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Integração do míssil antinavio Harpoon aos caças AF-1 da MB

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Um míssil Harpoon sob a fuselagem de um TA-4F Skyhawk no Pacific Missile Test Center, em 1982. Observar o nariz da aeronave modificado para abrigar uma antena de radar maior

Na lista de documentos desclassificados pela Marinha do Brasil em 2019 aparecem dois que descrevem a integração do míssil Harpoon nas aeronaves modernizadas AF-1/1A”.

O primeiro, Seq. 1492, tem a descrição “Planos e Operações estratégicas. Integração do míssil Harpoon para as aeronaves modernizadas AF-1/1A. Ofício nº 310/DAerM, de 13 de setembro de 2013.

O segundo, Seq. 3285, tem a descrição “Integração do Míssil Harpoon nas Aeronaves Modernizadas AF1/1A”.

Como não tivemos acesso ao conteúdo dos documentos, não sabemos se a integração do míssil foi concluída.

Se a integração do Harpoon foi realizada com sucesso, os caças AF-1 da MB poderão engajar navios de guerra inimigos a distâncias de até 150 milhas.

É bom lembrar que a Força Aérea Brasileira já emprega os mísseis Harpoon em seus aviões P-3AM Orion.

Uma informação interessante é que um TA-4F Skyhawk do Esquadrão VX-4 da US Navy realizou testes de integração do míssil Harpoon AGM-84 no Pacific Missile Test Center, Naval Air Station Point Mugu, na Califórnia, em 1982.

Nas fotos, o TA-4F do VX-4 com o míssil Harpoon sob a fuselagem.

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Vinicius Ribeiro
Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Que legal, estamos no mesmo nivel da US Navy em 1982.

Guilherme Poggio
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Na verdade a USN nunca usou a dupla A-4 + Harpoon. Foi só um teste.

Gus
Gus
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Não, não mesmo… estamos nos esforçando para TESTAR um elemento da tecnologia comum na USN de 1982.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Gus
5 meses atrás

Acho grandeza nos compararmos aos melhores, mas nos menosprezar ao comparar à maior força do mundo já é algo patológico, terapia!

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Sagaz
5 meses atrás

Bom mesmo é uma das maiores economias do planeta e país continental continuar a se comparar a países nanicos.
É este tipo de raciocínio (patológico) que explica muito do nosso atraso urbano, cultural e científico… Devemos nos comparar com os medíocres.
Tô fora!

Camargoer
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Caro Farroupilha. As forças armadas brasileiras sempre foram menores do que as de outros países da escala brasileira. Só para ter uma comparação, a FEB era praticamente uma divisão. Durante a guerra do Paraguai, o Império manteve no máximo 60 mil tropas em combate de um total de 130 mil mobilizados durante toda a guerra. Por outro lado, a economia brasileira e o orçamento militar sempre estivdrsm entre as 15 maiores do mundo desde a época do Império. O país também sempre exibiu altos índices de desigualdade social e alta concentração de renda. De fato, acho muito difícil comparar os… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

Por favor , procures um informante melhor , pois o que colocas acima , é totalmente diverso da realidade ;Paraguai , população 650 mil habitantes , Brasil com 9milhões e 100 mil habitantes , Argentina 1 milhão e 750mil habitantes e Uruguai 250 mil habitantes , Forças empregadas : Brasil quase 140 mil homens , 55 mil Voluntários da Pátria , 60 mil Guarda Nacional , 8.500 Recrutas e Escravos . Uruguai 5 mil homens , Argentina menos de 50 mil homens, mas o General Mitre teve que se retirar da Guerra por enfrentar problemas internos nas Províncias , devem… Read more »

Camargoer
Reply to  Sagaz
5 meses atrás

Olá Sagaz. Você tem razão. Acho que podemos pensar em três grupos de marinha. O grupo das grandes marinhas teriam EUA, China, França, Rússia, Índia…. As marinhas médias Seriam Brasil, Chile, Egito, etc… As Marinhas pequenas seriam Senegal, Namíbia, Uruguai,e um monte delas. Só faz sentido comparar as marinhas dentro do mesmo grupo. Uma comparação entre marinhas de diferentes grupos não serve nem como retórica nem como ironia.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Há quem classifique a marinha francesa como mediana, até porque não faz sentido coloca-la na mesma prateleira que a US Navy já que a diferença é abismal mesmo se colocar na balança apenas a Frota do Atlântico.
.
Fora que os EUA tem na USAF e nos mísseis de cruzeiro meios de amaciar um oponente antes de precisar expor demasiadamente
os navios de superfície.

Camargoer
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Olá Dalton. Se quiser fazer 4 grupos, grandes, médias, pequenas e minúsculas, isso não vai mudar muito a ideia de comparar marinhas dentro do seu grupo. Também pode fazer USN, depôs marinhas grandes, médias e pequenas. Pode dividir em grupos regionais, América do Sul, Europa, sudeste asiático, leste asiático.. cada classificação terá vantagens e erros. As vezes e mais fácil fazer a classificação mais simples admitindo algumas contradições ou incorreções apenas para facilitar a análise. A ideia geral e evitar comparações desproporcionais que geram conclusões distorcidas.

Italo
Italo
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Uma vez que você tem veículos de superfície e de submersão com capacidade de destruir cidades em poucos minutos e com tecnologia sempre atual, já é comparada uma grande Marinha.

Camargoer
Reply to  Italo
5 meses atrás

Olá Ítalo. Bom parâmetro para constituir um grupo seria a capacidade de ter submarinos com capacidade de lançar mísseis nucleares, apesar disso incluir potencialmente a Corria do Norte e excluir o Japão desse grupo de grandes marinhas.

Dalton
Dalton
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Ou não, já que submarinos estratégicos não se prestam para nada a não ser dissuasão nuclear, seja como um dos componentes, no caso de países que possuem também mísseis baseados em terra e bombardeiros, caso dos EUA, ou único fator dissuasório que é o caso do Reino Unido. . “Destruir cidades em poucos minutos” não é nem de longe a principal função de uma marinha. . Uma classificação bastante em voga é a de “marinhas de águas azuis” onde a US Navy encontra-se como a única com projeção de poder global enquanto a marinha brasileira seria de “águas azuis com… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Dalton
5 meses atrás

A França também têm mísseis de cruzeiro nucleares com velocidade 3 vezes a do som, lançados desde caças-bombardeiros, a partirem de terra ou do porta-aviões. Têm mísseis de cruzeiro convencionais com alcance de mais de 1000km lançados desde fragatas e submarinos SSN´s. Têm mísseis de cruzeiro convencionais com mais de 300km de alcance lançados desde caças-bombardeiros. E teve mísseis balísticos nucleares lançados desde silos em terra, que os retirou de serviço.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Eu respondi, com factos sem ser mal educado, mas como não gostaram do que disse, fui censurado. Não faz mal, um yes man que vai com a maioria, nunca serei, Continuem vocês com os que defendem sempre o que vocês querem, e não a verdade.

Camargoer
Reply to  rui mendes
5 meses atrás

Olá Rui. Aqui todos discordam de todos. Até eu discordo de mim. E parte do debate. Concordo que comentários devem ser educados. O resto seria apenas purpurina.

Nicolas_RS
Nicolas_RS
Reply to  Sagaz
5 meses atrás

Sagaz

Não, não é, O Brasil é tão grande quanto os EUA em recursos, dinheiro, etc. Porem o povo é medíocre e reflete isso diretamente!

O Brasil deveria no minimo aceitável bater de frente com países como a Rússia e fazer qualquer país vizinho ficar de joelhos. Coisa que o Brasil não tem capacidade!

E o primeiro passo para isso é deixar de ser vira-lata e se comparar com os melhores! Nunca vi alguém se comparar com os piores, só o Brasileiro mesmo!

Camargoer
Reply to  Nicolas_RS
5 meses atrás

Nicolas. Acho que os colegas historiadores poderão melhorar minha ideia, mas acho um erro culpar o povo pelos problemas de um país. Acho que dizer que um povo seria melhor do que outro ser e apenas para desviar a discussão.

Nicolas_RS
Nicolas_RS
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer

O país é reflexo do povo, quem que coloca os políticos no poder!? Infelizmente a grande maioria do brasileiro faz fila para ver um futebol, um cantor, entrar na balada, mas quando precisa para tirar uma terrorista da presidência fazem corpo mole. A maior manifestação do Brasil não atingiu 7 milhões de pessoas segundo os próprios organizadores, isso é menos que o publico do CARNAVAL APENAS DO RJ! Esse ano SP esperava mais de 15 milhões de pessoas…

Ai elegem políticos populistas, e acaba que no fim todo mundo leva no traseiro!

Camargoer
Reply to  Nicolas_RS
5 meses atrás

Caro Nicolas. Ao supor que todos deveriam defender as ideias que você defende já cria uma grande distorção. Os números do primeiro turno da eleição de 2018 mostram uma diversidade de pensamentos e valores. O resultado do segundo turma também mostra que um expressivo número de eleitores discordava das ideias do candidato eleito. Então o que você chama de “corpo mole” em defesa das ideias que você acredita pode ser apenas que muita gente não acredita nelas. Outra questão inevitável ao pensar em Brasil e o alto grau de desigualdade social, o que não pode ser considerado uma opção da… Read more »

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  Nicolas_RS
5 meses atrás

” O Brasil é tão grande quanto os EUA em recursos e dinheiro.” É sério isso?

