Home Barcos e lanchas Com a lancha rápida CB90, Dockstavarvet reafirma interesse no mercado sul-americano

Com a lancha rápida CB90, Dockstavarvet reafirma interesse no mercado sul-americano

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3 de novembro de 2019 – Após o bem-sucedido programa de modernização com barcos interceptores Dockstavarvet CB90 para a Marinha do México, que tem mostrado bons resultados desde a sua incorporação em 2000 até o presente, o estaleiro sueco N. Sundin Dockstavarvet AB reafirma seu interesse em oferecer suas interessantes soluções tecnológicas para potenciais clientes sul-americanos.

O catálogo da marca é amplo e tem o sólido prestígio de ser usado para enfrentar desafios reais, e é aí que os interceptores Dockstavarvet CB90 se consolidam como os que apresentam o melhor desempenho registrado na região.

A Marinha do México os emprega em sua intensa luta antinarcóticos, com ênfase na neutralização do fornecimento de cocaína aos Estados Unidos através das águas territoriais mexicanas do Oceano Pacífico e do Mar do Caribe.

Nessas tarefas, um dos principais valores do barco, que é a capacidade de exercer altas velocidades por um longo tempo, ajuda muito, o que é ideal para realizar perseguições e interceptações nessas e em outras missões de proteção no ambiente aquático.

Também se destaca por sua adaptabilidade superior ao transporte de sistemas defensivos modulares, incluindo estações remotas, que permitem níveis de segurança muito mais elevados em seus 360 graus, proporcionando uma eficiência poderosa para operar em cenários hostis.

A tudo isso, acrescenta sua grande versatilidade polivalente, que permite, se necessário, transportar um número maior de tropas – fuzileiros, da guarda costeira e até de socorristas – que podem cumprir uma missão específica oportuna e eficiente, capacidade muito necessária para se adaptar rapidamente a as circunstâncias de cenários em constante evolução, como segurança do domínio marítimo.

Enquanto um interceptador comum normalmente é capaz de transportar uma equipe de seis pessoas, além de sua dotação, o CB90 é capaz de acomodar até o triplo de passageiros (16 a 18 soldados totalmente equipados).

Os novos recursos dessa plataforma estão gerando crescente interesse pelas forças navais da América do Sul, que também apresentam sérios desafios de segurança no campo do combate ao narcotráfico e outras atividades ilícitas no mar ou nos rios da Amazônia, como pesca ilegal, extração ilegal de madeira, mineração ilegal, contrabando e até tráfico de pessoas.

À experiência que o México obteve na luta contra as drogas, onde os barcos CB90 continuam a provar seu valor e se tornaram um vetor ideal para o trabalho de interdição, outros potenciais únicos são adicionados.

Uma rampa de desembarque localizada na proa, que permite que uma patrulha totalmente equipada seja colocada em terra e rapidamente em quase qualquer ponto para garantir uma posição ou neutralizar uma ameaça na ou da praia.

Da mesma forma, é possível seu emprego na ajuda humanitária, contribuindo com uma evacuação de emergência para as pessoas afetadas no caso de um desastre, em um cenário predominante nos países da América do Sul e para o qual eles precisam de uma solução confiável e capaz.

Países como Brasil e Colômbia, com desafios de segurança que precisam ser enfrentados com eficiência, já manifestaram interesse e mantêm uma avaliação do produto.

O Peru, no âmbito da execução do Projeto de Investimento Público “Criação de Serviços de Interdição Marítima no Domínio Marítimo Nacional” com o código SNIP 290121, está enfrentando um processo de implementação de sua frota de Barcos de Interdição Marítima, que pode encontrar na lancha CB90 da Dockstavarvet uma resposta adequada aos seus requisitos mais exigentes de incorporar uma embarcação operacional multiuso, cobrindo a capacidade de interdição e captura, demonstrada nas operações executadas pela Marinha do México.

É importante ressaltar que o barco Dockstavarvet CB90 vai muito além e supera em tempo as limitações naturais oferecidas pelo desempenho mais modesto dos barcos nas operações portuárias, uma vez que possui maior alcance, maior velocidade, melhor proteção e mais capacidade de transportar equipamentos de operações especiais.

Outro valor agregado é a possibilidade concedida pelo fabricante de realizar a coprodução no nível local, que no caso peruano se enquadra no que se tornou uma política nacional, pois favorece o desenvolvimento da própria indústria com a participação dos Estaleiros do Serviço Industrial Marítimo (SIMA).

DIVULGAÇÃO: Lewis Mejía – Lima, Peru.

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colombelli
colombelli
9 meses atrás

Foi testada aqui já. É ótima. Veloz, bem armada, e duas delas levam um Pel. Cai como uma luva para os batalhões ribeirinhos do CFN e para o comando de embarcações do EB na Amazônia. Pelo que apurei o preço está entre 2 e 2,5 milhões de dólares a unidade.

Tomcat4.0
Reply to  colombelli
9 meses atrás

Uma vez ,em comentário pelo Facebook em postagem sobre a DGS 888-raptor, tinha um cara (q dizia ser da DGS) afirmando q eles apresentariam um projeto similar a CB-90 mas……

Walter Baere
Reply to  Tomcat4.0
9 meses atrás

O comentário foi meu, propusemos uma lancha que temos a licença de construção no Brasil a FAC-50.
http://tampa-yacht.com/50-fac.html

J L
J L
Reply to  colombelli
9 meses atrás

E ainda teria a possibilidade de ser fabricada em solo nacional, segundo li no texto, e que poderia ser muito bem fabricada pela DGS. Ótima para patrulha fluvial. Imaginem usarmos para patrulhamento ali pela tríplice fronteira e a região de foz de Iguaçu, e no alto Solimões.

