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Incêndio a bordo do porta-helicópteros Type 075 da China

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Um incêndio irrompeu no interior do primeiro porta-helicópteros Type 075 da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy), em 10 de abril.

O navio de guerra estava nos estágios finais de acabamento da construção nas instalações da Hudong-Zhonghua Shipbuilding (HDZH) em Xangai, onde foi lançado em 25 de setembro do ano passado.

O fogo foi apagado rapidamente, mas os danos causados no navio de guerra não são conhecidos e também não se sabe se o incidente afetará o cronograma. O próximo marco importante para o navio são os testes no mar.

O Type 075 é uma nova geração de embarcações de assalto anfíbio e muito maiores do que navios semelhantes anteriormente construídos para a PLA Navy, como os navios de desembarque doca (LPD) Type 071 de 25.000 toneladas.

O porta-helicópteros de 35.000 toneladas dará à Marinha Chinesa a capacidade de desdobrar helicópteros, embarcações de desembarque e tropas para projeção de poder sobre terra e também operações antinavio e antissubmarino. As embarcações também serão capazes de conduzir operações de controle marítimo.

Segundo os últimos informes, o lançamento do segundo navio da classe é iminente.

Type 075 visto pela popa após o incêndio a bordo
Porta-helicópteros Type 075 no dia do lançamento ao mar
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Fernando Turatti
Fernando Turatti
3 meses atrás

Cozido de porta-helicópteros

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

Se o acidente ocorreu sem feridos ou mortos, menos mal. No resto é só chamar um martelinho de ouro para acertar algum dano na lataria e está pronto … segue o baile.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
Reply to  Alexandre Cardoso
3 meses atrás

Vocês não estão entendendo! Foi só uma esterilização no campartimento da doca para matar o covid 19 e assim retomar os trabalhos. Falando sério espero que não houve vítimas e parace não comprometeu a integridade do casco.

leandro
leandro
Reply to  Fernando Turatti
3 meses atrás

pelas marcas de fumaça foi um incêndio relevante… mesmo que o fogo foi controlado rapidamente… o calor com certeza deve ter causado algum dano estrutural no aço, só resta saber se é possível a substituição das áreas afetadas.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

Que bronca, espero que não tenham sidos mortos.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Apenas boas palavras de consolo e incentivo sobre o caso pra demonstrar a Qu Yuhui que somos maduros em relação à China, assim como o Tedros e a OMS são.

Celsoskl
Celsoskl
Reply to  Alex Barreto Cypriano
3 meses atrás

Deixaram o caldeirão de sopa de morcego ligado. Ou um chique elétrico em algum médico deu curto…

Carlos Gallani
Carlos Gallani
3 meses atrás

Muita fumaça saindo por lugares bem distintos, não foi coisa boba não!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Carlos Gallani
3 meses atrás

A fumaça saiu pelas averturas do hangar que e continuo ao longo do navio. Geralmente eles tem portas corta fogo, tipos as de bar que se fecham nesses casos más acho que não seguram a fumaça.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Olá Cris. A dúvida é se as portas de emergência já estava operando ou “travadas” durante os trabalhos no estaleiro. Trabalhei por alguns anos em uma grande construtora em S.Paulo. Canteiro de obras é um lugar muito perigoso, mas parece que estaleiros são bem mais perigosos.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Camargoer
3 meses atrás

Eu tenho o “especial básico de combate à incêndio”, uma coisa que a gente acha óbvia mas é bem mais complexa é um navio em chamas está tentando te matar com força, poucos segundos e uma decisão errada representam a morte, o exercício da casa de fumaça é bem revelador para os incautos.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Carlos Gallani
3 meses atrás

Também acho que queimou muita coisa

Dalton
Dalton
3 meses atrás

Há um antigo ditado na US Navy que diz que “Every sailor is a firefighter” e são inúmeros os incêndios estando o navio em missão ou manutenção com sua cota de mortos e feridos.
.
Já que o navio chinês é similar a um classe “Wasp” só de curiosidade, em novembro, um da classe o USS Iwo Jima (LHD 7) enquanto em manutenção sofreu um incêndio que durou cerca de cinco horas, felizmente não havendo vítimas fatais.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Chineses gostam de copiar mesmo … mas uma copia é e sempre sera apenas uma copia, nunca é perfeita

Kommander
Kommander
Reply to  Entusiasta Militar
3 meses atrás

Coitado dos Russos e Americanos, Europeus, pois vivem se copiando e fazendo engenharia reversa. Acredito que o material deles seja bosta, já que são somente “cópias”.

