Home Asas Rotativas NI-EsqdHU-41 recebe segundo UH-15

NI-EsqdHU-41 recebe segundo UH-15

4991
52

No dia 17 de julho, o Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN) recebeu a segunda aeronave que vai compor o futuro 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (1ºEsqdHU-41), a ser ativado pela Marinha, em Belém-PA, no dia 20 de novembro. A cerimônia foi realizada na Base Aérea de Belém (Ala 9) e contou com a presença de autoridades civis e militares.

A aeronave modelo UH-15 é um helicóptero de transporte tático de longo alcance, desenvolvido a partir dos modelos da família Super-Puma, podendo transportar até 31 passageiros, incluindo a tripulação. Ele possui 19,5 metros de comprimento, 4,97 metros de altura e 6.695 quilos.

O Núcleo de Implantação do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (NI-EsqdHU-41) já está operando na área do 4º Distrito Naval (Amapá, Maranhão, Pará e Piauí), realizando ações de salvamentos, resgates, inspeções navais, em apoio a Capitanias dos Portos e aos navios do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, em adestramentos do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas, entre outros. Em breve, o NI-EsqdHU-41 vai receber um terceiro helicóptero UH-15, quando passará a operar com sua plena capacidade.

FONTE: Marinha do Brasil

52
Deixe um comentário

avatar
18 Comment threads
34 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
33 Comment authors
KommanderCamargoerCarlos Alberto SoaresLucianoSR71Guilherme Gabriel Lins Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Igor Pereira
Visitante
Igor Pereira

Quantos helicópteros foram entregues para as 3 forças ?, ainda é o mesmo cronograma de 50 aeronaves ?

Colombelli
Visitante
Colombelli

É o mesmo. Deve estsr entre 34 ou 35.

igor pereira
Visitante
igor pereira

Obrigado

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

A Helibras já solucionou o problema na MGB desses helicópteros? Eles estão operando sem restrições?

Colombelli
Visitante
Colombelli

Não que se saiba e estou montando uma representação pro TCU e MPF disso.
Pelo contrario. Os europeus estão cobrando horrores de reequilibrio contratual. Vai dar uns 80 milhões de euros a mais.

Vitor
Visitante
Vitor

Esse Problema foi resolvido entre os Franceses e sua força Aérea ?

Vitor
Visitante
Vitor

Se foi, de que forma foi feito ?

Luiz Floriano Alves
Visitante

Esses helis não deveriam sere aceitos com restrições. O dinheiro pago não tem restrição. Se fosse o contrário, uma empresa nossa entregando produto com defeito, duvido que aceitem. No caso de aeronave tem que ser groundeado. Não podemos arriscar a vida dos nossos militares.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Luiz, sempre conversei com os pilotos das três FFAA na LAAD e em eventos aéreos sobre o problema das MGBs que teriam que ser inspecionadas a cada 10 horas de voo (foi o que cometaram aqui) e eles, polidamente, disseram ser uma ótima aeronave, muito superior em performance ao antigo Super Puma. Claro que tem sim um cuidado maior, acarretando uma disponibilidade mais baixa, mas, todos disseram que não há restrições de voo, desde que as inspeções sejam feitas. Haja vista que temos vários videos da MB com estes helis operando sobre o mar, nas comissões e treinamentos. Isso não… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

este fato de revisões mais frequentes representa um custo/defeito que deveria ser abatido no contrato. E isso merece uma investigação acerca das providências tomadas pelo governo junto ao fabricante para fazer valer este direito. Como vai ficar se precisar operar em selva mais horas que as 10 sem poder fazer a revisão?

Juarez
Visitante
Juarez

Este assunto é “pano preto’, pois ele voa, não opera, com restrição de VR, depayload, de “G” e eu não estou inventando nada está nas Técnical orders emitidas de Airbus.

Juarez
Visitante
Juarez

Da seguinte forma:

Fizeram um contrato de CLS aonde foram incluídos todos os custos adicionais pelas inspeções que a Faz de conta copter aplicou no Power train, ou seja você, como contribuinte vai pagar pelos erros que aquela transmissão tem, gostou,????

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Boa, se precisar alguma ajuda me avise, abraço!

Willber Rodrigues
Visitante
Willber Rodrigues

Já tive a oportunidade de ver um heli desses de perto. Parece um ônibus de tão grande, fico imaginando como deve ser a sensação de pilotar uma máquina dessas.

ELTON R
Visitante
ELTON R

se for em situação de combate sem tempo para verificar a MGB eu não iria querer ser tripulante de um caixão de aluminio desses

Fabio
Visitante
Fabio

Não fale besteira..

Marcelo Bardo
Visitante
Marcelo Bardo

É uma Kombi.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Não vejo problema nenhum em ser uma kombi que diga-se de passagem e um exelente e robusto veiculo.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Aprendi a dirigir em uma kombi. Ela é excelente para namorar. Melhor que fusca.