Selvatico91
Selvatico91
Reply to  colombelli
9 meses atrás

No artigo “A navegação fluvial no Exército Brasileiro”, publicado na revista Doutrina Militar Terrestre” nº 008, 2º semestre 2015, pág 64, o Ten Cel Antônio Jorge Meirelles Iunes diz a respeito da CB 90: “Essa embarcação tinha a limitação de não poder navegar em locais com grande concentração de material em suspensão (folhas e galhos), que prejudicava a turbina do hidrojato e entupia o sistema de arrefecimento do motor causando a perda da potência e danos ao sistema de propulsão”.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  colombelli
9 meses atrás

Car@lh0…. Honestamente, existem soluções e fabricantes mais baratos. Mais um milhão e dá para comprar um bem mais complexo helicóptero.

leandro
leandro
Reply to  colombelli
9 meses atrás

não sei se é o caso dela… não lembro o modelo… mas perguntei há um amigo meu que fez os SIGS referente ao uso dessas lanchas nas ações ribeirinhas… e ele me falou que as lanchas que usam jato direcional, sofrem muito na região amazônica devido aos filtros entupirem com um detrito bem especifico da região que são restos de cascas das arvores que criam micro fuligens e entram nos filtros. Esse fato decorre devido as cheias na região que alagam grande parte da área de mata que é bem vasta. isso já faz um tempo que ele me contou… Read more »

Tomcat4.0
Reply to  leandro
9 meses atrás

Com base nisto creio que as lanchas do modelo adquirido da Cotecmar( a LPR-40, que deveríamos ter adquirido mais umas 20) são mais efetivas pois foram, ao que parece, desenvolvidas pro ambiente de rios amazônicos.

WVJ
WVJ
Reply to  leandro
9 meses atrás

Lancha barulhenta e cara. Podemos desenvolver aqui uma elétrica por esse preço.

Walter Baere
Reply to  WVJ
9 meses atrás

Para esta potencia e autonomia seriam requeridos 4 toneladas de quantidade de baterias.

WVJ
WVJ
Reply to  Walter Baere
9 meses atrás

Em fibra de carbono, usando baterias de ions de lítio (que pesam pouco) eu apostaria que ainda assim cabe nesse orçamento. Faz as contas aí meu chapa, porque silêncio no meio da floresta vale ouro. Abraço

Colombelli
Colombelli
Reply to  colombelli
9 meses atrás

Informaçào importante esta do entupimento dos jatos embora eu tenha visto.usarem jet sky lá que tambem.teriam o mesmo problema. Se de fato o problema existe (e deve existir) restaria buscar uma solução que, em ultimo caso, seria trocar a modalidade de propulsão. AI surgiria a questão se haveria perda de desempenho e se seria viavel em termo de projeto e financeiramente. É um provavel motivo pra não ter sido adquirida. De qualquer sorte se viavel a solução do problema ela seria de muito boa aplicacão e com bom custo beneficio. Quanto a LPR e bem mais cara e leva menos… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Colombelli
9 meses atrás

A propulsão por hélice também encontra dificuldades em algumas regiões ribeirinhas. Aí sobram os aerobarcos e os hovercrafts. Ambos são imunes ao material em suspensão na água e às folhagens.
Nossas forças armadas não operam com nenhum dos dois tipos

Walter Baere
Reply to  colombelli
9 meses atrás

US$ 7.5 milhões

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Walter Baere
9 meses atrás

🙄

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Peter nine nine
9 meses atrás

7,5 milhões = .i.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  colombelli
9 meses atrás

Credo precisa ser tão cara ? Pode lançar mísseis ?

Joao Moita Jr
9 meses atrás

Esse sim, é um quesito que não entendo que não seja dominado na sua totalidade pelo Brasil.

nonato
nonato
Reply to  Joao Moita Jr
9 meses atrás

O Brasil faz aviões e foguetes.
Mas não faz lanchas…
Vamos repassar ao presidente.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
9 meses atrás

Faz lanchas sim, Nonato.

http://dgs.ind.br/embarcacoes-militares/

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Na verdade, acho até que una versão feira pela DGS poderia ser até superior, visto que as suecas usam casco de alumínio enquanto a DGS usa polímero de alta densidade molecular que tem resistência superior ao alumínio e flutuabilidade positiva, menor reflexo radar, não condutor elétrico e não magnético.

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Interessante a variedade de projetos brasileiros. Isso é muito bom.

O que achei de interessante nessa CB90 é a forma de desembarque frontal. Mas não sei se isso é vantagem tática suficiente para justificar a escolha.

Quanto ao resto as brasileiras parecem ser muito superiores.

Walter Baere
Reply to  nonato
9 meses atrás

Fazemos e exportamos lanchas de qualidade em todos os materiais: fibra, alumínio e aço. Temos projetistas capacitados e muitos estaleiros, assim como o nosso, possuem acordos internacionais para produção no Brasil sob licença.

Tomcat4.0
9 meses atrás

Devo resistir ao maligno sentimento da inveja😥😥😥!!! Mas tá difícil viu!!!😁😁😁

Caio
Caio
9 meses atrás

Uma centena dessas no Brasil não seria nada mal.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Caio
9 meses atrás

Essa classe de barco é muito boa. Mas, barcos semelhantes podem e devem ser projetados e construídos nos estaleiros nacionais. tivemos que conceder a um grupo europeu a encomenda das corvetas, ou fragatas peso pluma. Mas, esse tipo mais compacto, a exemplo das lanchas Colombianas podem ser nacionais. Inclusive motores, radares e armas.

nonato
nonato
Reply to  Caio
9 meses atrás

Curiosamente, com esse problema do petróleo no nordeste, e esse deslocamento de uma semana dos navios grandes, estava pensando justamente nisso.
Esses navios maiores levam uma eternidade.
Algumas emergências exigem resposta rápida.
Manter uma dessas a 200 km da costa, em dez pontos do litoral seria bastante útil.
Para que um navio de patrulha de 500 toneladas para levar uma metralhadora ou um pequeno canhão?
Isso uma lancha faz.
Mas não me agradou o visual.
Não parece algo tão profissional.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
9 meses atrás

“Esses navios maiores levam uma eternidade.”

Se precisar, o Atlântico pode ir a 18 nós, o Bahia a 20 nós.

Em dois dias se chega ao Nordeste nessas velocidades.

Mas se não é preciso chegar em dois dias, pra quê vão gastar mais combustível e forçar máquinas além do necessário? Pra agradar meia dúzia de entusiastas comentaristas em blogs de defesa?