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Kommander
3 meses atrás

Kommander, eu até concordo, mas a diferença é o padrão de qualidade italiano, alemão, inglês, francês… Eu, por exemplo, adoro motos e sonho com uma MV Agusta, uma Ducati, Aprilia, BMW, Triumph, Norton, enfim, e não com uma Jialing ou Haojue. Chineses nunca tiveram fama de prezarem pela qualidade de maneira geral, principalmente no quesito durabilidade ou acabamento final de seus produtos. São muito competentes na produção veloz, massificada. Mas a que custo?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Rsrsrsrs
Chega a ser irônico… Copiando tudo, até os defeitos… Rsrsrsrs

Airacobra
Airacobra
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Bem por ai Dalton, nos comparando com os bombeiros temos o diferencial de que realmente apagamos o incêndio, pois se não apagarmos, morremos queimados ou afundamos junto com o navio, enquanto os bombeiros de terra só fazem a contenção para que o incêndio não se alastre para edificações adjacentes e no final so fazem o rescaldo, sem querer desmerecer o digno e louvavel trabalho dos bombeiros, mas poucas são as vezes que realmente apagam os incêndios.

filipe
filipe
3 meses atrás

Já tivemos incêndios na Itália no LSS Vulcano, na Turquia no LHD/TCG Anadolu , e na Russa no Portaviões Kuznetsov , agora esse incidente na China no LHD Type 075, vem mostrando que os acabamentos em navios são operações de enorme complexidade, a China esta construindo secretamente o Portaviões Type 002 e 003 , e mais complexo ainda esta a construção dos submarinos SSN Type 095 e SSBN Type 096.

Luiz Floriano Alves
Reply to  filipe
3 meses atrás

As marinhas de tradição fazem exercícios frequentes de combate ao fogo, com grande seriedade e competência. Espero que a MB mantenha esse padrão. O fogo a bordo costuma afetar a parte eletro eletrônica de modo devastador. O uso de composites e alumínio aumentam a carga incêndio e apresentam dificuldades extras no combate ao fogo. Pior no caso de submarinos que, alem do fogo temos riscos de derrames de produtos químicos e radiativos (nucleares). Tudo requer frequentes exercícios de controle de danos.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Bom dia, Luiz… nós fazemos exercícios de CAv diariamente com o pessoal de serviço quando no porto… eventualmente no porto e sempre em viagem, esse adestramento é realizado com toda a Tripulação… abraço…

willhorv
willhorv
Reply to  Fernando XO
3 meses atrás

Entendo a importância disso. Sabemos também, que os sistemas de nossos navios nem sempre encontram-se operacionais, seja por falta de verbas ou por serem obsoletos. Pergunto, os sistemas de controle de danos dos nossos navios recebem prioridade máxima em prontidão? Estão operacionais em sua plenitude?

José Carlos David
José Carlos David
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

O Controle de Avarias na Marinha do Brasil é algo levado à sério. Servi muitos anos embarcado e vi de perto o treinamento e a capacidade do pessoal, inclusive em incêndios reais.

Machado
Machado
Reply to  filipe
3 meses atrás

A MB tem cursos para controle de avarias (CAV). São ministrados no CAAML (Centro de Adestramento Almirante Marques Leão) também chamado de Camaleão localizado no Rio de Janeiro. Tem o ELCAV (Curso Elementar de Controle de Avarias) e FICAV (Curso de Fiel de Controle de Avarias). Aulas teóricas e práticas.

Corcel
3 meses atrás

Copiaram bem os russos.

Mercenario
Mercenario
Reply to  Corcel
3 meses atrás

1. Ou “copiaram” os italianos, já que o LSS Vulcano também sofreu um incêndio.

2. Quanto ao caso chinês, obviamente eles não vão divulgar os danos e vão minimizar o ocorrido, como manda a cartilha do governo local.

Alexandre
Alexandre
3 meses atrás

Este exército precisa ser derrotado

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Alexandre
3 meses atrás

Ao fim dessa pandemia o mundo será obrigado a vingar-se da China. Infelizmente não creio que seja por meios bélicos, mas ao menos economicamente a coisa irá pegar. Esses dias foram 2b de dólares liberados pelo governo do Japão para suas fábricas mudarem-se da China, seja pro Japão ou não.
A China como potência ascendente acabou. Ao menos a governada pelo PCC.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Alexandre
3 meses atrás

É só ir lá fortão, quer a passagem? Mas só de ida, a volta é uma incógnita.

Foxtrot
Foxtrot
3 meses atrás

A parte mais chamuscada está a ré ou popa do porta helicópteros, ao que parece foi na casa de máquinas e caldeiras as regiões mais afetadas.
Não será tão rápido o conserto assim não, se bem que na China as coisas são feitas da noite para o dia.
Espero que nenhum marinheiro tenha morrido ou se ferido !
Mas esse projeto 075 é uma linda máquina.
Que inveja como brasileiro viu!

