Home Indústria Naval AMRJ concluirá a construção dos navios-patrulha Maracanã e Mangaratiba

AMRJ concluirá a construção dos navios-patrulha Maracanã e Mangaratiba

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Navio-Patrulha Maracanã no AMRJ

A Diretoria de Engenharia Naval (DEN), a Diretoria Industrial da Marinha (DIM), a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM) e a Diretoria de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha (DCTIM) celebraram, em 27 de agosto, nas dependências da DEN, o Termo de Compromisso para a conclusão da construção dos Navios Patrulha (NPa) “Maracanã” e “Mangaratiba”.

O acordo formaliza a retomada da construção naval no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

Participaram da assinatura do acordo a Diretora da DCTIM, Contra-Almirante (EN) Luciana Mascarenhas da Costa Marroni; o Diretor da DSAM, Vice-Almirante Alfredo Martins Muradas; o Diretor da DEN, Vice-Almirante (EN) Mario Ferreira Botelho; o Diretor da DIM, Vice-Almirante (EN) Liberal Enio Zanelatto; o Diretor do AMRJ, Contra-Almirante (EN) José Luiz Rangel da Silva; e o Superintendente de Gerenciamento de Projetos da DIM, Capitão de Fragata (Ref-EN) Carlos Roberto Frambach.

FONTE: Marinha do Brasil

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João Moro
João Moro
10 meses atrás

Que bom que retornaram as construções. Precisamos muito desses navios de patrulha.

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  João Moro
10 meses atrás

Maravilha! A Guarda-Costeira, ex-MB, atualizando seus meios.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  João Moro
10 meses atrás

E assim, quando finalizados teremos 04 Navios Patrulha Macaé ao todo …

O Pronapa precisa sair com urgência

Minuteman
Minuteman
10 meses atrás

Ótimo! Estamos precisando.

Lucas Schmitt
10 meses atrás

Existe alguma chance do armamento ser alterado, como colocar um canhão 57mm, algum lançador de mansup ou de Mistral?

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Talvez os mísseis em caso de guerra, fora isso, nenhuma das duas opções acho que iria ai!

india-mike
india-mike
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Eu sou de opinião completamente oposta — se a MB gastar qualquer valor para adquirir um canhão novo para esses navios (como o Bofors mk4 de 40mm que estava sendo ventilado) já acho um absurdo. Pode pegar um dos canhões de 40mm estocados das CCI que já vai estar de ótimo tamanho.

Gabriel
Gabriel
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Esquece essa história de míssil nessa classe, não é só chegar lá e colocar os lançadores e pronto, tem todo o sistema que precisa ser instalado, radar, etc. sem contar que a embarcação teria que sofrer modificações para tal, isso gastaria uma nota, e dinheiro é algo que não estamos tendo no momento.

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  Gabriel
10 meses atrás

Fora que nem deve existir um papel tático dessa classe de navio nas doutrinas da MB para combate naval.

Paulo
Paulo
Reply to  Gabriel
10 meses atrás

A classe Macaé é baseada na classe Vigilante francesa, cujo projeto prevê a possibilidade xe usar o canhão de 76mm e misseis asm ou aam. A questão é saber se essa configuração é ou não do interesse da MB.

Bb2
Bb2
Reply to  Paulo
10 meses atrás

Obrigado

Guilherme santos
Guilherme santos
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Dois marinheiros com um .38 cada já é suficiente e mais 30 oficiais fazendo nada dentro do navio.
OBS: Os oficiais devem ganhar pelo menos uns 10k por mês.

Gabriel
Gabriel
Reply to  Guilherme santos
10 meses atrás

Quanto desconhecimento aliado a recalque em uma única pessoa.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Guilherme santos
10 meses atrás

Complicado repassar uma informação errada referente a uma situação delicada (neste momento) Guilherme.
Segue a tabela de soldos: https://www.marinha.mil.br/papem/node/73

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  MMerlin
10 meses atrás

Falta incluir gratificações e quetais.

