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Porta-aviões USS Gerald R. Ford (CVN 78) tem sistemas de combate postos à prova

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Jatos Hawker Hunter da Airborne Tactical Advantage Company ajudaram a testas os sistemas de combate do Ford

OCEANO ATLÂNTICO – O USS Gerald R. Ford (CVN 78) da Marinha dos EUA concluiu recentemente os testes de sistemas vitais de combate em andamento no Oceano Atlântico.

Esses testes, realizados durante a fase de testes e provas pós-entrega do Ford (PDT&T), são projetados para enfatizar as capacidades do sistema de combate do navio e demonstrar a bem-sucedida integração de novas tecnologias, que a tripulação emprega para defender o porta-aviões.

Cmdr. Ron McCallister, oficial de sistemas de combate do Ford, observou que o teste era um esforço colaborativo entre o Naval Sea Systems Command, juntamente com a maior comunidade técnica e a força do navio.

“Os testes exercitam o conjunto de sistemas de combate como uma unidade completa e garantem a máxima disponibilidade para atender aos requisitos das missões de combate e autodefesa”, disse McCallister. “No final, o conjunto de sistemas de combate alcança o máximo de prontidão e os marinheiros desenvolvem mais competência operacional e técnica.”

A primeira certificação de sistemas de combate integrados do Ford testou o Air Traffic Control Radar Beacon (ATCRB) e a identificação de amigo ou inimigo (IFF). Os testes, realizados durante vários dias, avaliaram a capacidade do ATCRB de rastrear contatos aéreos e de superfície e identificar aeronaves amigas e inimigas usando um sistema de identificação avançado. O IFF é usado não apenas para identificação positiva, segura e de amigos, mas também para controlar aeronaves.

“Usamos um sistema de interrogador para desafiar os transponders de aeronaves para identificação”, disse Juannietagrace Okeli, especialista em operações de segunda classe, de Moss Point, Mississippi. “O interrogador, a capacidade de engajamento cooperativo e os Sistemas de Autodefesa de Navios (SSDS) trabalham juntos para nos fornecer a identificação de combate”.

O Ford também concluiu recentemente o teste de desenvolvimento marítimo (SBDT) de sistemas vitais de combate. Este foi o primeiro teste completo do sistema de combate integrado contra adversários táticos. Os testes foram conduzidos com os aviões a jato Kfir e Hawker Hunter da Airborne Tactical Advantage Company. A tripulação do navio acompanhou as aeronaves usando o Dual Band Radar (DBR) do Ford.

“O SBDT é um trampolim para o Combat Systems Ship Qualification Trial do Ford (CSSQT) e testes operacionais subsequentes da Marinha”, disse o comandante William Buell, oficial do centro de direção de combate do Ford. “Nossas operações do SBDT foram executadas sem problemas, o que é um bom indicador de sucesso futuro no CSSQT.”

Como parte do SBDT, os marinheiros do departamento de sistemas de combate do Ford realizaram um carregamento de munições simuladas para operadores no Centro de Direção de Combate (CDC) do navio para simular o engajamento das aeronaves.

“Foi encorajador ver os resultados de nosso trabalho coletivo valer a pena e provar a capacidade de combate da classe”, disse Sam Lantinga, Fire Controlman de 2ª classe, de Grand Rapids, Michigan. “Sem esses sistemas de autodefesa, o Gerald R. Ford não seria capaz de fornecer efeitos letais aos adversários de nossa nação”.

O Gerald R. Ford é o primeiro da nova classe de porta-aviões e o primeiro novo porta-aviões projetado em mais de 40 anos. O Ford está no mar realizando qualificações para pilotos navais no Oceano Atlântico.

Caça F-21 Kfir passa pelo Ford

FONTE: US Navy

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Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
9 meses atrás

Que maquina…

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Ricardo Bigliazzi
9 meses atrás

Que babão, você…os próprios americanos estão duvidando do conceito desses porta-aviões, ante a ameaça terríveis dos mísseis russos e chineses. Caso seja afundado, imagina só que um elefante branco desses tem que destruir de 80 a 100 aviões inimigos + bilhões de equipamentos inimigos + eliminar mais de 5000 combatentes só para ter “empatado” o jogo.

Francisco Bastos
Francisco Bastos
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Quanta merd… saiu destes dedos. Difícil é chegar pelo menos no ‘caso seja’. E olha que sou neutro nessa briga de torcidas aqui.

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Francisco Bastos
9 meses atrás

Tem matéria recente aqui no poder naval demonstrando que os americanos vão construir menos porta-aviões dessa classe do que inicialmente planejaram. Então, quando eu falo tenho base. E quanto a você ser neutro, significa que é um direitista-olavista que usa shampoo neutro? ou neutro significa que não é nem macho nem fêmea?

