Home Marinha do Brasil EXCLUSIVO: Marinha negocia navio de salvamento submarino que substituirá o Felinto Perry

EXCLUSIVO: Marinha negocia navio de salvamento submarino que substituirá o Felinto Perry

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Adams Challenge – Offshore Supply Vessel

Por Roberto Lopes*
Especial para o Poder Naval

A Marinha do Brasil está negociando com a empresa Adams Offshore WLL, sediada no Bahrein, a aquisição de um navio offshore de 4.100 toneladas, especializado no apoio a atividades submarinas, para substituir o seu atual navio de Salvamento Submarino, Felinto Perry (K11), que apresenta graves problemas de propulsão e, ainda no ano passado, teve sua baixa decidida pela Alta Administração Naval (Comandante da Marinha mais Almirantado).

O navio que deverá substituí-lo se encontra atracado no complexo portuário de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e já foi inspecionado por uma delegação da Força Naval brasileira, constituída por oficiais do Comando da Força de Submarinos (ForSub) e da Diretoria Geral do Material da Marinha (DGMM).

O Poder Naval ainda não conseguiu determinar o valor que a Força precisará desembolsar pelo navio.

A Adams Offshore integra o grupo Serviços de Mergulho e Serviços Marítimos Khalifa A. Algosaibi e, hoje, sua frota está constituída por três classes de embarcações.

De acordo com uma fonte do setor de Material da Marinha, o navio que assumirá o lugar do Felinto Perry é do tipo Adams Challenge, de 85 m de comprimento, 18 m de boca e 8 m de calado.

Ele conta com um heliponto (helideck) na proa, acima do passadiço – capaz de receber aeronaves do porte de um Eurocopter AS332L Super Puma, de 9 toneladas (carregado para a decolagem) –, e dispõe de área livre à ré do convés principal, de, aproximadamente, 540 m² (junto a uma guincho com capacidade para até 100 toneladas).

Em termos técnicos, trata-se de uma embarcação de apoio offshore multifuncional com posicionamento dinâmico e elétrico, concebida para suportar uma ampla variedade de atividades de suporte offshore, incluindo o apoio ao mergulho e o gerenciamento de um ROV (Remotely Operated Vehicle).

A opção por essa unidade deixa em suspenso a oferta que a Marinha recebeu, ainda em 2018, de um conjunto de dois minissubmarinos de salvamento de alta mobilidade.

Esses submersíveis podem ser transportados por avião e embarcados em qualquer embarcação de apoio de tamanho razoável – aí incluídos o próprio Adams Challenge e os três Navios de Apoio Oceânicos, de 2.000 toneladas de deslocamento, recentemente adquiridos para as Forças Distritais.

A alternativa dos minissubmarinos já foi examinada pelo Comando da Esquadra e se encontra, hoje, sob análise do Comando de Operações Navais.

Navio de Salvamento Submarino Felinto Perry K11, da Marinha do Brasil
Navio de Salvamento Submarino Felinto Perry K11, da Marinha do Brasil

Propulsão – O Adams Challenge é construído em aço leve soldado e tem propulsão fornecida por unidades de hélice de azimute duplo na popa. O impulso transversal fica a cargo dos equipamentos de azimute duplo na popa e de três impulsores transversais na proa – um dos quais, unidade de azimute retrátil.

O navio possui acomodações para 98 pessoas, entre tripulantes e especialistas em salvamento.

Entre seus equipamentos estão um sino de mergulho para 12 homens, e sistema de mergulho de saturação de acordo com os regulamentos da International Marine Contractors Association.


*É jornalista graduado em Gestão e Planejamento de Defesa pelo Centro de Estudos de Defesa Hemisférica da Universidade de Defesa Nacional dos EUA. Especialista em diplomacia e assuntos militares da América do Sul. Autor de uma dezena de livros, entre eles “O código das profundezas”, sobre a atuação dos submarinos argentinos na Guerra das Malvinas e “As Garras do Cisne”, sobre os planos de reequipamento da Marinha do Brasil após a descoberta do Pré-Sal.

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Souto.
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Souto.

Amigo Roberto Lopes alguma novidade sobre a compra
de navios escoltas usados?

Marcos R.
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Marcos R.

Ainda acho o sistema aeromovel composto pelos mini submersíveis mais eficiente.

Dalton
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Dalton

Mesmo assim Marcos, há necessidade de um “navio mãe” que marinhas estrangeiras optaram por ser um navio de “oportunidade” então a marinha brasileira poderá vir a ter no futuro “mini submersíveis” embarcados no eventual substituto do “Felinto Perry”.

Marcos R.
Visitante
Marcos R.

