Home Marinhas de Guerra Fragata canadense HMCS Regina recebe camuflagem da Segunda Guerra

Fragata canadense HMCS Regina recebe camuflagem da Segunda Guerra

9738
24

A fragata canadense HMCS Regina, da classe “Halifax”, recebeu uma camuflagem da Segunda Guerra Mundial, em comemoração aos 75 anos da Batalha do Atlântico.

A equipe responsável pela pintura fez um trabalho magnífico para homenagear as tripulações das Forças Marítimas do Atlântico da costa Leste do Canadá.

A HMCS Regina atua nas Forças Canadenses e na Marinha Real Canadense desde 1993. É o quinto navio de sua classe e o segundo navio a levar a designação HMCS Regina.

Subscribe
Notify of
guest
24 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Ozawa
Ozawa
8 meses atrás

O responsável por esse visual é Norman Wilkison (1878-1971), pai da camuflagem “dazzle”, para quem esse tipo de pintura naval “não servia para esconder os navios, mas para quebrar suas formas e confundir o oficial que estivesse observando-o pelo periscópio …”

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
8 meses atrás

e numa batalha segundos ou minutos a mais é saber quem leva o tiro primeiro

Jota Ká
Jota Ká
Reply to  Alexandre Galante
8 meses atrás

Quer dizer : útil naquela época, inútil hoje.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Jota Ká
8 meses atrás

Esse desenho pode ter menos utilidade hoje (e o intuito da pintura foi uma homenagem) já que os meios ópticos de direção de tiro, apesar de terem sua utilidade, são complementares. Mas outras camuflagens bisnetas dessas aí, podem ser úteis para atrapalhar sistemas optrônicos, câmeras digitais etc.

Por exemplo:

comment image

india-mike
india-mike
8 meses atrás

👍

Bardini
Bardini
8 meses atrás
Ricardo Ramos
Reply to  Bardini
8 meses atrás

🤣🤣🤣

Jonas Arruda Paixão
Jonas Arruda Paixão
8 meses atrás

Gostaria que fosse mj do Brasil, e dos homens nordestinos trabalhadores ‘ pedreiros, como o ” o Senhor: Severino Paixão de Cristo” que dexou oito filhos e esposa em recife, 0 filho menor com 4 ANOS sem nenhum amparo legal; e convencido e levado de avião para trabalhar na hilha de Fernando de Noronha; com a carteira profissional asinada na Hilha, por empresa Americana a serviço delogistica da guerra das forças aliada de Maio a Dezembro de 1943, na quele inverno “E INFERNO” Em um dos furacões do conflito” nāo foi reconhecido como um ex combatente. E sua familia passou… Read more »

Rprosa
Rprosa
Reply to  Jonas Arruda Paixão
8 meses atrás

Me desculpe mas pelo que você dissertou e em consonância aos nossos textos legais, seu saudoso pai nunca foi combatente, vez que, conforme previsto no artigo 1º, da Lei nº 5.315/67, considera-se ex-combatente, para efeito da aplicação do artigo 178 da Constituição do Brasil, todo aquele que tenha participado efetivamente de operações bélicas, na Segunda Guerra Mundial, como integrante da Fôrça do Exército, da Fôrça Expedicionária Brasileira, da Fôrça Aérea Brasileira, da Marinha de Guerra e da Marinha Mercante, e que, no caso de militar, haja sido licenciado do serviço ativo e com isso retornado à vida civil definitivamente. Da… Read more »

Luciano
Luciano
Reply to  Rprosa
8 meses atrás

Olá, Rprosa. Olha, nem tudo que é legal é justo, nem tudo que está na lei abarca as demandas sociais! Contudo, como última alternativa de justiça, há a história, que mesmo falha tem a chance de ser ampliada e complementada! Abraços