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Adhemar Moreira
5 meses atrás

Adhemar,
Quando a vi a quantidade de likes que o Nicolas ganhou ao dizer isso, fiquei me perguntando como no Brasil matemática não é uma matéria muito querida, mas filosofia faz um sucesso por aqui rs.

Adhemar Moreira
Adhemar Moreira
Reply to  Emerson Gabriel
5 meses atrás

Verdade, e ainda foram chamados de medíocres…rsrs

Camargoer
Reply to  Emerson Gabriel
5 meses atrás

Olá Emerson. Sobre as similaridades de recursos naturais, acho que o Nicolas estaria certo. Os EUA tem muitos recursos naturais. Minérios, carvão mineral, petróleo, terras férteis, florestas água… Inclusive os EUA tem a maior fonte de gás hélio do mundo.

Camargoer
Reply to  Emerson Gabriel
5 meses atrás

Caro Emerson. Que a maioria das pessoas tem problemas com matemática e estatidtica e consenso. O problema parece ser pouca geografia aí invés de muita filosofia. Aliás parece também haver um grande desconhecimento sobre o que seria filosofia, sociologia e antropologia, pelo que leio sobre as tolices escritas por muita gente sobre essas áreas.

Camargoer
Reply to  Adhemar Moreira
5 meses atrás

Caro Adhemar. Acho que em termos de recursos naturais, os dois países são parecidos sim. Os EUA tem muitos recursos minerais, atrás férteis, água abundante, florestas… Inclusive os EUA tem muito petróleo mas com a descoberta de Pré-Sal no Brasil isso também ficou proporcional.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Adhemar Moreira
5 meses atrás

Digo o mesmo. Isso só no mundo da fantasia.

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Nicolas_RS
5 meses atrás

Nicolas,
O Brasil tem mais recursos naturais que os EUA, mas não tem mais dinheiro. A economia americana é 10x maior que a nossa. Sobre bater de frente com a Rússia não teria necessidade e nem como, já que a maior parte do arsenal deles é do período soviético. Eu sei que vou ser negativado por usar a racionalidade e não comentar com base em utopia. Primeiro as primeiras coisas, o Brasil deve ter liderança militar aqui na nossa região, para depois… alcançar maiores voos

Nicolas_RS
Nicolas_RS
Reply to  Emerson Gabriel
5 meses atrás

Vou desenhar para o Adhemar e Emerson… 1 – Sim, chamei o povo brasileiro de medíocre e peguei leve, mas isso não signifique que TODOS sejam! Tem muita gente boa no Brasil, mas infelizmente é a minoria! 2 – Disse que o Brasil é tao grande quanto os EUA, pois o Brasil tem capacidade de chegar e até mesmo superar! Disse como POTENCIAL e não como é hoje em dia! 3 – Tambem disse o que deveria ser o poderio militar brasileiro e não o “passo a passo”. É obvio que antes de querer bater de frente com a Rússia,… Read more »

Camargoer
Reply to  Nicolas_RS
5 meses atrás

Olá Nicolas, todos os povos tem uma maioria medíocre e uma minoria com qualidades excepcionais. Essa maioria medíocre existe nós EUA, na China, na Índia, na Grécia, na Áustria…as maiorias medíocres são muito parecidas mas as elites são diferentes. A elite brasileira ainda tem valores pre-capitalistas, considerando a posse da terra como riqueza e a atividade extrativista como meio de enriquecimento. Nos países que tiveram uma revolução burguesa, a fonte de riqueza seria a posse dos meios de produção.

Fred Cesar
Fred Cesar
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Eu acrescentaria que a elite brasileira está atrasada em outra etapa. Na evolução das economias mundiais, o papel dos meios de produção está sendo substituído pelo poder dos dados. Quem detém a maioria dos dados (informação), domina todos os outros meios. Neste quesito, o Brasil nem entrou no jogo e já está perdendo de lavada. E com o nível educacional da nossa população em níveis mediocres (e aqui não estou criticando métodos educacionais) estamos fadados a ser meramente um exportador de comodities, mantendo a situação miserável da boa parcela da população.

Camargoer
Reply to  Fred Cesar
5 meses atrás

Olá Fred. O Darcy Ribeiro falava que o fracasso da educação brasileira foi um projeto. Como a ideia de riqueza ainda e a terra e o extrativismo para exportação, nem seria necessário um mercado consumidor de classe média nem uma classe proletária com alto nível educacional. Portanto bastaria um número pequeno de boas escada para educar os filhos da classe alta. O modelo de riqueza brasileiro ainda tem o pé no latifúndio de monocultura para exportação (incluindo a produção de proteína animal) e a extração mineral. Esse modelo seria pre-capitalista e foi superado em outros países pela revolução burguesa que… Read more »

Mauricio R.
Reply to  Gus
5 meses atrás

Um TA-4F no esquadrão de teste VX-4, não significa que o A-4 ainda estivesse em serviço ativo na US Navy ou no USMC.
Na USN o lugar do A-4 foi ocupado pelo A-7, ainda durante o conflito vietnamita.
Já no USMC o A-4 seria substituído pelo AV-8A a partir de 1971.
Este ficaria em serviço até 1987, sendo substituído pelo AV-8B a partir de 1985.
Talvez esse teste tivesse mais a ver com o futuro AV-8B Plus, equipado com radares APG-65 recuperados de antigos F/A-18.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Gus
5 meses atrás

Não, vc esta enganado os mísseis Harpoon de hoje são superiores, a intenção mais provável é integrar o MANSUP que também é superior aos mísseis de 1982 pois temos apenas uns 8 Harpoon em estoque, se os poucos A 4 tiveram um estoque de mísseis e sensores adequados já é um começo. Essa linha de pensamento é errada, pois se fosse por esse raciocínio não teríamos nenhum míssel integrado a caças mais antigos. Tanto os A 4 quanto os F 5 sobrevivem por seu baixo custo operacional e se devidamente equipados com mísseis e sensores modernos ainda são relevantes. Melhor… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Kkkk sim.
Assim como o EB está no mesmo nível do Us Army da década de 60 e a FAB da Usaf de 80 kkkkkk.

HAYLTON PINHEIRO RIBEIRO
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Kkkk em 1982 o A-4 já era sucata à muito tempo nos EUA.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Então temos super carriers e F14

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Sem sentido essa discussão. Nada indica que houve qualquer tipo de ensaio de integração, certo? A MB já comprou Harpoons? Que história sem pé nem cabeça… é só um documento de intenção.

Camargoer
Reply to  Adriano RA
5 meses atrás

Adriano. De fato estamos discutindo uma hipótese. Parece que a conclusão seria que essa integração seria benéfica para a MB. Você tem razão que falta uma confirmação do programa de integração e do seu sucesso.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Vinicius Ribeiro
5 meses atrás

Tanto os Harpoon de hoje como os A 4 estão num nível bem superior ao de 1982, outro ponto não se deve comparar com os EUA, pois apenas a Rússia e China chegam perto, nem os países europeus chegam perto!

O Brasil tem uma força considerável de submarinos, temos o Ocean, o Bahia e uma força bem preparada de fuzileiros (apesar de não ter o que invadir com eles) o que falta são fragatas e AA !

Sergio
Sergio
5 meses atrás

Ótima notícia mas vejo que a MB poderia “captar” mais alguns A4 no mercado de usados lá fora……

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Sergio
5 meses atrás

A notícia tava boa, ai você fala em captar mais das mesmas aeronaves e deixou a notícia ruim! kkkkk

Sergio Cintra
Sergio Cintra
Reply to  Sergio
5 meses atrás

Xará
Tem bom numero no ultimo hangar da Macega.

Camargoer
Reply to  Sergio Cintra
5 meses atrás

Olá Segio. Você tocou em um ponto interessante. A MB tem alguns A4 estocados do lote comprado do Kwait. Considerando que a EDS (quem quiser que a chame de outro nome) tem o conhecimento para a modernização dessas aeronaves e que não há previsão por pelo menos uma década para se pensar em NAe, é razoável pensar na modernização de mais unidades de A4 para recompor o número que foi perdido, permitindo à MB operar essa aviação naval defensiva a partir de bases na costa continental. Acho difícil ignorar a importância estratégica de aviões de caça capazes de lançar Harpoons… Read more »

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer

Se não me engano, a intenção inicial era modernizar 18 caças depois caiu para 12 células e depois ficou em apenas 06 A4/AF1 apenas,
então, como nao vejo atualmente recursos para comprar um outro caça mais moderno como o F/A18 por exemplo, acredito que a marinha do brasil poderia sim tentar modernizar algumas unidades que falta para completar pelo menos as 12 unidades e se houver essa integração com o míssil harpoon seria ótimo, um avanço para uma Marinha em tempos de Paz e sem viés expansionista.

sds

Camargoer
Reply to  Entusiasta Militar
5 meses atrás

Olá Entusiasta concordo.

Xerem
Xerem
Reply to  Entusiasta Militar
5 meses atrás

Entusiasta Militar Harpoon porque se temos o Mansup?

