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Marinha do Brasil avalia projeto de porta-aviões indiano

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Futuro INS Vikrant, primeiro Indigenous Aircraft Carrier (IAC-1), está sendo finalizado

No mês passado, a Marinha do Brasil enviou um militar da reserva para avaliar o projeto de um porta-aviões indiano.

Segundo oficiais, não há nenhum estudo sobre eventual aquisição, sendo apenas um intercâmbio técnico para manter a “cultura” aeronaval.

O primeiro porta-aviões de construção autóctone (Indigenous Aircraft Carrier – IAC) da Índia, o futuro INS Vikrant, deve iniciar os testes de mar em 2020. Atualmente, a Marinha Indiana opera um único porta-aviões, o INS Vikramaditya, ex-Almirante Gorshkov da Marinha Soviética.

Os primeiros testes de decolagem de aviões de caça do convés de voo do INS Vikrant serão realizados tão logo o navio esteja pronto.

O IAC de 40.000 toneladas tem 262 metros de comprimento, com uma largura máxima de 62 metros. Ele foi projetado para transportar de 30 a 40 aeronaves, incluindo caças MiG-29K, LCA Tejas naval e helicópteros anti-submarino e de reconhecimento.

O IAC suportará as operações STOBAR (Short Take Off But Arrested Recovery – decolagem curta com pouso enganchado) com uma rampa “ski-jump” para decolagem como o INS Vikramaditya, em vez de uma catapulta a vapor.

O porta-aviões foi projetado com um alto grau de automação na operação de suas máquinas, navegação e equipamentos de sobrevivência. Ele levará uma tripulação de 160 oficiais e 1.400 subalternos.

O navio é equipado com um sistema de gerenciamento de combate desenvolvido de forma autóctone pela Tata Power em colaboração com o WESEE (Weapon and Electronics System Engineering Establishment) e a MARS da Rússia.

A propulsão é composta por 4 turbinas a gás GE LM2500, na configuração COGAG, que permitirão uma velocidade máxima de 28 nós e autonomia de 8.000 milhas náuticas.

O porta-aviões terá uma suíte eletrônica avançada com radares 3D multifuncionais e forte armamento antiaéreo, composto por 4 canhões Otobreda 76 mm, 2 lançadores verticais de 32 células para mísseis Barak 1 e Barak 8, além do CIWS AK-630.

Concepção em 3D do Indigenous Aircraft Carrier (IAC-1) Vikrant
Acima, um caça Tejas naval decolando de uma rampa “ski-jump” em terra; abaixo, fazendo um pouso enganchado, preparando-se para as futuras operações a bordo do INS Vikrant

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Vovozao
Vovozao
11 meses atrás

17/10/2019, quinta-feira, btarde, como estudo de casco, motores, acho interessante, entretanto, automação, sistemas de controle, combate, deveriam ser de outros paises; Inglaterra, Israel, Japão, Coreano, etc, não acho que deveríamos ficar presos aos sistemas Russos.

Robsonmkt
Robsonmkt
Reply to  Vovozao
11 meses atrás

Os motores são GE, os canhões italianos, os mísseis israelenses e os sistemas indianos. De russo, só os amigos, mas avião cada país clica o que quiser.

Carlos
Carlos
Reply to  Vovozao
11 meses atrás

Não Tem Dinheiro para uma Defesa Aérea decente para o ATLÂNTICO e Bahia ,

Vitor
Vitor
Reply to  Carlos
11 meses atrás

Não tem navios de escolta…

Luan
Luan
Reply to  Vovozao
11 meses atrás

Concordo com você.

Otto Lima
11 meses atrás

Uma versão CATOBAR do INS Vikrant seria interessante para a MB, em minha franca e leiga opinião.

R22
R22
Reply to  Otto Lima
11 meses atrás

NAes CATOBAR são mais caros de adquirir e manter, vide exemplo do Queen Elizabeth. “SE” fôssemos adquirir um NAe, a versão STOBAR já estaria de bom tamanho para operar futuros Gripens Navais.

Otto Lima
Reply to  R22
11 meses atrás

R22, você se esqueceu de que o sistema CATOBAR já faz parte da doutrina da MB.

Fila
Fila
Reply to  Otto Lima
11 meses atrás

Ou ele não esqueceu

teropode
Reply to  Otto Lima
11 meses atrás

Uma doutrina engavetada, fazia parte da doutrina da Royalnavy e eles deixaram isto no passado.

R22
R22
Reply to  Otto Lima
11 meses atrás

Uma doutrina feita em compras de oportunidade. No caso do São Paulo pior. Não deu nem pra manter essa “doutrina” já que passou mais tempo em reparos do que no mar.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Otto Lima
11 meses atrás

Tivemos PAs a quase 6o anos , e por diversas causas e a própria estupidez ,principalmente da FAB , não desenvolvemos uma Doutrina Aeronaval , hj mesmo em caso de necessidade , a FAB , teria que ser preparada as pressas para fazer uma Guerra Aeronaval , como seus aviões fazerem lançamentos de Mísseis ,como Exocet etc .

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  R22
11 meses atrás

Compensa a degradação do desempenho das aeronaves em porta-aviões STOBAR ? Sempre leio alguém menospresando o desempenho dos caças navais chineses e russos justamente por conta desse sistema. Sempre devendo levar menos combustível e armamento. Embora também não seja citado, os Harriers de uso naval e os F-35B tenham suas capacidades significamente reduzidas em relação suas variantes operadas em decolagem “convencional” (Harriers da RAF, F-35A) ou catapultadas (F-35C). Além da impossibilidade, pelo menos até agora, de aeronaves de AEW, ASW e COD como os C-1/KC-1, S-3, E-2 (Lembrando que os helicópteros para essas funções apresentam um desempenho bem inferior aos… Read more »

R22
R22
Reply to  Ricardo da Silva
11 meses atrás

Depende do cenário. No caso do Brasil Que não pretende agir em outros continentes ou mares não vejo a necessidade de um CATOBAR. Um STOBAR com uma ala aérea entre 10-12 Gripens mais suas escoltas (Algo como a F-100 da Navantia) já seria suficiente para dar proteção a toda Amazônia Azul, agindo mais longe da costa, onde fica mais difícil de lançar os caças em missões a partir de bases em terra.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Ricardo da Silva
11 meses atrás

E quando um caça decola full?? Abarrotado no limite de combustível e armas???? São situações com a menor estatística de ocorrências em meio às centenas de missões….então, apesar de real, ninguém fala.

Sim o Ctol explora 100% da capacidade do avião, consegue lançar número de ataques mais rápidos….

Mas o Stobar consegue lançar ataques com carga efetiva apesar de menor….e quando em Caps e defesa aérea, que é a prioridade deste tipo de navio, a configuração é full

Então, nem ao céu bem a terra

Cosme Eustáquio
Cosme Eustáquio
Reply to  R22
1 mês atrás

Gripens Navais?? Ainda tem maluco inebriado por essa utopia??

Ozawa
Ozawa
11 meses atrás

“(…) Segundo oficiais, não há nenhum estudo sobre eventual aquisição, sendo apenas um intercâmbio técnico para manter a “cultura” aeronaval …”

Ou, nas atuais condições do país e da Marinha, será para manter a cultura da masturbação naval, data maxima venia!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Sad, but true…

Space jockey
Space jockey
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Esse nosso almirantado tá complicado…

Caio
Caio
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Agora você foi maestral kkkkkkkkk.

Cássio Silva
Cássio Silva
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Navy handjobs!

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Cássio Silva
11 meses atrás

kkkkkkkkkkkkkkkkk

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Agora Ozawa vc foi impecável!

Ozawa
Ozawa
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Qualquer tese de uso de um NAe brasileiro só se justifica num cenário (im)possível de conflito, no mínimo, de “média intensidade”, o que pressupõe: 1) a ameaça de um componente naval limitado a pouquíssimos atores no ambiente mundial, 2) a superação de longos canais diplomáticos, até mesmo multilaterais, e finalmente, 3) a autorização tácita ou expressa do Conselho de Segurança da ONU, se não forem um de seus membros o próprio oponente … Alguém realmente imagina uma combinação de hipóteses de tal ordem? Sem prejuízo da construção de uma Marinha moderna, mas adequada à estatura geopolítica e necessidades sociais do… Read more »

Herculos
Herculos
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

A aquisição de um porta aviões e de suma importância para qualquer país que se diz grande e desenvolvido, é uma arma de guerra sem precedentes, devemos nos armar em tempo de paz para que se evite a guerra. Realmente há necessidade de se investir visando o IDH, mas não se pode abrir mão de garantir a defesa do país. Pra se ter uma idéia im porta aviões pode estar navegando na região do espirito santo e estar lançando aviões pra atacar próximo a recife.

Maynard Conde
Reply to  Herculos
11 meses atrás

Submarinos nucleares stealth em quantidade com Misseis de cruzeiro com precisão e com poder dissuasivo respeitado.
Porta-aviões é alvo: até excelentes submarinos convencionais suecos já mostraram isso à Marinha dos EUA.

elcimar marujo
elcimar marujo
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

não se deve misturar as coisas,o país realmente precisa mudar em muitas áreas,social,econômica,politica,cultural,ambiental,humana principalmente.
mas cada área deveria ter sua parte orçamentaria separada,e bem administrada,( o que não acontece a muito tempo) o país ainda não aprendeu a distribuir melhor sua renda.
quanto a ONU,acho que a muito tempo deixou de ser a razão pela qual foi criada,não a vejo atuar contra as grandes potencias,pois a maioria delas é o seu concelho,virou balcão de trocas e favores de quem grita mais alto e tem mais dinheiro.

Dudu
Dudu
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Ozawa:
Concordo plenamente.