Camargoer
Camargoer
Reply to  EduardoSP
10 meses atrás

Caro Eduardo. Você pode consultar o pagamento individual de cada servidor consultando o Portal da Transparência. Ali você tem acesso ao pagamento mês a mês incluindo gratificações, adicionais e descontos.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
Reply to  Guilherme santos
10 meses atrás

Guilherme, os “30 oficiais” nao devem ganhar mais do que 30 comissionados de nível médio dos governos do criminoso de Curitiba…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Guilherme santos
10 meses atrás

10k já é soldo de coronel e general mestre…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Olá Lucas. Pelo que lembro, há muitas peças e componentes adquiridos e estocados pela MB. Provavelmente o armamento deve estar com a MB.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Lucas Schmitt
10 meses atrás

Lucas para essa classe de navios patrulha e desnecessário alocar armamentos pesados , para a tarefas que ira cumprir dentro dos distritos navais.
Mas usar uma versão com controle remoto desse canhão 20 mm Oerlikon seria bem mais inteligente e eficiente

Leandro
Leandro
10 meses atrás

Na minha opinião a MB está correta em concluir os dois navios, é muito dinheiro investido para deixar abandonado. Ao menos teremos mais dois patrulhas paar a MB.

Leandro Costa
Leandro Costa
10 meses atrás

Nessas horas que não aparece nenhum comentário do tipo “Precisamos de 30 desses pra JÁ!”

Justamente quando esse tipo de comentário seria mais relevante hehehehe

Alex
Reply to  Leandro Costa
10 meses atrás

Precisamos de 50

marcus mendes
marcus mendes
Reply to  Alex
10 meses atrás

Precisamos de 100.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Leandro Costa
10 meses atrás

Precisamos de mais de 30!!! abraços

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Saldanha da Gama
10 meses atrás

OOOooooobrigado! Agora estou satisfeito! HEheheheh

FLAVIO CARDIA
FLAVIO CARDIA
Reply to  Leandro Costa
10 meses atrás

Se fosse um porta aviões teriam aparecido os “especialistas” querendo 30!!

marcus mendes
marcus mendes
Reply to  Leandro Costa
10 meses atrás

O projeto original prévia a construção de 46 unidades. Mais 20 unidades construídas em vários estaleiros, inclusive no exterior não seria ruim.

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
10 meses atrás

Quando o Brasil irá ter seu próprio VLS para seus navios? É tão difícil assim desenvolver um?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
10 meses atrás

Não é questão de ser difícil,é uma questão de ter vontade política+investimento financeiro,nos falta ambos.

DrDoom
DrDoom
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
10 meses atrás

Do ponto de vista técnico, o maior empecilho são os mísseis. Assumindo-se que os mísseis existam, o projeto dos lançadores verticais não é de grande dificuldade. Uma empresa que atua no ramo Aeroespacial e Defesa (e.g. Embraer, Avibrás, SIATT, ARES…) teria o know-how. A grande questão é a escala. Países como os EUA, tem uns 50 navios sendo equipados. Projetar lançador para equipar 2 ou 3 navios, como no Brasil, não compensa para uma empresa privada, a não ser que cobrem muito para pagar o desenvolvimento. Alguém vai falar para abrir uma estatal, ou a própria Marinha desenvolver… não sai… Read more »

Gabriel BR
Gabriel BR
10 meses atrás

Antes tarde do que nunca

Trathanius
Trathanius
10 meses atrás

Surreal a Marinha tem mais siglas de diretoria do que navios no mar.

Maurício Veiga
Reply to  Trathanius
10 meses atrás

É muita festa e ” Almirante” acima do peso, menos mordomia e mais responsabilidade farão a diferença!!! Com certeza…

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Trathanius
10 meses atrás

Já ia comentar isso mesmo, é tanta sigla de tanta diretoria, de tanto gabinete, de tanto comando que da até preguiça de ler.
É muito cacique pra pouco índio!

Dudu
Dudu
Reply to  Trathanius
10 meses atrás

Trathanius:
Bem assim,é almirante isso e aquilo,é uma festa…
O que deveria ser algo austero vira um evento.
Assina e pronto!

