Home Indústria de Defesa Type 730: o canhão antimíssil chinês

Type 730: o canhão antimíssil chinês

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type730_firing.jpg

O Type 730 é um sistema de defesa antiaérea aproximada (CIWS – Close-In Weapon System),  projetado para defender navios de superfície em última instância contra mísseis sea-skimmer que tenham penetrado as defesas de médio e longo alcance. O sistema está instalado nos porta-aviões, destróieres e fragatas da PLA Navy. Uma versão terrestre baseada no sistema foi desenvolvida e batizada como LD-2000.

O desenvolvimento do Type 730 começou no início dos anos 1990. O sistema tem algumas semelhanças externas com o Thales Goalkeeper da Holanda.

O Type 730 consiste de um canhão em barril com sete tubos de 30mm, um mecanismo de controle e de alimentação de munição e o sistema de direção de tiro. Normalmente um navio é equipado com dois reparos Type 730 para fornecer uma cobertura completa de 360º.

Ele é totalmente automático, alimentado por duas caixas com 500 projéteis de pronto uso. Uma caixa normalmente contém munição perfurante e a outra munição explosiva.
O canhão é alimentado eletricamente por uma fonte externa de energia, e tem uma cadência máxima de tiro de 4.600 a 5.800 disparos por minuto. O canhão tem alcance máximo de 3.000m, mas os alvos são engajados tipicamente a distâncias de 1.000 a 1.500m.

O sistema de direção de tiro inclui um radar TR47C e um sistema eletro-óptico, este último contendo uma câmera de TV com infravermelho e um telêmetro laser, com alcance de 6 km. O TR47C tem um alcance máximo de 8 km, contra alvos de RCS igual a 0,1m2.

O Type 730 a bordo de uma Type 054A – Foto: Alexandre Galante

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JuggerbBR
JuggerbBR
7 meses atrás

Eles estão se preparando, se a qualidade é suficiente, só um combate real pra descobrir, mas em quantidade eles estão a cada dia mais numerosos…

nonato
nonato
Reply to  JuggerbBR
7 meses atrás

Mas de acordo com a matéria, não seria novidade.
Estão desenvolvendo desde a década de 1990.
Hora de Trump passar o rodo.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  nonato
7 meses atrás

A única forma de Trump passar o rodo é se usar as nukes, mas aí os aliados dos EUA na região iriam virar aterro nuclear também.

marcus
marcus
Reply to  Defensor da liberdade
6 meses atrás

Se o EUA e seus aliados reduzirem as compras que fazem da China, e derem incentivos para as industrias saírem da China, e voltarem aos seus países de origem, o balão da China vai murchar.

Jota Ká
Jota Ká
Reply to  nonato
7 meses atrás

Usa é uma potência em declínio.
China , em ascensão.
Fato! Não tem rodo que impeça esta dinâmica.

lucas
lucas
Reply to  Jota Ká
7 meses atrás

Jota ká tem razão. Pra quem discordar veja o estado da cultura americana e sua demografia e compare com a Chinesa isso é o que sustenta uma nação no longo prazo depois vc pode ficar com seus delírios tecnológicos pra ver quem tem o melhor míssil ou se soltou pecinha do blindado…

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Jota Ká
6 meses atrás

Jota Ka,

O rodo nao mede mais que alguns nanometros. Portantao, nao e’ impossivel parar esta dinamica.

Mgtow
Mgtow
Reply to  nonato
7 meses atrás

hahahaha….não conseguiu passar o rodo neles na guerra da coréia que eram um exercito de camponeses, vai passar o rodo agora? kkkk…Sonha.

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Mgtow
6 meses atrás

Mgtow,

Aquele exercito de camponses na Coreia eram na sua maioria chineses.

Nao passou o rodo porque nao quieseram usar nukes.

Os Estados Unidos vacilaram duas vezes. Deixaram a Russia construir armas nucleares, quando todavia detinham o monopolio, e depois com a China, que somente veio a ter armas nucleares no inicio dos anos 60.

Gerson
Gerson
7 meses atrás

Enquanto a China constrói em alta velocidades meios eficientes para suas forças, aqui ficamos a brincar de construtores de nada… O correto seria comprar direto ao menos 6 Type 054A completamente equipadas e pronto. Entrega rápida, compra facilitada (recebem parte em petróleo) e resolvia nossos problemas de escolta por um bom tempo!

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Eu juro que queria entender como tanta gente acha que recursos como petróleo são assim: “só trocar por navio”. Aqui não é a Venezuela. Nosso petróleo não é extraído só pelo governo e MESMO QUE FOSSE, petróleo custa dinheiro, logo vender ou trocar tem EXATAMENTE O MESMO CUSTO.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fernando Turatti
7 meses atrás

Fernando,compras por commodity poderiam ser algo a pensar, os thailandeses compraram seus Gripens usando essa forma de pagamento,qual o problema de tentar algo semelhante?

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando Turatti
7 meses atrás

Sim.

Mas não é moeda. Uma coisa é comprar para pagar com dólar ou euro.
Outra coisa é compensar. Mas acho que eles não se interessam por esse tipo de compensação.

Renan
Renan
Reply to  Fernando Turatti
7 meses atrás

Toda exportação tem imposto
Logo use o dinheiro da exportação para financiar a compra
Exportamos bilhões de dólares em minério, e cereal e carne. Para a China
Pode ter certeza que o imposto paga o navio que quiser. Até mesmo uma esquadra

MGNVS
MGNVS
Reply to  Renan
7 meses atrás

Renan
Teu comentario foi o mais sensato ate agora!

