que tenho que mencionam US$ 70 milhões pelos A-4s, mas, como você é sempre bastante preciso quando se trata de contratos, gostaria de saber se esse de fato é o valor !
abs

Camargoer
Camargoer
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Olá Dalton. Tem uma reportagem da IstoÈ chamada “Marinha da Sucataa” que menciona US$ 83 milhões, mas é possível que esse valore tenha sido alterado. Podemos fazer uma estimativa aproximada que o valor ficou entre US$ 70 e US$ 80 milhões, ou algo próximo a seis vezes o valor do A12.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Bem, não vou passar um julgamento tão severo em relação à muita coisa escrita ali, mas para começar acho uma péssima ideia sonhar alto com qualquer tipo de Navio Aeródromo no momento. Esse papo dos vinte anos talvez esteja mais ou menos na conta certa, mas acredito que ainda por mais tempo, infelizmente. Também não vou entrar no mérito do comentário sobre produzir um novo ‘Atlântico’ porque né… não dá e nem seria um bom investimento final. Mas existe mérito em algumas coisas ali que podem muito bem parecer loucura se o Brasil tivesse orçamento decente e um navio aeródromo… Read more »

Felipe Fg
Felipe Fg
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Naaaaaaaããããããoo
Pelo amor de Deus, vamos esquecer essa ideia de um NaE na MB por uns 15 anos?
Primeiro temos que ter uma frota de superfície decente, ai podemos pensar em ter um Porta aviões.

marcus
marcus
Reply to  Felipe Fg
1 ano atrás

Uns 50 anos. Até lá os porta-aviões Franceses, Ingleses, Russos, Chineses e Americanos serão iguais o da SHIELD, já estarão voando.

Matheus
Matheus
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

O Brasil deve esquecer esses plano megalómaniacos e se focar no que realmente interessa à nossa realidade geopolítica. Deveríamos focar na construção de uma frota de submarinos convencionais e nucleares, como a Rússia e o Japão, e Alemanha na WWII vide batalha da grã bretanha. De resto no máximo um ou 2 porta helicópteros está de bom tamanho.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Matheus
1 ano atrás

Deviam-se focar primeiro em educação de graça e de qualidade para todos, depois erradicar o fosso social. só assim poderão crescer economicamente, para financiar tds os vossos sonhos de potência militar regional.

Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Reply to  rui mendesmendes
1 ano atrás

Não existe educação de graça. Quem paga, e muito caro, é o povo. Com relação ao tão ” fosso social” a que você se refere só há uma maneira de combater isso de forma eficiente: capitalismo de livre mercado, coisa que nunca existiu por aqui, e que historicamente foi a única ferramenta que em apenas 300 anos fez uma profunda mudança social no mundo onde quer que o tenham deixado agir em paz.

marcus
marcus

O capitalismo no Brasil só é bom para o agronegocio e empresários.
Vamos sempre pagar o dobro por qualquer produto.

jodreski
jodreski
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Pé no chão amigo por favor, se já está difícil a MB dar um fim ao A-12 imagina a um NAe Nuclear, ele iria apodrecer no cais…

Camargoer
Camargoer
Reply to  jodreski
1 ano atrás

Caro Jodreski. O problema do A12 é sua propulsão e catapulta, ambos usando vapor gerado em uma caldeira a óleio. Pela idade (60 anos), é provável que todos o sistema de geração de vapor teria que ser trocado. Tenho a impressão que foi esse o custo proibitivo para colocar o A12 novamente em operação. Agora, por que a MB não alienou o casco para desmonte é outra pergunta.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargoer, não sei se a alienação do casco do São Paulo pode esbarrar nos mesmos problemas ambientais do Clemenceau, que geraram uma grande controvérsia na época devido ao uso extensivo de amianto. A MB pode estar estudando a melhor forma de se fazer isso.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

Olá Leandro. Eu lembro que o comandante da MB (anterior ao atual) disse que eles estavam fazendo um mapeamento do A12 que serviria de base para o projeto de um NAe nacional no futuro. Talvez essa “scanning” ainda esteja sendo feito, mas você tem razão sobre o custo de desmantelar um navio como ele deve ser bem alto, além dos problemas ambientais relacionados (até mesmo a remoção de todo óleo e lubrificantes)

Tiago
Tiago
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Até onde sei, ninguém vende tecnologia nuclear.

Marcio
Marcio
Reply to  Tiago
1 ano atrás

Até onde eu me lembro o Brasil tbm tem tech nuclear

Camargoer
Camargoer
Reply to  Tiago
1 ano atrás

Caro Tiago, os tratados internacionais permitem comércio de tecnologia nuclear para fins pacíficos. Contudo proíbe a transferência de tecnologia para fabricar bombas, fabricar mísseis para lançar bombas e para enriquecimento de combustível acima de 20%

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Melhor um LHD Trieste em parceria com a Itália + um punhado de FREMM, é 12 F-35B.
O Trieste custa cerca de U$ 1,2 bi.

Matheus
Matheus
Reply to  Luís Henrique
14 dias atrás

Uma FT com um Trieste, 1 Fremm, 4 Tamandaré, um subnuc e um Riachuelo e navio de apoio seria formidável.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

não queria nem de graça, ia ser um buraco negro igual o SP

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

O Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares impede a venda de navio propulsado a energia nuclear.

Camargoer
Camargoer
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

Olá Fábio. Por favor leia o tratado em “DECRETO No 2.864, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1998”. Ele se refere ao uso de bombas e meios e mísseis para lançamento de bombas nucleares. Não existe restrição para uso em propulsão desde que o programa seja fiscalizados pela AIEA. O programa do SNB é acompanhado pela AIEA e pea ABACC.

Ricardo
Ricardo
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Porta Aviões usado e francês nunca mais!

Fabio
Fabio
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Ta louco, a marinha não tem necessidade de Porta Avião, desperdício de recurso.

Gustavo
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Do que adianta porta sem escolta?

Dilbert_SC
Dilbert_SC
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Vamos comprar outro Peugeot da França? Como se já não bastasse o São Paulo…

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
Reply to  Rawicz
1 ano atrás

Lembrando que ele é nuclear. Não deve ser repassado a frente.

Mauro
Mauro
1 ano atrás

E o nome do Charles de Gaulle quando estiver operando na MB, já foi decidido? ou será que vamos de China? em dois anos Jiping manda entregar um desses aqui, trabalham como formiguinhas.
Minha dúvida é, Sea Gripen ou SH.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Claro que entendi sua ironia. Mas pensando bem, é mais fácil o Brasil adquirir um PA chinês, com propulsão convencional, do que o Charles de Gaulle, que não pode ser vendido por conta do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares.