Edson
Edson
Reply to  Trathanius
10 meses atrás

É por trás de cada sigla para um alte claro !

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
10 meses atrás

Daqui a 10 anos fica pronto os dois! Isso é Brasil!

Rudi -* PY3TO
Rudi -* PY3TO
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
10 meses atrás

E vão ser comandados por almirantes!

jodreski
jodreski
10 meses atrás

Alem deste podiam construir mais uns 40 a MB agradeceria!

TidioSampaio
10 meses atrás

A Marinha assim como as demais armas gastam muito mas muito muito mesmo com soldos e principalmente aposentadorias. Não sobra mais nada para Investir em equipamentos. O pior é que qdo e se precisar de alguma ação, não estarão preparados e ficarão nos portos, assim como foi com a Argentina nas Malvinas.

marcus
marcus
Reply to  TidioSampaio
10 meses atrás

Dimunuir o efetivo drasticamente. Terceirizar cargos que não é são Core da Marinha. Dentista, médicos, psicólogos. Fechem esses Hospitais, plano de saúde para todos. Qualquer empresa da área de sáude brigaria, para ter as forças armadas como cliente.

Edcarlos Prudente
Edcarlos Prudente
10 meses atrás

A MB precisa de um projeto de navio que possa ser simples e barato, capaz de desempenhar as funções de navio patrulha em tempo de paz e de corveta leve em tempo de guerra, para uso marítima quanto fluvial.

Saudações

Bardini
Bardini
Reply to  Edcarlos Prudente
10 meses atrás

Não faz sentido… . Você tem que ter um projeto com capacidade de absorver danos, sistema mais robusto de controle de avarias, redundâncias de sistemas, blindagens, provisão extra de geração de energia que nunca será usado a pleno, sensores mais desenvolvidos e caros, que não são 100% necessários a patrulha, reservar espaço e capacidade de carga incluindo reforços estruturais para receber armamentos, etc, etc, etc. E isso custa uma montanha de dinheiro, que não tem serventia em tempos de paz. Mais vale separar as coisas. E o mesmo vale na questão fluvial que é outra realidade operacional. . A MB… Read more »

Srs
Srs
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Vários navios patrulhas tem misseis sup-sup e até ante-aéreo, vi vários patrulhas iranianos que devem ter a mesma tonelagem da Classe Macaé , possuindo misseis , e eles provavelmente servem para uma boa defesa.

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Srs
10 meses atrás

Srs, Quando se enche um navio-patrulha de 500t de armamento, em geral é pago um preço em outra área. Normalmente, no alcance. O peso e o espaço do armamento levado (assim como dos seus sensores, mais computadores de missão, diretores de tiro, geradores e sistemas de refrigeração mais potentes) acaba sendo compensado com a redução de víveres e de combustível, e o raio de ação diminui. Para um país como o Irã, onde esses navios vão operar a curta distância da costa, tudo bem. Mas para um país com o tamanho do litoral brasileiro, aberto e com relativamente poucas baías,… Read more »

Carlos Alberto Soares
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
10 meses atrás

Resumindo:

É Nau de Patrulha

NÃO é Nau de guerra.

Bb2
Bb2
Reply to  Srs
10 meses atrás

A realidade deles eh diferente. Muitos barcos costeiros sao preparados para ataque em enxame no estreito de hormuz, com apoio de helicoptero.

Bb2
Bb2
Reply to  Bardini
10 meses atrás

Perfeito.

João Moro
João Moro
Reply to  Edcarlos Prudente
10 meses atrás

Sobre a marinha fluvial, o Brasil tem um projeto com a Colômbia para construir uma embarcação poderosa para patrulhar os rios. Se alguém souber do nome do projeto, favor informar.

Claudio
Claudio
Reply to  João Moro
10 meses atrás

lancha de patrulha armada LPR-40

João Moro
João Moro
Reply to  Claudio
10 meses atrás

Obrigado!