Navegando em velocidade econômica chegam lá do mesmo jeito e o combustível dura mais tempo. Autonomia é o mais importante na missão que vão cumprir, não velocidade.

india-mike
india-mike
Reply to  nonato
9 meses atrás

Nonato, lembrando que todos os distritos navais tem navios próprios. E, se os “patrulhas de 500t” já sofrem com condições mais adversas de mar imagine uma lancha como essa… A área de operacao dessas lanchas são zonas costeiras, zonas portuárias, águas protegidas e areas fluviais. Lembrando tb que isso é uma lancha, não tem dormitório, cozinha, refeitório, tem autonomia reduzida, enfim não foi feito pra fazer missões independentes por dias a fim. Significa que lanchas como essa não tem utilidade pra nós? Muito pelo contrário! Lanchas como essa (não necessariamente esse modelo, embora seja o mais “conceituado” da categoria) podem… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
9 meses atrás

Correto, atentar tambem ao alcance….são apenas 400 – 450 km de autonomia.

Ou seja, é uma embarcação de assaulto….não é patrulha….

é feita para chegar rapido ao local objetivo, realizar amissão e voltar…

é pequena e sem duvida balança bastante em oceano aberto.

Não chega a ser um problema quando a missão é curta de poucas horas e de forma coerente a sua baixa autonomia….já um patrulha de 500 ton, voce fica 7 dias ininterruptos no mar….

ok?

Samuel
Samuel
9 meses atrás

Alguém sabe o valor aproximado de cada uma?

colombelli
colombelli
Reply to  Samuel
9 meses atrás

faixa de 2 a 2,5 milhões de dolares

Walter Baere
Reply to  Samuel
9 meses atrás

US$ 7.5 milhões

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Walter Baere
9 meses atrás

Muito caro, passo.

Gustavo Catani
Gustavo Catani
Reply to  Walter Baere
9 meses atrás

E qual a faixa de valor da solução de vocês? a mesma?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Gustavo Catani
9 meses atrás

Máximo 1 mi.

Walter Baere
Reply to  Gustavo Catani
9 meses atrás

A nossa é um pouco menor, 50 pés. Mas com blindagem de UHDPE (Polietileno de Ultra Alta Densidade) ficaria em U$ 4.5 mi.

Marcos R.
Marcos R.
9 meses atrás

Uma dessa com dois MANSUP vira uma versão atualizada das PT da II GM e deve
dar um bom trabalho em ataques de saturação.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

O cenário atual que estamos vivendo na costa brasileira seria muito oportuno a aquisição de pelo menos umas 20 delas em caráter de urgência e por enquanto sem TOT.

Joao Moita Jr
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

TOT para quê? Essas são fast attack boats, a tecnologia mais sensível ai são os motores, sensores, navegação e radar. Technical Vehicles da água. O Brasil pelo tamanho e volume de águas tanto doces como salgadas tem que ter no mínimo 1000 unidades dessa classe operando. São peças de construção, equipamento e manutenção rápida e simples, mas que dão um trabalho danado a forças opositoras pela velocidade, tamanho e dificuldade de localização em tempo real. No golfo Pérsico por exemplo, os iranianos se fazem presentes em todos os lugares, infestando tudo, movendo explosivos, armas, tropas do Hezbolah de um lado… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Joao Moita Jr
9 meses atrás

João,
O termo mais apropriado é “embarcação rápida de assalto”. Fast Attack boat é mais apropriado para embarcações com função antinavio.

Bardini
Bardini
Reply to  Joao Moita Jr
9 meses atrás

Achei engraçado comparar o Atlântico Sul com o Golfo Pérsico… Ri demais, valeu.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Joao Moita Jr
9 meses atrás

Eu admiro essa doutrina do Irã de meios rápidos e sua obsessão por mísseis, dissuasão pura.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Joao Moita Jr
9 meses atrás

Nossa costa é aberta….ou seja, em alto mar não tem onde uma lancha missileira se esconder ou espreitar escondida….se houver um radar de superficie de um navio….ela captara já no horizonte radar… Se houver um meio aereo, pior ainda….ja seria vista de longe…. Quando se fala do emprego em litoral recortado ou ilhas, entendam que os morros e colinas d costa, sombreiam o radar do invasor, uma ilha ou ilhota idem….então, a missileira aproveita isto para se aproximar….mas não é a caracteristica de nossa costa…o fato é que entrou em alto mar, não tem onde se esconder….será vista….e ai perde… Read more »

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Faz sentido, não somos uma Noruega com seus fiordes nem uma Grécia com centenas de ilhas. Será que Noronha teria algum valor estratégico numa situação defensiva ou é apenas um alvo ? Agora analisando a situação somos muito azarados de possuir um litoral gigante perfeito para aventuras inimigas e um país que nunca se preocupou em defendê-lo.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Space Jockey
9 meses atrás

Eles tem umas missileiras extraordinarias….

Acho que a TOP é a da Noruega com a Skjold.

Uma embarcação estilo hevercraft (saia rigida) Stealth de 50 metros e 276 ton, armada com 8 misseis Anti navio NSM, um canhão SR 76 mm, mistral e duas .05….

largo emprego de material stealth a 110km/h….

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Bardini
Bardini
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Não faz o menor dos sentidos…

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Brasil seria o Irã do America kkkkk eles armam lanchas com mísseis e foguetes e podem fazer ataques de saturação o que é perigoso até para os navios da USNAVY

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Carlos Campos
9 meses atrás

Exatamente o que pensei, mas aqui tem gente que vive idolatrando às lanchas rápidas iranianas mas agitam criticar quando falamos de Brasil!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

toda arma é boa e excelente….

toda arma é boa e excelente quando usada para aquilo que foi feita…

missileira não foi feita para mar aberto.

excelente para uns, não tanto para outros…é isto ok…o problema não é a arma, é o teatro operacional para a qual é usado…se usar a arma errada, o resultado não será bom.

Se existir ilhas, morros de encosta, canais e golfos, ok….se for uma imensidão azul como é nosso caso, ai ela perde vantagem do efeito surpresa… ok?

