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Revisão da construção do porta-aviões indiano IAC-P71

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Futuro INS Vikrant, primeiro Indigenous Aircraft Carrier (IAC-1), foi lançado ao mar em 2013

O progresso do projeto do Porta-Aviões Indiano (IAC-P71) foi revisado pelo Empowered Apex Committee (EAC), liderado por Shri Ajay Kumar, Secretário de Defesa, em 20 de janeiro no Cochin Shipyard Limited.

A revisão examinou criticamente o status atual do projeto, pois o IAC (Indigenous Aircraft Carrier) está em um estágio muito avançado de construção e está programado para iniciar os testes de bacia no início de 2020, seguidos pelos testes no mar em meados de 2020.

Esta é a 13ª Reunião de Revisão da EAC do Projeto e a primeira a ser realizada após a assinatura da Fase III do Contrato do IAC em 31 de outubro de 2019 entre o Governo da Índia, o Ministério da Defesa e o Cochin Shipyard Limited.

O Secretário de Defesa estava acompanhado pelo vice-almirante Ashok Kumar, vice-chefe do Estado-Maior da Marinha, vice-almirante GS Pabby, chefe de material, vice-almirante SR Sarma, controlador de produção e aquisição de navios de guerra do IHQ MoD (Navy) e outros oficiais seniores do IHQ MoD (Marinha), Equipe de Supervisão de Navios de Guerra e Equipe de Aceitação de Porta-Aviões e Ensaios.

A construção do IAC está em um estado avançado, com todas as quatro turbinas a gás, os principais motores inicializados, sistemas de geração de energia compostos por oito alternadores a diesel prontos e testes dos principais sistemas e equipamentos auxiliares do navio em andamento.

O IAC concluiu com êxito o pacote de trabalho para testes de cais pré-contratados em dezembro de 2019. Os testes de bacia serão conduzidos para comprovação dos sistemas de propulsão, transmissão e transmissão e estão programados para o início da metade de 2020.

O porta-aviões estará pronto para iniciar os testes no mar assim que os testes na bacia forem concluídos com sucesso.

O Indigenous Aircraft Carrier foi lançado ao mar em 2013 e sua entrada em serviço estava prevista para 2019.

FONTE: Ministério da Defesa da Índia

Nota do editor: confira abaixo as principais características do IAC/P71, futuro INS Vikrant, conforme dados de matéria publicada anteriormente.

O IAC de 40.000 toneladas tem 262 metros de comprimento, com uma largura máxima de 62 metros. Ele foi projetado para transportar de 30 a 40 aeronaves, incluindo caças MiG-29K, LCA Tejas naval e helicópteros anti-submarino e de reconhecimento.

O IAC suportará as operações STOBAR (Short Take Off But Arrested Recovery – decolagem curta com pouso enganchado) com uma rampa “ski-jump” para decolagem como o INS Vikramaditya, em vez de uma catapulta a vapor.

O porta-aviões foi projetado com um alto grau de automação na operação de suas máquinas, navegação e equipamentos de sobrevivência. Ele levará uma tripulação de 160 oficiais e 1.400 subalternos.

O navio é equipado com um sistema de gerenciamento de combate desenvolvido de forma autóctone pela Tata Power em colaboração com o WESEE (Weapon and Electronics System Engineering Establishment) e a MARS da Rússia.

A propulsão é composta por 4 turbinas a gás GE LM2500, na configuração COGAG, que permitirão uma velocidade máxima de 28 nós e autonomia de 8.000 milhas náuticas.

O porta-aviões terá uma suíte eletrônica avançada com radares 3D multifuncionais e forte armamento antiaéreo, composto por 4 canhões Otobreda 76 mm, 2 lançadores verticais de 32 células para mísseis Barak 1 e Barak 8, além do CIWS AK-630.

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Jorene
4 meses atrás

Enquanto isso, no Brasil…

Marquês de São Vicente
Marquês de São Vicente
Reply to  Jorene
4 meses atrás

Pois é, mas o Brasil não tem a China e o Paquistão fungando no cangote. Um vizinho inamistoso pode ser um grande incentivo.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Marquês de São Vicente
4 meses atrás

Já falei e repetirei eternamente: se não temos ameaças, que paremos de jogar fora 25/30b de dólares por ano em forças armadas inúteis no cenário global. Se for pra manter algo melhor que os vizinhos da pra gastar 1/3 disso e olhe lá.
Não deixemos a incompetência se passar por falta de necessidade.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Concordo com o Sr Fernando Turatti. a questão é incompetência para não dizer mais outras palavras. no fim das contas,(não generalizando) alguns moram no Leme-RJ.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Fernando, Não é que não temos ameaças; é que a ìndia tem vizinhos mais belicoso que nós. É uma questão de prioridades, acho o submarino prioritário, PA só a longo prazo. Mesmo que a verba fosse melhor gerida ( e não é ), não dá para ter tudo. Temos que pensar no custo total do ciclo de vida de qq coisa, não é só comprar um navio. Por exemplo, a MB poderia comprar o F-35B, mas quanto custa mante-lo por ano? Não é só comprar, tem que operar.

