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Submarino Riachuelo fará teste de imersão estática

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O submarino Riachuelo, primeiro das quatro unidades de propulsão diesel-elétrica em construção no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (PROSUB), será submetido, no próximo dia 21/11, ao teste de Imersão Estática, procedimento decisivo na avaliação de sua estabilidade no mar.

O teste, a ser realizado em área marítima próxima ao Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, litoral Sul do estado do Rio de Janeiro, é o primeiro de uma série de avaliações que precederão a entrega definitiva do Riachuelo ao Setor Operativo – Comando da Força de Submarinos, prevista para o segundo semestre de 2020.

A imersão estática do “Riachuelo” consiste na admissão controlada da água nos tanques delastro do submarino, até a sua imersão completa, sem utilizar sua propulsão. Desse modo, é possível aferir não apenas a estanqueidade e estabilidade do submarino quando mergulhado, mas também coletar dados sobre o volume de água que foi admitido nos tanques internos, essenciais para o conhecimento do seu deslocamento total.

Os testes em ambiente operacional do “Riachuelo” representam mais um passo importante no cronograma do PROSUB, um programa alinhado à Estratégia Nacional de Defesa. Além de contribuir para o fortalecimento do Poder Naval brasileiro, o PROSUB prioriza a aquisição de componentes fabricados no País, estimulando o crescimento do parque industrial nacional, e atesta a elevada capacidade tecnológica absorvida pela Marinha do Brasil e pela Itaguaí Construções Navais (ICN) na construção de navios de alta complexidade.

O Brasil está construindo atualmente quatro submarinos S-BR dentro do Programa Prosub
O Programa Prosub constrói 4 submarinos convencionais S-BR, baseados na classe Scorpène

FONTE: Marinha do Brasil

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Ozawa
Ozawa
7 meses atrás

Em síntese: é uma imersão estática para o Riachuelo, e uma emersão dinâmica para a Marinha …

Chales Dickens
Chales Dickens
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

Vamos lá! Em se tratando de Brasil, é melhor mesmo e mais seguro testar se o submarino submerge de verdade.

Fernando Vieira
Reply to  Chales Dickens
7 meses atrás

Submergir eu tenho certeza que ele vai. Torço para que ele consiga emergir de novo depois.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Fernando Vieira
7 meses atrás

Isso mesmo. E não colocar gente lá dentro. Melhor colocar uns gatos, macacos e cachorros como cobaias., porque se alguma coisa der errado …

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Charles Dickens
7 meses atrás

Isso, e antes tem que ensinar os gatos, macacos e cachorros a operar todos os comandos que fazem o submarino imergir e emergir…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Olá Martini. A cadelinha Laika, primeiro mamífero enviado ao espaço, morreu poucas horas depois de entrar em orbita devido stress devido o pavor. Acho os bichinhos teriam uma grande dificuldade de manter o foco nos comandos em situações normais e seria impossível em situação de emergência. Quem assistiu Das Boat deve lembrar o tipo de stress de uma tripulação em uma situação de emergência. Se é difícil para gente treinada, imagine para gatos, cachorros e macacos.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Mas a Laika não morreu!!!!

Elint Meteor
Elint Meteor
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

A Laika?
Mataram a Laika?
Não !!!
Nããããããããoooooo !!!
ca-na-lhas !!!

Torama
Torama
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Eu tinha a informação que ela morreu devido a uma falha no isolamento térmico da cápsula, levando-a a óbito por hipertermia…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Torama
7 meses atrás

A Laika não morreu.

Pulou de paraquedas com seu traje e capacete e se juntou a uma simpática garota numa noite de luar. Eu vi, tem vídeo. Está na Internet, então só pode ser verdade.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Fernando Vieira
7 meses atrás

Kkkkkkkkkkkkkk

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Fernando Vieira
7 meses atrás

Tem mais é que descartar essa lataria francesa e recuperar os Oberon. Produto inglês é muito melhor.

sagaz
sagaz
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

Mais uma sequência de de comentários infelizes e que tentam diminuir a grandeza das pessoas que fazem, mas é o de praxe de quem nada faz, apenas limita-se a reclamar ou desmerecer a conquista dos outros. Quais são os padrões de teste de todos os submarinos? Testar não diminui nenhum projeto.