Marcos Charqueadas
Marcos Charqueadas
Reply to  Fernando Turatti
6 meses atrás

Simples, os chinas são rápidos faz o acordo de um campo de pretróleo exclusivo, em menos de 6 meses, eles já estão extraindo. Pronto
Em 1 ano 6 navios type 054A em terras BR.

Cristiano
Cristiano
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Concordo plenamente 😁

Cristiano
Cristiano
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Nós anos 60 o Brasil trocou algodão por caças meteoro🤔 inglês

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Cristiano
7 meses atrás

Foi nos anos 50, mas tá valendo.

Nos anos 30, parte do pagamento de três submarinos comprados na Itália foi em algodão, carne e alguns outros produtos, no sistema de liras compensadas. E na Alemanha foram comprados canhões para o Exército e máquinas operatrizes para o Arsenal com marcos compensados, obtidos pela venda de algodão, café e outros produtos.

Cláudio
Cláudio
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Comprou hidroavião pagando com café, da Itália também!

Luciano
Luciano
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

E com o processo de desindustrialização que estamos passando, cada vez mais vamos ficar dependentes das commodities.

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Cristiano
7 meses atrás

Outros tempos…

rogerio
rogerio
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Brasil permanece em berço esplêndido. Eventualmente se adquire alguns navios para dar emprego para o pessoal das forças armadas e dar aposentadoria de oficial ou almirante para alguns. Nada tem a ver com defesa séria do país.

Wardog1
Wardog1
Reply to  Gerson
7 meses atrás

O correto e desistir da frota d superficie e focar nos subs armados c misseis

Mais aviacao em terra da marinha p apoiar os subs

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Wardog1
7 meses atrás

Eu torço pro comentário e pros likes serem jocosos.
Uma força de submarinos sem superfície alguma não passa da completa inutilidade.

Wardog1
Wardog1
Reply to  Fernando Turatti
7 meses atrás

inutilidade e manter uma frota d sup q sera destruida pela aviacao baseada em terra e por subs armados c misseis

Russos e chineses nada tem a temer da fsup americana

_RR_
_RR_
Reply to  Wardog1
7 meses atrás

Desistir da força de superfície simplesmente não é possível…

Qualquer país que detenha posses insulares, precisa de uma força de superfície respeitável.

O tamanho dessa força até é discutível, mas a necessidade dela não é… Veja que submarinos não projetam poder – são meios de negação do mar – e aeronaves baseadas em terra não são capazes de ir para muito além da ZEE, de modo que apenas navios podem prover/levar meios defensivos consistentes para além do continente e mantê-los no local desejado.

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Você deveria ser presidente, já que acha tudo tão fácil, tem solução pra tudo…

Mgtow
Mgtow
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Aqui o mais importante é uma tal guerra contra comunistas. E tambem atuar como cão de guarda do Trump pensando que vai receber afagos por isso. E observar esses nossos generais abaixar a cabeça pra tudo isso. Estamos perdidos amigo.

Luis Henrique Lopes de Almeida
Reply to  Mgtow
7 meses atrás

Mgtow, parabéns pela coragem ,concordo plenamente.

MGNVS
MGNVS
Reply to  Mgtow
7 meses atrás

Mgtow
Falou tudo!
Assino embaixo.

ALEXANDRE DE BARROS BARBOZA
Reply to  Gerson
7 meses atrás

Recebem parte em petróleo….como assim? A Petrobrás tem capital misto, não é 100 % estatal. Como seria isso, amigo?

Rogerio
Rogerio
7 meses atrás

Sera que o Brasil consegue compra um deste para as para as corvetas Tamandaré???

Top Gun Sea
Top Gun Sea
7 meses atrás

Mesmo se a MB tivesse dinheiro Us Americanus não disponibilizam o sistema de defesa de ponto Cews para a MB mas também não deixaria a MB comprar um sistema Ciws chinês bem mais em conta para equipar por exemplo o Atlântico. É duro ser lambi botas!

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Op,s Ciws

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Agora você viu a “luz” caro Top Gun.
Finalmente mais alguém tomou a pílula azul e viu a verdade da Matrix brasileira rsrs.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Da última vez que chequei o atlântico é britânico. Esse blá-blá-blá de “americanos não deixam” já deu! Nos compramos até helicópteros de ataque russos. Sabe o que deu pra nós com os americanos? NADA.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fernando Turatti
7 meses atrás

Mas agora é diferente,os americanos com sua lei cretina chamada CAATSA Act( Countering America’s Adversaries Through Sanctions Act) ou no português,Lei de Combate aos Adversários da América por Sanções,que atinge qualquer um que adquirir armamentos russos.

Um projeto safado feito no parlamento deles para impor a vontade americana no rabo de outros países,como se fossem donos do mundo …

Ou seja: Usando de táticas sórdidas contra aqueles que não querem adquirir ou não podem adquirir produtos americanos ou europeus e assim,preferem comercializar com Moscow.

nonato
nonato
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Ficou todo ressentido com a Rússia…
Por quê?
Não vejo essa revolta com a China que obrigou a Vale a se desfazer dos Valemax.
Ou com as leis chinesas que impedem cidadãos chineses de usar o metrô se tiverem criticado o governo.
Ou a morte de ucranianos há uns 60 anos…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  nonato
7 meses atrás

” com as leis chinesas que impedem cidadãos chineses de usar o metrô se tiverem criticado o governo”.