J R
J R
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Discordo em parte, sim a parte diplomática é indispensável, mas, porque será que as pressões que o Brasil sofreu meses atrás ref a amazônia, não se repetem na Índia, onde o meio ambiente é muito mais pressionado e mal cuidado, ou na China que sozinha polui mais que a som do mundo? Porque lá eles possuem força suficiente para emparedar qualquer país que queira disputar com eles. Um Br forte, tanto militarmente, quando politicamente poria fim a qualquer dessas aventuras amalucadas como a do Macron.

Rudi -* PY3TO
Rudi -* PY3TO
Reply to  Ozawa
11 meses atrás

Viagem de turismo

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
11 meses atrás

Mas que obsessão!!!

Andrew
Andrew
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

A mesma que faz você querer ter caças de quinta geração, submarino nuclear, tanques modernos, sistemas anti aéreos eficazes, pistolas que não engasguem….

Davi silva
Davi silva
11 meses atrás

Me lembra eu quando fazia vários test drives na concessionária sem sequer ter uma casa própria.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Davi silva
11 meses atrás

Eu fazia só a simulação, depois comecei a ficar manjado…

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

O Brasil só deve ter um porta avião, quando tiver ao menos 6 ou 8 submarinos, e 12 a 15 navios de combate entre fragatas e covertas! Fora isso, é jogar dinheiro no lixo!

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Douglas,
O texto é bem claro que não está nas prioridades.
Não considero também dinheiro jogado no lixo ter oficiais fazendo intercâmbio pra se manterem atualizados quanto aos novos navios de outras marinhas. Esse conhecimento é fundamental para se fazer planejamentos pra os mais diversos programas de aquisição.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Se eles tão indo pra lá é pq eles continuam sonhando com PA.

Pablo
Pablo
Reply to  Space jockey
11 meses atrás

A MB já deixou claro em outras oportunidades que um NAe é a terceira prioridade. Primeira o Prosub e a segunda o Prosuper.

Cavalli
Cavalli
Reply to  Pablo
11 meses atrás

Pablo eu acredito que esta “3ª” prioridade, comece a se tornar a “1ª”, pois: 1 – Os submarinos de propulsão diesel-elétrico já estão em fase final de produção, bem verdade que a ICN já está com o seu estaleiro de caldeiraria pesada “ociosa”; 2 – O submarino nuclear já está em fase que início de fabricação de componentes (se já não estiverem a maioria pronta) para testes no LabGene e consecutivamente transferi-los para o casco, que pelo aprendizado com os 04 sub anteriores, deva dar uma acelerada em sua construção e 3 – Os navios Classe Tamandaré, apesar de estarem… Read more »

Pablo
Pablo
Reply to  Cavalli
11 meses atrás

MB já afirmou que um NAe é para depois da década de 30.

Cavalli
Cavalli
Reply to  Pablo
11 meses atrás

Pablo a verdade é que havendo $$$$, inicia-se qualquer projeto em qualquer tempo. E se o PR Bolsonaro levar o seu governo como está fazendo, enxugando o governo (vendendo o necessário) e apurando os desvios, vai começar a aparecer $$$$. Bem como a estatização de órgãos que não fazem o menor sentido de existir (cabides de empregos), inclusive na Marinha, mas aí o buraco é mais em baixo. Além de que deveria existir uma pressão sobre o congresso nacional para aprovar uma lei específica (de ESTADO e não de GOVERNO) que garantisse verba (2% DO PIB) para a defesa, sem… Read more »

Pablo
Pablo
Reply to  Cavalli
11 meses atrás

concordo contigo, mas quando tu viu a mb com dinheiro suficiente para todos os projetos? sinceramente eu creio que um NAe seja mesmo para depois da década de 30.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Cavalli
11 meses atrás

Com a finalização do Angostura , a linha convencional deveria prosseguir , mas sem prejuízo do Nuclear , lançado o nuclear , entrar logo com a Casco do segundo . Adiante com o Brasil voltando ter capacidade de investimentos no que nos interessa e, não em nossas Castas Corporativistas , seria possível até dois submarinos/ano !

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Space jockey
11 meses atrás

Space jockey e Adriano Lucchiari, É preciso analisar esse problema na chamada “longa duração” da história para ver que não é obsessão ou sonho ou apenas orgulho (não que esses elementos estejam totalmente descartados), é fruto principalmente de planejamentos e análises da Marinha, de longa data. A Marinha “sonha” com navios-aeródromos desde os anos 1920, ainda que sem muito planejamento na época. Porém, passou a considerá-los essenciais e buscou tornar o sonho realidade a partir da Segunda Guerra Mundial. Ficou claro na época que uma força-tarefa sem cobertura aérea era presa fácil para outra que tinha esse recurso. Daí vieram… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Prezado
Se me permite.
Não entendo tão somente como estudo para aquisição, mas o emprego.
Entender o desenvolvimento da doutrina naval quanto o emprego e capacidades dos NAe.
Não termos, não significa q não podem utilizar contra nós.
Intercâmbio é bom pra muita coisa.
Sds

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Agnelo
11 meses atrás

Sem dúvida, Agnelo.

Andrew
Andrew
Reply to  Agnelo
11 meses atrás

Perfeito! Parabéns Agnelo por colocar a questão invertida ( o primeiro a fazê-lo, se não me engano!). É uma falha grave não conhecer aprofundadamente a Teoria e o funcionamento das Marinhas que dispõem da arma porta-aviões. Afinal, estamos todos no mesmo planetinha! Ademais, considero valiosa qualquer oportunidade de intercâmbio com as bastante conceituadas FA da India. Marines Norte-americanos fazem capacitação entre os fuzileiros navais e outras forças especiais da India.

JT8D
JT8D
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Eu também sonhava com um Monza nos anos 1990, mas o mundo andou pra frente

Bezerra (FN)
Bezerra (FN)
Reply to  JT8D
11 meses atrás

Porém, você continuou e continua necessitando de meios de locomoção. Não desvirtue.

Aldo Ghisolfi
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Comprar o NAe é que é jogar dinheiro fora…

marcus
marcus
Reply to  Aldo Ghisolfi
11 meses atrás

A marinha tem 7 bases navais. Basta construir pistas de pouso nas que não tem, e colocar 5 Gripens em cada. A aeronáutica passa de uma os P3 para Marinha.Resumindo, vigilância marítima e salvamento para marinha.
Porta-aviões para que mesmo?
Vamos projetar poder onde mesmo?

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  marcus
11 meses atrás

Boa Noite Marcus,Olha só o tamanho da nossa Amazônia Azul e agora me diga se não seria um bom negócio o Brasil adquirir um porta aviões para ajudar a patrulhar a nossa Amazônia Azul,olha só o que está acontecendo com as nossas praias,os nossos litorais sendo bombardeados por óleo que até agora não se sabe de onde está vindo todo este óleo e está acabando com as nossas praias e os nossos litorais e vida marinha nestes regiões em que este óleo está chegando,com os A4 skarawhks ficariam mais fácil de se patrulhar os nossos mares,através de um porta-avioes

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  Ronaldo
11 meses atrás

Digo :A4 skaihawks

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Ronaldo
11 meses atrás

A-4 não patrulha nada. Quem patruhla é P-3 e P-95. Ambos da FAB.

Renato
Renato
Reply to  Ronaldo
11 meses atrás

Ronaldo,
Muito mais importante do que um porta aviões para o Brasil, seria nosso país construir uma segunda base naval decente no norte/nordeste com submarinos nucleares e fragatas.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Ronaldo
11 meses atrás

PA para Patrulhar ?

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  marcus
11 meses atrás

Marcus, Não precisa colocar pista em base naval. Basta compartilhar as pistas e infraestrutura das bases aéreas da FAB, seja em alas já estabelecidas na reestruturação da Aeronáutica, seja e bases de desdobramento. Em Belém isso já acontece, por exemplo. A questão é que, dentro do que a Marinha sempre disse considerar como função principal de um navio-aeródromo, que é fornecer cobertura aérea para uma força-tarefa (para ela, a capacidade desse tipo de navio projetar de poder vem depois disso, não antes), aeronaves baseadas em terra não têm capacidade de fazer a partir de certa distância da costa. E, mesmo… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Desafio manter 2 caças em patrulha a 1.000 km da costa?
E o desafio de comprar e manter um NAE 365 dias por ano?
Até porque um NAE daria cobertura a quem? A cada escolta?
Em tempos de paz, não há necessidade de cobertura aérea.
Em tempos de guerra, seria mais fácil manter alguns caças da FAB dando apoio do que ter um NAE 365 dias por ano.
Acho que naes são apropriados para projetar poder em outros países, distantes da origem.
Não na defesa do próprio território.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
11 meses atrás

Nonato, experimente fazer as contas, em meios necessários para esse revezamento, as necessidades logísticas, de manutenção, a disponibilidade e a quantidade de surtidas diárias necessárias para manter sempre dois pares de caças em patrulha aérea de combate, sobre uma força-tarefa no mar, a 1000 km da costa, durante uma ou duas semanas. Experimente ler sobre a Operação Cerberus, na Segunda Guerra Mundial, em especial o relato do então comandante da Aviação de Caça alemã, Adolf Galland, sobre todo o desafio logístico que foi conseguir manter cobertura aérea constante, no início de 1942 (quando a Força Aérea Alemã ainda era forte… Read more »

Thiago Aiani
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
11 meses atrás

Nunao, uma curiosidade em relação a esses 1000 km da costa. Considerando que a nossa plataforma continental tem como limite 350 milhas e ao longo desta possuímos várias ilhas oceânicas . Essa ilhas não poderiam ser utilizadas para fornecer essa cobertura. Não seria uma alternativa atraente utilizar aeronaves de longo alcance como os P-8 , caças e bombardeiros otimizados para a essas missões?
Algumas ilhas são pequenas sim , mas acredito que podem ser convertidas artificialmente para esse emprego.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  marcus
11 meses atrás

Onde não há pistas de pouso?

