Home Exercício A foto que irritou os almirantes da Marinha dos EUA

A foto que irritou os almirantes da Marinha dos EUA

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O porta-aviões USS Enterprise no periscópio do submarino alemão U24. Durante uma simulação de combate no Caribe em 2007, o submarino Type 206, sem ser detectado, penetrou na barreira de escoltas de proteção do porta-aviões, disparou um torpedo (virtual) e emergiu próximo ao seu alvo. Incidentes semelhantes ocorreram com submarinos de outras Marinhas

Durante uma manobra no Caribe em 2007, um submarino alemão diesel-elétrico (U24) rompeu o anel defensivo em torno do porta-aviões nuclear americano USS Enterprise (CVN-65), disparando de um ângulo de tiro favorável um torpedo simulado.

O submarino também fotografou o gigante de 90.000 toneladas através do periscópio e, em seguida, emergiu sem aviso diretamente ao lado do alvo gigante.

Outro submarino Type 206 A (de 500 toneladas) passou por um submarino de ataque americano da classe Los Angeles (7.100 toneladas, de propulsão nuclear) também no Caribe a curta distância, várias vezes, sem que a tripulação dos EUA reconhecesse o “inimigo” próximo. Oficiais submarinos americanos a bordo do submarino alemão acompanharam o duelo “com gotas de suor na testa”, de acordo com testemunhas.

FONTE: Jornal Hamburger Abendblatt

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Kommander
Kommander
5 meses atrás

É pra isso que existem os exercícios, para corrigir falhas. Duvido que ambas as marinhas de EUA e Alemanha não tenham aprendido com este erro dos EUA. Como dizia o poeta: quem treina joga!

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Os EUA treinam, treinam bastante.
mas o mais importante é que não sabemos em que condições esse treinamento do Enterprise de deu.

Maurício Veiga
Reply to  Victor Filipe
5 meses atrás

Os EUA treinam para ganhar e não para perder…

jodreski
jodreski
Reply to  Maurício Veiga
5 meses atrás

Alguém treina para perder por acaso? rs

Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  jodreski
5 meses atrás

O Ibis !

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  jodreski
5 meses atrás

vasco…

Lucas Leite
Lucas Leite
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Não sei se dava joinha ou negativo…. kkkkk

Maurício Veiga
Reply to  jodreski
5 meses atrás

Inocente, você não entendeu o teor do comentário com relação ao anterior…Supre Trunfo!!! Kkk…

Munhoz
Munhoz
Reply to  Maurício Veiga
5 meses atrás

Para sua indústria ganhar $$

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Maurício Veiga
5 meses atrás

Ninguém treina para perder.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Isso foi fato… Antes cometerem essas falhas em treinos do que em uma situação de guerra para valer. Aprenderam bem com erro… Agora não queria estar na pele dos capitães dos navios quando voltassem para os EUA. O esporro dever ter sido federal…

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Luiz Trindade
5 meses atrás

A única condição que estabelece ser isso um treino. É a não letalidade do torpedo. Porém fica o registro. Numa condição real. O Porta Aviões seria afundado.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Os EUA sabem como um submarino pode ser decisivo, eles sofreram muito e foram com ataques de submarinos nas duas Grandes Guerras e as duas únicas vezes que o território continental americano foi bombardeado por um avião inimigo foi por um hidro-avião que decolou de um submarino japonês na Segunda Guerra e que fez dois ataques com dois dias de diferença, os ataques podem não ter sido um sucesso e hoje os submarinos não levam mais hidro-aviões, mas levam mísseis que são muito mais eficazes!

Victor Filipe
Victor Filipe
5 meses atrás

O Enterprise tem bem mais que 75.000 tons. completamente carregado ele chega a superar a marca de 93 mil tons…

Mesmo que ele não esteja indo para combate eu duvido muito que a sua tonelagem chegasse a 75 mil tons.

João Augusto
João Augusto
5 meses atrás

Os submarinistas alemães são os melhores. Tem a experiência de duas guerras e sabem prever a jogada e o comportamento sempre clássico dos americanos q só sabem seguir o manual. Não sabem improvisar.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

Mestre…acho que este kill ai foi Colombiano…..

Dalton
Dalton
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

O U 24 só foi descomissionado e vendido à Colômbia em 2011.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

hummm…valeu mestre

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

É… sobre essa de não conseguirem improvisar… Já ouviu falar na Batalha de Midway?

Eduardo
Eduardo
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

Porque os americanos não participaram dessas guerras e mais décadas de guerra fria, é isso?

Blind Mans Bluff
Blind Mans Bluff
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

Que?!?!?! Por favor, va se informar.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

eu preferia os alemães do que os franceses no prosub

teropode
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

Kkkkk, muito barulho e no final levaram um ferro imenso , se existem ainda como um povo foi graças a competição entre a comunidade britanica e a urss. Estariam falando russo ou inglês kkkkkk, são sortudos .

