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Desativado na Royal Navy, navio-patrulha HMS Clyde deve ingressar na Marinha do Brasil

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HMS Clyde

A embarcação de patrulha da Royal Naval voltou à sua base em Portsmouth pela última vez, depois de passar 12 anos em patrulha nas Ilhas Falkland. Marinheiros e tripulação do HMS Clyde participaram de uma cerimônia de descomissionamento do navio de 13 anos de idade antes de ser devolvido aos sistemas BAE para sua vida futura no Brasil.

Família e amigos da tripulação de 40 pessoas alinharam-se no cais da Base Naval de Portsmouth para dar as boas-vindas a seus entes queridos após o seu destacamento a bordo do Clyde.

O comandante Simon Pressdee, comandante do Esquadrão de Proteção da Pesca, disse: “Foi um verdadeiro privilégio receber o HMS Clyde em casa hoje após o que tem sido o maior desdobramento da Marinha Real nos tempos modernos, alcançando mais de 12 anos no Atlântico Sul.”

Durante o período, mais de 800 membros do esquadrão serviram no HMS Clyde, experimentando os oceanos do sul por mais de seis meses por vez, proporcionando a muitos deles lembranças únicas e especiais de uma parte notável do planeta.

“O descomissionamento dele esta tarde lembrará todos aqueles que serviram a bordo antes de entregarmos este cavalo de batalha da frota à BAE Systems, que o apoiaram cuidadosamente durante todo o seu desdobramento.”

O navio-patrulha offshore HMS Clyde foi lançado em 2006. Tem 36 tripulantes e está armado com um canhão DS30B de 30 mm, dois mini-guns e cinco metralhadoras de uso geral. Também possui um convoo com capacidade para receber o helicóptero Merlin. A velocidade máxima é de 21 nós, com um alcance de 5.500 milhas náuticas (10.200 km)

O HMS Clyde foi o primeiro navio a ser inteiramente construído na base naval de Portsmouth depois de 40 anos. O Clyde foi projetado e construído pela BAE Systems e é alugado e operado pela Marinha Real, enquanto a empresa fornece manutenção e suporte logístico à embarcação.

Sua única saída da estação durante esse período foi em 2017, quando ele estave atracado na África do Sul para manutenção.

A viagem de volta a Portsmouth marca o fim do contrato de locação da Marinha Real, pois em breve ele será devolvido à BAE Systems para retirada de equipamentos e depois vendido para a Marinha do Brasil.

Em janeiro de 2011, o governo do Brasil negou o acesso do HMS Clyde ao Rio de Janeiro em solidariedade às reivindicações argentinas sobre a disputa de soberania das Ilhas Falkland, como o Uruguai havia feito com o HMS Gloucester em setembro do ano passado.

O papel do Clyde em patrulhar as Malvinas será assumido pelo HMS Forth, que atualmente está a caminho pelo Oceano Atlântico.

O Forth foi comissionado para a Marinha Real em abril de 2018, após uma cerimônia em Portsmouth. No entanto, em junho de 2018, foi anunciado que entraria em doca seca para grandes obras de retificação que provavelmente levariam mais de três meses.

Um porta-voz da Marinha disse: “Alguns da tripulação atual estão no navio há cerca de nove meses, mas a maioria há seis meses, a duração padrão da missão antes de serem entregues à equipe substituta”.

FONTE: MercoPress

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Claudio Moreno
Claudio Moreno
9 meses atrás

Boa tarde a todos os Senhores!

Se vier será bem vindo. Entretanto várias vezes esta notícia foi negada. Aliás aqui mesmo….
Mas como eu disse será bem vindo.
CM

J L
J L
Reply to  Claudio Moreno
9 meses atrás

Faço minhas suas palavras. Será muitíssimo bem vindo, podendo até quem sabe, ficar baseado em Rio Grande, assim teríamos um OPv em cada extremo do país.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  J L
9 meses atrás

Mas qual é o OPV do extremo Norte?

Fogger
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

O P122 Araguari esta baseado no Rio Grande do Norte.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fogger
9 meses atrás

Pois é. 3º DN, Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste.
O Distrito Naval que pode ser considerado “extremo Norte” é o 4º DN, e não tem NPaOc lá.

EricWolff
EricWolff
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

NPOc Araguari?

J L
J L
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Pois é eis a questão, se não podemos considerar a ARAGUARI como em operação no norte/nordeste, imagine o sul que tem um maior tráfego marítimo ficar sem um OPV. Futuramente quando se terminar uma das classes Macaé, enviaríamos para guarnecer o “extremo Norte” o 4º distrito naval.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  J L
9 meses atrás

Um OPV seria pouco,muito pouco,mesmo se fossem dois seria ridículo,mas dois é bem melhor que um…

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Claudio Moreno
9 meses atrás

Estour esperando mesmo é um dos navios classe wave.

Marco Antonio Caffe
Marco Antonio Caffe
Reply to  Claudio Moreno
9 meses atrás

HMS Clyde continua sob contrato de leasing da BAE Systems para a Royal Navy até final de março de 2020. Temos muito orgulho de nosso histórico de suporte ao HMS Clyde por mais de 12 anos.
Sobre a notícia em tela, a Marinha do Brasil declinou formalmente a possibilidade de negócio devido a outras prioridades da Força.
Marco A. Caffe – Gerente-Geral da BAE Systems do Brasil Ltda.

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Marco Antonio Caffe
9 meses atrás

Caro Marco: realmente é uma pena….seria (ra?) muito benvindo.

JT8D
JT8D
9 meses atrás

Bem vindo! O navio é quase novo, espero que esteja em bom estado

Mauro
Mauro
9 meses atrás

Negar a entrada do Clyde no Rio de Janeiro foi uma jogada ensaiada literalmente para inglês ver. Foi só migué para que os argentinos acreditassem naquela turma daqui que prometia apoio e mais apoios a “causa”, quando no fundo a realidade era bem outra.
Eu já havia feito essa citação no sábado passado, mas acho que o comentário foi editado.
Seja bem vindo HMS Clyde, doravante NPO Poraquê.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Gerar empregos na Inglaterra; desprestigiar a industria naval brasileira. Deve ter alguns trocados por baixo dos panos. O MPF deveria investigar essas compras mais a fundo.

Paulo Cogo
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

Industria brasileira??? Não honraram nem o contrato dos Macaé estaleiros receberam e não entregaram. Dinheiro no bolso do Eiki Batista e da turminha.

marcus
marcus
Reply to  Paulo Cogo
9 meses atrás

Os que foram entregues para o INACE, ficaram prontos e estão operando.
Existem estaleiros de qualidade mo Brasil.

Gerson
Gerson
Reply to  marcus
9 meses atrás

Aliás todos deveriam ter sido feitos na INACE que costuma entregar suas encomendas!