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  marcus
11 meses atrás

A AERONAVAL deveria assumir sua Responsabilidade total com a Patrulha , Guerra Antisubmarina , Contrôle de Ataque Aeronaval em todo Atlântico Sul , lutou anos por isso e agora com a oportunidade, deixa correr, dependendo da FAB , continuaremos como sempre. Outra coisa , a MB esta pensando em muitos navios de Patrulha e , deixando de lado Aviões , Dirigíveis e Vants no Patrulhamento do Atlântico Sul , vamos assumir as responsabilidades para valer e não pensar em muitos navios para encherem de oficiais e custos caros , com a Vigilância Aérea ficaria mais barato ,mais ágil , alcançando… Read more »

Marcelo
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Concordo investir em bons submarino de ataques e movido a energia nuclear

Ozawa
Ozawa
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Certeza do que se espera e firme convicção do que não se vê, nao é “planejamento”, é definição de fé, mas no caso da MB, só não se sabe fé em quê.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Vamos lá 6/8 submarinos , teríamos mesmo a metade , a ameaça futura seria ao norte , Foz do Amazonas com uma coligação de países europeus ocidentais de merda , os navios de superfície Fragatas etc ,seriam alvos para os submarinos deles , e aí , o que os 4 submarinos nossos viajando entre suas bases e e a área de conflito poderiam fazer ?

João Adaime
João Adaime
11 meses atrás

Este militar da reserva foi sozinho ou acompanhado por algum colega argentino?

Raduga
Raduga
Reply to  João Adaime
11 meses atrás

Ou pode ter levado à digníssima esposa em um tour.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Raduga
11 meses atrás

Se pagar do bolso pode levar a esposa aonde quiser. Já fiz isso quando fui à Madrid a serviço. Paguei do bolso, e ninguém tem nada com isso.

nonato
nonato
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Muito bem.
Existem problemas na administração pública.
Mas também há muitas críticas clichês.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  João Adaime
11 meses atrás

Sonho que se sonha junto é real.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  João Adaime
11 meses atrás

Os argentinos tem Expertise maior que os brasileiros em Guerra Aeronaval ,ok !

Celsoskl
Celsoskl
Reply to  João Adaime
11 meses atrás

Foi acompanhado do papai Noel, coelhinho da páscoa, e um petista honesto….

Fernando
Fernando
11 meses atrás

♬Sonhar mais um sonho impossível…

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
11 meses atrás

Boa tarde a todos.
Lá vamos nós de novo….
Mal temos dinheiro pro almoço e ficamos falando em jantar de luxo.
Tínhamos de continuar investindo firme no Prosub. Este sim é um programa q irá garantir uma capacidade dissuassória. Porta Aviões só vai servir para matar os outros projetos da marinha.

Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Medeiros
11 meses atrás

Sem nenhuma cobertura aérea, submarinos podem ser caçados livremente por aeronaves…

nonato
nonato
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Cobertura aérea de quem? Onde?
Cada submarino americano é protegido por um porta aviões?
Não seria o contrário?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Assim como PAs com cobertura aérea porca.

Bardini
Bardini
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Bom… não entendi sua ideia, então não tenho como atacar ela.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Correto

Espantoso a quantidade de negativação em sua afirmação

O cidadão desconhece por completo como cada peça funciona

Sem contestação do espaço aéreo o invasor ganha total liberdade de atuação com seus veículos de patrulha década fixa ou rotativa na procura por nossos ssks dificultando a vida destes

Jarbas F Alves
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Já te falaram que não é bem assim? Os novos submarinos além de torpedos terão Exocet, vc acha que helicópteros vão caçar submarinos sem navio pra retornar?

Bardini
Bardini
Reply to  Jarbas F Alves
11 meses atrás

Você acha que o Submarino vai ter liberdade de atuação pra lançar um míssil de curto alcance como o Exocet, se ele estiver sendo caçado por helicópteros?
.
Helicóptero é o pior inimigo de um SSK…
.
Depois que ataca, um SSK fica totalmente exposto. Totalmente. É preciso entender que ninguém no mundo vai caçar um submarino com apenas 1 navio.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Pois mestre Bardini….na vida real não é como video game….o pessoal esquece que de, se as fragatas não estiverem pois que o missil ou torpedo são lançados, nuclear ou não, o submarino passa a ser percebido e não está mais escondido, invisível, ele receberá uma saraivada de navios, aviões e helis sobre a cabeça….terá de correr e se esconder enquanto os torpedos antisubmarinos lançados e mais cargas de profundidade explodem tudo nas cercanias… Não é simples… E se os helis do adversario estiverem livres, se as fragatas dele estiverem livres, eles usarão estas horas para atacar seu ssk ou subnuke….… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

O problema Carvalho é ter navios e helicópteros em número suficiente em uma determinada área, contar com bom tempo para helicópteros e torcer para que não haja uma concentração de submarinos nessa mesma área, senão, pode se ter uma outra versão do vídeo game, ou seja, não é simples dos dois pontos de vista. . Há relatos de submarinos “afundando” NAes da US Navy e escapando em muitas ocasiões ilesos e mesmo os não ilesos em teoria cumpriram a missão. . Não sei se todos esses relatos de simulações são de fato inteiramente verdadeiros ou expostos ao público e a… Read more »

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini, os russos antigamente tinham um helicóptero de ASW, acho que era o mi-17,que podia pousar na água, mas deixou de ser fabricado devido a acordos bilaterais… Era motivo de preocupação para seus rivais.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Jarbas F Alves
11 meses atrás

Irão…

india-mike
india-mike
Reply to  Roberto Medeiros
11 meses atrás

Caro Roberto, gostaria de estar errado, mas não acho q o prosub seja sustentável.

Investiu-se bilhões numa estrutura que não vejo como consiguirá manter o ritmo de produção e logo estará ociosa e sua força de trabalho ou perderá a qualificação ou migrará para outros países.

E olha que eu não estou nem entrando na problemática do Álvaro Alberto…

Roberto Medeiros
Roberto Medeiros
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Índia mike, Boa noite
Quando falo em investir no Prosub, não falo em somente os quatro Riachuelo. Estou falando em pelo menos mais dois lotes de submarinos. Dentro da relação custo benefício, uma grande força de submarinos é extremamente mais leta e barata do que uma força baseada em vários porta aviões.
O Brasil em manobras com a OTAN já mostrou o q pode fazer com um IKL. Imagine com uma frota de scorpenees.

india-mike
india-mike
Reply to  Roberto Medeiros
11 meses atrás

Caro Roberto, em teoria eu concordo com vc, mas o problema não é teórico, e sim prático. Quando falo que o prosub não é sustentável, quero dizer que não haverá dinheiro para esse segundo e terceiro lotes de SBRs e as estruturas ficarão ociosas.

Nos próximos 20 anos a MB vai ter que trocar praticamente TODOS os seus meios aéreos, de superfície e submarinos. A MB optou por priorizar esse último, mas fora os submarinos restarão cerca de 100 navios que deverão ser substituídos. Percebe que (exceto em caso de milagre) não existirá dinheiro para lotes subsequentes, subnuc, porta-aviões etc?

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Primordial que levemos em consideração que o custo total do Prosub contemplou a transferência de tecnologia para a MB, a construção e capacitação da mão de obra da FEM, a capacitação da mão de obra da Nuclep, a construção e capacitação da mão de obra do estaleiro integrador, a capacitação tecnológica dos fornecedores de bens e serviços, além da construção da nova base de submarinos em Itaguai. Novos lotes de Scorpenes BR terão como elemento principal o custo das novas embarcações acrescidos dos “Royalties” devidos ao Naval Group pelo uso do projeto. Já no caso da MB optar pela criação… Read more »

Jarbas F Alves
Reply to  Roberto Medeiros
11 meses atrás

Sem contar que a frotta de subs da América latina está velha e poderíamos vender para eles assim como para África e sudoeste asiático e um novo lote de 4 scorpenes já dá mais 5 anos de serviços sem contar na manutenção e atualizações.

Aldo Ghisolfi
Reply to  Roberto Medeiros
11 meses atrás

E vira alvo.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Aldo Ghisolfi
11 meses atrás

Tudo vira alvo pra você.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  2Hard4U
11 meses atrás

A frase originalmente é minha.

Space jockey
Space jockey
11 meses atrás

Nãaaaaaaao, não acredito gente, eles não desistem.

Roosevelt
Roosevelt
11 meses atrás

Francamente, eu não consigo entender essa megalomania desses nossos almirantes. Já foi dito aqui que a Marinha sequer tem verbas para combustíveis mas tem para um sonho desse? Acredito que seria até mais interessante com essa grana adquirir nem que sejam lanchas torpedeiras PT Boats que seriam mais eficazes que isso. Tem mais, viram a propulsão? 4 LM 2500 é um mesmo que um destroyer Arleigh Burke. Me deixem viu?

Alexsandro Almeida
Alexsandro Almeida
11 meses atrás

O Brasil deve comprar o porta avioes indiano

FighterBR
FighterBR
Reply to  Alexsandro Almeida
11 meses atrás

Deve comprar com que dinheiro msm?

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  FighterBR
11 meses atrás

Kkkkkk

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  FighterBR
11 meses atrás

FighterBR Boa Noite,bom posso até concordar contigo em um primeiro momento,mas a nossa economia está reagindo e vai melhorar eu creio e o Brasil vai voltar a ser um País Próspero que o Brasil é um País rico só não tinhamos um governo comprometido com o nosso País e com as nossas Forças Armadas,e agora temos e vai dar certo e já está dando certo já estamos saindo da recessão a economia já está dando sinais positivos
Então não nos custa acreditar que podemos também operarmos porta-avioes também além do Prosub dos Submarinos okay!