Entendo, mas ainda, assim priorizaria os submersíveis quite puxem set embarcados até mesmo em navios civis a exemplo do que foi feito com o sistema americano nas buscas pelo ARA San Juan.
Dado nossa conhecida falta de $$$, deixaria o navio para depois.

Claudio Luiz
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Claudio Luiz

Dinheiro para um navio desse tem sim.

Aldo Ghisolfi
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Esperemos que sim!

Vovozao
Visitante
Vovozao

18/07/19 – quinta-feira, bdia, oxalá se concretize a compra, nossos oficiais visitam o mundo todo a procura de meios para a MB, e, sempre esbarram em algum imprevisto, ou o preço é alto, ou não temos verba, todo mundo sabe do desespero que se encontra a MB, falta de tudo, então estão sempre cobrando um preço mais alto, quando não se tem, ou compra-se pelo preço cobrado ou ficamos sem nada. A MB que decide.

Vovozao
Visitante
Vovozao

Qual ano ele foi construído.

Endel Pereira
Visitante
Endel Pereira

2009

Peter nine nine
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Peter nine nine

2009? É esta a ser substitui tão cedo?

Bezerra(FN)
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Bezerra(FN)

2009 é a data do navio dos Emirados.

Junior
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Junior

E esse que a MB tá inspecionando, foi construído quando?

A6MZero
Visitante
A6MZero

O navio avaliado foi construido em 2009, já o Felinto Perry K11 da MB foi construido em 1979 se não me engano.

Gonçalo Jr.
Visitante
Gonçalo Jr.

Exato o ex-Holger Dane, ex-Wildrake foi construído em 1979. O K11 foi adquirido em 1988, 9 anos depois da sua construção. O substituto Adams Challenge foi fabricado em 2009 portanto, a MB vai adquiri-lo com 10 anos de uso.

Salim
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Salim

Também fiquei meio desconfiado, navio de 2009, equipado para resgate. Acredito que a marinha esta atenta e faça uma inspeção minuciosa no barco/equipamentos e na empresa. Na situação nossa atual daria prioridade aos subs de resgate, embora náo tenho ciência dos valores e capacidade operacional destas duas opções.

andré
Visitante
andré

Ele não está equipado para resgate… Ele tem apenas o complexo hiperbárico e um sino de mergulho.
Terá que ser instalado o Sino de Resgate do K-11 nele. Se puder, modernizado e fly-away.

João Moro
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João Moro

Que bom que essa oportunidade apareceu. Mais uma opção a ser estudada para substituir o Felinto Perry com a melhor solução possível.

Victor Filipe
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Victor Filipe

Ele só consegue atingir 15 nós nas melhores condições possíveis e uma velocidade padrão totalmente carregado de 14 nós. Eu sinceramente acho isso lento de mais. Lento porque: A Nossa costa é enorme, e como sabemos a chance de comprar mais de uma unidade é tão próxima quanto a chance de acharmos uma entrada para o pais das maravilhas. Submarinos mesmo em patrulha costeira vão naturalmente estar longe da base, se um submarino tem um problema em Salvador e esse navio esta no Rio de Janeiro só deus vai salvar os tripulantes. Eu quero deixar claro que NÃO sou contra… Read more »

elcimar
Visitante
elcimar

Esses 15 nós que vc fala é de qual embarcação ?..no texto não fala nada disso.
Se for do Felinto Perry está certo,pois acho até muito devido aos problemas que ele enfrenta na propulsão.
Deve fazer até menos.

Victor Filipe
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Victor Filipe

é a do próprio Adams Challenge. A parte do texto em que seu nome aparece escrito em Azul é um PDF com as características da embarcação onde contem dentre deslocamento e outros dados a sua velocidade máxima e padrão Segue parte do PDF: VESSEL SPECIFICATION ADAMS CHALLENGE ADAMS OFFSHORE SERVICES LIMITED ADAMS CHALLENGE VESSEL SPECIFICATION PAGE 2 OF 5 REV 1 (01 MARCH 2009) DEADWEIGHT AND CAPACITIES THE VESSEL IS CAPABLE OF CARRYING A DEADWEIGHT OF 2054 TONNES AT THE DESIGN DRAFT CAPACITIES: FUEL OIL TANKS (100% FULL) 994 CU.M (INC. DAILY SERVICE AND SETTLING) FRESH WATER TANKS (100% FULL)… Read more »

J R
Visitante
J R

Dificilmente saem do litoral carioca, pra isso esta bom… 🙁

Gustavo
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Gustavo

exato. tempo é crucial em um resgate submarino… No San Juan vimos a agonia que era o Felinto indo para o local do acidente… Lento demais!
Outra solução para isso, era ter três ao longo da costa.

Mauro
Visitante
Mauro

Felinto Perry deu sua cota de contribuição… merece ser retirado com honra.. este navio Adams Challenge me parece uma ótima oportunidade.