Teropode
Reply to  100nick-Elã
1 dia atrás

Vc não tem base em nada , um patético que precisa citar direita-olavista para fazer valer seu ponto de vista não passa de um mané , e por favor não fale mentira , os 4 planejados serão produzidos , a única coisa fita pelos americanos é que serão os últimos grandes PAs , por questão de futuro , te prá finalizar : São realmente umas máquinas formidáveis, verdadeiros embaixadores da Pax americana . A China persegue este sonho também , só vc com esta viralatisse crônica não vê isso .

Observador
Observador
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Olha amiguinho, há uma gigantesca diferença entre o que você que seja e a realidade. Se esses misseis ultrafodásticos realmente fossem o bicho, acho que EUA saberiam muito mais sobre eles que meros leitores de foruns de internet, né? e já teriam tomado atitudes. Mas, eles ainda estão construindo novas navios desses, o que significa que a realidade pode ser um pouquinho diferente que tu pensa.

Teropode
Reply to  Observador
1 dia atrás

Correto , além do mais se estes mísseis fossem imbatíveis a China não estaria construindo seus PAs , a não ser que o é100noção acha que só China tem esta capacidade , .

filipe
filipe
9 meses atrás

A principal inovação dessa classe é o EMALS, do resto é quase um Nimitz melhorado.

Dalton
Dalton
Reply to  filipe
9 meses atrás

São tantas “inovações” que não dá para dizer que trata-se apenas de um “Nimitz melhorado”, além das “EMAL” há outras como… – um novo maquinário para retenção de aeronaves que pousam significando menos estresse à estrutura das mesmas principalmente das não tripuladas; – dois reatores nucleares de um tipo completamente novo, gerando mais energia para futuras armas por exemplo e exigindo menos pessoal; . – elevadores que transportam armas das entranhas do navio diretamente para o convés mais rapidamente evitando áreas improvisadas como refeitórios; . – a “ilha” deslocada mais para trás propiciando mais espaço e agilidade nas operações aéreas;… Read more »

Silas
Silas
Reply to  Dalton
9 meses atrás

já esse não conhece nada de navios… rs

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Sem falar no radar, agora inteiramente de varredura eletrônica, não tem mais aquele quadradão do SPS-48, o Ford é outro PA. Fico pensando nos ingleses com 2 ilhas monstruosas, enquanto o Ford maior e mais poderoso com apenas uma, enxuta, bonita e esguia. Pra mim os ingleses perderam a mão totalmente.

Teropode
Reply to  Gus Talking
9 meses atrás

Dizem que as ilhas terão comandos separados, aereo e naval , ja o Ford com o triplo da capacidade possui só uma diminuta ilha , séria o nivel da automação que f3z a diferença.

Dalton
Dalton
Reply to  Teropode
9 meses atrás

O “Queen” tem duas salas de máquinas muito distantes uma da outra até para garantir uma sobrevivência maior no caso do navio ser atingido e cada sala de máquinas “tem” uma chaminé de grandes proporções. . Ao contrário do “Invincible” que tinha uma superestrutura corrida, decidiu-se ter duas separadas, a primeira focada na navegação e a segunda em operações aéreas, cada uma uma englobando uma chaminé e entre elas colocar um grande elevador de aeronaves. . O “Ford” não apenas não tem chaminés como a doutrina americana reza que a “ilha” tem que ser pequena para não atrapalhar a grande… Read more »

Cosme Eustáquio
Cosme Eustáquio
Reply to  Dalton
9 meses atrás

Mas ainda assim as principais inovações de fato são as catapultas e o sistema de parada, pois o reator por mais que seja mais potente, não apresenta nenhuma inovação na área de reatores nucleares. Quanto a reposicionamento da ilha da belonave é uma volta ao passado, e a redução no numero de elevadores é o retorno ao modelo que se mostrou mais eficiente, as vezes menos é mais. as demais “evoluções” nada mais são que parte do processo de evolução que afeta a todos nós, então não apresentam nada de novo como você afirma

Dalton
Dalton
Reply to  Cosme Eustáquio
9 meses atrás

Veja que usei a palavra inovações entre aspas por conta do outro comentarista ter usado, seja inovações ou diferenças a realidade é que trata-se de um projeto novo enquanto o “Nimitz” foi projetado mais de 50 anos atrás ! . Fiquei curioso quanto ao reposicionamento da “ilha” ser uma “volta ao passado” , você pode citar algum NAe do passado com essa configuração? . Quanto ao número de elevadores, desde o primeiro “Super Carrier”de 1955 padronizou-se 4 elevadores para aeronaves, então o “Gerald Ford” é o primeiro “Super” a ter 3 mais capazes e foi justamente o abandono do elevador… Read more »

Teropode
Reply to  Dalton
1 dia atrás

Mestre Dalton acho que ele queria saber mas tinha preguiça de pesquisar e vergonha prá perguntar 👍👍👍👍👍

Silas
Silas
Reply to  filipe
9 meses atrás

esse conhece de navios…

Dalton
Dalton
Reply to  Silas
9 meses atrás

Eu tento Silas, mas, é mais uma obsessão por navios do que grande conhecimento.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  filipe
9 meses atrás

Acabamos de descobrir que o filipe não sabe nada de porcaria nenhuma!