ALISON L C SILVA
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

perfeita colocação

jodreski
jodreski
Reply to  Marquês de São Vicente
4 meses atrás

E mesmo que tivéssemos vizinhos fungando no nosso cangote que diferença faria? A mentalidade dos altos oficiais das três forças mudaria? Eu acho que não…. continuaríamos a ter 3 forças que servem de cabide de emprego! Você pode alegar: mas teríamos um orçamento maior! Ok se fosse 50 bi de dólares anuais e a MB continuasse com o pensamento que ela tem hj, teríamos 200 mil marujos e poucos navios de combate. Não é a cifra o problema, mas sim como ela é gasta! Apesar do nosso orçamento não ser dos maiores há países que tem orçamentos parecidos com o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  jodreski
4 meses atrás

Pois é.

Mas o raciocínio é assim.

Se tiver mais navios, se existirem mais investimentos em navios…fica equilibrado porque a conta de efetivo X navios torna o comparativo mais “coerente”. Ainda assim sobrariam no mínimo os 15 mil do Lula.

Igual o tal do PAT. Não entregou obra nenhuma, mas deu emprego.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Esteves, não adianta ter 68 mil militares hoje, se não temos os navios, e antes que alguém diga que deve manter para treinar esse pessoal, 55% são do serviço obrigatório, 1 ano depois eles vão embora. O certo é diminuir o efetivo e investir nos meios e no treinamento, e com menor efetivo.

Esteves
Esteves
Reply to  Émerson Gabriel
3 meses atrás

Sim.

E quem irá reduzir esse efetivo?

sergio ribamar ferreira
Reply to  jodreski
4 meses atrás

Concordo com o sr. jodreski.. não mudam a retórica: não temos vizinhos beligerantes, somos pacíficos…..Hoje não temos, será? Uma força de dissuasão é para impedir qualquer tentativa ousada de quem quer que seja e para isso a nação precisa ter Forças Armadas que se mantenham de prontidão. (preparadas, adestradas e equipadas) Para estar no cenário mundial. economia forte, poder de força bélica. Incluindo povo com bom a ótimo IDH ……Grande abraço.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  jodreski
4 meses atrás

Concordo, Jetresk, inclusive a exceção da Rússia, nenhuma marinha da Europa ( eu disse nenhuma ) tem um efetivo com o o nosso, um dos m maiores é o da Itália, com 40 mil e olha o tamanho da marinha deles.

Zorann
Zorann
Reply to  Marquês de São Vicente
4 meses atrás

Eu acho ridículo este tipo de argumento. Ter ou não inimigos próximos não muda o fato de que estamos entre os 15 maiores gastos militares do mundo, o dinheiro continua sendo gasto e não temos a menor capacidade de nos defender

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Zoran, quer saber um dos gastos ? Só como exemplo, a Regina Duarte cotada para cultura recebe uma pensão de 7 mil reais (números arredondados), por ser filha de militar e pior, foi casada 3 vezes. 80% do gasto é pra folha de pagamento, pensões e para muitas, muitas filhas…Nem sei se te algum país nesse planeta que tem esse tipo de regra de pensão. PS: os conscritos só ficam nos quarteis meio período por medida de economia.

paulop
paulop
Reply to  Jorene
4 meses atrás

Para o Brasil uma embarcação com conceito semelhante ao Atlântico é mais adequada. Algo como o Doko sul coreano ou Camberra dos australianos. Duas unidades desdobradas com um misto de aeronaves VTOL(tem gente que defende o F-35 pra marinha e eu apoio, pensando que o Brasil é maior aliado extra Otan, uns 12 caças iriam bem) e helicópteros já daria uma capacidade significativa no âmbito regional.
Abraço.

jodreski
jodreski
Reply to  paulop
4 meses atrás

Amigo qualquer coisa ao Brasil iria bem se ele tivesse dinheiro para comprar e operar!

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  paulop
4 meses atrás

Paulo, eu sonho com o F-35 na MB com navios semelhantes ao da marinha italiana ou do japão, mas o problema é operar os F-35. Citando a FAB (que é até mais pé no chão que MB), só vai modernizar 14 AMX das 43 células por falta de verba, imagina a MB operando 12 F-35. Eu sei que vão dizer que dinheiro tem e tem mesmo e muito, mas gastam 80% com folha de pagamento. Infelizmente só se mudar a mentalidade do almirantado

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
Reply to  Jorene
4 meses atrás

Avançamos com novos submarinos! E programamos as Tamandarés. E vamos aguardar pela Marinha do Brasil a compra do navio de apoio RFA Wave Ruler que hoje pertence a marinha Inglesa.

jodreski
jodreski
Reply to  Osvaldo serigy
4 meses atrás

Vamos ver se esse contrato sai mesmo, pois pra variar estão deixando para assinar ele aos 50 do segundo tempo!

Esteves
Esteves
Reply to  jodreski
4 meses atrás

Vai depender de quanto ainda tem na Emgepron.

$$$$$$…

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Osvaldo serigy
4 meses atrás

Osvaldo, concordo. Prioridade : Submarinos e as tamandarés, além desse navio de apoio. Quem sabe a MB não aumenta para 5 tamandarés?