Paulo Cogo
Reply to  marcus
8 meses atrás

Negativo. Os patrulhas Maracanã e Mangaratiba não foram entregues pelo EISA. A Marinha conseguiu na justiça a liberação dos cascos inacabados para serem concluídos no Arsenal de Marinha.

https://www.naval.com.br/blog/2019/08/30/amrj-concluira-a-construcao-dos-navios-patrulha-maracana-e-mangaratiba/

https://clickpetroleoegas.com.br/estaleiro-da-marinha-no-rio-de-janeiro-retoma-as-obras-dos-navios-patrulha/

Daniel
Daniel
Reply to  Paulo Cogo
9 meses atrás

Se é feito pelo Estado, reclamam.
Se é feito pela iniciativa privada, reclamam e ainda colocam a culpa no Estado.
Se é feito no exterior, gerando empregos para os gringos e remetendo a margem de lucro para empresas estrangeiras que investirão em mais P&D, reclamam.

Parece que o problema do brasileiro, quer era não reclamar de nada, agora virou reclamar de tudo repetindo sempre a mesma ladainha…

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

Se no mercado nacional não temos competitividade não adianta
..temos que importar livre comércio é isso

Daniel
Daniel
Reply to  Rodrigo
9 meses atrás

Rodrigo, Um projeto, iniciando do zero, vai parecer mais caro do que o valor final cobrado, hoje, por produtos de segunda mão produzidos no exterior. O suposto gasto com um projeto, bem feito, do zero (não é do zero pois dominamos parte da tecnologia) até a produção em série não é gasto, é investimento! Apenas vamos poder vender algo se começarmos a desenvolver e produzir. Sem a produção nacional, temos um problema óbvio: vamos vender o que? Nada? Vamos continuar, eternamente, comprando material de prateleira de nossos concorrentes? Se fôssemos o Uruguai ou mesmo a Argentina, talvez nem tivesse problema.… Read more »

Jorge Cascardo Amarante
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

Debaixo dos panos de quem?

farragut
Reply to  Mauro
9 meses atrás

no ano seguinte, o hms protector enviou militares e equipamentos para ajudar no combate ao incêndio na estação antártica. o governo brasileiro se “esqueceu” de mencionar o reino unido nos países que receberam os agradecimentos.

abel Ribeiro
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Lembra quem eram os presidentes no Brasil e Argentina?

Fogger
Reply to  Mauro
9 meses atrás

A Marinha já possui na atualidade um lanchão blindado com o nome Poraquê, classe DS 888 Raptor, acho que não será esse o nome no possível novo NPO.

Guizmo
Guizmo
9 meses atrás

Vai vir com o armamento atual? Se sim, excelente!

Marcos Borges
Reply to  Guizmo
9 meses atrás

Não sei se existe condições técnicas, mas gostaria de trocar o canhão de 30mm por um bofors de 57mm, este sim de impor muito respeito.

Otto Lima
Reply to  Marcos Borges
9 meses atrás

Não conheço os detalhes do projeto, mas creio que não haveria dificuldades nessa substituição que você propôs.

Otto Lima
Reply to  Guizmo
9 meses atrás

O armamento do HMS Clyde é essencialmente o mesmo dos NPaOc Classe Amazonas, os quais, aliás, são um projeto derivado do primeiro. Um canhão de 30 mm na proa, mais dois de 20 mm nos bordos e metralhadoras .50 pol, suficientes para as funções de policiamento marítimo.

Otto Lima
Reply to  Otto Lima
9 meses atrás

Corrigindo: os NPaOc Classe Amazonas da MB é que vêm equipados com canhões de 20 mm, no lugar das Miniguns.

Delfim
Delfim
9 meses atrás

Então, apesar de termos adquirido a licença de fabricação de mais NaPOc classe Amazonas, tais não serão fabricados, em prol de adquirirmos um modelo mais antigo ? Qual a explicação ?

Paulotd
Paulotd
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Ótimo navio em excelente momento, deveria ficar dedicado no 3DN ajudando a patrulhar as águas nordestinas, chega de mais navio no RJ

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Paulotd
9 meses atrás

Seria bom, assim o 3ºDN, que pelo tamanho da área sob sua responsabilidade é o hoje o distrito naval com mais navios-patrulha na sua dotação, passaria a ter dois NPaOc. Outra boa alternativa seria o 4º DN. Mas é bom lembrar, para quem reclama de que tem muito navio no Rio de Janeiro, que a área sob jurisdição do 1ºDN é enorme (e importância idem, pela exploração de petróleo) e que neste ano o seu grupamento de patrulha foi reduzido em dois navios classe Grajaú (o Guajará e o Guaporé), transferidos para o recém-estabelecido Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste… Read more »

EricWolff
EricWolff
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Eu apostaria num Distrito q tem um esquadrão de aeronaves e não tem navios com convés de voo…

EricWolff
EricWolff
Reply to  EricWolff
9 meses atrás

Ah, e possui mares beeemmmm parecidos com o q o navio atuava até bem pouco tempo…
Fica a dica

Marcelo
Marcelo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Espero que seja empregado no 2DN para guarnecer a Base Naval de Aratu, que hoje está desprotegida, entregue a navios de 40 anos ou mais.
Mas, sinceramente, diante de notícias negando sua obtenção, desejaria que a MB desse como presente de Natal o lançamento de um Amazona.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcelo
9 meses atrás

“Espero que seja empregado no 2DN para guarnecer a Base Naval de Aratu, que hoje está desprotegida, entregue a navios de 40 anos ou mais.”

De fato a corveta Caboclo tem mais de 40 anos (bem mais, pra ser sincero, embora ainda esteja em forma), mas o 2ºDN também conta com dois NPa classe Grajaú com cerca de 20 anos de serviço.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Nunão, a Caboclo hoje ta mais para NPa do que corveta ???

Mas ela parece ta muito bem obrigado e torço para ela navegar mais muitos e muitos anos ainda

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Entusiasta Militar
9 meses atrás

Entusiasta, A Caboclo é um navio que foi denominado corveta na década de 1950, numa concepção diferente de hoje. Ela nunca foi o que se denomina hoje como corveta, navio de guerra de porte inferior à fragata. Mesmo na época não considero que corveta era o termo correto, mas como a classe também substituiu navios-mineiros varredores dos anos 30 que foram convertidos em corvetas antissubmarino na IIGM, então houve uma certa tradição envolvida. A classe Imperial Marinheiro, da qual a Caboclo é a remanescente ainda na ativa, era na prática de mavios-patrulha e de salvamento. Eram rebocadores de alto mar… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Eu suponho que a explicação seja o custo e a urgência de meios

Vovozao
Vovozao
Reply to  Delfim
9 meses atrás

23/12/2019 – segunda-feira, btarde, Delfim, temos problemas sérios com as nossas patrulhas, iniciamos um estudo para patrulhas de 500t, inicialmente seriam mais de 20, depois reduzimos a produção, algumas foram construídas em Fortaleza e entregues, depois resolveram continuar a construção no estaleiro EISA, que acabou falando, a MB retirou 2 cascos inacabados, é, até hoje não sabemos em que situação se encontra o término da construção. Sendo assim e devido a uma série de carências, de repente nossos comandantes resolveram alugar/comprar já que trata-se de um modelo já testado, acho que o que muda é a motorização.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Vovozao
9 meses atrás

……falindo…

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Vovozao
9 meses atrás

Os patrulhas construídas pelo INACE estão ai, operacionais. Cabe a pergunta: porque a Marinha não continuou/continua a contratar aquele estaleiro que deu certo? porque comprar sucatas e pagar por reformas que ao final tornam o “usado” mais cara do que um novo? O NAE SP é um exemplo disso.
O tal do EISA pegou o dinheiro e não entregou o que prometeu. Tem alguém preso ou pagando por esse prejuízo sofrido pelo Brasil? É inexplicável este tipo de comportamento adotado. Se fossem políticos a gritaria seria grande, mas com se trata de militares todos se calam.