Leis chinesas para chineses,agradem alguns ou não…

mas nunca vi o parlamento chines querer dar uma de parlamento do mundo intimidando países que comprarem produtos militares que não sejam deles.

Mas para alguns fanboys, estados unidos da América são bons mocinhos não é?! Sempre preocupados com o bem estar e a vida humana,temos bons exemplos dissos no mundo,como no Haiti por exemplo,onde franceses e americanos ajudaram a ferrar a economia da ilha…

American First !

Roger
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

“Não intimidam países para comprar produtos militares deles” isso é verdade, mas eles intimidaram a VALE com seus navios Valemax. Intimidam constantemente empresas multinacionais estabelecidas em solo chines por qualquer bobagem que eles considerem um insulto. O presidente francês arrotou na frente do Xin Jin Ping? Vamos boicotar o vinho e queimar alguns carros franceses!!! (por mim queimava todos os Peugeuts e Renaults do mundo). O Japão vai parar de distribuir hentai para os chineses? Vamos jogar um nuke na cabeça deles de novo, pois Hiroshima e Nagasaki não foram suficientes… Intimidam a sua população com um sistema de crédito… Read more »

Jodreski
Jodreski
Reply to  Roger
7 meses atrás

Ficou tão grande e chato que não consegui ler tudo…

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  nonato
7 meses atrás

poucos conhecem a historia do Valemax. Foi a maior trambicagem que os chinas fizeram com a Dilma, e ela ficou quietinha, não falou nada, afinal era amigo ideológico.

Rogerio
Rogerio
Reply to  nonato
7 meses atrás

Sempre tem um fauboy americano criticando a China, sendo ele nem conhecer a China, Nonato pare fazer invenção, lá não existe cidade não poder pegar metrô ou qq coisa, lá é tão livre igual aqui no Brasil até mais liberdade, apena não praticar crimes isso é verdade tonelancia zero por crime..

Diego
Diego
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

A Rússia invadiu tomou a Crimeia, não merece um tostão de ninguém. Tem sim de haver sanções, senão daqui a pouco pegam um pedacinho do Brasil e fica por isso mesmo.

eliton
eliton
Reply to  Diego
7 meses atrás

Israel invadiu tomou as Colinas de Golã, não merece um tostão de ninguém. Tem sim de haver sanções, senão daqui a pouco pegam um pedacinho do Brasil e fica por isso mesmo.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Diego
7 meses atrás

ESTADOS UNIDOS invadiu tomou o Hawaii, não merece um tostão de ninguém. Tem sim de haver sanções, senão daqui a pouco pegam um pedacinho do Brasil e fica por isso mesmo.

Harriman Nelson
Harriman Nelson
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Sem falar que os USA tomou o Iraque de forma disfarcada,
e agora cade que larga? A soberabia do Iraque foi
pro brejo.

http://www.msn.com/en-ca/news/world/iraq-warns-of-collapse-if-trump-blocks-oil-cash/ar-BBYUWMp?li=AAggNb9

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Diego
7 meses atrás

Diego.
A Crimeia sempre foi Russa. Desde os tempos da Imperatriz Catarina, a Grande. A Frota Russa do mar Negro sempre esteve ancorada lá.

Roger
Reply to  Antonio Palhares
7 meses atrás

Da Wikipedia: “Em 1954, o Oblast da Crimeia foi transferido para a República Socialista Soviética da Ucrânia, por Nikita Khrushchev, a fim de reforçar a “unidade entre russos e ucranianos” e a “grande e indissolúvel amizade” entre os dois povos.” Acho que a indissolúvel amizade se dissolveu… Ainda: “A maior parte da comunidade internacional (exceto Zimbábue, Venezuela, Síria, Nicarágua, Sudão, Bielorrússia, Armênia, Coreia do Norte e Bolívia) não reconhece a anexação e considera a Crimeia um território ucraniano sob ocupação russa.” wow só a fina flor, os países mais avançados e democráticos apoiam os russos, estou impressionado… (Ué cade a… Read more »

Roger
Reply to  Diego
7 meses atrás

O MST invadiu e tomou uma fazenda, não merece um tostão de ninguém. Tem sim de haver sanções, senão daqui a pouco pegam mais um pedacinho do Brasil e fica por isso mesmo.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Eu não entendo,a marinha do Brasil poderia tentar fazer um sistema semelhante ao Vulcan Phalanx através de tecnologia reversa,será que nós não poderíamos usar o único CIWS Phalanx da MB, que veio no NDCC Mattoso Maia,ou será que jogamos no lixo ?!

Há algo que impeça tal coisa,algo referente a patente do equipamento?
Ou será que não o fazemos por acharmos antiético ?

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

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Roger
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Um problema (não tão) similar tem ocorrido com os sul coreanos. Há anos já é de conhecimento público (principalmente dos militares e da indústria bélica americana) que os sul coreanos vem adotando um copycat na cara dura. E não estou me referindo a ter licença de produção, estou me referindo a copiar e quase nem se dar ao luxo de esconder o que estão fazendo. Sensores, misseis, segredos industriais e etc. Na sede de construir uma indústria bélica nacional proeminente eles tem recorrido à espionagem industrial de seus aliados americanos e estes, por sua vez, tem pleno conhecimento disso. Não… Read more »

FighterBR
FighterBR
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Quem disse que os americanos não disponibilizariam o Phalanx?