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  teropode
5 meses atrás

Já os teus amigos Americanos, falam INGLÊS. Porque será???

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  teropode
5 meses atrás

Gostaria de ver outro país aguentar 5 anos de guerra contra as maiores potências mundiais juntas, para além de milhares de civís das resistências dos países ocupados.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  João Augusto
5 meses atrás

De acordo com os submarinistas alemães… Quanto aos americanos, recomendo releitura de alguns fatos históricos…

Os norte-americanos realmente seguem o manual, só que o “manual” deles é tão denso e tão rico em experiências reais e simuladas (como esta da reportagem) que até o improviso está lá….

carvalho2008
carvalho2008
5 meses atrás

Eu sei que o pessoal não gosta, mas eu realmente acho que o Brasil tem espaço para SSK´s menores que os IKL 209, tal como estes IKL 206 ai de 500 ton. Olha ai…tem espaço para tudo…se a zebra cruzar o veio d´agua do bicho…ele morde…. Sei que a IKL tinha um modelo acho que era 210….pequeno tambem. Os Franceses tinham o Andrasta de umas 800 ton e dizia-se capaz de custar metade do preço. Assim, o Brasil poderia fazer ou seguir com seus Subnukes ( duvidoso), com uma linha de SSK´s Oceanicos (Scorpene), e uma linha bem costeira como… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Se essa abordagem fosse tão vantajosa, os Alemães teriam substituído os seus U206 por outra classe de pequeno porte, na faixa das 500t. O que ocorre é que eles padronizaram sua força, com algo maior e com muito mais capacidades, que abriga um AIP. . “Eles são bem limitados comparados aos maiores, mas ajudam a dar uma multiplicação de sensores e olhos….e para uma Forsub, ter arpões e olhos espalhados multiplica bem o perigo” . Extremamente limitados. . Se quer seguir com essa ilusão de Brasil ser invadido, ok: quem tem condições de trazer a Guerra a nossa costa, tem… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Assino embaixo Bardini.
Oceano Atlântico Sul não se presta a rasgar dinheiro.
Temos várias possibilidades de deslocamentos dos agressores (possíveis agressores):
Vindo pelo Caribe (Norte), África-Europa (Nordeste e Leste), África (Sul-Sudeste), Cabo Horn – Estreito de Magalhães (Sul).
Ou seja, são inúmeros os caminhos no Atlântico Sul. Nossa Marinha não é de golfos e mares fechados mas de mar aberto imenso.

Se não tivermos condições de atacar em alto mar e colocar para correr um suposto agressor se deslocando no Atlântico, então estaremos de calças na mão.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Gostava de saber quais são esses agressores da Europa…

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Peter nine nine
5 meses atrás

Nem da Europa, nem de lado nenhum, só da fantasia.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Bardini, mesmo uma Forsub trabalhando em negação, atuará em anéis

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Faz sentido ter forças ligeiras. Penso que marinhas como as nossas com dificuldades orçamentárias até para fazer manutenções precisam decidir perguntando quanto custa fazer tudo o que precisa ser feito. Tem a doutrina da negação do mar com a força de submarinos. Um mar desse tamanho com 4 ou 5 submarinos convencionais esperando a hora chegar. Podem ser úteis na surpresa. Na batalham seriam afundados por uma força maior. Então há lógica em ter outra linha de defesa com subs menores ligeiros que ficariam também aguardando oportunidades ou seriam patrulhas da costa? Aí muda a doutrina se sim porque não… Read more »

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Mestre Carvalho2008, me perdoe o eterno e, hoje, injustificável otimismo, mas eu apostaria que o ideal seria um mix de 3 nukes, 6 scorpene e, aí sim, uma pequena esquadra de mini subs baratos de construir e manter e mortais em águas marrons.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Por aí….porque não? Também acho

MMerlin
MMerlin
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

O problema é o alcance baixo destas categorias (exemplo dado IKL-206), quando submersos.
Seu uso prático, no nosso atual cenário, seria bem limitado.
Foi desenvolvido para atuação no mar Báltico, cenário bem mais estreito do que nosso Atlântico.
Permitem um ataque rápido e furtivo, devido a proximidade da embarcação na costa.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  MMerlin
5 meses atrás

Pense em 9 a 15 subs oceanicos

Agora os distribua

Se você não colocar nenhum na faixa interna da ZEE eu concordo. Mas o problema é que você precisará colocar alguns ai…

Então…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Mestre,

Pra que submarinos em águas abrigadas? As ameaças estão próximas à Costa…significa que perdemos os escoltas, os submarinos maiores incluindo o nuclear, e o que tivermos que flutua.

O que falta são meios de superfície. Para disparar mísseis. Para fazer guerra lá no mar. Trazer a guerra para a Costa?

Usamos a doutrina da negação do mar com submarinos. Quero ver aprovar despesa com escoltas. Pode contar histórias do óleo e da necessidade de vigiar e patrulhar.