Daniel
Daniel
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

Francisco, Não existe visão razoável acerca do caráter estratégico da pesquisa e produção de itens militares em âmbito nacional. Mesmo os melhores especialistas se perdem em discussões do tipo super trunfo ou em detalhes técnicos que não agregam nada à discussão maior que deveria ser feita pelo país. Que lugar queremos ocupar no mercado global? Queremos disputar espaço em exportação de itens de alto valor agregado, gerando emprego em empresas de ponta ou vamos continuar falando em balança comercial positiva apenas pela exportação de commodities, de baixo valor agregado, que geram pouco emprego e concentram renda (que é gasta na… Read more »

J R
J R
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

Aliás é um deleite admirar os iates construídos pela INACE, fico namorando aquelas maravilhas…

Otto Lima
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Aquisição de oportunidade

Marcos
Marcos
Reply to  Otto Lima
9 meses atrás

Pessoal, pelo que entendi o navio virá sem equipamentos que eram utilizados pelos britânicos. A depender do que sejam estes equipamentos retirados, pode-se ter adquirido apenas o básico do básico do navio… Ou até mesmo somente o casco e coisas mínimas. Então, diante da ausência de informação quanto ao preço da embarcação e dos itens que tenham sido retirados, não se pode ter certeza de que foi um bom negócio.

João Souza
João Souza
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Mesmo se no futuro voltarmos a fabricar esses navios, penso que o Brasil deve sempre, aproveitando sua posição neutra no mundo, ficar de olho em oportunidades boas. O navio está nos novinho ainda, se for assim beleza. Não pode é comprar tranqueira…

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  João Souza
9 meses atrás

Lembrando que é uma, embarcação em bom estado e testada do difícil extremo Sul do Atlântico.

J L
J L
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Penso que no momento, precisamos de alguma coisa para usar em patrulhas, sem que usemos nossas fragatas velhinhas para poupa-las e esticar o máximo possível a vida útil das mesmas, e para fabricar, além de levar um tempo que não dispomos, possa ser que a marinha esteja no aguardo da aprovação daquele projeto de lei do fundo da marinha mercante, que segundo li, seria para manutenção e construção de navios patrulhas.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Delfim
9 meses atrás

Caberia um,a investigação por parte do MPF. No mundo capitalista tudo gira em torno de dinheiro. Deve ter alguém/alguns ganhando com essas compras.

Rodrigo C. Müller
Rodrigo C. Müller
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

No mundo capitalista tudo gira em torno do lucro e da satisfação do cliente! É no mundo da corrupção, das negociatas e do cooperativismo é que tudo gira em torno do dinheiro!!! E dinheiro alheio, do contribuinte, que é obrigado a sustentar os políticos o funcionalismo.

BOCA DO INFERNO
BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

Putz,
não vou dizer que é ferro velho,
mas, não sei se os senhores observaram,
tem umas ferrugens no casco.
Olha lá.
Quanto custa uma embarcação desta??
Não tem como construir umas 10 unidades aqui.
Os da classe Amazonas são lindões, pau pra
toda obra.
Não temos a licença??
Conversa com o Captain lá poxa!

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

“Putz,
não vou dizer que é ferro velho,
mas, não sei se os senhores observaram,
tem umas ferrugens no casco.
Olha lá.”

Qualquer navio, até o novíssimo Queen Elizabeth volta à base com marcas desse tipo no casco, após um período no mar, olha lá:
comment image

JT8D
JT8D
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Nunão, pelo “conversa com o captain” já dá pra perceber que não se trata de um comentário muito técnico …

Eduardo
Eduardo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Foto linda Nunão!

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Depois de todas as reformas, atualizações, peças de reposição, etc… por quanto vai ficar o preço final?
Em comparação com um novo este ai já tem 13 anos de uso, quanto tempo ainda de vida útil?
Quanto mais velho, maior necessidade de reparos. Não seria muito mais econômico e melhor para o Brasil fabricar aqui? O INACE já provou que tem capacidade.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  francisco Farias
9 meses atrás

“ Depois de todas as reformas, atualizações, peças de reposição, etc… por quanto vai ficar o preço final?”

Não sei. Só respondi a um comentário a respeito de ferrugem. Melhor perguntar a outra pessoa.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Nunão, isso me parece ser normal em embarcações que realmente operam e não ficam apenas enfeitando o cais com um bando de marinheiros com latinhas de tinta para aparecer bonito na foto!

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcos R.
9 meses atrás

Sim, em qualquer marinha essas marcas são normais. Algumas fazem o tratamento e pintura antes de atracar, em especial navios em missões de representação, outras só após atracarem mesmo.

Rommel
Rommel
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Estas marcas de “ferrugem” não atingem o aço, pois são produto do metabolismo de bactérias denominadas como “sesseis”…. Como dizia o prof. Vicente Gentil …..maior autoridade da Petrobras na área de corrosão, um grande profissional e excelente e inesquecível pessoa!

Carlos
Carlos
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

🤬 DIFÍCIL HEIMM 🙉

João Souza
João Souza
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

Um pouco de ferrugem assim é normal. Não pode é corroer por dentro do casco.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

Oh boca do inferno!!!

Diogo
Diogo
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

É um navio de guerra, não um sedã de luxo.

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

Objetos metálicos imersos em água salgada, por mais bem cuidados que sejam, costumam apresentar alguma corrosão superficial, ou não?

Alexandre
Alexandre
Reply to  ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
9 meses atrás

Claro! Principalmente após meses no mar.

Renato
Renato
Reply to  BOCA DO INFERNO
9 meses atrás

Ferrugem? Bom para bater “ferrinho”….Galante manja! kkkkkk

Tutu
9 meses atrás

Não sei vocês, mas eu acho os classe River assim como os nossos classe Amazonas embarcações muito charmosas e com um ar de robustez.

Tutu
Reply to  Tutu
9 meses atrás

Agora é só escolher o nome, se é para continuar a linhagem de rios com A, eu voto pelo Araguaia.
Um rio muito importante para minha região, chegou mesmo a influenciar o nome de um parte das cidades do norte do Tocantins.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Tutu
9 meses atrás

Como Araguaia virou um nome polêmico após a década de 70, se for para abrigar o nome no mesmo guarda-chuva de tradições eu apostaria em Acre ou Ajuricaba.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Tutu
9 meses atrás

Poderia ser batizado de Atibaia, Araraquara ou Aricanduva!

Mauro
Mauro
Reply to  Edson Parro
9 meses atrás

Aricanduva é nome de presídio, véi.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Mas é um nome sonoro, né?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Edson Parro
9 meses atrás

Atibaia? Acho que o nome combina mais com pedalinho do que navio-patrulha!