Camargoer
Camargoer
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

Caro Fábio. O tratado se refere a bombas nucleares. A propulsão nuclear não e uma arma nuclear, caso contrário o Brasil estaria impedido de construir o SBN

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 ano atrás

Tenho medo de pensar oque acontecerá com o CDG🤔😂🇧🇷…

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Adriano Madureira
1 ano atrás

Nem pensa nisso kkkkkk

Felipe Fg
Felipe Fg
Reply to  Adriano Madureira
1 ano atrás

Tá repreendido kkkk

Carvalho2008
Carvalho2008
1 ano atrás

Curioso sobre a especificação do hipotético avião da faixa de 30 ton que viria a substituir o Rafale e motivar todo este aumento de deslocamento

nonato
nonato
Reply to  Carvalho2008
1 ano atrás

A Alemanha vai usar que porta aviões? 🤔

Thiago Aiani
Thiago Aiani
Reply to  nonato
1 ano atrás

Há indícios que apontam que franceses e alemães estejam procurando um cooperação nesse sentido. Não seria absurdo a Alemanha contribuir com os custos do NAE francês, que nessa altura deveria ser o embrião de uma força aeronaval europeia .

jodreski
jodreski
Reply to  nonato
1 ano atrás

Eles estão propondo um uso conjunto com outras nações europeias..

Victor Filipe
Victor Filipe
1 ano atrás

Os Britânicos estão com o pensamento mais imediato com a classe Queen Elizabeth. levando em conta o tempo normal do desenvolvimento normal de uma aeronave o novo caça europeu não vai ficar pronto em menos de 20 anos…

Vamos ver até onde isso vai dar…

Mas é como dizem… quem tem um não tem nenhum… o ideal seria os franceses terem 2

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

O timming deles foi outro, era necessário para agora, o franceses podem esperar!

Maus
Maus
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Em 2030 os britânicos já vão estar fazendo outra classe de naes,

Dalton
Dalton
Reply to  Maus
1 ano atrás

Há uma expectativa de que o “Queen Elizabeth” e o “Prince Of Wales” durem até 50 anos e o primeiro foi comissionado em dezembro de 2017, assim,
2030 será cedo até para iniciar estudos para um substituto.

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Creio que não irão repetir o erro construir apenas um na classe, como o NA CDG.

jucleidiane jucleidetti
jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

O Brasil deveria fazer mais fragatas tamandaré, fazer uns destroyers baseados na fragata, porém com tonelagem e quantidade de armas maior, e depois, fazer mais um modelo do PHM Atlãntico, o navio tem a engenharia nova, modelo novo de design, equipamentos novos, e é barato de fazer e rápido… o país deveria entrar em consórcio com a inglaterra, comprar o projeto e fazer mais uma unidade… e com a compra do projeto, aperfeiçoar e fazer depois mais um porta aviões para abrigar uns 50 A29 supertucano e uns 10 gripens… estaria ótimo… Porta aviões de baixo custo, com aeronaves boas… Read more »

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

O tucano iria atacar oque? uma corveta com boa defesa anti-aérea já seria um alvo impossível para eles

O Super tucano é uma aeronave para COIN em ambiente de baixa intensidade. ele faz um ótimo trabalho nisso, não tem porque procurar jogar o avião em um cenário que ele não foi feito para atuar.

quer fazer um porta aviões? beleza mas faça direito e ponha uma aeronave com boas capacidades para decolar dele, nisso inclui (dependendo do modelo do navio): uma possível conversão para um Gripen naval, Rafale, F-18 e F-35. o resto é invenção fora da realidade

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

AAAAHHHHHHHHHHHHH!!!!!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

O A29 não tem um desenho e características para pousar ou decolar em Nae. Não é stol short take off mesmo sendo turbo hélice. Teria de ser outro avião e em sendo outro, um jato CTOL ou Stobar. Sea Gripen, SH, Rafale, Mig35/29k, etc

Mesmo uma aeronave nova de baixo custo como a proposta do A29, teria de ter bem mais pedidos para justificar pois 24 ou 48 unidades é muito pouco para justificar qualquer projeto

Leonardo M.
Leonardo M.
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Meu pai do céu

Ter que ler que deveríamos ter 50 A29 em um poeta aviões me faz pensar o que esse povo tem na cabeça…
Só fico imagina 30 a29 lançando seus poderosos torpedos contra um porta aviões inimigo estilo segunda guerra mundial.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Leonardo M.
1 ano atrás

se os pilotos brasileiros gritarem TENNO HEIKA BANZAAAI enquanto se lançam em sua missão suicida iria combinar.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Apenas como piada a tua sugestão do ST. Ou você acha que vamos operar na 2ª GGM?

Edmilson Sanches
Reply to  Leonardo M.
1 ano atrás

E só instalar uma bateria de Astros no A29 e ele teria poder de fogo.

Madmax
Madmax
Reply to  Edmilson Sanches
1 ano atrás

Kkkkkkkk

Raduga
Raduga
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Acrescentaria uma flotilha de 16 a 20 submarinos convencionais como à marinha japonesa.

Celso
Celso
Reply to  jucleidiane jucleidetti
1 ano atrás

Podem montar um PA para ST kamikazes, assim não precisariam se preocupar com os pousos.

Madmax
Madmax
Reply to  Celso
1 ano atrás

Kkkkkkk

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Pergunta de leigo: seria possível retirar a propulsão nuclear e instalar outra no lugar?