Escoltas com mísseis. Escoltas rápidas. Lá no mar.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
5 meses atrás

Todos estes que mencionei, podem disparar o Exocet

Existem desvantagens de um pequeno sub. Mas existem vantagens também

Normalmente, os colegas não
consideram as variabilidades de cenários

A IKL prega que seus subs da categoria 600 ton, podem custar 1/3 de um Scorpene

A DCNs informa que o SMX 23 de 800 ton, pode custar menos da metade de um Scorpene e afirma que ambos possuem 70% de comunabilidade de peças

Não é um em detrimento de outro, é complemento

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Se nosso problema é o orçamento e a quantidade de meios que esse orçamento permite fazer com…então por que não optamos por submarinos menores para ter mais meios e mais missões?

Glasquis 7
5 meses atrás

Fotinho de nada…
mas dá pra encher o ego do comandante submarinista né?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Esta ele com certeza mandou emoldurar….

João Moro
João Moro
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Eu emolduraria com uma moldura dourada!

teropode
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Deram ao cara um limão e um punhado de açúcar, teve que improvisar o copo e a cachaça. Material humano ainda é responsável por 80% do sucesso em combate , ainda !

Undecimalis
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Talvez exista um Comandante Verde e Amarelo que realizou uma missão deste tipo. E temos muito orgulho dele.

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Dizem, não sei se é verdade.
Que um Tupi nacional em manobras com as madrinhas das grandes potências, também penetrou no “escudo ante submarino” , disparou um torpedo virtual e para se evadir do local da operação, se camuflou sob as hélices de um navio cargueiro que passava próximo ao local da operação.
Após esse fato a US Navy solicitou a MB que enviasse o submarino em questão e fizeram um “raio X” de nosso submarino em porto americano.
Mas a ação dos submarinistas brasileiros ficou na história.

Jéfferson
Jéfferson
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Não existe uma história parecida de um sub ou uma Niterói da MB que fez o mesmo contra a Royal Navy, se escondendo no nevoeiro em um porto e atacando a frota Britânica, acho que inclusive um porta-aviões.
Algo parecido com isso eu me recordo de ter lido não me lembro aonde.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Prezado Foxtrot
Sendo verdade ou não, não entendi porque o Brasil teria de enviar o nosso sub para ser dissecado pelo “inimigo”. Ninguém faz isso.
Li em algum lugar que até mascaram o ruído dos motores durante estas manobras conjuntas.
Deixo a questão para os especialistas.
Abraço

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

Essa parte também não entendi caro João Andaime.
Mas com a desculpa de manobra os americanos aproveitaram o tempo que o Tupi ficou lá e mapearam tudo, incluindo os ruídos característicos do equipamento.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

A história é boa para lendas, mas duvido que o Tupi em questão já não estivesse na biblioteca de sons da US Navy após algumas manobras UNITAS… Como eu disse acima, os norte-americanos não brincam em serviço.

J R
J R
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Assim como os deles devem constar na biblioteca da MB…

Dalton
Dalton
Reply to  J R
5 meses atrás

Sem querer ser mais chato do que sou, o último SSN que esteve por aqui, em 2014, já foi descomissionado e faz um tempo que a marinha não envia um submarino para a costa leste dos EUA para treinamento, então, talvez a “biblioteca” esteja desatualizada, mas, de qualquer forma seria um número reduzido de submarinos com os quais a marinha brasileira teria contacto.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

Mascaram… Inclusive, em exercícios destes, mesmo os da NATO, muitas vezes submarinos “deixam se” detectar não fazendo uso total da sua furtividade, também em parte para ir de encontro às necessidades cronológicas do exercício que está muitas vezes planeado para decorrer de certa e determinada maneira.

Daniel Giovannini Dos Santos Rua
Daniel Giovannini Dos Santos Rua
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Foram manobras da OTAN no Mediterrâneo. O Tupi “torpedeou” o Príncipe de Astúrias da Marinha Espanhola.

Eduardo
Eduardo
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Foi o Tikuna com o Principe de Asturias, em um exercício da OTAN. Linked Seas 97, se nao me engano.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Exatamente caro Eduardo.
Inclusive o mesmo burlou os sensores das poderosas Tikonderoga,s , Arley Bucker, Hawk Eye, etc etc etc .

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Ticonderoga e Arleigh Burke

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Antonio Renato Arantes Cançado
5 meses atrás

Obrigado pela correção caro Antônio, mas mesmo escrevendo errado isso não tornará o feito surpreendente e os navios menos capazes rsrsrs.
Cordial abraço!

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Hawkeye não caça submarino

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Antonio Renato Arantes Cançado
5 meses atrás

Não caça, mas repassa as informações para ataque das aeronaves que caçam.
Excelente aeronave de C4I

Parizzi
Parizzi
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Foi o Tamoio.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Tamoyo

parizzi
parizzi
Reply to  Space Jockey
5 meses atrás

Tamoyo com “Y” foi o Submarino T3/S13 classe Perla cuja quilha foi batida em 23 de julho de 1936 e lançado ao mar em 14 de fevereiro de 1937 ou o Cruzador-Torpedeiro classe Tupy (coincidência ?) lançado em novembro de 1895 ou 26 de maio de 1898 segundo outras fontes.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

O S-34 Tikuna foi lançado em 2005.

