Home História Naval FOTO: HMS Ark Royal visitando o Rio de Janeiro, em 1975

FOTO: HMS Ark Royal visitando o Rio de Janeiro, em 1975

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O porta-aviões britânico HMS Ark Royal (R09) e vários escoltas, chegando ao Rio de Janeiro em 1975.

A boreste do porta-aviões aparecem três contratorpedeiros da classe “Fletcher” da Marinha do Brasil, que recepcionaram a Força-Tarefa britânica e realizaram operações conjuntas.

Na foto abaixo, o HMS Ark Royal aparece operando em mar ligeiramente picado, com Phantom FG MK.1 e Buccaneer S MK.2 no convés de voo.

Clique nas imagens para amplicar.

 

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Jagderband#44
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Jagderband#44

Phantom tomando um banho de água salgada hein…

Peter nine nine
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Peter nine nine

Velhos tempos… Se fosse hoje, um certo avião super moderno teria de ser todo revisto…

Pangloss
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Pangloss

Esse navio era uma das cartas do meu Super Trunfo “Navios de Guerra”.
Se estivesse na ativa durante a Guerra das Malvinas, teria mudado bastante o curso dos acontecimentos.
Aliás, dois navios ingleses que também estavam entre as cartas daquele Super Trunfo acabaram sucumbindo em combate: o “Sheffield” e o “Antelope”.

Julio Hurth
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Julio Hurth

O que me chamou atenção no Ark Royal foram os dois mastros com o mesmo radar Marconi 965P, usados também no destroyer type 42. Nunca vi um navio com dois mastros de radar idênticos.

cwb
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cwb

os pilotos de phanton da rfa eram muito bons visto o tamanho do convés desse porta aviões.
se comparar com os navios americanos que eram muito maiores os caras tinham pouca margem para erro…(acho esses phantons com o esquema de pintura mais bonito de todos)
abraço a todos!

Guilherme Poggio
Editor
Noble Member

O Ark Royal deslocava menos que o nosso São Paulo e operava Phantom. Alguns ajustes na catapulta do SP e ele também poderia lançar aeronaves do peso de um Phantom.

ALEXANDRE RIBEIRO DA FONTOURA
Visitante

Poggio, pelo o que lembro o Ark Royal deslocava umas 50 mil ton full load…

Guilherme Poggio
Editor
Noble Member

Hummmm. Verdade Fontoura. O Ark Royal (assim como o Eagle) eram maiores que o SP.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

O importante era o comprimento da pista de decolagem e o comprimento da pista de pouso e nisto ambos eram equivalentes o navio pode ter deslocamento menor e ser mais estreito e leve.

Dalton
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Dalton

Carvalho… . o maior deslocamento do “Ark Royal” quando comparado com o “Foch” se devia entre outros ao fato de ter dois hangares, um sobre o outro o que ajudava a diminuir o congestionamento de aeronaves no convés de voo e falando nisso não basta apenas ter comprimento equivalente e sim ser mais robusto para resistir pousos de aeronaves mais pesadas. . Catapultas mais potentes, maquinário e cabos de retenção adequados, defletores de jatos , convés em ângulo mais comprido, elevadores mais capazes, maior estoque de combustível são coisas que faziam o mais pesado “Ark Royal” propenso a embarcar o… Read more »

José da Silva
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É o Zé e os Caras estão ficando velhos e o Poggio esta ficando desmemoriado como o Zé sem a Panela de Santos.

cwb
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cwb

sim, inclusive saiu matéria na revista tecnologia e defesa uma matéria que o phanton poderia ser usado, a marinha inglesa tinha alguns na reserva,e seria fácil para a marinha do Brasil adquirir, visto as parcerias entre as duas marinhas.
parece que tinha que fazer recalibração na catapulta.
abraço a todos!

Leandro Costa
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Leandro Costa

Anos e anos e anos atrás, uma revista especializada, não lembro exatamente qual era, publicou um artigo que especulava que a MB poderia adquirir antigos Phantom ex-RN e ex-RAF, modernizá-los para deixá-los no padrão dos F-5EM, que estavam saindo do forno naquela época, obviamente que com radares mais poderosos, para equipar o São Paulo. Acho sinceramente que poderia operar os F-4K (com motores Spey) numa boa.