Fabricio Santos
Visitante
Fabricio Santos

Uma duvida , esses helicópteros foram realocados ou produzidos ? se forem produzidos quantas unidades ainda faltam ? sou meio novo no assunto

Kommander
Visitante
Kommander

Esses helis são novos, fazem parte do pacote que o governo assinou uns anos atrás de 50 helis novos para as forças armadas.

Flanker
Visitante
Flanker

EsqdHU-41……para que um nome tão grande? O nome é maior do que a dotação cmpleta, que será de 03 aeronaves.
Louve-se a criação dessa unidade em Belém. Serão muito úteis. Só questiono a mudança de nomenclatura das unidades aéreas da MB….nome grande e complicado. E tb a pequena quantidade de células, de todos os modelos, nos esquadrões distritais.

india-mike
Visitante
india-mike

É a nova nomenclatura para os esquadrões distritais. Realmente não é muito elegante, mas depois que se entende a sua lógica ela faz algum sentido. O primeiro dígito é referente ao número do distrito naval e o segundo (que invariavelmente é 1, pois nenhum DN tem mais de um esquadrão) serve pra diferenciar dos esquadrões que servem a esquadra que continuam com apenas um dígito. Assim, continuaremos com o HS-1, HU-1, HU-2, HA-1 e HI-1 como estão, mas por exemplo o antigo HU-3 que serve ao 9ºDN em Manaus agora se chamará HU-91, o antigo HU-4 no 6ºDN agora é… Read more »

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Visitante
Cristiano Salles (Taubaté-SP)

Verdade, simplificar as nomenclaturas…, concordo

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Visitante
Cristiano Salles (Taubaté-SP)

Aqui em Taubaté é o dia inteiro essas aeronaves voando pelo céu…, antes era bastante Phanter…, hoje são esses, a maior quantidade voando por aqui…

Vi o helicóptero Turco de ataque também, quando veio por esses dias, voando…

Más o Black Hawk e o helicóptero russo da FAB, ainda não vi por aqui, da marinha às vezes, (muito difícil), eu vejo…, acho que deve vir pegar peças aqui no CAVEX…

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Tenho acompanhado aqui no blog a discussão sobre a MGB deste helicóptero mas, estranho é que ele está vendendo! Kuwait comprou 24 unidades e outros países tb. A França o utiliza em resgate de combate. Eu, particularmente, gosto muito do Super Puma e suas variantes, inclusive voei em um CH-34 (Super Puma da FAB) quando servia à Aeronáutica lá pelos idos de 1987. Este já parecia um ônibus, imagine o H225M? Sempre vejo os modelos na LAAD, são enormes! Parece que o NH90 teve e tem mais problemas, inclusive corrosão precoce, vide reportagem na última Revista Força Aérea, sobre os… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

Uma aeronave tem seu ciclo de manutenção definido pelo sistema de menos TBO. No caso desta peça o menor tempo de revisão significa maior custo de manutenção e menor disponibilidade. Todos possuem o mesmo defeito. Ou será limitado a um lote de componentes? Nas especificações da proposta constava essa vida limite? Claro exemplo de peça mail dimensionada. Acho…

Douglas Falcão
Visitante
Douglas Falcão

Há um problema de MGB, e é serio, revisão a cada 10/12 horas de voo? Parece protótipo e não aeronave de linha. E não temos informações mais profundas. Contudo, lembro-me bem, a Helibras foi transformada em filial subsidiaria da Eurocopter com a promessa de transforma-la em polo exportador de helicópteros para forças armadas (do 3º mundo? / pois para Europa, fora de questão) e o que vemos é uma empresa fadada ao encolhimento, talvez extinção, após a entrega das 50 unidades, todas problemáticas. As FA francesas, tem poucas unidades em esquadrões de frente, todas em funções bastante específicas. Nenhuma FA… Read more »

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Esse custo unitário incluiu ToT. Agora eu pergunto: Pagar por transferência de tecnologia de matriz para a filial faz sentido? Já debatemos esse assunto (custo unitário x benefício) em outros posts relacionados…

Felipe Alberto
Visitante
Felipe Alberto

Foi um problema de qualidade na fabricação de rolamento por parte de um dos fornecedores. As restrições foram aplicadas às aeronaves que usavam as peças dessa fornecedora.

Felipe Alberto
Visitante
Felipe Alberto

Adriano Luchiari
Visitante
Adriano Luchiari

Esses rolamentos já foram substituídos? Se sim, foi por conta de alguma garantia de fábrica ou tivemos que pagar adicional pelas substituições? Enfim, se era esse o defeito, os helis estão liberados para operar sem as restrições de inspeção da MGB a cada 10 horas de voo?

