Home Indústria de Defesa VÍDEO: TKMS MEKO A-200

VÍDEO: TKMS MEKO A-200

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Vídeo de demonstração da fragata Meko A-200 da Thyssen Krupp Marine Systems.

A classe Tamandaré da Marinha do Brasil é baseada na conceito Meko, de design modular, que ajuda a reduzir os custos de aquisição, manutenção e modernização.

Desde 1982, 82 corvetas e fragatas da Classe MEKO® foram entregues a Marinhas de 14 nações diferentes, 37 delas produzidas fora da Alemanha e todas ainda em plena operação – oferecendo um ciclo de vida de mais de 40 anos.

Essa classe acumula os benefícios de cinco gerações de embarcações graças à sua iteração de design, pela qual as melhores características de projeto de cada navio evoluem para o próximo, garantindo que as novas gerações tenham maturidade, tecnologia, materiais e padrões sólidos e comprovados.

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Foxtrot
Foxtrot
7 meses atrás

“As melhores características de projeto de cada navio evoluem para o próximo geração”.
Ou seja, evolução de projeto, coisa que aqui nossos “super estrategistas” não conhecem.
Se tivessem evoluído localmente o projeto das Niteróis, Barroso e outros navios importados que operava-mos (plataforma e sistemas de armas e EW), hoje não teriam torrado 9 bilhões em 4 navios .
Mas resolveram substituir soberania por importações com falsas promessas de T.O.T.
Cada coisa viu !

Bardini
Bardini
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Se tivessem evoluído a bela porcaria que é o projeto totalmente ultrapassado da Barroso, como queriam inicialmente, teríamos um navio que TALVEZ seria menos ruim ao custo desses mesmos 9 bilhões, ou talvez até mais, por conta dos riscos. Grande vantagem! Depois que a MB caiu na real, fez opção pelo melhor projeto que tinha na sua mesa: MEKO Aliás, vou desenhar pra você, que vive em uma realidade paralela: o projeto da Barroso é tão ultrapassado, que quando o CPN foi projetar um navio com base nesse projeto, tiveram de pedir arrego pra Fincantieri e terminaram com algo totalmente… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Se tivessem evoluído…

Lá nos anos 2000. Não faz sentido afirmar em evolução de um projeto de 25/30 anos.

Se tivessem aplicado…

Os 9 bilhões que serão mais, há 30 anos…talvez o navio evoluído da Barroso tivesse sido um projeto nacional sem pagamento de royalties e ToT.

“O navio foi concebido para defender áreas próximas e afastadas do litoral, atuando em conjunto com outras unidades de superfície ou aéreas…”

Barroso não foi projetada como escolta.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Olha só o fã Lesardine kkkkkkk. Vamos lá meu caro fã, vou te iluminar para ver se deixa seu egocentrismo e soberba falar mais baixo que a lógica. Até pouco tempo atrás o senhor estava criticando a escolha da MB pelas CCT,s/Meko gambiarrada, com as seguintes palavras “a escolha da marinha se baseou em desespero, não há planejamento nisso” , o que mudou de lá para que o fez amar essa escolha? Ou o senhor que é o ser onipotente e onipresente dos assuntos de defesa é bipolar (como em vários depoimentos seus) ou não sabe de nada mesmo (coisa… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Mais um textão cheio de blablablablas, que sai de lugar nenhum e vai pra lugar nenhum. . Não vem de politicagem pra cima de mim. Se vai citar o que eu escrevo, tenta interpretar primeiro. Embora com os teus 2 neurônios fique complicado. . Não existe bipolaridade. Sempre deixei claro que em questão de projeto, MEKO A100 era e É a melhor opção e pra mim, a MB acertou na escolha, dentro das possibilidades que ela tinha. Dos males, é o menor! O que eu critiquei e continuarei criticando, é o PROGRAMA como um todo. Está errado, muito errado. O… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Choraaaa Lesardine.
Cara não vou perder meu tempo com você e outros doutrinados.
Você não sabe a diferença de um paquímetro de um multímetro, quer aeronaves Ghost Hawks para MB, acha que TVC é só para demonstração aérea, acha que engenheiro não deve ir a campo para colher medidas e um monte de asneiras, não vale a pena.
Muda o IP do pc para dar inúmeros likes em seus post,s kkkkkkk, resumindo, você é triste meu amigo!
Passar bem !

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Me diz aí Lesardine, quantos navios de guerra já projetou e construiu para desqualificar e chamar o projeto Barroso de bosta?
Devem ter sido muitos e que afundaram já que nem formação técnica tem.
Um deles deve ter sido o Titanic kkkkkkk.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Esse negócio de ToT é perigosíssimo… pra deixar de ser um bom negócio e virar um engana trouxa é dois palitos! Para um ToT valer a pena precisa haver um projeto de longo prazo como vc citou e ter escala, não adianta aprender fazer uma rebimboca da parafuseta se não tem escala de produção, ninguém vai fazer um fábrica para meia dúzia de pecas por ano, nesse caso é melhor esquecer o ToT e negociar um bom estoque que sai mais barato, essa é minha bronca ToT da Tamandaré e do Gripen, são pouquíssimas unidades para justificar uma nova área… Read more »

José Luiz
José Luiz
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

A história esta aí para contar o que deu certo ou não, antes das Niterói, o Brasil já construía navios desde o século 19, no século passado construiu inclusive contratorpedeiros e outros tipos de navios, houve após a Niterói o programa das Inhaúma que eram para ser 12 navios, também tivemos a Barroso, o programa dos submarinos classe Tupi que deveria ser uma família completa. No que tange a projetos de armas, já fizemos canhões e até torpedos teve até uma fábrica destes, projetos de minas navais, tem inclusive a história da oferta do projeto do míssil Gabriel pelos israelenses… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  José Luiz
7 meses atrás

Nosso maior esforço de guerra é a interrupção.

Somos invencíveis em interromper.

marcus
marcus
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Um Bom TOT, compramos 4 Tamandarés e levamos uma de graça,

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Concordo com o Sr. Carlos Gallani e estendido ao Sr. Bardini. uma pergunta: Com respeito as Types 23 e evolução destas? Gostaria da opinião de ambos comentaristas. obrigado.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  sergio ribamar ferreira
7 meses atrás

Olá Sérgio, vc diz as type 23 no que tange o Brasil ou em conceito geral?

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Conceito geral. Principalmente a evolução dessas para 26 . Obrigado.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  sergio ribamar ferreira
7 meses atrás

Bom amigo Sérgio, as type 23 são ótimos navios mas com projeto que se iniciou nos anos 70, não tem como deixar para lá o peso da idade, tem boa reputação mas já se encontram com projeto datado, quanto a type 26 o projeto parece incrível, esse é um assunto onde opiniões pessoais importam demais, na minha opinião o que falta para ela ser considerada a melhor de seu nicho indiscutivelmente seria uma versão do Spy-6, lendo diversas opiniões por aí é sem fazer somente o super trunfo, eu acredito que a type 26 é bastante superior as FREMM por… Read more »

nonato
nonato
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Carlos, sou leigo.
No caso desses navios citados, no que consistiria o peso da idade citado?
Trata-se da estrutura, aerodinâmica, furtividade, aproveitamento do espaço?
Falo isso porque muita gente diz que esse ou aquele navio é melhor.
Claro que, na minha opinião, algumas coisas que fazem a diferença são sensores e mísseis.
Mas isso teoricamente dá para colocar em qualquer navio desde que haja espaço.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  nonato
7 meses atrás

Olá nonato, eu tbm sou um leigo, apenas entusiasta e longe de ser um engenheiro naval, acho que a maioria dos comentarista daqui está nesta não é mesmo?! Como o senhor mesmo começou a explicar são muitos fatores, acredito que em primeiro lugar seria a suíte tecnológica como radar, sonar, os sistemas de defesa e todo o resto do sistema de combate, a parte eletrônica ganhou muita importância e teve seu custo muito elevado, temos um exemplo em nossa marinha com a Barroso, um navio relativamente novo mas que não compensa ser elevado a um patamar atualizado de primeira linha… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Obrigado Sr. Carlos Gallani. As Belonaves britânicas passam pela ideia já citada de evolução. Projeto em longo prazo e em escala… Bem citado. Ao longo de décadas de aprimoramentos. A indústria naval britânica é sempre será de respeito. O modo como os britânicos não se deixam abalar é admirável. reitero apreço.

Esteves
Esteves
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

ToT faz sentido se você paga pelos direitos de propriedade e faz vários.

Compra um projeto e faz 100. Depois evoluindo.

Qual o motivo de pagar ToT para poucas unidades que significam pouco aprendizado e, principalmente, se você não irá repetir, criando volumes e reduzindo custos?

Qual?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Esteves
7 meses atrás

O motivo é afagar o ego de gente que prefere acreditar na miragem que o Brasil é um super potência, quem é nossa marinha na fila do pão mundial?!

Mauricio R.
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

A MEKO A-100 da qual a CCT é baseada, não existe sequer como corveta, que dirá como fragata, mas somente como OPV.
Mas o cerne da questão não era e nem é esse, mas sim a necessidade de arrumarem serviço pra ESD e a Atech fazerem.
Daí a MB rasgar aquele edital cheio de 9 horas e salamaleques e selecionar a proposta alemã.
É aquilo que eu digo: Só pode se for Embraer…

Esteves
Esteves
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Meko, como o Bardini explicou, é um conceito de construção que pode sofrer atualizações. Esse conceito de construção naval está explicado nos sites da TGM.

A CCT é ou era um projeto da MB.

Banana. A outra fruta é laranja.