Rodrigo
Reply to  sagaz
7 meses atrás

Não dá ibope não Sagaz, deixa o gado pastar.
Quanto ao teste, tomara que ocorra tudo como planejado e que venha os próximos.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  sagaz
7 meses atrás

Testar é obrigatório pra avaliar se o construído cumpre o especificado. Mas esticar conversa tem seu charme.

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
7 meses atrás

Boa notícia! Que ocorra tudo bem, dentro dos padrões!

AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

Quantas emersões esse submarino necessitaria realizar para chegar a China(sem ideologismos) para realização de exercícios conjuntos, tudo isso em cenários ficcionais?

JT8D
JT8D
Reply to  AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

Exercícios conjuntos com quem?

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Ali no Mar da China.

JT8D
JT8D
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Pois é, nós mal temos capacidade de patrulhar nossas águas territoriais, o que iríamos cheirar no Mar da China?

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Se os americanos vão à Lua em foguetes…por que não podemos ir à China submersos?

Camargoer
Camargoer
Reply to  AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

Olá Amanda. Imagino que uma vez que o submarino seja considerado operacional, ele poderá participar de exercícios com qualquer marinha, tanto aquelas com quem a MB já mantem colaboração quanto com aquelas que sem histórico de exercícios conjuntos. Considerando os testes, adestramento da tripulação, etc… acho que o S40 estará pronto até para guerra em uns 2 anos.

Enes
Enes
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Camargoer, creio que um ano sera suficiente.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Enes
7 meses atrás

Olá. Entre um ano e dois. Que tal?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

Amanda, A distância marítima entre a base de Itaguaí e a China (genericamente, pois não sei que Porto / base na China esta possibilidade que você levantou ocorreria) é de cerca de 11.000 milhas náuticas. Isso está dentro do alcance de 13.000 milhas náuticas do S-BR com uso de snorkel. https://www.naval.com.br/blog/2018/06/20/prosub-comparativo-tupi-s-br-e-sn-br/ Então é provável que esse hipotético deslocamento fosse feito a maior parte em imersão e não com o submarino emerso (pois os submarinos modernos têm menor atrasto hidrodinâmico submersos do que na superfície), em cota periscópica com o snorkel levantado para alimentar de ar os motores diesel. Eventualmente o… Read more »

Marcos10
Marcos10
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Volta a pergunta da moça, que ninguém respondeu: quantas milhas o submarino faria submerso para então subir a cota de periscópio e recarregar as baterias.

JT8D
JT8D
Reply to  Marcos10
7 meses atrás

Eu desconfio que essa informação é sigilosa, da mesma forma que o alcance dos radares dos caças

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcos10
7 meses atrás

Se ele ficar abaixo da cota periscópica seriam 400 milhas náuticas (a 4 nós) até voltar a essa cota pra estender o snorkel e recarregar, está na tabela que postei.

Mas a pergunta, até onde consegui entender, foi num contexto de traslado em tempo de paz. Não vejo sentido algum em fazer esse traslado de 11.000 milhas náuticas a 4 nós, levando mais do que o dobro do tempo, desgastando mais as baterias, fazendo umas 30 recargas no caminho etc, do que esnorqueando a 11 nós.

Dario
Dario
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Fernando, a questão não é menor arrasto hidrodinâmico mas maior eficiência hidrodinâmica nos submarinos modernos. O arrasto submerso, na verdade, é maior que emerso.
Esta questão da maior eficiência submersa se deve a diversos fatores, em especial ao desenho do casco e posicionamento do hélice no eixo longitudinal.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dario
7 meses atrás

Valeu, Dario, acho que vc explicou bem melhor.

