Home Noticiário Internacional Marinha do Paquistão testa mísseis antinavio contra casco de fragata Type 21

Marinha do Paquistão testa mísseis antinavio contra casco de fragata Type 21

5658
45

Os testes da Marinha do Paquistão realizados no sábado compreenderam o lançamento de uma variedade de mísseis antinavio no Mar da Arábia do Norte a partir de navios, plataformas de asa fixa e de asa rotativa.

Essa “demonstração bem-sucedida de disparo de míssil é uma prova da capacidade operacional e da prontidão militar da Marinha do Paquistão”, disse a Força em comunicado.

O vídeo divulgado pela Marinha do Paquistão mostra mísseis lançados de um navio de guerra, helicóptero multifuncional e uma aeronave P-3.

Os mísseis antingiram o alvo (a antiga fragata Type 21 de origem britânica PNS Tippu Sultan, ex-HMS Avenger). O vídeo mostra o alvo atingido várias vezes por mísseis.

A Marinha do Paquistão testou o míssil Harbah, subsônico de curto alcance que pode ser lançado a partir de plataformas marítimas terrestres ou subaquáticas, o YJ-83,  míssil de cruzeiro antinavio subsônico fabricado na China, o Exocet AM39 lançando de helicóptero  Sea King e o míssil Harpoon, lançado de P-3 Orion.

NOTA DO EDITOR: Lá se vai mais uma Type 21, um dos mais belos navios de guerra de superfície, projeto que serviu de base para as fragatas brasileiras classe Niterói. A própria Niterói, desativada no ano passado, também deverá virar alvo para testes de mísseis.

PNS Tippu Sultan, ex- HMS Avenger
HMS Avenger (F185) na Royal Navy
Subscribe
Notify of
guest
45 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
André de Souza Vital
2 meses atrás

Linda a segunda foto de cima para baixo!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Semelhante aos teste de nossa marinha, esse tipo de treinamento com munição de verdade é muito importante pois a tripulação coloca em prática toda a teoria e ver como é atirar de verdade e ver o real estrago que as munições podem fazer!

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

Num cenário real o alvo também estaria estático ?

gordo
gordo
Reply to  Luiz Galvão
2 meses atrás

Acredito que em uma situação real depois do navio ser devidamente detectado e o míssil disparado a velocidade (do navio) pouco fara diferença e ele deve contar com seus sistemas de defesa ativos e eletrônicos. Navios são relativamente lentos se comparados a misseis voando a 700 Km/h ou mais, pode considerar uma situação quase estática.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Luiz Galvão
2 meses atrás

sempre penso que o alvo poderia ao menos estar sendo rebocado para parecer menos que um pato de estande de tiro…

Jorge F
Jorge F
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
2 meses atrás

O cara que ia rebocar o alvo com certeza não concorda…

Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
2 meses atrás

Casco muito semelhante ao das Niterói

Jorge F
Jorge F
Reply to  Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
2 meses atrás

A Niterói é uma leve variação da type 21… Na verdade não sei se tem diferença no casco e estrutura… Se não me engano as Classe Niterói são levemente maiores… Alguém da Marinha pode ajudar?

Enes
Enes
Reply to  Jorge F
2 meses atrás

Existem algumas boas diferenças, no mastro, no desenho abaixo do passadiço, onde fica o lançador de boroc, as Niteróis tem as formas bem mais arredondadas enquanto as type 21 são mais quadradas nesses setores, as antenas de radar também tem algumas diferenças.

willhorv
willhorv
2 meses atrás

Eu fico com uma dor no coração quando vejo estes testes! São úteis, mas é um atentado a memória dos que um dia serviram nestas embarcações.

Matheus
Matheus
Reply to  willhorv
2 meses atrás

Na cultura naval isso é um sinal de respeito e honra ao navio.
É como se fosse um “enterro” para a nave.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  willhorv
2 meses atrás

Maior atentado é serem desmantelados para sucata. É bem melhor mandá-los para uma última e final missão de servir de coral no fundo do oceano, no mar onde sempre operaram.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Peter nine nine
2 meses atrás

concordo, depois de desmantelado já era,mas no fundo do mar sempre poderá ser visitado por quem faz esportes aquático…

Teropode
Reply to  Peter nine nine
2 meses atrás

Atentado é desperdiçar toneladas de aço de ótima qualidade , isso sim é jogar dinheiro fora , vejam bem ; no desmanche muitas pessoas são empregadas , gerando retorno econômico para a região, quer honrar o gelado aço ? Dêem um destino nobre ao mesmo , promover emprego e renda . Sei que ha motivo tecnico para afundar alguns barcos .