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Foxtrot
3 meses atrás

Eles já limparam a fuligem da popa. Fizeram a restauração(repintura) em questão de horas. Agora é uma questão de saber se houve algum dano estrutural no navio ou se houve algum dano em partes-chave do navio, o que pode acarretar entre um mês ou mais em reparos – mesmo considerando a capacidade industrial do estaleiro HDZH. Se qualquer um desses dois for verdade, provavelmente vamos esperar que chegasse à doca seca nos próximos meses para resolver o problema. Se o navio não voltar para a doca seca nos próximos dois meses, acho que as chances são de que o dano… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Matheus Santiago
3 meses atrás
Brunow
3 meses atrás

Este é o pior estágio para um navio em construção (finalização) pegar fogo – no pós lançamento, quando os eletrônicos e sistemas de cabos já foram instalados. “Segura”, que na maioria dos casos o prejuízo é grande..

Audax
Audax
3 meses atrás

O fogo foi controlado rapidamente? O navio queimou da metade até a popa. Fez foi um belo estrago isso sim.

Tupinamba
Tupinamba
3 meses atrás

É o governo chinês quem divulga informações e fotos desse tipo ?

Maus
Maus
Reply to  Tupinamba
3 meses atrás

Nunca

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Tupinamba
3 meses atrás

O governo chinês no máximo vai falar qualqier coisa do tipo que o fogo mostrou o navio como melhor que seu análogo americano!

Bong
Bong
3 meses atrás

Conversei com alguns colegas que trabalharam nos projetos de FPSO fabricados na China. Todos confirmaram que os requisitos de segurança que no Brasil exigimos lá não é sequer levado em consideração. Exemplo: Efetuar um serviço de pintura no mesmo ambiente onde está sendo executado serviços de corte e solda.
São regras simples e eles nem ligam…
Tudo para entregar a obra no prazo ou até mesmo antes do prazo.
Na construção dos FPSO houveram muitos acidentes e inclusive alguns trabalhadores faleceram.
Essa é o custo da eficiência chinesa de construção.

Maus
Maus
Reply to  Bong
3 meses atrás

Qualidade>>>>>>>quantidade.

Andre
Andre
Reply to  Maus
3 meses atrás

Segunda guerra que o diga

Machado
Machado
Reply to  Bong
3 meses atrás

No Brasil não é diferente. O AMRJ só Deus pra proteger. Os trabalhadores estão a própria sorte

sagaz
sagaz
Reply to  Machado
3 meses atrás

Machado, você deve ser um daqueles da lacração que taca pedra na indústria nacional e bate palmas para as escolas de samba… vai lá em barracão de escola de samba bater palma.

Jagderband#44
Jagderband#44
3 meses atrás

Cópia do Wasp Class?

Dalton
Dalton
Reply to  Jagderband#44
3 meses atrás

É o mais próximo de um classe “Wasp” em construção hoje em dia, Jagder sendo um pouco menor, mas, não é uma cópia e a mais significativa diferença são os elevadores para aeronaves. . Há uma semelhança na disposição de elevadores com o espanhol “Juan Carlos” com um grande elevador a ré do convés de voo que foi introduzido na US Navy pela classe “Tarawa”, todos já descomissionados e um elevador menor adiante da superestrutura, porém não lateral e também em comum há um guindaste adiante da superestrutura. . Nos navios da US Navy, “Wasp” e “America” foi abolido o… Read more »

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  Dalton
3 meses atrás

Entendi Dalton.
Na realidade é uma adaptação do conceito.

Dalton
Dalton
Reply to  Jagderband#44
3 meses atrás

Todos são filhos do “Tarawa” de 1976, como o “Wasp” , os futuros “America Flight I” já que os dois primeiros “Flight 0″ não comportam doca para embarcações de desembarque”, ” Juan Carlos I” e seus derivados para à Austrália e Turquia, “Mistral” francês, “Dokdo” da
Coreia do Sul, o italiano “Trieste” e o “075” chinês.

Maus
Maus
3 meses atrás

Eu já vi “pessoas” dizendo que foi a CIA, se foram eles mesmo o EUA venceria a ww3 com uma mão na roda.

Wellington
Wellington
3 meses atrás

Sorte dos oponentes que a China usa produtos chineses.

Jonatan
Jonatan
3 meses atrás

Mais uma vez vemos como o rápido crescimento chinês, não é nem de longe sinônimo de qualidade! Vão ter que comer muita sopa de morcego para chegar a canela da US NAVY! Chora chings!