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  Ronaldo
11 meses atrás

Cortar verbas dos programas de defesa é estar comprometido com a FAs?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Alexsandro Almeida
11 meses atrás

Aham, senta lá Claudia.

Denis
Denis
11 meses atrás

Problema desse tipo de porta aviões é que os aviões vão com meia carga !

BMIKE
BMIKE
Reply to  Denis
11 meses atrás

Os estudos do Gripen Naval prevê 70%.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Denis
11 meses atrás

Configuração de defesa aerea nao exige sequer meia carga….

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Vai ficar em patrulhas de 20 minutos ?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

não, mas configuração de defesa aerea enseja apenas misseis ar-ar e combustivel….é muito abaixo da configuração de ataque….uma unica bomba, das mais leves…pesa 250 kg….um missil antinavio, 600kg a 900kg…. de forma generica, a diferença de peso entre defesa aerea e ataque é quase o dobro…. Um decola com misseis anti aereos, abarrotado sim de combustivel, mas num cinturão de cap que por mais distante que seja, não envolve uma distancia até o inimigo. a outra configuração, de ataque, envolve alem dos misseis acima listados, do combustivel acima listado, bombas e misseis para o ataque ate a distancia e local… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

especial atenção a contas minimalistas, pois na configuração de defesa aerea, o caça viaja numa aerodinamica otimizada….

Na missão de ataque, dada uma mesma quantidade de combustivel, ele gastará absurdamente o combustivel por conta das bombas e misseis pesados carregados, a eficiencia de combustivel é muitissimo menor….

Kemen
Kemen
11 meses atrás

Fiquei impresionado com a India, mesmo com o apoio de outros paises começou a engatinhar a tempos, e já caminha para varios desenvolvimentos navais. Pena que a estrutura social ainda deixe bastante a desejar. Entretanto, acho 4 canhões de 76 mm num porta aviões algo estranho, com relação aos 2 lançadores verticais de 32 células, por acaso ira navegar sem escoltas numa nova concepção de operações navais?

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Kemen
11 meses atrás

isso se chamar “Doutrina Soviética” passada pelos Russos.

essa doutrina defende a tese que um porta aviões tem que ser um navio auto sustentável em combate, caso tenha escolta tudo bem, caso contrário ele tem que se segurar com suas defesas, por isso esses sistemas de defesa.

nonato
nonato
Reply to  Italo Souza
11 meses atrás

Concordo.
Num navio enorme, uns canhões e 32 mísseis não tomarão tanto espaço.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Italo Souza
11 meses atrás

Sim

Eles sabem que seu principal adversário muito provávelmente conseguirá saturar o Nae e então a defesa dele próprio tem de contar

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Italo Souza
11 meses atrás

A Rússia sempre gostou desse tipo de navio, algo como um Porta-aviões – Cruzador, tipo o Kiev e o Kuznetsov…

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Adriano Madureira
11 meses atrás

A Rússia nunca se importou com PAs , e sim como destruí-los , entendeu ?Por isso Cruzadores com um Fantástico Poder de Fogo Ofensivo e uma Defesa Antiaérea impenetrável !

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  jose luiz esposito
11 meses atrás

“A Rússia nunca se importou com PAs” Sério? Então por que após a dissolução da URSS insistiu em manter um navio-aeródromo, assim como continuou a desenvolver os caças embarcados? A Marinha Soviética passou por várias fases, e nas décadas de 1970-80 estava sim bastante interessada em navios-aeródromos, e isso prosseguiu na Rússia após o fim da URSS. O fato de atualmente estar difícil dela manter o único porta-aviões não significa que não se importe com o tema, é só acompanhar as notícias. Às vezes parece que muitos comentaristas veem a história como algo estático ou como decorrência determinada de algum… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Kemen
11 meses atrás

A Índia era um País de Castas , esta deixando de ser e tornando-se uma Potência militar econômica , então nós que sempre fomos uma Republica de Castas , por isso o Golpe de 1889, durante os últimos 30 anos com a Esquerdalha no Poder , passamos a Índia e , nossas Castas Corporativistas tomaram quase todos os Orçamentos, Federais , Estaduais e Municipais para si !

Marcos Andrey
Marcos Andrey
11 meses atrás

“Segundo oficiais, não há nenhum estudo sobre eventual aquisição, sendo apenas um intercâmbio técnico para manter a “cultura” aeronaval.”

Qual foi a parte que vocês não entenderam????

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Marcos Andrey
11 meses atrás

Se é apenas intercâmbio para manter cultura, melhor seria visitar o HMS Queen Elizabeth…

Edson Wagner Campos dos Santos
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

Na atual conjuntura e avaliando as relações entre marinhas e governos, só não temos um PA porquê sua majestade não tinha nenhum disponível, do contrario receberíamos em melhores condições se comparado com Foch.

Juliano
Juliano
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

Quem sabe da Marinha é ela , Po vc tá querendo fazer o trabalho dos oficiais , vc não leu o texto dizendo que é apenas intercâmbio , Elizabeth é outra realidade , não tem nada a ver com nossa Marinha , mandou um militar para verificar o trabalho deles no intercâmbio , não mandou nem comissão e ainda estão reclamando , isso que e querer caça assunto . Daqui a pouco vão querer ensinar a marujada administrar um navio . O povo que reclama .

nonato
nonato
Reply to  Juliano
11 meses atrás

Acho que Queen Elizabeth seria até mais viável já que não tem catapulta nem nada.
Para o F 35 B estaria ótimo.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

Adriano,
E quem disse que não será visitado?

J L
J L
Reply to  Adriano Luchiari
11 meses atrás

Ou até analisar o projeto recém divulgado dos sul coreanos de porta aviões.

Guizmo
Guizmo
11 meses atrás

É um absurdo isso. Dinheiro público usado para um ex-servidor ir pra Índia “manter a cultura? Ora, se não é prioridade, não faça agora. Use o recurso para vender na Am Latina a classe Riachuelo, pq ja ja Itaguai vai virar um elefante branco, sem encomendas

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Guizmo
11 meses atrás

Pois é, intercâmbio com funcionário aposentado é esquisito.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
11 meses atrás

“Segundo oficiais, não há nenhum estudo sobre eventual aquisição, sendo apenas um intercâmbio técnico para manter a “cultura” aeronaval.”

Ok…fazer intercâmbio com Marinhas aliadas não é pecado. E se ficar APENAS no intercâmbio, ok.
A “boa notícia” é que, em face do atual estado da MB, e da atual economia do país, até o almirante mais descolado da realidade sabe que NaE na MB, em curto, médio e, provavelmente, longo prazo, é impossível.

Parabellum
Parabellum
11 meses atrás

Não acho auspicioso ter um PA desses na nossa marinha operando aeronaves à reação. Iria em outra direção: patrulha do atlântico sul contra insurgências, crimes ambientais, SAR e pirataria. Adotaria um PA de casco leve para operação do nosso A-29

Joel Soares
Joel Soares
11 meses atrás

Prezados boa tarde, basta o pib do Brasil crescer 2%

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Joel Soares
11 meses atrás

Que Deus tenha piedade de nós então, pois ano que vem a previsão é de crescimento de 2%.

Joel Soares
Joel Soares
Reply to  Joel Soares
11 meses atrás

comment image
quem sabe um porta-aviões menor 12 aeronaves asa fixa?

Diego
Diego
Reply to  Joel Soares
11 meses atrás

4 desses menores cobre nosso oceano Atlântico, mais algumas fragatas, unidos aos subs que temos, fica top a defesa.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Diego
11 meses atrás

Essa foi engraçada!

nonato
nonato
Reply to  Diego
11 meses atrás

Prefiro alguns SU 34 cobrindo o Atlântico.
Fica mais prático.
Nem precisa gastar com porta aviões nem escoltas para protegê-lo.
Aí já vão no mínimo uns 10 a 20 bilhões de reais.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  nonato
11 meses atrás

Mestre Nonato, esquece este negócio de escoltas para defendê-lo.. isto é tão falacioso quanto ficar batendo na tecla que Nae é arma de projeção de poder, etc, etc….

Nae é para dominar e destruir inimigos no céu, terra, mar e o que estiver abaixo dele, no limite do que o braço de suas aeronaves alcancem…

Escoltas não são escravos, que ficam olhando o desfile de combate acontecer e só entram em cena quando o Nae é atacado…ainda mais em marinhas com poucas unidades como a nossa…ficam todos numa mesma task dando cobertura mútua …

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Em complemento, use como uma metafora de linguagem que ajuda a espelhar a real formação da TASK…

A task segue uma formação diamante, com navios em cada ponta podendo o Nae estar no meio….todos laboram para a defesa conjunta….

e isto ocorre com ou sem Nae…

Não existe isto de navio isolado andando pelo mundo numa situação de combate….livre para sua missão solitária…

Ele estara em formação previamente estudada e distribuida…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  nonato
11 meses atrás

Dizem que esse SU-34 no alcance é uma mentira, dias atrás tive pesquisando e o raio de ação de todos os caças bombardeiros é tudo igual, em torno de 1300-1500 KM, daí pra usar em terra seria no máximo 700 Km de alcance e 5 minutos de patrulha nessa região.

Diego
Diego
Reply to  Diego
11 meses atrás

Estou falando sério temos de projetar poder, estão nos fazendo de gato e sapato colocam até a amazônia como impeditivo para comércio, 2 menores de 12 aeronaves e 1 grande e nuclear. Ora se estamos fazendo 5 submarinos e um deles é nuclear. É uma pista flutuadora, não tem grandes complexidades fora o tamanho, motor, cabine de controle aéreo, catapulta, nada que o Brasil não domine. Não vejo dificuldade nem econômica. Um governo que coloque a economia nos trilhos faça-nos parar de gastar com juros conseguimos fazer igual os submarinos que são mais difíceis de fazer.