Mas podem batizar de Astúrias, basta fazer uma ampliação pro passadiço ficar três conveses mais alto, tipo triplex.

elcimar marujo
elcimar marujo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

triplex..!!!!….sai fora dessas rimas…rsrsrs

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Não é sítio! É rio Atibaia.
kkkkkk

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  Edson Parro
9 meses atrás

Kkkkkk

elcimar marujo
elcimar marujo
Reply to  Edson Parro
9 meses atrás

sai fora dese atibaia…ta queimado na mente do povo…rsrsrsrs

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  elcimar marujo
9 meses atrás

Kkkkkkkkkkk

Dexter
Dexter
Reply to  Edson Parro
8 meses atrás

Gostei!!!
ATIBAIA: Classe MORO…
Número 13 no casco .

DOUGLAS
DOUGLAS
9 meses atrás

A embarcação vai vim do jeito que ela se encontra hoje? Se sim, quando chegar aqui vai passar por uma fase de inspeção, pintura e etc?

Carlos Campos
Carlos Campos
9 meses atrás

Seja bem vindo, acho um navio muito bonito, mas quero mais amazonas e que seja alterado o projeto para levar um heli

arcanjo
9 meses atrás

Será que vem mesmo? Espero que sim. Parece ser uma excelente embarcação. Abs.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
9 meses atrás

Muito boa notícia! Vovozão os seus clamores estão começando a serem ouvidos! Trata se de um excelente navio patrulha, o maior e mais bem armado da sua classe river e relativamente novo. Espero que passe por uma revisão como fez o Ocean antes de vir. Mas acredito que alguns aqui no fórum vai dizer que não tem angar e que não blindado, estanque e blá blá blá…. , comer dobradinha e arrotar caviar.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

Op,s Hangar

Vovozao
Vovozao
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

23/12/2019 – segunda-feira, bnoite, agradeço, e li a postagem de Mario SAE, no qual ele concorda com minha postagem, entretanto, diz que devemos brevemente ter muito boas notícias, espero que o Clyde venha, é, consigamos algumas fragatas em 2020 na saída da MB do coma que se encontra.
Um bom natal.

Jack
Jack
9 meses atrás

Prezados, uma pergunta. Esse OPV, não seria recebimento através de leasing? Agora será comprado pela Marinha do Brasil. Presentinho de Natal.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Jack
9 meses atrás

Não há nada no texto falando especificamente de compra. Nem de leasing.

Jack
Jack
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Ok, então interpretei errado o texto “devolvido à BAE Systems para retirada de equipamentos e depois “vendido” para a Marinha do Brasil.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Jack
9 meses atrás

Desculpe, não reparei nesse pedaço.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
9 meses atrás

Estamos precisando saiu no El País Brasil uma reportagem a respeito do narcosubmarino pego no litoral espanhol. Segundo a reportagem o submarino saiu de Letícia na Colômbia navegou pelo rio Amazonas até chegar ao Atlântico e seguiu pelo Atlântico até a Espanha, foi segundo a reportagem uma viagem de 9000 km sendo 3000 fluviais e o resto a travessia do Atlântico!

Kemen
Kemen
9 meses atrás

Eu sempre fui contra compras de oportunidade, mas dessa vez tendo em vista que é um navio patrulha apenas com 13 anos e quase 2.000 tn, o seu armamento é coerente com um navio patrulha e opera um helicóptero, acho que se vier para a MB seria uma boa opção, falta saber o preço…

Renania
Renania
Reply to  Kemen
9 meses atrás

Como é de amigo para amigo rola um desconto, fica por 500 milhões de dólares.

Brincadeira

Ricardo Barbosa
Ricardo Barbosa
9 meses atrás

Excelente compra de oportunidade. Cairia como uma luva para Rio Grande, o proporcionalmente mais esquecido e mal aparelhado dos distritos navais brasileiros.

BOCA DO INFERNO
BOCA DO INFERNO
Reply to  Ricardo Barbosa
9 meses atrás

Eu acredito que devemos dar o nome do navio a uma grande personalidade do brasileira.
Rui Barbosa
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes
Tancredo Neves
Em relação a ferrugem do casco, foi sacanagem colocar aquelas lamborghini, para fazer comparação né?
Estão zero KM.

FighterBR
FighterBR
Reply to  Ricardo Barbosa
9 meses atrás

Verdade. Lá só tem a ferrugem da MB.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  FighterBR
9 meses atrás

O Grupamento de Patrulha Naval do Sul (5ºDN) é, de fato, um dos menos equipados com navios de melhor desempenho, mas acho que “ferrugem da MB” é um pouco de exagero. Mesmo porque no ano passado a baixa da Imperial Marinheiro (2015) foi finalmente compensada pela incorporação de um navio “seminovo” o NApOc (não confundir com NPaOc) Mearim.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Ricardo Barbosa
9 meses atrás

Se for o Rio Grande do norte,concordo…

Tutu
9 meses atrás

Mais bonito que o Ara bouchard.

FERNANDO
FERNANDO
9 meses atrás

OII

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

Só falta o Wave Ruler e já dá para chamarmos a MB de Brazilian Royal navy 😄😄😄❗

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

Class and type: River-class patrol vessel
Displacement:1,850[1] to 2,000 tonnes.[2][3]
Length:81.5 m (267 ft 5 in)[1]
Beam:13.5 m (44 ft 3 in)[1]
Propulsion:Two Ruston 12RK 270 engines developing 4,125 kW (5,532 hp) at 1,000 rpm
Speed:21 kn (39 km/h)[1]
Range:5,500 nmi (10,200 km)[4]
Endurance:21 days[4]
Boats & landing
craft carried:
1 × Pacific 22 RIB
1 × Rigid Raider
Troops:20
Complement:36
Armament:
1 × 30 mm DS30B gun[1]
2 × Miniguns[1]
5 × General purpose machine guns[1]

https://www.seaforces.org/marint/Royal-Navy/Patrol-Vessel/P281-HMS-Tyne_DAT/River-class-002.jpg

marcus
marcus
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

O problema já começa pela motorização. Se fosse Caterpílar ou MTU.
Essa fábrica,Ruston, foi comprada pela MAN.
As peças de reposição desses motores, ou os motores, continuarão em produção?

Mercenário
Mercenário
Reply to  marcus
9 meses atrás

Marcus,

Os River batch 2 possuem motores MAN, logo, é provável que a companhia que adquiriu a Ruston também possua estoque de peças para manutenção.

Esteves
Esteves
9 meses atrás

“O cloro, ao ser libertado da molécula do cFc, reage rapidamente com o ozônio, produzindo óxido de cloro e oxigênio molecular. Por outro lado, o monóxido de cloro reage imediatamente com o oxigênio atômico, reciclando o cloro, que poderá assim destruir outra molécula de ozônio. Foi constatado que na antártica a concentração de monóxido de cloro é cem vezes maior do que em qualquer parte do mundo.” Gases, temperaturas congelantes, vida extrema. Chamaram o navio de volta após 12 anos em missão nesse ambiente que mais parece uma lua de Saturno porque deu o que tinha pra dar. Ficou no… Read more »

Demetrius
Demetrius
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Óxido e monóxido de cloro, dois ânions? Poderia fornecer esta literatura? Credo…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

Curiosidade sobre o HMS Clyde:

O HMS Clyde está servindo no Atlântico Sul há quase 12 anos.
Sua única saída da estação durante esse período foi em 2017, quando ela estava atracada na África do Sul para manutenção,que levariam mais de três meses…

Imagem ilustrativa…
comment image

Esteves
Esteves
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

12 anos no Polo Sul.

