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Seis Marinhas treinam habilidades de busca e resgate de submarinos na Austrália

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O exercício de busca e salvamento de submarinos de seis países, Pacific Reach 2019, foi concluído na costa da Austrália Ocidental.

Realizada na Fleet Base West e na Área de Exercício da Austrália Ocidental, o treinamento envolveu ativos da Austrália, Japão, Malásia, República da Coreia, Singapura e Estados Unidos.

A ministra da Defesa da Austrália, senadora Hon Linda Reynolds CSC, disse que o exercício é vital para o desenvolvimento de interoperabilidade e confiança com os países parceiros.

“Durante o exercício Pacific Reach, a força submarina da Marinha Real Australiana e nossos parceiros regionais demonstraram prontidão e capacidade de responder ao improvável evento de um incidente submarino no mar”, disse Reynolds.

“As organizações submarinas de busca, escape e resgate de cada país participaram de resgates simulados.

“O HMAS Sheean e o ROKS Lee Sun-sin, ambos transferiram com sucesso os participantes enquanto estavam submersos usando o sistema submersível LR5 do sistema de resgate submarino James Fisher, com apoio de unidades de resgate do Japão e dos Estados Unidos.

“Exercícios marítimos conjuntos, como o Exercise Pacific Reach, fortalecem o já profundo relacionamento que existe entre a Austrália e nossos parceiros”.

O Exercise Pacific Reach é um evento multinacional trienal e foi realizado pela última vez na República da Coreia em 2016.

Nas fotos abaixo, o treinamento feito pelo navio de salvamento submarino JS Chiyoda (ASR 404) da JMSDF

FONTE: Naval Today

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Fernando "Nunão" De Martini
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Interessante a foto de abertura, que mostra dois navios de salvamento submarino de outras marinhas, no caso da Malásia e da Austrália. Lembrei que o assunto deu polêmica aqui outro dia, com muita gente metendo o pau na velocidade máxima do navio que a Marinha do Brasil acaba de comprar para essa finalidade, provavelmente desconhecendo a realidade ao redor do planeta. Na foto aparecem o MV Mega Bakti da Marinha da Malásia e o MV Stoker da Marinha Australiana. Ambos são navios, até onde sei, derivados ou desenvolvidos a partir de tipos empregados em apoio offshore, como o caso do… Read more »

Esteves
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Esteves

Pela foto imagino o JS Chiyoda um navio muito capaz. Parece não faltar nada para a missão que se destina. O óleo. As críticas maiores aqui foram em relação à pronta resposta. Poucas mencionaram a velocidade dos navios como fator determinante ao enfrentamento do fato. Você esclareceu a velocidade dos navios e a inconveniência de se chegar um dia mais por conta de se navegar forçando máquinas. Responsabilizamos, na verdade, a lentidão do MMA, a falta de foco do GSI e a velocidade com que os locais tomaram a frente do problema. Problema desse tamanho não se resolve correndo. Já… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
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“ Navio de salvamento pintado de cinza. Pode isso Arnaldo?”

O Felinto Perry é cinza.

“Talvez ocupar o NE definitivamente. Alguém precisa explicar às mulheres dos Almirantes que nas capitais do NE existem salões e academias”

O 2º Distrito Naval é em Salvador e o 3º é em Natal. Cerca de 16 navios para funções de patrulha naval, salvamento, contramedidas de minagem, e balizadores (estes são pintados de branco).

E tem almirantes também. Um deles eu entrevistei, então comandante do 2º DN, há poucos anos, quando ainda encontrava tempo para escrever matérias aqui para o site.

Esteves
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Esteves

Grato pelas respostas. Em caso de conflito, esses navios de salvamento pintados de cinza são deslocados conforme a necessidade? E levam tiro como um navio de guerra? O que saiu na mídia? Os navios da MB chegaram. Não estavam lá. Logo surgiram críticas sobre a velocidade deles. E porque estão sempre no Rio. Ok…Atlântico só tem um. Talvez um Makassar? Não quero meter política e história. Mas não faz sentido o país desejar mudar e parte dele não. Sorocaba descobriu que a represa que abastece a cidades e outras tantas esta contaminada com cianobactérias. As mesmas que condenaram as represas… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
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Esteves, cada país escolhe pintar do jeito que bem entende. A MB e a Marinha Japonesa escolheram cinza dos navios de guerra para seus navios de salvamento submarino. Austrália e Malásia preferiram outras cores. Paz e guerra são situações distintas. Navio de salvamento submarino não é como avião, helicóptero e tropa de emprego C-SAR (Busca e Salvamento de Combate, em que se resgata piloto abatido em área de conflito). Não é navio feito pra ir para a guerra, independentemente dos motivos de escolha da pintura. Submarino geralmente é preto ou cinza escuro. Mas desde criança eu gosto muito do submarino… Read more »

Esteves
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Esteves

Cary Grant…Intriga Internacional…parece que foi ontem. Lembro desse moço.

Dalton
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Dalton

Esteves…
.
na US Navy e muitas outras marinhas, navios auxiliares pintados de branco fornecem apoio indireto à operações de frota, como por exemplo navios “oceanográficos”, um dos quais, inclusive, socorreu um navio de guerra de minas que encalhou em 2013 nas Filipinas e foi desmantelado no local.
.
Os navios auxiliares pintados de cinza apoiam diretamente a frota e operações de combate.

Esteves
Visitante
Esteves

Pois é…pensar que os branquinhos podem sofrer avarias e até afundar. Covardia.

Bueno
Visitante
Bueno

ótimo!
A verdade é implacável assim como o tempo e o vento sobre a vela.
Plagiando o internalta Ozawa que navega no naval! . 🙂

Dario
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Dario

Se não me falha a memória, a US Navy não possui mais navios de salvamento dedicados. Os módulos de resgate SRDRS agora são operados por navios de oportunidade designados VOO.