Mauricio R.
Reply to  Esteves
7 meses atrás

“…é um conceito de construção que pode sofrer atualizações.”
.
Ah tá, então se não for MEKO logo não é de construção modular e nem pode ser atualizado????
.
Vai montar kit da Revell, vai…
.
A CCT que foi comprada é um projeto da MB sobre a plataforma MEKO, hoje nas mãos da TKMS.
Não tem nada de laranja ou banana ai.
.
A SIGMA da Damen é tão provada qnto a MEKO, só que não tinha a Embraer no consórcio, o resto é papo furado.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Disse tudo caro Maurício.
Mas a ignorância estratégica, política e ideológica cegam o que é claro e límpido como água.
Nós empurraram esse projeto gambiarra para encher os bolsos e contas de alguns “privilegiados”.
Mas no país das incoerências e do besteirol a lá bananada quem tem um olhe é rei, e se esse olho for azul o direito divino é garantido kkk.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Diz aí, todo mundo que discorda de você sobre qualquer coisa, significa que tem uma ideologia política por trás disso? Deve ser uma droga debater qualquer coisa com você.

Foxtrot: “Queria pintar esse ambiente para revitalizar o local”
Decorador: “Acho que pela incidência de luz, o fluxo de ar, ficaria legal em uma cor mais clara, de acordo com as tendências contemporâneas.”
Foxtrot: “Você e sua laia de ideólogos falidos jamais conseguirão prevalecer com essa agenda sórdida de entreguismo desenfreado! Vai pintar essa porra de marrom cocô tupiniquim!”

😛

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

Entra na fila e pega senha caro Leandro kkkkkkk.
Mais um menos um não me importa, sou o que sou e penso por mim mesmo, diferente de alguns doutrinados aqui do fórum.
Te aconselho o mesmo!
😂

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

E é por isso, amiguinhos, que não podemos ter coisas legais 😛

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Falta vontade política, vergonha na cara e amor a esse maravilhoso país, só isso!

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

A crise econômica causada pelo surto de COVID-19 vai atrasar os projetos de defesa brasileiros em alguns anos, que não serão poucos. Quem viver verá.

FERNANDO
FERNANDO
7 meses atrás

Já vi todos os vídeos referente as MEKO no youtube, realmente tem um design muito lindo e suave.
????Mas, fica um pergunta??? Se forem classificadas como fragatas, isto quer dizer que a MB irá produzir novas corvetas??
E como fica os navios da classe MACAE??
Será outro navio?? Quando teremos o novo prototipo se assim for?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  FERNANDO
7 meses atrás

Não tem mais nada, inventaram esse negócio de chamar de fragata leve para preencher o buraco de duas classes, não vem outro navio diretamente menor e nem maior, não há grana e se houver grana e juízo no almirantado serão mais unidades da mesma!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Talvez seja melhor assim pois teremos mais navios com uma mesma lógistica e reduzindo os custos.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
7 meses atrás

Exatamente Cristiano, pode nos brilhar os olhos uma maior tonelagem mas temos que ser racionais, na atual situação financeira sem uma perspectiva de alívio nem a médio prazo valem mais 8 Tamandarés do que 4 e outra classe de maior porte, agora tem que ter pensamento de frotista, tudo igual!
Claro que quando falo 8 Tamandarés estou no campo de exemplos pra não dizer sonho, se saírem as contratadas já será um vitória!

Mameluco Pernambucano
Mameluco Pernambucano
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
7 meses atrás

É o mais sensato e racional, aumenta a escala, a produção, a ostensividade e diminui os custos de produção e operação.

Mauricio R.
Reply to  Mameluco Pernambucano
7 meses atrás

Fabricar um design estrangeiro sob licença, cujo conteúdo nacional não é expressivo, não diminui custo nenhum.
Pelo contrário, aumenta.
Paga-se pela licença de produzir para o licenciador da tecnologia e para o parceiro que está “nacionalizando” essa tecnologia.
Além do que a quase totalidade da cadeia logística desse design, que não será nacionalizada, continuará lá fora dependendo de importações em moeda forte.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Além de fechar a Embraer, o que mais vc faria se tivesse o poder da caneta ?

Mauricio R.
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Eu não quero fechar a Embraer, mas que ela tenha concorrência, que deixe de ser privilegiada, aliás isso vale pra BID inteira. A verticalização da Embraer tem que ser interrompida, em favor da horizontalização da BID: Precisamos de um UAS HALE, então BID quem sabe o que é isso???? Tem tecnologia desenvolvida, produto pronto???? Como não??? So sorry, vou comprar da Elbit… O mesmo se aplica pra Visiona, Savis, Bradar, etc, etc, etc… Chega desse modelito que vem desde o Xavante, a Embraer não é a tal, a última bolacha do pacote, então concorrência nela!!!! Quer fazer do 190 uma… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

E comprar outro projeto de navio estrangeiro de maior tonelagem, mais caro e em menor quantidade vai ser mais baratobpor qual motivo?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
7 meses atrás

Acho que a evolução das Fragatas Leves Tamandaré será para Fragatas A200 ou a maior A400.

Falcon
Falcon
Reply to  Marcelo Andrade
7 meses atrás

Eu li que estavam negociando com o Paulo Guedes mais 1 ou 2 navios um pouco maior, o A200 ou a Tamandare alongada para 116m +-. E num futuro as A400.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Falcon
7 meses atrás

Não. A negociação que realmente já está em andamento é de mais duas Tamandarés, iguais as quatro já contratadas.
Sei que o contrato já foi assinado, mas espero (realmente) que o programa não seja afetado como outros com certeza serão devido a escassez financeira que o governo passará devido a queda brutal no recolhimento de impostos.
De imediato, governo estadual e federal não estão mais assinando ou renovando contratos, exceto os emergenciais. E os que estão em andamento, se foram encontradas brechas, já estão sendo temporariamente suspensos.

Cleber
Cleber
7 meses atrás

Esse negocio de TOT vale a pena se houver continuidade no programa .Ex : Gripen eTamandares , nao esquecendo os Helicopteros tambem das 3 forcas. Senao , e mais uma vez , dinheiro do contribuinte jogado fora .

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Cleber
7 meses atrás

Boa tarde Cleber e demais colegas da lista! Longe de desmerecer os comentários acima dos demais colegas, eu penso Cleber, que você chegou o mais perto do sensato. NOTA Aqui no hospital tenho dito e repetidamente dito que, agora é o momento de invertermos os milhões ou mesmo bilhões de US$ de importações de ensumos hospitalares, em pesquisa e desemvolvimento com a industrial nacional e as instituições de ensino. Qualificar 3 ou até 5 melhores industrias e entidades de ensino e destinar parte do valor da importação para o desenvolvimento. Tendo como via de regra: Qualidade, prazo e produção. Quem… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Claudio Moreno
7 meses atrás

Concordo com o Sr. Claudio Moreno.

Falcon
Falcon
Reply to  Claudio Moreno
7 meses atrás

Acho que chegou a hora de iniciarmos um grande projeto de substituir o “Maide in China” por “Fabricado no Brasil”. Acho que isso sera uma tendencia mundial. Não podemos depender da China em até “parafusos”…

sergio ribamar ferreira
Reply to  Cleber
7 meses atrás

Concordo com sr. Cleber.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Cleber
7 meses atrás

Mas justamente o que se discute sobre as Tamandarés e Gripens é a continuidade de aquisição o que é bem diferente de longevidade!

Mauricio R.
Reply to  Cleber
7 meses atrás

ToT é igual a atolar o veículo até os eixos, pra sair é uma mão de obra dos infernos.
Só é bom pra quem vende a tecnologia disponível naquele momento.
Pra quem compra é igual ao cão que corre atrás do próprio rabo, somente uma ilusão de desenvolvimento.
Só serve pra te prender a quem desenvolve, quer te vender e pelo preço que bem entender.
Não capacita ninguém.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Espero que a exceção seja o prosub, espero!

Mauricio R.
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Pros franceses foi um excelente negócio, pagou o desenvolvimento dos SSN “Barracuda” e ainda ajudou a alavancar o negócio lá na Austrália.
Deveríamos comprar royalty.

Mauricio R.
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Ooooppppssss, errei!!!!
.
Aonde se lê: “comprar”, leia-se: “cobrar”.
.
No mais, ToT é engenharia de obra pronta não ensina ninguém a fazer nada, além de apertar parafuso em furo já existente.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Existem bons exemplos de ToT, principalmente no Japão e Israel. Mas como disse outra vez, são países que, com muito pouco, fazem muito. O problema do ToT é quando não existe continuidade na transmissão do conhecimento adquirido devido a falta de capacidade técnica. E todos sabemos do nível educacional do país. Enquanto não resolvermos isto, seremos eternamento dependente tecnologicamente. Podem chorar e levar para o lado patriota dizendo que o brasileiro tem garra e não desiste nunca. Mas, sem investimento massivo na educação (com mudanças a curto, médio e longo prazo) e na conscientização da sociedade, de forma ampla e… Read more »

Mauricio R.
Reply to  MMerlin
7 meses atrás

Em parte ainda prefiro a Coréia do Sul, apesar do tanto de Hyundai e Samsung.
É o mesmo problema nosso: Embraer e Avibras
Duas belas porcarias, sem ToT não funcionam.

Tutu
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Hoje a Hyundai é o maior estaleiro do mundo, e a sansung é uma gigante da tecnologia, acho que no final os investimentos estatais nelas deram resultado.

