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Navio Polar Almirante Maximiano encontra destroços compatíveis com a aeronave Hércules C-130

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O Ministério da Defesa informa que o Navio Polar Almirante Maximiano, da Marinha do Brasil, recolheu por volta das 15h45 (horário de Brasília) itens pessoais e destroços compatíveis com a aeronave Hércules C-130, da Fuerza Aérea de Chile, que estava desaparecido desde a madrugada de terça-feira.

As partes do avião e os objetos estavam a aproximadamente 280 milhas náuticas (518 km) de Ushuaia, na Argentina.

O navio da Marinha do Brasil permanece na área de busca em ações coordenadas com autoridades chilenas e duas lanchas do navio continuam a recolher destroços.

DIVULGAÇÃO: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
7 meses atrás

Que Deus guarde os tripulantes do Hércules!

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Fabio Araujo
7 meses atrás

Governo chileno informa que o NPo Almirante Maximiano localizou parte da fuselagem e corpos dos tripulantes… Que Deus os tenha!

Souza
Souza
Reply to  Fabio Araujo
7 meses atrás

Amém

Caravaggio
Caravaggio
7 meses atrás

Acharam mais rápido que o sub argentino, naquela área do mundo onde a vida humana não resiste mais q alguns minutos, mas infelizmente o resultado será o mesmo. Espero terem morrido no impacto, como os do San Juan morreram instantaneamente.

Victor
Victor
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Sério que vc está comparando encontrar um avião com um submarino?

Fábio Bezerra
Fábio Bezerra
Reply to  Victor
7 meses atrás

Um comentário de alguém que não imagina que um submarino é construído para ser discreto, até os acidentados, coisa que uma aeronaves não.

Pedro
Pedro
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Sem noção!

C. César
C. César
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Nossa, que comentário mais ridículo.

José Miranda
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Senhores que responderam tão prontamente ao texto de Caravaggio, peço que se detenham e analisem um pouco ao quesito interpretação de texto. Não sejam analfabetos funcionais. No texto, implicitamente, não está se reportando à situação técnica e à logística do acidente. Reporta-se ao lado emocional, ao sofrimento humano dos envolvidos. Não há comparação técnica superficial, e nem mesmo pericial do ocorrido. Devemos evitar julgamentos precipitados em tudo o que os olhos vêem, os ouvidos ouvem e o cérebro interpreta. Caravaggio está perfeito em seu comentário

Camargoer
Camargoer
Reply to  José Miranda
7 meses atrás

Olá José. Acho que o colega Caravaggio fez um comentário inconveniente ao invés de perfeito. Também acho que teria sido possível expressar a sua solidariedade ação de um modo bem mais apropriado. Acidentes como este do C130 nos tocam e nos entristecem. Foi como comentei com o NMN logo abaixo. Cabe a nós alertarmos os colegas sobre erros e excessos.

NoMeansNo
NoMeansNo
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Pena que quem não morreu foi o senhor, isso sim.

Camargoer
Camargoer
Reply to  NoMeansNo
7 meses atrás

Caro NMN. É legítimo discordar dos colegas, mas devemos ficar no contexto das ideias. Quando um colega comente um engano ou um excesso, devemos alerta-lo sobre o erro. Esse é o papel dos mais experientes e sensatos.

Junior
Junior
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Olha o nível do comentário do individuo

Fábio Bezerra
Fábio Bezerra
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Bem, eu “acho” que morreram instantaneamente, pelo destroços devem ter tido uma desorientação espacial, ou pouco provavelmente uma explosão a bordo.
Como é uma aeronave militar nunca devemos saber o resultado das investigações.

Cássio Silva
Cássio Silva
Reply to  Caravaggio
7 meses atrás

Entendi o que o senhor quis expressar ; realmente entre uma morte instantânea e outra demorada com alto teor de dor, é preferível a primeira.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
7 meses atrás

Devido ao possível impácto, as condições climáticas da região bem como a temperatura da água é difícil haver alguma expectativa de sobreviventes. Morreram no exercício do dever! Força para os familiáres!