MMerlin
MMerlin
Reply to  Jorene
3 meses atrás

Expanda seu pensamento Jorente. “Enquanto isso, no Brasil…”.
Se o foco foi polemizar, nem precisa continuar.

Esteves
Esteves
Reply to  MMerlin
3 meses atrás

Enquanto isso no Brasil vamos reconstruindo um país.

Deve ser isso.

Emerson
Emerson
4 meses atrás

Tem uma Venezuela faminta, querendo brincar de Tiradentes 🤭

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Emerson
4 meses atrás

Não mesmo, o Povo precisa lutar contra apenas um Idiota que já tá prá la de “Maduro” para cair

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Emerson
4 meses atrás

Boa!!! Rsrsrs

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Emerson
4 meses atrás

Pois é xará … rs

Emerson Fully
Emerson Fully
4 meses atrás

Uma belo- nave, para padrões de países relativamente em desenvolvimento! Que tem grande tensão entre seus vizinhos! Porém, nada de que realmente o Brasil precise no momento . Pois nossa realidade política com vizinhos e nossa realidade econômica são outras totalmente diferentes!!! Oque realmente precisamos, são de escoltas!! Fragatas, Corvetas, Submarinos (convencionais) e muitos navios patrulha!!! Pois cada teatro de operações, necessita de equipamentos específicos!!! E o nosso, não necessita de um Nae!!!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Emerson Fully
4 meses atrás

Pode não ser o primeiro da lista de prioridades Mas é um grande erro bater na tecla de que é desnecessário ao Brasil, que somos uma grande ilha no Atlantico ( como os Italianos achavam na WWII), etc. O mundo não para, e a verdade é que o Brasil é um país cercado de vizinhos e com um imenso oceano do outro lado. De uma lado uma costa imensa, uma ZEE enorme, conflitos internacionais que buscam dominar uma ZEE no Chipre(Turquia/Libia/Grecia/paises europeus)….uma violação de exploração maritima de petroleo em area contestada ( Falklands/malvinas) e nem todas as potencias assinaram o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Mestre Carvalho, Centenas de comentários a favor dos porta-aviões. Dezenas contra. O problema é que do lado das dezenas está o dinheiro. Do lado dos chatos das dezenas está o motivo mais contundente e verdadeiro. Aprendemos que para operar porta-aviões e sua aviação embarcada precisa reordenar a despesa/investimento com Defesa. No mínimo. Como a Índia está fazendo. Abrir mais uma dependência seria garantir eternamente transferência de recursos ainda que F35 só exista um. Até hoje. O Rio não tem água potável. No news. As represas de São Paulo também estão contaminadas com cianobactérias. E vai pedir “quero um brinquedo desses”.… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Minha interlocução não altera as prioridades.

Ela reafirma a necessidade.

Ter o que fazer antes “de”…é uma coisa….

falar que não precisa, é outra totalmente diferente.

Exemplifiquei como de uma ora para outra o dito cujo pode fazer falta…

Não ter porque não tem recurso é justo….não ter porque acha que não precisa ou tem meios mais eficazes é outra…e particularmente, estritamente perigosa…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

De uma hora para outra… . Inimigos próximos > Nenhum nas águas . PIB > Vale mais o déficit . Quem é grande tem > Doutrinas das potências . África > Quem em sã consciência acredita que o mundo assistiria sentado um desembarque nosso na África ainda que por “causas humanitárias”? . Projetar poder > Antes precisa construir o poder . Independência e soberania > Talvez As Niterói. O Almirante Karam foi lá e presenciou o presidente que em um ato presidencial concedeu o dinheiro. Foi fruto da doutrina? Penso que não. Ela (a doutrina) pode repousar nos planos cartesianos.… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Mestre, ao menos para os proximos 50 ou 100 anos, o Brasil não precisa de absolutamente de nenhum recurso energetico ou mineral de fora. Não precisamos de nada de ninguem, temos tudo aqui. Basta o comercio e nossas próprias reservas aqui. Mas isto, exige olhar o cenário necessário para que as coisas funcionem. O Brasil é o 5o. maior país do mundo em extensão e o 3o com maior numero de países fronteiriços. São exatamente 10 países que possuem fronteira com o Brasil onde cada um deles em caso de desalinhamento, oferece risco do ponto de vista geopolítico. Cada um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Reserva de mercado? Qual o segredo ou como se deu o pulo da China em 30 anos? Abriu. Comércio. Relações. Negócios. Um país com enorme qualificação científica que não sai do lugar, fechado com seus botões? Rússia. 10 fronteiras podem ser tratadas como 10 ameaças pulverizadas. Se fizer aliança com 5 viramos 6. A MB deveria ter uns supercomputadores calculando essas variáveis. Parava de pensar no tangível e no intangível. Presidente manda aumentar efetivo. Presidente engaveta programa. Presidente contigenciamento. Presidentes. A MB precisa de frotas como precisamos de peixe. Não faz falta mas é bom. Faz falta sentar na mesa… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Esteves
3 meses atrás

Esteves, a evolução e muito mais complexa do que apenas comércio, relações e negócios. A revolução não trouxe apenas uma mudança no regime. A revolução aplicou uma mudança drástica cultural e social na China. E as mudanças não ocorreram em apenas 30 anos. Foi um processo mais gradual, caríssimo (em vidas), mas outros países pagaram até mais caro e não conseguiram o resultado que a China alcançou. A metodologia utilizada pela China para controle da população foi arriscadíssimo. Mais de uma vez poderia ter explodido uma guerra civil que faria todo o processo voltar a estaca zero. Agora, já passaram… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  MMerlin
3 meses atrás

Verdade, mestre. Bem verdade.