Mauricio R.
Reply to  Tutu
7 meses atrás

Os principais fabricantes do mercado mundial de construção naval são:

Hyundai
Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering
CSIC
Imabari Shipbuilding
Japan Marine United
CSSC
Samsung
Fincantieri
Oshima Shipbuilding
Yangzijiang Shipbuilding
COSCO

(https://www.marketwatch.com/press-release/shipbuilding-market-2019-2025-leading-countries-with-growth-rate-price-revenue-size-share-latest-trends-and-forecast-2019-08-14)

Sim, no final os investimentos estatais deram resultado, a Hyundai tem 2 concorrentes locais, fortes no mercado.
Imagina só a Embraer com 2 concorrentes nacionais fortes no mercado, fungando-lhe no cangote…

MMerlin
MMerlin
Reply to  Tutu
7 meses atrás

Ah Tutu, mas ali não foi apenas investimento. Foi um projeto de Estado muito bem arquitetado, com a criação e investimento em empresas, tendo como objetivo principal a transformação das mesmas em campeãs em cada segmento, baseando-se em uma fabricação orientada à exportação e a uma força de trabalho altamente qualificada. O Brasil tentou, em uma das gestões passadas, vender a mesma ideia, criando grandes “campeões” com foco em exportação. Mas infelizmente descobrimos que o “projeto de Estado” tinha outro objetivo, que era o aumento de arrecadação pessoal e partidária de um partido bem conhecido. A única empresa que sobrou… Read more »

Carta Branca
Carta Branca
7 meses atrás

Evolução de projetos é uma negócio complicado, não é linear como a maioria das pessoas pensa, “só investir”, o custo em um dado período de tempo para manter um projeto em constante evolução fazendo pequenas mudanças a cada ano é extremamente menor que pegar um projeto no fim desse período e tentar realizar todas as mudanças de uma vez. E é assim pois os custos com capital humano se diluem melhor com estabilidade temporal, se você tem uma equipe pequena trabalhando num projeto por décadas, o know-how, conhecimento do projeto e eficiência das mudanças é bem maior que se você… Read more »

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Carta Branca
7 meses atrás

Desculpas por ter marcado negativo. Foi uma “nega de dedo” e o sistema não permiti desmarcar.

Vovozao
Vovozao
7 meses atrás

08/04/2020 – quarta-feira, btarde, somente para meu maior conhecimento….. as fragatas da classe Brandemburgo são uma derivação/evolução das Meko’s. Obrigado.

Bardini
Bardini
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

MEKO é um conceito de engenharia que a empresa alemã desenvolveu, não é uma classe. Se resume falando de forma bem grosseira na modularidade do projeto, para se adaptar a demanda de diferentes clientes e as suas configurações desejadas.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Bardini
7 meses atrás

08/04/2020 – quarta-feira, btarde, Bardini, posso de repente nao ter sabido postar… corrigindo…. as Brandenburgo partem deste mesmo conceito de engenharia??? Agora a pergunta ficou melhor, ja que eu acredito que pelo menos 1 das Brandemburgo’s tenha sido construida pela TKMS. Certo???

Bardini
Bardini
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

“as Brandenburgo partem deste mesmo conceito de engenharia?”
.
Sim…
Foi a primeira classe que os alemães compraram para eles próprios que empregava o conceito MEKO, que foi originalmente pensado para o mercado de exportação.

Gabriel BR
Gabriel BR
7 meses atrás

No meu entender , levando em consideração o número de fabricantes no mundo e as relações internacionais do Brasil, o mais vantajoso para o Brasil na maioria dos casos é fabricar localmente projetos de primeira linha desenvolvidos na Europa e na América do Norte.
Estou dizendo para deixar de investir em pesquisa e desenvolvimento? NÃO! Existem áreas cuja demanda nacional sustenta e justifica um projeto brasileiro, como é o caso dos navios de patrulha oceânica que tem uma demanda por parte da MB de aprox. 30 unidades. Mas na maioria dos casos não é assim…

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Gabriel BR
7 meses atrás

Tinhamos que fazer como Israel e investir em insumos que numa guerra são os primeiros á ser vetados, como misseis, bombas e torpedos.

JonasN
JonasN
7 meses atrás

Sendo realista, o Brasil nunca será capaz de está na vanguarda da tecnologia naval, construir casco é uma coisa, sensores e armazenamentos top de linha é outra. Seria bem mais sensato ter a capacidade de construir corvetas e fragatas leves razoáveis e investir de verdade em submarinos, que tem um poder dissuasório enorme. E quem sabe um dia competir no mercado de exportação para países com orçamentos pequeno.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  JonasN
7 meses atrás

Deus te “ouva”, prosub, Tamandarés e fim de sonhos absurdos!

Roberto Pinheiro
Roberto Pinheiro
7 meses atrás

Boa tarde a todos. O que vejo é que os navios da Classe Tamandaré ainda irão demorar para serem produzidos e entregues (a primeira unidade está com entrega estimada para 2023), e com uma quantidade claramente insuficiente para as necessidades da marinha do Brasil (de 04 à 06 unidades). Dessa forma, não vejo outra alternativa ao não ser o governo federal e a marinha do Brasil, adquirirem navios usados (famosas compras de oportunidade), de marinhas amigas (EUA, Inglaterra, Alemanha …). A questão é que a Inglaterra por exemplo está com escassez de escoltas, a Alemanha idem, os EUA não vislumbro… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Pinheiro
7 meses atrás

A solução para a escassez de navios é bastante simples: não comprar escoltas usados e focar em adquirir OPVs novos, com capacidade de atuar em cenários de conflito de baixa intensidade.
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sergio ribamar ferreira
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Concordo com o sr. Bardini.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Ou considerar navios russos e chineses, que custariam até 1/3 do valor da Meko A100 e ainda que menores teriam um poder de fogo até superior e em vez de 4, pela grande diferença de valor, seriam 12 navios.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

E como vai ser a integração com a frota? Se a integração não for bem-sucedida, pode ser muito caro e levar anos para fazer o que deve levar meses. Navios de guerra valiosos necessários para missões navais podem ficar indisponíveis por anos. Muitas marinhas estrangeiras tiveram enormes problemas para reunir sistemas de combate que possuem componentes originários de diferentes fornecedores. Muitas nações não admitem abertamente que encontraram problemas de integração ao montar uma frota, mas há muitas pistas. Os cenários típicos incluem dificuldade em obter interoperabilidade multiponto, problemas em operar um sistema que resultou de diferentes países se unindo em… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Matheus Santiago
7 meses atrás

Dentro da própria MB existe uma sopa de sistemas! É um inferno… tem que treinar e manter pessoal pra diferentes sistemas e tem que manter esses diferentes sistemas. É dinheiro sendo jogado no lixo 24/7/365. . Comprar navio novo, significa acima de tudo, escolher o recheio. Eu proponho a compra de um OPV para cenários de baixa intensidade, pq: – Poderia servir como um navio em que o pessoal faria a escalada de conhecimentos. É literalmente um navio escola, para os futuros integrantes das classes de combatentes mais capazes da MB ao longo dos próximos 40 anos. – O ponto… Read more »

Leandro 27
Leandro 27
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Saudações Bardini, acredito que o canhão de 57mm poderia ser bem interessante para um OPV com as descrições do seu comentário.

Bardini
Bardini
Reply to  Leandro 27
7 meses atrás

De fato. Me agradaria mais, inclusive. Mas prezando pela padronização da frota, o 76mm se torna um tanto quanto ideal, no meu entender. . O 76mm proporcionaria uma capacidade, mesmo que marginal, de operar na missão Naval Gunfire Support, função em que a MB vai passar a ficar sem meios adequados, com a baixa gradual dos canhões de 114mm que operam nas Fragatas. . Aliás, um dos maiores erros da escolha dessa MEKO A100 na minha opinião, é a falta de capacidade desse projeto receber um canhão de 127mm. Deveriam ter comprado MEKO A200, que além disso, possibilitaria derivar uma… Read more »

Marujo
Marujo
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini, poderia ser o mesmo casco da Tamandaré por uma questão de padronização?

Bardini
Bardini
Reply to  Marujo
7 meses atrás

Acho mais sensato equipar melhor esse casco de ~1.800t e depois, extrair uma variante bem mais básica dessa plataforma, para patrulha costeira, dentro dos nossos distritos.

Sequim
Sequim
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini, quantos OPVs você acha que seria possível (possível e não ideal) a MB ter nestas configurações sugeridas?

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Matheus Santiago
7 meses atrás

Qual frota?
Caso o Brasil seguisse esse caminho, em alguns anos poderia aposentar todas as Niteroi, Greenhalgh, Inhaúmas e para manter uma melhor padronização da frota, poderia modernizar a Corveta Barroso com sensores e sistemas semelhantes ou até mesmo vender a Barroso.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Nada. Deixa quieto.

Mauricio R.
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Perdemos um possível protótipo.
A prototipação da arquitetura TKMS em um casco existente, a “Barroso”, permitiria facilitar e baratear a instalação desse mesmo sistema, nos navios de série.
Pois a instalação na Barroso seria a ferramente para debugar a maioria dos defeitos que esse sistema apresentaria qndo instalado.
Poderia também fornecer subsídios para validar as soluções do projeto, ou altera-las devido ao que foi experimentado no protótipo.
Economizaria algum tempo, mão de obra e dinheiro.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Navio pequeno tem que ser feito aqui!