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  FighterBR
7 meses atrás

Nunca disponibilizou! O que veio no navio de logística, veio castrado!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

O interessante é que o Mattoso Maia está na mão da MB há 18 anos,será que durante esse tempo todo com esse CIWS como enfeite,não passou pela cabeça da MB de ao menos fazer um produto nacional,será que nem ao menos tentaram?

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Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Já ouviu falar em DIREITOS?

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Na década de 80 a MB tentou fazer um canhão anti-míssil nacional. Isto foi noticiado algumas vezes pelo Estadão. Mas nunca deram muito detalhes. Lembro-me apenas de problemas relacionados a refrigeração dos tubos.
Talvez alguém que conheceu este projeto possa nos dar informações.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

“Navio de logística”?

Que que é saporra de navio?

(Modo MO sem paciência on)

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

rsrsrs…só lendo.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Matosão!

_RR_
_RR_
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Top Gun,

Não há razão para os americanos não permitirem o fornecimento de um mero sistema de defesa de ponto… Um navio brasileiro armado com um Phalanx ou mesmo um RIM-116 não é relevante para eles…

Bosco
Bosco
Reply to  _RR_
7 meses atrás

RR,
Exatamente! O Phalanx ,mesmo a última versão (Block IB) está longe de ser “armamento sensível” que mereça qualquer tipo de restrição por parte do Congresso Americano direcionada ao Brasil.
Jamais isso iria ocorrer com o Brasil que é uma democracia e um parceiro econômico dos americanos e com o qual já foi comercializado diversas armas muito mais sensíveis do que um simples canhão CIWS.
A saber:
Mísseis Harpoon Block 2
torpedos Mk-48
Helicópteros SH-60
radares TPS-B34

_RR_
_RR_
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco,

Perfeito…

E isso para não falar do que o País poderia ter pego e não quis. Basta citar como exemplo o que seria concedido pelo programa FX-2, com o pacote para 36 caças F-18E/F que incluia um arsenal completo, com mísseis AIM-120 e o que mais o Brasil pedisse para integrar.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Vi nos comentários que fizeram exatamente a pergunta que eu já fiz em várias outras reportagens….. PORQUE APÓS TANTOS ANOS COM UM CIWS PARADO EM UM NAVIO, A MB NÃO PRIORIZOU O DESENVOLVIMENTO DE UMA VERSÃO NACIONAL PARA OPERAR EM NOSSOS NAVIOS……. Fui negativado e muito criticado por isso, pois ao invés de ficar ficar satisfeito com os restos que adquirimos, questiono e cobro o verdadeiro desenvolvimento nacional. CIWS deveria e deve ser sim uma das prioridades da MB. Pois nos daria uma capacidade de defesa de ponto que muito nos falta hoje em nossos meios. Mas para variar, nosso… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Carlos Eduardo
7 meses atrás

Carlos Eduardo,

O primeiro passo para que seu comentário seja debatido seriamente é você não escrever em maiúsculas.

O segundo passo é, primeiro, você justificar essa afirmação:

“Pois nos daria uma capacidade de defesa de ponto que muito nos falta hoje em nossos meios.”

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Eduardo
7 meses atrás

Ajuda aos universitários.

PN de 2009.

“Defesa de Ponto, pode ser realizada por mísseis de
curto alcance (Sea Wolf, Mistral-Simbad, entre outros) ou por canhões (designados na MB como metralhadoras) de 20, 30 ou 40 mm (Phalanx, Trinity, Meroka, Goalkeeper, entre outros).“

Você pode seguir a partir daí.

Bosco
Bosco
Reply to  Carlos Eduardo
7 meses atrás

Carlos, Em primeiro lugar, o Brasil não tem um programa para desenvolver um CIWS a partir do Phalanx do mesmo modo que não tem um programa pra desenvolver um MBT a partir do Leopard 1 e nem um programa pra desenvolver um torpedo pesado a partir do Mk-48. Em segundo lugar , como o Nunão disse, talvez não seja do interesse da marinha contar com um CIWS de “impacto”. A sua aceitação não é universal e pode ser que o comando da MB considere o “control kill” mais conveniente. O “control kill” implica em canhões de maior calibre, com maior… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Bosco, só complementando, no caso das munições 3P, além de dois dos “Ps” que significam proximidade e pré-fragmentada, há o que significa programável. O projétil / granada pode ser programado para explodir a uma distância X, exatamente no caminho do alvo (caso ele prossiga no curso, evidentemente). Não parece novidade para quem estuda artilharia antiaérea, pois desde o início o conceito foi de uma espoleta capaz de explodir a granada após X segundos de voo, o que coincidiria com determinada altitude e distância, conforme se estabelecesse a altitude do alvo. Porém, no caso das munições mais modernas, o conceito foi… Read more »

Mgtow
Mgtow
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Perfeitissimo meu caro Top Gun. Mas a ralé que aí está acha muito lucrativo ser um cachorrinho de estimação daquele país. Qualquer tentativa de se desvicular para um projeto autonomo é visto como coisa de comunista marxista do foro de são paulo da gota serena. Para um nacionalista como eu assistir a ascenção desse tipo de mentalidade…é de pirar o cabeção. Saudações amigo

Foxtrot
Foxtrot
7 meses atrás

Pois é, se não fôssemos tão socialisto fôbicos estaria aí e na Rússia uma alternativa a negação ocidental a esse tipo de armamento.
Me lembro que os Russos chegaram a oferecer ao Brasil co participação no desenvolvimento da versão naval do Pantisir e desenvolvimento de um sistema nacional de defesa AAe terrestre se tivéssemos comprado o sistema.
Mas a lacaiagem e submissão sempre falaram mais alto por aqui.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás
ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás
ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Há até o Pantsir-M…
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Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Eu acho esse Pantsir M mais letal por ser bem mais armado inclusive com lança mísseis com alcance de 20 Km.