Dario
Dario
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Foi apenas um comentário menor, sua explicação foi bastante completa, principalmente numa questão que foge a muitos de nós leigos quanto ao modo de navegação por longa distância de um submarino moderno. Muitos pensam em submarinos modernos como barcos de mergulho da Segunda Guerra que passam quase o tempo todo na superfície.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Dario
7 meses atrás

OK, Dario, o ‘arrasto’ (associado com a resistência viscosa friccional e de forma) é menor quando emerso (a área molhada é menor), mas então a resistência por produção de ondas (transversais e divergentes) se torna predominante (a proa do sub produz onda enorme…) e, pra uma mesma velocidade, a potência propulsiva emersa é maior que a submersa. De fato, na profundidade de snorkel ou periscópio o sub ainda vai dissipar algo da sua energia propulsiva em perturbações superficiais da água.

Demetrius
Demetrius
Reply to  AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

O deMartini respondeu,sim!

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  AMANDA EVELYN PEREIRA DA SILVA
7 meses atrás

boa pergunta

GFC_RJ
GFC_RJ
7 meses atrás

Que ocorra tudo bem! Sorte a todos!

Roosevelt
Roosevelt
7 meses atrás

Gente, esse teste é feito na plataforma do elevador de navios? Desculpem, é que imagino se houver algum problema na estanqueidade seria mais fácil recuperar a embarcação.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Roosevelt
7 meses atrás

Não, é feito no mar. Meios de salvamento ficam de sobreaviso. Não é teste de estanqueidade, são provas para atestar o equilíbrio e outros parâmetros quando imerso.

Roosevelt
Roosevelt
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Valeu Nunão.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Desculpe Nunão, mas no texto da MB consta: ‘Desse modo, é possível aferir não apenas a estanqueidade e estabilidade do submarino quando mergulhado, mas também coletar dados sobre o volume de água que foi admitido nos tanques internos, essenciais para o conhecimento do seu deslocamento total’ ou seja é também um teste de estanqueidade. Nesse mesmo trecho tem uma 2ª parte que me chamou a atenção e que eu já iria questionar vcs que entendem do assunto: conhecer o seu deslocamento total. Uma vez que as dimensões são seguidas à risca do projeto, imagino que a variável acabe sendo o… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  LucianoSR71
7 meses atrás

“Ou seja é também um teste de estanqueidade”

Verdade. Faltou a palavra “só” (de estanqueidade) no meu comentário.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

E quanto aos meus questionamentos referentes ao deslocamento total, poderia me dar algum esclarecimento?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  LucianoSR71
7 meses atrás

Não se faz içamento de submarinos, até onde sei, e não sei se o elevador de navios (imagino que vc tenha se referido a esse equipamento) tem serventia para servir de balança (mesmo porque a Marinha já testou muitos submarinos antes de ter um elevador de navios numa base, ainda que tivesse um dique flutuante). Deslocamento é fruto de cálculos, usando fórmulas, nas quais se pode comparar números do projeto com os dados obtidos nas aferições no mar, da quantidade de água acrescentada aos tanques de lastro para imergir, expelida dos tanques para emergir, reserva de flutuabilidade etc. No caso… Read more »

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Deixando claro usei içamento no sentido de levantar, elevar. Na indústria se utiliza em determinadas situações células de carga c/ capacidade de centenas de toneladas, distribuindo-se o peso em vários pontos se consegue medir o peso de um equipamento de milhares de toneladas, então minha curiosidade é se é feito algo do tipo antes de colocar o submarino na água, lembro do caso do S-80 espanhol que ficou mais pesado por um erro de cálculo causado por um ponto decimal errado ( não sei se acredito nessa versão ).

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Vc sabe que não quis lhe criticar, só colaborar.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  LucianoSR71
7 meses atrás

De fato, colaboraste.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
7 meses atrás

Acho que vale a pena lembrar que o Riachuelo é uma versão alongada do Scorpene. Portanto, nunca foi testada. Por isso, penso que estes testes sejam mais importantes para confirmar se os parâmetros do novo projeto (alongado) foram atingidos.

carvalho2008
carvalho2008
7 meses atrás

Este teste de imersão é sempre critico para submarinos.