Diego
Diego
Reply to  Diego
11 meses atrás

Acontece que vc pode ser um país que tenha 99 subs mas se nao tiver 1 porta aviões não te respeitam. O que ta na vista é o que é levado a sério, não o escondido.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Diego
11 meses atrás

A Piramide tua esta Torta , devemos ter muitos SBs e menos Navios de Superficie !

Gino A. Piva
Gino A. Piva
11 meses atrás

E la vamos nós de novo…

elcimar marujo
elcimar marujo
11 meses atrás

bom como sempre acontece..onde tem fumaça á fogo…..aguardem novas noticias.
e não adianta ficarem aqui se esgoelando,criticando,de achismos,de suposições.
gente acorda!!!….o brasil ta entrando em nova fase. não estou falando aqui de politica,mas de atitudes e novas perspectivas.
os contras o crescimento dessa mudança podem ir ser preparando.

Renan
Renan
11 meses atrás

Bom passeio e curta a paisagem

leonidas
leonidas
11 meses atrás

Não vejo problema algum em a MB almejar um porta aviões, alias países do tamanho do Brasil e com nossas potencialidades e riquezas simplesmente não podem prescindir de meios para dissuasão de fora além da nossa costa ou mesmo para escolta ou vigilância em mares ao redor do globo.

Edu
Edu
11 meses atrás

Vcs deveriam se preocupar com o crime de vazamento de óleo na costa do nordeste. Me poupem

Fawcett
Fawcett
11 meses atrás

As duas primeiras frases resumem todo o texto. Um militar da reserva foi para a Índia. O resto não passa de especulação.

Tio Velho Comuna
Tio Velho Comuna
11 meses atrás

Seria interessante ter um porta-aviões que não fosse uma ‘wariant’ no osso de outro país! Mas na hipótese de se adquirir um, qual seria o caça que irá embarcado? Os A1?

teropode
11 meses atrás

Se for pra comprar , compre dos Chineses, projeto limpo e já testado , esqueçam esta baboseira de tot , comprem e paguem avista.

Bardini
Bardini
11 meses atrás

Meus dois centavos, caso alguém se importe com isso… . Antes de tudo, eu penso que é preciso deixar de lado essa coisa de que Porta Aviões é alvo e etc… Quem fala isso deve pensar no emprego desse meio contra uma Marinha mais poderosa e isso, é uma completa loucura. Nada que a MB possa ter, vai impedir um Forças como a US Navy de enfiar o pé na porta e nos colocar de joelhos. Outra coisa é falar que só serve para projeção de poder… Oras, se não é preciso projetar poder, que se acabe com os Fuzileiros… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Muito bem colocado, Bardini.

Gino A. Piva
Gino A. Piva
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Mudei meu ponto de vista com suas explicações caro Bardini. Meus parabéns, explicação boa, detalhada e esclarecedora.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Bardini
11 meses atrás

não acho que seja alvo, mas que no momento, as Corvetas e os Sub são prioridades e que se fossem ver um PA que fosse o Trieste

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carlos Campos
11 meses atrás

Tenha em mente que um Nae envolve um projeto de 10 a 15 anos.

Então, em que ano o Brasil deveria lembrar que Nae existe e seria necessário?

Mesmo os Chineses, recordistas em velocidade e tomada de atalhos, quanto tempo levaram da percepção da necessidade e estudo de ideias até o primeiro operacional?

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Bardini
11 meses atrás

tirando todos os pontos falados, ainda tem a questão de alcance operacional, o Brasil tem uma costa extremamente extensa e bases em terra não consegue cobrir a costa e ao mesmo tempo o território marítimo, oque torna um porta aviões bem atraente.

india-mike
india-mike
Reply to  Italo Souza
11 meses atrás

Caro Ítalo, um NAe tb não consegue cobrir toda a costa ao mesmo tempo. Na verdade, ele representa um aumento de alcance mas uma diminuição na disponibilidade.

Quantos NAes o Brasil precisaria pra prover essa cobertura “simultânea”? Lembrando que para garantir a disponibilidade de cada NAe “operacional” que vc pretende ter, vc precisa de pelo menos mais um (ou preferencialmente 2) outros em manutenção/treinamento…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Sim corretíssimo também….você precisa de muito mais do que um único apenas.

Sei onde quer chegar, mas é importante constatar que apesar de não ter orçamento, a necessidade não desaparece.

Interessante não? Não tem dinheiro parava unidade e precisa de varias delas….são duas verdades e uma não desmente ou contradiz a outra…

Elas apenas demonstram o tamanho da distância entre a realidade é a necessidade

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Italo Souza
11 meses atrás

Bases em terra sempre serão importantíssimas, tem suas vantagens e desvantagens e sempre são ou serão ora complementares ou as principais, mas cada recurso possui sua vantagem e desvantagem…a primeira desvantagem é que ela não se mexe, não avança e não recua para atacar ou bloquear o inimigo. A correspondência, mísseis e aviões inimigos sabem onde estão e chega certeiro é tão fácil quanto o motorista do Uber programar no GPS, uma base móvel provida por Nae procura solucionar isto

nonato
nonato
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini, sem dúvida você foi muito didático. Não sei se você é do ramo, mas costuma fazer bons comentários. Mas na condição de leigo, acredito que as primeiras funções poderíamos ser realizadas por aviões baseados em terra de forma muito mais econômica e prática. Consciência situacional, patrulhamento não são funções de um caça de ataque. 1) controle do espaço aéreo – P 3 ou caças baseados em terra. 2) se o CFN for invadir outro país, realmente, teria que ser um NAE. Mas se for parte de uma força tarefa multinacional, não é imprescindível. 3) P 3 e caças em… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Caro Bardini, embora eu concorde com algumas partes, discordo frontalmente de outras. Entendo que qualquer doutrina ou equipamento militar tenha como função primordial a dissuasão. E para dissuadir adversários menores um NAe não me parece estritamente necessário. Já contra potências centrais como EUA, China, RU e França, um NAe (assim como uma frota de SSNs) representaria um obstáculo que (como vc disse seria incapaz de nos fazer ganhar um guerra) mas mesmo assim seria capaz de provocar perdas consideradas inaceitáveis à qualquer adversário. Veja bem, não estou dizendo que não seria interessantes ter um (ou 2 ou 3) NAe (ou… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Mestre Índia Mike, Corretíssimo. A realidade é esta mesmo. Não preciso de Nae para dissuadir um invasor menor, pois se é menor, nem risco de invasão ele apresenta… Mas mesmo contra um menor, mesmo hipoteticamente em que eu mesmo vire o jogo é seja eu as praias dele, nenhum navio nosso poderá se aproximar pois ele por sua vez terá avioes nesta empreitada e nos não. Horrível nominar potenciais riscos de potenciais adversários. Mas vá lá,…todos os países que possuem Nae na atualidade, são nuclearizando e/ou integrantes do Conselho de Segurança da ONU, boque quer dizer que mesmo individualmente ou… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Em complemento, UAVs e patrulhas do Continente conseguiram apenas cobrir a zona interna ZEE. O foco é à dimensão do dilema de “alcance operacional” vale para os dois lados. Se o seu avião ou UAV do continente alcançou e enxerga os navios inimigos, então é porque eles já chegaram e os aviões dele também já lhe alcançam. O ataque já começou e já é tarde demais Para complicar, lembre que ele chega perto para atacar e depois se afasta…os caças continentais não poderão alcançá-lo…depois, ele volta e lhe ataca novamente assim neste jogo de gato e rato….sua base terrestre está… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Concordo com tudo isso Carvalho, por isso q estou querendo trazer à discussão do “ideal” vs “possível”.

Um NAe sempre será muito mais capaz que qq alternativa baseada em terra. Mas não acredito que antes de 2040 será possível ter um NAe e discutir um cenário pós 2040 acho pouco produtivo pois estaremos discutindo baseados no nosso entendimento de guerra de hoje. E o Brasil não tem a menor condição de querer ditar como será a guerra do futuro…

Renato
Renato
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Carvalho2008,
Até drones são passíveis de ataques de mísseis anti aéreos.
Vide o que aconteceu com o drone norte americano que foi interceptado pelos iranianos.
Até que me provem o contrário, não veja na atualidade nenhuma arma mais mortal que um submarino nuclear.