Luciano
Luciano
Reply to  Jonas Arruda Paixão
8 meses atrás

Olá, Jonas. Milhares de brasileiros participaram do esforço de guerra e pouco é lembrado sobre esses patriotas anônimos. Os próprios veteranos sofreram com isso, sendo desmobilizados rapidamente e levaram décadas para receberem apoio do Estado. Outros que demoraram muito a serem reconhecidos foram aqueles que serviram nas FFAA no período. Contudo, alguns trabalhos significativos abordaram esses temas. Caso se interesse, tem o “Soldados da borracha”, sobre os trabalhadores (principalmente os sempre discriminados nordestinos) que foram para a floresta extrair latex. Além desse, já sobre o que aconteceu com os veteranos da FEB tem “A guerra que nao acabou”. Caso queira,… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Jonas Arruda Paixão
8 meses atrás

O que você está falando?
É brasileiro?
O texto é confuso.

nonato
nonato
Reply to  Jonas Arruda Paixão
8 meses atrás

Hilha? Expaso?

Jundiaí
Jundiaí
8 meses atrás

Nossa fico muito bonita mesmo !!

Alexsander Dönetiz Vincensi
Alexsander Dönetiz Vincensi
8 meses atrás

Os mega navios de Hitler tbm tinham essa camuflagem, o Bismarck e outros

Dalton
Dalton
Reply to  Alexsander Dönetiz Vincensi
8 meses atrás

Só como curiosidade o “Bismarck” e também o “Prinz Eugen” perderam suas camuflagens, um tipo particular de “Dazzle” conhecida como “Esquema Báltico” utilizado por alguns navios alemães nos dois primeiros anos de guerra antes de partirem para missão no Atlântico Norte, que resultou no afundamento do primeiro, sendo repintados totalmente de cinza.

Antunes 1980
Antunes 1980
8 meses atrás

Poderíamos começar a adotar este tipo de pintura por aqui também.
Achei muito Bacana. https://www.boatshopping.com.br/lifestyle/entretenimento/veja-5-pinturas-de-cascos/amp/

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Antunes 1980
8 meses atrás

A classe visby tem uma bela camuflagem… Se o almirantado quiser gastar dinheiro nas Meko – tamandaré nesse typo de layout, seria bom

A6MZero
A6MZero
8 meses atrás

Espetacular, como não adorar o ar vintage dessa camuflagem, na modesta de um admirador de equipamentos e meios das grandes guerras é uma magnifica homenagem.

MO
MO
8 meses atrás

Ficou LINDA, eu tenho uma Flower nesta configuração de pintura, a HMCS Roshtern – K 169, ma escala 1/72

Francisco Eduardo
Francisco Eduardo
8 meses atrás

Colegas bom dia gostaria da opiniao de voces quanto a participaçao brasileira na batalha do atlântico, tivemos realmente uma participaçao relevante? Nunca vejo na imprensa referencias quanto a participaçao da MB na IIGM somente vejo depreciarem o esforços de nossasFFAA!!!

Dalton
Dalton
Reply to  Francisco Eduardo
8 meses atrás

Francisco… . os comboios mercantes que transitaram pela costa brasileira sob escolta de unidades americanas e brasileiras foram de grande importância para o esforço de guerra, mas, ainda assim não tiveram a importância dos comboios mais ao norte e como palco de combates o Atlântico Sul também foi secundário. . O número de submarinos do eixo enviados para o Atlântico Sul foi pequeno principalmente quando o Atlântico Norte tornou-se cada vez mais perigoso para eles e consequentemente não se viu muitos navios aliados abaixo do equador, mesmo NAes de Escolta não foram considerados necessários, embora um ou outro tenha operado… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Francisco Eduardo
8 meses atrás

“A Batalha do Atlântico era o fator dominante durante toda a guerra. Nunca, por um momento que fosse, podíamos esquecer que tudo o que se passava em qualquer outro lugar, na terra, mar ou ar, dependia, em última análise, do seu resultado”.

Winston Churchill