O navio tá moído.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Atlântico Sul, ilhas Malvinas!!!

Esteves
Esteves
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

Sim. No Polo Sul.

Esteves
Esteves
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Se…o campo magnético, a inversão dos polos ainda não viraram o planeta pelo meio.

Demetrius
Demetrius
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Pensei q vc não soubesse Química mas vejo q geografia tb…

Beserra(FN)
Reply to  Demetrius
9 meses atrás

Com o tempo você passa a ignorar o que o Esteves, Kommander, Vovozão, Foxtrot e dentre outros, a gente passa a levar na esportiva, pois eles não falam por mal, apenas são equivocados em suas opiniões.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Beserra(FN)
9 meses atrás

24/12/2019 – quarta-feira, bnoite, Sr. Beserra(FN), dizer que nossa nobre marinha está dando os últimos suspiros, não é estar mentindo nem equivocado, não entendo como você sendo da armada não vê. Aquele velho ditado: PIOR CEGO É O QUE NAO QUER VER, este é seu caso; eu não critico; eu simplesmente falo a realudade; não temos uma marinha decente; nossas escoltas em estado crítico, nossos cacas-minas não sei se ainda encontram-se operacionais, ou se só constam do imobilizado, nossos submarinos, pelo que sabemos só o TUPI operacional, NDCC, não sabemos o estado; o nosso navio reabastecedor está nas últimas. E… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Polo sul fica no meio da Antártida. Não dá para chegar lá de navio.

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Ótima notícia, sempre fui a favor dessa compra, inclusive dos demais da classe, não teremos perna para construir submarino núclear, Tamandares, Navios de patrulha oceânica e NAPA 500BR , é sonhar muito, então a vinda dessas compras de oportunidade ( semi novas) são ótimas, pois dificilmente as teriamos fabricadas aqui nós próximos 15 anos.Falta o Wave e os varredores, ai podemos focar nas Fragatas, NAPA 500br e sub pelos próximos 10 anos.Mas sempre de olhos abertos para essas oportunidades.Se manter o armamento tá ótimo,mas bem que poderia colocar um canhão de 40 desses que já foram comprados para as Macaes.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

1Dn não precisa de mais navio, nossa pseudo esquadra está lá, tá na hora de espalhar esses patrulhas pela costa Brasileira. 1Dn não é o maior em área, 4, 3 e segundo são bem maiores em área.

Beserra(FN)
Reply to  Paulotd
9 meses atrás

Errado, o SalvaMar do 1DN é o de maior responsabilidade.

Esteves
Esteves
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

Pernas não sei. Mas com o contrato assinado e as montagens em evolução não tem como deixar o sub nuclear pra lá.

É mais fácil alongar as Tamandarés para cumprir compromissos do PROSUB X pular os submarinos + o nuclear.

Seria um vexame muito grande passar 50 anos ao custos de dezenas de bilhões e não fazer.

JT8D
JT8D
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Entendo que o colega não propôs abandonar o projeto do subnuc, pelo contrário. Não tendo pernas para fazer tudo ao mesmo tempo é melhor aproveitar as compras de oportunidade, sempre que possível, ao invés de fazer tudo aqui

Paulotd
Paulotd
Reply to  JT8D
9 meses atrás

Nunca entendi porque a classe Macaé é tão despriorizada e levada nas coxas pela MB. Que falta de visão desse Almirantado, é assustador.

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
9 meses atrás

Sim e não.

O PROSUB está contratado. Foi refinanciado. O reator é uma tarefa longa…lá dos anos 1980 quando a Revista Veja descobriu o convênio e publicou quantos bilhões haviam sido gastos.

É a prioridade zero. Dar seguimento ao contrato.

Oportunidades serão encaixadas.

Snake
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

Meu amigo talvez vc nao tenha visto, mas ja foi aprovado valor suplementar para as tamandares, depois de uma olhadinha ai pra nao passa vergonha

Esteves
Esteves
Reply to  Snake
9 meses atrás

O valor capitalizado na Emgepron (em torno de 4 bilhões de reais) pode garantir assinatura do contrato das Tamandarés. Antecipações ao consórcio, despesas iniciais, estarte, capacitações.

Vamos suar para pagar bilhões de euros da mesma forma que transpiramos para pagar o PROSUB.

Salim
Salim
9 meses atrás

Vergonhoso, com indústria naval as moscas, construir esta classe de navios seria um alento para indústria e um multiplicador de geração empregos e capacitação técnica indústria. Temos licença para cinco amazonas que após este tempo operação poderiam ser melhoradas por nós ser vendida a vários países. Poderia ser usado fundo marinha mercante com bndes. Ficamos covardes e servis. O mesmo serve corvetas, Barroso está dando ótimo serviço ao país, relegando nosso saber e capacidade para comprar do exterior. Brasil que não acredita capacidade dos brasileiros. Assim seremos levado a mediocridade. Ser patriota e muito mais que isto que está aí.… Read more »

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Salim
9 meses atrás

Salim boa noite,

Sem trocadilhos, “Salim se liga”. Construir para receber quando? Em 2045? A MB precisa de compras de oportunidade, mas é claro que isto também não invalida a construção em casa. Mas antes vamos pensar em preencher lacunas emergenciais e depois partimos para construções vigorosas.

CM

Salim
Salim
Reply to  Claudio Moreno
9 meses atrás

Cláudio, e o que escrevo, nos conformamos em ser meia boca, medíocre. Aceitar esta situação e inaceitável. Barco com tempo construção de 36 meses máximo. Estes barcos tem vida útil menor que um barco de guerra. Nossa emergência está em meios combate, não patrulha. Os napa 500 feito inace foram entregues, ai escolheram estaleiros perto corte pré falimentar. Deu no que deu. Temos, ainda, estaleiros com capacidade de construir estes barcos, se nada for feito iremos sucatear tudo, praticamente sem volta.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
9 meses atrás

Anos 60. “Ao tomar posse em janeiro de 1961, Jânio Quadros defrontou-se com a herança macroeconômica do período Kubitschek. Sem mecanismos institucionais para a criação de poupança, o esforço de industrialização acelerada provocara profundos desequilíbrios internos e externos. O tímido esforço de enfrentar o desequilíbrio externo, sem um programa de estabilização coerente, associado a uma base de sustentação política frágil, levou à renúncia de Quadros e ao colapso de seu governo em agosto de 1961. Seguiu-se um período de intensa turbulência política e instabilidade econômica, com a instauração do parlamentarismo, a volta do presidencialismo, até a instauração do regime militar… Read more »

Renania
Renania
9 meses atrás

Quanto mais melhor
Necessitamos de ao menos 120 novos navios
Que venha muitos

Rafael
Rafael
Reply to  Renania
9 meses atrás

É mesmo é?!

Não sabia que estávamos em guerra contra uma super potência.

Esteves
Esteves
Reply to  Rafael
9 meses atrás

Só por Jesus.