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Não , o custo seria assombroso

Mauro
Mauro
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Acho que seria mais fácil do que tentar fazer o contrário.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Seria… mas daria uma dor de cabeça em níveis colossais e é melhor não fazer isso.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Caro Ricardo. O A12 tinha um caldeira que queimava óleo para gerar vapor para mover uma turbina. Teria sido possível remover esse sistema e colocar poderosos motes diesel. Mas ficaria muito caro e ainda teria que ter uma outra caldeira para gerar vapor para a catapulta. Também seria possível remover a caldeira e colocar um reator nuclear para gerar vapor para a propulsão e para a catapulta. O problema é que o reator da MB que será usado no SN10 ainda não foi homologado. Sobre o CDG, poderia remover o reator francês e colocar o reator da MB depois que… Read more »

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

O CDG usa dois reatores K15, de 150 mw cada.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

Olá Marcos. Obrigado pela informação. Acho bastante difícil substituir dois reatores de 150 MW por outros dois de 48 MW. Há um déficit de potência de praticamente 200 MW. Portanto, caso a MB adquirisse o CDG, seria necessário desenvolver um novo reator de 300 MW ou dois reatores de 150 MW. Uma boa pergunta seria a demanda de energia do A12. O A12 desloca 32 mil ton (carregado) e o CDG desloca 43 mil ton. O CDG teria então 7 MW por kton. Usando essa razão, o A12 precisaria de cerca de 220 MW (praticamente 4 reatores similares ao do… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Só passei pra lembrar aos senhores que a potência do PWR é medida em MWth (megawatt térmico) e não em sHP (shaft Horse Power). O reator gera mais potência que a consumida nos eixos de propulsão – no CDG, acho que uns 80 ou 60 mil sHP, uns 60 ou 45 MW (um dos motivos do bote ser lento). Bom, imagino que a (muita) potencia restante seja usada em geradores eletricos, na catapulta e na cozinha gourmet…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Olá Alex. Também teria que considerar a energia dissipada em LED-s de standby (as bobagens que ouvimos durante o “apagão”). Você tem razão sobre as unidades. Eu tentei encontrar a demanda de energia do A12 mas não consegui nem uma pista para estimar. Você teria alguma chute aproximado? Agradeceria bastante.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Olá, Camargoer. Fiz o gracejo sobre cozinha gourmet mas me parece que o motor nuclear é que tem rendimento baixo. Preciso ver se é isso mesmo. Quanto ao A-12 ele já era, mesmo, melhor esquecer. Ainda assim, se você pergunta sobre a demanda de energia, eu te pergunto qual? A de propulsão ou elétrica? Se você procurar vai encontrar o número de caldeiras a óleo e de geradores de eletricidade e a potência que eles podiam produzir no A-12. O problema nos botes modernos é que o consumo de eletricidade sofre grandes variações, devido a sistemas com grande consumo como… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Olá Alex. Concordo que o A12 já era. Acho que ajudaria saber as duas coisas. Demanda máxima e demanda de propulsão. Ontem pensava sobre o modelo do SBN que gera eletricidade para abastecer um motor elétrico, que deve ser um sistema mais silencioso que ligar a turbina a vapor diretamente no eixo de propulsão, além de permitir o uso de baterias. Mas um navio deslocando 35 mil ton, haveria alguma vantagem em usar uma propulsão elétrica? A potência de um reator nuclear não e problema, pelo que sei e relativamente fácil e seguro mudar a potência. Já sobre a eficiência… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Bom, Camargoer, lá vai, pro A-12: Propulsão: 6 caldeiras LaVal/Indret (45kgf/cm2 ou 600psi, mesma pressão de caldeiras da WWII) alimentando 4 turbinas Parsons conectadas a dois eixos propulsores desenvolvendo, somados, 126.000 sHP (~ 95 MW). Eletricidade: 6 geradores diesel de 2 MW mais 2 turbogeradores de 2 MW, totalizando 16MW (o suficiente pra fornecer energia pra uma cidade de sessenta mil habitantes). Embora alguma fonte se refira a apenas quatro geradores diesel. Não dá pra fazer um cálculo LINEAR entre o que alimenta um subnuclear e um navio pois tudo é diferente: do formato do casco até os sistemas a… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Olá Alex. Obrigado. De modo algum eu iria sugerir aproveitar o casco do A12, mas um cenário de 120 MW para impulsionar/operar um NAe similar ao A12 poderia ser feito empregando 3 reatores similares aos do SN10. Li também que seria possível gerar até 75 MW com o reator do SN10 por meio da mudança do arranjo do combustível nuclear (usando placas ao invés de pastilhas). Nesse caso, dois reatores nucleares poderiam gerar até 140 MW. Tudo isso sem esquecer é apenas uma aproximação grosseira… bem grosseira. Valeu mesmo.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Não dá pra extrair 126 mil sHP (94 MW) de reatores somando algo mais de 100 MWt porque o rendimento térmico dos reatores navais é menor que 30%. Os reatores terrestres de geração elétrica tem rendimento térmico maior, entre 33 e 37%, o que quer dizer: pra cada 100 MWt se obtém 33 a 37 MWe (mega Watts elétricos) brutos nas turbinas. Ora, se o rendimento de reatores navais está entre 20 e 30%, pra obter 100 MW (134000 sHP) nas turbinas de propulsão é necessário reator nuclear que produza de 330 a 500 MWt. . Veja aqui, no capítulo… Read more »

Celso
Celso
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Não

Camargoer
Camargoer
Reply to  Celso
1 ano atrás

Caro Celso. Eu também acho que não dá, como também me parece que seria difícil adequar o A12 para operar dois reatores similares ao SN10. Contudo, eu agradeceria se alguém soubesse qual a demanda energética do A12 apenas para fazermos uma estimativa do desafio que seria substituir a caldeira a óleo por reatores nucleares nacionais.

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Alem de jogar $$$$$$$$$$$ fora com um casco tão velho, o A12 apresentava vibrações quando dava alta velocidade, sobre todos os aspectos, a baixa dele foi a melhor solução.

Matheus Santos
Matheus Santos
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Boa pergunta.
Mesmo que fosse tecnicamente e economicamente viável, a caldeira teria que caber no mesmo espaço de reator, correto?
Uma caldeira convencional é (bem) menos potente que um reator nuclear. Caso fosse possível, a velocidades do NAe seria muito menor, talvez o suficiente para os eradores elétricos.

Jorge Knoll
1 ano atrás

Ta ai aquisicão de ocasião

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Jorge Knoll
1 ano atrás

Não… não ta não, Deus nos livre.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

Quem te dera, mas equipamento militar custa dinheiro, não é só dizer que se quer …

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

França cada vez mais aumentando seus meios de dissuasão.
Presença maciça na África, forças especiais na Síria, navios no mar da China e agora com um novo porta aviões.
Uma coisa que não dá pra falar mal dos franceses é serem omissos como Alemanha e Itália.
Os franceses estão colocando a bota bota na terra, literalmente.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Itália omissa? Qual foi a última vez que procurou se informar sobre a Itália?

Erikson
Erikson
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Bem, os franceses herdaram muitos interesses econômicos e políticos nas suas antigas colônias na Ásia e África. A exemplo dos britânicos. Por isso têm uma disposição mais intervencionista na política externa.