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Jonatan
3 meses atrás

Acidentes acontecem, e o dinheiro para reparar qualquer coisa que possa ter sido danificado no incêndio, é troco de padaria para a China meu amigo,
ao contrário de nós que não temos grana para concluir sequer uns navios patrulha, dinheiro não falta a eles…

Kemen
Kemen
3 meses atrás

Nas cópias sempre se podem melhorar alguns itens que se sabe poderiam ser corrigidos, não é regra geral, no caso é um porta helicópteros, não um radinho chines do tipo que se vende na rua. Não que isso seja uma regra geral, é lógico, mas só se sabera depois que o P.H. entrar em serviço. Tem muito pais que compra projetos para produção local, também são “cópias” com algumas coisas adequadas às exigencias locais, na maioria das vezes nos compartimentos internos e em alguns sistemas, muitas dessas cópias mostraram ser boas, inclusive as produzidas no nosso pais.

Corcel
3 meses atrás

Corona carma.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
3 meses atrás

Acidentes acontecem, e o dinheiro para reparar qualquer coisa que possa ter sido danificado no incêndio, é troco de padaria para a China meus amigos,
ao contrário de nós que não temos grana para concluir sequer uns navios patrulha, dinheiro não falta a eles

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Adriano Madureira
3 meses atrás

O tanto que o governo chinês gasta em construção e equipamento militar para estimular a economia um dia terá a conta para ser paga, aí veremos como fica, se deixar de crescer quebra.

Raphael
3 meses atrás

Burn…let them burn! 🔥

Mgtow
Mgtow
3 meses atrás

Sem problemas. Eles resolvem isso rapido. Segue o jogo

J-20
J-20
3 meses atrás

Alguém vai ser demitido por isso hahaha

jorge domingos
jorge domingos
3 meses atrás

PORTA HELICOPTERO “MADE IN CHINA” ==> FOGO !! (interno )

Luiz Floriano Alves
Reply to  jorge domingos
3 meses atrás

Porta aviões e porta helicópteros devem se equipar com canhões de espuma invertidos. Ou seja colocados no nível do piso e dirigidos aos riscos (aviões, depósitos de combustível e munições, etc…). Isso já na fase de montagem, eis que acidentes com fogo são comuns devidoa operações de solda e corte, com maçaricos a fogo ou a laser.. Os ,italianos que o digam….tiveram um barco semelhante atingido violentamente nos estágios finais de construção. Falha da engenharia de segurança contra fogo.

Bong
Bong
Reply to  Luiz Floriano Alves
3 meses atrás

Durante a fase de Construção e Montagem os últimos sistemas e subsistemas que são comissionados são exatamente os sistemas de combate a incêndio, seja por espuma, água ou CO2. Isso normalmente se apresenta na maioria dos estaleiros no mundo. Visto que esses sistemas devam estar operacionais durante a navegação e não atracado no estaleiro. Pois a embarcação não está entregue ao cliente, e sendo assim o estaleiro é ainda responsável pelo comissionamento, preservação e eventuais reparos que ocorrem. Outro informação importante é que a o sistema de combate a incêndio com espuma precisa de água para o líquido gerador de… Read more »

Sagaz
Sagaz
3 meses atrás

Calma galera, devia ser apenas um churras de morcegos…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

Em menos de 24 horas as marcas do incendio
já sumiram, pintaram tudo!
https://twitter.com/sebh1981/status/1249239523453796352

André Luís
André Luís
3 meses atrás

Alguém tem notícias do Kuznetsov?

Dalton
Dalton
Reply to  André Luís
3 meses atrás

Segundo li o incêndio não irá atrasar a modernização e o prazo de entrega continua sendo até o fim de 2022, o que é bastante otimista tendo em vista os atrasos frequentes ocorrendo com outros navios e submarinos, mas, tudo é uma questão de prioridade e se dinheiro for injetado de forma consistente
pode acontecer que ele seja entregue antes do “John Kennedy” CVN 79.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

Espero que ninguém tenha se machucado.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Ricardo Bigliazzi
3 meses atrás

Bong
Muito precisas as tuas colocações. Os sistemas definitivos não se confundem com o equipamento de combate ao fogo de obra. Num estaleiro o que mais se vê são cortes de chapa com fogo nos revestimentos de tintas protetoras ou de acabamento. O uso do extintor é frequente. Imagino que na fabricação de uma embarcação como essa a segurança contra fogo não dependa das instalações definitivas do navio, ainda não comissionadas. Instalações móveis tipo “skid mount” devem se disponibilizar. Abço.

Italo
Italo
3 meses atrás

Isso está cheirando a sabotagem, com o número de funcionários reduzidos, facilita algumas ações.