Claro que não estou dizendo que isso teria sido uma boa idéia 😉

Dalton
Visitante
Dalton

Por outro lado Leandro, há informações que o “Ark Royal” , maior que o “Foch”, seria a menor plataforma para operar adequadamente com o “Phantom” e precisou passar por melhorias, para isso acontecer. . Os franceses pensaram seriamente, durante um tempo, em substituir seus “Crusaders”, um esquadrão de até 10 unidades era embarcado, pelo FA-18 C menor e mais leve que um “Phantom”. . Lembro de alguém ter comentado sobre essa possibilidade que você elencou aqui no “PN” anos atrás, mas, teria sido estranho, pois os “A-4s” foram adquiridos em 1997 antes de se saber quando o “Foch” estaria disponível… Read more »

Marcelo Ramos Ruizree
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Marcelo Ramos Ruizree

Não dá pra comparar O Ark Royal com o São Paulo! O britânico é muito maior, e capaz de operar aeronaves muito mais pesadas que O antigo Foch. O F-4k poderia operar até no Victorious, embora os próprios britânicos não achassem boa a margem de segurança para isso. Estruturalmente o Victorious, blindado e de sólida reconstrução, ainda poderia operar os pesados caças Phantom com muito mais liberdade que o São Paulo. Pousa e decolar, há até exemplos de cross-decking de F-4 americanos no Hermes, mas operação regular são outros quinhentos.Ressalte-se que os franceses, para operarem os Crusaders com segurança, tiveram… Read more »

Alexandre
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Alexandre

Perfeito. Uma coisa é a operação eventual. Outra coisa é a operação contínua. Se fosse possível operar o F-4 no Foch/Clemenceau, a França não teria selecionado e adaptado o Crusader com a finalidade de operá-lo a bordo desses navios.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Ah sim, Dalton. Entre conseguir operar numa boa (pouso e decolagem) e operar à plena carga (leia-se: decolagem com peso máximo) são duas coisas diferentes. Teria que operar com restrições e o ideal seria ter uma catapulta mais potente. Os F-4K, como o Marcelo mencionou, sendo as versões navais inglesas, preparados para os convôos menores, incluindo aquela extensão no trem de pouso dianteiro para melhorar a atitude de decolagem, seria o ideal, mas poucos foram construídos. Salvo engano, algumas das perdas operacionais foram substituídas por F-4J’s dos estoques da USN, o que já é problemático devido à abertura de uma… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

O que acho mais curioso nessa especulação Leandro é que os A-4s já haviam sido adquiridos e moderniza-los juntamente com uma revitalização do “Foch” para que durasse até no mínimo 2015 já seria difícil sustentar e da forma como ocorreu apenas 7 “A-4s” foram contratados para modernização e a revitalização do “Foch” também ficou muito aquém do planejado. . Mesmo o maior “Ark Royal” necessitou de modificações para operar com o “Phantom modificado” então sabe-se lá quanto a marinha brasileira teria que investir no “São Paulo” para isso fora à aquisição do próprio “Phantom”. . Não estava dentro das possibilidades… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

A Minha especulação viria dele ser o Tampão do FX-1 no lugar dos M-2000.

Por incrivel que pareça, teria uma perna operacional maior e não ficaria surpreso se ainda existissem operacionais.

A turbina é a mesma do AMX sem Pós-combustores e a eletronica, o recheio, já contava com muitas empresas com pacotes prontos para atualização. Aqui, a atualização poderia ser ao pé da letra igual a dos F-5….mesmo sando o mesmo radar Grifo, a diferença do tamanho do prato radar possibilitaria um alcance muito maior que o possibilitado no apertado espaço dos F-5…

Marcos Cooper
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Marcos Cooper

Leandro Costa exato! tenho essa edição até hoje!

cwb
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cwb

coloquei esse comentário também e não foi editado….que bom que o seu foi colocado…

Jagderband#44
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Jagderband#44

O outo ark royal, aquele que foi torpedeado no mediterrâneo, era da mesma classe?

Dalton
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Dalton

Não Jagder, completamente diferentes. O “Ark Royal III” torpedeado em 1941,
único de seu tipo era bem menor.

Jagderband#44
Visitante
Jagderband#44

Thanks

Rodrigo
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Rodrigo

Pergunta que pode parecer burra.
Mas esse navio foi descomissionado antes da guerra das Malvinas…pois ter os F4 seriam uma bom apoio nessa guerra.
Segunda foto é.linda..merito do fotógrafo

Agnelo
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Agnelo

Acredito q a Argentina nem tentaria, se o Ari Royal ainda operasse com seus Phantom e Buccaneer.
Acho…
Sds

carvalho2008
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carvalho2008

Idem

carvalho2008
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carvalho2008

Da uma olhada na diferença de alcance entre o Harrier e um verdadeiro CDF F4K.