Houve um incidente creio que foi da classe scorpene mesmo, em que o dito cujo perdeu o equilibrio e ficou de ponta cabeça…..imagina a bagunça que fica dentro com o tripulante tentando corrigir de ponta cabeça….

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Em qual país ?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

a Espanha fez uma versão dele que afundava mas não subia kkkkkkkk

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Carlos Campos
7 meses atrás

égua…

Kwong
7 meses atrás

Mas o deslocamento imerso corresponderia ao volume do próprio submarino. Não se conhece o volume do submarino? E o peso do submarino será o mesmo do volume de água deslocado menos a água introduzida. Podem corrigir se não for isso.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Kwong
7 meses atrás

Kwong, entendo que tem a questão da “reserva de flutuabilidade” que o Nunão citou, imagino que seja a capacidade de carga da embarcação mantendo sua capacidade de navegar, submergir e emergir.

Kwong
Reply to  Marcos R.
7 meses atrás

Bom dia Marcos. É que o artigo cita em determinar o volume de água necessária para submergir. Se eu tenho o peso do submarino sem o lastro e conheço o seu volume. O volume de água introduzida seria aquela que fizesse igualar o peso total da embarcação com o peso da água que ele deslocasse.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Kwong
7 meses atrás

“o artigo cita em determinar o volume de água necessária para submergir”

Esse volume já se sabe, já foi calculado, faz parte do projeto. O que vai acontecer agora é que esse volume será aferido numa prova real, ou seja, vão verificar na prática se os cálculos estão certos, analisar o equilíbrio do submarino na imersão, emersão etc.

Kwong
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Ok. Obrigado.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Não sei se nosso Scorpene é diferentão, mas pra submergir é só operar os tanques de lastro principais (tanques flexíveis pois não precisam suportar pressão de submersão profunda) mas pra controlar a profundidade tem que lançar mão do tanque de controle de profundidade (esse rígido por precisar expulsar água em grande pressão). Ademais existem tanques de controle do ‘trim’ (nivelamento), à vante e a ré, pra compensar diferenças de carregamento interno. Esses tanques também vão ser testados?

Sérgio Nikitenko
7 meses atrás

Mais um passo importante. Convém não descuidar de qualquer detalhe. Uma Nave de suma importância para o nosso país.

nonato
nonato
7 meses atrás

Em dezembro de 2018, ele foi lançado?
Parece que foi mais para Temer “inaugurar”.
O que foi feito nesses doze meses?
Aparentemente, nada?
Os testes só vão começar agora?
Pensei que já estava próximo de ser entregue.
Interessante, que não existem protótipos de navios e submarinos.
Sai da prancheta para o estaleiro e “tem” que dar certo.
Complicado é que mexer depois de pronto é mais difícil.

Dalton
Dalton
Reply to  nonato
7 meses atrás

Nonato, “lançar” basicamente significa o fim da construção no “seco”, liberando o espaço para outra unidade, mas, a construção continua no “molhado” com a unidade atracada a um pier e o término da construção pode variar conforme os recursos, financeiro e pessoal sejam alocados. . Mês passado o Poder Naval noticiou a entrega do mais novo submarino da classe “Virginia”, após uma cerimônia simples, o “Delaware” que foi lançado em dezembro de 2018, mas, o comissionamento, que envolverá uma cerimônia muito maior quando ele poderá usar o prefixo USS, só ocorrerá em abril do ano que vem e até lá… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Dalton
7 meses atrás

“ Nonato, “lançar” basicamente significa o fim da construção no “seco”, liberando o espaço para outra unidade, mas, a construção continua no “molhado” com a unidade atracada a um pier e o término da construção pode variar conforme os recursos, financeiro e pessoal sejam alocados.” Bem resumido, Dalton. Acrescento apenas que nesse período de continuidade “no molhado”, ou seja, no cais de atração, ainda pode ocorrer uma ou outra ida para o dique seco, com o objetivo de inspecionar o casco, instalar e ajustar lemes, hélices, válvulas etc. E nisso tudo há também variações conforme os métodos e cronogramas de… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
7 meses atrás

Tem coisa errada ai. Aprendi nas aulas de português, que submersão e quando algo esta submerso, abaixo de algo, no caso água e imersão e o contrário.
No texto parece que inverteram as ordens das coisas e geral não se atentou.