Andrew Martins
Visitante

Boa tarde!
Vocês sabem me dizer quem ou qual departamento é responsável por fazer essas pesquisas de compras de oportunidade? E como o militar é selecionado para essa função?
É uma simples curiosidade, eu acho muito legal ter essa função de pesquisa e encontrar oportunidades no mercado.

Agradeço desde já a atenção.

elcimar
Visitante
elcimar

Geralmente são engenheiros navais que realizam essas vistorias..cada um na sua área específica, propulsão, estruturais, elétrica,…. armamento quando for o caso….etc..elaboram seu parecer técnico pra MB…

elcimar
Visitante
elcimar

DGMM.. diretoria geral de matéria da marinha

Gonçalo Jr.
Visitante
Gonçalo Jr.

Está na matéria. _”O navio que deverá substituí-lo se encontra atracado no complexo portuário de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e já foi inspecionado por uma delegação da Força Naval brasileira, constituída por oficiais do *Comando da Força de Submarinos (ForSub) e da Diretoria Geral do Material da Marinha (DGMM).*_

FERNANDOQ
Visitante
FERNANDOQ

Cruz credo.
Que salto de qualidade.
Do feijão com arroz básico para o Caviar.

Pablo
Visitante
Pablo

Desculpe, mas a informação vem de uma fonte do site e não da Marinha? gosto e respeito a trilogia, comento e visito todos os dias, porém, prefiro esperar uma declaração oficial da Marinha.
Já vi aqui na trilogia essas mesmas fontes criarem expectativa com informações e notícias que nunca se oficializaram.

Fernando Turatti
Visitante
Fernando Turatti

Todo santo dia um brasileiro diferente confundindo imprensa com assessoria de imprensa.

Marcos Rêgo
Visitante
Marcos Rêgo

A concorrência pira com essas exclusivas.
Ficam de Mimimi… Vai atrapalhar o negócio!
Desperta a concorrência!
É informação confidencial!

A inveja destrói os homens.

Pablo
Visitante
Pablo

falsas informações também criam expectativas!
https://www.forte.jor.br/2015/01/14/exercito-brasileiro-ja-prepara-recebimento-dos-helicopteros-ch-47f-chinook-americanos/
veja a data e leia a reportagem completa e me diga se tu viu até hoje algum aparelho desses no Brasil

Pablo
Visitante
Pablo

e como disse antes, eu respeito e gosto da trilogia, porém, quando uma fonte da uma noticia, também criamos expectativas em cima do que lemos.

Alison Lene
Visitante
Alison Lene

nao leia que vc nao cria…

Sincero
Visitante
Sincero

Moleque, vai tomar um chazinho de “Semancol”, pra não dizer outra coisa.

Pablo
Visitante
Pablo

Fácil chamar os outros de moleque atrás de um pc ne?!

Carlos
Visitante
Carlos

A Porta de Saída é por Aqui ,isso ,.sim por aqui , “”*Tiiaauuu* *’Brigado”*

Junior
Visitante
Junior

Vá com deus Pablo

Bueno
Visitante
Bueno

Pablo, expectativa é uma probabilidade, algo provável de se realizar…
No Brasil vivemos na expectativa, e quando o assunto FFAAs temos as maiores expectativas, não tanto quando na Argentina… lá já é questão espiritual, entra no campo da fé, kkk com todo solidariedade que temos com os hermanos
Abraços e vê se não some 🙂

rodrigo v
Visitante
rodrigo v

Cara colega,

A noticia não era falsa, vá se informar melhor. Ele somente não se concretizou por falta de $$$. E pelo me falaram ainda pode acontecer

Paulo Cesár
Visitante
Paulo Cesár

De novo….adios pablo!

Paulo Pires
Visitante
Paulo Pires

Rapazzzzzz!
Já vi de tudo nesta vida, mas o cara reclamar de um sítio não oficial de noticiar informação não oficial, essa é novíssima! Kkkkkkkkkkk
Meu Deus, a que ponto chegamos!

Dalton
Visitante
Dalton

Submarinos são meios extremamente seguros…desde que coisas básicas como boa manutenção e bom treinamento estejam disponíveis. . Muitas nações que operam submarinos não possuem meios específicos e/ou próprios de salvamento então recorrem à ajuda internacional e pode ser que mesmo possuindo os meios para salvamento estes possam estar indisponíveis quando necessário. . Em 2005 por exemplo um pequeno submarino russo, com 7 tripulantes ficou preso no fundo do mar e a Rússia, dessa vez pediu ajuda sendo os britânicos os primeiros a chegar, mesmo assim , levou 30 horas para que um mini submarino remotamente controlado fosse despachado de avião… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

Dalton, btarde, um prazer ver suas publicações são muito informativas. Nas minhas pesquisas, li que a nossa (MB), participa de uma organização de países que se auxiliam e auxiliam outras nações em casos de acidentes com submarinos pelo mundo, e, que com todos os nossos problemas na A. do Sul somente a MB possuí navio de socorro submarino, e, quando do desaparecimento do sub Argentino nos deslocamos o nosso para auxiliá-los. E que muitas nações possuem submarinos e não possuem resgates.