Bardini
Bardini
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Eu quero é que o pessoal ataque o que expus. Se todo mundo concordar fica um troço chato… . Você trouxe a questão fundamental, que é o investimento. Mas eu acredito que quando falamos em grandes aquisições de navios, não podemos nos ater ao montante que a MB tem para investimento. Essas aquisições de grande porte as vezes não saem desse montante que uma Marinha tem para gastar, são programas de estado. O Governo vai lá e compra. O PROSUB era para ser assim, mas o Governo praticamente abandonou a MB, que está tirando do bolso para bancar um programa… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Mas Bardini, se vc me diz que é difícil a MB ter a previsibilidade de orçamento para investimento de US$500 mi/ano, é muito mais difícil ainda a MB ser obrigada a se reconstruir a base de “presentes” como foi o prosub ou o H-XBR. O “grosso“ da MB vai ter que ser composto por compras de oportunidade que duram menos de 20 anos e aprofundam nossos problemas logísticos (e consequentemente de manutenção e operação) junto com navios que já deveriam ter dado baixa há anos e estão parados fazendo número. A verba pra investimento existe? Sim. Ela fatalmente será contingenciada… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Olha, É isso. Eu comentei que a Marinha poderia compensar esse orçamento. Reduz o custeio, reduz a despesa operacional (também é custeio). Corta 3% da despesa e pede 1,5% para investimentos. Todo ano. Faz um plano para 2 governos. Até equilibrar. Reduzir despesa é dramático. Precisa vender coisa velha, vender ativo velho, devolver prédio velho, parar de comprar carro novos caro, deixar de pagar gratificação, horas extras e benefícios. Cortar benefícios. Não direitos. Corta reto. Depois administra o choro. Quando a Telefônica comprou a TC, cortou frota, carro, deslocamento, viagens, auxílios. Depois cortou publicidade, comissões, prêmios. A coisa muda. Fica… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Parabéns ao comentário

Corretíssimo

Renan
Renan
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini primeiro parabéns pelo seu relato. Segundo uma pergunta a você e a todos os leitores. Porque não sair da caixinha e criar um novo conceito de embarcação? Vou explicar. É proibitivo o Porta aviões para o Brasil por várias desculpas, então podia criar uma nova classe de navio, voltado a patrulha aéreo Naval realizado por veículos remotamente pilotadas. Se o Brasil investir em tecnologia de drones podemos ter um porta drones, eu acredito que um drone grande com Capacidade AEW&C pode facilmente decolar de uma embarcação, outra AsW etc. Assim acredito que o custo de aquisição e de operação… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renan
11 meses atrás

Isto é muito saudavel mestre Renan, o exercicio de alternativas….

Eu sou defensor fiel da necessidade de Nae para a MB

Eu sou critico ao modelo ortodoxo de NAe, quer seja Stobar ou CTOL americano, europeu ou asiatico para o Brasil.

O Brasil precisa de uma categoria para as necessidades dele e dentro das capacidades tecnologicas e orçamentarias dele.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Isso vai contra o lobby dos estaleiros europeus. E vai contra a vaidade marinheira. E vai contra a vontade brasileira de imitar europeus.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
11 meses atrás

este é o maior problema. normalmente um país só consegue quebrar estes dilemas após uma grande crise. infelizmente uma grande crise em assuntos de material militar. estrategia, doutrina e tecnologia só ocorrem em caso de guerra… enquanto a água não bater lá…nada acontece…tem o lado bom e o ruim disto…o bom é que a agua não bateu e não baterá porque não temos inimigos ou guerra com ninguem…o ruim é que se a coisa virar, vamos apanhar e muito para ganhar vergonha na cara…. Eu não fico postando o pessimismo de muitos por orçamento pessimamente administrados pelo Brasil, mas isto… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Renan
11 meses atrás

É isso que o Carvalho vende.

Uma nova Marinha. Por que os carros deixam de serem produzidos?
Porque as plataformas envelhecem e com elas o ferramental, as plantas. Os custos sobem porque a obsolescência cobra um preço alto.

Um produto repetitivo ou em escala será mais caro…terá custo maior…mesmo que o preço final caia…o custo para produzir estará sempre subindo.

A Ficantieri está sempre inovando. É mais eficiente começar do zero. Fazer coisa nova.

Renan
Renan
Reply to  Renan
11 meses atrás

Segue um vídeo que achei próximo da ideia apresentada
Abraço
https://youtu.be/ARu1HMTP7XQ

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Renan
11 meses atrás

Interessante Renan.

Inclusive que o video de lá…saiu após o debate daqui…

Mas é isto ai…

Muito legal.

Renan
Renan
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini acho necessário a compra de um porta aviões, mas sem a transferência de tecnologia. Temos que comprar pronto e a um preço barato.

Esteves
Esteves
Reply to  Renan
11 meses atrás

Seremos eternamente dependentes.

Renan
Renan
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Esteves
Observe a China primeiro compra e opera depois faz sua versão.
Veja a Índia compra opera depois faz uma linha de montagem, para depois desenvolver a sua versão.
Então ter e operar é o princípio da curva de aprendizado para um dia construir sua versão.
Em se tratando de porta aviões não demos nem o primeiro paço que é comprar uma embarcação nova, com tecnologia relevante para operar e então ter uma base de como deve ser o projeto nacional

Esteves
Esteves
Reply to  Renan
11 meses atrás

A China não reconhece direitos intelectuais e direitos de propriedade. Estão existindo alguns acordos…recentes…de pagamento de compensações e indenizações.

Mas são raros.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Renan
11 meses atrás

Será que por todos esses anos que tivemos o Minas Gerais e o São Paulo não aprendemos nada⁉️
Será que não estudamos o ex-foch da proa a popa, eu acredito que se tivéssemos recursos, poderíamos construir um similar nacional, temos pessoas capazes, acredito nisso, só não temos apoio político a defesa do país, pois eles nunca se importaram com isso.

Renan
Renan
Reply to  Adriano Madureira
11 meses atrás

Amigo Adriano, vou repetir a palavra “tecnologia relevante”, o que operamos foi sucata.
Temos que vivenciar a atual tecnologia de ponta, para então saber o que realmente fará diferença em um porta aviões nacional.
Quanto apoio políticos eu em minha humilde opinião nunca vi momento melhor para convencer os políticos das necessidades militares do Brasil.
Mas como já disse nossos militares tem que fazer estágio com os americanos para aprender a vender a idéia de inimigos e justificar os investimentos.
Abraço

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Uma aula para os não técnicos e entendidos como eu, parabéns!!! Talvez… uma arma não deixaria, ou faria pensar algumas centenas de vezes uma grande potência “de enfiar o pé na porta e nos colocar de joelhos, a mesma que o Enéas disse que deveríamos ter!!! Parabéns pela aula e por nos deixar a repensar e pensar no que é projeção de poder por um PA.

JOAO
JOAO
11 meses atrás

🤦🏾‍♂️ Na matéria anterior a MB vendendo os submarinos! Aqui ela sonha como sempre. Que piada.

Helio
Helio
11 meses atrás

Se for gastar converte o pmh Atlântico e compra caças f-35

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
11 meses atrás

Esquece porta aviões, para pensar em porta aviões teria que ter ido de Super Hornet mas a única coisa que vai ter é Gripen, então esquece porta aviões.

Carlos Campos
Carlos Campos
11 meses atrás

MB devia olhar o Triste que sai por menos de 1,5 bilhão de trump, lógico ficaria condicionado a ser PA se for com o F35 B

Sinceramente
11 meses atrás

Alguém diz aos 82 almirantes que evoluir e melhorar avançar para o futuro …

Fabio Araujo
Fabio Araujo
11 meses atrás

Na fase de consulta ninguém vai confirmar, mas se o navio prestar e o preço e as condições de pagamento forem boas vale a pena analisar!

Foxtrot
Foxtrot
11 meses atrás

Será mesmo?
Dúvido muito, pois conhecemos as inclinações de nossos militares.
O ideal seria a cooperação no projeto Sul Coreano de Nae.
Como caça substituto dos A-4sp temos as opções do Tejas naval, RAFALE, F-18 SH.
Infelizmente não vou falar das opções Russas pois mais uma vez conhecemos as inclinações de nossos militares e políticos.
Esqueçam o Sea Gripen, pois financiar uma versão naval para apenas um operador de tornaria extremamente caro.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

Rússia não sabe operar em porta aviões, quando resolveram mandar o almirante churrascov para a síria foi uma lambança total e perderam alguns Su-33 que caíram no mar.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  SmokingSnake 🐍
11 meses atrás

Há uma diferença entre saber operar aviões em PA e ter ótimos aviões para operar em PA caro Smoking Snak.
E isso os Russos possuem, vide exemplo do SU-33, e outros ótimos aparelhos embarcáveis.
Mas nossa marxismofobia nos impede de ver isso.
E outra coisa, os Russos aprendem rápido, daqui há pouco estará colocando no chinelo marinha ocidentais tradicionais e arraigadas a preconceitos ultrapassados e a alinhamentos políticos danosos como a MB.
Vai vendo !

Hugo
Hugo
11 meses atrás

Sou leigo. Um NAE não é feito pra projetar poder longe do território? Temos essa necessidade? E não são necessárias unidades de escolta? Nós temos disponíveis? Seria mais interessante investir no prosub ou prosuper ou talvez guardar os valores pra outra compra de oportunidade como a do Atlântico.

Esteves
Esteves
Reply to  Hugo
11 meses atrás

Um NAe é um meio de guerra. Para defesa e ataque. Marinha luta no mar. Porta-aviões é do mar. Logo, porta-aviões = Marinha.

Precisa de escolta. Mas não vamos muito longe com o porta-aviões. É só aqui no Atlântico Sul. Submarinos e navios multiproposito podem ser a escolta.

PROSUPER morreu.

PROSUB está indo.

Compras de oportunidade como o Atlantico não são programas. Sempre poderemos comprar meios em oportunidade…mas eles estão cada vez mais escassos. Todas as marinhas estão usando o que tem até acabar.

Os leigos herdaremos o reino dos mares.

Foxtrot
Foxtrot
11 meses atrás

” O porta-aviões foi projetado com um alto grau de automação na operação de suas máquinas, navegação e equipamentos de sobrevivência. Ele levará uma tripulação de 160 oficiais e 1.400 subalternos.”.
Nesse ponto a MB precisa aprender com MI mesmo.
Vide o absurdo da super tripulação do projeto CCT.

india-mike
india-mike
Reply to  Foxtrot
11 meses atrás

As Tamandares não tem uma grande tripulação devido a uma baixa automação. Na verdade o que foi exigido pela MB de todos os participantes do programa no edital foi que elas fossem capazes de acomodar 136 militares. O que é diferente de dizer que todos esses são essenciais ao funcionamento do navio pois não o são.