Teropode
Reply to  filipe
1 dia atrás

Nossa é mesmo , pts , o Brasil mendigando parceria pra construir 4 barquinhos patrulha por falta de capacidades técnicas e vc um jenio da Net desperdiçado aqui neste espaço kkkkkkkkkkkk

Victor Filipe
Victor Filipe
9 meses atrás

Os caras usam aeronaves para treino que são melhores do que muitos ativos de forças aéreas por ai…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Victor Filipe
9 meses atrás

Já eram pilotos experientes e nessas empresas eles voam mais que muitos pilotos na ativa nas Forças Aéreas.

Jagderband#44
Jagderband#44
9 meses atrás

Incrível mesmo são aeronaves de 70 anos atrás estarem voando.

ALEX TIAGO
Reply to  Jagderband#44
9 meses atrás

Tu95 e derivações e B52 e derivados realmente são máquinas incríveis lindas e maravilhosas que aceitam modernizados. Não digo 70 anos mas quase 60 anos

Top Gun Sea
Top Gun Sea
9 meses atrás

Para um projeto de porta aviões caríssimo de desenvolver e de operar como a classe Ford é melhor ter erros de projetos na rede de esgoto e nas privadas do que no sistema de combate.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

Mas o projeto ainda tem carência em resolver problemas no sistema de combate. Um relatório enfatizou que o sistema de guerra eletrônica a bordo e o radar multifuncional falhou em manter as detecções e rastreamentos, o que afeta a capacidade de engajamento cooperativo, pois reduz a capacidade geral de autodefesa do navio.

Esses testes informados da matéria devem ser os testes que ajudarão a descobrir problemas com esses sistemas.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
Reply to  Top Gun Sea
9 meses atrás

Pois é ouvi dizer que vão chamar os “Mario bros” pra resolver o problema, ou então vão ter que mudar a dieta dos tripulantes e pilotos….

Augusto L
Augusto L
Reply to  Rodrigo Maçolla
9 meses atrás

Mas o radar SPY-6 não esta pronto so entrara em operação em 2023, alem que é um sistema de combate que sera compartilhado com outras classes de navios

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
9 meses atrás

O radar multifuncional é o SPY-3.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Matheus Santiago
9 meses atrás

Da classe ford sera o SPY-6

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
9 meses atrás

Tu sabe a diferença entre um “MFR” de um radar AESA?
Eu queria muito saber isso.

Leandro Costa
Leandro Costa
9 meses atrás

Hawker Hunter = Sexy!

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Leandro Costa
9 meses atrás

Tenho que concordar com o relator kkkkkkkkk

Teropode
Reply to  Leandro Costa
9 meses atrás

Tenho que concordar com o relator 2 . Ingleses sabiam fazer aviões, criavam soluções interessantes .O vulcan é o mais belo exemplo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Teropode
9 meses atrás

Difícil eu conseguir escolher um preferido entre as máquinas inglesas. Mas certamente o Vulcan está entre eles.

Dr.Pimpolho
Dr.Pimpolho
9 meses atrás

Off topic, algumas imagens do incidente entre o Resolute e o GC-23 Naiguata:

https://twitter.com/ConflictsW/status/1246520629760843780

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Dr.Pimpolho
9 meses atrás

Belo off topic, corrobora com minha opinião de que o resoluta agiu para preservar a própria integridade!

José de Arimateia
José de Arimateia
9 meses atrás

Alguem sabe me dizer se a catapulta eletromagnetica dessa bagaça já está em funcionamento?

Dalton
Dalton
Reply to  José de Arimateia
9 meses atrás

Sim, tanto que o USS Gerald Ford tem realizado qualificações de pilotos
da Ala Aérea 8 designada para o USS George H W Bush que encontra-se em manutenção e também dos Esquadrões de Treinamento/Reposição.

100nick-Elã
100nick-Elã
9 meses atrás

São lindos, os EUA deveriam construir mais 20 desses.

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Obrigaria a Rússia a gastar 20 mísseis tipo khinzal para afundá-los. Terrível para a Rússia.

Tutu
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Odeio essa briga de torcida, mas….

Caso os americanos um dia venham a ter um míssil semelhante, quantos eles precisariam usar para afundar a vasta frota russa de navios aeródromos?

Cada um com seus problemas….