Bosco
Bosco
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

A rigor o Kashtan e o Pantsir M não são CIWS. Não dá pra comparar esses com o Goalkeeper, o Phalanx, o Type 730, o Type 1030, o AK630, etc.
O que o Kashtan e o Pantsir fazem na USN é dividido entre o Phalanx e o RAM. Há vantagens e desvantagens em ambos os conceitos (combinar um CIWS com mísseis de defesa de ponto numa mesma torreta ou ter os dois sistemas separados). Aí , depende do freguês.

Evgeniy (RF).
Evgeniy (RF).
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

A versão marítima é chamada corretamente Pansir-ME.

_RR_
_RR_
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Foxtrot,

As três forças nunca quiseram o Pantsir… Seria uma compra decidida de forma unilateral…

O desejo do EB sempre foi um algo mais simples de lidar, como o BAMSE sueco.

JT8D
JT8D
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Foxtrot, você ficou sabendo que desde a década de 90 a Russia não é mais socialista? É só para te atualizar, afinal não faz sentido permanecer arraigado ao passado, o mundo evolui. Abraços

Mauro
Mauro
7 meses atrás

“””O sistema tem algumas semelhanças externas com o Thales Goalkeeper da Holanda.””
kkkkkkkkkkkkkk

Vou no Carrefour comprar a gelada para amanhã… kkkkkkk

Bosco
Bosco
Reply to  Mauro
7 meses atrás

É semelhante mas não e igual. O Goalkeeper é autônomo, tendo seu próprio radar de vigilância, enquanto o Type 730 precisa de indicação de ameaças providas pelos sensores do navio.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Enquanto isso não temos um CIWS nacional,mas vemos um país que recebe embargo de armas a anos como o Irã,fabricar um produto nacional…

O Irã equipou um destroyer com uma versão indigenizada do Phalanx,chamado Kamand…
De acordo com o alto responsável militar, o Kamand é um sistema de combate de proximidade (CIWS, ou Sistema de Armas de Defesa Próxima) capaz de eliminar um alvo à distância de dois quilômetros e com cadência de tiro entre 4.000 e 7.000 disparos por minuto.

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Apesar que acredito que as fotos postadas sejam realmente de um phalanx e não de uma cópia iraniana,parece que esse é o CIWS iraniano,mesmo assim,para quem está embargado é algo a se respeitar…
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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

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nonato
nonato
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Esse parede até mais moderno e “stealth”.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Esse está parecendo mais a torre de canhão de blindado.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Vixi! Pensei que so a China fazia os clones. Ctrl C Ctrl V

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
7 meses atrás

Caro Adriano, cando de escrever aqui.
O que nos falta é coragem para romper os “grilhões” da submissão e vontade.
Pois a questão técnico financeira não nós impede em nada .
Os Americanos só nos negam a venda de sistemas Ciws, porque descobriram certa vez que a MB tinha um programa de fabricação de sistema semelhante denominado pela própria MB como ” metralhadora rápida”.
Aí em certo tempo da história nacional aceitamos de bom grato a posição de lacaios submissos das grandes nações ocidentais.

Nunes-Neto
Nunes-Neto
7 meses atrás

Já ouvi dizer que não são os americanos que não querem vender,mas o Brasil também não têm interesse de comprar,pois a manutenção é muito cara, já venderam até AGM-84L Harpoon para os P3 Orion.Esse tipo de armamento não é nenhuma novidade no mercado,inclusive não sei pq o Brasil ainda não fabrica ainda!

Luiz Trindade
Luiz Trindade
7 meses atrás

Só resta saber se é tão eficiente como mostra o vídeo neh?!? Se for e creio que o é, a China esta avançando à passos largos.

M.A.K
M.A.K
7 meses atrás

…O sistema tem algumas semelhanças externas com o Thales Goalkeeper da Holanda… alguma???

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
7 meses atrás

Toda vez que sai uma matéria sobre CIWS é um tal de Phalanx pra cá e pra lá, embargo disso ou daquilo, os americanos malvados não deixaram os ingleses venderem o Ocean com Phalanx, que a gente tem que construir um navio porta-Phalanx pra proteger o futuro navio porta-Astros, que os Amazonas, os Macaé, as Tamandaré, o Álvaro Alberto, Itaguaí e a Marquês de Sapucaí precisam ter Phalanx…

É tanta fixação nesse treco que eu acho que vou desenvolver um Phalanx de pelúcia pra vender. Acho que vai ter bastante marmanjo comprando pra dormir abraçadinho.