Diego
Diego
Reply to  Entusiasta Militar
5 meses atrás

Não sei, operar o F18 é caro, porém operar os A4 também é, integrar um novo armamento ao A4 certamente é caro, mesmo nas poucas unidades existentes, e investir em uma aeronave que apenas nós e os argentinos operamos é complicado, sinceramente, talvez operar o F18 não seja de tudo tão mal, pois vai ser uma aeronave bem mais capaz, não desmerecendo o A4M. Acredito que no fim das contas a MB percebeu que manter os A4 não foi assim tão bom negócio. Pq já vi que a MB não vai desistir de asas fixas tão cedo, o que me… Read more »

cwb
cwb
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

boa tarde Camargoer!
seguindo essa linha de raciocínio teríamos uma utilidade para os trader, que seria reabastecimento dos A4.
Se houvesse um link disponível,poderiam ser vetorados pelos aviões da fab.
Sabemos que o gripen vem logo,mas seria uma opção para a marinha.
abraço e obrigado pela atenção.

Camargoer
Reply to  cwb
5 meses atrás

Olá CWB. Bem lembrado. a possibilidade da aviação naval ter um reabastecedor discreto como o trazer amplia bastante o potencial de ação dos A4M. Excelente comentário.

marcus
marcus
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

A Embraer já tem a tecnologia. Se for viável, deve modernizar os A4 restantes. Tem que verificar qual o estado das células.É mais fácil conseguir verba para modernizar os A4 do que verba para construir um PA.

NALDO
NALDO
Reply to  marcus
5 meses atrás

O Grande problema é a manutenção dos A4, que não contam com peças de reposição, a integração pode ser viável apenas para manter doutrina e também para manter a capacidade de integração, aquisição de know-how nesse tipo de integração, mas o custo de manutenção de células tão exigidas vai compensar? A realidade é que os últimos governos contingenciaram tanto a verba para a Marinha que ficamos sem muita coisa, foi investido muita grana num submarino nuclear, que é algo bom mas será que compensa pela falta de todo o resto? O problema é que a Marinha achava que iria sobrar… Read more »

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Sergio
5 meses atrás

A MB poderia “FORNECER” alguns (todos) A4 ao mercado de usados…
É um desperdício de dinheiro, q a MB não tem, em uma avião antigo, penar curta, pouquíssimas unidades e que não tem CV onde pousar…

Wellington Rossi Kramer
Reply to  Alfredo Araujo
5 meses atrás

Teremos os Traders para REVO.

Camargoer
Reply to  Wellington Rossi Kramer
5 meses atrás

Olá W. Isso será muito importante para a atividade dos A4M.

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Sergio
5 meses atrás

Vai aparecer Super Hornet s na MB a partir de 2023. Anota e me cobrar.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
5 meses atrás

Muito bom, um avião como esse com dois mísseis é o suficiente para se atingir alvos a uma bela distancia!

Luís Henrique
Luís Henrique
5 meses atrás

Chega de A-4. Mais de 40 anos de idade.
66 anos do primeiro voo. Já deu o que tinha que dar.

Se fizerem um preço bem convidativo, comprem os 34 Hornets do Kuwait e aposenta e vez os A-4.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Luís Henrique
5 meses atrás

Nenhum dos dois

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Marcelo
5 meses atrás

Nos ja temos os A 4 modernizados 6 avioes, entao tem mais e que dar a eles armas e o Harpoon e um bom missil ar mar

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Leonel Testa
5 meses atrás

Já foi entregue a 6ª aeronave?
Aliás, mesmo que tenha sido, com a perda total de uma aeronave e com a outra em reparos, temos, no máximo, 4 aeronaves A-4 modernizadas.

Camargoer
Reply to  Rafael Oliveira
5 meses atrás

Olá Rafael. Concordo que seria apropriado modernizar ao menos outras duas aeronaves A4 para recompor o esquadrão da MB. As células estão armazenadas, a EDS sabe fazer a modernização, essa modernização é mais barata que a aquisição de outros aviões de segunda-mão, use os A4 até o osso, integrando armamento moderno eleva-se o poder defensivo da MB contra marinhas pequenas e médias (contra marinhas grandes talvez só faça sentido o uso de submarinos).

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Leonel Testa
5 meses atrás

Leonei, sem radar como vamos acertar o inimigo? Acho que mesmo com a modernização, o radar do nosso A-4 é pífio, vai ter que chegar muito perto do alvo sujeito a ser derrubado por mísseis AAe. Na realidade o A-4 serve pra museu, nada mais, um excelente avião, assim como o F-5, mas não deveria estar mais voando. NMHO.

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Gus o radar dos A4M e um de quarta geraçao claro que nao e AESA mas o que estou dizendo que ja temos o aviao modernizado e com esses harpoon ele e um bom aviao de ataque . Como disse o Camargoer pra uma marinha de medio pra baixo ele e uma boa arma de defesa .

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Leonel Testa
5 meses atrás

Como é a defesa desses artefatos A-4 contra jameamento?
Seus radares dariam conta do recado?
Seus Harponns iriam para o alvo certo?
Nossos possíveis agressores estão engatinhando na década de 60, 70 ou 80?

A novela cara de gastos com esses artefatos da Marinha do Brasil não tem fim. Que ralo!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Bem… para mim é conta é simples: A4 + Harpoon > A-4 + Necatchubitchubiriba

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Painho Leandro… A tua foi aprovada só por causa do Necatchubitchubiriba, rsrsrs!

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Arrumando:
“A tua conta…..”

Camargoer
Reply to  Leonel Testa
5 meses atrás

Olá Leonel. A FAB tem um excelente aviao-radar para dar apoio aos F5M, A1M, A4M e isso F39 que virão em breve.

Camargoer
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Olá Gus. Acho que os A4M poderiam usar uma aeronave equipada com um radar como o R99 que transferiria os dados poda data link ao A4 que poderia até voar com seu radar desligado para não revelar sua posição, voando abaixo do horizonte do radar do alvo. Quem aplicaria as conttamedidas eletrônicas seria o R99, dificultando a atividade defensiva do alvo.

Gus
Gus
Reply to  Luís Henrique
5 meses atrás

A idéia de ter F18 na MB é tão exdrúxula que nem errada é. Ela simplesmente não faz sentido.

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Gus
5 meses atrás

Sabe por que as pessoas torcem o nariz mas não querem dizer a verdade? É pq se a MB comprar F-18 ela vai superar a FAB, já que o F-18 é maduro, experimentado e muito superior ao Gripen em vários quesitos, é biturbina, pesado, o radar é melhor, a aviônica é avançada, completa e experimentada, é só por inveja q as pessoas são contra, isso iria da uma lição na FAB por demorar tanto e escolher o Gripen, com o F-18 a MB passaria a ser a rainha dos céus e aqui no Brasil não pode, o ar pertence à… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Pessoalmente eu adoraria ver Hornets na MB. Aliás, melhor que Hornets, seriam Super Hornets! Porém, entretando e todavia… NÃO TEM DINHEIRO PARA ISSO. Nem para Hornets, nem Super Hornets, nem para um F/A-18 de isopor e motor elétrico RC, nem um sargento expert em Falcoaria com capacete de piloto e um poleiro grudado no topo. Existem diversas prioridades acima da aviação naval de asa fixa. Talvez quando elas estiverem garantidas, possa se pensar nisso. Talvez seja exatamente por isso que seu xará considera essa uma idéia que não faz sentido. A MB tem que focar é em quilhas. Navios que… Read more »

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

Caro Gus, se bem me lembro, a FAB escolheu o Gripen, porque atende as necessidades de uma força que sobrevive com contenção de recursos. Mas o pais iria de F-18, só não fechamos com a Boeing devido ao escândalo de espionagem da presidenta. EU acho que o Gripen foi uma excelente escolha para nosso país devido ao TOT.

Camargoer
Reply to  OSEIAS
5 meses atrás

Olá Oséias. Acho que os Rafales eram os melhores do FX2, superior ao F18E/F.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Olá Camargoer, eu considero o Gripen como a melhor escolha devido ao TOT que nos garantira acesso a uma tecnologia no estado da arte nos dando condições de desenvolver nossa indústria e quem sabe uma aeronave nossa que no atenda com parcerias com o caso do nosso KC-390. Grande abraço.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

TU-28 P tambem é pesado.

art
art
Reply to  Gus Talking
5 meses atrás

falou tudo!!!

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  Luís Henrique
5 meses atrás

Antes de brincar de US Navy, a MB tem que fazer o serviço básico dela, que é proteger as águas territoriais do Brasil.

Ontem foi dado um passo importante, mas ainda falta muita coisa (NPaOc, NPa 500 Br, NPaFlu, Navio Tanque, NDCC, Navio Varredor, etc.) que merece mais urgência do que aviãozinho.

Camargoer
Reply to  Mano Jô
5 meses atrás

Caro Mano. Um esquadrão de 6 aeronaves A4M dão mais uma ferramenta defensiva para a MB. É mais rápido decolar um A4M de uma base na costa continental equipada com um Harpoon que enviar um NPaOc om um canhão de proa.

Eduardo
Eduardo
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Pra isso tem a FAB e os F-5 e em breve os Gripen. Muito superiores!