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

impossivel o tikuna foi lançado ao mar em 2003…rs

Eduardo
Eduardo
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Verdade. Foi o Tamoio mesmo.

Undecimalis
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Seja Bem-Vindo.

THEMÍSTOCLES LICHOTTI DA COSTA MUNHOZ DOS SANTOS
THEMÍSTOCLES LICHOTTI DA COSTA MUNHOZ DOS SANTOS
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Já ouvi também

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

O mais importante amigos é que com um submarino limitado como os U-209 nossos submarinistas fizeram um tremendo feito.
Imagino se tivesse submarinos nucleares de mísseis intercontinentais, e convencionais com AIP o que propícia alcance quase ilimitado.
Seríamos uma força muito temida.

Erivan de oliveira Correia. MN-SC.Sem
5 meses atrás

Eu lembro que dois terroristas árabes, em uma chalana, tirou de combate o destrói US Colen. Na guerra naval moderna chegou a vez dos menores e mais rápidos. Com drones, torpedos e misseis ultrasonico um porta-aviao é alvo facil. As batalhas no mar, em futuro próximo não serão mais entre navios, ou embarcações. Outras tecnologia dominarão as batalhas nos mares do planeta.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Erivan de oliveira Correia. MN-SC.Sem
5 meses atrás

A Jeune École curtiu seu comentário…

Parizzi
Parizzi
5 meses atrás

Em 1997 em uma manobra da Otan, na qual a marinha do Brasil participou, a convite de Portugal, o Tamoio “afundou” o porta-aviões Príncipe de Astúrias da mesma forma.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

Sub diesel elétrico é mais silencioso (e vagaroso – incapaz de perseguir, depende da oportunidade do alvo cruzar seu caminho) que um sub nuclear. O legal é que, agora, os chucrutes vão gastar mais na OTAN, graças a Trump, e vão sair da aba do chapéu da América. Suor, mesmo, foi quando um sub soviético, avisado pelo seu sistema de vigilância oceânica, emergiu do lado da forca tarefa, lá pelos idos do tempo de amarrar cachorro com lingüiça. Nesse dia as cuecas pesaram…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

É como digo…um SSK Diesel é um crocodilo….um SubNuke é uma orca….

Paulotd
Paulotd
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

O Tikuna afundou num exercício no porta aviões espanhol príncipe de Asturias, que tava sendo escoltado por fragatas da Otan.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

Só complementando: foi um November class (nuclear), em 1968, interceptando um porta-avioes estadunidense (ou americano, não lembro bem) no Pacífico oriental…

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

O problena e que os EUA não gostaram que a Alemanha vai gastar mais com equipamento alemão e europeu e não com americano.

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

‘Chucrutes’?…rsrsrsrsrsrs

Kommander
Kommander
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

Parei de ler em “chucrutes”.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Não pares, dá para rir, tamanho ressabiamento.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

Falas como se fosses EUA, mas não és, e ainda és bem mais fracote que os chucrutes, que gostes ou não, e não gostas, garantem-se sozinhos, o mesmo não podes tu dizer.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  rui mendesmendes
5 meses atrás

Se você ler direito o que escrevi, vai ver que sua interpretação é errônea. Vá lamber sabão, já que gostas de lamber botas germânicas, cutruco cretino.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Acho que temos um SUB Brasileiro que também conseguiu um enquadramento como esse.

Alem de terem a maior e melhor Marinha do Mundo os EUA ainda tem a chance de treinar com “inimigos” formidáveis.

Segue o jogo…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Olha o TIKUNA fazendo historia:

https://www.naval.com.br/blog/2010/04/02/tikuna-o-cacador-de-porta-avioes/

A fonte? Considero boaa! Reeditar essa matéria com depoimentos mais detalhados seria muito interessante.

Pode isso Arnaldo?

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Acho que daria uma matéria 700 vezes melhor do que a chamada desse post…

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
5 meses atrás

Cadê a turma que vai desmentir tudo? Aqueles que dizem que os americanos sabiam de tudo e que deixaram o sub tirar a foto e lançar o torpedo virtual… Quando é sub brasileiro, chines, ou russo, não vale. Agora que é um sub alemão, todo mundo está quieto. kkkkkkk Adora estas coisas….

MMerlin
MMerlin
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
5 meses atrás

Mas que péssima mania que algumas pessoas tem de polarizar tudo e em todos os lugares…

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
5 meses atrás

Tás muito enganado, haters dos Europeus são aos montes por aqui.

rdx
rdx
5 meses atrás

A imagem realizada durante um exercício impressiona, mas em caso de guerra esse submarino diesel-elétrico seria rapidamente localizado e destruído pela US Navy…muito antes de se aproximar de um NAe.