Alemanha e Itália não tem esses interesses e nem precisam deles. No entanto estes dois países têm uma poderosa e moderna indústria militar. Eles não devem ser subestimados.

Gustavo
Reply to  Erikson
1 ano atrás

Verdade a indústria militar deles é mais focada no lucro do que na defesa.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Está na hora, pelo que me recordo a última guerra que a França venceu foi a guerra dos trinta anos, no século XVII.

Jeronimo
Jeronimo
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Itália…e Espanha…é .melhor que nao façam nada para não atrapalhar os outros…é melhor esperar a Lolonia desenvolver recursos avançados. Até lá, deixa COM Britânicos e Franceses..e Alemães? ..

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Itália omissa?? Mesmo a Alemanha gasta tanto como vós, além de pertencer á nato e UE.

J R
J R
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

A Itália esta é sofrendo com a hipocrisia européia querendo obrigar a península a se tornar um grande albergue para imigrantes.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
1 ano atrás

É triste que toda notícia parecida vira “mas e o Brasil deveria comprar o antigo?” Focando na França: me parece uma escolha ruim para eles um NAe de 70kt. Explico: a atual capacidade financeira deles não lhes permitiria ter mais caças embarcados do que já tem hoje com seus ~40 rafale M, logo, um porta-aviões maior não levaria mais aviões, custaria mais e ficaria com capacidade ociosa. Isso, claro, sem contar com a já clássica: quem tem um não tem nenhum. Os britânicos optaram por dois porta aviões menos pesados para sempre terem algo no mar, fora que se chegarem… Read more »

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Ó tanto ressabiamento, odeias a Europa, não é?!?! Olha os p.a. britânicos deslocam 65 mil toneladas, não é bem menos, como tu bem sabes, e o ´´sem catapultas essa virou a desculpa dos apoiantes do tio sam, o f35 b não precisa delas, e leva bombas como os outros, depois a França, não pode ter mais do que os actuais 40 rafales da marinha, isso dizes tu, claro, pois era o que gostavas que fosse, olha a França pode mais do que muitos por aí, que falam falam e não têm nada, ou então outros que já foram super potencia,… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  rui mendesmendes
1 ano atrás

Consagrado, não sei o que usaste, mas com toda a certeza quero um pouco! Em que momento você encontrou no meu texto um “odeias a Europa”? O Reino Unido logo terá mais capacidade de projeção por porta-aviões que qualquer país além dos EUA. A França hoje é o único país além dos EUA a ter capacidade de projetar poder com Porta-aviões. Ter 40 rafales navais já é COISA PRA CAR@***! Esses 40 rafales tem mais poder aéreo que toda a força aérea brasileira e continuarão a ter mesmo após a chegada dos gripens(36 em um primeiro lote). A França não… Read more »

Mercenário
Mercenário
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Fernando Turatti,

1. A França jamais operou com 40 caças Rafale embarcados. O total disponível, salvo engano, é 42. O usual é que operem com dois esquadrões.

2. A classe QE tem quase 70 mil tons de deslocamento.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Mercenário
1 ano atrás

Esse é o meu ponto. Não tem avião sobrando de fato, não está faltando lugar pra enfiar avião ali. Ter dois porta aviões mais baratos garantiria um operando sempre, diferente de ter um maior, que aumentaria o preço e por si só já pressionaria o orçamento que hoje não comporta muito mais avião.

J R
J R
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Acho que a Franca perdeu uma grande oportunidade em não embarcar em uma irmão (com catapultas) do Queen Elizabeth.

Thiago Aiani
Thiago Aiani
1 ano atrás

Sabia já que alguém iria propor esse insalubre ideia do Charles de Gaulle para a MB. Deus nos livre.

Tiago
Tiago
1 ano atrás

Opinião de leigo. Se o outro avião vai ser melhor. Então menos avião. Tipo um novo ser igual a dois Rafale

Heyarth
Heyarth
Reply to  Tiago
1 ano atrás

Na segunda guerra mundial (WWII) a Alemanha desenvolveu poderosos blindados e era dito que tais blindados como o tiger, venceria x blindados Soviéticos (t-34), a estratégia soviética era enviar x+ um monte de blindados para vencer em quantidade, então nem sempre a qualidade vence a quantidade. A segunda guerra no geral, mostrou que o importante é a capacidade de produção e a capacidade de atingir a industria adversária.

Marcelo R
Marcelo R
1 ano atrás

A turma do sacolão do beco já se anima pra comprar mais uma coisa velha….. Este porta aviões tem problemas de propulsão, foi o primeiro a ser construído na França, deve ter um monte de “gatos” para funcionar…. além de um sistema muito fraco… tem velocidade de ate 24 nos… é uma tartaruga radioativa…. O Brasil tem que projetar e construir tudo aqui independentemente, já estava ensaiando este futuro na década de 70…Graças a uma administração seria dos militares… temos competência, mas falta vontade….Contrariando os que falam em falta de recursos…. temos dinheiro sim, mas é mal gasto ou vai… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Marcelo R
1 ano atrás

“administração séria dos militares”
Se aquilo é seriedade, honestamente, todos havemos de concordar: o Brasil não é um país sério.
“temos dinheiro sim” pra ser exato, 100 bilhões por ano. 81b desses vão pra pessoal e aposentados.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Marcelo R
1 ano atrás

Têm problemas de propulsão, não, não têm, o problema é de inveja. O Brasil têm que produzir tudo aqui, o quê? O Sub Nuc são os Franceses que estão ajudando, tal é a vss competência, como tu dizes. E será só ignorância ou outra coisa, tu quereres que alguém acredite, que quem constroi foguetões espaciais, SSBN´s, mísseis intercontinentais, porta aviões, porta helicopteros, LPD´s, como o que vocês lhes compraram de segunda mão, fragatas, helis de todo o tipo, caças, aviões de carga, navios espiões, tanques de guerra, helis de ataque, sistemas de mísseis navais, terrestres e ar-ar e por aí… Read more »

Mercenário
Mercenário
Reply to  rui mendesmendes
1 ano atrás

Rui Mendes,

Temos aqui um Tuga protetor dos franceses, ou estou equivocado?!

Não há como negar que o CdG apresentou diversos problemas para entrar em operação. Você deve saber….