Nilson
Nilson
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Eduardo, os F-5 não têm mísseis anti-navio, e não foram comprados anti-navio para os Gripens. A FAB é inapetente nesse setor, só gosta mesmo é de superioridade aérea.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Mano Jô
5 meses atrás

Mano Jô

Na guerra naval moderna, a Marinha tem que ter todos os elementos trabalhando em um conjunto perfeito, por exemplo se nao tiver esses aviãozinho pra proteger esses barquinhos (NPaOc, NPa 500 Br, NPaFlu, Navio Tanque, NDCC, Navio Varredor, etc.) serão todos alvos fáceis …
Ter um PA é essencial, ter Subs também, ter escoltas nen se diga, ter caças, ter helicópteros ASW, ter varredores, OPVs e tudo como conjunto é muito importante

Enes
Enes
Reply to  Mano Jô
5 meses atrás

A quem possa interessar, qualquer aviãozinho tem muito mais poder de defender os mares brasileiros do que qualquer Fragata ou Destróier.

Emerson Gabriel
Emerson Gabriel
Reply to  Mano Jô
5 meses atrás

Mano Jô,
Eu falo isso na trilogia toda semana. O Brasil manter liderança política e militar aqui na nossa região para depois alçar maiores voos.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Luís Henrique
5 meses atrás

Se é para adquirir , que se compre zero bala financiado a perder de vista pelos eua e os distribuam pela costa, já que os Gripens farão a defesa do interior e quem sabe assim o almirantado não esquece um pouco a compra de naes

Camargoer
Reply to  Saldanha da Gama
5 meses atrás

Caro Saldanha. Talvez a MB possa avaliar o F39E/F da FAB quando estiver operacional se ele teria condições de operar como aviação naval. Mas isso ainda vai levar uns 5 anos. Se o F39 for adequado, acho que faz sentido a MB adquirir um esquadrão de 12 aeronaves novas como um aditivo do contrato com os suécos, integrando a manutenção com a FAB. Seria uma excelente solução. Portanto, continua adequado operar os A4M até ter certeza se a melhor solução seria novos F39EN (n de naval) ou focar em F18 usados, ou Rafales M novos ou se ainda tiver opção,… Read more »

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Perfeita observação. Onde assino?

Camargoer
Reply to  OSEIAS
5 meses atrás

Olá Oséias. Como não há como endossar um comentario, acho que positiva-lo já ajuda… Até porque quem não leu irá negativa-lo por pirraça

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Boa tarde, caro Camargoer e obrigado… Seria o ideal dos mundos a aquisição pela Marinha do Gripen N, apesar que sou favorável a possuirmos 2 vetores (não gosto de por todos os ovos…) Eu posso apostar que a Marinha se vier a adquirir asa fixa, jamais será a mesma da Aeronáutica, fazendo uma analogia é como se o vizinho comprasse um bmw e o outro para diferenciar ia de mercedes, não querendo dar o braço a torcer, a não ser que a relação entre ambas convirjam milagrosamente em entendimento. Até podem ter compartilhado o harpoon, mas acho que não passa… Read more »

Camargoer
Reply to  Saldanha da Gama
5 meses atrás

Olá Saldanha. A aviação naval baseada na costa continental poderá usar o mesmo modelo da FAB ou um modelo diferente. Acho que tudo dependerá do desempenho do F39E/F. Caso ele seja inadequado, acho que tanto o F18E/F quanto o Rafale M seriam excelentes escolhas. Talvez o F35 seja um excelente avião, mas eu não gosto dele sem qualquer fundamento racional ou tecnologico. Gosto mesmo e do Rafale por ser muito mais bonito.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Vou lembrar que a Marineflieger, a Força Aeronaval da Marinha Alemã operou F-104’s e Tornados para o papel de ataque e interdição naval. Hoje em dia ambos já foram aposentados e operam mais aeronaves de vigilância.

nonato
nonato
Reply to  Luís Henrique
5 meses atrás

Mas nós já temos.
E voam.
Mais como plataforma de lançamento.

johnny
johnny
5 meses atrás

os skyhawks saum uma opcao barata para a marinha mais ainda vale a pena trocar skyhawks por navios novos em uma batalha naval os argentinos fizeram estragos com os skyhawks e bombas burras que gracas a deus falharam em explodir kkk

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  johnny
5 meses atrás

Outros tempos agora….tenta fazer a mesma coisa com A4 nos dias de hj. É treinamento para defesa aérea.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

A4 + Harrpon não deixa de ser uma solução interessante.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

Nem em 1982 esta solução foi considerada interessante. Quanto mais em 2020.

bjj
bjj
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

O que não é interessante para uns pode ser para outros. Para a US Navy e sua abundância de meios, talvez não fosse interessante mesmo. Para nós, com uma falta drástica de meios, me parece não apenas interessante mas também sensato dar “dentes” aos aviões que, querendo ou não, já estamos bancando a modernização.

Camargoer
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

Olá Francisco. O interesse muda de uma marinha para outra, de uma missão defensiva para uma ofensiva, de ter ou não alternativas melhores.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

Se os Skyhawks Argentinos tivessem Harpoons em 1982, o desfecho provavelmente seria o mesmo, mas teria custado muito, mas muuuuuito mais caro.

Camargoer
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Caro Leandro. Os erros dos comandantes argentinos anularam qualquer vantagem relativa da Argentina. Recomendo um documentário da TV argentina sobre o relatório Ratenbavj

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Eu tenho alguma idéia de que erros foram esses, para começar desde erros de comunicação entre as forças em si até falta de comunicação entre pilotos e planejadores de ataque com armeiros das aeronaves, dentre outros mil. Mas é inegável o impacto que os Exocet tiveram, e o papel das FAA em ataques mal coordenados, não previamente treinados e com bombas burras não pode ser subestimado. Enfim, são diversas lições claras à serem aprendidas. Mas de qualquer maneira, obrigado pela sugestão. Vou assistir ao documentário com gosto. Também recomendo, embora seja uma publicação já razoavelmente obsoleta, mostra bem algumas das… Read more »

Camargoer
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Olá Leandro. Obrigado pela sugestão. Vou procurar sim.

fresney
fresney
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

em 82 os A-4 não tinham misseis anti navios, Agora os SUE sim, esses sim botaram medo na Royal Navy e com certeza se tivem mais Exocet no estoque o estrago seria bem grande.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

Esta esquecendo de levar em consideração a suite eletronica de nossos A-4 modernizados, tudo mudou. Mudou muito, o nosso A-4 é uma plataforma infinitamente mais capaz.

Plínio Jr
Plínio Jr
5 meses atrás

Havendo condições dentro do contexto custo benefício seria interessante na versão usada pelos Orions da FAB…caso contrário, deixa quieto….

Luiz Floriano Alves
Reply to  Plínio Jr
5 meses atrás

Esdruxulo é esse A4 ainda em serviço. O máximo que podemos obter dele é um vetor para treinamento avançado. F-18 SH em bom estado pode ser utilizado em combate, que é o que interessa para a MB.

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Plínio Jr
5 meses atrás

Isto é que é gostar de tecnologia ul,trapassada. Desde que seja dos USA os fanboys aprovam.

Camargoer
Reply to  francisco Farias
5 meses atrás

Caro Francisco. Sua avaliação parece simplista. 1) a MB tem e opera os A4M; 2) eles podem ser usados a partir de bases continentais (inclusive das bases da FAB) para atuar no litoral, talvez até armados com Harpoon. 3) A MB tem a logística de manutenção. 4) A4M+Harpoon é uma boa arma contra marinhas pequenas e médias (contra marinhas grandes a MB terá os Scorpenes). 5) Caso seja adequado para a missao, um esquadrão de F39E/FN (N de naval) seria mais apropriado do que um outro modelo de segunda mão ou novo). 6) A decisão de substituir os A4M pode… Read more »

pangloss
pangloss
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Prezado Camargoer, perdoe entrar no diálogo entre você e o Francisco, mas ao afirmar que “(…) 1) a MB tem e opera os A4M;(…)” você incorreu em otimismo exagerado.
Sinceramente, não percebo que a MB tenha conseguido alcançar níveis mínimos de operacionalidade em aviação de asa fixa embarcada.
E tampouco me parece que há progressos nesse campo.

Camargoer
Reply to  pangloss
5 meses atrás

Olá Pangloss. Concordo que sem o NAe não existe aviação embarcada. Contudo, a MB pode operar o A4M a partir de bases costeiras continentais em missões sobre o mar, o que caracterizaria uma aviação naval nao-embarcada.

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Plínio Jr
5 meses atrás

Concordo, eu penso mais eficaz seria a Mb extinguir o VF-1 e assumir de vez a aviação de patrulha marítima da FAB…

Camargoer
Reply to  Adriano Luchiari
5 meses atrás

Olá Adriano. A patrulha e a caça sai complementares. Uma não exclui a outra.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
5 meses atrás

Que interessante…. então a MB tem seus Harpoon’s e a FAB os dela ?? Quando teria sido realizada está aquisição ??

Pelas fotos (a primeira principalmente) podemos deduzir que cada A-4 levaria dois mísseis, onde estão os tanques extras sob as asas, mais um tanque central, se necessário…. Com o alcance dos A-4 mais o alcance dos mísseis, o conjunto se torna um bom fator a dissuadir eventuais inimigos para o nosso teatro.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Bom dia, por isso a Marinha Brasileira dificilmente terá asas fixas igual ao da Aeronáutica…. Realmente o fator dissuasório aumenta e muito…

Camargoer
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Olá Bozzo. Concordo com você. Talvez o adequado seja unificar a manutenção dos Harpoon em uma unidade, mesmo que sirva para as duas forças.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer, estava lendo em outro sítio que profissionais da FAB estão trabalhando em conjunto com os da MB na manutenção dos A4…..acho muito interessante está unificação para a redução de custos pras duas forças, um único centro de manutenção traria economia em logística, mecânica e pessoal. Ainda mais se a MB adotar o F39 no futuro, mesmo atuando a partir de bases litorâneas e não de NAes.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Fazer economia… Acaba com essa história de A-4.