Dalton
Dalton
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
7 meses atrás

Submersão é o mesmo que imersão com “i”. O contrário é emersão com “e”,
então imergir é mergulhar e emergir é atingir a superfície.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Dalton
7 meses atrás

Uma besta que emergiu do mar e tinha sete cabeças e sete chifres !

Enes
Enes
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Atentem para esse testo citado pelo Space Jockey, porque estamos nos tempos finais. Apocalipse segundo São João.

Foxtrot
Foxtrot
7 meses atrás

Excelente notícia.
Mas acho que a MB já deveria está solicitando mais 5 unidades do SBR e 1 unidade no SNB, ou 5 unidades do SMB-10 (projeto nacional baseado nos conhecimentos da construção dos Tupis).
Ou no caso o SMB-10 MK2 ( Projeto nacional dos SBR com modificações nacionais).

Camargoer
Camargoer
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Olá Foxtrot. Acho que não faz sentido. O custo de um SNB é entre 3 ou 4 SBR. A frota de SBR é para substituir os Tupis que estão chegando ao fim dco seu ciclo de vida (se não fossem os Scorpenes, seriam 4 IKL). A MB praticamente manterá a frota de 5 convencionais nos próximos 15 anos (5 SBR e o Tikuna). Após os Scorpentes, a MB irá produzr o SN10 (primeiro submarino nuclear). Para mim só faz sentido contratar o SN11 logo em seguida. O desempenho de um SN deve ser superior ao de um grupo de SBR.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Concordo em partes caro Camargoer.
Realmente a contratação de mais um SN sem o outro está testado d concluído não faz sentido.
Mas a aquisição ou contratação imediata de mais umas quatro unidades ou do SBR ou do SMB-10MK-2 ( se não me engano era a sigla dado ao projeto nacional de submarino convencional baseado nos Tupis) seria de suma importância para manter e ampliar os conhecimentos adquiridos no SBR e a qualificação profissional e técnica de Itaguaí.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Olá Fox. Acho que os IKL ficaram para trás na MB. Se houver necessidade de submarinos convencionais adicionais (mas isso ocorreria apenas pelo fracasso ou cancelamento do SN10) serão outros Scorpenes similares aos atuais ou com um projeto revisado, mas ainda seriam 99% Scorpenes. Os Tupis serão cedidos para outras marinhas ou aposentados pela MB em algum momento. São versões 209 modernizados, mas defasados em relação ao 212 e 214. seria um retrocesso para a MB retomar esse projeto. A MB tem duas opções.. Uma será avançar nos submarinos nucleares para no futuro, daqui 40anos, ter uma frota apenas de… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Isso se chama planejamento de leite não prazo.
Coisa inexistente no Brasil e suas instruções, incluindo as militares até hoje.

JT8D
JT8D
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Planejamento é simplificar a manutenção e a logística, através da padronização dos meios. Submarino não é pastel, que você pode pedir dois de carne, um de queijo e três de palmito

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  JT8D
7 meses atrás

CaroJT8D,se você vê planejamento apenas nas áreas descritas por você, percebe-se que não sabe nada do assunto.
Planejamento vai além disso e envolve áreas como finanças, logística, manutenção, tomada de decisão etc.
Olhando por sua ótica limitada sobre planejamento, realmente não se atinge uma plenitude desejada em qualquer área, incluindo a de submarinos.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
7 meses atrás

Acho que SubNuclear somente deveria existir dentro e complementando uma massa critica de uns 9 a 11 SSK´s convencionais….

Ou melhor….uns 5 SSK´s para cada SubNuke…assim, seriam uns 15 costeiros para 5 grandes caçadores Nucleares.

Os costeiros poderiam até ser menores, mas nesta disposição ai sim voce conseguiria manter uma Forsub de respeito e com boa quantidade em operação.

Daria uns 3 SubNuke Operacionais + 10 SSK´s operacionais enquanto os outros encontram-se em manutenção ou revisão….