Aliás, falar que uma tripulação de 1560 é baixa para um porta aviões é um absurdo. Os Queen Elizabeth utilizam praticamente metade disso…

Dalton
Dalton
Reply to  india-mike
11 meses atrás

i-m,. caso você retorne..
.
os “Queen Elizabeth” não possuem maquinário e cabos de retenção de aeronaves e isso acaba resultando em economia de pessoal, mas, mais importante é que o número de 700 pessoas que você deve ter visto refere-se apenas a tripulação do navio enquanto o número do NAe indiano inclue também à ala aérea embarcada.
.
Com o embarque da ala aérea nos “Queens” e aí depende também de quantas aeronaves serão embarcadas, mais tropas, já que os 2 NAes terão uma importante capacidade anfíbia, o número de pessoas poderá dobrar.

india-mike
india-mike
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Olá Dalton, o texto não deixa claro que o número de 1560 inclui a ala aérea. Na verdade ele deixa a entender que não, no momento que utiliza o número para descrever o alto grau de automação. De qualquer forma, mesmo assim e mesmo considerando que o QE não tem “Cats and traps”, esse último tem acomodações para “apenas” 1600 militares — número muito similar ao de seu equivalente indiano. E olha que no caso do QE estamos falando de um navio com deslocamento 50% maior e que uma parte desses 1600 militares são fuzileiros que evidentemente só serão embarcados… Read more »

Paulo Lahr
Paulo Lahr
11 meses atrás

Escoltas. Eqipamentos de primeira linha pro Atlantico. Escoltas. Alvaro Alberto. Ai sim…..escoltas, mais Scorpenes ou um Porta Avioes. Gripen Naval? Abs

Space Jockey
Space Jockey
11 meses atrás

Muito se falou aqui e alguns levantaram cenários de muita utilidade para um Porta Aviões na MB, realmente ele é necessário pra várias funções tão bem elencou o Bardini. Porém, não devemos esquecer que um PA com uns 30 caças(se couber isso tudo) provavelmente seria afundado nos primeiros dias de um conflito com uma potência/coalizão num raid muito bem conduzido com aeronaves de interferência eletrônica, ataque e caças de escolta. Soma-se a esse navio todos os caças, pois mesmo se estivessem no ar não conseguiriam retornar a terra firme por falta de alcance. Seria um PA mais uns 1500 homens… Read more »

Diego
Diego
Reply to  Space Jockey
11 meses atrás

Bem colocado isso de morrer 1500. Mas enquanto o perigo não vem, acredito que devemos estar com nossas belonaves no mar mostrando culhões, projetando poder, conseguindo vantagens econômicas em organismo internacionais. Será bom para o Brasil sair dessa “pequinês” se empoderar, após isso começaremos a nos preocupar com mísseis mais capazes, escudos. Ser verdadeiramente a potencia regional.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
11 meses atrás

na verdade, a marinha mantém conversações com a Bae,system a fincantieri, a naval grupo e essa entrada indiana é pra conhecer a concorrência só isso.
no fim, será da bae system o projeto de parceria o escolhido e deve começar a sua construção em 2035.
mas, se o governo aumentar as verbas das FFAA, sera possível terminar os atuais projetos e assim começar antes.

e achismo sim

Edson Medeiros De Almeida
Edson Medeiros De Almeida
11 meses atrás

E cadê o Projeto Poseidon que estava sendo desenvolvido com a Rússia? Poderia pegar o São Paulo e estudar ele que seria uma boa.

João Constâncio,;
João Constâncio,;
11 meses atrás

Comprar um portaavioes sem catapulta seria outro erro catastrófico de escolha…. como foi o foch…

Ernane
Ernane
11 meses atrás

Saber fazer é melhor do que copiar! É preciso estudar vários modelos, suas vantagens e, a partir daí, construir em nossos estaleiros gerando empregos, desenvolvento e aprimorando tecnologias com segredos militares aqui mesmo; tudo a nossi favor!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
11 meses atrás

Apoiei demais a modernização do São Paulo mas agora já apoio uma força baseada em terra, com o Gripen mesmo, para fazer defesa além das costas ,já é o suficiente já que não temos necessidade de projetar poder em outros continentes, fora isso navios de assalto anfíbio ou porta helicópteros como o Atlântico já estão de bom tamanho. Mais submarinos e navios de escolta e patrulhas é o que precisamos(no caso da MB) pra nos proteger dos Lobos vorazes e sedentos por terras agricultáveis e minérios.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Tomcat4.0
11 meses atrás

Discordo do seu posicionamento. Se for para MB ter caças tem de ter para proteger e assegurar a segurança aérea no mar para a frota. Se for na terra, que deem condições para a FAB, inclusive para adentrar alto mar com reabastecimento é claro, que já o faz muito bem. Caças para MB tem ter Porta aviões.

Diego
Diego
11 meses atrás

É, me lembrei dos comentários pejorativos sobre as avaliações de aeronaves pelos argentinos, o oficial da reserva deve ser peixe muito positivo para pegar uma missão dessas. Depois falta rango no rancho e a culpa é da contenção de orçamento

carvalho2008
carvalho2008
11 meses atrás

Eu realmente acredito que com uma meta de aproximadamente US$ 500 milhoes, voce consiga construir um navio de 40 a 45 mil ton, que recolha e lance 12 a 24 aviões de alto desempenho de asa fixa num método stobar, com valor real de combate e capacidade de combustível para o grupamento aéreo.

Se desejarem chamar de Porta aviões chamem…se desejarem chamar de outra coisa chamem…mas ele lançaria 12 a 24 aviões em situações extremamente superiores a qualquer doutrina continental de tática de dispersão por pistas.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Podem ser menores…25 mil toneladas…6 a 8 navios cada um com 6 F35?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Pode sem dúvida,

Mas quanto mais reduzido, somente o F35 poderia lá operar

Excelente avião, mas a hora voo dele é ente sete a dez vezes o custo de um hipotético Sea Gripen por exemplo…é isto no ciclo de vida do projeto dispara a conta.

Pode ser…. pode….dispara a conta? Dispara…

Dalton
Dalton
Reply to  Esteves
11 meses atrás

Nunca se terá todos os 6 operacionais e mesmo 6 é uma quantia irrisória
para qualquer coisa significativa e o navio por menor que seja exigirá escolta
o que também não é barato então maior número de navios “menores” maior a necessidade de navios de escolta e de apoio.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Mestre Dalton, defina escolta….mas no sentido pratico… isto tem confundido muito a cabeça do pessoal….quando fala-se de escolta, parece aquela escolta do rei, do presidente, em que o dito cujo está escravisado so protegido, não sai nem para ir ao banheiro…. então, proponho um exemplo claro e pratico….tenho um inimigo descendo acima de Fernando de Noronha… desviando-se mais a Africa para somente apos ao contor seguir a nossa costa… Tenho 9 suicidas e valorosas fragatas/corvetas em situação de combate: a) Qual seria a formação de nossa força tarefa sem nenhum nae? b) Qual seria a formação da FT com 01… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Carvalho, é uma pena que tenhamos que conversar através da escrita o que nem sempre permite que entendamos o que o outro quer de fato expor. . Em tempo de paz muita gente exagera quanto ao fato da marinha brasileira não ter combatentes de superfície em número suficiente para acompanhar o “Atlântico” por exemplo, quando se sabe que ele a serviço da Royal Navy muitas vezes navegou sozinho, sem ter um escolta amarrado a ele, então, não tenho esse tipo de “preocupação”. . Em tempo de guerra ou em missão potencialmente perigosa é necessário proteger e/ ou aumentar a proteção… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Ahh,,,ok, creio que entendi…mas talvez ainda possa não ter ficado claro aos colegas…. Então, no resumo, com 01, 03 ou 06 nae, grandes ou pequenos, as escoltas seriam as mesmas 09, não variam, pois são determinadas pelos navios pela qtde disponivel de navios em situações de combate e operariam juntas na mesma FT…. Numa hipotese de tempos de paz, isto pouco importa…pois é tempo de paz (sem beligerancia) e sem riscos de potenciais inimigos. Isto se acresce que para o caso brasileiro, estes navios não patrulham. Só saem do porto ou para treino ou para a guerra e em ambas… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Bom…para um NAe ou dois, mais um ou dois “logísticos” 9 escoltas está de bom tamanho, mas, não tanto para seis, parece-me que a marinha em questão teria errado na proporção ao adquirir meios. . No caso de dois ou mais NAes estarem disponíveis e devidamente certificados parece lógico que operem juntos aumentando a capacidade ofensiva e defensiva. . NAes principalmente devem treinar e pensar em conjunto com os demais navios do grupo e sempre que possível forças externas ao grupo , mesmo de aliados, para enfrentar diferentes tipos de ameaças ou mesmo situações de avarias onde um escolta pode… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
11 meses atrás

perfeito

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Professor,

O número de 9 escoltas por porta-aviões ou por anfíbio é um dado histórico?

Para qualquer tonelagem o número de escoltas não varia…então um porta-aviões nesse conceito do Carvalho, levando 6 F35, seriam meios de umas 35 mil toneladas para mais ou até menos…esse hipotético meio ainda seria escoltado por 9 outros?

Como é feita essa conta?

india-mike
india-mike
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Caro Carvalho, discordo da sua visão sobre escoltas/NAes por um motivo um pouco diferente do Dalton. Ali em cima discutimos sobre o tipo de adversário para o qual um NAe seria útil ou desejável, lembra? Então, pra mim quando vc coloca um NAe na equação é pq está percebendo a necessidade de ter alto poder de dissuasão contra um adversário de primeira linha. E se esse é o caso, seu NAe forçosamente terá que ter uma escolta mais “encorpada”, incluindo aí fragata de defesa aérea e de preferência uma outra que possa fazer ASW num nível melhor que as Tamandarés… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Pra mim, o que pega é essa visão de que a MB deve encarar uma Marinha mais poderosa… Não tem lá muito cabimento. Sem bomba atômica é uma luta perdida desde o começo, por mais que custe caro, o Brasil é um alvo fácil. . A questão é que a economia mundial iria praticamente colapsar se o Brasil fosse “destruído” em uma Guerra. É cenário de WWIII pra frente… . “Ah… mas poderíamos afundar um Porta Aviões inimigo com os submarinos” . Legal, poderia acontecer… Mas seria algo mais impactante que atacar as torres gêmeas. Seria uma humilhação para os… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
11 meses atrás

É isso.