Marcelo R
Marcelo R
1 ano atrás

Ninguém fez isso na historia naval… Converter um porta aviões com planta de propulsão convencional para nuclear, acontece que o casco foi feito para a planta e uma conversão imediatamente seria necessário mais espaço para acrescentar mais sistemas… Logicamente acabaria sendo mais viável o projeto de um navio novo… Aqui no Brasil fazer isso hoje…Impossivel…..

Camargoer
Camargoer
Reply to  Marcelo R
1 ano atrás

Olá Marcelo. Talvez ninguém tenha feito porque o número de porta-aviões com propulsão convencional disponíveis para esse tipo de conversão tenham sido poucos. O fato de não ter sido feito antes não desqualifica uma ideia (a não ser que a máquina proposta violasse a segunda lei da termodinâmica, quando ela seria descartada imediatamente pelo escritório de patentes dos EUA). Por outro lado, existem muitas ideias que foram testadas pela primeira vez e funcionaram (algumas depois de muitos ajustes e correções). Acho que o melhor exemplo seria o motor elétrico para corrente alternada. Era impossível até Tesla faze-lo. Contudo, você tem… Read more »

Amauri Soares
1 ano atrás

Eu só queria saber quando o nosso Brasil vai conseguir construir um porta aviões nacional ? E com o tamanho da grandeza do Brasil ?

Jean Jardino
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

NUNCA.

João Moro
João Moro
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

O Brasil irá construir um dia porém, com a nossa tecnologia atual, é impossível. No máximo mandar construir o Porta Aviões convencional (Diesel elétrico) porém falta-lhe dinheiro para tal aquisição. Temos que ter em mente que o porta aviões – PA é um meio ofensivo, que expande sua capacidade bélica para outros lugares. Além da questão da constituição brasileira, o Brasil não tem um inimigo claro que necessite de tal meio. Se quisermos ter, seria interessante melhorar outras áreas da MB ( meios de submarino, de superfície tipo tamandará, navios de escolta para o PA, tecnologias brasileiras para produção de… Read more »

Amauri Soares
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Concordo apesar dos inimigos não serem declarados ,existem mts.

João Moro
João Moro
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Fiquei curioso… cite alguns, por favor.

Amauri Soares
1 ano atrás

Talvez o conceito de se ter um porta aviões ou mais já está ultrapassado. Nos tempos atuais já existem embarcações que em grandes números e equipadas com mísseis hipersônicos podem facilmente atravessar as defesas dos poetas aviões e abate-los.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Na segunda guerra mundial os porta-aviões tornaram navios de batalha obsoletos, tanto que até hoje, mesmo CRUZADORES que são os maiores navios de batalha existentes em operação nós chamamos por “escoltas”, pois servem basicamente pra isso: escoltar o brinquedo real.

Bosco
Bosco
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Amauri,
Sem querer ser chato mas quais embarcações e quais mísseis e como eles combinados fariam isso?

Amauri Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Não entendo bem do assunto . Mas será que uns 20 ou 25 cruzadores teriam poder suficiente para enfrentar um grupo de batalha? cada cruzador armado com 200 cédulas de mísseis ou mais ?

Bosco
Bosco
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Amauri, O problema é a solução de tiro para os mísseis antinavios. Mísseis para serem lançados têm antes que saber onde está o alvo. Essa é a maior qualidade de um porta-aviões. Não adianta só o cruzador ter mísseis hipersônicos com 1000 km de alcance se para serem lançados “alguém” terá que chegar a menos de 300 km da força tarefa e permanecer lá por tempo suficiente. Claro que se dezenas ou centenas de mísseis antinavios forem lançados ao mesmo tempo iria saturar as defesas do porta-aviões, mas a tática das marinhas que operam porta-aviões é tentar impedir o que… Read more »

Amauri Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Ótimas explicações obg pelos esclarecimentos 😉

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Alguém aqui no site já fez cálculos aproximados que precisa de cerca de 500 mísseis para saturar as capacidades de defesa aérea de um strike group.

Amauri Soares
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

E por esses cálculos que eu digo que uns 20 cruzadores ou outras embarcações com um poder de fogo equivalentes , que eles seriam capazes de destruir uns grupo de ataque .

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

E quantos cruzadores e destróieres e navios agregados poderiam estar contidos em um grupo tarefa em zona de conflito e quantos aviões armados com quantos mísseis estariam neste porta-aviões, cujos aviões de vigilância poderiam localizar essa massa de 20 cruzadores com ‘um certo grau’ de antecedência…? Hmmmm… acho que não, viu? hehehehe

Amauri Soares
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

O mesmo aconteceria em localizar um porta aviões que e um alvo enorme para os tempos de hj

Amauri Soares
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

Já imaginou 20/200 = 4000 mísseis lançados , o sistema de defesa do grupo de ataque seria saturado e não aceita tempo de nem mesmo declarem os aviões do porta aviões , lembrando que o inimigo tbm disponho de tecnologia para detecção a mas de 1000 km de distância uma voz atingido o porta aviões suas aeronaves não teriam ao de pousar , caso alguma delas conseguisse decolar , só restaria recorrer a países vizinhos para pousarem antes de seu combustível acabar. Nesse senário haveria mil e uma hipótese de destruir um grupo de ataque com apenas 20 navios MT… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Prezado
Qual Marinha tem 20 a 25 cruzadores ou semelhantes para lançar contra um grupo de ataque?
Vc vai perceber q talvez Rússia e China.
Se toda essa quantidade de belonaves estarão atrás de um Grupo de Ataque, quais meios estarão atrás dos outros Grupos de Ataque?
Sds

Amauri Soares
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Meu caro. Não estou mim referindo a nenhuma marinha do planeta. Só estou mostrando que se as marinhas mais poderosas do planeta usarem outros meios se vinhe-rem a Telos. Os portas aviões não serão uma ameaça tão formidável como MTS pensam .

Amauri Soares
Reply to  Marcos R.
1 ano atrás

Imagine só 20 cruzadores com 200 casulos cada, adeus porta aviões e suas escoltas

Bosco
Bosco
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Acho que nem precisa tanto. Umas 5000 galeras romanas também conseguiriam neutralizar um porta-aviões.

Amauri Soares
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Concordo . 20 navios vezes 200 mísseis total de 4000 mísseis lançados .

Bosco
Bosco
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Podem ser 20 cruzadores e 4000 mísseis hipersônicos stealths manobráveis com 2000 km de alcance. Ainda sim precisa de “alguém” penetrar na bolha defensiva que envolve o porta-aviões e seus escoltas num raio de 500 km e permanecer lá pelo tempo adequado, senão, os 4000 mísseis não serão lançados.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
1 ano atrás

sim=assim

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Amauri Soares
1 ano atrás

Aham, senta lá Claudia!