Para fazer o que fizeram não pode perder tempo com contestação, com oposição, com equação.

As próximas gerações, se tudo der certo como deu na China, receberão outro país.

Mas aqueles anos foram outros. Essa tal janela de oportunidades que se abre para poucos.

Estão construindo 2 hospitais para tratar doentes infectados pelo coronavírus.

Parece que estarão prontos em semanas.

André Luís
André Luís
4 meses atrás

Senhores, ouvi por aí que a nossa Marinha pretende construir um porta-aviões e, para isso, fez (ou faz) consultas técnicas com os indianos. Alguém poderia confirmar e discorrer sobre?
Obrigado.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  André Luís
4 meses atrás

Bata na madeira!
Nós precisamos de literalmente todos os meios(exceto submarinos) antes de começar a cogitar porta-aviões.
Enquanto tivermos tantos militares na marinha quanto a soma de reino Unido e Itália, não teremos nada, muito menos porta-aviões.
Temos um orçamento alto e comprometido por incompetência da marinha, somado a um engessamento nos gastos públicos por mais uma ou duas décadas, com elevações apenas condizentes com a inflação.

Ozawa
Ozawa
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Se me permite um adendo, precisamos literalmente de todos os meios e também de submarinos, exceção feita, sim, a porta-aviões ou aviação naval de asa fixa. Bom seria, ao meu juízo, caso não dificultassem o orçamento e a própria gestão naval, serem construídos 6 e não 4 Scorpènes-BR convencionais, ainda que se postergasse, com a preterição necessária, o lançamento da versão nuclear. No tocante à Índia, se seu NAe atende aos seus anseios e capacidades, ótimo. Quanto ao Brasil, já passou, e muito, do tempo de ter uma ‘Marinha vai com as outras’, especialmente em pretensões avessas às suas necessidades… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Ozawa, não coloquei submarinos na conta porque tecnicamente ainda temos 6, com três mais em construção.
Marinha com 4 submarinos cogitar porta-aviões seria digno de manicômio.

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Bom dia, Ozawa, Fernando e outros colegas. Ainda aproveitando minhas férias, portanto postando diretamente das areias da Praia da Barra da Tijuca, com direito a Chopinho gelado e meu amigo Joilton (dono do quiosque no Posto cinco) fritando alguns deliciosos camarões, seguem as notícias da hora. Um amigo que está na comitiva presidencial me confidenciou que: “Tem marinheiro acompanhando a visita do presidente na Índia.” Segundo este amigo, esse pessoal vai ver de perto o Porta-Aviões indiano, e com certeza vão enxer o saco de nosso presidente, como se fossem crianças, dizendo:” Papai, eu quero um brinquedo desses.” Bom, falando… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Bom dia, Mário SAE, Grato pela informações privilegiadas, típicas de praça d’Armas … Torço pela ampliação dos quantitativos das Tamandarés e Scorpènes como já disse nesse tópico e pelos fundamentos lá deduzidos. No tocante às Meko 400 parece-me mais o cacoete que a cúpula naval brasileira tem ao exagero, ainda que, nesse caso, na direção correta, mas no tempo e no orçamento errado … Quanto à reação do Mourão acerca dos Hornets, apenas confirma minha opinião de que ele, mesmo com declarações infelizes em alguns momentos, é o único adulto nas salas do Planalto …

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Ozawa, boa tarde. O General Mourão é uma das pessoas mais sensatas no Planauto, fora o fato de ser um cara super gente boa e quase sempre de muito bom humor. Tenho certeza que se um dia você tiver a chance de conhecê-lo pessoalmente, vai se encantar com ele. Quando voltar de férias vou procurar saber mais sobre aquele assunto do grupo de trabalho, que estuda as posíveis aquisições de sistemas de defesa anti-aérea de médio e longo alcance. Estou bem curioso a respeito, até porque se vierem a se interessar pelo S350, ou outro sistema russo, provavelmente a parte… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Boas férias, Mario. Abraços.

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Só pra corrigir: “Planalto”
Com “U” fica feio.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Mestre Mario SAE,

Foram informações preciosas!!

Meus agradecimentos.

Parece que se assim seguirmos, seria um caminho solido e paulatino bem factível.

Não apenas mais duas Tamandarés, mas mais dois Scorpenes seriam importantes para numero de frota da Forsub e manter Itaguaí bem aquecido.

Isto amenizaria a perda e repasse dos dois Tupis que não estão operando e serão repassados.