ALEX TIAGO
Reply to  Luís Henrique
7 meses atrás

Bom dia Luis. Nos passa por gentileza que navios são esses com 1/3 do valor??? As características de tais embarcações e as referências dos valores atuais por favor.
Abraço

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  ALEX TIAGO
7 meses atrás

Caro Alex Tiago, reitero que foi apenas uma ideia em cima de um comentário sobre investir em OPVs para termos uma quantidade maior de meios e passar mais tempo no mar, treinando, etc. Porque realmente 4 Corvetas ou Fragatas Leves, por melhor que sejam, é um número muito pequeno para o tamanho do Brasil. A Corveta que pensei em primeiríssimo lugar foi a Projekt 20380 Steregushchiy e versões derivadas desta, como a Projekt 20385. Em 2011 a Argélia assinou um contrato para 2 Corvetas com custo estimado entre U$ 120 à U$ 150 mi. Sites russos indicam que o custo… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  ALEX TIAGO
7 meses atrás

Caro Alex Tiago, Pensei primeiramente na Corveta Project 20380 Steregushchiy e suas derivadas até a 20385. Existe a 20382 Tigr que foi exportada, custo estimado do contrato com a Argélia foi entre U$ 120 à U$ 150 mi. Sites russos indicam custo mínimo de 10 bilhões de rublos e para algumas das últimas que foram construídas, já com melhorias e armamentos mais potentes como mísseis Yakhont, Kalibr, etc giravam em torno de 17 bilhões de Rublos. Na cotação de hoje 10 bi de rublos daria U$ 140 mi e 17 bi de rublos daria U$ 238 mi. O nosso contrato… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  ALEX TIAGO
7 meses atrás

Além das Corvetas do projeto 20380 russa e as Type 056 chinesas, existe um pequeno navio lançador de mísseis que pode ser chamado de Corveta, o Karakurt projeto 22800 que também é russo. Esse navio não possui espaço para helicópteros e quase nenhuma capacidade contra submarinos, com exceção de um pequeno sonar e foguetes. Porém possui um radar com 250 km de alcance 8 mísseis Yakhont ou Kalibr 1 sistema Pantsir-M com 8 mísseis prontos para uso + 32 armazenados, além dos 2 canhões de 30 mm de alta cadência 1 canhão principal de 76 mm 2 metralhadoras de 12,7… Read more »

Falcon
Falcon
Reply to  Bardini
7 meses atrás

E as class River ?

Esteves
Esteves
Reply to  Roberto Pinheiro
7 meses atrás

Navio velho da manutenção como navio novo. Navio novo você coloca no contrato ou contrata pacotes de atualizações e manutenções que pode ir pagando. Não precisa esperar quebrar pra consertar.

Navio velho gasta mais que navio novo. Não tem garantias. Não tem partes. Tem armas e munições vencidas. Tem sistema de geração de energia de 30 anos.

Propulsão antiga. Ainda que não sejam segredo.

Não temos orçamento para guerra no mar. Sempre estaremos embaixo de algum guarda-chuvas tipo OTAN.

Faz mais sentido manter navios rápidos para cenários simétricos e defender nossa integridade no litoral e no continente.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Roberto Pinheiro
7 meses atrás

08/04/2020 – quarta-feira, bnoite, R.Pinheiro, postei sobre o conceito das Brandemburgo’s, ja que fala-se muito em padronização dentro da MB, então, vamos comecar pelo conceito das mesmas. Ja ouvi falar sobre o interesse da MB, nas Brandemburgo’s; também, ja falaram que para a MB poder comprar, primeiro a marinha alemã tem que querer vender, depois teremos que ver o estado que se encontram e discutir o valor. O TKMS é o mesmo fabricante tanto das Tamandare’s como das Brandemburgo’s, isto poderá ser um fator de ajuda nos contatos junto ao governo alemão, marinha alemã. Isto é o que vejo inclusive… Read more »

Roberto Pinheiro
Roberto Pinheiro
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

Obrigado Vovozao

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Roberto Pinheiro
7 meses atrás

Vamos ser realistas, queremos mais que 6 escoltas para proteger no máximo 3 navios capitais em uma missão de paz da ONU.

Rgf
Rgf
7 meses atrás

Quem já entrou na Barroso sabe como é. HABITABILIDADE HORRÍVEL. Lata de Sardinha.

Leonardo M.
Leonardo M.
Reply to  Rgf
7 meses atrás

É um navio de guerra não um cruzeiro para passar férias

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Leonardo M.
7 meses atrás

Não é mais assim colega, o nível requerido dos marinheiros é vada vez mais alto, com o alto incremento tecnológico dos navios muitos tem formação técnica de qualidade, marinheiro não é mais só bicho bruto lavador de convés não, são muitos sistemas avançados e complexos que precisam de atenção específica e de alto nível!
As marinhas investem um bom dinheiro no treinamento deste pessoal, dar um pouco de conforto dentro de padrões atualizados garante que eles não procurem outros empregos ou até peçam uma revisão de soldo!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Mas uma boa pergunta:

Navio de guerra deve navegar ou chegar no lugar e combater ? Veja, a pergunta é capciosa mesmo…

Navio de guarda costeira eu concordo que tenha de navegar bastante…mas o conceito de “morar no barco”…seria realmente ainda adequado ao navio de guerra?

E o tanquista? O Fuzileiro? O infante? O guerreiro da Selva…qual o balanço adequado?

Navio de guerra deveria estar no mar ou sair ao mar? Sao duas coisas diferentes…sei que vão falar de adestramento….mas será mesmo?

Marcus Vinicius Uchoa
7 meses atrás

Ainda tenho esperança das Tamandaré serem as A200 … esse navio e espetacular!!

Falcon
Falcon
Reply to  Marcus Vinicius Uchoa
7 meses atrás

Seria o ideal, com pelo menos 8.

Edson Marques
Edson Marques
7 meses atrás

Boa noite senhores.
O que acham dos casos de contaminação por COVID 19 em tripulações da USN?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Edson Marques
7 meses atrás

Acho que beira o inevitável, vai acontecer com todo mundo, quem se preparar fica tudo bem, quem negar a ciência e ficar de negacionismo como política oficial é alta letalidade mesmo se vc foi atleta da marinha ou do exército!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Os russos, com a classe Buyan conseguiram poder de fogo, velocidade e com custo reduzido. Bom exemplo de projeto moderno. Mas, dai vão dizer que é um barco pequeno e que não enfrenta o Atlântico Sul. Vejam os pesqueiros do Alasca. Navegam nos mares mais bravios do mundo e tem uma tonelagem inferior as Macaé. Tudo uma questão de projeto.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Não é só uma questão de ser capaz de enfrentar o mar bravio, precisa ter autonomia, para isso é necessário acumular víveres e combustível, nossa Amazônia azul é enorme devido a plataforma continental e algumas ilhas assim tendo limites afastados de suporte logístico, claro que não precisamos confundir uma corveta com um OPV! Eu acho que para um OPV nosso três fatores são fundamentais, autonomia para manter presença longe, alta velocidade para alcançar pesqueiros e algum sistema de drone de vigilância para encontrar invasores!

Marcos10
Marcos10
7 meses atrás

Quero ver o dia que tivermos um imbróglio grande com a China, que eles resolverem colocar um PA, dois submarinos e 10 fragatas na nossa porta. Dai vamos pedir arrego para os americanos para colocar a quarta frota no Atlântico Sul.
Parece que ninguém cresceu. Todos querem brincar de soldado, piloto e marinheiro.
Foi só um Ministro descer a lenha na China, os representantes do agronegócio, totalmente dependentes, já se atiraram ao chão.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Marcos10
7 meses atrás

O ministro falhou em sua declaração mas foi genial na sua tréplica!

JACUBÃO
JACUBÃO
7 meses atrás

Como velho NAUTA só me resta a tristeza pela Marinha do Brasil não optar pelo projeto SIGMA FRIGATE 10514, Muito melhor em todos os aspectos. Construção rápida, atenderia nossa necessidade premente por escoltas; Nossa Esquadra segue agonizando com velhos escoltas, cansados. O Segundo Esquadrão de Escolta foi ABANDONADO a própria sorte, um absurdo. As FGC que restaram (navios contemporâneos das MK 10), foram esquecidos no Também abandonado AMRJ, que a anos não tem condições de realizar os PM (períodos de manutenções). Um PMG que deve levar algo em torno de 4 a 5 anos para serem concluídos, agora levam. PASMEM:… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  JACUBÃO
7 meses atrás

Jacubão
Acredito no que escreves. Mas, 10 anos para uma manutenção é surreal, Kafkiana, até. Alguém tem que ser responsabilizado, eis que isso é dilapidar o patrimônio do Brasil. Não vamos esperar que na MB façam como certa repartições governamentais que dão pau até quebrar, dai compram novo. Abço.