Renan
Renan
Reply to  Rafael
9 meses atrás

Eu acho que nosso inimigo é o tempo, pois muitos navios passará dos 30 anos e a marinha de guerra já passou dos 40.
Então se você acha que navios de 50 anos está ótimo para patrulha então tá bom.
E que navios de 40 anos podem proteger nosso país então você deve ser muito esperto.

No meu ver 120 navios trocaria todas as embarcações distritais e da Marinha atual.
No mínimo 120

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Tá ótimo, substituto do k11, liberação de 60% da verba para as Tamandares e Navio Polar( liberação dos contigenciamentos e garantias de não contigenciamentos das Forças em 2020) e agora a compra do Clyde, esperava menos de 2019.

Mauro
Mauro
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

Dois KC-390… Um Riachuelo em testes de mar, outro unindo as seções de casco… lá pra setembro de 2020 o primeiro Riachuelo estará operacional, Gripen voando lindo, Suécia adotando nosso display..confirmação dos Meteor para o Gripen, 100 unidades… mas tem neguinho reclamando…
Foi um ótimo ano, dadas as circunstâncias.
Hoje, repito, hoje o Brasil está com crescimento de 2,5% anualizado, dada a geração mensal de empregos … segundo consultoria Bradesco. Não tenho certeza, mas acho que o orçamento de 2020 foi feito sobre um crescimento estimado de 2%, se crescer mais do que isso… teremos mais arrecadação…

Amaury
Amaury
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Tudo o que foi citado foi planejado, cotado, comprado e começou a ser pago antes de 2019. Incluvise o projeto das Tamandarés.
Ou estou muito mal informado ou esse atual governo ainda não disse a que veio no setor de defesa. Tirando, é claro, a reforma da previdência dos militares queé bastante generosa com a oficialidade e bem menos festejada por suboficiais e praças.

JT8D
JT8D
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

Mas o pessoal acha que tá tudo errado, que é uma vergonha, que assim não dá, assim não é possível !!!

Salim
Salim
Reply to  JT8D
9 meses atrás

Se vc mostrar qual o planejamento e onde queremos chegar, ai concordo. Só tivemos barcos usados apoio e 4 corvetas para final década. Única notícia boa serão submarinos, embora vejo na situação atual dos Tupi um presságio do futuro dos mesmos.

JT8D
JT8D
Reply to  Salim
9 meses atrás

Nós queremos chegar onde verbas e contingenciamento permitirem. Não adianta cobrar das forças armadas um política de Estado que é de responsabilidade do governo federal. A MB até excedeu suas atribuições ao praticamente criar do nada todo um programa nuclear. Fica evidente do que é noticiado no blog que se dependesse do comando da MB teríamos uma segunda frota, escoltas, porta-aviões, e tudo o mais que está no END. A realidade do Brasil, entretanto, impõe restrições que desafiam qualquer planejamento de longo prazo e lidar com a realidade é muito mais complicado do que brincar de super-trunfo na internet

Alison Lene
Alison Lene
9 meses atrás

Percebi nesse post que realmente sou muito leigo nesse assunto… Pelo que leio sobre os navios ingleses e as fotos da materia, o casco esta severamente desgastado tomando por lastre o tempo de uso do mesmo… e ainda vai fazer o rapa nos “armamentos” pra depois entregar ao Brasil???

Nilson
Nilson
9 meses atrás

Tomara que essa seja uma daquelas notícias que são veementemente negadas e depois, no momento oportuno, se concretizam.

Gabriel BR
Gabriel BR
9 meses atrás

Será bem vindo!

Foxtrot
Foxtrot
9 meses atrás

Já que não temos interesse, capacidade ou verbas para construir mais unidades do Amazonas ou OPV-1800 BR, temos que comprar usado mesmo.
Ao menos irá cobrir uma grave lacuna na MB.

Rodrigo
Rodrigo
9 meses atrás

Se confirmar, será uma excelente aquisição para cobrir o distrito da região norte…Esse ano foi melhor que esperávamos para as forças armadas…

Paulotd
Paulotd
Reply to  Rodrigo
9 meses atrás

A compra dependendo do preço vale a pena. Se pagarem até uns 100 milhões de reais vale, pois é um patrulha oceânico bem equipado, desloca 2000 Ton. Classe Macaé é costeiro, desloca 500ton, ou seja, não é recomendável sair da ZEE com ele, além da autonomia menor.

Mas claro MB deveria priorizar a classe Macaé. Até hoje não entendo como só temos 2 unidades dessa classe importantíssima, além do que é feito aqui, gerando empregos

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Paulotd
9 meses atrás

Só tem dois porque o estaleiro que venceu licitação para o lote seguinte entrou em dificuldades (mesmo com carteira de navios pra entregar, um caso curioso), postergou as entregas, faliu e foi preciso buscar os navios inacabados lá. Nesse meio tempo veio a crise econômica. Não é difícil encontrar os fatos, tem dezenas de matérias aqui sobre isso.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Não acho que seja motivo, pois atualmente não temos nenhum classe Macaé sendo fabricado, tem dois AMRJ esperando sei lá o que. Temos vários estaleiros credenciados pra Tamandaré, pq licitar uma dúzia dessa classe feitos nos estaleiros nacionais? Esse programa está se arrastando desde 2006 e temos hoje 2 unidades da previsão de 24. Só uma coisa posso dizer: incompetência e má vontade da MB com essa classe. Enquanto isso óleo está sendo derramado no nosso litoral e a MB manda fragata e porta helicópteros pra patrulhar águas jurisdicionais.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Paulotd
9 meses atrás

Sério que o motivo é só “incompetência e má vontade”? Podem até ser dois dos fatores, mas estão longe, muito longe de serem os únicos. Tem algumas dúzias de outros fatos pra você somar, e é só procurar em dúzias de matérias sobre o tema que já foram publicadas aqui. “ Temos vários estaleiros credenciados pra Tamandaré, pq licitar uma dúzia dessa classe feitos nos estaleiros nacionais?” Não exatamente. Tem vários que participaram da concorrência da classe Tamandaré e que precisariam de novos equipamentos e pessoal treinado especificamente em trabalhar com as chapas de aço mais finas e ligas utilizadas… Read more »

Marcos10
Marcos10
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Realmente é curioso, pois faz parte do processo de licitação a análise da saúde financeira da empresa.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcos10
9 meses atrás

Marcos, os problemas sérios apareceram depois que as encomendas já estavam feitas e os navios já estavam em construção. A licitação para 4 navios (um quinto foi acrescentado depois) foi ganha pelo EISA em 2009, quando não se prenunciava nenhum problema: https://www.naval.com.br/blog/2009/08/20/reaparelhamento-da-marinha-ira-para-aprovacao-do-governo-federal/ Como já escrevi, tem muitas notícias aqui no site pra quem quiser conferir a cronologia dos fatos da frustrada construção de navios-patrulha no EISA. Ficar atento à cronologia é fundamental para qualquer análise. O que considero como um caso curioso, ou seja, digno de curiosidade para se pesquisar e analisar (fica a dica aos interessados), é que esses… Read more »

Zorann
Zorann
9 meses atrás

Excelente notícia!

Muito mais importante para nossas necessidades do que qualquer Tamandaré. Precisamos de OPVs.