Dalton
Visitante
Dalton

Grato Vovô…enquanto houver pelo menos um leitor que aprecie o que escrevo estarei no lucro, pois as vezes canso de conversar comigo mesmo já que não conheço pessoalmente ninguém que goste de navios e marinhas, sem mencionar outros assuntos que também gosto, mas, para eles, infelizmente não há nenhum blog ao menos em português. . No mais é isso mesmo, nem todas as nações podem se dar ao luxo de ter meios de resgate submarino então o jeito é recorrer à ajuda internacional, mas, felizmente isso raramente é necessário e no caso do submarino argentino este naufragou em águas profundas… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Nem tanto Mestre…nem tanto. Teus comentários são a cereja do bolo. Se aparecem solitários é que, por muitas vezes, não necessitam de complemento.

Vai na fé.

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Dalton,
Aprendemos sempre um pouco como Senhor a cada comentário inteligente e abalizado que faz … é uma aula gratuita kkk

Caravaggio
Visitante
Caravaggio

O ideal é comprar tudo, o Adams e os dois minissubmarinos, uma coisa completa a outra.

John Paul Jones
Visitante
John Paul Jones

Até que fim !!!!, bom navio com projeto espanhol de qualidade.

O DSV é um navio lento pela natureza da sua propulsão, mas fundamental para o sistema de resgate ter um navio mãe para treinamento continuo, como comentaram acima é logico que ele não cobrirá toda a costa brasileira, assim se tivermos um acidente no Nordeste o sistema será desdobrado por aviões e embarcado em um Classe Mearim da MB no local enquanto o K 12 subirá lentamente para apoio posterior.

Parabéns ao PN pelo furo da Matéria !!!, Oxalá a MB confirme a compra.

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Nada impede que a futura 2ª frota tenha um navio semelhante a esse.

João Adaime
Visitante
João Adaime

Prezado Entusiasta
Aqui no Brasil chamamos de Esquadra e não frota.
Abraços

André Garcia
Visitante

Só um reparo: Esquadra

Marujo
Visitante
Marujo

Roberto, nada sobre o navio tanque Wave da RN? Algum amigo tem informação?

rodrigo v
Visitante
rodrigo v

Ta esperando liberação da Royal Navy mais $$$ de nossa parte.

Valter Sales
Visitante
Valter Sales

O dinheiro vai aparecer a partir de setembro/19

Blind Mans Bluff
Visitante
Blind Mans Bluff

Excelente noticia.

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

Acho interessante a compra de oportunidade acontecendo essa compra acho que a compra dos minissubmarinos de resgate não deveria ser descartada de vez, mas adiada para o futuro na esperança de uma folga no orçamento. Os dois sistemas seriam complementares e juntos dariam maior segurança as operações da força de submarinos.

Leandro
Visitante
Leandro

Será que cabe um sistema astros 2020 no heliponto ? Kkkkk 🙂

Guizmo
Visitante
Guizmo

Não, pq lá vão colocar o Phalanx, hahahaha

rodrigo v
Visitante
rodrigo v

Se liberarem. Hahahaha

Esteves
Visitante
Esteves

Notícia marinheira de 2017.

“Fruto de uma bem sucedida experiência de máquinas/inspeção extraordinária, o Navio de
Socorro Submarino “FELINTO PERRY” ingressou na Fase III de Adestramento, a partir do último dia 26, após longo período de manutenção extraordinária, que incluiu, prioritariamente, o reparo do seu MCP n°1.”

A baixa foi decidida pelo Alto Comando em 2018 após o navio passar por manutenção extraordinária em 2017.

rommelqe
Visitante
rommelqe

Entendo que os minisubmarinos (e todos os demais itens que compõe esse kit de salvamento) são muito mais prioritários, pois as funções do navio mãe podem ser realizadas por navios similares civis/militares de forma coordenada e tempestiva, conforme o caso. Por exemplo, no caso do submarino argentino quantos meios de diversas origens foram mobilizados em atendimento ao infeliz acidente? Isso, claro, não significa que não devamos pensar num Adams Challenge da vida, mas este navio sem os minisubs vai ficar apenas com o recurso de um sino ? Qual a profundidade de operação deste sino? Ainda acho que aplicar os… Read more »

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Nao sou submarinista e muit menos um almirante, mas creio que uma coisa nao tem nada haver com a outra …

Se a Marinha do Brasil comprar esse navio e se realmente ele estiver em boas condições de uso, sera um avanço para a frota, mas, nada impede (ou quase nada) de também comprar os 02 minissubmarinos de salvamento para operar em conjunto.