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Então a costa Brasileira não têm entrada para estuários de grandes rios, não têm ilhas, nada? É que na Suécia e na Noruega, se fores para alto mar, também é uma imensidão de azul, ou cinza do Atlântico Norte.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  rui mendesmendes
9 meses atrás

Não é não mestre… O Atlântico é mais rude… o estado do mar pode encrespar em qualquer lugar, mas no oceano realmente aberto isto é muito mais frequente e por consequência, o números e horas em mar agitado é bem maior. Num Golfo, num braços e mar, no mar do Norte litorâneo, você pode fisicamente ter a sensação de que está numa imensidão azul de fato, mas pense nestes cenários com vetores, certo? Com retas, semi retas, círculos e raios ok? A cada mentalização que faremos a seguir, faça uma comparação ao case Brasileiro onde o próximo pedaço de terra… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Carlos Campos
9 meses atrás

Perigoso para os navios da US Navy que porventura estejam dentro do Golfo Pérsico, uma área restrita, fora isso a US Navy tem meios para neutralizar tais barcos e respectivas infraestruturas de uma distância segura.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Olha Dalton, depende quantos barcos eles tiverem, se forem muitos…

Dalton
Dalton
Reply to  Space Jockey
9 meses atrás

Podem ser muitos SJ mas não são ideais para centenas de milhas Mar Arábico adentro.

Bosco
Bosco
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Marcos,
Mas quem faria a designação de alvos OTH?

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Bosco
9 meses atrás

“Mas tem Phalanx CIWS nessa lancha?”

Desculpe-me Bosco, nunguentei!
Forte abraço

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Boa questão, não observei isso…

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

A forma mais simples seria operar em rede, qualquer embarcação poderia designar para todas bem como receber indicações de meios diversos.

Bosco
Bosco
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Marcos, Eu acho que pra função de FAC (embarcação rápida de ataque) eu acho que estamos bem servidos com os helicópteros lançadores do AM-39. No máximo poderíamos ter caças armados com mísseis, além dos P-3. No Atlântico acho que as FACs não são muito apropriadas. São mais indicadas em mares fechados onde muitas vezes um radar no alto de uma montanha cobre uma imensa área do mar. Já se usarmos o conceito de ataque de enxames como o dos iranianos, vale salientar que de caráter completamente “suicida”, atacando dentro do horizonte radar do navios inimigos e não raro a queima… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Correto

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Entendo, Bosco realmente lanchas pequenas realmente sofreram em mar aberto mas seriam mortais em regiões ambicionadas como o delta do Amazonas.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

ai sim….e muito mais……Marajo por exemplo, é um bloqueio natural a qualquer radar de superficie….quem está do lado do Oceano, não enxerga o que esta atras da Ilha….ok como i=uma missileira funciona? Se for em rios idem…mas veja, sabendo disto, ninguem vai aproximar um navio ali pela propria natureza do relevo e TO….

Mas sim, um Ferrari como é a CB90, tem muito papel a desempenhar na guerra de aguas marrons, mas acredito que o melhor e mais indicado seriam morteiros pesados 120 mm…seria a arma ideal para a guerra fluvial…

Top Gun Sea
Top Gun Sea
9 meses atrás

Temos que vibrar muito para que a melhor Marinha da América do Sul que é a do chile compre umas 20 e possa prestar ajuda humanitária na costa brasileira.

Thiago Aiani
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

Ter inveja da armada do chile é complexo grave mesmo, so Jung e Freud para explicar esse transtorno. Não entendo como essas embarcações suecas seriam tão resolutivas em uma missão de ajuda humanitária, nem compreendo
onde a armada deles teria essa capacidade de projeção ou ajuda humanitária superior a MB, ….se a situação por lá continuar do mesmo jeito quem vai precisar de ajuda Humanitária são eles.

Paulo
Paulo
9 meses atrás

Vídeo legal da CB90 no Brasil:

JT8D
JT8D
Reply to  Paulo
9 meses atrás

Show! Equipamentos suecos são robustos e confiáveis

Salim
Salim
Reply to  Paulo
9 meses atrás

Muito legal, giro total eixo manobra, desembarque frontal rápido, estacão arma remota potente, capacidade boa pessoal armado. Para portos e rios parece ser excelente. Quanto a restrição a operação turbina alertado acima, lembro que para operação rios todos os sistemas tem vantagens e desvantagens, quem já náo perdeu hélice ou entortou eixo por pegar toco madeira ou enrosco!?! Uma saída e o aerobarco com hélices aéreas, porem eficiência e inferior e fica muito exposta. Tot neste caso e incoerente, ideal seria somente producão Brasil, porem para compensar investimento teria que ser adquirida qtdade razoável.

Pafúncio
Pafúncio
9 meses atrás

Tem blindagem até que calibre?

JOAO
JOAO
9 meses atrás

Nada melhor que uma brigada anfíbia Amazônica com umas 20 lanchas dessas navegando em patrulha pelos rios da Amazônia. Efetividade e poder de fogo!!! 🇧🇷

Bosco
Bosco
9 meses atrás

A CB90 é o único meio flutuante (ou submarino) de todos os ramos das forças armadas americanas que não é de origem americana e não é fabricado no solo americano.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Ops! Esqueci dos 11 navios de contra-medidas de minas classe Avenger (italianas).

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Que, salvo engano, foram construídos nos EUA.

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Bosco, os “Avengers” são do tipo oceânicos, maiores e não são italianos, você confundiu com os pequenos da classe “Osprey”, estes sim derivados de um modelo italiano dos quais 12 foram construídos nos EUA, todos já descomissionados muitos anos atrás.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Dalton,
Realmente me equivoquei.
Valeu!!

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Bosco, foram fabricadas em solo americano, a responsável é a Safeboat International localizada no Estado de Washington.

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Dalton,
“foram fabricadas em solo americano”
As CB-90?

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
9 meses atrás

Sim Bosco !

Bosco
Bosco
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Dalton,
Valeu 2!

João Bosco
João Bosco
9 meses atrás

Uma boa lancha para operações na Amazônia brasileira…. quem sabe num futuro não muito distante?

Gustavo Couto
Gustavo Couto
9 meses atrás

Seria ideal a Armada Paraguaia, da tristeza vendo o que eles tem. Serve pra vc Armada Argentina, ouviu?

Filipe Prestes
Filipe Prestes
9 meses atrás

Cara bagarai! Fora que acho que deveriamos fortalecer a DGS e fabricar aqui, com desenvolvimento 100% nacional.

Bueno
Bueno
9 meses atrás

E as LPR-40 da Cotecmar que estão sem serviço na MB a mais de 5 anos são inferiores a esta CB90?
o Bom vídeo sobre as LPR Elas

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Bueno
9 meses atrás

O preço dessas LPR40 seria na faixa de quantos mil reais ??