Mário SAE
Mário SAE
Reply to  carvalho2008
4 meses atrás

Obrigado, Carvalho. A idéia de vender os IKLs209, vem de encontro a dois anseios nossos, a padronização da frota de submarinos, e como você mesmo disse, não permitir que a linha de Itaguaí fique ociosa. Os Tupis são excelentes equipamentos, mas ter duas linhas distintas de suprimentos e manutenção é algo desnecesário, fora o fato que dentro de mais alguns anos, se Deus permitir (está valendo reza forte), estaremos recebendo o SN10 Álvaro Alberto, aí seremos obrigados a aprender a trabalhar com submarinos convencionais e nucleares ao mesmo tempo. Imagine se ainda tivéssemos os Tupis em operação, seria parecido com… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Se realmente estas coisas acontecerem, será muito bom. Ter Itaguai construindo submarinos é fundamental para mantermos as capacidades adquiridas

Ter 6 Scorpenes, padronizando a frota + manter Itaguaí “ocupado” durante a década que se inicía + submarino nuclear no final da década….. seriam um avanço enorme

MMerlin
MMerlin
Reply to  carvalho2008
3 meses atrás

Meu sonho (um deles e literalmente, acreditem) é ver toda administração brasileira (executivo, legislativo e judiciário) bem com todas as Forças (exército, marinha e aeronática) sob influência de uma única força cardeal: Temperança!
Incrível como vemos estratégias de estado serem desvirtuadas, ou por influência da imprensa ou por influência ideológica partidária.

André Luís
André Luís
Reply to  Mário SAE
4 meses atrás

Muito obrigado, Mário SAE.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Mário SAE
3 meses atrás

Resposta mais do que sensata.

Ozawa
Ozawa
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Permito-me ponderar ainda entre “temos” e “temos” no tocante à quantidade atual dos meios da ForSub, Fernando. Falei anterior e especificamente do quantitativo dos novos meios, haja vista que a MB já deu sinais de pretender padronizar os equipamentos e a linha logística de sua ForSub com os Scorpènes, um raciocínio aceitável, ao meu juízo. No aspecto geral, acredito que o quantitativo de “6” seria um “número mágico”, ideal, possível, razoável e realizável dentro de uma gestão sensata e técnica – que tenha os pés na terra e os olhos no mar e não no ar – para uma força… Read more »

jodreski
jodreski
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Amigo a padronização da MB frente a sua força submarina não tem a ver com sensatez mas sim com falta de dinheiro. Se analisarmos não é muito sensato investir na construção de novos submarinos e com “tran$ferencia de tecnologia” visto que a MB não tinha dinheiro para fazer as manutenções e atualizações necessárias na força que já detinha. Mas tudo bem… os Scorpenes estão aí então melhor mesmo é padronizar equipamento e baratear a manutenção. Agora é ver pra crer que a MB fará, em um futuro não muito distante, as manutenções necessárias dos scorpenes dentro de um tempo aceitável,… Read more »

Ozawa
Ozawa
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

p.s.: E a propósito, “Marinha com 4 submarinos cogitar porta-aviões” seria digno de prisão dos responsáveis.

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Nunca pensei sobre quantidade mínima de submarinos para se ter um NAe. Os franceses tem um requerimento para 6 de ataque e um NAe e normalmente um deles é integrado ao Grupo do NAe e os britânicos 7 para 2 NAes e propositalmente deixei de fora “SSBNs”que servem apenas para dissuasão nuclear. . A marinha argentina chegou a ter o “25 de Mayo” na década de 1970 e 4 submarinos, os canadenses na década de 1960, 3 submarinos e 1 NAeL e os espanhóis 4 submarinos e o NAeL “Principe De Astúrias durante boa parte da década passada. . Mas,… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Dalton
4 meses atrás

correto…

Ozawa
Ozawa
Reply to  Dalton
4 meses atrás

A relação entre submarinos e NAes levantada pelo colega Fernando não foi técnica, foi retórica. E, ao meu julgamento, também perfeitamente lógica na condição operacional falimentar da MB.

Dalton
Dalton
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Não me pareceu “retórica” ,de qualquer forma ele tem todo direito de pensar que para se ter um NAe é necessário um número “x” de submarinos.

Esteves
Esteves
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Pois é.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Dalton
4 meses atrás

Caro Dalton, saudações. Foi de fato mera retórica. Poderia ter dito “marinha com X escoltas usáveis de menos de 35 anos ter NAe…”, mas ficaria pouco fluida a frase. Contudo, devo dizer que devemos considerar que França e Reino Unido operam apenas submarinos nucleares, com os outros casos citados encontrado-se num passado já distante para o tema. Na década de 1970(até o fim do século XX) diversas ex-potências e países médios operavam porta aviões, muito graças aos excedentes da Segunda Guerra Mundial, então além de serem meios mais simples, eram comparativamente mais baratos devido a oferta numerosa conforme as outrora… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Mestre Ozawa,

Perdão por ingressar no debate de vocês.

Técnica ou retórica, parece não haver relação entre quantidade de submarinos X necessidade de porta-aviões.

Orçamento apertado aperta tudo.

Como as doutrinas partem da disponibilidade financeira, faz-se o melhor. Ou deveriam fazer.