Fernando Vieira
Reply to  Teropode
2 meses atrás

Procure sobre como e onde esses navios são desmantelados, inclusive o Minas Gerais, e veja que tipo de emprego e renda o sucateamento de um navio gera.

Teropode
Reply to  Fernando Vieira
2 meses atrás

Para alguns arroz e feijão todos os dias é uma tortura , para outros representa a diferença entre vida e morte . Nem perco o tempo citando toda cadeia do processo ., pergunte aos miseráveis wue trabalhão no chão deste processo se eles preferem a fome ou aquela labuta .

Eduardo
Eduardo
Reply to  Teropode
2 meses atrás

É inviável economicamente desmantelar um navio. Por isso o trabalho escravo de que os realiza na Índia, Paquistão e etc.

Teropode
Reply to  Eduardo
2 meses atrás

Besteira , ha desmanches até nos EUA , ha escasses de sucata de qualidade, fazer aço partindo do minério bruto é muito mais custoso , o consumo de energia é bem maior +- 30% .

Marcelo R
2 meses atrás

Esse teste lembrou os ataques muito bem sucedidos dos argentinos contra as fragatas tipe 21, em 1982, durante a guerra das MALVINAS…que SAO Argentinas…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Marcelo R
2 meses atrás

As Falklands?

Enes
Enes
Reply to  Marcelo R
2 meses atrás

Marcelo, o Destroyer Shefild, que foi atingido por um exocet lançado por um Super-etandart, não era uma type 21, a type 21 Antílop foi atingida Por bomba lançada por uma aeronave A4 e os ataques nem foram assim tão bem sucedidos tendo em vista que nem o exocet e nem a bomba explodiram. os navios afundaram no caso do Shefild mais pelo incêndio causado e a Antílop a bomba veio a explodir tempos depois quando o navio estava sendo rebocado.
Não houve essa eficiência toda por parte dos ermanos.

pangloss
pangloss
Reply to  Enes
2 meses atrás

Perdoe discordar, mas se o míssil provocou um incêndio que veio a destruir a fragata, e se tal incêndio não ocorreria se o míssil não tivesse atingido o alvo, há uma clara relação de causa e consequência entre o disparo do míssil e a perda do navio.
Se o míssil não funcionou como previsto, ao menos produziu o resultado que era buscado com o disparo.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Enes
2 meses atrás

Enes, uma vez atingido o alvo, o afundamento é um plus… a ideia é a neutralização, ou seja, a perda de valor de combate daquele meio engajado… nessa linha de raciocínio, o míssil cumpriu seu propósito… abraço…

Jorge F
Jorge F
Reply to  Enes
2 meses atrás

Ardente e Antilop foram as type 21 afundadas.
Total 6 navios.
Se fosse contra a Marinha do Brasil, considerando a disponibilidade daquela época acho que teríamos que recuar ao perder seis navios.

Teropode
Reply to  Marcelo R
2 meses atrás

Guerra das Falklands 2.

Mateus
Mateus
2 meses atrás

O Paquistão modificou os seus Harpoons para ataques ar-terra

Os EUA entrou com o porretão nas mãos! Alguém sabe o veredito?

Camargoer
Camargoer
2 meses atrás

Olá Colegas. Lembro da discussão aqui sobre o rastro de fumaça dos foguetes da MB após o lançamento. Vários colegas explicaram que é uma característica do estágio de aceleração do míssil. As imagens da marinha pasquitanese são bem parecidas ás da MB. Fico feliz da MB usar português nas marcas dos helicópteros e uniformes (mesmo sabendo que o Paquistão usa inglês como língua oficial).

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Olá Camargo !
Muito bem percebido a questão do rastro de fumaça nos mísseis MANSUP e Paquistanês.
Mas ainda acredito que a MB deveria pedir a Avibras a aplicação da mesma tecnologia dos foguetes do A-DARTER para aplicar no MANSUP.
Tornando o rastro de fumaça menos perceptível .
Parabéns pela atenção !