Bueno
Bueno
Reply to  Leonel Testa
9 meses atrás

encontrei o valor de US$ 8 milhões por 4 embarcações /Projeto. LPR40 que o Brasil comprou da Colombia.

Bueno
Bueno
Reply to  Bueno
9 meses atrás

desculpem os erros do corretor LPR-40 que estão em serviço na MB, e no EB.
Alguém tem conhecimento e sabe responder se a
A LPR -40 é inferior em relação a Blindagem , Tamanho e equipamentos?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bueno
9 meses atrás

Eu vi nu site que a LPR é bem blindada e que chamou a atenção sobre os tiros que já levou. Mas vi rápido e parecia até uma menção a lança rojao

Bueno
Bueno
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

O Brasil precisa de lanchas deste porte LPR-40 ou da CB90. Fico intrigado quando vejo os vídeo das operações Agata e os soldados nas lanchas abertas, sem proteção balística. Considerando a o patrimônio a ser protegido , deveria ter no mínimo umas 100 destas LPR-40 ou da CB90. Na realidade nossas FFAA tem necessidades diversas pra defender a riqueza que temos. Vip Gen. Mourão disse que discurso não é suficiente para tem que ter capacidade militar pra defender a Amazônia. A LPR-40 é menor, quantidade de homens embarcados menor, velocidade menor. Mas se o preço atender ótimo. Não tem noticia… Read more »

Renan
Renan
9 meses atrás

Vendo todos os cursos fluvial que temos Realmente alguma coisa semelhante, fábrica e desenvolvida no Brasil com 80 a 90% de nacionalidade, seria muito interessante em quantidades que pode chegar a 1000 unidades. Isso elevaria a capacidade nacional de responder a conflitos, pois em algum momento forças inimigas iram cruzar um rio. Pode ser traficantes, pode ser grupos radicais até mesmo algum invasor. Com um número significativo destes equipamentos ou similares teríamos condições de localizar, deslocar rapidamente tropas, e até mesmo realizar ataques com seus armamentos de operação remota. Acho extremamente importante um meio deste porte e características. Gerará muito… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Renan
9 meses atrás

1000 Unidades…
.
Quanto custaria, entre projetar, comprar, manter e operar toda essa monstruosa quantidade de embarcações e sua estrutura de suporte, incluindo pessoal para equipar 1000 dessas embarcações?
.
E a mais fundamental de todas as perguntas, sabendo que hoje possuímos menos de 10 unidades desse tipo de embarcação: de onde diabos saiu a necessidade por um número de 1000 unidades de embarcações desse tipo?

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
9 meses atrás

É o tal pensamento da escala. Se 1 custa 2 milhões, 1000 custarão? 1000 custarão uma bagatela porque a repetição da linha de produção = economia de escala que gera preço final menor. Só que nunca foi. 1000 somente para operar. Quantos marinheiros embarcam? 12? 12 X 1000 só pra entrar na lancha. Tem combustível, tem logística, tem inventários, tem manutenções, tem problemas, tem atribuição, tem missão, tem comissionamento…tudo X 1000. Do lado de quem fabrica tem que ter capital pra começar a produzir. Capital humano inclusive. E bancos para financiar o giro. E bancos para financiar a folha de… Read more »

india-mike
india-mike
Reply to  Renan
9 meses atrás

1000?
Como disse, essas lanchas não operam sozinhas, precisam estar perto da base ou de uma “nave-mãe”.

3 Lotes de 12 me parece mais do que suficiente…

Esteves
Esteves
Reply to  india-mike
9 meses atrás

Eu não entendo as contas de vocês.

A lancha tem autonomia. Leva gente. Tem armas. Recebe missão. Combater ameaças nas fronteiras de mar e de rios.

Por que 12 ou 15? Como chego na conta da necessidade desse meio? Olho pro orçamento e faço contas de quantas posso pagar e manter? Como comparo com outros meios semelhantes?

10? 20? Qual a régua para medir efetividade de um meio com essas características?

india-mike
india-mike
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Em inglês existe uma expressão muito bonita chamada “educated guess”. Em português popular é um misto de chute com bom senso e um pouco de informação. São lanchas. Para desembarque, operações especiais e controle marítimo. Poderiam ser usadas pelas capitanias dos portos para segurança portuária? Sim, mas não parece razoável a um custo de quase US$3 mi a unidade. (É como o uso do LMV pelo exército: poderia substituir todos os 4×4 do exército? Sim, mas não faz sentido nem vale a pena). Como discutido, seria um uso mais de nicho com 2 aplicações básicas: operações fluviais e desembarque. De… Read more »

Bardini
Bardini
9 meses atrás

Bem servidos estão os argentinos, com suas 04 novas Shaldag MK II, que vieram dentro de um contrato de U$ 49 milhões:
.

.
https://www.israel-shipyards.com/naval-002.asp

Tutu
Reply to  Bardini
9 meses atrás

Pelo menos isso eles estão satisfeitos, porque de resto….

india-mike
india-mike
Reply to  Bardini
9 meses atrás

É uma (ou 2) categoria acima das CB90.

Se a propulsão se adequar ao pantanal seria excelente pra substituir os NPa Piratini do 6°DN…

Bardini
Bardini
Reply to  india-mike
9 meses atrás

Pensando no nosso caso, eu concordo. Até pq não faz sentido se entulhar de CB90 a toa… Precisamos muito mais é de coisa maior que elas, mais completa para patrulha e com alguns dias de operação a disposição, para operar desdobrado.
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Algo na linha dessa Shaldag MKII daria um baita de um substituto para a Classe Piratini, mas seria um investimento caro em se tratando de força fluvial e o histórico da MB.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
9 meses atrás

Uma beleza de barco, mas é tres vezes maior….e tem varias versoes mais pesadas chegando a autonomia de ate 1000 milhas….

é outra categoria….esqueçam que CB90 não é patrulha….é como o Bosco falou…é um barco de assaulto….quando sai, já sai com endereço certo para arrebentar e levar tiro….tal como a LPR-40…

Então tem de ser menor e estar sujeita a estas porradas mesmo…menor e ser mais barata justamente por isto…

Gabriel BR
Gabriel BR
9 meses atrás

Se a DGS desenvolvesse uma embarcação com capacidades similares e feita em polímero de alta densidade, teríamos uma solução competitiva tanto para prover a MB e o EB e ainda exportar.