Esteves
Esteves
Reply to  JACUBÃO
7 meses atrás

Olha, Perdoa a intromissão. Quando a MB constrói planos e programas para sustentar a construção naval com planos cartesianos elogiados por todos aqui, O PIB Nosso PIB sustenta custeios de gente e previdências. Compará-lo pelo volume com PIBs de outros países porque estamos entre os 15 maiores e por consequência teríamos uma Marinha racional e proporcional, escancara nossas incapacidades para administrar com foco e com resultados. Somos inadequados para os anos atuais aonde custos baixos e pressionados são premissas zero. Centenas de publicações mostraram as despesas com custeios de gente, manutenções e operações nos países da OTAN. Meta de 40%,… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
7 meses atrás

10/04/2020 – sexta-feira Santa, bdia, Esteves voce tocou numa área imprevisível, após sairmos desta pandemia, como e o que será do mundo, principalmente do nosso Brasil. Vejamos a nivel Brasil, primeiro para os politizados não estou falando de politica, e, sim o grande problema social que teremos pela frente: 1) Um grande numero de desempregados; 2) Muitas pequenas e microempresas deixaram de existir, causando mais desemprego; 3) Muitos estados e municipios com suas contas/dividas completamente desestruturadas, e, como sabemos; não existe “” almoço grátis “”, estas dividas terão que ser pagas, para serem pagas, teremos um arrocho monumental nas infraestruturas… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

1. Parece que vamos ter 30 milhões ou mais de beneficiários com os 600 reais. 1/3 da nossa força de trabalho estimada em 100 milhões de pessoas está sem renda para sobreviver e consumir. 1/3 sem renda e sem contribuir para a Previdência. Serão aposentados por idade no futuro. 2. Todo o quarteirão está vago, aqui. Dezenas de pontos comerciais fechados. Os que resistem são negócios maiores que já mostram sinais de angústia. 3. Prefeitos e governadores querem isso. Usar a crise do corona e das gripes que estão chegando para decretar calamidades e deixar de pagar as contas. Deixar… Read more »

Thrash Metal
Thrash Metal
Reply to  JACUBÃO
7 meses atrás

https://products.damen.com/pt-pt/ranges/sigma-fast-attack/sigma-fast-attack-7310 Ataque Rápido Sigma 7310 – DESLOCAMENTO 900 Ton Comprimento (m) 74,2 Velocidade máxima (nós) 34 – 15 (2000 Milhas Náuticas = 3704 Km) Vau(m) 10 Propulsão Motor a Diesel x 4 MTU x 20V 4000M 93L MISSÕES: – AAW (Defesa Antiaérea); – ASW (Guerra Antissubmarino); – EW (Guerra Eletrônica); – ASuW (Guerra Antissuperfície SISTEMA DE COMBATE: – Artilharia principal de médio calibre; – Artilharia secundária de leve calibre (CIWS); – Mísseis terra – ar; – Mísseis superfície a superfície; – Duas metralhadoras calibre 50 (operadas de forma manual ou remota); – Radar de Vigilância 3D; – Controle de Tiro… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
7 meses atrás

Mestres, Estamos ainda a 20% do caminho percorrido da crise. A parada. De quarentena é apenas o primeiro estagio O segundo estágio é ajustar o abastecimento e voltar a dar sincronicidade com uma nova logística que atendam as residências e supermercados. O gargalo que se cria, forma também uma ruptura na produção de produtos básicos e alimentícios. A sociedade e estado trabalha por um lado, a manter uma linha de financiamento e renda para quem não tem poupança alguma. No entanto, isto será finito em sua capacidade. Isto será geral no mundo inteiro. O desemprego será global e crise financeira… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Olha… Mestre. Fui ao Banco Itaú. Tudo certo, tudo funcionando. Fui até a Caixa. Tudo parado, nada funcionando. Fui ao Supermercado Oba. Impedido de entrar. Fui ao Supermercado Confiança. Normal, com atenção às distâncias. Hospitais estão tratando doentes com a cloroquina. Outros protestam a favor de testes. Quais são as explicações para uma PMG superior a 10 anos? Não há poupança que resistas a tempos sombrios. Nos congelamentos e nos confiscos dos anos 1980, as poupanças foram ao pó. Eles dependem das entradas, dos depósitos, dos ganhos. Nos anos 1920/30 havia supervalorização dos ativos. Países como o Brasil viviam do… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Eu acredito que a taxa de transmissão do vírus é muito maior do que a inicialmente propalada. Da forma como se alastra, vários países ja perceberam que a China ocultou e muito e tx de contágio. A sorte é que realmente a tx de mortalidade por sua vez é baixa e poderia ser pior. Se as duas combinações acima forem verdadeiras, podemos ter um numero de população ja contaminado bastante alto e que sequer sabem ou sentiram. Como os testes somente são feitos para quem apresenta o quadro mais grave que justifica a internação, não podemos saber o quanto ja… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Pois. Ora pois.

O nosso corona não veio da China. É a terceira variante da mesma cepa e veio da…

Itália.

Quero ver fazer malcriação para os italianos.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

10/04/2020 – sexta-feira Santa – btarde, Carvalho2008, só uma pergunta: como o nosso Brasil é considerado um país agricola (celeiro do mundo), seremos supridoees mundiais de cereais e proteínas animal; ai que vem um grande problema; os preços mundiais estarão elevados e cotados em dolares (tambem alto), e nós os pobres mortais brasileiros, recebendo um salario muito baixo, sera que nossas autoridades irao pensar no povo, e, ajudar com abatimento da cesta basica, pois, hoje com este salario não teremos condições de sobreviver, e, vejo com a ganancia e necessidade de moeda forte, irão esquecer do povo brasileiro?????

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

Eis a questão Mestre Vovozão, Este será o problema da 3 onda que anunciei. Não precisa ser vidente… Fato um, mesmo nos teremos queda de produção agrícola, mas lembrando que nossa produção abastece interno e externo. Fato dois, sociedade brasileira sem dinheiro mas o país com os celeiros cheios… O GF vai ter de criar um plano e rápido, pois isto começará a ocorrer gravemente entre dois a seis meses… Terá de alimentar a população brasileira, manter e recuperar a produção agrícola. Isto sem falar nas demais cadeias de negócios. A única certeza é que hoje , um computador vale… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Fantasmas. 80% do nosso PIB é gerado domesticamente. Nossa atividade exportadora quando passa pouco passa de 2% do comércio mundial. Mas, Precisamos exportar para ter acesso a moedas internacionais. O que pode ficar mais dinâmico são os mercados de compensações e escambos. Grãos e carnes por produtos acabados. Como sempre. Temos experiências nos mercados de trocas. Mas…e os euros para pagar o PROSUB? Mekos? O GF deveria ter apoiado tudo. Até a OMS. Depois da tempestade, seria a vez de reconstruir sem resistências. – O GF fez tudo que recomendaram. Agora é nossa vez de ditar regras. A afronta nunca… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Numa crise, o primeiro movimento monetario global é o retorno dos dólares para a origem. Aqui, nos tínhamos uma tx de juros que remunerava estes dolares de especulação mas isto acabou com as reduções de juros que fizemos. Por isto o dolar foi aumentando. A divida de uma parte por esta remuneracao tambem diminuiria. Mas veio esta segunda crise que impulsionou o retorno de dolares paravsalvaguardar , proteger ou pagar dividas de seus aplicadores internacionais. Mas num segundo momento, ele baixará um pouco, pois foram duas ondas uma na sequencia da outra. Acho que as economias internacionais sentirão ao termino,… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Esteves
7 meses atrás

10/04/2020 – Esteves, se analisarmos no contexto global, em momentos difíceis da história o Brasil “” quase “” sempre é pego com as FFAA bem defasadas (palavra bonita), isto em função do pouco valor que nossas autoridades (GF, CONGRESSO NACIONAL,MD, CMTE’S MILITARES, ETC) dão aos militares (mesmo eu não sendo) muito pouco valor, nunca entendem que eles estão nos quarteis para não serem usados, e, sim para que os outros paises/nações entendam que caso necessario podemos ou poderemos contar com eles, porem, aqui sao vistos como um gasto a mais. Falo isso em relação militar da ativa, mesmo contestando o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

História.

Tinha um historiador muito bom aqui.

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Mestre,

Papai sentava embaixo do pé de manga para matar a fome.

Hoje a manga globalizou. 5 a 7 o quilo.

Titio matava a fome no pé de caqui. Hoje, 5 o quilo.

Vamos globalizando.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Inclusive a produção de alimentos em si precisará ser revista.

As reservas regionais, municipais e domesticas devem ser estimuladas.

Espanha passou um sufoco em 2008, e praças deixaram de ter plantas ornamentais e virou costume plantar hortas no lugar.

A tecnologia agricola ja é tão grande que hortas urbanas e verticais ja são viaveis.

Esteves
Esteves
Reply to  Vovozao
7 meses atrás

Celeiro do mundo…não é bem assim.

A soja que exportamos, boa parte dela, é farelo para ração animal.

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Mestre Estevez, mesmo ração ou insumo de ração animal ai se inclui Com toda a certeza, pois faz parte da cadeia alimenticia…. Para cada 1kg de carne, independente de boi, porco ou frango, você consumiu na realidade ai embutidos “x” kg de soja, milho envolvido na alimentação deles. Isto sem falar nos litros e litros de água envolvida. E nao se esqueça…do ponto de vista de consumo alimentar, proteína animal é um luxo e se tornara raro. Dependendo do grau de crise alimentar, eu não me surpreenderia de um convencimento global de que é mais produtivo a soja e o… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

http://senar-ma.org.br/wp-content/uploads/2019/09/agronegocio_2-400×252.png

Tabela de 2017 e de la para 2020, ampliamos mais ainda a participação

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

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Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Volume.

Precisamos aprender a vender alimento pelo valor do alimento.

A Holanda é um dos maiores produtores. Sem terras.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Não são produtores…são beneficiadores….e ai sim voce está certissimo…compram a materia prima e beneficiam…

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Os meninos…meu comentário não está aqui.

Você viu o solo europeu. Aquilo só presta pra batata e cebola. Séculos de guerras destruíram a fertilidade e a produtividade das terras.

Quando criávamos boi no pasto a carne era dura. Inventaram o confinamento. A carne do boi tem antibióticos.

O Norte sempre estará no Norte.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Quem detém as sementes?

Quem detém as patentes das sementes?

Quem detém os insumos?

Quem detém as patentes dos insumos?