Felipe Alberto
Felipe Alberto
1 ano atrás

Interessante, o avião aumenta 25% e o PA aumenta 64%.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Felipe Alberto
1 ano atrás

Óbvio, né?

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  Leandro Costa
1 ano atrás

Nem tanto, eu quis frisar a proporção.

Marcelo R
Marcelo R
1 ano atrás

Gente, vamos cair na real…. Se conseguirmos construir as 4 corvetas ou fragatas leves classe “Tamandaré, sem nenhum tropeço como falência de estaleiro, abandono de contrato, sem nenhum adiamento técnico, de provimentos ou prazos de entrega, já devemos nos considerar sortudos… Porta aviões fica para 2040, enquanto esse submarino atômico já esta em “banho maria” mesmo….para não ir pra gaveta de novo…

LUIS FERNANDO BAPTISTA
1 ano atrás

O PA é por volta 2035 talvez seja uma boa pra nós entrarmos nessa pesquisa pois é de longo prazo e em 3 anos o Brasil terá resolvido seus principais problemas econômicos e teremos condições de investir maia nas FA.
Só as conversas já levará um bom tempo e obviamente o Sub Nuc é prioridade absoluta.
Porém a longo prazo seria uma boa ideia usarmos o novo PA Francês.
Pelo amor de Deus um novo Fox NÃO…. Um projeto novo a longo prazo sim.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

A França não poe vender o CDH e o Brasil não pode comprá-lo. Os países são signatários do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. Por outro lado, se der baixa da Marine Nationale em 2035, os Rafales estarão além da metade de sua vida útil e o navio estará com 4 décadas de uso. Digo isso porque não faria sentido adquirir navio sem aviões, e NADA indica que o Gripen terá versão naval. Seria um “remake” do São Paulo com os A-4, praticamente quadro a quadro. E com um prejuízo tão colossal quanto! Eu penso que, como não há recursos,… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

O que tem sido publicado é que o “Charles De Gaulle” permanecerá em serviço até 2041 ou pouco mais. Recentemente ele passou pelo segundo reabastecimento dos reatores nucleares de um total de 4 que serão realizados ao longo de sua vida em intervalos de cerca de 7/8 anos. . O terceiro reabastecimento deverá ser iniciado por volta de 2026 e o quarto e último, deverá ser iniciado por volta de 2034, garantindo outros 7 ou 8 anos a mais de serviço. . A possibilidade do novo NAe estar terminado pouco antes de 2040 não significará que o “Charles De Gaulle”… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 ano atrás

Caro Fabio. Li o tratado de não-proliferação de armas (DECRETO No 2.864, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1998, disponível na internet) se refere aos dispositivos nucleares explosivos.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 ano atrás

Se os franceses quisessem vender ele hoje até que seria uma boa compra de oportunidade,mas uma suposta(e improvável) venda dele para uma nação estrangeira só para depois de meados de 2030 seria uma péssima aquisição.Sairia muito mais em conta para uma marinha como a MB,sem pretensões de ser uma força de águas azuis,construir um NA convencional com a mesma tonelagem e quem sabe com transferência de tecnologia.

Control
Control
Reply to  Allan Lemos
1 ano atrás

Jovem Allan Não havendo necessidade de ser uma marinha de águas azuis, a MB não precisa de NA, pois será apenas uma marinha de águas marrons (guarda costa). E querer construir PA com TOT é gostar de jogar dinheiro fora como está sendo com os helis e com o PROSUB. Se o Brasil quiser adquirir a capacidade de construir PA`s terá que fazer como oa China, fazer engenharia reversa e ir aprendedendo a fazer (errando eventualmente. Aliás, com o A12, perdeu-se a oportunidade de aprender a fazer, como fizeram os chineses com o Variag, aproveitando a sua modernização para aprender… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Control
1 ano atrás

Olá Control. Concordo com alguns pontos levantados por você. Talvez a MB não precise mas de um NAe para atuar na defesa do país. Tenho a impressão que está sendo desenhada uma nova MB, talvez organizada em torno de submarinos nucleares, patrulha remota (drones e satélites) e uma esquadra formada de poucas fragatas que atuarão em rede.

Control
Control
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Jovem Camargoer
Considerando que o SN10 será, praticamente, um pré-protótipo de valor militar duvidoso, temos quase nada de expertise em satélites de fins militares, não temos foguetes lançadores e tanto satélites como foguetes e subnucs são brinquedos caros, esta nova MB parece uma nova versão dos sonhos grandiloquentes dos almirantes.
Sds

Camargoer
Camargoer
Reply to  Control
1 ano atrás

Caro Control. Você tem razão sobre o risco do SN10 apresentar problemas de ruido, por exemplo. Eu lembro que o primeiro submarino nuclear chinês tinha um problema desses, tanto que a USN fazia o treinamento de caça ao submarino usando o submarino chinês como alvo. Contudo, mesmo um submarino nuclear que tenha algum nível de ruido será uma ameaça para marinhas de porte médio ou pequeno (como o Chile, África do Sul, Venezuelta, etc) mas ele também pode ser um obstáculo para marinhas mais poderosas, já que obriga compromete uma parte dos recursos de defesa, abrindo o flanco para a… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Control
1 ano atrás

Não que eu ache uma boa ideia comprar um P.A agora, não é, contudo tendo a discordar. Mesmo marinhas que não são pensadas para projetar poder necessitam de escolta aérea ainda hoje. A solução no século passado que perdura até hoje foi um meio termo: os porta-harriers, agora porta-F35B com o agravante do F35B custar uma fortuna. Ainda assim, marinhas que se prezem precisam de no mínimo algo como o P.A espanhol e uma ala aérea de asa fixa. Estamos hoje no ponto de ter isso? Não. Estaremos daqui 10 anos? Provavelmente não. Aquelas Tamandarés sem um navio de verdade… Read more »

Guina
Guina
Reply to  Control
1 ano atrás

“jogar dinheiro fora com o Prosub” mas pêquepê viu hein. O Prosub está andando, goste você ou não. Não sabe fazer? Tem que aprender de algum modo. Tem quem use como exemplo os Subs alemães que também tiveram ToT serem suficientes para a MB aprender a fazer submarinos. Piada. Muitas partes da estrutura dele eram feitas lá na Alemanha e mesmo assim submarinos são uma das embarcações mais complexas de se construir. Não é com um único contrato como aquele que vai ensinar um pessoal a fazer Subs. “Aliás, com o A12, perdeu-se a oportunidade de aprender a fazer” É… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Se antes atocharam propulsão nuclear num bote de quarenta mil toneladas (alguém lembra dos reforços nos apoios dos reatores que acrescentaram uma fragata Tamandaré ao deslocamento do CDG?…), pra manter a boa lógica Cartesiana de Trás-Os-Montes, irão encaixar propulsão convencional no bote de setenta mil toneladas, certo?
Curiosidade: vai ter catapulta americana a vapor ou eletromagnética (digital, no bestiário do Trump) pra lançar aviaozinhum de mais de trinta toneladas?