Dalton
Dalton
9 meses atrás

Boa aquisição, se confirmada e sem intenção de “jogar lenha na fogueira”, fazendo apenas um modesto resumo do ano, que teve a marinha brasileira perdendo 4 unidades, sendo 3 da Esquadra, “Niterói”, “jaceguai” e “Garcia D’Avila” que só estavam fazendo número e o rebocador Almirante Guillobel. . No início do ano houve uma grande expectativa quanto ao retorno do “Mattoso Maia” que acabou não se concretizando e uma expectativa menor quanto ao retorno da “Defensora” que completará em breve 10 anos de inatividade por conta do mais longo Período de manutenção Geral já visto. . Uma possível venda/troca de dois… Read more »

Marujo
Marujo
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Dalton, talvez o Garcia ainda pudesse render um pouco mais na Esquadra, pois até onde sei, o casco do navio estava perfeito, o problema era no conjunto motor, que sendo civil não seria tão caro (li muito sobre isso de gente da MB) não seria tão caro de ser manutenido ou recuperado. Quanto ao Mattoso, esse parece que não tem jeito mesmo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
9 meses atrás

OFF – A matéria a respeito do narcosubmarino que atravessou o país saindo da Colômbia e indo pelo Amazonas até o Atlântico. https://brasil.elpais.com/brasil/2019/12/13/internacional/1576232797_250425.html?%3Fssm=TW_BR_CM

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Fabio Araujo
9 meses atrás

Impressionante!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Fabio Araujo
9 meses atrás

Impressionante rapaz, olha a falta que faz termos mais meios nas regiões ribeirinhas Brasil afora. Os caras cortaram o Brasil ao meio pelo rio Amazonas na moral.

zézão
zézão
9 meses atrás

Que palhaçada negar a uma embarcação em tempo de paz. Tomara Bolsonaro revogar essa medida se ainda não o fez.

Julio
Julio
9 meses atrás

Quando que o Brasil vai parar de comprar equipamentos militares dos outros , gerando empregos e impostos para os países e vai começar a construir nossos próprios navios , aviões e blindados. Só temos oque está saindo de uso dos outros .

JT8D
JT8D
Reply to  Julio
9 meses atrás

Quando a indústria nacional demonstrar um mínimo de competência e seriedade

Marcos10
Marcos10
9 meses atrás

A insanidade continua.

Mauro
Mauro
Reply to  Marcos10
9 meses atrás

Prova viva.

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Povo reclama de tudo, até da “ferrugem”, todo navio vai ter, é só verificar se as placas não foram danificadas, limpar e pintar, coisas do uso no mar.Outra , possivelmente vai ser revisado,pintado e entregue com uma “camada de cera de carnaúba”, se o motor estiver bom , é navio para mais 20 anos, qualquer rebocador que vier ajudar na patrulha marítima tá ótimo ,imagina um NAPAOC desses com menos de 15 anos comparado a uma CV Imperial Marinheiro.

Uelinton rissi saar
Uelinton rissi saar
Reply to  Nunes-Neto
9 meses atrás

Boa tarde amigos.
E a primeira vez que estou escrevendo
Eu como brasileiro sempre vou torcer para o Brasil produzir seus equipamentos mas vejo que estamos precisando de reforcos na nossa amada marinha e estamos diante de uma bela oportunidade.

marcus
marcus
9 meses atrás

Se não me engano, tem 2 classe Macaé para serem finalizados. E o Brasil vai investir em um navio bastante surrado?
Deveriam investir esse dinheiro na construção de mais 2 navios da classe Macaé.
Nesse angu tem caroço.

Nilson
Nilson
Reply to  marcus
9 meses atrás

Um problema é que a construção de 2 Macaé vai demandar anos e anos. E o Clyde é para já,atendendo necessidades urgentes de uma Marinha com poucos navios. Melhor 1 Clyde na mão do que 2 Macaé voando.

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Só o que Macaé faz, o Clyde faz melhor, quase 4 vezes a tonelagem do Macaé, pode transportar um helicoptero, mais de 100 fuzileiros se necessário etc…estais comparando Fiat Uno com L200.

Amauri Soares
9 meses atrás

Que venha será bem vindo , no entanto precisamos de mais embarcações principalmente no norte , mim refiro ao Macapá , Pará e Maranhão , lá na for do Rio Amazonas precisamos de embarcações como essas lá , sem falar que precisamos tbm no de mais delas no Nordeste e no extremo sul ou seja no Rio grande do sul .

Enzo
Enzo
9 meses atrás

Gostaria que ficasse sediado no 5°distrito naval em rio grande que está bem desguarnecido também podendo realizar patrulha oceânica na região de SP no recém criado grupamento de patrulha naval do sul-sudeste além de que teríamos um navio em cada extremo do Brasil, acho que o 5°distrito naval está entre os mais desguarnecidos e equipados junto com o 8°distrito naval.

Rafael G Oliveira
Rafael G Oliveira
9 meses atrás

Boa tarde

É Pouco, se pensar na área de socorro e salvamento sob responsabilidade do Brasil convém que todos os distritos navais litorâneos possuam NPa como esse e não concentra-los em um só local, principalmente os 1º,2º e 3º distritos que tem uma maior área, lembro de ter visto um documento do PROGRAMA DE REAPARELHAMENTO DA MARINHA (PRM) onde destacava um levantamento de 12 NPa na classe das 1800t, 46 NPa de 500t e 4 de 200t

link do documento abaixo

“http://www.camaras.org.br/Arquivos/Download/Upload/442.pdf”

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Meu chute, esse vai para o RS (poucos patrulhas e velhos) ou RJ (cedeu navios para o 8° distrito), o 4° distrito recebeu um rebocador (que tb faz patrulha) e vai receber o Macaé que está no arsenal.Por se tratarem de navios de boa tonelagem, e por precisarmos de mais patrulhas para todos os distritos se fosse possivel comprar os outros River e distribuir para os demais distritos seria ótimo!Sei que o ideal seriam novas amazonas com hangar,ou o projeto derivado da Barroso ,mas como disse e tenho certeza não vamos ter penas para tudo Zero.

Nunes-Neto
Nunes-Neto
9 meses atrás

Caraca ,o povo ainda confunde nordeste com norte?Moro em Belém e a galera aqui fica indignado com isso!Normalmente são meus amigos do sudeste que fazem essa confusão, aqui até brincamos , o que é ensinado em geografia p esses colegas ( sem barrismo). A distância do Amapá para Natal é maior que de SP para a Argentina.

Gilbert
Gilbert
9 meses atrás

Bom vamos falar a verdade:
Nós gostaríamos mesmo é que fosse um NPaOc classe Amazonas novinho, mas já que não dá por enquanto aceitamos esse aí mesmo que será muito útil.

Gilbert
Gilbert
9 meses atrás

Ainda falta acertarem a vinda de um navio-tanque inglês classe RFA Wave.
A nossa esquadra precisa muito de um navio desses.

Karl Bonfimk
Karl Bonfimk
9 meses atrás

Usado,seminovo ou novo, não nos façamos de rogados, Benvindo estamos precisando muito desse navio. Até mesmo os outros da mesma classe!