Camargoer
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Olá Bozzo. Concordo com você. Essa integração das forças poderia ser ainda maior unificando a manutenção e instrução comum, como a de helicópteros, forças especiais, escola de paraquedismo, etc.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

A algum tempo atrás aventou-se a idéia de as três forças adotarem um helicóptero comum para a instrução básica unificada. O formando então sairia para uma unidade operacional da MB, EB ou FAB e lá teria o treinamento específico de seu ofício. Achei uma ideia bastante válida na época e continuo achando isso.

Camargoer
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Olá Leandro. Além da instrução de helicópteros, daria para unificar os serviços de inteligência, de manutenção de helicópteros, das escolas superiotes, dos centros de pesquisa, da manutenção de automóveis e caminhões, etc etc etc… Simplificar, unificar e economizar..

Eduardo
Eduardo
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Pra isso tem a FAB e os F-5 e em breve os Gripen. Muito superiores que o A-4!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Eduardo
5 meses atrás

Eduardo…. o seu ‘breve’ é em FOC, lá por 2024, 2025, pelo menos. Isso SE a FAB comprar ASM’s para o Gripen. Realmente não sei se está no pacote.

Mas F-5 fazendo ataque naval é um não-não… Não rola heheheh. Podem até fazer, com bombas de queda livre. Mas eu prefiriria estar voando alguma coisa que tivesse um Harpoon para fazer stand-off do mais longe possível.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Roberto Bozzo
5 meses atrás

Roberto Bozzo “Com o alcance dos A-4 mais o alcance dos mísseis, o conjunto se torna um bom fator a dissuadir eventuais inimigos para o nosso teatro.”
Então o Brasil possui um Teatro e inimigos certos? Será que isto foi combinado com eles?

Qual a suite eletrônica do A-4? Ela confere defesa contra jameamento, dos possíveis verdadeiros agressores?
Caramba, até quando essa fantasia de fazer defesa com esses Artefatos limitados?

Ops! Me esqueci! Iremos combater contra um sul-americano do lado… Eles ainda irão fazer guerra contra o vizinho gigante, né?

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

“Então o Brasil possui um Teatro e inimigos certos? Será que isto foi combinado com eles?” Sim, nosso teatro principal é o Atlântico Sul e o inimigo é qualquer nação que se aventurar a nos atacar por ele… – “Qual a suite eletrônica do A-4? Ela confere defesa contra jameamento, dos possíveis verdadeiros agressores? Caramba, até quando essa fantasia de fazer defesa com esses Artefatos limitados?” Verdade, a MB deveria jogar tudo no fundo do mar e comprar tudo novo, F-35, mísseis, defesa Anti Aérea, etc….ops, esqueci, não dá pra comprar tudo novo de uma vez, não temos dinheiro pra… Read more »

Ersn
Ersn
5 meses atrás

Se e para integrar algum míssil ao A4 faria mais sentido usá-lo coma plataforma de teste para alguma versão do MANSUP lançada do ar e outros mísseis ar -solo de projeto nacional pelo menos daria algum significado para operação desse avião na marinha

Camargoer
Reply to  Ersn
5 meses atrás

Caro Ersn. O Harpoon não exclui o Mansup. O A4M poderia integrar os dois mísseis , ampliando o leque tático.

GERSON LUIZ ARMILIATO
5 meses atrás

A marinha tinha que mudar de patamar, já que abandonamos a ideia de um navio aeródromo, a plataforma Gripen/míssil antinavio RBS15 Mk4 operado a partir de bases no litoral seria uma ótima virada de foco, pois já há a integração desse missil antinavio com o Gripen E da Força Aérea Sueca, que deve iniciar os testes de disparo real em 2021.

Mauro
Mauro
Reply to  GERSON LUIZ ARMILIATO
5 meses atrás

Eu tinha pensado algo parecido, imaginando que na verdade o A-4 com o Harpoon seria a abertura do caminho do Gripen para a Marinha com este míssil.

Mas a sua ideia é melhor, Gripen com o RBS15 MkIV é mais adequado.

Mesmo o A-4 já espanta. Espanta não pelo avião, mas pelo que ele leva na barriguinha…

A combinação Gripen RBS15 MkIV é melhor neste caso.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Mauro
5 meses atrás

Seria uma combinação incrível…mas a MB não tem condições, agora, de fazer uma encomenda de Gripen (nem acho necessário fazer isto já). Ela vai se virando com os A4 até meados desta década, com uma possível melhora da economia brasileira, na segunda metade desta década pode-se decidir o que é melhor, o Gripen E/F, uma possível versão naval do Gripen ou outro modelo qualquer.

Mauricio R.
Reply to  GERSON LUIZ ARMILIATO
5 meses atrás

O Báltico perto do Atlântico Sul, é uma lagoa.
Teríamos então somente mínimas capacidades de interditar o mar territorial e a ZEE.
Não.
Essa luta tem que ser lá no limite da cobertura SAR, de responsabilidade do Brasil.
É serviço para um clone de DF-21, ou algum míssil de cruzeiro anti navio; lançado de uma aeronave de grande porte.
Algo modelado ao míssil “Brahmos” a partir do veículo 14-X, poderia defender o litoral de pontos de lançamento em terra.
Assim não necessitaríamos de mais Gripens, mas sim de satélites de vigilância e drones para buscar os alvos.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Mauricio R.
5 meses atrás

Mauricio R.
Até que enfim um comentário com fundamento para REAL DEFESA.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Realmente. Quem sabe em uns 30 a 40 anos. Não estou desdenhando da sugestão, mas estou avisando que é algo de longo prazo, para além do horizonte previsível.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Sim, Leandro, é quase um lindo sonho apenas.

Camargoer
Reply to  Mauricio R.
5 meses atrás

Olá Maurício. Acho que discutimos isso em algum momento durante a crise do derramamento de petróleo. As forças armadas brasileiras precisam de mais monitoramento remoto por Stones e satélites, inclusive automatizando o trabalho por meio de inteligência artificial.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  GERSON LUIZ ARMILIATO
5 meses atrás

Gerson, Sua primícia esta totalmente incorreta …

Em momento algum o Almirantado abandonou a ideia do programa pronaer de ter e um navio aeródromo, ao invés disso, apenas Adiou por questões orçamentarias para 2033 a intenção de construir esse tipo de navio, dando preferencia a sequencia ProSub, ProSuper, Pronapa, Pronaf e por ai vai ate 2040 completar todos os programas estratégicos da Marinha …

É claro que se nao houver mais contingenciamentos porque senão atrasa mais ainda.

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

O interessante seria a MB já está desenvolvendo co relatamente a versão Ar/Superfície do MANSUP (coisa que está acontecendo).
E já adquirindo know-how de integração de mísseis em aeronaves, para quando a versão Manaer estiver pronta ser integrada em um novo vetor aéreo.
Rafale, Tejas,Super Honert (só esses porque já sabemos da marxismo fobia de nossos militares e políticos).
Ainda mais agora, com a re invenção do Macartismo na atual política nacional.

Camargoer
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Olá Fox. Reinvenção do Macarthismo numa versão piorada.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Olá Camargoer.
Não é caro amigo?
Somos tão atrasados que isso conte eu nos anos 60 nós Estados Unidos, e só agora chegou ao Brasil.

Camargoer
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Olá Fox. Torço pelo surgimento de um movimento pelos direitos civis, como aconteceu nas décadas de 60/70. Seria ótimo protestamos nas ruas pela igualdade civil, pelo direito de amar e ser amado, pela ideia de viver e deixar viver. Isso seria um março civilizatório.

Bosco
Bosco
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer,
Tem comentários seus que nos faz crer que você milita por um estado forte e regulador e agora você vem com essa de “pela ideia de viver e deixar viver”. Estranho não. É meio que um duplipensar.
*Só de curiosidade, já ouviu falar do experimento Universo 25?

Camargoer
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Olá Bosco. Defendo um Estado Democrático, o que incluio respeito ao Estado de Direito, a defesa dos direitos humanos, da livre manifestação e organização política que te há a defesa democrática como fundamento, do respeito a soberania popular e a realização de eleições livres e periódicas. Também acredito que o direito a vida e a igualdade de todos perante a lei sai direitos naturais de toda pessoa. Isso posto, um estado forte e democratico, que tenha seu poder controlado pelos freios e contrapesos da democracia seria o melhor modo de evitar o abuso do poder ecoonomico e da garantia da… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer, Devo confessar que não raro vejo você utilizando de seu linguajar rebuscado contra o atual governo, legitimamente eleito. Isso me parece uma atitude contra a democracia a menos que você seja do tipo que acredita que “democracia é quando “nós” estamos no poder”. E sinceramente não vejo ninguém impedido de amar e ser amado, salvo quando os esquerdistas querem impor um ateísmo forçado e oprimem os que resolvem amar a Jesus Cristo e inclusive amá-lo num pé de goiaba. Mas isso não me surpreende tendo em vista que a esquerda relativiza todos os conceitos, inclusive o conceito de amor… Read more »

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Perfeito Mestre Bosco…..perfeito….