Vale a pena sim, porque quando se trata de resgatar vidas, nao podemos querer menos que isso …

Sergio Prado
Visitante
Sergio Prado

É …..estamos precisando de um brinquedo destes mesmo….

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Que ótimo. Espero sinceramente que essa compra se concretize.
Pra uma Marinha que almeja ter uma força de submarinos, incluindo nucleares, é de extrema importância que ( Deus queira que não ) caso haja uma emergência, que tenhamos os meios para lhes prestar socorro.

Junior
Visitante
Junior

Perguntar não ofende:

Aquele chato do Pablo vazou?

Souto.
Visitante
Souto.

Amigo Rodrigo V alguma info sobre a compra de navios escoltas usados??

rodrigo v
Visitante
rodrigo v

Prioridade Zero Zero são as Tamandarés, Escoltas estão difíceis por dois motivos que todos por aqui sabem :
– Recursos
– Disponibilidade de navios adequados

Mas opções estão sendo estudadas, mas não tenho a informações de quais, quantas e quando.

Marcos Rêgo
Visitante
Marcos Rêgo

Provavelmente não!
Um chato nunca se toca que está sendo chato.

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Acho uma boa compra de oportunidade. Trata se de um navio seminovo ou quase novo. A MB sempre teve o seu navio mãe. É claro que o projeto de aquisição de ROVs não tem nada a ver com essa compra de oportunidade e por isso deve continuar o processo de aquisição bem como o aguardo da verba para tal. A aquisição desse navio juntamente com os novos Subs que estão chegando, a nova base de Itaguai e também aquisição dos ROVs mostra que a classe de operação de Submarinos está bem longe dos problemas enfrentados como escassez com a classe… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Sem querer me meter…mas os furos do Roberto Lopes parecem, às vezes, o teste do Mansup. Passa do lado.

Não diminui o PN. Jornalista vive de dar notícia. Notícia boa vem primeiro. Vem antes dos outros. Publicar o que os outros publicaram…é enfadonho. E nem sei se é jornalismo.

Jornalista tem que ser bom de faro. Não significa que precisa acertar sempre. Jornalista não fica atrás de fonte oficial. Fosse assim, só tinha A Voz do Brasil.

Achei estranho o navio passar por manutenção extraordinária em 2017 e ser relacionado para dar baixa em 2018.

John Paul Jones
Visitante
John Paul Jones

Esteves esta compra se for realizada é de oportunidade, ou seja, apareceu agora nas ultimas semanas ou meses, assim em 2017 o navio tinha que passar por manutenção mesmo, até porque estavamos na época do san Juan e a MB tinha que manter o seu velhinho andando rs ….

Esteves
Visitante
Esteves

Sim. Entendo. Mas não muda o fato. Manutenção em 2017, baixa em 2018. Parece que a manutenção teve o objetivo de garantir ou extrair mais 1 ano do navio e…não dava pra mais.

Quem tem um…

Não dá pra fazer uma vaquinha e gastar pra ficar com os dois?

samuka
Visitante
samuka

corretíssimo esteves..

Pedro Moura
Visitante
Pedro Moura

Um quase OFF TOPIC:

Meus nobres uma curiosidade e pouco conhecimento, apesar dos 30 anos de casa. Além do ComGruPatNavNa, onde que temos o serviço de hiperbárica nos demais DN?

Abraços.

rommelqe
Visitante
rommelqe

Caro Pedro, os sistemas de salvamento que estão sendo avaliados pela MB (que acima foram designados simplesmente como minisubmarinos) possuem todo o conjunto de resgate, incluindo câmaras hiperbáricas, para até, se bem me lembro, vinte tripulantes resgatados.

rommelqe
Visitante
rommelqe

Veja a matéria “Marinha do Brasil estuda adotar novo sistema de salvamento submarino” elaborada aqui mesmo pelo PN.

Pedro Moura
Visitante
Pedro Moura

BLZ Rommelq,

Eu li meu nobre, mas ao que me refiro são, atualmente, os serviços de câmera hiperbárica para eventuais incidentes de mergulho; pois quando servi no ComGruPatNavNa, recebíamos pescadores de estados limítrofes do RN.