Elton
Elton
Reply to  Edcarlos Prudente
10 meses atrás

isso não da .OPV são como carros de policia e escoltas são como MBTs o ambiente de operação e totalmente diferente e tambem a doutrina de uso alem da capacidade de combate,para se defender e operar em ambiente “quente” os OPVs nunca vão ter capacidade de sobrevivencia ,OPVs so vão ficar na base ou dispersos no litoral

Jadson Cabral
Jadson Cabral
10 meses atrás

E vai levar no mínimo mais uns 2 anos pra terminar.
Uma marinha cheia de almirantes ufanistas, orgulhosos e sonhadores não consegue terminar 2 barcos sem uma ladainha enorme.

Renan
Renan
10 meses atrás

Ok
Então que mostre eficiência e termine em 15 de dezembro lançando ao mar para início dos testes.

Lembrando o que a China faz em 4 meses.

Corre que dá tempo

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Renan
10 meses atrás

Vc sabe que a China faz em quatro meses é corveta e fragata né, um navio deste de 500 t deve demorar no máximo dois meses.

Elton
Elton
Reply to  Tomcat4.0
10 meses atrás

talve ate menos….

Dalton
Dalton
Reply to  Tomcat4.0
10 meses atrás

A China não faz uma corveta como a T 056 em 4 meses, são necessários mais de 24 meses desde o início da construção até o comissionamento.
.
O que ocorre é que elas estão sendo construídas em massa por vários estaleiros, então sempre há uma sendo entregue o que pode dar a impressão de que o tempo de construção seja extremamente curto.

nonato
nonato
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Boa noite.
Mas acredito que se quisessem fazer em um, dois meses faziam.
Não há nenhuma mágica.

Dalton
Dalton
Reply to  nonato
10 meses atrás

Você pode até acreditar e de fato não nenhuma “mágica” , mas, há todo um ritual para se construir um navio mesmo uma simples corveta de pouco mais de 1000 toneladas de deslocamento vazia como uma T 056. . Na China também é necessário assinar um contrato, adquirir material antecipadamente, alocar mão de obra e para a construção começar para valer é preciso que a doca de construção seja liberada o que se faz lançando ao mar a unidade que já esteja estruturalmente terminada, à prova de água, mas, a construção então continua com o navio atracado a um pier,… Read more »

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Prezados, não esqueçam que, para o Nonato, qualquer processo de construção militar se assemelha à construção de um carro. Basta querer, segundo ele. Então, se você quer, você constrói um navio, um caça ou um blindado no mesmo tempo que se constrói um Toyota Corolla. E esse exemplo foi ele mesmo quem citou.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  nonato
10 meses atrás

3 mulheres não fazem um bebê em 3 meses.
Em outras palavras há processos que são sequenciais e que não podem ser fracionados.

rommelqe
rommelqe
Reply to  Dalton
10 meses atrás

Prezado Dalton, concordando contigo, lembro que no caso das duas embarcações citadas, mesmo estando grande parte da caldeiraria ja praticamente pronta, certamente os sistemas embarcados provavelmente ainda precisam ser contratados.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
10 meses atrás

Muito bom!

Filipe Prestes
Filipe Prestes
10 meses atrás

Ambos pertencem a classe Macaé? Qual é o histórico dessa classe na MB? Me refiro aos quesitos prestação e qualidade

Victor Filipe
Victor Filipe
10 meses atrás

A Necessidade de navios patrulha para a MB é gritante. a costa é vasta. esses dois ajudam mas gostaria de mais algumas unidades nos moldes da classe Amazonas também

Paulo José Ferreira de Lima
10 meses atrás

Pergunta de alguém 100% leigo nesses assuntos, porém vejo esse site a mais de 10 anos. Eu tenho uma dúvida simples, o que poderia ser feito com a base naval de Aratu na Bahia? Poderíamos ter uma segunda frota? Vejo pelo mapa vários navios parados, estão funcionando? Obrigado.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Paulo José Ferreira de Lima
10 meses atrás

sim esta funcionando sim e sim podem ter uma 2ª esquadra a partir de la e sim la pode ser um novo arsenal da marinha …

So falta os recursos financeiros e os meios navais (navios e submarinos) suficientes pra isso …

Mas, se a MB diminui-se uns 40 mil do seu efetivo nos próximos 04 anos teríamos dinheiro pra isso.