FABIO
FABIO
Reply to  rdx
5 meses atrás

rdx : creio que você está enganado. Os exercícios são realizados simulando situações reais, utilizando todos os equipamentos, estratégias e táticas, sómente o armamento é virtual. O treinamento serve para aperfeiçoar tripulações, procedimentos; testar táticas, estratégias e equipamentos e identificar eventuais falhas, para que possam ser corrigidas. No caso do exercício mencionado, com certeza boas lições foram tiradas por todas as partes, até por aqueles que não participaram do exercício.

Adriano
Reply to  rdx
5 meses atrás

E você acha que esse exercício estava simulando o que?

rdx
rdx
Reply to  Adriano
5 meses atrás

Provavelmente, o US Navy estava colhendo dados sobre o desempenho desse submarino operando sob condições favoráveis (perto de costa e com bases intactas). Não necessariamente simulava um combate real. A propósito: longe da costa submarinos a diesel não oferecem ameaça.

Eduardo ALM
Eduardo ALM
Reply to  rdx
5 meses atrás

rdx, então a batalha do Atlântico foi uma bela mentira, seguindo a sua linha de raciocínio

rdx
rdx
Reply to  Eduardo ALM
5 meses atrás

A força de submarinos alemã foi dizimada nessa batalha

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  rdx
5 meses atrás

Batalha do Atlântico

Baixas dos Aliados:
~36 200 marinheiros mortos
~36 000 marinheiros mercantes mortos
~ 3 500 navios mercantes afundados
175 navios de guerra afundados

Baixas do Eixo:
~30 000 marinheiros mortos
783 submarinos perdidos
47 navios de guerra afundados

Hoje sabemos que foi a captura das máquinas de criptografia “Enigma” que possibilitou aos aliados quebrar o código da marinha alemã e reverter o massacre.

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  2Hard4U
5 meses atrás

Preciso e certeiro, como uma espada samurai.

Não fosse a quebra do código da Enigma, a guerra poderia, no mínimo, ter durado muito mais, havendo quem exergue, até mesmo, a vitória do Eixo na Europa.

Não foi a toa que Churchill, esgotado, agradeceu aos céus por ter sido salvo quando os japoneses trouxeram os EUA para a Guerra com Pearl Harbor….

Dalton
Dalton
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Os alemães quando muito conseguiram manter 100 submarinos operacionais ao mesmo tempo e nem todos
estavam em missão, o que era considerado pouco pelos próprios alemães e a importância deles caiu muito
ainda em meados de 1943 quando a Batalha do Atlântico
foi considerada perdida.
.
Mais vítimas teriam sido feitas não fosse pelo deciframento dos códigos, mas, realisticamente falando os alemães nunca poderiam ter triunfado contra os aliados, especialmente o
trio formado por EUA, Reino Unido e URSS.

Thiago Aiani
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Os Aliados demográficamente e economicamente possuíam um vantagem avassaladora em relação ao Reich Alemão, só o império britânico, entre súditos, domínios e colônias podia contar com 24% da população global em 1939. Uma disponibilidade de recursos humanos e de matérias primas nada desprezível. Os EUA, já eram uma potência econômica, industrializada, com um território imenso, rico de recursos, potência hegemônica no próprio continente, sem rivais que o ameaçassem fisicamente nas próprias fronteiras, com uma população que era quase o dobro do império Alemão (20% do PIB global enquanto a Alemanha beirava os 9%). O eixo , juntos, não chegavam a… Read more »

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton, de acordo! Eu até tenho naquela gaveta de projetos futuros uns textos que reuni sobre o que teria sido um embate entre a força de superfície e a força de submarinos da marinha alemã pela preferência de Hitler. Do meu ponto de vista, talvez frágil por eu não ter estudado mais o tema, a Alemanha errou muito na estratégia marítima: apostou nos grandes predadores de superfície navegando sós pelo Atlântico (Graf Spee é um exemplo e o Bismark teria sido outro), não investiu em porta aviões, o que a Royal Navy tinha e, por fim, não ampliou a estratégia… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Helio Eduardo
5 meses atrás

Helio… . é preciso levar em conta que à Alemanha foi durante muitos anos após a I Guerra proibida/limitada quanto a construção de navios e navios levam muitos anos para ficarem prontos, diferente de tanques e aeronaves, então, independente de Hitler dar prioridade ao continente, não havia muito o que se poderia fazer com relação a marinha até 1939. . Mesmo assim à Alemanha lançou ao mar seu primeiro Navio Aeródromo, o “Graf Zepelin” em 1938, tenho de longa data um livro sobre ele , mas, você poderá encontrar muita informação e fotos pela internet caso não o conheça. .… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  2Hard4U
5 meses atrás

A quebra do código da marinha alemã junto com novos aviões de longo alcance que acabaram com a zona morta sem cobertura aérea no Atlântico Norte e um maior número de navios escoltas, foi o conjunto da obra que fez cair drasticamente a eficacia dos Uboots, mas até conseguirem isso a situação ficou perigosa para os ingleses!