Luiz Antonio C. Bodon
Visitante
Luiz Antonio C. Bodon

Natal e Rio de Janeiro

Helio Mello
Visitante
Helio Mello

Ótima compra, mas mão entendo a razão de comprarem um navio de segunda mão fabricado na Espanha quando podemos construir um aqui no Brasil. Esse tipo de navio já foi construído aqui, incluindo aí unidades que tinham outra destinação (PSV ou AHTS) e foram convertidos. No momento em que a indústria naval, tão necessária para uma Marinha forte, agoniza no Brasil, uma encomenda dessas, passível até de ser financiada pelo FMM (poderia-se fazer uma venda ficta, assim como fazem com o Repetro), seria um alento para o estaleiro contratado. Não podemos esquecer que até o Oceana, escolhido para as Tamandarés,… Read more »

Vovozao
Visitante
Vovozao

Btarde, Hélio, pelo que li/entendi a MB, mantém 5 pontos (hospitais) preparados para dar a assistência necessária, espero que eu não tenha lido errado.

Demetrius
Visitante
Demetrius

Piada ridícula…

Vitor
Visitante
Vitor

Navio TIPO “Adams Challenge” , não necessariamente o próprio, correto Galante?

Adriano Madureira
Visitante
Adriano Madureira

Embrulhe e prepare para mandar para nós aqui no Brasil, o cheque pré-datado será feito!
Que corra certo tal aquisição e que possamos adquirir mais um navio em bom estado, pena que não temos como adquirir mais de um navio, pois ter um é o mesmo que não ter nenhum como dizem alguns no mundo militar.
Vamos acender uma vela para o almirante Tamandaré abençoar a MB em mais outra aquisição!

Tiago da cruz pinto
Visitante

Ótima notícia nossa MB agindo de maneira prática sempre de olho no mercado usando e direcionado recursos de maneira eficiente ,planejamento e tudo.

Gabriel BR
Visitante
Gabriel BR

A minha pergunta é: Um navio feito para operar no golfo pérsico é adequado para o Atlântico Sul ? Tendo em vista a expansão da Amazônia Azul , a autonomia deste navio é adequada?

Gabriel BR
Visitante
Gabriel BR

Pesquisei um pouco melhor sobre a embarcação e concluí que com um “Adams Challenge” a MB dará um salto de qualidade formidável, são praticamente novos!

willhorv
Visitante
willhorv

Quanto tempo para colocar o Tropeço na ativa….digo fechar o negócio, translado, revisão e instalação do que se precisa ter para a tal finalidade!? Acabei de apelidar ele!! Kkkk
É pra ontem hein!!

Marcos Campos
Visitante
Marcos Campos

Eu acho uma unidade bem pouco. No meu entender o ideal seriam pelo menos dois, mas fico bem feliz pela notícia, pois não dava mais para o Perry, tanto em porte quanto em idade.

CESAR ANTONIO FERREIRA
Visitante

Vai adquirir, tudo bem, mas…
Não seria uma boa oportunidade para nossa indústria naval conceber, construir e equipar um navio equivalente?

CESAR ANTONIO FERREIRA
Visitante

Então a Marinha procura uma nova compra por oportunidade, tudo bem…
Mas, não seria melhor encomendar junto ao nosso parque industrial naval um navio de resgate, equipado e suprido por empresas nacionais?

Fica a pergunta…

marcelo baptista
Visitante
marcelo baptista

Cesar, é um só, será que o custo compensa. Eu também gostaria de que fabricássemos aqui, mas temos que levar, também, em conta o $$$.

CESAR ANTONIO FERREIRA
Visitante

Dois. Deveriam ser dois vasos de resgate.
Navios de resgate em geral fazem 15 nós, devem estar próximos.
Portanto, a sua presença denuncia a dos nossos submarinos…
Como os nossos subs exercitam-se nas proximidades da Baia da Guanabara, tudo bem, basta um…
Mas, imagine dois navios de resgate, um baseado no Rio, outro em Salvador…
A flexibilidade seria grande.
Pensar, especular…

Mas, sei que impera a escassez de recursos, daí as compras de oportunidade.

Em tempo: os ganhos para a nossa industria naval com encomendas são grandes, maiores que os custos financeiros.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Boa escolha da MB .
Mais centrada e em consonância com a realidade financeira atual da força.
O mesmo deveria ser feito no caso dos navios de reabastecimento, adquirir ou fabricar via projeto navios da Transpetro e converte Los em navios militares.
O mesmo caminho seguido pela Inglaterra.
Quanto aos mini submarinos de resgate, temos a opção de fabricação local, know hall para isso temos.
Acho que um sistema misto entre transporte aéreo e navio seria o ideal.
Dessa fez o almirantado está com planos mais centrados na realidade.
Parabéns MB !

Edson Parro
Visitante
Edson Parro

Mais um para a conta M.O.!