Esteves
Esteves
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Resumindo o que leio nas doutrinas e nas teses que defendem projeção de poder na Costa da África.

“Marinha vai com as outras”.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Ozawa
4 meses atrás

Parabéns Ozawa, comentário lúcido.

Zorann
Zorann
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Exceto submarinos? Submarino é o meio indispensável para se negar o uso do mar.

Um submarino tem poder dissuasório maior do que qualquer escolta que a marinha possa um dia vir a ter.

A Marinha Brasileira precisa de submarinos antes de qualquer coisa. É o meio que pode, de verdade, mudar o balanço de forças

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Zorann
4 meses atrás

Zorann, meu comentário deixou claro o motivo de eu excluir momentaneamente os submarinos das necessidades urgentes. Os nossos “velhos” ainda tem mais de uma década pela frente. Temos 4 tupi, o tikuna, o Riachuelo e mais três já em fases distintas de fabricação. Honestamente, não sou megalomaníaco como o nosso almirantado. Nove submarinos seriam um SONHO DE PRINCESA pro Brasil e eu te garanto que morreremos ambos antes de ver 9 submarinos na Marinha da Guanabara operando conjuntamente.

Émerson Gabriel
Émerson Gabriel
Reply to  Fernando Turatti
4 meses atrás

Parabéns Fernando, comentário lúcido

João Souza
João Souza
Reply to  André Luís
4 meses atrás

O cara fez uma pergunta e o povo negativa? Tem um pessoal aqui nos comentários que deve ser meio biruta das ideias, só pode…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  João Souza
4 meses atrás

tem muito bitolado teleguiado aqui, a esquerda e a direita.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Space Jockey
4 meses atrás

Torcidas meu Amigo… torcidas!!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Space Jockey
4 meses atrás

Outro dia , um adolescente aqui escreveu sobre seu sonho de ingressar na academia militar (acho que era para piloto de caça), um caso digno de aplauso, principalmente pelo norte que nossa juventude está tomando e foi negativado….Além do que vc afirmou, há também doentes psíquico que precisam de internamento urgente… abraços

Esteves
Esteves
Reply to  Space Jockey
4 meses atrás

Gente que não entende. Mas sabe apertar botão.

Haters.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  João Souza
4 meses atrás

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jodreski
jodreski
Reply to  João Souza
4 meses atrás

Amigo não se preocupe com essas pessoas que negativam, alias Galante e outros Editores faço aqui uma sugestão, seria mais interessante que houvesse apenas o botão de like e cancelar esse botão de “dislike”, ele não agrega em nada e acaba por chatear quem tem seus comentários negativados. (Apenas uma sugestão)!

Enes
Enes
Reply to  André Luís
4 meses atrás

André, Money que é good, nós não revi.

Lucas Gabriel da Cunha
Lucas Gabriel da Cunha
Reply to  André Luís
4 meses atrás

Oi André, tudo bem? A MB chegou a enviar um oficial da reserva para a realização de um intercâmbio técnico, afim de manter a cultura aeronaval. Segue o link da materia realizada pelo próprio Poder Naval:

https://www.naval.com.br/blog/2019/10/17/marinha-do-brasil-avalia-projeto-de-porta-avioes-indiano/

A MB possui planos futuros, porém devido a restrições orçamentarias, acabou-se engavetando esse e diversos projetos.

Atualmente, de expressão, a MB tem dois projetos em execução, o PROSUB e as Corvetas (agora Fragatas) Tamandarés.

André Luís
André Luís
Reply to  Lucas Gabriel da Cunha
4 meses atrás

Muito obrigado, Lucas.

Space Jockey
Space Jockey
4 meses atrás

Esses não caem no canto da sereia dos 100 bilhões, país grande tem que se comportar como grande.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
4 meses atrás

É um P. A médio de baixo custo, dentro do orçamento dos Indianos, feito em casa, mas recheado de equipamentos de navegação de ponta, armamentos de poder ofensivo e baixa tripulação. Isso é que é um bom planejamento executado e que atende a necessidade da marinha indiana. O que é bom é o novo.

luiz blower
4 meses atrás

Ele é baseado no Cavour italiano, não é?

Junior
Junior
Reply to  luiz blower
4 meses atrás

Não, creio que seja derivado da classe kuznetsov russa

Marcelo
Marcelo
Reply to  luiz blower
4 meses atrás

É sim. Não é muito divulgado, mas é.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  luiz blower
4 meses atrás

Mais para Russo do que Italiano

Nostra
Nostra
Reply to  luiz blower
4 meses atrás

No design is Indian

Vikrant is the first aircraft carrier to be designed by the Directorate of Naval Design of the Indian Navy

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
4 meses atrás

Com certeza estão aprendendo muito! Até os caças possivelmente serão locais, caso sejam aprovados. Por mais que demore ou atrase o importante é que terão dominio da tecnologia embarcada. Sucesso aos Indianos!

Nelson Daher Junior
Nelson Daher Junior
Reply to  Osvaldo serigy
3 meses atrás

Desenvolver tecnologia própria em defesa é ter indústria capacitada que permite garantir a soberania em qualquer cenário…

Marcelo
Marcelo
4 meses atrás

Creio que esse teria um tamanho adequado para a nossa Marinha, caso possa ser equipado com catapulta. Coisa para o futuro, claro.