Joli le Chat
Joli le Chat
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Se for de pelúcia tem que ter chifre de unicórnio, para garantir as vendas.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Joli le Chat
7 meses atrás

Boa ideia.
Phalanxcórnio.
Ou Unicorlanx.
Difícil decidir…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Joli le Chat
7 meses atrás

Que pelúcia oquê?! Entre no espirito natalino Joli Le Chat!

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Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Isso tá pior que embarcar F35 no Atlântico.

pangloss
pangloss
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Gostaria muito que alguém desenvolvesse um Phalanx de janela capaz de detectar e eliminar as seguintes ameaças: 1 – motorista buzinador no meio da madrugada; 2 – torcedor que acha que um gol de seu time é motivo idôneo para acordar os vizinhos à meia-noite; 3 – bebedor de cerveja que não consiga reter o conteúdo da bexiga até o banheiro mais próximo; 4 – maconheiro que acredita que sua liberdade compreende espalhar fumaça fedorenta para dentro da casa dos outros; 5 – foliões que acreditam que o carnaval é pretexto para qualquer atitude privada possa ser externada em espaços… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  pangloss
7 meses atrás

Pode incluir carro tocando funk e carro de som anunciando as ofertas da semana?

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Coitado do carro do ovo… Ou da pizza… Ou do bolo… É tanto carro de alguma coisa que já perdi a noção… Por isso que eu amo esse país, o povo sempre dá um jeitinho para escapar das adversidades…

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Olha, Nunão, sei que você não vai muito comigo, mas o que mais me irrita aqui, e me leva a ter o comportamento que tenho, é a infinita capacidade que a maioria aqui tem, de escrever asneiras sobre assuntos que não têm a menor condição de sequer compreender! Se metem a discutir, e não fazem a mais vaga idéia…Dá até tristeza…

JT8D
JT8D
Reply to  Antonio Renato Arantes Cançado
7 meses atrás

Você é um brincalhão

Roger
Reply to  Antonio Renato Arantes Cançado
7 meses atrás

Então você também está “Cançado” disso? :p

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Me prove ao contrário até que exista 01 nas Tamandarés ou no Atlântico e essa história que é muito caro a operação é balela. Esse placebo ai que você escreveu pode confundir a cabeça de quem não entende.

Esteves
Esteves
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

Top,

As pessoas decidem ter ou não ter. Como aquele sujeito lá na Inglaterra decidiu ser ou não ser.

A MB decidiu não. É só.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Pois é.
Duas das maiores marinhas europeias (e que também estão entre as 10 maiores do mundo) também decidiram, até hoje, não ter sistemas do tipo Phalanx e Goalkeeper. Decidiram-se por outras abordagens.

Diego
Diego
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

e quais seriam as outras abordagens?

Enes
Enes
Reply to  Diego
7 meses atrás

Exemplo, trinyt 40 mm.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Diego
7 meses atrás

A Marinha Francesa optou por mísseis mistral (manpad em lançadores guarnecidos ou remotamente controlados) na defesa de ponto, para o que eventualmente passasse pelas defesas de médio e longo alcance. Na última década, adotou canhão de 76mm para cumprir a função em navios desenvolvidos em parceria com a Itália. A Itália por décadas usou reparos simples e depois duplos de versões locais do Bofors 40mm/L70 e depois padronizou a defesa de ponto com canhões de 76mm. Nenhuma dessas duas marinhas optou por Phalanx ou Goalkeeper (e não creio que haveria qualquer proibição política ou de custos para adotarem), pelas razões… Read more »

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Não acredito que o problema seja doutrina, pois a mesma pode muito bem ser construída, e estaria muitos anos a frente de qualquer coisa que temos hoje. Custos, não há como saber, pois o único sistema que permitiria uma avaliação, desde que foi recebido, nunca operou, então não há como fazer qualquer tipo de avaliação. Concordo que existem outros meios além de CIWS, mas este é um do mais eficientes. Uma combinação deste com canhões ou então por mísseis, garantem um nível muito maior de sobrevivência, e como não existe defesa invencível, quantos mais sistemas pudermos operar para garantir um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Eduardo
7 meses atrás

Razões. Razões. Doutrina é um conjunto de ideias. Princípios. Nossa doutrina de negação de mar estabeleceu os submarinos como meios para empregar. Doutrina não está à frente nem no presente. Doutrina é pensamento. Doutrina não é problema. Custos há como saber. É só fazer conta. P&D nativo precisa de $$$, contratação, capacitação, treinamento, intercâmbio, investimentos sem interrupções, prazos e $$$$$ para possuir algo que o pensamento não concluiu como primordial ou urgente ou necessário. Custos há como saber. Basta perguntar a quem produz quanto custa. É provável que tenham perguntado. Como alguém deve ter perguntado quanto custa qualquer coisa…alguém achou… Read more »

Mauricio R.
Reply to  Diego
7 meses atrás

Millennium mas o da Rheinmetall Oerlikon.
Tem também um sistema sul africano, o Denel 35mm DPG.
Uma outra alternativa seria talvez ressuscitar os sistemas Meroka ou Sea Zenith.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Inglaterra? Hamlet era da Dinamarca. O quê tá acontecendo, hein, pessoal? Não é primeiro de Abril, certo?