FERNANDO
FERNANDO
10 meses atrás

Bela foto,
basta colocar apenas os faróis dianteiros e traseiros e a aparelhagem está pronto para navegar.

Foxtrot
Foxtrot
10 meses atrás

Conselho a MB. Processem os estaleiros e empresas que não entregaram o serviço e concluam os serviços no AMRJ. Para evitar que mais uma vez essa novela se repita, coloquem cláusulas de salva guarda no contrato, tais como prazo máximo de entrega, multas por atraso, processos por perdas e danos etc. Se disvenculhem das eternas “figurinhas” marcadas e busquem médios estaleiros fabricantes de iates . Disceminem ( produção em blocos) a produção em mais de um estaleiro e integração no AMRJ. Situam o mesmo caminho realizado no míssil MANSUP (várias empresas fabricando vários sistemas com uma empresa sendo a integradora… Read more »

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Isso também que sempre comentei com alguns amigos da área.

Temos o Inace que já possui a experiência nesta classe, bem como na de 200Ton.

Buscando outros para que assim possam ser construídos vários cascos – ou partes modulares, e o AMRJ finalizando e entregando ao setor operativo.

Também já comentei com muitos sobre intercâmbios de engenheiros e técnicos de estaleiros e indústrias bélicas nacionais com os grandes construtores internacionais, para que nossa indústria de defesa possa atender ao MD e suas demandas.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Pedro Moura
10 meses atrás

Concordo com o senhor caro Pedro Moura.
Mas as lições nunca são aprendidas nesse país.
Será sempre mais do mesmo.
Infelizmente!
Cordial abraço.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

No lugar de Situam, lê se siguam.
Maldito corretor rsrs.

Sérgio Melo
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

Não é mais simples exigir seguro em obras do tipo? No resto do mundo civilizado não é assim? Verbas só deveriam ser liberadas com a apresentação da apólice.

Biro Biro
Biro Biro
10 meses atrás

A Marinha tem outras embarcações inconclusas?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Biro Biro
10 meses atrás

Sim, pelo menos uma frota inteira!

Marujo
Marujo
10 meses atrás

E o terceiro navio da encomenda original ao Rosa? Vale a pena concluir?

Sérgio Melo
10 meses atrás

Uma critica construtiva. A notícia não informa nada para os não iniciados, e até mesmo os curiosos eventuais, como eu mesmo, que não lembram da última postagem e nem mesmo do assunto. Existem outras? Qual tonelagem? O que soma para a força? São necessárias outras? Quantas seriam o ideal? Enfim, qual a análise? Sei que é possível uma pesquisa, mas para tudo é possível, em qualquer veículo informativo. Se a intenção é informar, poxa, então informem! Se a matéria for publicada somente para especialistas, então desculpem, retiro tudo o que disse.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Sérgio Melo
10 meses atrás

Sérgio Melo, Em nome dos editores do site (não edito mais, porém o fiz durante 10 anos), agradeço a crítica. Você tem razão, faltou acrescentar histórico à nota da Marinha, reproduzida aqui, para a parcela do público que não acompanha o andamento desse assunto. Assim, foi acrescentada a tradicional seção “veja também” ao final do texto, com links para outras matérias onde você poderá encontrar respostas para a maior parte, senão todas, as suas dúvidas. Espero que, com a consulta a todos os links disponibilizados, você se anime a ser um leitor assíduo e não apenas um curioso eventual. Boa… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Sérgio Melo
10 meses atrás

Não tenho nada com isso…e já levei umas lambadas aqui. Mas o nome disso que o amigo procura é mestrado.

> Ampliar o conhecimento sobre um tema e estimular a reflexão teórica.

> Encontrar meios de adquirir e aprimorar competências relevantes para o exercício da profissão e das competências.

Ou…dá pra se referir a um certo presidente de uma certa nação amiga.

. Existem outras?
. Qual a tonelagem?
. Quantas seriam ideais?

Mas…debochar do alheio não é certo.