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Tutu
9 meses atrás

Eles não precisam invadir ninguém, mas podem atingir qualquer país do mundo com seu mísseis balísticos intercontinentais, seus submarinos – nucleares ou a diesel – e seus TU-160. Fazem o mesmo que os americanos a um custo bem menor.

“Odeio essa briga de torcida, mas….” – sei que odeia, principalmente quando vc está de um lado delas e está perdendo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Hmmm… Chechênia, Geórgia, Ucrânia, Tajiquistão, Daguestão… e isso para não mencionar mais e mais levantes que ocorreram e de vez em quando ainda pipocam nas fronteiras mais esquecidas da Rússia e que são esmagadas pelo exército vermelho e às vezes com muito custo. Mas enfim… mas não precisam invadir ninguém…

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Leandro Costa
9 meses atrás

Às vezes com muito custo? em que mundo vc vive? só um pouco no Afeganistão, mas o desempenho do exército vermelho lá foi muito superior ao desempenho dos EUA, isso dito pelo próprio Taliban e pelos fatos. Chechênia não é um país, é dentro da própria Rússia, portanto eles não invadiram ninguém; Geórgia que atacou os russos primeiros, isso foi reconhecido pela própria OTAN; Ucrânia, o Ocidente deu um golpe de estado ilegal lá, o objetivo era absorver a Ucrânica à OTAN e tomar, por meios políticos, a base naval russa de Sevastopol (loucura total!!!); Tajiquistão? Daguestão? só existem ataques… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Tutu
9 meses atrás

Exato, “cada um com seus problemas”. Os EUA estão distantes geograficamente de seus aliados e potenciais adversários então precisam ir até eles e contar com aeronaves de caça/ataque, reconhecimento, etc, é importante. . Já a Rússia estende-se da Europa até à Ásia, do Ártico até o Mar Mediterrâneo, os “problemas” estão próximos então a necessidade de uma marinha de “águas azuis” é menor, tanto que a espinha dorsal da marinha russa é formada por pequenos combatentes de superfície. . Um NAe não é pensado apenas para combater a Rússia e há também outras utilidade para um NAe menos visíveis como… Read more »

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Dalton
9 meses atrás

O kuznetsov, embora seja inferior ao Nimitz em projeção de poder (mas não em táticas defensivas perto do seu território), faz o mesmo que um Nimitz contra países de terceiro mundo. Por exemplo, para dissuadir o Brasil, o Kuznetsov daria conta com sobras. A Rússia não precisa de porta-aviões, na minha opinião e na opinião de vários analistas militares russos. Num embate entre as marinhas dos EUA e da Rússia, eu apostaria muito mais na tática formiga da Rússia (ataque de vários navios pequenos) do que na tática elefante branco dos EUA. Perdas em batalha ocorrem, por melhor que seja… Read more »

Raphael
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Esqueçam a Rússia, isso é coisa de coroa, essa agora está ajudando os EUA direto com materiais hospitalares, o foco agora é a China 🇨🇳

100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Raphael
9 meses atrás

Numa guerra contra os EUA, a China pode contar com a Rússia – e seus 7000 mísseis balísticos intercontinentais nucleares (maior arsenal do mundo, superior ao dos EUA), seus SU-57, SU-35, SU-34, SU-25, Mig31, Mig35, tanque T-14 Armata, TU-160, mísseis Khinzal, mísseis skander, kalibr, Satan2, Status-6, Cruzador Nuclear Pedro o Grande, tanques T90, sistema Glonass, etc etc etc.

China e Rússia, Rússia e China – unidas por longo tempo.

Dalton
Dalton
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

A Rússia não tem 7000 mísseis intercontinentais, você está confundindo com ogivas sendo que apenas uma fração delas está implantada em mísseis, o restante na reserva e o mesmo ocorre com os EUA, portanto a diferença entre ambos não é significativa e cá entre nós, não é hora ou nunca é de se pensar em guerra nuclear. . Só como exemplo, por conta de acordos os EUA reduziram o número de SLBMs Trident de 24 para 20 a bordo de seus SSBNs classe “Ohio” e mais reduções serão feitas pois já há armas mais que suficientes para destruir o mundo.… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  100nick-Elã
9 meses atrás

Talvez quando o “Kuznetsov” retornar modernizado ele seja de alguma valia, mesmo contra o Brasil, pelas suas palavras, pois em 2016, ao ser enviado à Síria, 2 aeronaves foram perdidas no espaço de 3 semanas devido à falhas do equipamento de retenção e depois disso o restante das poucas aeronaves a bordo operaram a partir de terra. . A sua tática “formiga” só funciona se uma marinha adversária tiver que aproximar-se demais e não há tantos “navios pequenos” assim. É preciso descontar os que não estão certificados para combate devido à idade e falta de cuidados, os que estão em… Read more »