Esteves
Esteves
9 meses atrás

Deixa eu falar uma coisa…é só exemplo. Eu monto basculantes rodoviários. Compro a chapa, a solda, a articulação, os pistões. Corto e dobro. Monto no caminhão e mando pra pintura. Boto plaquinha e boto pra vender. Se eu montar 1 vendo por 100. Porque fiz as contas de custos e apurei margem bruta. No final de um período (6 meses ou 1 ano) saberei se ficou lucro ou prejuízo. Porque a eficiência e os custos determinarão quanto fica no caixa. Se eu montar 1000 vendo por? Posso comprar um volume maior de chapas e até comprar chapas direto na Acelor.… Read more »

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Desculpe discordar, Esteves, mas Vc ficará desvalorizado e com problemas de armazenagem de materiais por má administração ou por não ter crédito no mercado, contratos podem ser firmados para fornecimento no decorrer de um período é o faturamento pode ocorrer proporcionalmente às entregas.
Ninguém contrata 1000 unidades de um produto elaborado para entrega simultânea, não é pãozinho quente!

Esteves
Esteves
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Sim.

Contrato de 1000. Entrego 100 por ano. Por que assinei contrato de 1000, produzirei e venderei 1000, não significa que fabricar 1000 reduzirá meus custos.

Tem a gestão ou a administração dos processos e do contrato. Tem as falhas e imprevistos. Tem aumento de custos das matérias primas.

Não é pão quente.

Thiago Aiani
9 meses atrás

https://eunavfor.eu/eu-naval-forces-new-force-headquarters-a-profile/
Um navio de assalto anfíbio holandês empregou essas embarcações a partir da doca alagável em uma missão conjunta da UE anti-pirataria no Golfo de Aden . Na época achei um conceito bem legal, fiquei até imaginando umas dessas despejadas à partir de uma Mistral brasileira, subindo a foz do Orinoco ou o Amazonas rsrsrs

Thiago Aiani
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Não entendi Esteves!
Nao defendo o emprego delas como meio de patrulha naval ou fast attack craft. Eu apontei um outro aspecto , ou seja, o fato de ser transportada dentro da doca alagável e funcionar como meio de desembarque e se infiltrar nas várias bacias hidrográficas da America do Sul.

Esteves
Esteves
Reply to  Thiago Aiani
9 meses atrás

Sim.

Mas temos os anfíbios com doca alagável?

Thiago Aiani
Reply to  Esteves
9 meses atrás

O Bahia e talvez em futuro o Makassar.

Bardini
Bardini
Reply to  Thiago Aiani
9 meses atrás

O Atlântico poderia levar 04 delas, ou fazer um mix com as embarcações atuais…
.
Mas se não for no Atlântico, poderia sim ir no Navio Doca. Essa embarcação é utilizada em vários treinamentos de desembarque anfíbio.
.
Até os americanos certificaram as suas CB90 para operar dentro da doca e etc…
https://www.flickr.com/photos/usnavy/5804755275/in/photostream/
.
Aliás, só pra não perder o costume de citar o navio perfeito para a MB: comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
9 meses atrás

Muito bom…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Thiago Aiani
9 meses atrás

Sim, como não são muito grandes, elas podem ser transportadas em docas e inclusive são utilizadas tambem assim afinal, são barcos de assalto….

O pessoal critica o Makassar, mas imagine agora um Makassar com duas destas na doca….mais os helis tanto pequenos ou pesados que pode transportar…ele pode assim, exercer como um Mini CAM, ou Navio de Controle de Area de Aguas marrons ( fluviais) inclusive…

Arariboia
Arariboia
9 meses atrás

Vamos de algo como a Kalashnikov BK-16

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Arariboia
9 meses atrás

Me corrijam se estiver errado, mas essa é a cópia russa da CB90 pois seu projeto data de 2014 enquanto a sueca é da década de 1990.

Thiago Aiani
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

ao que parece a CB90 virou referência, fez escola ao redor do globo, até a marinha tailandês tem uma própria versão . Mas essa versão russa ta muito bacana, ficou show De bola !

Foxtrot
Foxtrot
9 meses atrás

Na penúltima LAAD, quando se apresentou a DGS-888 Raptor, havia boatos que a DGS lançaria nessa LAAD uma versão própria com as características da CB-90. Também há uma cooperação entre uma empresa nacional e essa empresa fabricante da CB-90 para fabricação local com transferência de tecnologia. Ao que parece só não operamos esse equipamento ainda porque não houve interesse de nossos militares. Estava assistindo no Discovery Chanel um programa denominado “Guerreiro de Selva”. Meu deus ! Sei que serei massacrado aqui, mas na rela, a única ameaça a uma força estrangeira na Amazônia são os mosquitos e suas doenças, pois… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
9 meses atrás

O bom da CB-90 é que ela pode ser usada tanto em operações oceanicas quanto ribeirinhas.

Não sei se a LPR-40 tem um casco que possa navegar bem no mar.

Mas imaginem um Makassar trabalhando como nave mãe, seja em Patrulha Oceanica ou ribeirinha…

Conseguir enquadrar-se em mais de um tipo de TO vale muito, pois cada recurso pode estar num lugar diferente e quando um dia for necessario, ser reunido e operar assim.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

carvalho2008
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9 meses atrás
carvalho2008
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9 meses atrás
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9 meses atrás

india-mike
india-mike
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

No oceano acho interessante, mas como nave mãe fluvial não tenho certeza se a Doca é a melhor solução. Penso que a princípio a lancha poderia até ser rebocada ou levada na popa como fazemos com as LAR que operam dos NPaFlu (claro q numa escala maior)

Esse morteiro Patria Nemo está sendo demonstrado na lancha finlandesa Jurmo, que é concorrente da CB90. Mas realmente é o mesmo conceito. https://en.m.wikipedia.org/wiki/Jurmo-class_landing_craft

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
9 meses atrás

os EUA fizeram experiencias iniciais no Vietna na guerra de aguas marrons…

No Brasil, poderia ser interesante.

Mas lembrar que a nave mãe na guerra fluvial nunca engaja direto.

Quem engaja é a tropa e as lanchas e helis que dele se desdobram. O papel dele é prover a base movel.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  india-mike
9 meses atrás

E sobre a doca eu tambem concordo…parece ser algo meio burocratico de operar, lento e complexo.