Daniel
Daniel
9 meses atrás

Um sem número de defensores da compra de “oportunidade” de um item de segunda mão sem uso para a Inglaterra. Incrível! Argumentam que precisamos para ontem… motivo pelo qual devemos pegar logo e agradecer?! É piada… O Brasil é TOP 10 em território, população, PIB e recursos naturais, sobretudo para agropecuária e fontes energéticas. Não podemos “pensar” como Uruguai, Chile ou mesmo África do Sul e Argentina. É preciso redesenhar as Forças Armadas trocando pessoal aos montes por tecnologia de ponta. E, me desculpem os amigos neoliberais mas nenhum país desenvolvido, também TOP 10, adota essas idéias de Hayek e… Read more »

Mauro
Mauro
Reply to  Daniel
9 meses atrás

Aterrissa rapaz, estás numa órbita um tanto quanto alta demais, está altamente desinformado ou comentas de má fé. Até a Austrália que tem um dos maiores programas de compra de submarinos do mundo compra navio de guerra usado, repito, a Austrália compra navio de segunda mão, e mais antigo que o HMS Clyde. E recentemente o Canadá comprou aviões de caça de segunda mão, mais exatamente o F-18 Hornet de segunda mão da Austrália. E para finalizar, o Brasil é o terceiro exportador de armas leves do mundo, com a IMBEL fazendo parte dessa indústria, aliás a IMBEL é uma… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Nem lá nem cá.

“De janeiro a agosto, 37,3 mil revólveres entraram legalmente no país, sendo 25,6 mil importadas somente no mês passado. Uma alta de 54% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram importadas 17,5 mil”

Não sei se a falência da Imbel foi levantada. Esse mercado de armas pequenas ou portáteis é concorrido. No Brasil dominado pela Taurus que exporta 80% da produção aos EUA.

A Imbel é uma estatal. Mais uma.

daniel
daniel
Reply to  Esteves
9 meses atrás

Esteves, Nos sonhos do rapaz, eu estava debatendo 22 e 38. Na realidade, eu estou falando de pesquisa e desenvolvimento de ponta, em tecnologias que nos permitam gerar emprego através da exportação tanto dos bens quanto dos serviços. De fato, eu as vezes me esqueço do patamar alcançado pelo público brasileiro. Com todo respeito, com quase 40% dos universitários analfabetos funcionais, num país cuja educação era restrita a poucos e só foi universalizada, sem qualidade, nos anos 90, é óbvio que não será possível entabular um debate inteligente com a maioria. Veja, existe uma diferença abissal entre o ecossistema científico/tecnológico… Read more »

Daniel
Daniel
Reply to  Mauro
9 meses atrás

Primeiro, rapaz é VSª. Não lhe conheço e a recíproca deve ser verdadeira. Talvez tenha idade para ser seu pai. Sobre a Austrália, possui menos de 30 milhões de habitantes, uma economia de outra matriz, inserida de forma completamente diferente no teatro global. Se ela adquire navio de segunda mão… bom, convenhamos que o problema é dela. O Canadá então.. deixa pra lá. Sobre armas portáteis, bom, está longe, mas muito longe, do que eu estou abordando. Logo, o problema aqui é cognitivo. Outrossim, no que tange ao HMS Clyde, a Marinha do Brasil já lhe deu a devida resposta.… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

Eu não sei onde alguém pode achar que o casco do HMS Clyde está no osso,ou que o navio está moído… Ou muito menos achar que deve-se uma investigação do MPF pela aquisição do OPV inglês… Até navios novos tem ferrugem,principalmente na abertura onde desce-se a ancora. Navio de 12 anos , uma idade bem razoável para uma aquisição, mais novo que o Ocean e o cirocco,que só ficam atrás em idade dos três OPVs classe River. Adquirimos agora o navio Adams Challenger com 10 ANOS… Não é oque queremos mas oque podemos fazer,muitos gostariam de ver navios 0KM, cheirando… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
9 meses atrás

Pensa… As Marinhas estão usando seus meios até mais que 30 anos. A penúria não afeta somente a MB. Os orçamentos públicos estão pressionados por demandas sociais como previdência, saúde e emprego. Países com guerra e zonas quentes são exceção. Por que os Britânicos estão dispensando um navio com 12 anos? Porque o navio não ficou no porto. O navio bateu água e cumpriu missão de patrulha severamente. Em águas congelantes e mar bravo. Imaginar que ferrugem representa o estado do navio e foto do navio na doca…nada mais representa que imaginação. O Atlântico ex Ocean é um navio lento… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
9 meses atrás

“ Por que os Britânicos estão dispensando um navio com 12 anos?” Porque construíram uma nova geração de OPVs com a justificativa de manter um estaleiro ocupado, no intervalo entre a finalização de uma classe de navios de guerra e o início da construção da classe seguinte. Mas como o orçamento que financia as construções e aquisições (seja por compra ou leasing) é uma coisa diferente do orçamento para custear a operação dos meios, não vão ampliar a frota porque não podem manter todos esses OPVs. Então estão dispensando os antigos. A história toda é um tiquinho mais complexa que… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Ai, aí, aí. Só ganho tarefa. Pesquisei o efeito dos gases dado os buracos de ozônio que foram medidos na Antártida. Encontrei aumento do cloro. Não pesquisei o que pode significar ou representar na antecipação das corrosões metálicas e no envelhecimento de estruturas atacadas pelo gás. Fernando, Você, brilhantemente como sempre, aumentou os motivos que levaram ao descomissionamento do Clyde. O Clyde não é navio de guerra. Os novos serão. Precisa manter os estaleiros demandados. Sim, despesa com manutenção é uma coisa, despesa com montagem ou construção ou produção é outra coisa. Navio com 12 anos é moço. Garoto. Dispensar… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
9 meses atrás

“Você, brilhantemente como sempre, aumentou os motivos que levaram ao descomissionamento do Clyde.” Esteves, obrigado, mas só elenquei uns fatos, estão disponíveis aqui mesmo, outros só em fontes britânicas, mas fáceis de achar. E na real eu me confundi com uns detalhes, o Clyde, que é um aperfeiçoamento da classe River Batch 1, como é operado por leasing, é mais fácil de devolver. Houve uma discussão depois da decisão de construir os novos navios para substituir os River Batch 1, e chegaram a decidir mantê-los por mais tempo – mesmo sendo o Clyde mais novo que eles. Mas enfim não… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 meses atrás

Sim,

Procurei em fontes britânicas os motivos do descomissionamento do Clyde. É isso que você cita.

Na internet publicam o que querem e o que querem que nós que estamos lendo…3 Dias do Condor. 1975. Redford era contratado pela CIA para ler romances.

Os novos OPVs britânicos tem reforços na estrutura e na estanqueidade. O PN publicou as diferenças e as características dos OPVs. Provável que a propulsão seja mais forte para mais peso nos novos.

Não encontrei motivos óbvios, como fatalista, para o descomissionamento de um meio com 12 anos de uso.

Mas não entendo nada de navio.

Esteves
Esteves
9 meses atrás

2020 está chegando.

Amém. 2019 vai tarde. Amemos navios novos. Tamandarés. Scorpenes.

1971. Harold and Maude. Bud Cord se apaixona por Ruth Gordon de 79 anos.

Um dia superaremos esse amor por navio usado?

https://youtu.be/5FYoYYChb0Y