Douglas Falcão
Visitante
Douglas Falcão

Pois é; se resolveram….. qual o novo “timesheet” nas revisões? se não teve alteração substancial, é porque o projeto é realmente problemático… e por favor, os demais não venham com “fake News” porque esse helo é um fracasso comercial…

Flanker
Visitante
Flanker

Os problemas iniciais foram resolvidos com uma modificação implementada pelo Airbus, mas essa modificação não é a definitiva e ainda não se tem a solução final para esse problema. A Airbus/Helibras quer, e está, cobrando mais para solucionar o problema. E esse é um dos agracqntes5so processo, pois quando vc compra qualquer coisa, quer que ela funcione e entregue o que prometeu quando vc comprou….se não for assim, você não vai pagar a mais para solucionar um problema que sequer deveria existir. Você compraria um carro zero km que a concessionária lhe entregasse com a recomendação de não ultrapassar determinada… Read more »

Flanker
Visitante
Flanker

agravantes do processo*

Matheus
Visitante
Matheus

Ja foi perguntado aos pilotos da três forças sobre o MGB e foi dito que as aeronaves não apresentam tantos problemas quanto os “ispicialistas” aqui dizem. Além de estar vendendo bastante.

Agora que está certo, os militares e seus especialistas que verificam as aeronaves em pessoa ou os “ispicialistas” de teclado aqui da trilogia?

Control
Visitante
Control

Jovem Matheus
Pode informar quantos foram vendidos após os acidentes que mostraram o problema das MGB’s e quem comprou?
Sds

Flanker
Visitante
Flanker

Heheheh…..então tá! Tu já viu militar falando mal do equipamento que opera? Tu já viu militar falando, para o público externo, de alguma limitação de seu equipamento, ainda mais de uma limitação grave como essa? A própria fabricante da aeronave admite o problema e até hoje, uns 10 anos após a entrega dos primeiros exemplare para o Basil, esse problema não foi solucionado definitivamente. Vendendo bastante? Quantifique esse bastante. E, bastante em relação à qual outro modelo? Quando esse negócio foi assinado, a promessa era que venderiam muitos exemplares fabricados pela Helibrás. Hoje, uma década depois, quantos foram vendidos pela… Read more »

Juarez
Visitante
Juarez

E que os “inxpicialistas” aqui são em boa ex militares ex operadores, ex técnicos em manutencao e hoje na reserva, estaoivres da mordaça da farda, podendo falar abertamente sem sofrer punição e são tem contribuintes etário público.
Pessoas como tu, que não passam de papagaios de pirata e que acreditam que o EC 725 Britânico e ou outro norueguês foram ati fofos por um ‘fasers da Enterprise’ e caíram são minoria, a maioria aqui já entendeu que quem assinou isto deveria estar preso.

Esteves
Visitante
Esteves

“…desde que sejam feitas inspeções a cada 10 horas”.

Muito bacana pra treinar os mecânicos.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Maior besteira foi ter comprado esse helicóptero.
Era pra termos comprado mais blackhawks e quica alguns AW-101 para missões específicas como inserção de FEs e Csar, porque o mesmo é caro para ssr um helicóptero de transporte geral.

Diego
Visitante
Diego

O melhor é que enquanto não faz uso de guerra, fazem uso civil com essa aeronave. É um apoio e tanto na região, para resgates, fugas de presos, vigilância.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Diego. Talvez a MB possa fazer como a FAB e dar usar os helicópteros para translado para festas Que tal?

Jacinto
Visitante
Jacinto

Off topic, mas notícia é relevante.
A Ucrânia apreendeu hoje um navio russo no Mar Negro.

nonato
Visitante
nonato

Ótimo.
Pressão nos russos.
Coreia do sul, Ucrânia…

paulop
Visitante
paulop

Não sei se entendi direito mas o esquadrão vai ter só três aeronaves? Não seria melhor chamar de Destacamento? Todos os esquadrões distritais tem essa configuração?
Ou ele vai ser ampliado?
Abraço

Flanker
Visitante
Flanker

paulop, é essa quantidade, mesmo. No esquadrão de Rio Grande e no de Ladário, a dotação é de 3 UH-12 em cada um e no de Manaus é 3 ou 4. Agora, esse de Belém terá 3 UH-15.

Tomcat4.0
Visitante

Bicho bruto, eficiente (guardadas as questões da mgb e tal) se vê operando Brasil afora. Pra mim a questão foi o valor do contrato e seus termos de pai para filho. O problema da mgb rende dindin nas manutenções e quem lucra com isso…..
Não vi ninguém ir atrás pra resolver,logo há gente feliz com este “problema”.🤔😉

Guilherme Gabriel Lins
Visitante

uma curiosidade: o Brasil ainda opera o SH3 sea king?

LucianoSR71
Visitante
LucianoSR71

Não, já foram desativados há alguns anos, substituídos pelos Seahawks.

Carlos Alberto Soares
Visitante

Pessoal, olha a solução ai…..
Colombelli ……………….

Rimos ou choramos ?

Carlos Alberto Soares
Visitante

“O eixo de engrenagem cônica vertical redesenhado para o EC225 da Airbus Helicopters foi certificado, permitindo a sua produção e instalação em todos os helicópteros deste tipo em operação globalmente, bem como aqueles que estão sendo produzidos.

A certificação foi concedida pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) e deve ser seguida pela validação de outras autoridades internacionais de aeronavegabilidade.

Para obter informações adicionais, visite o Centro de conhecimento do EC225: http://www.ec225news.com