Oséias
Oséias
7 meses atrás

Existe possibilidade de sobreviventes. Creio que esse tipo de missão deve levar aquelas balsas infláveis fechadas e roupas de proteção para o ambiente antártico.

Luciano Pereira Silva
Reply to  Oséias
7 meses atrás

Amigo estive lá em missão em 2009/2010 através do Ary Rongel um navio de apoio a OperAntar, durante 6 mêses, e um outro navio nosso da Marinha do Brasil, assim como o Max, durante 6 mêses, e posso te dizer que somente por milagre, pois a região e bem inóspita e nada resistiria, muito tempo e dependendo do local, devido ao impacto e a água extremamente gelada não levaram mais do que alguns minutos para morrer, só sabe a real situação quem já esteve lá. Infelizmente.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Oséias
7 meses atrás

Não existe qualquer possibilidade de que haja sobreviventes.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Oséias
7 meses atrás

Coisas que depedem de tempo para ser preparado e lançado. E que nem os dispositivos de submarinos, se o acidente foi catastrófico, sem tempo sequer de pedir socorro ou avisar do local, esquece.

SERGIO MONTESSERRAT
7 meses atrás

Amigos, o que são essas esponjas do tanque de combustível do C-130, que foram localizadas?

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  SERGIO MONTESSERRAT
7 meses atrás

Acredito que sejam selantes.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Aqui tem imagens para ajudar a entender:

https://twitter.com/FACh_Chile/status/1205155375206543360

rommelqe
rommelqe
Reply to  SERGIO MONTESSERRAT
7 meses atrás

Estas espumas tem por principal objetivo evitar que o combustivel líquido seja gazeificado pelos movimentos da aeronave. Quando o liquido evapora fica mais propricia a ocorrencia de explosões. Os carros da F1 são mais um exemplo do emprego desta técnica. Além disso, os aviões possuem o sistema onboog para a obtenção de oxigênio para respiração humana, sistema esse que obtem gases inertes da atmosfera, os quais são injetados também nos tanques de combustível para evitar que a mistura combustivel gazoso mais oxigênio do ar possa entrar em ignição. Em alguns navios de uso misto tipo graneleiros/ transporte de petróleo também… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  rommelqe
6 meses atrás

Boa resposta. O mesmo questionamento foi levantado no Poder Aéreo, vale a pena colocar lá.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  rommelqe
6 meses atrás

Só corrigindo… O sistema que injeta gás Ivete nos tanques é chamado de OBIGS, e é diferente do OBOGS. E o C130 não tem nenhum dos dois, se me lembro bem.

João Ramos
João Ramos
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
7 meses atrás

Errar não é algo tão feio, mas insistir no erro….

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
7 meses atrás

Já passei nessa região no saudoso Barão de Teffé (melhor navio que já servi).
Bons tempos que não voltam mais.

ednardo curisco
ednardo curisco
7 meses atrás

Apesar da tragédia, dá orgulho saber que nossas forças estão ajudando os irmãos.

Luiz Floriano Alves
Reply to  ednardo curisco
6 meses atrás

Explorar a Antártica tem os seus custos, e não são baixos. As baixas temperaturas propiciam defeitos inesperados. Qualquer falha nos dispositivos de degelo nas asas e o avião vem ao mar. A queda com a água despedaça um avião instantaneamente. Vimos isso num acidente aéreo na Lagoa dos Patos.

Marujo
Marujo
6 meses atrás

E ninguém mais fala no novo navio de exploração polar que a Marinha pretendia construir rápido, rápido. Como também não fala do projeto de lei que destinava 10% dos recursos do Fundo Nacional de Marinha Mercante, a fundo perdido, para construção de embarcações militares. Passou o 13 de dezembro e nem se tocou também na assinatura do contrato para a construção da Classe Tamandaré. É duro!!!