O Sul sempre estará abaixo do Norte.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Na hora que a coisa aperta…ate quebra de patente ocorre…vide o que ja foi feito com remedios na epoca do Serra…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Cara eu tava pensando mais ou menos isso ontem, somos um país agrícola, de commodities, penso que a crise afetará mais fortemente os mais industrializados. a retração da economia será bem maior pra eles. Outra coisa, potenciais inimigos nossos tbm ficarão mais fracos. Capaz que daqui a dois anos demos a volta por cima, mas pensando bem, aqui nunca se fez o dever de casa, não temos projeto de nação.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

Sem fazer a lição de casa, mesmo quando a crise acabar, voltaremos a ser o gigante adormecido, vivendo meio bem e meio em crise empurrando com a barriga as coisas do dia a dia. Tem de aproveitar agora! As legislações necessárias para desburocratizar, reduzir custos trabalhistas, fiscal, eleitoral e principalmente, a reforma administrativa. Postei as participações brasileiras em alimentos. Muita atenção pois mesmo onde não somos os campeões, estamos entre os maiores. Alguns países podem deter grande produção de um Ou dois itens específicos, mas quem Esta ranqueado em todos eles é apenas o Brasil. O único que produz muito… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Space Jockey
7 meses atrás

A curva de consumo de alimentos é superior a curva de produção.

A China esta numa sinuca de bico pois a Africa comecou a demandar muito alimento e isto prejudicou o plano Chines.

Somente Brasil e Argentina podem suprir uma vez que os EUA (quem mais rivaliza em produção alimentar com o Brasil), direciona sua produção a Europa.

É alarmante o buraco que ira se abrir a frente.

Vejam o video abaixo, principalmente a partir das estatisticas aos 12 Minutos

https://m.youtube.com/watch?v=q57UcMdXDC4

O Mestre Armando postou no forte e dá substancia aquilo que venho afirmando

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Thrash Metal
Thrash Metal
7 meses atrás

Na minha humilde opinião, dada a escassez eterna de recursos financeiros neste país, o investimento deveria começar pelas pequenas escoltas. Esse projeto de Corvetas SIGMA, de ataque rápido, da Holandesa DAMEN, seria um boa recomeço para a Marinha Brasileira. Com certeza de manutenção barata e capacidade de ataque excelente para o seu tamanho e deslocamento. Ataque Rápido Sigma 7310 Comprimento 74,2(m) Deslocamento 900 Ton Velocidade Máxima 34 Nós Velocidade econômica 15 Nós = 2000 MN de autonomia = 3.704Km DECK EQUIPMENT Cranes & Boats 1x7m Fast Interceptor in slipway ACCOMMODATION Fully air-conditioned accommo dation for 35-50 persons WEAPON & SENSOR… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Thrash Metal
7 meses atrás

Isso aí não é um Escolta! É um barco de ataque rápido e só. Existe um mundo de diferença entre ambos. . É preciso amadurecer esses conhecimentos. Olha a quantidade de armamentos que existe nesse navio que você propôs. Rivaliza em parte com o que uma Tamandaré terá! O que isso significa? Que é um navio CARO. A parte mais cara de um meio desses, são os seus sistemas. E além de ser caro, esse barco que você cita é extremamente limitado em capacidade offshore. Persistência! . Seria muito mais caro que o OPV que eu propus ali pra cima,… Read more »

Thrash Metal
Thrash Metal
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini, seguindo seu raciocínio, mas nem tanto (kkk), deveríamos padronizar em navios (projeto modular MEKO mesmo), de no mínimo 1800 ton, 2500 ton, e no máximo, do atual projeto Tamandaré, 3500 ton de deslocamento.

Main dimensions

Length over all 98.0 m
Beam max. 14.4 m
Displacement (approx.) 2,400 t
Speed 28 kn
Range 4,500 nm/14 kn

Propulsion plant
CODAG (COmbined Diesel And Gas turbine)
CPPs 2
Diesels 4

Complement
Crew 78
Supernumerary 22

Helicopter
10 t 1 or 2
https://www.thyssenkrupp-marinesystems.com/en/mekor-a-100-corvette-compact-versatility.html

Bardini
Bardini
Reply to  Thrash Metal
7 meses atrás

Cara… esquece.

Esteves
Esteves
Reply to  Thrash Metal
7 meses atrás

Padronizar não significa que serão pequenos.

Construção modular. Aproveitando os sistemas de combate. Unificação da linha logística e dos inventários. Aprestamento único.

Essa divisão de classe isso, classe aquilo…cada classe leva hardware e softwares que não conversam com os submarinos, com o satélite dos submarinos.

Economia nas despesas de operação.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Bardini
7 meses atrás

“Aço é barato e espaço é de graça!”

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Correto

Esteves
Esteves
Reply to  Thrash Metal
7 meses atrás

Poderia. Pequenas escoltas. Mas, O mar é bravo, a Amazônia Azul é enorme, a ZEE passa dos 300 km, a logística não temos, navios menores são desconfortáveis, navio de guerra precisa sustentar guerra no mar. Guerra no mar anti-submarinos, antisuperficie, antiaérea e escoltar. Escolta cuida de si e do ponto. Significa capacidade de geração de energia considerável e velocidade para manobrar. Grupo propulsor potente para sustentar toda a eletrônica. E espaço para os mísseis + helicópteros. Não cabe em navios pequenos. Cabe em navios de 2 a 6 mil toneladas. Depende do tamanho do bolso do comprador. E das missões.… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Vão me chamar de chato. Mas insisto que os planos da classe River, que já temos em mãos deve ser aproveitados. É um bom barco. Os Brits sabem faer navios desde o tempo de Nelson.Colocar mais uns anteparos de compartimentação. Canhão decente na proa (76mm como o Bardini ensina…)e passar um daqueles 40 mm. para a popa. Um bom heli orgânico, com hangar sanfona e “manpads” na função AA. Embarcar um Drone armado com missil Spike, ou Hellfire .E fazer num estaleiro sem muita gente ganhando. É brincadeira o custo de reparo e construção naval no Brasil. Se vc fizer… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Luiz Floriano Alves
7 meses atrás

Não precisa do 76mm…ficaria melhor com dois de 40 mm e uma boa estação de tiro….se tiver uma diretora….pode ate auxiliar no antiaereo de uma esquadra que se possa fazer mais a frente…

Nem aumentar as anteparas….é um tampão e auxiliar….e nesta categoria de tonelagem, misseis mesmo leves põe a fundo se acertado…então melhor ser pragmatico e investir somente no arsenal, na espada que possa dar algum tipo de respeito a rival, por menor que seja….container de misseis que possam temporariamente estar inventariados com os fuzileiros, GLMRS, lança foguetes, RBS-70, etc…

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
7 meses atrás

Ai, que chatice, sempre o mesmo papo-furado: propaganda e reação. Informação, mesmo, só procurando por aí – em inglês, no mínimo, porque em português você não acha nada útil. Tá osso essa quarentena…

Carvalho2008
Carvalho2008
7 meses atrás

Mestre Bardini, Parece que começamos a falar a mesma língua. É por ai sim. Projeto fragatas Tamandaré corre o risco de ir pro vinagre. Podemos ate receber as 4 contratadas ja que o orçamento foi capitalizado, mas como sempre, haverá um soluço econômico tão grande em que ficara por ai e somente. Uma saída seriam OPVs bombadas ou que possam ser armadas mais fortemente se necessário Mas OPVs de grande deslocamento Para ser provocativo, umas 4 mil a 7 mil ton em que possam executar missões especificas ou multiuso , dependendo apenas da configuração interna de sistemas que se queira… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Para barcos transitórios assim de missão…Distrital, OPV, Tampão de esquadra, acho que tem de priorizar o 40 mm sobre o 76 mm… Motivo: a) O corpo a corpo não seria indicado e desta forma, melhor priorizar então um calibre bom para antiaereo … b) Depois das munições inteligentes e ainda que necessário um corpo a corpo ou apoio de fogo sobre terra, foguetes burros, foguetes guiados, morteiros com granadas inteligentes podem fazer o serviço ocupando pouco espaço e peso. Então ter dois 40 mm para alvos de superficie e aereos seria melhor ora no distrital, ora como apoio antiaereo de… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Tem de se abandonar o casco convencional de design Proa-Super Estrutura-Popa. A superestrutura da ponte ou tem de ir na proa ou na popa, afim de que mais de 2/3 do conves seja desimpedido e liso. Convés desimpedido para priorizar o elemento aéreo como principal sistema de combate ou patrulha do navio, quer seja no formato de asa fixa, heli, UAV´s ou UCAV´s de diversas dimensões, de patrulha ou ataque, ou reconhecimento ou suicidas. Hoje em dia são tantas as possibilidades e de tantas dimensões, que qualquer desenho de navio convencional sem conves desimpedido já sairá obsoleto para os proximos… Read more »

carvalho2008
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Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Pode ser um River?? Pode sim… Pode ser uma Barroso Diesel?? Pode sim…. Mas tem de ser Diesel….esquece qualquer turbina…. Tem de ser rápida??? Não acho essencial…. Eu poderia ilustrar qualquer coisa perecida com um Makassar sem doca, mas que possa levar uma ou duas Interceptadoras para os rapidinhos espertos…tipo uma LPR 40 ou coisa parecida aplicavel ao mar… O que é essencial é ter espaço…encaixar coisas o que quer que seja para o tipo de missão em vista ou emprego desejado no momento…. tanto grupo motriz ou de geradores são similares as Classe Amazonas, mas com espaço para escalonar… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Olha… Vocês entendem de navio. Eu não. O que é um patrulha oceânico bombado? Defender teus conceitos multimissao à partir de cascos multiuso que expandem-se, eu guardei teus desenhos. Entender que a construção do conceito modular Meko, se adotado em toda sua cadeia logística aproveitando inclusive o aprestamento afinal navios são conduzidos por gente, poderia contribuir para o entendimento de se adotar familiaridade dos sistemas desde os navios menores, ok. Entendo. Por que as Tamandarés vão pro vinagre? Por que são 4? Se houver fôlego financeiro para contratar outras 2 maiores…seis estariam de bom tamanho para as águas distantes. Somadas… Read more »

carvalho2008
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7 meses atrás

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Apenas ilustratição de conceito…uma ponte de super estrutura padrão ( exemplo antigo Barroso) e convés desimpedido para privilegiar elemento aereo…comment image

carvalho2008
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Reply to  Esteves
7 meses atrás

Vai pro vinagre porque o carvalho….o Bardini e até o Foxtrot cada um e em cada dimensão do problema pareciam ter razão…. Um defendia que 3.500 ton…uma corveta ou algo evoluido dai no conceito, seria insuficiente. Melhor seria no minimo 4.500 ton padrão de casco e que service para tudo…meio caminho para as novas gerações de navios…meio ate 6 mil ton….e mais do que as 2800 ou 3 mil…que são pequenas para se caber…a Tamandaré ficou maior….mas dificil de evoluir mais a partir dai….não é navio ruim não…bem equilibrado….mas ficou num meio caminho …. O outro, defendia uma continuidade de… Read more »

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Ou seja….qual era o risco??? Altissimo!!!!