Camargoer
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Olá Bosco. Crítico várias ações desse governo. Considero a politica externa equivocada, acho um erro a redução dos financiamentos públicos para pesquisa, crítico a ausência de políticas de compras publicas para reduzir a capacidade ociosa da indústria, acho incompreensível a resistência em implementar políticas de geração de emprego. Também crítico a manutenção de uma política de segurança pública baseada no encarceramento e acredito que a ideia de guerra as drogas fracassou. Acho que a reforma trabalhista criou mais problemas e não resolveu os problemas que existiam. Nenhuma delas questiona a legitimidade da eleição de 2018 ou tem caráter pessoal. Seria… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer,
Se você estivesse tão atento e disposto a criticar as ações dos governos anteriores a este e que certamente eram equivocadas. visto que claramente quase levaram o país ao caos completo, talvez essas ações ora implementadas pelo atual governo que tanto lhe desagradam, com potencial incerto de serem danosas, não estariam sendo postas em prática.

Camargoer
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Olá Bosco. Já discutimos isso antes. Apenas os governos em exercício podem tomar decisões que mudarão o futuro para o bem ou para o mal. Governos anteriores são história. Erros e acertos passados podem servir para aprendizado mas são indiferentes para justificar erros presentes. Alguns fatos estão a nossa frente e demandam ações do atual governo qualquer que tenha sido o governo ou governos passados. Apenas como exemplo, há poucos dias o governo brasileiro retirou seus diplomatas da Venezuela, piorando uma situação que demanda mais diplomacia para ser resolvida. Ao interromper o diálogo diplomático, o Itamaraty comprometeu a posição futura… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Risca o Tejas da lista.

Ele é perna curta e não acrescenta quase nada em relação ao A4 no ataque a superficie e como tambem nao e barato…

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Discordo caro Carvalho, por ser mais novo ele trás várias vantagens tais como, maior velocidade, manobra umidade, sensores modernos, célula nova, motor ainda em fabricação, possibilidade de co desenvolvimento etc etc etc.
Se o Brasil tivesse uma visão estratégica e apostado no projeto MPF-LA da Embraer nos anos 80, hoje não gastariamos uma Fortuno no Gripe e que além de ser pensado só na FAB, não trará nada de bom para nós.
Apenas mais do mesmo, submissão e dependência.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Sei mestre Foxtrot, se você focar no ar-ar, pode ser…mas no anti superfície…. O que fica em jogo é o Multimissão X Especialista de Missão, nestes caso, anti superfície…..para o qual o A-4 foi desenhado… Então todas as diferenças se acentuam de fato bastante em alta altitude, na qual o supersonico e pos combustão fazem diferença…mas da media para baixo a densidade do ar é inclemente e suga, drena os super poderes dos caças supersonicos….sua autonomia e velocidade são depreciadas…..e autonomia não é o forte do Tejas…tem vantagens sim, mas diminui muito… e outra, voce pode achar injusto e parcial… Read more »

_RR_
_RR_
5 meses atrás

Em épocas de defesas como RAM e Phalanx, eis a única coisa que poderia deixar o A-4 com valor real de combate… Onde não houver uma aviação embarcada, mesmo esse vestuto vetor, se armado com um míssil ar-sup eficaz, se torna sim uma ameaça a qualquer embarcação. Aproximando-se baixo, rente as ondas, pode lograr passar pelas defesas de área, penetrando a camada mais externa e posicionar-se a distâncias mais curtas para lançar sua carga. Enfim… Já que temos… já que foram modernizados… já que se gastou uma porrada de dinheiro nesse treco e não tem mais como voltar atrás… então… Read more »

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  _RR_
5 meses atrás

A modernizaçao desses A 4 os 12 que seriam, era menos que o preço de um Gripen o problema foi a demora e o radar e melhor que os do F5 .

Mauricio R.
Reply to  _RR_
5 meses atrás

Em 2020 qnto mais stand off, maiores as chances de sobrevivência.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  _RR_
5 meses atrás

_RR_ não incentiva mais essa insensatez com estes artefatos.
A Marinha deve virar essa página mal escrita, assim como fez com o NAe São Paulo A-12.
Qualquer dinheiro, a mais ou raspado, deve ir para finalização do SN Álvaro Alberto… Retorno de dissuasão garantido.

_RR_
_RR_
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Farroupilha, Acredite: eu realmente não gosto da ideia de manter asas tão antigas operando na MB, mas… fazer o que…? 🙁 Pelos dias de hoje, não há marinha sem um complemento aéreo que valha. E os A-4, se equipados com um míssil ar sup que valha, ainda se prestam… Ao contrário, penso que o SN-BR, pelo seu valor em dinheiro e pelo custo operacional elevado que certamente terá, é que deveria ser melhor pensado… O que já se gastou nele até aqui, seria suficiente para renovação de toda a força de superfície ( pelo menos seis bons vasos de até… Read more »

Zorann
Zorann
Reply to  _RR_
5 meses atrás

Só esqueceu de citar que todos esses meios de superfície não tem o mesmo valor dissuasório de um submarino nuclear.

Daí submarinos serem fundamentais, muito mais importantes e relevantes do que qualquer Tamanduá.

Muito mais inteligente seria gastar os parcos recursos em uma frota de 20 OPVs do que em 4 Tamanduás.

_RR_
_RR_
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Não estou questionando o valor dissuasório proporcionado por um submarino nuclear. Apenas digo que… não adianta almejar tal coisa e não possuir o suficiente nem pra fazer o básico…

Poderio militar se constrói de forma escalonada, de modo a se cobrir todo o espectro da guerra e utilizar o meio mais eficaz para determinada situação, e não no super trunfo…

Por fim, OPVs não vão fazer o que fragatas fazem, independente de número…

Zorann
Zorann
Reply to  _RR_
5 meses atrás

O “básico” depende do que se escolher como missão mais importante. O “básico” pode ser negar o uso do mar, ou pode ser a patrulha de nossas águas.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  _RR_
5 meses atrás

Concordo contigo…o vetor está aí à disposição, gastou-se uma grana para moderniza-los e mantê-los operacionais, não vejo o porque não usá-lo de forma apropriada ….equipá-lo com armas ar-superfície quebra um grande galho até a chegada dos F-39s com esta capacidade na FAB (que deve demorar um tempo) ou um futuro substituto destes mesmos AF-1s na MB.

Fabio Mayer
Fabio Mayer
5 meses atrás

Quantos A-4 em operação? 3 modernizados e 3 no osso?

francisco Farias
francisco Farias
5 meses atrás

O Brasil 40 anos atrasados. Pensamento medíocre manter esses aviões que foram um fracasso na guerra das Malvinas.

Rommelqe
5 meses atrás

Uma consideração muito importante: já que temos tanto as aeronaves quanto os mísseis considero importantíssimos deixá-los em condições operacionais! Ou querem que jogue fora?

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Rommelqe
5 meses atrás

Exatamente

Camargoer
Reply to  Rommelqe
5 meses atrás

Olá Rommelqe. Eu concordo com você. Provavelmente a combinação A4M+Harpoon (ou A4M+Mansup) é uma opção efetiva contra marinhas pequenas e médias ou até ameaças não convencionais. Provavelmente seria inadequadas contra marinhas maiores, mas para elas a MB terá o Scorpene.

Mauricio R.
5 meses atrás

Socorro!!!! Querem fazer um upgrade no acervo de museu aeronaval, do Vietnam para as Falklands…

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Mauricio R.
5 meses atrás

Maurício, já que nos pagamos para manter essas relíquias do Vietnã voando, quite ao menos elas tenham alguma capacidade de ataque, qualquer coisa é melhor que o que dispomos no momento.

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Marcos R.
5 meses atrás

Capacidade de ataque contra quem?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

Farroupilha, estamos comprando 4 Fragatas leves, temos algumas velhas, temos umas dezenas de F-5’s, estamos comprando Gripens… você acha que vamos enfrentar quem com essa parafernalha toda?

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Leandro Costa
5 meses atrás

Nesse estado de coisas, pífias, sem jeito de enfrentamento real Leandro. Nossas FFAA e seus equipamentos servem apenas para doutrina. – Na cabecinha de alguns servem para nos defender de nossos vizinhos. Porém, para esses vizinhos, um espirro com dengue em cima deles já nos basta para defesa, já que nosso próprio tamanho se torna impeditivo para os meios que eles possuem. Aí é que está o problema que estas cabecinhas não entendem… Para os vizinhos nem precisamos de FFAA, o tiozão do Norte vem com seu porrete e acaba com a zorra (justamente era a hipótese do FHC), porém… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Farroupilha
5 meses atrás

O novo Gripen NG serve para nossa defesa? Serve, boa escolha para dissuasão, porém a pequena quantidade não.
O SN Álvaro Alberto serve? Serve como iniciador de uma série de equipamento dissuasório real, mas se ficar só nele, não.
Enfim, há luz no fim do túnel.
Mas, não podemos bater palmas para iniciativas e coisas contraproducentes.