João Bustos Moreno Neto
João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

Porque não construímos porta-aviões? Nuclear.porque não? TÁ na hora h. Situação propícia.

ALEXANDRE
Reply to  João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

Porque precisamos de outros meios com mto mais urgencia

Esteves
Esteves
Reply to  João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

Porque não sabemos. Porque não temos dinheiro. Porque não teríamos uso. Porque se tivéssemos dinheiro para porta-aviões não estaríamos nessa extrema necessidade de navios de superfície. Porque custa caro. Porque não temos dinheiro.

E porque não entendo como queijo na terra do boi e da vaca pode custar 50 paus o quilo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

Ue o Brasil não ta crescendo forye. Estamos em defict. O orçamento da defesa diminuiumdiminui. Situação propícia onde?

João Bustos Moreno Neto
João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

Assim sendo, pelo tamanho das costas do Atlântico, nosso PAÍS teria que ter 3 porta-aviões nucleares e alguns submarinos também, um já nuclear tá saindo do forno. Temos meios e amigos do ramo, na América .

Esteves
Esteves
Reply to  João Bustos Moreno Neto
4 meses atrás

João,

Não tem nem reator saindo do forno. Tem um protótipo de reator chamado Labgene. Quando e se estiver operacional vai precisar do casco.

Mais uns…15 anos para incorporar.

Amigo do ramo…nem na padaria que faz pão de hora em hora e não conta a receita.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
4 meses atrás

Bem legal!

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 meses atrás

Bom caminho para a MB participar em cooperação com o próximo.

Delfim
Delfim
4 meses atrás

Só achei a velocidade relativamente baixa para um NAe que não utiliza catapultas.
.

Esteves
Esteves
Reply to  Delfim
4 meses atrás

Deve ter com a velocidade da FT. Equilíbrio. Todos os navios da escolta incluindo os de apoio navegando juntos. A diferença é que os escoltas (fragatas, destróieres) manobram rápido.

Mas a família vai na casa dos 30.

Roosevelt
Roosevelt
4 meses atrás

Taí uma coisa que eu gostaria de entender, “A propulsão é composta por 4 turbinas a gás GE LM2500”. Trata-se da mesma potencia instalada nos Arleigh Burke. Só que os destroyers tem 8373 Tons e esse com 40.000 e ainda vai atingir 28 nós? Alguém sabe que mágica é essa?

Esteves
Esteves
Reply to  Roosevelt
4 meses atrás

Acho que, O AB e outros navios de guerra semelhantes precisam de manobrabilidade que vem do conjunto da propulsão (potência) + as hélices de passo variável que possibilitam acelerar e desacelerar rapidamente. Navios de grande tonelagem como porta-aviões não manobram com a mesma velocidade porque tem uma condição específica. Levam aviões. Usam hélices de passo fixo para otimizar a velocidade. Essas hélices são mais robustas. Então…a velocidade das AB pode ser maior que a anunciada. Isso tem com o que se pretende que cada navio faça. No caso porta-aviões ou destróier. Levar peso ou engajar. Se escrevi tontice os meninos… Read more »

Roosevelt
Roosevelt
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Bem didático Esteves. Valeu.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Roosevelt
4 meses atrás

Um tanto estranho realmente. Pode estar superestimado. No entanto, um casco bem desenhado pode reduzir o arrasto e, depois de um longo período de aceleração, pode permitir ao Vikrant atingir velocidade similar aos Arleigh Burke, uma vez que as potências são similares. Sem falar no desenho das hélices. Mas sem dúvida os destroiers aceleram e atingem a velocidade final de forma bem mais rápida, por conta inércia muito menor. Opinião de leigo.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Roosevelt
4 meses atrás

As turbinas LM-2500 têm história e foram aumentando de potência desde que apareceram. Se encontra LM-2500 com ~20 a 30 mil BHP (que não é o mesmo que SHP). Lembrando que cada HP corresponde a 0,735 kW. Então, pode ser que se trate de 120.000 BHP (~90 MW) e não 80.000 BHP (~ 60 MW). Ademais, é complicado comparar a potencia nominal da propulsão de cascos com dimensões submersas tão diferentes.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Os T-AOE 6 (USNS) tem deslocamento de 49000 toneladas e têm quatro LM-2500 pra atingir 28 nós.

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

A mesma velocidade do porta-aviões. Tem que navegar junto.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Um navio logístico não precisa igualar a velocidade dum NAe. Um Nimitz faz brincando trinta nós (deve fazer até mais). Mesmo a trinta nós, ele tem um numero de Froude pequeno, ao contrario duma Perry (ela gasta mais energia/deslocamento).

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Junto. Perto.

Esses 30 não são sempre. É uma condição de batalha forçar as máquinas. Quando o mar serena, o apoio chega.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
4 meses atrás

É que um CVN se vira sozinho, se precisar. Chega antes, impõe ataque eletrônico ou cinético, SEAD, CAP, AEW, se mantém em movimento e só precisa do apoio logístico pra víveres e peças. Um NAe convencional depende mais da cadeia logística e dos escoltas AAW/ASuW/ASW. Opino eu.