O estrago de um porta-aviões do Carvalho operando com 6 F35. Não precisa de 9 escoltas para esse navio.

Vamos ter 6 porta-aviões desse conceito do Carvalho dispensando e operando 6 F35.

Será um estrago do Carvalho no inimigo.

Guerra nova. Não é guerra do passado.

Thiago Aiani
Reply to  Bardini
11 meses atrás

A) Se sem a dissuasão nuclear a luta é perdida, então está errada a prioridade . Todos os esforços e recursos deveriam ser redirecionados para este objetivo prioritário. Apesar, eu pessoalmente, crer nunca será necessário o emprego do arsenal nuclear, pois as possibilidade de uma grave ameaça à nossa existência ou ocupação da nação as vejos como bastante remotas. Acredito ser mais prováveis conflitos pontuais tendo como finalidade a posse de determinadas áreas e recursos . B)No nosso cenário há não um só oponente/rival/ator que dispõe de porta-aviões. No médio prazo não vejo no hemisfério Sul nenhuma força ( exceção… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Thiago Aiani
11 meses atrás

Armas nucleares como o dissuasor definitivo representam um dilema lógico (vou ignorar os dilemas ético-filosóficos nessa discussão):
Ao mesmo tempo que em teoria possuir armas nucleares garantem que ninguém vai te atacar, a simples busca pelo arsenal nuclear automaticamente te coloca como alvo passível de intervenções militares e/ou boicotes econômicos. E se todos os seus esforços estão na construção do arsenal nuclear e vc optou por ignorar a guerra convencional como vc garante a sua propria segurança durante esses 15-20 anos de desenvolvimento nuclear?

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Já pensei muito diferente, mas quanto mais eu envelheço mais eu mudo a minha visão. O objetivo de toda e qualquer arma é a dissuasão. O inimigo tem sempre que acreditar que vc está disposto a atirar, mas se vc tiver que efetivamente disparar significa que a sua dissuasão falhou e por conseguinte que a sua arma não era tão boa assim. Por que os militares são tão tradicionais e nunca fariam o misto de porta-aviões com porta-container pelo qual o Carvalho dedicou tanto tempo de estudo? Porque antes de ser efetivamente útil em batalha qq meio tem que parecer… Read more »

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  india-mike
11 meses atrás

India-Mike não concordo com tudo com que você escreve apesar de escrever muito bem, mas a última parte, especialmente, dos três últimos parágrafos você esta certissímo. Defender nossas fronteiras e riquezas é fazer o que você muito bem falou, defender o roubo de madeira ilegal, armas, pescado e porque não ver in loco de onde esta vindo o óleo que polui nossos mares e praias. Isso sim é defender interesses nacionais e não brincar de batalha naval com dinheiro público. Mas eu defendo que o Brasil tenha suas Forças Armadas com um minimo de equipamento de ponta, pessoal muito bem… Read more »

Renan
Renan
Reply to  Bardini
11 meses atrás

Bardini A capacidade de levar a guerra ao território inimigo é a condição inicial da vitória.enquanto o Brasil não tiver a capacidade de projetar força a qualquer cm quadrado do planeta estará fardado a dobrar seus joelhos. É necessário ter uma força mínima expedicionária, com capacidade relevante frente a qualquer nação. Portanto um grupo mínimo tem que ter a capacidade de proteção aérea do grupo (aviões e míssel), capacidade de anti superfície, capacidade anti submarina, capacidade anfíbia, capacidade de atingir alvos em terra. Então um multipropósito se encaixa neste grupo. Acredito que tenha a capacidade de levar 12 F35B, (… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
11 meses atrás

tecnicamente o F-35 é o melhor candidato….

Mas é o mais arriscado pelo modelo imposto.

Com ele e nçao sendo Stobar, fica como unica opção de avião no mundo na atualidade.

O risco orçamentario tambem é grande.

O risco político tambem, pois qualquer coisa, voce pode nao contar com sua cadeia de fornecimento e interrupção…

é por isto que persisto no stobar, não so para tentar baratear, mas para tentar afastar risco do projeto….e sabeos que os nossos risco sempre aparecem como lei de Murphy…aqui acontecem 100% das vezes…

Esteves
Esteves
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Escoltas.

Entendo que a escolta irá proteger as maiores vulnerabilidades do porta-aviões. Ou,

Aviões e submarinos nas guerras antigas.

Mísseis, guerra eletrônica, aviões, submarinos, aviões não tripulados, mísseis balísticos. Ou,

O que pensamos sobre escolta de porta-aviões hoje é compatível com as ameaças modernas?

Dalton
Dalton
Reply to  india-mike
11 meses atrás

i-m… . Quando se tem múltiplos NAes segundo o pensamento da US Navy o ideal é agrupa-los para se ter um maior poder ofensivo e defensivo, então, apesar da US Navy ter múltiplos “Grupos de Ataque” que são enviados individualmente para o exterior isso ocorre em tempo de paz e sempre que aparece uma oportunidade 2 “Grupos de “Ataque” treinam juntos e as vezes se consegue combinar 3 deles. . Mas, cada caso é um caso, há muitas variáveis, como o poderio do potencial inimigo e o que é bom para um necessariamente não é bom para outro. . No… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Dalton, a estratégia específica de como agrupar os meios eu vou deixar realmente para os que estrategistas. O meu ponto é o da perda de flexibilidade. Numa esquadra como a do Carvalho, onde se tem um número muito pequeno de escoltas mas relativamente grande de navios capitais, esses tem que obrigatoriamente andar juntos. Não estou dizendo que isso não seja a doutrina vigente na USN, mas que mesmo q se deseje (ou precise) fazer diferente, o comandante da esquadra estará impossibilitado de fazê-lo. Independente disso, não me interesso tanto por essa discussão, mas sim pelo o que deve ser prioridade… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  india-mike
11 meses atrás

i-m…pelo seu comentário acima, mais concordamos que discordamos. . A “esquadra do Carvalho” seria composta por NAes que ele classifica como “espartanos”, simples e baratos o que permitiria adquirir e dispor de um número maior deles. . Sendo mais conservador que ele, ainda penso que um NAe de verdade não pode ser tão simples e portanto não se pode ter muitos deles e a lógica é que haverá um número bem maior de combatentes de superfície, seja divididos entre “grandes” e “pequenos” ou “principais” e “secundários” conforme tamanho e/ou função. . Então uma coisa é agrupar NAes por conta de… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
11 meses atrás

Mestre Dalton, Rendo agradecimento a ti pelas intervenções, não somente, mas a todos os colegas …Esteves, Control, India Mike, Bardini, Nonato e todos os demais… Desculpem pelas insistentes inserções que sei que faço sobre o tema, e que inadvertidamente, vem e volta a cada tópico como um imã a todos. São os vícios de um entusiasta de 51 anos e que a 40 acompanha as oportunidades desta literatura tal como este espaço. Os vícios de uma profissão relacionada a projetos que procura exaurir os pontos fracos e exaurir os riscos para no dia seguinte, melhorar o desenho na prancheta…. Obrigado… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Mestre India Mike, são bons argumentos, mas veja …não teria uma pegadinha aí….?? um olhar de pr-e conceito no bom sentido, de que so preciso ter uma fragata boa se eu tiver um Nae bom??? Uma fragata Antiaerea so se justificaria pela existencia do Nae… Uma ASUW de ponta, para combater subs se tiver um Nae?? Peraí?….!! veja, se eu digo e todos sabem que na presença de nae adversario, todos os nossos navios ( mesmo modernissimos de 1. linha) teriam de ficar no porto caso não tenham cobertura aeronaval, imagine então …. Veja, tentando entender e organizar melhor o… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  carvalho2008
11 meses atrás

Caro Carvalho, acho q concordamos muito mais do que discordamos. Apenas acho que vc está mais interessado no conceito e eu um pouco mais interessado na questão prática. Há uns 8 comentários acima tentei expressar isso (arma como dissuasão…). Em relação a “ Uma fragata Antiaerea so se justificaria pela existencia do Nae”, a resposta é: claro q não. E eu adoraria ter a fragata antiaérea com ou sem NAe. Infelizmente, não vejo nenhum dos dois acontecendo na MB nas próximas 2 décadas. Agora, isso impede que conceitos como o seu sejam explorados? Claro que não, e por favor continue… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
11 meses atrás

Mestre India Mike, Acredito que a conclusão final neste quesito é…. Você combate com o que tem, mesmo que não seja com o melhor ou o ideal, pois o contrário de combater, é abdicar e entregar-se a rendição. Frio e cruel, mas real. Seria este o ultimo passo de admitir a incompetência com que os recursos que não são poucos foram gastos, de forma pífia, leniente e irresponsável com a missão. Cada centavo gasto nos últimos 50 anos jogados ao ralo pois a arma não se apresentará a luta, materializando a alva farda como fantasia de foto e carnaval. Então,… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
11 meses atrás

Um chassi de casco Porta Container, com conves liso e em angulo, skijump e cabos de parada, compartimentos de combustivel, 260 metros e aproximadamente 40 a 45 mil ton…

Apenas para efeito comparativo, o classe Oscar da Totem, tem 45 mil ton e 255 metros e custou a epoca US$ 150 milhões nos anos 2000, atualizados isto daria US$ 350 milhões e olha la…

São 25 knots somente no diesel….