Space Jockey
Space Jockey
2 meses atrás

Como sempre tudo editado.

Foxtrot
Foxtrot
2 meses atrás

O deles acertaram o alvo em!
Enquanto nosso MANSUP???
Quando farão o teste com cabeça de guerra ativa só MANSUP igual aos Paquistaneses ?
Nossa eles ainda voam o See King ??
Parabéns a marinha paquistanesa !

kemen
kemen
Reply to  Foxtrot
2 meses atrás

Foxtrot, o uso do velho Sean King indica que as células tiveram pouco uso.

Foxtrot
Foxtrot
2 meses atrás

Ao contrário do que diz o editor, com todo respeito pela opinião do mesmo.
Mas assim como as Niteróis essa Tipo-21 é feia que dói rsrsrs!

pangloss
pangloss
Reply to  Foxtrot
2 meses atrás

Eu adoro a Niterói, e a considero muito bonita, mas ressalvo aquele passadiço em arco. Ficaria mais bonito se fosse reto.
De todo modo, é mais um ex-combatente da Guerra das Malvinas que se vai.

Kemen
Kemen
2 meses atrás

Divulgaram a distancia de cada lançamento? Isso é o que vale para um sistema de combate, identificar, localizar e acertar a grandes distancias perto dos limites de alcance. Mas se foi apenas para verificar a eficiência dos misseis a curtas distancias e o treinamento da tripulação em manejar os sistemas e disparar tudo bem. A type 21 não tinha seus sistemas de proteção ou interceptação disponiveis, era um alvo morto, bem diferente de um combate real.

Elcimar
Elcimar
2 meses atrás

estão achando erroneamente que a fumaça do estágio inicial do lançamento acompanha o míssil até o impacto. não é assim,o alvo esta a kilometros de distância para observar a fumaça inicial do lançamento.
o que pode acontecer é sua aeronave orgânica estar fazendo uma patrulha além do horizonte e dar a sorte de observar o míssil. uma chance em 999

Kemen
Kemen
Reply to  Elcimar
2 meses atrás

Os sensores de uma fragata atual em operação de guerra, detectariam o missil e seriam iniciadas as ECM talvez até tentando interceptar a média distancia o missil ou derrubar/explodir o missil a curta distancia. O que poderia resultar em ação bem sucedida ou não. Ainda acho que seria melhor, lançar pelo menos dois misseis.

mendonça
mendonça
2 meses atrás

essa fragata se não me engano esteve na guerra das malvinas ???
tinha uma fragata com esse nome ,HMS AVENGER .

Marcelo
Marcelo
2 meses atrás

O impacto do Exocet é impressionante, uma tremenda cacetada. O do C-802 parece ser um pouco menor.

Renan
Renan
Reply to  Alexandre Galante
2 meses atrás

É muito linda

Acho impressionante o Brasil ter conseguido fábrica navios de guerra e hoje não ter está capacidade

Kemen
Kemen
Reply to  Renan
2 meses atrás

Tem sim. E as corvetas que foram conpradas, esqueceu?

Luís Henrique
Luís Henrique
2 meses atrás

Segundo fontes indianas o Paquistão adquiriu cerca de 60 mísseis anti-navio Hipersonicos chineses CM-400.
O míssil é 2 à 3 vezes mais rápido que o Brahmos.
E pode ser disparado pelos Jf-17.
O contrato custou aparentemente U$ 100 mi.

Diferente do Brahmos e da maioria dos mísseis anti-navio, o CM-400 voa alto, em um determinado ponto ele sobe mais e ataca o alvo vindo de cima para baixo em velocidades altíssimas, é praticamente um Mini Df-21.

Cesar
Cesar
2 meses atrás

Pelo menos quando afundarmos uma Type 21 (a Niterói), não vai ser de míssil disparado por um Sea King, pode ser de um Sea Hawk, olha como somos muito mais adiantados!

Enes
Enes
Reply to  Cesar
2 meses atrás

Cesar, a Niterói não é type 21, é Vosper MK10.

Cesar
Cesar
Reply to  Enes
2 meses atrás

Enes, ah sim, me expressei errado. Por serem da mesma família não quer dizer que sejam Type 21 mesmo.