Carlos Campos
Carlos Campos
10 meses atrás

Muito legal essa notícia, mas acredito que esses navios mais simples deviam ser feitos no exterior para economizar recursos e a MB fazer trabalhos mais complexos.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Carlos Campos
10 meses atrás

Penso que deveria ser exatamente o contrário. Fabricar no país armas, munições e meios terrestres, aéreos e navais de menor grau de sofisticação tecnológica em grande quantidade, e comprar armas mais complexas e consagradas “de prateleira” no exterior.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Adriano Luchiari
10 meses atrás

Justamente Adriano. Penso que teríamos que ter condições de construir patrulhas de 500 toneladas aos montes, antes de gastar o que temos e o que não temos para produzir uma classe Tamandaré localmente, por exemplo. Penso que deveríamos focar no básico (armas de uso pessoal, munições, bombas e foguetes, mísseis, navios menos complexos, aviões menos completos etc) e naquilo que é estratégico e/ou nos é negado (como é o caso do sub nuclear). Consolidada essa base, pensa-se em aumentar a complexidade. Devemos sempre nos atentar para a situação orçamentária. De que adianta pagar o olho da cara para “nacionalizar” uma… Read more »

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Felipe Morais
10 meses atrás

Perfeito!

Marcos10
Marcos10
10 meses atrás

Esse casco teve a sua quilha batida em 2009. Dez anos depois não está pronto.
Não, não se deve somente a falta de dinheiro. O atraso se deve a burocracia, cujo contrato (um Ativo) ficou preso junto do processo falimentar do estaleiro.
Isso revela que nossos problemas não se devem somente a questão financeira, mas como conduzimos nosso país.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Marcos10
10 meses atrás

Dinheiro, burocracia e falta de interessa da Marina na embarcação.
Por algum motivo a MB não priorizou o projeto.
Também pode ter ocorrido algum problema referente ao trâmite jurídico junto ao estaleiro anteriormente responsável pela construção.

Douglas Falcão
Douglas Falcão
10 meses atrás

CHOQUE DE REALIDADE. E o resto das unidades previstas originalmente no programa de barcos patrulha de 500t? ou vamos ficar debatendo hunter killer?

Esteves
Esteves
10 meses atrás

Se o litoral é vasto… A MB precisa de navios simples e baratos. Tá criada a mais nova classe de navios. Faz o casco e instala o que estiver disponível no inventário. Ok. Para os anos 1970. Guerra é guerra e patrulha é patrulha. Quando o inimigo chegar pede pra ele esperar…vamos trocar de classe. Terminar esses navios, ok. Concluindo o que se começou. É o mínimo. Tinha orçamento, alguém cortou, o estaleiro faliu. Acontece até na Rússia. Se o litoral é vasto alguém aqui criticou o excesso de classes. É Marinha de Guerra não é guarda costeira. Se o… Read more »

Parabellum
Parabellum
10 meses atrás

Alguém poderia informar se há a possibilidade de dentro de 12 meses estes meios estarem disponíveis? Para qual(is) distritos se destinariam? E a situação em que sem encontra o 8DN, meios atuais e que estão por vir.

Marujo
Marujo
10 meses atrás

Nada sobre o término do Miramar, o terceiro casco en condado ao Eisa?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Marujo
10 meses atrás

se colocarmos dinheiro e planejamento com técnicas avançadas de gerenciamento e produção, um barco destes se faz em 10 meses. O crítico é o tempo de encomenda e entrega dos sistemas mecânicos e eletrônicos. Durante a guerra fizemos barcos semelhantes em tempo recorde..

Fabio
Fabio
10 meses atrás

O grupo de trabalha poderia aproveitar os cascos e transformá-los em minicorvetas ou lanchas musselinas, aumentando o poder dissuasório das embarcações e as transformando-as em vitrine para exportação do novo modelo de navio. O custo investimento inicial seria maior, mas usando o BNDS para financiar as exportações do navio receberíamos o retorno do investimento no médio prazo.