Uns 12 anos atras, fiz um desenho conceito de um barco assim na qual as lanchas eram rebocadas como voce falou, mas dentro de uma baia na popa.

O casco inferior do barco, quase uma barcaça era chato 2/3 a frente, mas catamarã no terço final. Assim, as lanchas iam cobertas e protegidas ate com uma comporta. Teria apenas de pensar num metodo de amarração e contenção para eventuais caturros.

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

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carvalho2008
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9 meses atrás

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carvalho2008
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9 meses atrás

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carvalho2008
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9 meses atrás

carvalho2008
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9 meses atrás

carvalho2008
carvalho2008
9 meses atrás

Para quem admira a CB-90 como potencial uso de missileira, esqueçam em nosso oceano aberto.

ela seria vista de longe.

Mas ago assim já seria viavel….parece com o pequeno ssk que as veses posto para operações NSFS….na realidade, potencial igual…

vejam o desenho:

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

vejam o video da empresa

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

A proposta é desta empresa…se a gente fala e ninguem ouve…algum dia surge alguem e faz virar realidade…

https://dknavaltech.com/seekrieger/

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Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

É só lição de casa…

Se lancha missileira pode ser vista em mar aberto, essa mergulha?

Qual o potencial de dano de um meio desse, caso ultrapasse as defesas inimigas, contra um navio de 4 mil toneladas?

Um coisa é a lancha desembarcar de um Makassar rumo ao litoral. Outra coisa é ser usada como resposta.

Acho.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

O dano seria enorme, e resolve o problema da missileira em mar aberto ser vista Ela chega rapidona área de combate, submerge e ataca, depois foge e pica a mula rápido Tenho feito desenhos deste conceito e fiquei surpreso anos depois quando vi esta empresa com a mesma proposta tentando virar negócio Em um primeiro momento, as pessoas não entendem, mas mesmo algo assim com autonomia pequena seria arrasador. Isto combinado com as armas miniaturizadas e de precisão como morteiros de munição guiada, Glsdbs de 120 km de alcance, torpedos, seriam um inferno na guerra litoranea Aparentemente, um equipamento de… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Lá vem coisa barata. Tudo que vocês postam é barato.

GLDB é disparado de containers? Para essa lancha seria um GLDB ainda menor…de quantos kg?

Dano enorme. Essa lancha que mergulha sai da costa. Vai enfrentar as ameaças…navios de 4, 15 mil toneladas…parece um golfinho…vai disparar uma arma miniatura contra qual meio?

Mestre,

Que coisa doida.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Vários cenarios nunca imaginados nas doutrinas de qualquer marinha do mundo. é isto o que o rapido avanço da tecnologia faz. Vamos manter no contexto barato Pé de boi, apenas para ilustrar o tamanho do impacto. 1 Missil Anti Superficie/Terra ( Tomahawk/Exocet) -> media 800 kg por unidade e custo ~de US$ 1 milhão ou mais. 1 GLSDB de 125 KG – custo de US$ 60 mil a US$ 100 mil, com alcance entre 70 km a 120 km. Veja um modulo pequeno (obvio que não adaptado ao barco), o espaço e tamanho ridiculo dele…sua origem é a junção de… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

veja que ela é lançada por tubos 160 mm…com 1mX1,5M voce aloca 6 deles. Quantos modulos podem ser embarcados ? Uma quantidade enorme de saturação, refletindo no mar, o que um ataque de saturação ocorre em terra.

e porque não feito antes? porque não havia munição inteligente miniaturizada antes.comment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Em conjunção a necessidade que havia de miniaturizar, havia o problema de alcance ( munição planadora resolveu) e de como se aproximar de forma invisivel….um veiculo submersivel de baixo custo é a solução. Não é um complexo ssk para mergulhar profundo, é um veiculo de velocidade alta na superficie e Lenta submerso…

De quebra, alem deste arsenal, pode tranquilamente levar 2 ou 4 tubos de torpedos pesados não recarregaveis para outros alvos de oportunidade.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Assista com atenção este vídeo e veja como varios problemas foram resolvidos para os dias de hoje, bastando conjuga-los, unir os recursos ja existentes de baixo custo.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Não consigo medir o dano. Não parece muito.

Penso que funciona mais como arma surpresa tipo bate e corre do que como arma de saturação. Psicológico. Chuva de bombas.

Ou em ataques anfíbios. Nesse caso, perto da costa seria com o EB e com o Astros…atacando ribeirinhos e ilhas.

Mas um evolução carregados em lanchas embarcadas naqueles catamarãs…elas seriam reabastecidas? Aquela rampa que vc fez…as lanchas entram para serem recarregadas?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

O inimigo enxergara o Astros….

O Astros esteve entre os alvos principais no Iraque pelas forças de Coalizão ….sabiam do enorme estrago que ele poderia realizar então, foi marcado entre os alvos estratégicos preferenciais das primeiras horas …

Alem de que o Astros não pode navegar e ir alem mar…o submersivel pode e ainda conta com seu arsenal proprio de submarino com torpedos…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Acho que sim,

Você postou PDFs…eram navios mercantes carregados com containers…containers carregados com GLDB…esses mercantes ou derivados de cascos mercantes poderiam embarcar essas lanchas…seriam bases navais não fixas.

O que está mudando nos navios de guerra atuais?
Propulsão nem tanto. Os híbridos chegarão lentamente.
Sistemas e vigilância evoluindo.

Mísseis. Isso sim está evoluindo rápido.

Acho. Mas não imagino barato.

Esse conceito de bater e correr…isso não é lá doutrina de gente árabe que não dispõe de navios full?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Os sistemas de armas como um todo evoluem rapido demais e como tal, cascos de convenção antiga não conseguem aproveita-los. Percebe-se um esforço hercúleo ou a pura desistência de intenção em aproveitar: a) Drones, UAV, UCAV, não tem onde instalar e operar; b) Misseis conteiráveis, não tem onde instalar; c) Critérios de invisibilidade, depois de feito, não tem como alterar. Independente da miniaturização, depois do casco feito, não conseguem implementar. Quando estas capacidades surgem, a forma como elas podem se conjugar quebram os requisitos, os treinamentos, as doutrinas sobre como atuar para cada ameaça. Como ela não existe, as forças… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Quebram as doutrinas do inimigo e quebram as doutrinas do lado de cá. O que entendo como Marinha de Guerra, que leio aqui, não cabe nada disso. Os navios não podem ser adaptados. Ok Não há como instalar e operar conceitos novos em cascos antigos. Ok Os sistemas não foram projetados para essa modalidade de guerra. Ok Não dá pra instalar containers em navios que não foram montados e doutrinados para operarem containeravelmente. Ok Então…pra que serve tudo isso se tudo isso representa um tipo de guerra que sequer…sequer…pensei. Até chegar na doutrina passaram décadas. Então…é uma guerra para marinhas… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Não, é uma oportunidade as Forças Brasileiras.