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Verdade.

Mas navio se vira sozinho no mar?

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Sozinho, não: precisa do timoneiro.

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Você leu que tem marinheiro pedindo S350. Aqui.

Não duvide das capacidades dos marinheiros.

MarcosSG
MarcosSG
4 meses atrás

Saudações, off Topic, acredito que há dois navios da Marinha atracados em Vitória, não consegui olhar ao certo, mas um é a F42 e o outro parece ser o Bahia. Abraços

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Alguém reparou como é largo o skijump? Qual a boca do Vikrant?

Mauro
Mauro
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

A para poder operar o Tejas. Você já viu como é que o Tejas decola do PA indiano?? na falta de um bom alinhamento e cambagem, melhor prevenir e criar uma jump mais larga possível.

Não tem erro pro Tejas.

Esteves
Esteves
Reply to  Mauro
4 meses atrás

É um avião escola. Parece que vai bem.

Mas se não fosse eles não iam contar. Quem compra cavalo bardo?

https://youtu.be/zZNv1IlmSVY

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Mauro
4 meses atrás

Sei lá, talvez fosse mais econômico impedir piloto bêbado de decolar… 🙂

Mgtow
Mgtow
4 meses atrás

Uma pena que o sujeito que usa faixa de presidente tercerizou nossa soberania aos EUA e Israel. Jamais podemos sonhar uma belo nave como esta aí

Esteves
Esteves
Reply to  Mgtow
4 meses atrás

Tivemos dois. Descobrimos que não basta aprender doutrina. Precisa de recursos frequentes e permanentes para operar, manter, abastecer, atualizar, embarcar, exercitar, aprestar. Adquirir foi favorável. Tem a dependência dos aviões embarcados. Tem o custo da geração de energia das catapultas. Tem a permanente necessidade de escoltas. Muito caro. E não precisa sair por aí pensando em projetar poder. Não haveria logística para sustentar nenhuma intenção em terra ou nas águas. Soberania…não vai acontecer. Mas hipoteticamente (muito hipotético) se o impeachment do Trump passa…quero ver como ficaria nossa amizade. Melhor 2 kipas que nenhum.

Mauro
Mauro
Reply to  Mgtow
4 meses atrás

Sossega, talvez o Hulk recupere o poder pra vocês. Que vocês mesmo não voltam mais.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Mgtow
4 meses atrás

O Brasil podia ter sido o que é hoje a China se tivesse optado por sê-lo. Hoje, absolutamente não mais possível. Claro que teria que ter lutado pra alterar sua inserção no capitalismo, talvez lançando mão das práticas algo criminosas e desonestas que a China lançou mão. Mas somos diferentes da China: democracia, menor população, atraso instrumentalizado, diversidade étnica, muito próximo da América… Pensando bem, talvez o Brasil seja isso mesmo, uma mediocridade sem perspectiva. Pra quê marinha numa nação voluntariamente caudataria, que cede em tudo sem lutar mesmo pelo seu direito? Marinha de faz de conta pode até ter,… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Muito próxima da América e colada na Russia.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  Esteves
4 meses atrás

Tá ligado, Esteves, que aqui no Brasil rola uma paixonite aguda pelo Lênin, Trotsky e Stalin…

Esteves
Esteves
Reply to  Alex Barreto Cypriano
4 meses atrás

Percebi.

Eu até lembrei de alguma coisa que li no Opinião (vocês não eram nascidos) sobre nossas tentativas fracassadas de ir rastejando até lá.

No caminho pedimos ajuda ao PC francês que também nos ignorou.

Na volta nos contentamos com os 800 contos que o Getulio deu.

Comunistas brasileiros…

Nelson Daher Junior
Nelson Daher Junior
3 meses atrás

O Brasil com os seus recursos naturais em território continental, mar territorial extenso, deve desenvolver sua capacidade industrial em defesa, pois temos indústria diversificada, profissionais capazes, tecnologia própria que pode ser aprimorada em parcerias com outras nações. Falta priorizar um projeto de nação e isso inclui a capacidade de defender nossa soberania e garantir as gerações futuras um país soberano e próspero para todos. Devemos desenvolver nossa industria de defesa em todas as áreas (meios navais, aéreos, terrestres), considerando dominar todas as tecnologias de fabricação em nosso território, trata-se de um projeto de nação e temos que estar preparados para… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Nelson Daher Junior
3 meses atrás

Ter ou não ter, eis a questão. Uma força tarefa para ser realmente uma força tem que contemplar todo tipo de navio. Não podemos atuar só com submarinos, ou só com NAer. Temos que dispor dos demais serviços de escoltas, abastecedores, caça minas, proteção AA, incluindo Anti Míssil, transporte de tropas e desembarque em cabeça de praia, submarinos de ataque e defesa (Boomers / Fleet Subs.). Isso é o MÍNIMO que se espera da capacidade de uma Esquadra. Navios de guerra atuando de forma independente são os corsários, de notável atuação nas WW/I/II, recentes. Mas nunca foram decisivos. Decisivo foi… Read more »