Bosco
Bosco
Reply to  Alex Barreto Cypriano
7 meses atrás

Hamlet não era de lugar nenhum já que é um personagem fictício. O autor da “peça” era inglês.
A rigor quem proferiu a famosa frase foi seu autor e não o personagem.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Bosco
7 meses atrás

OK, Bosco, se você segue a linha da arte como artifício confissional (onde se crê que o autor fale através da boca do personagem)… Nesse caso, melhor dizer que quem falou pela boca de Hamlet foi a rainha Elizabeth, assim como, hoje, a Rey fala pela Kathleen Kennedy (ou o George Lucas, vai saber…).

Tallguiese
Tallguiese
7 meses atrás

Pois é, talvez apenas talvez o Brasil poderia levar em consideração algum equipamento chinês. Me parece que a qualidade está melhorando e como o Brasil não está alinhado a ninguém… quem sabe né!

Pedro Bó
Pedro Bó
7 meses atrás

Não são os EUA que não desejam vender o Phalanx para a MB, é a própria força que considera a operação do mesmo dispendiosa e prefere sistemas com menor custo operacional de ciclo de vida como o Bofors 40mm, cansaram de dizer isso aqui na época da aquisição do PHM Atlântico.

JT8D
JT8D
Reply to  Pedro Bó
7 meses atrás

Pô amigo, não estraga o barato dos aborrecentes do blog. Como é que eles vão chamar os brasileiros de lacaios lamvbe botas agora?

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Rivotril!!!

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
Reply to  Pedro Bó
7 meses atrás

Neste aspecto, como em muitos outros, a MB ainda não conseguiu sair da década de 50 do século passado, coitada…

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Pedro Bó
7 meses atrás

Você é um “Pedro Bó mesmo em acreditar nessa história!

Pedro Bó
Pedro Bó
Reply to  Top Gun Sea
7 meses atrás

“ad hominem” não é argumento válido.

Esteves
Esteves
Reply to  Pedro Bó
7 meses atrás

Não é verdade.

Existe uma conspiração interplanetária impedindo o Brasil de ter qualquer canhão antimíssil.

Wardog1
Wardog1
7 meses atrás

Essa coisa vai parar um míssel a 4g?

Piada, ne?

O sub vai disparar o missel e 20s depois… BUM!

JT8D
JT8D
Reply to  Wardog1
7 meses atrás

Você quis dizer Mach 4, certo?

Bosco
Bosco
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Esse tipo de arma não é “indicado” para a defesa contra mísseis com alta velocidade supersônica ou hipersônica. É ideal contra mísseis subsônicos e supersônicos até Mach 2 ou pouco mais.
Mísseis com alta velocidade supersônica e mísseis hipersônicos (que ainda ninguém sabe se funciona contra navios) devem ser interceptados por mísseis antimísseis (defesa de ponto e defesa de área)

Dalton
Dalton
Reply to  Bosco
7 meses atrás

E também contra ameaças assimétricas como pequenas embarcações,
helicópteros, aeronaves não tripuladas, etc…
.
Bom ler você novamente Boscão !

Wardog1
Wardog1
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Se o awacs detectar o missel a 100km e 4*1224km/h, o sis d armas tera 2min p reagir

Sera q da?

Ps

Os mísseis podm ter munição em cluster q ira se desdorar no estágio final d aproximacao do alvo qndo o missel aponta p o alto p prover lancamento balístico p as submunicoes

JT8D
JT8D
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Desculpe, é que eu fiquei confuso. Pra mim 4g era coisa de celular (ou será que o míssil trava no wi-fi do navio?)

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Wardog1
7 meses atrás

Eu fiz as contas, se um Harpoon voa a 240m/seg e o tal canhão começa a engajar o alvo com 1.500metros, vai ter apenas 6,25 segundos para destruir o míssil…

Esteves
Esteves
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
7 meses atrás

Tempo suficiente.

Bosco
Bosco
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Esteves,
“Tempo suficiente”.
Levando-se em conta que os atuais sistemas de proteção ativa de veículos de combate têm tempo de reação de 1/10 de segundo, você está corretíssimo.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Por onde andantes Bosco, temos nossas diferenças, mas você é quase um patrimônio imaterial deste blog.

Esteves
Esteves
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Ufa.

Bosco
Bosco
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
7 meses atrás

Leonardo, Só um lembrete, o computador balístico tenta concentrar os projéteis num ponto futuro onde o míssil irá passar num determinado tempo. Em esse ponto sendo a 1500 metros o disparo do canhão tem que ser com o míssil ainda fora do alcance para que dê tempo dos projéteis e do míssil convergirem para a zona de destruição. Em o sistema constatando que o alvo não foi abatido, ainda há tempo de um segundo engajamento com uma zona de destruição a cerca de 500 metros do navio. No caso de um míssil supersônico não há segunda chance e a zona… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bosco
7 meses atrás

E veio a luz.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Bosco
7 meses atrás

Oi Bosco, sim eu sei que em tese o tempo seria “suficiente”. Nós temos bons exemplos até de mísseis anti-mísseis (Sea Wolf por exemplo) que tem um tempo de reação muito curto. Mas contra-mísseis mais rápidos, tipo Brahmos, por exemplo, ou com aceleração no final do engajamento, o tempo de reação é curto.

Antonio Renato Arantes Cançado
Antonio Renato Arantes Cançado
7 meses atrás

Cópia descarada do Goalkeeper…

Mauricio R.
Reply to  Antonio Renato Arantes Cançado
7 meses atrás

Ah que nada, foi somente os desencanados dos holandeses sendo amáveis com os chineses da PRC.
Nada que franceses, alemães, italianos ou mesmo britânicos, não tenham feito também.