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  rdx
5 meses atrás

Engraçado, as asneiras que se falam por aqui, sem ter o minimo conhecimento. Diz-se uma coisa como se fosse verdade, só porque gostariam que assim fosse. Muitos filmes fazem,´´provavelmente a US Navy estava… provavelmente, porquê?

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  rdx
5 meses atrás

Sei não, hein?!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  rdx
5 meses atrás

Nas Malvinas, os sensores britânicos foram incapazes de identificar o Ara SAN Luís em todas as vezes

E havia fragata e subnuke que poderiam identificá-lo….e isto foi bem mais real e factual quebra treino de carta marcada não???!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

Uma coisa é certa um submarino convencional é mais silencioso que um nuclear e suas tripulações treinam muito para tirar proveito disso. Os EUA sabem disso e por isso fazem esses exercícios contra submarinos convencionais, pois apesar dos EUA não terem interesse neste tipo de submarinos os chineses e os russos os tem e eles precisam estar preparados!

Ersn
Ersn
5 meses atrás

Os Americanos retiraram os contratorpedeiro Spurance muito cedo acreditando que a ameaça submarina havia desaparecido com o fim da URSS,tinha custo de operação alto mas era dedicada ao combate ASW e com grande capacidade de modernização.

Dalton
Dalton
Reply to  Ersn
5 meses atrás

Os “Spruance” foram pensados para uma via útil de 35 anos, com o último comissionado em 1983 e todos os demais entre 1975 e 1980, não teriam durado além de 2015 de qualquer modo e quando retirados de serviço entre 1998 e 2005 não fizeram muita falta justamente por não existir uma credível ameaça submarina.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
5 meses atrás

Quer dizer que se fosse para valer teria comida de peixe made in USA neste dia?

Felipe Alberto
Felipe Alberto
5 meses atrás

Dúvida: os mastro dos submarinos possuem algum sistema RWR (Radar Warning Receiver)?

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Felipe Alberto
5 meses atrás

Safran series 30 SOM: Mastro Optrônico de Busca O Série 30 SOM é um mastro optrônico de busca não penetrante. Somado a suas capacidades de busca anti superfície avançadas (pode escanear o horizonte completo em poucos segundos com todos os sensores optrônicos), pode funcionar como alarme aéreo automático, fazer uso de um laser, receber comunicações aéreas ou utilizar um sensor de guerra eletrônica ESM. Integrando sensores optrônicos de alta performance (HDTV e MWIR como base, LRF, LLLTV, “bipador” IR, câmera backup dia/noite, todos disponíveis simultaneamente), o Série 30 AOM é a última ferramente de consciência situacional para todas as situações… Read more »

MAICON ADRIANO BECKHEUSER
5 meses atrás

Esse tipo de distração Yankee vem desde os primórdios das grandes guerras pilotos brasileiros na segunda guerra foram indagados como eles não se perdiam com tantas missões sendo executadas e diferentemente dos pilotos americanos que se perdiam facilmente.

Dalton
Dalton
Reply to  MAICON ADRIANO BECKHEUSER
5 meses atrás

Pilotos americanos voando B-25s decolaram de um NAe em abril de 1942
alcançaram Tóquio e outras cidades japonesas, executaram o bombardeio e depois rumaram para a China mesmo valendo-se de tosca navegação e pouca experiência e não se perderam.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
5 meses atrás

fala-se…que os pilotos brasileiros em muitos eram acostumados com aeroclubes no Brasil, com baixa estrutura e assim, eram acostumados a fazer navegação pelo terreno…eu sou pessimo em decorar até fisionomias das pessoas, se eu tiver de decorar os morros e planicies então, vou parar na Patagonia……

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
5 meses atrás

Imagine a surpresa e a cara dos marujo do USS Enterprise ao ver o Sub Alemão emergindo e sem aviso bem a seu lado . Essa nem Spock consegui prever

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcR9O0SXMi-8f7joHtCNeRTnPCjbzGsDoU9wefUd-3VNKNZg4RhL

“_Desculpe man , essa foi mau ….” 🙂

dom.vitto
dom.vitto
5 meses atrás

Lembro de ter lido uma matéria por aqui mesmo, onde um submarino sueco conseguiu realizar a mesma proeza contra outro porta-aviões americano.