Demara
Visitante
Demara

Excelente notícia! meus parabéns. Tomara que fechem logo negócio, esse não é um tipo de navio que se encontra com facilidade, quem tem não põe, é imprescindível a aquisição deste tipo de navio, tendo em vista as condições operativas do Felinto Perry e a projeção da futura força de submarinos que teremos.
Mais uma vez meus parabéns pelo furo jornalístico

india-mike
Visitante
india-mike

O objetivo é nobre, mas acho a metodologia péssima. A MB conta hoje com cerca de 95 navios, de mais de 40 classes diferentes. Desse total, 28 navios são o único exemplar de suas classes na MB (como por exemplo o Felintão o é, e esse navio tb seria). Diferentes cascos, diferentes grupos propulsores, eletrônica diferente, arranjo interno diferente, sobressalentes diferentes. Essa colcha de retalhos (que prejudica seriamente a logística, o treinamento e a manutenção desses meios) é uma das causas do triste estado atual da MB. Falta padronização de absolutamente tudo na força. É uma bola de neve, pois… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Da Presidência da República. “Conceito Estratégico O conceito estratégico transcende o escopo de um simples plano de gestão, por perseguir uma intenção evolutiva no tempo. Deve definir o “que”, isto é, as metas previstas; o “quanto custa”, isto é, a quantificação dos projetos; e o “quando”, isto é, o cronograma de execução. Outros elementos necessários à operacionalização do plano, dificilmente, podem ser estimados nessa fase com razoável precisão. Conclusão A construção do futuro é uma função inalienável do topo da administração pública. A erraticidade inerente aos nossos hábitos e costumes retarda o desenvolvimento nacional. Para avançar, o Brasil precisa planejar,… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Olha…

Eu não acho isso. Cascos diferentes. Qual o impacto de um casco na padronização da MB? Eletrônica diferente? Entendo a ocidentalização dos sistemas a bordo. Outra coisa seria operar navio ucraniano e sistemas russos.

Grupos propulsores. 100% alemão. Também ocidentais.

Parece coisa maluca ter 28 classes…são ingleses. Tá tudo certo.

O problema do orçamento é que não sobra para operar e manter. Coisa de 5% ou 6%.

Multiproposito. Marinheiros gostam dessa palavra. Leio isso quando aprendo sobre marinhas com problemas em suas águas como piratas, refugiados, desembarques. Diferente das nossas águas sem bandeira.

Roberto AC
Visitante
Roberto AC

ainda acreditando na história do planejamento estratégico quando a maior parte do dinheiro é gasto com salários… por favor!!!! compra de oportunidade é o único meio disponível!!!!

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Prezado India – Mike: concordo integralmente.

Edson Parro
Visitante
Edson Parro

Pois é, india-mike!
Lembro-me de ter conversado e aprendido, algumas coisas, sobre os Offshore Supply Vessels, com o M.O. – Marcelo Lopes, já faz uns 5 anos ou mais, talvez.
E ele já propunha a padronização com esse tipo de navio para o serviço de patrulha da MB. Quando compraram aqueles 3 AHTS, pensei até que a MB estaria nesse rumo. Agora, este aí é um outro “modelo”, mas a ideia deste tipo de navio parece que está prosperando. Quem sabe?
Agora, padronização, penso que precisa ainda de dinheiro e tempo.
Saudações

india-mike
Visitante
india-mike

Exatamente, Parro. Acho que estou tentando dizer o mesmo que o Ostra e varios outros já disseram.

Sobre tempo e dinheiro, isso nunca existiu e provavelmente nunca existirá, sobretudo pros DN, pois a prioridade da marinha sempre será a esquadra. E infelizmente, se um dia acontecer uma padronização será baseada naquele casco do NPa500 (a MB fala em números absurdos como 40 navios da classe…) que não tem nada de multifuncional. E os meios de apoio realmente úteis aparentemente vão continuar sendo uma colcha de retalhos de compras de oportunidade.

Esteves
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Esteves

Vocês são os especialistas. Mesmo assim, Padronização para navios patrulhas. Contrato de 20. Serão 20 navios obsoletos mesmo entendendo que não foram lançados ao mar todos ao mesmo tempo nem passaram por manutenções juntinhos. Ainda assim serão 20 navios envelhecidos quando a idade chegar. Padronização dos cascos. Comparo com outra indústria. Automóveis. Compartilhamento de plataformas. Há tempo para morrer. Quando morrem após 5 anos levam com elas os modelos padronizados das plataformas escolhidas. Customização, escala e padronização, vejo isso em indústrias pequenas. Em indústria pesada aonde as decisões custam bilhões de euros…acontece em países ricos. Aprendo mais com 30 modelos.… Read more »

india-mike
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india-mike

Esteves, vamos lá… sobre abandonar padronização: vc não poderia estar mais enganado – ela esta mais forte do que nunca. Qualquer empresa ou indústria de qualquer setor vai fazer tudo que estiver ao seu alcance para padronizar absolutamente tudo que puder, não só em termos de equipamentos como também de procedimentos, treinamentos e suprimentos. Desde coisas bobas como lâmpadas, passando pelas cadeiras e mesas de trabalho de seus funcionários, aos computadores, softwares, maquinários, e se possível, o próprio arranjo interno das instalações. Uma planta fabril tem um desenho especifico que as empresas tentarão replicar sempre que possível. Isso acontece não… Read more »