Machado
Machado
7 meses atrás

Acho que os chineses tem outro melhor com onze canos rotativos instalados nos novos combatentes

Pedrog
Pedrog
Reply to  Machado
7 meses atrás

Ia comentar justamente isso – Type 1130.
Evolução do CIWS chines com 11 canos rotativos.

JT8D
JT8D
7 meses atrás

Por que agora tudo que é chinês é cópia? Primeiro que copiar com sucesso equipamento de alta tecnologia é extremamente difícil. Segundo que equipamento militar não é moda primavera-verão nem artes plásticas. A aparência é o que menos importa e sim se cumpre os requisitos operacionais. É só ver os projetos de caças de quinta geração, todos muito parecidos. É curioso ler comentários depreciativos sobre os chineses vindos de cidadãos de um país que não consegue chegar nem perto do nível tecnológico deles. Antes que me confundam com algum membro de torcida, já adianto que não é o meu caso.… Read more »

Mauro
Mauro
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Vai morar na China e seja feliz… elogiar a China vivendo no Brasil sob nossas leis e costumes é moleza.

JT8D
JT8D
Reply to  Mauro
7 meses atrás

Eu não estou elogiando a China. Eu estou dizendo que desmerecer o que eles conseguem com trabalho, independente de ideologias, é perder uma oportunidade de aprender. Eu poderia estar falando do Japão, que a princípio copiou tecnologia ocidental e hoje é uma potência econômica. Mas eu sei que você não vai entender o que eu estou dizendo, pois é difícil conversar sobre assuntos complexos com gente que tem raciocínio binário

rui mendes
rui mendes
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Os caças 5g existentes são todos bem diferentes, não são nada parecidos.

JT8D
JT8D
Reply to  rui mendes
7 meses atrás

Pois é, mas alguns acham que os caças 5g chineses não passam de cópias descaradas. Enfim, cansei desse assunto. Eu sou engenheiro, gosto de discutir sobre tecnologia. Mas aqui tudo cai na briguinha ideológica. Se eu disser que admiro o avanço tecnológico alemão da segunda guerra vai aparecer algum infeliz me acusando de nazista

ECosta
ECosta
7 meses atrás

off-topic

Pra quê comprar fragatas do porte das Nitérois se vamos ter Tamandarés mais bem armadas e com autonomia das barrosos que vão até o Líbano ?

Mauro
Mauro
Reply to  ECosta
7 meses atrás

A quantidade de militares de um país tem a ver – em qualquer lugar do mundo – com sua extensão territorial… compara a extensão territorial de Inglaterra com a do Brasil. Outro dia encontraram uma colônia de cupins, isso mesmo, uma gigantesca colônia de cupins em uma cidade no interior do Brasil, foi vista por drones, só a título de comparação, essa colônia de cupins perdida no meio do nada era maior que a Inglaterra. Temos 17 mil Km de fronteira terrestres, cada km desse deve ter uma determinada quantidade de soldados.. saindo do Rio Grande do Sul e indo… Read more »

Emerson
Emerson
7 meses atrás

A MB é um verdadeiro cabidao de empregos, a Royal Navy opera 10 submarinos nucleares, 2 porta aviões e mais algumas dezenas de navios e tem 30 mil militares. Já o Brasil 80 mil militares prá operar pouco mais de 100 navios 🙈

Machado
Machado
Reply to  Emerson
7 meses atrás

Isso tá mudando. Se vc reparar as vagas de RM2 temporários estão ano a ano aumentando e as provas pra aprendiz marinheiro cada vez com menos vagas
Antigamente era fácil 2000 vagas. Hoje em dia menos de 1000. Sem contar as vagas do CAP

Jota Ká
Jota Ká
Reply to  Emerson
7 meses atrás

Igual FAB, com seus 81mil militares, centena e tantos oficiais generais, mas pouquíssimos aviões militares de verdade em condições operacionais. Só para comparar, RAAF com sua frota de fa18, f35, p8, c130, c17, etc., tem 18mil militares.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Jota Ká
7 meses atrás

Como todo bom serviço público no Brasil, as FAs são cabides de empregos.

Machado
Machado
Reply to  Emerson
7 meses atrás

O negócio que tem muitos caciques pra poucos índios

Diego
Diego
7 meses atrás

Tio San que não se cuide …

Rodrigo LD
Rodrigo LD
7 meses atrás

Feliz 2020 para todos os leitores da Trilogia. Que vejamos notícias cada vez melhores para as nossas Forças Armadas no ano que se inicia. Brasil acima de Tudo!

Mauro
Mauro
7 meses atrás

Publicado na postagem errada, mas tá valendo, era na debaixo.

Marques Aurélio
Marques Aurélio
7 meses atrás

Todo mundo fala á China tá se Armando isso ou aquilo mais esquecem do principal, pelo andar da carruagem pra frente não precisaram eles com aumento substancial de população extra China vão domininar, morei fora do Brasil pude notar que eles chega um depois outro, aí junta e vão comprando tudo e fazendo novos cidadãos mais sob domínio de um que gera os investimentos , quando eles tiverem o poder de votos nesses países aí vcs ver

Antunes 1980
Antunes 1980
7 meses atrás

Chegou com quase 25 anos de atraso…