Dalton
Dalton
5 meses atrás

Coincidentemente o ano de 2007 marcou o fim de carreira para o S-3 Viking a bordo do “Enterprise” que já havia sido retirado de serviço dos demais NAes. . Quanto a “irritação” dos almirantes americanos esse tipo de coisa já havia ocorrido muito antes, inúmeras vezes, mas, sem dúvida, isso e o “suor escorrendo da testa” dão um “toque a mais” na matéria. . Submarinos da US Navy fazem a mesma coisa e eventualmente até se lê algo a respeito como quando o USS Dallas “afundou” o HMS Illustrious em 2013, apenas, não se dá o mesmo destaque o que… Read more »

RAIMUNDO ARNALDO VIANA MORENO
5 meses atrás

OS sistemas de detecção do strike group da USNAVY foram desenvolvidos para prevenir que aproximação tão arriscada aconteça. Se os sistemas falham o pessoal a bordo das belonaves “inimigas” já era. Corrigem-se as falhas sejam elas quais forem, custem o que custar e segue o baile.. O congresso dos Estados Unidos tem a prerrogativa de aprovar e liberar as verbas orçamentárias da defesa do EE.UU. Gasta-se o necessário ou o suficiente. Ou os honens são lançados ao mar para servirem de ração de tubarão. Simples assim.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

Em 2017 um submarino diesel elétrico Russo no Mediterrâneo atacou a Síria com mísseis de cruzeiro e os americanos tiveram uma dor de cabeça imensa para ficar monitorando este submarino após o ataque e isso deve ter mostrado aos americanos que não podem baixar a guarda e que devem continuar com estes tipo de exercícios!

jodreski
jodreski
5 meses atrás

A manobra do sub deve ser aplaudida, porém em uma guerra, se ele conseguisse tal façanha é bem possível que o tiro seria suicida, a partir do momento que ele disparasse o torpedo ele estaria condenado a ser perseguido e muito possivelmente destruído. Essa decisão seria do comandante do sub e ele certamente estaria ciente dos riscos que correria.

MMerlin
MMerlin
Reply to  jodreski
5 meses atrás

Sem dúvida. Mesmo porque é muito difícil (pra não dizer impossível) essa classe conseguir afundar um porta-aviões, usando como exemplo a classe atual em serviço americana (Nimitz).
Continuando a usar como exemplo esta classe, a mesma têm 25 decks e 76 metros de altura, com centenas de compartimentos estanques, sem levar em consideração sua “armadura”.
E não é uma vantagem restrita aos Carriers americanos. Um porta-aviões chines também deve oferecer as mesmas dificuldades.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  jodreski
5 meses atrás

Você teria um submarino tentando se evadir o mais rapidamente e silenciosamente possível e uma frota divida em localizar e destruir o submarino e resgatar a tripulação gigantesca de um Porta Aviões e essa frota ainda teria perdido uma parte dos seus meios de localizar e destruir o submarino, que estariam no Porta Aviões, e dos meios restantes nem todos estariam nessa tarefa!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

“rapidamente” é uma forma de falar….se ele corre, é ouvido…..tem de manobrar e dar olé engatinhando…..é muito sangue frio….

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  jodreski
5 meses atrás

O maior risco seria em se aproximar para realizar o ataque, o caos depois do ataque e afundamento de um Porta Aviões ajudaria na fuga do submarino!

Silvio de Barros Pinheiro
5 meses atrás

Esse submarino alemão mostrou que nenhum porta aviões está seguro no mar. Passou despercebido pela escolta e disparou. Que vexame para a maior ditadura do planeta. Agora imaginem se esses montes de lixo têm defesa contra os mísseis hipersônicos russos, ou chineses. São excelentes alvos que não sobreviverão ao primeiro combate numa guerra.

Jonatan
Jonatan
Reply to  Silvio de Barros Pinheiro
5 meses atrás

Se porta-avioes fossem um monte de lixo, a China não estaria louca para ter 6 porta-avioes! E a Rússia não construiria maquetes dos mesmos, sonhando em ter ao menos dois deles! Pode ir dormir agora!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Silvio de Barros Pinheiro
5 meses atrás

Seriam excelentes alvos se não tivessem escoltas, a função das escoltas é exatamente dar alguma proteção e ajudar a localizar barcos, submarinos e aeronaves hostis que possam atacar o Porta Aviões e uma vez localizados essas escoltas junto com os meios de ataque dos Portas Aviões dariam conta desta ameaça, mas é claro que da mesma forma que as escoltas treinam para defender, as ameças também treinam para chegar perto e afundar o Porta Aviões, nos primórdios dos Porta Aviões na Segunda Guerra as escoltas e os próprios Porta Aviões conseguiram se defender de alguns ataques mas também tivemos Porta… Read more »

filipe
filipe
5 meses atrás

6 SSN Alvraros Albertos + 15 SSK Riachuelos darão ao Brasil um poder de dissuasão que nunca teve, espero que o PROSUB vá AVANTE, que a MB continue investindo pesado em Submarinos, os Submarinos são os divisores de águas, EUA + Russia + China + França + UK + India + ????? , esse ???? é o Brasil.