Probabilidade de media para baixa, mas caso ocorresse novoas crises, o risco é ficar sem nenhum, absolutamente nenhum navio…ou na melhor das hipoteses…com 4……então vai ter marinheiro com frieira no pé mesmo que seco por falta dágua neles….

Vovozao
Vovozao
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

11/04/2020 – sábado, btarde, CARVALHO, na situação atual, e, com toda essa crise de Covid19, ja sabemos de antemão que a/as entrega(s) das FCT inevitavelmente irão atrasar, e, também sabemos que as nossas “” modernas “” fragatas classes FCN, FCG, nao aguentaram o tranco, ficamos numa situação muito…..muito dificil; 1) quando houve oportunidades de compras de oportunidades nao fizemos; alguns entendidos diziam nao haver din din; outros mais bem informados que no MD e alguns CMTE’s que estavam abaixo do perfil de qualidade que a MB quer, em resumo, ficamos sem nada, e tudo wue recusamos encontra-se operacional em outras… Read more »

Thrash Metal
Thrash Metal
7 meses atrás

Um Patrulha Oceânico MEKO A-100 e suas especificações

Main dimensions

Length over all 98.5 m
Beam max. 14.0 m
Displacement (approx.) 2,250 t
Range 4,500 nm/14 kn

Propulsion plant

CODAD (COmbined Diesel And Diesel)
CPPs 2
6 MW diesels 2

Complement

Crew 65
Supernumerary 20

Helicopter
1 x 11 ton or 1 x 5 ton + 1 UAV

Mission flexibility
Up to 6 TEU-sized mission modules

https://www.thyssenkrupp-marinesystems.com/en/meko-a-100-patrol-corvette-affordable-power.html

carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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7 meses atrás

Apenas para ilustração artística de conceito.

Umas 4 a 6 mil ton de deslocamento.

Conves desimpedido para operações aereas como principal sistema do navio.

ilustração com um S-100 ou MQ-8 no conves e um hangar capaz de até 4 H-225M ou 9 Helis pequenos ou diversos UAVs.

90 metros de comprimento apenas com casco trimaran.

carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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7 meses atrás

Com apenas 90 metros, mas capacidade de operar até dois pousos de helis medios ao mesmo tempo.

Detalhe dos dois Bofors 40mm um acima da ponte a proa e outro numa estrutura acima do hangar a popa.

carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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7 meses atrás

Foi utilizada a base artistica de uma Barroso, empregando sua Superestrutura de ponte. As dimensão de comprimento é a mesma mas quase triplicou o tamanho de boca para dar espaço de convés livre. Daí o emprego de casco trimaran afim de dar equilibrio e espaço cubico suficiente ao deslocamento intencionado.

Em suma é um navio pequeno, porém com casco e convés bem ampliado.

carvalho2008
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7 meses atrás

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carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Detalhe da popa com um único eixo.

Não gostei da versão pois ainda não foi resolvido um design de solução para RIbs ou lanchas.

Esteves
Esteves
7 meses atrás

Bonitos. Não sei quanto a estabilidade desses cascos. Por que levaram o BAFO ao Almirante Karam? Vamos voltar. A MB tinha os IKL + o reator. Ambos sem recursos ou comendo mais que a fome. O presidente na época acenou com contratos de bilhões de euros franceses. Resolveria os problemas. Mostrou outros. A nacionalização, os TOTs, os juros, a moeda, a falta de euros, a variação cambial. Passadas as euforias dos primeiros anos entramos na letargia da inexistência de uma BID naval, da projeção da ociosidade de Itaguaí até pelo seu gigantismo, do teto dos gastos, do comprometimento dos orçamentos… Read more »

Bardini
Bardini
7 meses atrás

Carvalho, eu discordo radicalmente desse projeto proposto por você. Esse layout é desnecessário e agrega tantas complicações de projeto que eu não vejo o menor sentido em existir.

carvalho2008
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Reply to  Bardini
7 meses atrás

do desenho ou do conceito?

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Por mim poderia ser até algo com silhueta do Makassar…o importante é convés limpo para suportar operações aereas de alguma natureza….drone ou uav ou heli …. e / ou armamento destacavel sobre eles…

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

A ideia desse desenho. Eu achei extremamente complicado. Por exemplo, pousar uma aeronave de mais de 10t próximo da proa não me parece sensato. O navio ainda é relativamente pequeno, no que implica que não poderia dar bom suporte a operação de mais do que duas aeronaves, por conta da capacidade de armazenar combustível, mais pessoal e equipamentos. Trimarã para o Atlântico também não me agrada em nada, assim como o fato de ter apenas um eixo… . Esse é o navio mais moderno e multifunção da atualidade, que saiu do papel e será de fato empregado por uma Marinha:… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

O exemplo do trimaran que aloquei vai na categoria de menor tonelagem e mais simples deles. sim é casco trimaran, mas não é por si só um casco complexo, tanto quanto ocorre na industria 100% civil. comparativamente ao casco de uma Barroso, ele é muito maior mesmo. Como o casco ficou muito largo pelo comprimento, fazer trimaran era a melhor forma de reduzir a area de atrito no mar e melhorar a velocidade Se ajustar euns 15 metros a mais ou a menos voce melhora o espaço para heli grande…mas o conves de pouso ja tem as medidas para as… Read more »

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

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Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Amigo Carvalho, acho estamos misturando um navio para o CFN com um OPV!

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Faça um exercício especulativo

Imagine um Makassar sem doca como ponto de partida…

Porque ele não poderia ser um NapaOc??

Grande demais? Lento?

Roberto Bozzo
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Carvalho, de uns tempos pra cá imaginei algo parecido, um Makassar “de patrulha”. Ele poderia levar um ou dois helis médios no hangar e mais uns 4 vants (imaginei o ft-200), os vants fariam o esclarecimento e vigilância a longa distância; ao localizarem o alvo pode-se enviar os helis ou lanchas rápidas para interceptação que seriam lançadas pela doca mesmo. Assim é feita a verificação do suspeito até a chegada do navio patrulha, se necessário for. Em tempos de paz ele seria “de patrulha” mas se necessário pode ser usado como um LPD padrão levando tropas onde for necessário e/ou… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

Isso faz sentido.

Um Makassar multimissao.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

e o que tenho desenhado…? é isto ai oras….só porque uso um design mais arrojado? Sai mais caro que um macaé…?sai….mas não tão mais caro que um Amazonas…por exemplo hipotetico….daria uns 7 a 9 deles no lugar das Tamandarés…logico que as Tamandares são focadas em escolta e por isto mais caras….mas olha…a escolta ja tá largada….e a Tamandare apesar de bem equilibrada, so faz diferença se existirem em grande numero…um canhão de 76mm…16 misseis anti aereos e 4 a oito missies de superficie não fazem milagre no arranca rabo não…so se outras irmas estiverem junto….mas como não estarão…e isto ai… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

É exatamente isto!! Ele não precisa ser rápido. Tem convés de sobra para usar o tipo de heli que desejar para a missão que esteja fazendo…de pesado a um esquilo… Pode levar um drone para esclarecimento ou vários…do tipo que desejar… e ainda, levar duas lanchas rápidas, nem precisaria ter a doca molhada se desejar simplificar mais ainda o projeto e operação, bastaria alocar os nichos delas nas laterais… Serve para tudo… Quer empregar na Amazonia? Serve. Quer fazer NapaOc? Serve. Quer como LPD? Serve. Como MINI CAM ( Controle de Area Maritima)? Serve. Os motores e geradores são similares… Read more »

carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

carvalho2008
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Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

Vocês querem enfeitar demais e inventar muita moda… além de comprar em maior quantidade um navio mais caro do que precisamos para patrulha, cheio de sistemas e equipamentos desnecessários a patrulha, vão ter de manter todo esse número. É dinheiro jogado no lixo com base no “e se for necessário, ele atende isso ou aquilo”. É igual a mania que a MB tem de querer colocar um canhão de 40mm em uma porcaria de NPa 500t BR. Se for necessário blablabla… Patrulha não precisa dessas viagens que custam milhões que não temos. . Esse papo de 2 ou mais helicópteros… Read more »

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

E quem disse colocar 2 helis para patrulha? Obvio que não precisa

Se a patrulha é perto da costa, obvio que nem heli precisa….um Diamond APP de motor a pistão e diesel de posto de gasolina faz o esclarecimento…..um Tecnan…etc….comment image

carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Se fosse exclusivamente perto da Costa, o pequeno e simples avião acima identifica e esclarece, um uma lancha simples da classe Marlimcomment image

carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

40 ton, 22 metros e 420 milhas….

Mas veja….uma coisa é esclarecer….outra é inteceptar e inspecionar….