O alcance chegava fácil sobre o continente mesmo operando do mesmo local onde os Nae estavam

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Agnelo
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Agnelo

A diferença é GIGANTE!!!!

Mgtow
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Mgtow

Como é lindo ver um strike group. Morro de inveja

Moriah
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Moriah

essa foto é linda… “navios elegantes para tempos mais civilizados”

nonato
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nonato

Se os argentinos tivessem ido encontrar a força tarefa britânica com dois submarinos próximo a Inglaterra e afundado o porta aviões deles, a guerra poderia ter sido diferente.

Fernando Vieira
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Esses dias mesmo teve matéria aqui no PN sobre os submarinos argentinos na guerra. Eles não tinham como fazer isso.

o coitado do comandante do submarino argentino teve uns três alvos suculentos na mira e não conseguiu fazer nada por problemas no submarino e nos torpedos.

O material humano combatente argentino era excelente. Já a nível de Estado-Maior… Eles nunca deveriam ter começado essa guerra.

carvalho2008
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carvalho2008

A época do Fx1, eu imaginava o F4k britânico como tampão do GDA ao invés dos Mirage 2000. E que na conclusão do FX, que estes caças poderiam ser repassados a MB para término do uso operacional Mesmo com os eletrônicos originais, ele dava ainda um caldo. Se recebesse uma modernização idêntica aos F5, ficaria muito bom pois apesar do Grifo ser pequeno, o prato do radar no F4 era enorme e assim, o alcance comparativo entre o Desempenho do Grifo entre o F5 e o F4 seria Deus alcance quase 100% maior só por conta do tamanho da antena… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008
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carvalho2008

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carvalho2008
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carvalho2008

Diferenças entre as versões americana e inglesa

José da Silva
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O bichinho é bonito. O coração bate até mais rápido.

Como diria o MO, é quase um navio 🙂

carvalho2008
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carvalho2008
Dalton
Visitante
Dalton

Tenho outra foto desse mesmo período, 1976, em que o “Ark” e o “Nimitz” se encontraram, de outro ângulo em um livro sobre o “Ark Royal” e pensar que o “Nimitz” de tão novo estava preparando-se para sua primeira missão e agora baseado na costa oeste, está em treinamento para o que poderá ser sua penúltima missão em 2020.

carvalho2008
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carvalho2008

Este sim, se o Ark tivesse espichado mais uns 5 anos de operação, teria feito a limpa nas Malvinas…a diferença de um CDF para um caça tatico é muito grande….

carvalho2008
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carvalho2008

O Ark Royal tinha deslocamento maior que o Na Sãp Paulo, era mais largo, mas era menor no comprimento.

Ark Royal -> 245 metros

Nae São Paulo – > 265 metros

carvalho2008
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carvalho2008
Dalton
Visitante
Dalton

Essa diferença no comprimento era compensada pelo fato do convés em ângulo do “Ark” ser mais comprido que o do “Foch” e os “Essex modernizados” eram ainda mais compridos, contavam com catapultas mais longas e ainda assim nunca operaram com o “Phantom”.

carvalho2008
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carvalho2008

Mas usavam a mesma catapulta BS-5 do São Paulo de 45 metros ao meos a da proa de ambos era igual….a catapulta do conves em angulo tinha 60 metros?

Dalton
Visitante
Dalton

Carvalho se lembro bem é isso mesmo, 60 metros, estou sem tempo para procurar agora, mas, tenho 99% de certeza e se não me engano também o comprimento do “Ark” após o “refit” de 1967/1970 adicionou alguns metros no comprimento total passando dos 245 metros para um pouco mais de 250 metros.

carvalho2008
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carvalho2008

oK, parece que apesar de ser realmente a mesma catapulta BS-5, ela foi montada com curso de 60 metros no convés em angulo…vc está correto Mestre!

zézão
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zézão

Ainda existe aquela idiotice de proibir navios Britânicos no Brasil em trânsito para as Falklands?

Moriah
Visitante
Moriah

Com a voz da BBC na mente… eu só consegui ver ali dois County, duas Leander e uma Whitby. O sexto do Escort Group eu não consigo divisar. Alguém sabe? Até achei que fosse um Daring, mas nessa época já estavam na Oceania.

Dalton
Visitante
Dalton

Moriah…
.
no caso de você retornar, o livro “Ark Royal IV” menciona que além do “Ark”
outro grupo de navios chegou ao Rio de Janeiro entre os quais o cruzador
HMS Blake e me parece ser o próprio.
abs