Fabio
Fabio
Reply to  Fabio
10 meses atrás

Digo lancha misseleiras

Carlos Alberto Soares
10 meses atrás
Bb2
Bb2
10 meses atrás

Muito boa noticia!

colombelli
colombelli
10 meses atrás

quem quiser ajudar tem aquela lei de destinação do fundo da marinha mercante que está pra ser apreciada com destinação de 10% pra marinha construir navios de patrulha. Agora é a hora que podemos fazer nossa parte indo além da critica, e pressionar os deputados e a midia com emails para que seja votada e aprovada ou pelo menos para chamar a atenção para o tema. Vou mais longe, poderia vir 1,5% do leilão do excedente do pré-sal sendo 1% pra marinha e 0,5% para pesquisa oceanográfica (distribuido para universidades) e vinculado à aquisição de equipamentos em ambos os casos… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  colombelli
10 meses atrás

Como diria meu avô: Aí sim você falou jangada, que é pau que bóia!

Tamandaré
Tamandaré
10 meses atrás

Aos amigos que ainda questionam o armamento dos NPa classe Macaé: navio de patrulha é para PATRULHAR! Não precisa, nem deve, ter canhão mais “parrudo”, lançadores de mísseis, etc. Não faz sentido econômico, nem estratégico muito menos militar. Enfim, em todas as searas, são inúmeros os motivos!

Patrulheiros são (ou deveriam ser, pelo menos) navios baratos, simples, disponíveis e numerosos. Simples assim!

Esteves
Esteves
Reply to  Tamandaré
10 meses atrás

Tamandaré, Penso que foi assim. Quando leio os links e os pdfs dos marinheiros e dos especialistas sobre e com os meios das outras marinhas não têm navios simples. Nem baratos. Sistemas avançam rapidamente. Para embarcar vigilância. Eletrônica. Sistemas. Rádio. Propulsão moderna. Li aqui que nossos navios não são capazes de identificar amigo/inimigo. Porque são simples. Não li a conta de quanto custa manter 30 navios simples e baratos. Não li aqui quanto custa aprestar as tripulações dessa nova classe de navios. Não sei dizer quanto custa manter 10 patrulhas de 4a. geração X 30 navios simples e baratos. Nosso… Read more »

Wagner
Wagner
10 meses atrás

São simples naves patrulha e não dois Slava ! Só falta quererem instalar os P1000 Vulcan nesses navios !
Terminando eles está mais do que bom.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Wagner
10 meses atrás

Navio simples e barato só nos países de quarto mundo. Nas áreas de atrito não dá para entrar no oceano de estilingue que não tem navio simples e barato do outro lado. Se é o que podemos botar na água que seja o melhor nesta tonelagem. Míssil sim.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
10 meses atrás

Ufa. Finalmente.

samuka
samuka
Reply to  Luiz Floriano Alves
10 meses atrás

Minha gente, estamos no atlântico sul…isso é pra combater pirataria, pescaria ilegal, narcotráfico…atividades de policiamento e vigilância de nossa imensa zona econômica…não precisa mais do que o armamento das macaés pra isso, o que precisamos sim, é quantidades suficientes e empurrar água..

Carvalho2008
Carvalho2008
10 meses atrás

Patrulheiro tem de ser econômico sim! Concordo!!! Patrulheiro tem de ser simples sim e não precisa ter armas pesadas! Concordo!! Mas, tem de ter capacidade de expansão em caso de guerra, poder embarcar equipamento especializado e pesado para atuar junto ou auxiliar esquadra na hora H . A verdade é que que até uma RIB vira alvo durante conflito…eu prefiro o que for mesmo que desdentado, mas que tenha design e tamanho para “se” e no “dia que for necessário” consiga receber canhões, ou contêiner de mísseis ou Heli, mesmo que um MD 500 ou AH-6, ou UAV….este negócio de… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Carvalho2008
10 meses atrás

Carvalho 2008
Muito bem exposto. Só lembrando que os cutters da Guarda Costeira dos EU tem previsão para instalação de armas de combate. Os barcos (cutters)doados para as Filipinas foram adaptados para a função de destroyers. Abço.