Kemen
Kemen
5 meses atrás

Não quero parecer um critico sistematico no blog ou negativista, mas acho que a MB tem que “Pensar Grande”, chega de materiais e sistemas obsoletos que apenas podem ter algum sucesso e ainda assim questionavel na A. Latina. Ora, o que poderia fazer um A-4 dos poucos operacionais modernizados que a Marinha dispõe nos dias de hoje, com radares de curto alcance, se tivessem a capacidade de disparar Harpoon, contra embarcações de combate que tem radares com mais de 300 Km de alcance, e misseis de largo alcance. Se alguém aqui no blog tiver uma prova da entrega aqui no… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Kemen
5 meses atrás

“contra embarcações de combate que tem radares com mais de 300 Km de alcance”

A terra é redonda…

Kemen
Kemen
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Um A-4 não detecta um navio na altura do mar, não dispara um missil na altura do mar, precisa de uma altura minima. A sua colocação se aplica de embarcação para embarcação, e considerando a altura dos mastros e a faixa de frequencia para a compensação da curvatura das frequencias (4/3).Sugiro que faça as contas. O mesmo vale para o EL-M 2032 para detectar o navio, com menor alcance.

https://www.naval.com.br/blog/2019/12/02/como-a-curvatura-da-terra-afeta-o-alcance-do-radar-naval/

Bardini
Bardini
Reply to  Kemen
5 meses atrás

Tu tais muito errado na tua linha de pensamento. . Se um Skyhawk tiver que sair para o ataque, equipado com Harpoon, é pq ele vai saber em que direção tem que ir e vai ter uma boa previsão da posição em que o inimigo estará. Ele NUNCA irá realizar um voo as cegas, caçando seus alvos e em um perfil Hi-Hi-Hi. . Veja o exemplo clássico, de como os argentinos fizeram isso com Exocet. . Tudo varia das operações que o inimigo vai estar executando e do seu potencial defensivo. . Chegando próximo da região estimada para posição da… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Bardini
5 meses atrás

“Tais tu” errado colega, é claro todo navio em caso de beligerancia mostra previamente sua posição, por isso todos sabiam onde estavam os navios ingleses na guerra das Malvinas. 1- Para disparar um missil anti navio um avião ou helicóptero tem de estar numa altura minima, para localizar por radar onde se encontra o navio e para poder efetuar o disparo. O missil vai começar sua trajetória por orientação do radarzinho de pouca potencia do A-4 EL/M 2032 e depois numa distancia mais próxima, o missil seguira com seu radar ainda de menor potencia e seu localizador infra vermelho, isso… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Kemen
5 meses atrás

O Elta 2032 esta longe de ser um radarzinho…..existem muitos melhores, mas pega navios a mais de 160 km,,,,

Bardini
Bardini
Reply to  Kemen
5 meses atrás

Guri, tu não quer entender… . O Harpoon, assim como o Exocet que será empregado nos H225M da MB, é atire e esqueça!!! . Não tem que ficar sendo guiado por porcaria nenhuma. É só o caça subir, plotar a posição do inimigo, repassar as coordenadas, mandar o míssil nessa direção e SUMIR. Chegando próximo do local plotado, o míssil se vira com o resto, usando o seu radar. . Quem tem que manter o alvo iluminado para fazer a guiagem do míssil nessa distância toda, É O NAVIO! . Como o navio vai manter iluminado o alvo para seus… Read more »

cwb
cwb
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Bardini:
Se grande parte de nós aqui no forum
comandasse uma esquadra com mega radares etc,iríamos levar um míssil lançado atrás do horizonte no costado de algum dos nossos navios.
a geografia da terra é a primeira arma para ataque e defesa.
meu humilde comentário
abraço a todos!

nonato
nonato
Reply to  Bardini
5 meses atrás

E por que alguns mísseis antinavio têm alcance de 300 km?
🤔

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  nonato
5 meses atrás

Nonato,
talvez quem tenha destes mísseis aí, também tenha satélites, AWACS… Estas coisas que têm visão além do alcance.
Sei lá? Mil coisas…
Saudações

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  nonato
5 meses atrás

Para alcançar um alvo a 300 km

Mas ele so vai para onde alguem previamente informou onde o alvo está oras….ai vale tudo….olheiro a pé, de bicicleta, satelite, submarino, AEW, heli, aviao, caça, fragata sua que tá indo pro saco em combate la na frente, vc que escolhe e na chance de cada um… mas alguem tem de ter as coordenadas proximas…

Kemen
Kemen
Reply to  nonato
5 meses atrás

nonato, certamente não para integrar num A-4 com EL/M 2032.

Mazzeo
Mazzeo
Reply to  nonato
4 meses atrás

Por causa dos E-3G, E-767, A-50, A-100, KJ-2000, E-2D, R-99, SAAB-2000, Ka-31, etc … esses caras fazem o horizonte radar ficar mais longe, e chamam os arqueiros do NAe ou de terra para acabar com a brincadeira … Leia o que o Bardini escreveu mais acima, explica muita coisa

Rommelqe
Reply to  Kemen
5 meses atrás

Caro Kemen: claro que o ideal é integrar os F39E/F tão cedo quanto possível e logo após estarem aptos nas missões ar-ar, com pelo menos uma da excelentes opções mais modernas de mísseis anti-navio.
Também nunca encontrei referência a respeito da disponibilidade dos harpons adquiridos no contrato dos P3BR. Acho que ficaram maduros..
.

Kemen
Kemen
Reply to  Rommelqe
5 meses atrás

Sem dúvida, esses sim se aplicariam a qualquer cenário bélico, que cheguem logo os F39, fazem falta.

Teropode
Reply to  Kemen
5 meses atrás

O f39 vai demorar , na Finlândia ele só foi mostrar as piruetas pois seus sistemas adinda não estão prontos 😂😂😂😂😂😂

horatio nelson
horatio nelson
Reply to  Kemen
5 meses atrás

os iai elta e/m2032 dos a4 não são de curto alcance não…

Kemen
Kemen
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

A não? 80 km e 160 Km no mar (condições de alcance mais favoráveis com bom tempo e céu de brigadeiro) perante o alcance de um radar naval não tem comparação. E se compararmos aos AESA dos caças, nem te conto.

Kemen
Kemen
Reply to  horatio nelson
5 meses atrás

Weights: Max Weight 100 kg (220 lb)
Performance: Max Range 150 km (81 nm)

horatio nelson
horatio nelson
5 meses atrás

se há vontade se faz…eles devem ter conseguido não sabemos pois são informações secretas mas não faria nenhum sentido os a4 com radar elta 2032 não terem armamento a altura,a força aerea indiana ja fez a integração dos harpoon com o elta 2032 a algum tempo atrás…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
5 meses atrás

A marinha brasileira quer ser significante? Ela teria que fazer a economia brasileira, que a subsidia, ser maior e melhor do que é. Não dá pra fazer esse milagre? Bom, sempre dá pra reinventar a roda e consumir uns tostões no processo. É o que tem pra hoje e décadas seguintes.

Augusto L
Augusto L
5 meses atrás

Depois dizem que o Brasil não tem misseis anti-navio.

Ja tinha falado que a FAB tinha comprado Harpoons para os P-3, devem estar dividindo com a MB

Teropode
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Mercado negro , o segredo é um ótimo dissuasor. Amaria ver o AMX naval ( 8) com esta capacidade , vou converter uma de minhas maquetes e pinta-lo com as cores do F 2 japa e enche-lo de MANs .

Sergio Nobre
5 meses atrás

A função da Marinha qual é? Proteger nossa costa e rios certo? O ideal é o imediato repasse dos P-3 a Marinha e ” jogar fora” estes lixos de 50 anos que é o A-4, um avião de ataque leve de segunda geração concebido nos anos cinquenta! Como exemplo de seu absolutismo na Navy ele foi substitution pelo A-7 que foi substituído pelo F/A-18 Hornet e atualmente utiliza os Super Hornets e começa a substitui-los pelo F-35 ou seja a Marinha Americana o via como inadequado e ultrapassado na década de 60 e hoje começa a utilizar um aparelho 4… Read more »

Camargoer
Reply to  Sergio Nobre
5 meses atrás

Caro Hornet, concordando com você que o A4 seria um avião obsoleto em comparação ao F18E/F, contudo o P3 também seria um avião obsoleto em relação ao P8, por exemplo. Contudo o P3M e superior ao P3 assim como o A4M e superior ao A4. Outro ponto, o P3 e o A4 são classes diferentes e não acho que um possa substituir o outro. A FAB disse que não irá substituir os P3, o que parece ser diferente de afirmar que não quer opera-los. Provavelmente, o avião de patrulha naval que irá substituir o P3 será operado pela MB.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Sergio Nobre
5 meses atrás

Caro Nobre,
Infelizmente, não vai rolar. Os P3 provavelmente vão ficar na FAB até o fim da sua vida útil. É o que a MB quer, então que seja.
Concordo que a MB deveria olhar pra frente, mas deveria fazê-lo com outros olhos. A meu ver, o futuro da patrulha marítima está em drones long endurance, não em vetores tripulado. Faz mais sentido ainda com os parcos recursos da MB.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Sergio Nobre
5 meses atrás

Im multimissao quer dizer que o avião pode fazer todas as missões Dos especializados ( interceptação, combate aéreo, ataque naval e terrestre) … mas normalmente não faz cada parte melhor que os especializados… atenção que os multimissao surgirão principalmente para reduzir logística e custos com uniformização… o F18 por exemplo não tinha o alcance o A7…. é mais um jogo de compensações do que uma melhoria na missão quando se olha o todo.

Glasquis7
5 meses atrás

Os Harpoon vieram pra FAB, imagina que ela vai liberar pra MB usar.
Pensar em ter A 4 com Harpoon integrado é uma coisa, ter feito é outra bém diferente.