Se reinventarem com projetos simples porem efetivos com otimo custo beneficio.

Acredite que seria mais facil ao EB e Industria nacional, do que aos EUA. Lá, os contratos de novos equipamentos já ocupam anos e anos de compromisso industrial, caros, complexos e de longo prazo. Dificil alguem chegar lá falar: – Ei pessoal! estamos no caminho errado, podemos construir o Godzilla, mas as coisas andam tão rapido que alguem conseguira comprar um espinho do bazar da esquina para furar o pé dele….

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Veja como funcionou a estratégia americana por decadas. Diante da iminência da guerra total, os EUA valeram-se de uma estratégia baseada dentre diversas outras, de exaurir pela competitividade economica, a capacidade russa de lhe fazer frente. Fazer o melhor modelo, carissimo nuca foi uma novidade. Os alemães fizerem isto na WWII, mas esta estratégia fracassou porque sua economia e capacidade industrial estava exaurida. Podiam construir quantos Panzers fossem, mas o simples e economico Sherman americano surgia aos milhares um após o outro destruido. Mas com os americanos esta formula de fazer o cara e melhor funcionou bem, porque eles tinham… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Pois é.

Margem menor. Preços menores…pode ser. Se o faturamento subir por volume.

Margem menor…não há humano pra botar a mão nisso.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

O que precisa evoluir é o pensamento.

No seriado Marte um dos módulos de subsistência na colônia enfrenta um ataque bacteriano. Pessoas começam a morrer.

Antibióticos de 7a.geracao não funcionam.

Era somente uma bactéria primitiva que respondia (morria) ao ser tratada (atacada) com a primeira versão da penicilina.

Simples. A colônia não estava preparada para tratar coisas simples.

Uma bactéria que podia morrer com uma chinelada destruindo investimentos de bilhões.

Pensamento.

Space jockey
Space jockey
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Será que plataformas remotamente operadas poderiam ter algum emprego militar dissuasivo ? Tipo com um radar remotamente operado assim como seus mísseis ? Ilhas artificiais são muito caras ?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Space jockey
9 meses atrás

Neste sentido de plataformas operadas remotamente, inicia-se um universo abrangente.

Drones submarinos (UUVs) começam a ser projetados e propostos no mercado.

Minas navais remotas ou torpedos autonomos que ficam no leito submarino aguardando comando de ataque ao adversario

Veja esta empresa Turca que afirma poder montar algumas minas remotas no formato de arraias. Qualquer hora, entra em operação coisas do genero.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás
Space Jockey
Space Jockey
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Eu tenho a impressão de que estas doutrinas inovadoras e altamente focadas em meios remotamente operados favorecem quem esteja operando em caráter defensivo, quem precisa conquistar terras distantes necessita meios tradicionais.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Space Jockey
9 meses atrás

Sim, concordo

Mas é aí que está a beleza da coisa

De alguma forma, de alguma maneira, assemelha-se cada vez mais que cada dólar investimento para se defender, teria um custo beneficio muito maior que o dólar para atacar.

É aí que estas tecnologias acabam atuando cada vez mais adaptadas a dissuasão.

Como não se enxerga qualquer necessidade do Brasil projetar poder para dilatar seus interesses econômicos nos próximos 50 anos (pois todos os nossos recursos necessários estão aqui mesmo), estes conceitos sempre cabem como uma luva

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Veja Mestre Esteves, Por partes: a) SDBs ( Small Diameter Bomb) são bombas planadores de 125 kg…pequenas sim, mas uma senhora carga de dado….uma bala 76 mm tem carga de uns 7 kg para voce ter ideia… b) GLSDB é o resultado de incorporar esta bomba planadora inteligente na ponta de um foguete 160 mm, alcance entra 70 km a 120 km e capacidade de atingir alvos moveis em sua ultima versão. c) custo ridiculo na categoria aprox. US$ 80 mil… A missão primaria deste equipamento seria o bombardeio furtivo. Pode avançar e ser a primeira leva de um ataque… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Eu vejo.

E acho que isso tudo para um cenário ou um TO totalmente hostilizados. Guerra.

Aqui vejo discussões se devemos ser GC de Guerra, Marinha de Águas Azuis, Marinha Litorânea, Gente Boa, Amigos sem Inimigos ou deixa pra diplomacia.

Enquanto isso vamos tentando assinar contrato com o alemão porquê o alemão faz navio bom.

Como sempre fizemos.

carvalho2008
carvalho2008
9 meses atrás

Por mais incrível que pareça, uma LSMR ( LSM adaptada) era reconhecida como tendo um poder de fogo superior a um encouraçado Iowa. Mas havia limitações obvias comparadas:

a) Foguetes com apenas 5 km de alcance;
b) O controle aereo já tinha de estar conquistado pois o navio tinha de chegar muito perto.

Pois então….alcance não é mais problema, nem precisão, nem a discrição se voce empregar um submersivel.

carvalho2008
carvalho2008
9 meses atrás

A melhor arma que acho para uma lancha de assalto ribeirinha é , além da .50, um morteiro pesado 120 mm. Porque? Porque a mata das margens é fechada e o tiro direto não é o ideal. Para a maioria dos tiros diretos a .50 dá a conta e muito bem naquilo que está mais a margem, mas depois é só tronco e obstaculos. Então, é muito melhor um barco com a tropa se aproximar do local, desembarcar o pessoal para o combate , daí se afastar para não ser alvejada por rojões e sentar o dedo via morteiro abrindo… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
9 meses atrás

Precisa arrumar uma guerra pra esse moço. Urgente.

Mauricio R.
9 meses atrás

Outras opções:

Mark V SOC,
Mark VI PB