Kemen
Kemen
5 meses atrás

Alguns detalhes me parecem interessantes de salientar, algum deles se baseia nas entrevistas de especialistas em guerra submarina da nossa marinha, apresentada aqui no site, cito só para lembrar. – Minha opinião: O submarino é uma arma de guerra muito temível e eficaz. – Minha opinião: Tendo em vista os atuais meios disponiveis na nossa marinha, lamento muito que se desfaçam de alguns submarinos tão previamente. – O Ruido dos submarinos nucleares modernos na atualidade geram apenas uns 10% do ruido de um submarino convencional modernoo. – Minha opinião: os submarinos com as pás de hélices de posição variável, é… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Kemen
5 meses atrás

Leia-se em vez de “– O Ruido dos submarinos nucleares modernos na atualidade geram apenas uns 10% do ruido de um submarino convencional moderno”
.
– O Ruido dos submarinos nucleares modernos na atualidade geram apenas uns 10% A MAIS do ruido de um submarino convencional modernoo.

Burgos
Burgos
5 meses atrás

black hole under the sea

Anderson Jocys
Anderson Jocys
5 meses atrás

Ao ver essa foto, por um brevissimo momento pensei que alguém iria fazer o favor de afundar o A12 vulgo “Opalão”!

Zorann
Zorann
5 meses atrás

E lá vamos nós vender nossos submarinos IKL por não termos dinheiro pra manter. Qual a prioridade de uma Marinha que faz isto? Pagar folha de pagamento?

Delfim
Delfim
5 meses atrás

Como referência, os couraçados classe Yamato tomaram mais de 10 torpedos cada um, fora as bombas, até afundarem. E deslocavam 70.000 toneladas.
Os NAE americanos deslocam mais, até 90.000 tons, e possuem projeto mais moderno em termos de danos de batalha.
Mas para ficarem fora de operação basta adernarem mais de 5º e/ou desenvolverem abaixo de 20 nós que não podem mais operar aeronaves.
Sem as aeronaves do NAE o resto da força-tarefa fica vulnerável a ataques aéreos.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Delfim
5 meses atrás

As catapultas não são dimensionadas para operar com zero vento relativo?

colombelli
colombelli
5 meses atrás

A unica e verdadeira dissuasão que temos hoje no mar: submarinos. Prioridade nº 1.
Todo esforço deve ser feito para mantermos ao menos 7

Dr. Mundico
Dr. Mundico
5 meses atrás

Apenas em termos especulativos, alguem pode dizer num caso de torpedeamento de um alvo da magnitude desses porta-aviões, quais seriam as medidas de evasão do submarino para não ser detectado e afundado pelas escoltas? Acredito que logo de início, a posição do submarino seria denunciada e sua destruição praticamente certa….ou não?

colombelli
colombelli
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

Dr. Mundico tem gente (vários) muito mais capacitada que eu para te responder a esta pergunta, mas especulando dentro do meu limitado conhecimento de guerra naval, suponho que não seja tão fácil assim uma destruição do atacante porque o torpedo pode ser disparado de uma distância bem maior e na hora de um impacto se gera um enorme burburinho. Não é algo muito fácil, igualmente, saber de onde veio exatamente o torpedo. Acho que mergulhar e evadir na maior velocidade possivel e fora do azimute presumível de disparo seja a medida mais eficaz. A ainda há chamarizes que podem ser… Read more »

Marcio
Marcio
5 meses atrás

Um submarino português (NPR Barracuda) já havia feito algo do parecido com o porta-aviões Eisenhower, penso que em uma manobra em 1983 (exercício “Locked Gate 83” – salvo erro).

Mgtow
Mgtow
5 meses atrás

hahahahaha….ficaram irritadinho é? Pois saibam eles que isso pode acontecer de maneira real caso entrem numa guerra com um inimigo minimamente capaz. Não com inimigos de chinelos havaianas

Luis Felipe
Luis Felipe
5 meses atrás

Como diz o meu guru em assuntos internacionais, o israelense Yakov Kedmi: os EUA são um tigre de papel…

Dalton
Dalton
Reply to  Luis Felipe
5 meses atrás

Sabe-se lá quantas vezes navios chineses e russos também não perceberam a presença de um submarino pertencente a marinha do “tigre de papel” que aliás contribui bastante para a defesa de Israel.

Bryan
5 meses atrás

Teve há algum tempo que a MB fez a mesma empreitada contra o porta-aviões italiano.

Nestor
5 meses atrás

Hoy por hoy la US NAVY ha ido degradando sus sistemas embarcados antisubmarinos, contando solo con helicópteros embarcados para la defensa próxima de la flota y no posee ninguna aeronave de ala fija embarcada.
Los objetivos después de la caída de la URSS cambiaron y la amenaza submarina fue paulatinamente dejada de lado como prioridad por la US NAVY, que aumentó el número de cazas multipropósito en los Portaviones

Francisco Novellino
Francisco Novellino
5 meses atrás

Esse tipo de exercício é intitulado “Penetração em Cobertura”, sendo muito praticado inclusive pelos submarinos brasileiros.

Francisco Novellino
Francisco Novellino
5 meses atrás

“Penetração em Cobertura”. Exercício rotineiramente realizado na Marinha do Brasil. É exigido que todos os comandantes de submarino saibam realiza-lo.