Space jockey
Space jockey
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

penso parecido..

nonato
nonato
5 meses atrás

Claro que há aviões muito melhores. Mas teríamos que comprar.
O A4 já temos.
O dilema não é entre A4 e F 35.
É entre A4 voando ou nada.

Anderson Fernandes
Anderson Fernandes
5 meses atrás

Com certeza esse também não foi pra frente, poisssss….. nem os AF-1 foram modernizados por completo, teria primeiro que fazer isso. Senão seria como colocar roda de liga leve em um Calhambeque… Como aqui integração de forças só existe na teoria (vamos lembrar que a FAB não quer nem EB nem Marinha com sua força área! Nem a PF pode ter Drones!)a, o legal seria ver os caças da FAB tendo essa capacidade tbm, até porque no dia que os russos e chineses começarem a navegar por aqui, quem terá que sair de Anapolis ate o Atlantico sera a FAB… Read more »

Augusto L
Augusto L
5 meses atrás

Sobre os A-4 è melhor vende-los para a Argentina, ou qualquer outro país.

Ja temos o P-3 como plataforma de lançamento de mísseis, assim como a Kombi que compramos.

Jeff
Jeff
5 meses atrás

Vários “bons” comentários acima resumiram bem a matéria: são aeronaves antigas, mas são as que temos no momento. Foram modernizadas, sabemos manter e operar.
Melhor ainda: não estão banguelas, mísseis modernos de 150 milhas podem fazer muito estrago ainda.
A4 + link compartilhado radar + Harpoon = arma ainda muito letal.
.
Enquanto não temos outra solução, nos viramos com essa.
.
Parabéns a MB.

Jeff
Jeff
Reply to  Jeff
5 meses atrás

Isso SE foram realmente implementadas…

cwb
cwb
Reply to  Jeff
5 meses atrás

Oi jeff
melhorando seu comentário:
temos um trinômio de ataque:
A4,P3 e os helicópteros que além do continente,podem operar a partir de navios.
forte abraço!

Jeff
Jeff
5 meses atrás

Que defesas as marinhas da América do Sul teriam, atualmente, para este míssil? Incluindo a nossa?

bjj
bjj
Reply to  Jeff
5 meses atrás

Apenas a defesa de ponto com canhões e mísseis de curto/médio alcance e interferência eletrônica. Como nenhuma marinha da AS possui algum NAe com aeronaves embarcadas, eles não teriam como impedir a aproximação dos AF-1 até o ponto de lançamento dos mísseis. Como também não possuem helicópteros AEW, os mísseis voando baixo permaneceriam ocultos no horizonte radar até uns 20/25 km. Uma vez detectados nesta distância, os alvos teriam menos de 2 minutos para reagir com mísseis de curto alcance e canhões. Talvez um ou outro míssil fosse abatido ou desviado, mas sendo um ataque de saturação o sucesso dos… Read more »

Glasquis7
Reply to  bjj
5 meses atrás

Ataque de saturação??? São apenas 6 A4 M . Vai saturar o que com isso, uma piscina? Qual o raio de ação desse caça? As outras forças não tem proteção aérea? Se as coisas fossem assim, tão fáceis como vc as coloca, nem navios teríamos mais. Os radares 3D e os 4D dão uma cobertura muito superior, isso sem contar os Helos embarcados e os datalink que no caso das marinhas e armadas locais, permitiriam a interfase com aeronaves AWACs eaeronaves de vigilância costeira como os P3 e os Persuaders. Além disso, o Chile possui dois navios L Class de… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Jeff
5 meses atrás

As Marinhas da América do Sul que se danem, se explodam, se lasquem, agora se vc estiver falando da Marinha de Guerra da Bolívia aí estamos num mato sem cachorro, ela tem uma batata voadora explosiva, nem com Harpoon, Exocet ou o novo Mansup estamos a salvo.
Acordem!…
Nossos vizinhos sul-americanos podem nos patrolar.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
5 meses atrás

Uma integração tardia,acho que não há muito oque comemorar…

Tutu
5 meses atrás

Olhem a Armada Argentina, está uma pindaiba maior que a da MB, porém não abre mão da sua avião.

Tutu
Reply to  Tutu
5 meses atrás

Hoje se converteram nos últimos operados do Super Ertandar no mundo.

Tutu
Reply to  Tutu
5 meses atrás

Corretor maluco, kkk
étendard*

Glasquis7
Reply to  Tutu
5 meses atrás

Isso dos Argies é EGO ENORME das ceboshitas.

E sobre o ego, existe uma piada que diz assim:

Sabe como se suicida um Argentino?… Sobe no seu égo e salta ao vacio.

Wellington Góes
Wellington Góes
5 meses atrás

Interessante, tem sua validade de estudo e viabilidade, já que, se concretizar a propalada ida dos P-3AM à Marinha, juntamente com seus armamentos, faz sentido prático o uso pelos AF-1M.

Elden
Elden
5 meses atrás

Rapaz!!!!! Quando vi rápido, (numero do caça) pensei que fosse um da MB testando o míssil kkkkk

Luiz Floriano Alves
Reply to  Elden
5 meses atrás

O Gripen já integra um exelente missil AS, o RBS da SAAB. Míssil inteligente e avançado. Não temos que retroceder com Exocet 39 se temos potencial de uso do RBS. No cenário atual im míssil antigo tem pouca chance de exito. A manos que seja ayaque em massa. Mas isso custa muito em recursos.

TJLopes
TJLopes
5 meses atrás

Se a integração de fato aconteceu e não ficou apenas no mundo dos sonhos, é bom ver que finalmente os A-4 deixaram de ser desdentados. Agora o ideal era a integração com o Mansup.

Aislan
Aislan
5 meses atrás

…cara que instala um som de 15 mil cruzeiros num fiat 147…

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Aislan
5 meses atrás

kkkk quase igual.
2 Harpoon em um A-4 seria mais de U$ 6 ou mesmo U$ 8 mi em um caça que vale bem menos que isso. rss

Vitor
Vitor
5 meses atrás

Ja que é o que temos e para valer o dinheiro ja gasto na modernização dos A-4 e também na modernização dos tracker, integrar um missil que ja faz parte do Arsenal do Ministério da Defesa faz sentido.

O P-3 é limitado para ataque naval e o F-39 vira inicialmente na versão de superioridade aérea. Ate o F-39 estar declarado 100% operacional e equipado com Missil Ar-Mar (Seja RBS-15, Exocet, Harpoon ou MAM nacional), será por volta de 2025-27.
Temos ao menos 5 anos pela frente pra cobrir esse Gap e portanto valido fazer essa integração.

Glasquis7
Reply to  Vitor
5 meses atrás

Como assim, o P3 é Limitado pra ataque naval?

Bosco
Bosco
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

O P-3 armado com Harpoon é altamente efetivo em ataque naval. Ele pode lançar o míssil de uma confortável altitude de 3000 metros sem temer qualquer tipo de retaliação.
A combinação P-3/Harpoon só encontra resistência se tiver que enfrentar uma força protegida por porta-aviões. Aí, o melhor seria um caça (ou bombardeiro supersônico) de alto rendimento escoltado por outros iguais, e de preferência usando um míssil supersônico e de maior alcance.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bosco
5 meses atrás

Pois então mestre Bosco, se o P3 tem ainda alta periculosidade, como alguem pode desdenhar o A4M? Nao basta saber como cada peca do xadrez pode andar, tem que saber como se movimentam num tabuleiro junto as outras. E o P3 sombreando ao longe uma esquadrilha de A4M Armada com Harpoons a frente a baixa altura?? O navio vê o P3 ao longe, mas não sabe onde estão os A4….isto é o mais básico que seria feito com os SH, e não entendem que neste papel especifico, desta missão especifica, A4 e Sh farão o exato e mesmíssimo pacote de… Read more »

Mauricio R.
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

Deve ser porque não faz dogfight…

Vitor
Vitor
Reply to  Mauricio R.
5 meses atrás

Mauricio, me referi pois ele é uma excelente plataforma para Conflito de baixa intensidade ou aonde uma força naval oponente não possui caças de interceptação.
É uma Aeronave de Patrulha Naval e anti Submarino e não de Ataque Naval. Foi neste sentido que me referi que ela é limitada.
Referente a Sensores, contra medidas, alcance e custo operacional sem duvida é uma otima ferramenta. Para contexto de América do Sul e Atlantico Sul é excelente.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Vitor
5 meses atrás

“O P-3 é limitado para ataque naval e o F-39 vira inicialmente na versão de superioridade aérea”. E lembrando também que assim como os A-4 Skyhawk, o P-3AM Orion é outra aeronave que no futuro devemos olhar com atenção,são aeronaves da versão A,com 158 unidades produzidas,aeronaves da década de 60,se não me engano os A foram fabricados até 1965,e que apesar de ser uma aeronave com sistemas modernos,é obsoleta, problemática e dispendiosa. Poderíamos usar uma aeronave de MPA baseada no E-190E2 ,usar uma aeronave de grande alcance semelhante ao SwordFish Global6000 .acho que um E-190 seria um sucessor bem mais… Read more »

Glasquis7
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
5 meses atrás

Poderia me informar, quanto custa manter operacional um P3?
Pois, sem querer ofender, a sua colocação não esclarece em absoluto o por que são aeronaves limitadas pra ataque naval.