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

É bem possível que energia nuclear seja adotada, Alex, mas, ainda não foi decidido e aparentemente catapultas eletromagnéticas são o futuro e os franceses poderão se beneficiar do conhecimento americano conseguido com muito custo através do USS Gerald Ford.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Será que a tecnologia do EMALS vai ser disponibilizada pra França?…

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Provavelmente sim Alex, como aconteceu com as catapultas C-13 e maquinário e cabos de retenção para aeronaves.

Jean Jardino
1 ano atrás

Acho um barato os brasileiros, como eles tem ciumes dos franceses, os brasileiros morrem de dor de cotovelo por serem um pais de terceiro mundo, que nao consegue fabricar um submarino, se ajuda de quem, dos franceses. Alias nao conseguem fabricar nada sem ajuda dos outros. Os franceses desenvolveram sua capacidade nuclear sozinhos, fabricam misses intercontinentais com ogivas nucleares de ultima geracao sozinhos, desenvolvem e fabricam os melhores misseis ar ar do mundo, misseis antinavios, misseis que podem derrubar misseis estrategicos, carros de combate de ultima geracao, avioes de cacas de ultima geracao, navios de guerra de ultima geracao, porta… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Jean Jardino
1 ano atrás

Isso tudo pra chegar na Segunda Guerra Mundial com um PIB idêntico ao alemão, não ter restrições de armamento e se renderem sem sequer lutarem.
Curiosamente mais alemães foram mortos e presos por brasileiros do que por franceses…

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Fernando… . os franceses livres participaram da campanha da Itália desde seu início em 1943 e participaram da retomada da França empregando centenas de milhares de homens em várias divisões, sem contar os bravos homens e mulheres da Resistência Francesa então não vejo como a FEB possa ter matado e aprisionado mais alemães se entrou em combate apenas no fim de 1944 com um efetivo de 25.000 homens sendo que 10.000 eram do depósito de pessoal que vieram com o quarto e o quinto escalão e dos 15.000 que vieram com os 3 primeiros escalões apenas cerca de metade eram… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, de fato existiam franceses na luta em 1943, em especial exilados e os projetos de fascistas da resistência francesa, vindos de um povo que foi incapaz de proteger seu território e, após OUTROS povos retomarem seu território, resolveram se vingar das mulheres. Contudo, a França simplesmente não existia como governo de fato em 1943, sendo assim os combatentes daquela nação apenas forças espalhadas pelo resto do mundo. A FEB em um só episódio rendeu mais de 20 mil alemães, eu duvido fortemente que qualquer divisão francesa conseguiu isso. Duvido até que a soma das divisões de fato francesas tenham… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Fernando… . só para você ter uma pequena ideia, a Primeira Divisão Livre Francesa parte do Primeiro Exército Francês, desembarcou e participou da luta pela liberação de Toulon, sofreu cerca de 2700 baixas em alguns poucos dias, mais que a FEB em toda sua campanha d 6 meses e fez 17.000 prisioneiros, mas, isso é apenas uma pequena parte dos feitos franceses. . Os franceses evidentemente foram ofuscados pelos americanos e britânicos e pouco se conhece sobre a participação francesa na guerra, mesmo contra os japoneses e o grande encouraçado “Richelieu” por exemplo fez parte da retomada de Singapura. .… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Jean Jardino
1 ano atrás

Dizer que crítica justa é feita por ciúmes da glória nacional é coisa que só francês podia pensar: ô Povinho vaidoso. Napoleão nem francês era.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Nos próximos 30 anos o que completaria a metade desse século pode esquecer reequipar as Forçar Armadas Brasileiras a não ser que seja interessante à algum grupo reacionário de algum lado que insistem em dizer que existe no Brasil (Capitalistas vs Socialistas). Tem gente aqui que acredita que os A-4 Skyhawk foram uma ótima aquisição até hoje. Daqui há alguns anos vão dizer que eles vieram voando. Digo gente que estava lá na base quando eles chegaram.
Uma projeção nada boa para o nosso país… Infelizmente…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Caro Luiz. Discordo do seu raciocínio. É possível pensar em ciclos de 30 anos para o grande equipamentos. Portanto, os 36 Gripen, os 4 Scorpenes e o SN10 serão a linha sobre a qual as forças armadas serão organizadas. Talvez seja aprovado o segundo lote de F39 e talvez as 4 Tamandarés sejam finalizadas (e torço para a construção do SN11). Regionalmente, serão os equipamentos mais modernos, enquanto os outros países vizinhos já estarão com os seus equipamentos com mais de 15 anos. No contexto de defesa continental e do Atlântico sul, os programas militares iniciados há 10 anos estarão… Read more »

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Caro Camargoer, os gripens, os scorpenes e o SN10 fora dizer os Tamandarés foram resultados de momento econômico bom do país. Agora dizer que haverá uma segunda compra de lote dos gripens é muito otimismo ou ilusão. Tá mais para segunda. E discordo de você que os A4 foram uma boa compra. Não foram. Vieram em caixas cheias de areia, pois estavam escondidos do Iraque (Pra quem não sabe, os A4 eram do Kuwait). Pagamos uma fortuna para torna-los de novo operacionais e pagamos de novo para torna-los operacionais ao modelo do F-5M. Seria uma boa compra comprar os Harriers… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Todo post tem alguém achando que dá pra pousar e decolar Harrier decentemente do PHM, mas você foi ainda mais longe e tava querendo usar eles como helicópteros em CORVETAS. Está de parabéns, você desbloqueou um novo nível.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Olá Luiz. As certezas são o 36 Gripens e os 4 Scorpenes. As Tamandarés e o SN10 são muito prováveis. Depois disso é apenas especulação. Sobre os Gripens, o primeiro lote de 36 caças custou algo em torno de US$ 4 bilhões (Um pouco mais que US$ 100 milhões por aeronave). Esse primeiro pacote inclui muitos itens que serão desnecessários em lotes posteriores, o que tornará cada aeronave bem mais barata (vou chutar que custarão 75% do preço inicial). Usando essa aproximação, 36 novas caças custaria em torno de US$ 3 bilhões, ou um lote de 24 para dois novos… Read more »