Avião esclarece perfeitamente a faixa de 200 milhas….mas não intercepta nem aborda para inspecionar…e uma lancha ou embarcação menor saindo distante, não teria eficiencia nem logica…

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Essa ideia do teco teco mais lancha é uma ilusão, pq pra cobrir boa parte do litoral brasileiro, você demandaria uma quantidade absurda desses meios dispersos pela costa, demandando uma equivalente quantidade absurda de pessoal e estrutura de apoio.

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

isto eu tambem acho….

mas o teco teco vale a pena….se ninguem quiser reinventar a roda como eu blz…o teco teco sai barato e é so comprar eoperar….poucos deles ja dariam uma boa visão….mas para abordar precisa do meio fisico que aborde o navio suspeito…

Então, voce volta a formula de navio de alta tonelagem (acima de 1000ton)…e ai a dualidade, patrulha, esquadra ou ambas….dinheiro não tem…ou um ou outro ou algo que se faça de cobertor para um e outro….

Roberto Bozzo
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Em vez de teco-teco, que tal um vant ? Apenas como exemplo o Falcão, poderia ser usado para vigilância e esclarecimento a partir de bases nos distritos navais…. Não precisa de vigilância 7/24, como vc disse, mas entrega um bom resultado com uma equipe menor.
E os custos são muito mais acessíveis do que um patrulha….o patrulhamento de longa distância e em caso de conflito deixa pros P-3, na nossa plataforma continental ficam só os Vants.

Bardini
Bardini
Reply to  Roberto Bozzo
7 meses atrás

Hermes 900 é uma solução superior

Roberto Bozzo
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Que seja….usei o Falcão como exemplo…um vant pode ficar no ar enquanto apenas troca-se o piloto em terra, diminuindo a carga de trabalho.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

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Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Tá, quantos conjuntos desses aqui, você poderia comprar com o valor desse Makassar aí?comment image

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Uns 10….se voce ficar somente com patrulha interna inferior as 200 milhas….mais proxima ao litoral….e mais nada….nada mesmo. Não compra NapaOc nem meio de esquadra ou auxiliar…infrutifero discutir a eficacia de meios especializados ….obvio que são melhores naquilo que fazem…mas so fazem aquilo…e então sua lista de compras não para….você vai comprar 10 destes ai e não chorar mais por meios de esquadra??? beleza….se não, não resolveu….de novo, ou compra um ou outro…..não tem dinheiro para comprar os dois… Na oportunidade que modelo é este? parece ter umas 200-300 ton parecido com a classe antiga Piratini….que a MB reclama da… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Então, bota que com o custo de 04 desses seus patos, seria possível ter 40 botes semelhantes a esses de 240t da damen + RHIB. Isso aí deixaria o policiamento costeiro em dia, no tocante a distritos. E além disso, é navio que poderia ser feito aqui dentro, com um pé amarrado nas costas… . Eu troco fácil… mas muito fácil. Atenderia muito melhor o basicão dos distritos, que onde está o problema da patrulha. . Até os americanos usam uma variante nacionalizada desse navio da DAMEN: . É algo nessa linha de raciocínio extremamente barato que o NPa 500T… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini, mas este barco stan 4207 possui 600 milhas de autonomia , ele aqui na MB seria um aviso de patrilha da mesma categoria do Classe Marlin da MB…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

A MB tem 06 deles inclusive. 05 em operação e ultimo ainda em construção pelo Inace

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Detalhe frontal. Apesar da largura do casco central, ele esta recuado no alinhamento dágua. Isto permite que ele tenha pouco contato com a agua em altas velocidades.

Isto é importante para a economia de combustível

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Corrigindo a informação:

São 111 m de comprimento e 30 metros de boca

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Notar que alem do casco inferior tripartido ser maior, existe um andar interno a mais em comparação a Barroso. Isto confere entre 4 a 5 vezes o volume interno

No desenho, ambos estão alinhados Na mesma altura do mar

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Detalha das diferenças externas do volume de casco

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Detalhe inferior: O casco trimaran é consagrado em duas grandes características oceânicas.

Baixa oscilação de bordo (balanço lateral) e casco de alta velocidade com baixa potencia e consumo

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Ideia de dimensoes comparativamente a navios maiorescomment image

carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Mas mesmo pensando fora da caixa como seu modelo Italiano, ele ainda assim mantem um perfil antigo de proa super-estrutura-popa, e o elemento aereo mais do que nunca reinara, ainda mais como mini drone, suicide drones etc… Um navio dura 40 50 anos….faz-se hoje…e dura tudo isto….mas em 10 podem ser lançados meios aereos que precisarão de uma plataforma, e isto acelera a ortodoxia a obsolescencia. Se alguem solucionar um CRV (Canard Rotor Wing) por exemplo, de onde ele poderia ser empregado? ai fica o cachorro correndo atras do rabo…não faz porque não de onde empregar…ou não emprega porque ninguem… Read more »

carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  Bardini
7 meses atrás

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carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

uma navio dura 40 a 50 anos…se alguem desenvolver um CRW onde voce o empregaria?…vai comprar outro navio porque o outro ficou obsoleto?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Admito que tbm achei complexo, alem da Tamandaré, na minha opinião, o que precisamos é de um OPV monocasco bem simples, com tripulacao enxuta e muitos víveres, com armamento básico, bastante velocidade e com algum tipo de drone de vigilância para pegar os pesqueiros ilegais, mas tem que pegar, só afugentar não vale!
Agora tem que fazer milagre com o orçamento!

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Concordo com o sr. Carlos Gallani

Esteves
Esteves
7 meses atrás

Carvalho,

Deixa te perguntar.

A MB manda navio de guerra pro mar para defender uma estratégia. Para vencer. Para despejar fogo. Então…precisa levar poder pro mar distante. Ou, contar com apoio logístico de bases ainda que flutuantes se estiverem mais próximos do litoral.

Pergunta.

Esses teus navios…cadê o poder?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Sistemas de misseis conteiráveis com 4 deles por conjunto custam aproximadamente US$ 10 milhões cada.

Como é uma arma hibrida que pode ser desdobrada de qualquer ambiente naval ou terrestre, você investe no inventario do fuzileiros de forma que possa também ser empregado por estes navios na Marinha.

Ter 4 ou 8 destes misseis embarcados estaria ruim, sem capacidade de ataque?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

300 km de alcance

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás

Amigo Carvalho, estamos fazendo um salada de fruta enorme com OPV, corveta, fragata, navio para CFN com navio para a MB, com navio de guerra e com navio de patrulha, com soluções improvisadas para problemas consolidados, as vezes amigo Carvalho, menos é mais! Com toda a dificuldade que temos e teremos financeiramente precisamos de segurança e não arrojo, simplicidade e confiabilidade da forma mais econômica possível, provavelmente teremos no máximo 4 Tamandarés e vários outros meios serão o descomissionados, temos que preservar as 4 Tamandarés para funções de GUERRA com letras maiúsculas mesmo e para isso precisamos de um OPV… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

A dita salada de frutas é intencional Conheço a missão diferenciada de cada um deles A questão é que você não terá grana para dois ou três tipos Se tiver OPV ou NapaOc ou simples Napa, não tera navios de combate Se tiver navios de combate, não terá OPVs e todo o resto… As ilustrações são apenas provocativas. Tem a intenção de delinear algo parecido e universal para as três funções… Não adianta se iludir que sai mais mais barato investir em modelos distintos de cada especialidade Não sai, nunca saiu e nada indica que sairá . Veja a Tamandaré!!!… Read more »

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Concordo com muito do que vc disse, eu mesmo critiquei acima a ilusão que é o ToT das Tamandarés e dos Gripens mas essa estratégia de concentrar até as funções menores em um único navio é furada na minha opinião, se vamos economizar na construção vamos gastar na operação, Marinha de guerra é uma coisa, guarda costeira é outra e fuzileiros são outra tbm, cada um tem uma necessidade, misturar tudo em um único casco simplesmente não vai dar certo, não dá pra pra ser porta helicópteros para os fuzileiros, navio de escolta para a MB e ainda ter o… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carlos Gallani
7 meses atrás

Gallani, não é a solução mais charmosa. Mas é a mais logica. Mostrei que o grupo propulsor e gerador de um Makassar e uma Amazonas são similares e desta forma, custo similar no diesel. Parece absurdo, mas não é…um foi feito para ser lento, sem requisito de velocidade, e a Amazonas vai até uns 25 knots…mas veja que o mar é cruel…a escala de consumo a cada knot de aumento de velocidade é logarítmico…quase dobra….é por isto que o cruzeiro de forma geral fica em torno de 18 knots mesmo para navios de guerra..a agua atua como uma cola….a resistencia… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
7 meses atrás

Carvalho,

Precisava resolver o problema dos escoltas.

Resolveram assinando um contrato de 4 que é óbvio que quando a última for incorporada e se não tiver sofrido atualizações, estará mais a serviço do aprendizado que esperamos conseguir.

Se a quarta chegar tem que chegar atualizada.

ToT, transferência de tecnologia, aprendizado, continuidade…isso precisa de base científica, de pesquisa para acompanhar o que se aprende e aplicar.

Com 4?

Ao custo de bilhões de euros?

Mestre,

Qual o nome de um problema sem solução?

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

H225M
01 ou até 04 destes embarcados = 02 ou 08 misseis
Alcance H225M 750 km + 70 km Exocet BR = 820 kmcomment image

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Artilharia anti aerea modular do EB ou Fuzileiros.comment image
Direct protection of the land forces is still provided by the towed ZUR-23-2KG combined artillery-missile anti-aircraft systems. Image Credit: M. Dura

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
7 meses atrás

http://sistemasdearmas.com.br/mis/rbs70kanimbla.jpg
RBS-70 tambem é equipamento de Fuzileiros…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
7 meses atrás