Esteves
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Esteves

Sim. Plataformas de veículos. Uma plataforma para modelos diferentes. Mas envelhecem. 5 anos ou pouco mais. Depois tem que usar outra plataforma para seguir reduzindo custos, obrigação de qualquer planta industrial. Propulsão diesel é alemã. Não tem segredo nisso. Até na China é MTU. Propulsão do Atlântico? Pielstick. Hoje é alemão. Quando foi montado não era. Li um trabalho português comparando máquinas MTUXPielstick. Pena que não salvei. Em 2019 qualquer propulsão diesel será alemã. Se não sabemos lidar com isso melhor mudar de ramo. Indústria pesada é diferente. Precisa memorizar. Os investimentos são bilionários. Produtos da indústria pesada têm vida… Read more »

india-mike
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Esteves, acho que vc não entendeu nada do que eu quis dizer, mas ta tudo certo. Somos todos entusiastas e sua ótica é tão válida qto qq outra. Apenas alguns pontos: o exemplo da indústria automotiva não me parece válido. Carros trocam a cada 5 anos não pq o anterior estava ultrapassado, mas pq a indústria precisa vender. E vai seduzir o consumidor com status e modismos passageiros, assim como a indústria da moda faz. Ninguém quer comprar de novo o mesmo carro que comprou anos atrás, não importa quão bom ele seja. Quanto a obsolescência de 20 meios ao… Read more »

Esteves
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Esteves

Tua visão é uma visão do estaleiro. O que resta para marinhas pobres se não curvarem-se a estaleiros europeus? Nenhuma indústria sobrevive com custos de anos passados. As indústrias lançam novos produtos para vender mais. É a razão da existência delas. A razão dos lucros está diretamente ligada à redução dos custos. Por que toda a indústria se moveu em direção à Ásia e à China? Para buscar custos menores. Preços são definidos pelos concorrentes. Preços não são definidos pelos concorrentes quando e se apura/agrega valor. Meko é um valor. A mesma Meko produzida na China por um estaleiro local… Read more »

india-mike
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Minha visão não é nem um pouco do estaleiro. É do operador. Deixa eu te relembrar como começamos a discussão: argumentei que realizar um amontoado de compras de oportunidade, apesar de parecer uma boa solução no curto prazo, rapidamente levaria a um problema de falta de padronização, que acarretaria num aumento brutal dos custos de manutenção e operação. Problema esse que afeta duramente a MB há décadas. Vc parece que ainda está refutando, dizendo que isso, além de não ser problema algum, é benéfico e desejável. E esse é realmente um pensamento muito “fora da caixa”… Vou tentar uma última… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Sim. Propulsão alemã. Aumentamos os custos de manutenção porque existe variação no movimento, na força, no tamanho. MAN. Não é russo. Manter máquinas alemãs das Amazonas ou das Tamandarés…serão custos maiores por conta das máquinas alemãs maiores. Somente. Ponto. Sim. Vamos ver quanto tempo esse Pielstick do Atlântico sobrevive. Aposto em 35 anos. 30? Fossem máquinas MTU…penso que não seriam problema. Vamos ver se nos anos 2020 o PN posta matéria sobre os graves problemas de propulsão do Atlântico…havia outra opção para a MB? Essa estratégia do GF que colei aborda quanto e quando. Porque nas últimas décadas ficamos atolados… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

A marinha vai optar pela alternativa que precisar de mais tripulantes.

João Bosco
Visitante
João Bosco

Compra interessante de oportunidade… junto com os dois minisubmarios, já se resolve um problema……

Luiz Floriano Alves
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A Petrobras já patrocinou a construção de mini submarinos pára uso nas prospecções de óleo em alto mar. Não poderíamos convocar estes projetistas para construirmos uma séria de submersíveis de resgate? Quem constrói Scorpene e Tikunas pode fazer os minis.

Esteves
Visitante
Esteves

Debate que não sai da discussão. Falta de moderador. Não que exista a necessidade de apontar razão a quem quer ter.

Talvez…se o site moderasse apontando resultados…mas é exatamente aonde nós pecamos. Falta de.

Esteves
Visitante
Esteves

Ops. General Silva e Luna.