Mgtow
Mgtow
1 ano atrás

Ai ai. Como sonho em um dia ter 1 Nae, 1 Cruzador juntando-se ao Atlantico para encabeçar a nossa frota de superficie. Sonhos senhores, apenas sonhos, Sonhar não paga

Jean Jardino
1 ano atrás

Brasileiros como sempre so sabem meter o pau nos outros, sao incapazes de construir um submarino sem ajuda de outros paises, sao incapazes de construir um aviao caca sem ajuda de outros paises, e adoram ficar metendo o dedo em outros paises que estao anos luz na frente…..Nunca conseguiram se quer construir um porta avioes, e desdenham de um pais que possui tecnologia de ponta, capaz de construir um porta avioes nuclear.

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Amigos, Algumas considerações: 1º – o vaso de convés corrido da MB será o PHM Atlântico. Ponto… Não esperem mais que isso pelos próximos 20 anos pelo menos… Resta claro que o desejo da MB é constituir prioritariamente o que seria um componente confiável de controle de área no médio prazo, com ênfase em capacidades ASW plenas, e que possa permitir intervenções limitadas além mar. 2º – Posto o acima, escoltas novas se constituem numa prioridade muito maior… E no mais, creio que não preciso me estender muito no assunto… Se nada for feito, até 2025 não haverá mais força… Read more »

Dalton
Dalton
1 ano atrás

O “Charles De Gaulle” nasceu de uma grande ousadia francesa…teve uma gestação complicada e mesmo depois de comissionado, problemas tiveram que ser solucionados, até mesmo os 10 primeiros Rafales M tiveram e ainda estão sendo atualizados do padrão “F-1” basicamente apenas um interceptor para o padrão “F-3” de múltiplo emprego. . O “Charles De Gaulle” , único NAe movido a energia nuclear europeu e equipado com catapultas, no caso, americanas “C-13”, mostrou sua flexibilidade quando ao retornar de uma missão de 4 meses no início de 2011 foi aprontado para outra missão de quase 5 meses a, em menos de… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Foi uma decisão política míope a de encaixar um NAe nuclear num casco de dimensões parecidas com as da classe Clemenceau. Deu todo tipo de problema que os engenheiros e arquitetos navais se descabelaram pra resolver (e resolveram bem, até). Como se sabe, tem que haver uma adequação mútua entre o bote e seus avioezinhos o que leva à contradição essencial de que o bote, não acompanhando o desenvolvimento de seus avioezinhos, se torne um entrave àqueles, que são, propriamente, a arma principal. A vaidade francesa é notória e a causa de muita ação política sem fundamento…

Dalton
Dalton
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 ano atrás

Alex, se você considerar que a doca em que o “CDG” foi construído limitava o comprimento que o navio poderia ter não havia muita alternativa para os franceses a não ser instalar reatores nucleares poupando assim espaço interno para aumentar a capacidade de armazenamento de combustível para aeronaves ainda maiores que estavam sendo adquiridas como o Rafale M. . O resultado final é que o “Charles De Gaulle” mesmo com um comprimento similar ao do “Clemenceau” cresceu substancialmente em largura com um convés de voo mais largo, um convés em ângulo muito mais comprido, elevadores mais capazes, um engenhoso sistema… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Perfeitamente, Dalton: há que reconhecer, apesar de tudo (e é um tudo bem grande, da quilha até a mais alta antena) que o CDG tem servido bem à França. E, suponho, de todas as dificuldades, o comprimento limitado de doca teria sido o mais fácil de contornar se a decisão fosse técnica e não política. Ora, um novo NAe de 70 mil toneladas (mesmo construído em blocos separados) deve requerer uma doca equivalentemente grande…
Abs.

Teórico
Teórico
1 ano atrás

Pessoal…
Uma simples comparação… se o Exército do Paraguai receber 500 bilhões de dólares fará pouca coisa… falta de capital humano…. intelectual… político… são dezenas de variáveis… Quem compra uma Mercedes deve ter, no mínimo, um bom dentista, um bom advogado, alfaiate, um excelente plano de saúde, casa, viagens, uma bela morena rsrs

Rafael G Oliveira
Rafael G Oliveira
1 ano atrás

Sou a favor que se for para adquirir algo novo para as próximas décadas, que compremos um Mistral, embarcamos um esquadrão de H-225 destinado a missões antinavio com Exocet ou até mesmo uma versão do Mansup, um Mistral daria uma grande flexibilidade nas missões navais a um custo/beneficio muito melhor, isso pensando em um TO do atlântico sul.

Talia
1 ano atrás

Pelo andar da carruagem, não haveria um porta aviões americano usado, convencional, que atendesse o Brasil pelo FMS?

JPC3
JPC3
Reply to  Talia
1 ano atrás

Não.

JPC3
JPC3
Reply to  Talia
1 ano atrás

Se houver algum usado estaria muito velho e precisaria de uma reforma caríssima e nem teríamos aviões para ele.

Um poço sem fundo de dinheiro.

Matheus
Matheus
14 dias atrás

Uma questão: teria sido viável uma reforma no São Paulo casada com uma compra de F35 vstol, caso houvesse recursos para operá-los decentemente sem comprometer as forças de superfície?
Pois aí dava pra abandonar as problemáticas catapultas, modernizar a propulsão e eletrônicos e instalar alguma defesa de ponto (phalanx+ram)…

Last edited 14 dias atrás by Matheus
Dalton
Dalton
Reply to  Matheus
14 dias atrás

Definitivamente não Matheus. O “São Paulo” conforme revistas antigas que tenho era para ser apenas uma “ponte” entre o “Minas Gerais” e um futuro NAe, ou seja, deveria durar uns 15 anos ou pouco mais, já que foi adquirido com cerca de 37 anos de muito uso. . Quando finalmente se percebeu que não haveria nenhum NAe novo surgiu a ideia de modernizar o “São Paulo” para que durasse pelo menos outros 20 anos por um valor estimativo de 1 bilhão de reais ou 1 bilhão de dólares, seja como for, diante do que se viu com a última revitalização… Read more »