Tem muito chão ainda…e sonhos a se materializarem…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Pra esse sonho teu precisa da Jeannie é um Gênio.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Caro Esteves, pelo contrário.
Basta planejar melhor as dotações orçamentárias e diminuir gastos com altos salários e regalias, pensões, reverter os gastos com folha de pagamentos e reverter para aquisições e manutenções, fazer uma “poupança” estratégica para não depender apenas do orçamento para defesa, cancelar concursos, contratos estravagantes com as empresas multi internacionais (como o projeto Meko gambiarradas /CCT) e voltar para navios funcionais, básicos porém bem armados e adequados a nossa realidade etc.
Dessa forma não precisamos da Jeannie um gênio, a não ser para enfiar ensinamentos na cabeça desse oficialato arraigados com mas práticas de administração do passado.

JT8D
JT8D
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Como assim “poupança estratégica”? Você não tem noção de como é administrado um órgão público. Não tem como fazer poupança, porque órgão público não ganha mesada Todas as verbas já vem com destinação definida.
Filho, nota-se que você é muito interessado por questões de defesa, mas aceite meu conselho, procure se informar melhor antes de comentar

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Caro Carvalho , pegou a síntese do eu quis expressar aqui!

Oséias
Oséias
7 meses atrás

Vai alguém dentro dele na imersão estática ou é utilizado algum controle externo?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Oséias
7 meses atrás

Provas são feitas com a tripulação, Oséias.

smichtt
smichtt
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

E qual seria a profundidade (aproximada) do teste de imersão? Iria até o máximo recomendado pelo fabricante já neste teste?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  smichtt
7 meses atrás

Não no primeiro teste. Até onde sei essa primeira prova é feita em local de profundidade moderada, de algumas dezenas de metros.

Provas de mar são feitas em fases, gradativamente mais complexas.

smichtt
smichtt
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Grazie mille.

india-mike
india-mike
Reply to  smichtt
7 meses atrás

Segundo matéria aqui mesmo do PN, seria de cerca de 20m. “ Inicialmente o submarino irá mergulhar até assentar num ponto do leito submarino próximo ao complexo de Itaguaí, a uma profundidade pequena, em torno dos 20 metros.”

https://www.naval.com.br/blog/2019/09/28/fotos-lancamento-do-submarino-riachuelo-em-preparo-para-os-testes-de-mar/

smichtt
smichtt
Reply to  india-mike
7 meses atrás

Obrigado.

Sequim
Sequim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Submarinos em cota máxima de mergulho conseguem disparar torpedos? Pergunto em razão da grande pressão. Essa pressão é impeditiva de disparos?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Sequim
7 meses atrás

Não sei.

Sequim
Sequim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Kkk. Grato pela resposta, Nunão. Melhor um “não sei” honesto que um monte de “embromation “.

JT8D
JT8D
Reply to  Sequim
7 meses atrás

Uma maneira de responder essa pergunta é pesquisar a profundidade máxima de operação dos próprios torpedos. Dei uma olhada rápida na wikipedia e encontrei a informação de que o MK 48 ADCAP pode ser usafo até 800m de profundidade

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Pera aí,

Torpedos são disparados na cota máxima do periscópio?
Não vejo sentido disparar torpedos em algo que não seja o alvo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Esteves,
Não é preciso sempre ter as coordenadas do alvo checadas no periscópio para um disparo (é desejável, mas não imprescindível). O sonar pode fornecer os dados para a solução de tiro.

Sequim
Sequim
Reply to  JT8D
7 meses atrás

800 metros? Gzuis, isso é 80 vezes a pressão atmosférica. Seja como for, agradeço a resposta.

Esteves
Esteves
Reply to  Sequim
7 meses atrás

Mas submarino não desce a essa profundidade.

Contribuinte informado.
Contribuinte informado.
7 meses atrás

Nem me preocupo sei que vai dar tudo certo
tem bons profissionais por trás do projeto.

Hilton
7 meses atrás

Boa sorte !!!🖒