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Mais de 100 barcos entregues à Guarda Revolucionária do Irã

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Em uma cerimônia na cidade portuária iraniana de Bandar Abbas, no dia 28 de maio, mais de 100 novos “gunboats” foram entregues à Força Naval da Guarda Revolucionária.

Os navios são versões melhoradas dos barcos das classes Ashura, Tareq e Zolfaghar fabricados pela Organização das Indústrias Marinhas do Ministério da Defesa e pela Força Naval da Guarda Revolucionária, informou a Agência de Notícias Tasnim.

“Nossa estratégia é defensiva e nossa tática é ofensiva”, disse o comandante-geral da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, que participou da cerimônia em Bandar Abbas.

“Não vamos nos curvar aos inimigos. Não vamos recuar”, declarou e acrescentou:“ A defesa é nossa lógica na guerra, mas não no sentido de passividade contra o inimigo. Nossas operações e táticas são ofensivas e demonstramos isso no campo de batalha”.

A cerimônia também contou com a presença do ministro da Defesa, brigadeiro-general Amir Hatami, que disse que mais de 95% dos barcos da Marinha estão sendo fabricados no Irã agora.

Os Estados Unidos afirmam que os navios da Guarda Revolucionária assediam os navios da Marinha dos EUA no Golfo Pérsico e as águas internacionais da região. Os barcos da Guarda costumam abordar os navios da maneira que os EUA chamam de maneira “perigosa e provocativa”.

Na segunda-feira, o vice-chefe de Assuntos Políticos da Guarda Revolucionária, Brigadeiro-General Yadollah Javani, rejeitou exercícios militares dos EUA no Golfo Pérsico, dizendo que os exercícios não intimidariam a República Islâmica.

“O que os americanos chamam de exercícios militares para fortalecer a segurança na região do Golfo Pérsico e como assistência a seus aliados são na verdade tentativas de solidificar sua presença na área”, disse Javani e afirmou que os países da região “estão acordando” e “a frente de resistência” apoia a República Islâmica.

A frente de resistência é um rótulo usado por uma série de aliados estatais e não membros, incluindo o Hezbollah libanês, as forças houthis no Iêmen, a milícia xiita no Iraque e outros.

O presidente Trump ordenou que a Marinha dos EUA ataque e destrua qualquer embarcação iraniana que assedie navios americanos.

“Eu instruí a Marinha dos Estados Unidos a abater e destruir todo e qualquer barco iraniano se assediarem nossos navios no mar”, disse Trump em um tweet publicado em 22 de abril.

Barcos da Força Naval do Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica na Manobra Grande Profeta IX, na área geral do Estreito de Ormuz, Golfo Pérsico

FONTE: Radio Free Europe / Radio Liberty

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Orivaldo
Orivaldo
1 mês atrás

Estão muito bem preparados para abordar lanchas e pesqueiros.

gordo
gordo
Reply to  Orivaldo
1 mês atrás

Servem para isso e olha lá.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Orivaldo
1 mês atrás

Não subestime o Irã,umas 20 lanchas dessas equipadas com lançadores de foguetes cercando um destroyer e usando táticas “hit and run” causariam um belo estrago.

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
XFF
XFF
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Verdade, Allan Lemos!.

Esses barcos são excelentes para atuar no Estreito de Ormuz. Nesse Estreito, o que conta é a velocidade e não o tamanho. Esses barcos recheado com foguetes podem afundar ou paralisar um Destróier ,ou um navio cargueiro facilmente.

Nunca se deve subestimar o seu inimigo facilmente.Já vi alguns países se ferrarem ao subestimar os seus inimigos.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  XFF
1 mês atrás

um destroyer com um phalanx… sei…

Andre
Andre
Reply to  XFF
1 mês atrás

Você considerou os dois Sea Hawks que uma Arleigh Burke leva? Em uma situação de elevada tensão, pelo menos um estaria no ar pronto para responder. E a retaliação ao Irã seria bem desproporcional.

XFF
XFF
Reply to  Andre
1 mês atrás

E você acha que o Irã vai ficar de braço cruzado? Você viu a resposta de um míssil balístico Intercontinental que levaram na cabeça no Iraque? Ninguém deseja guerra, mas em caso de guerra, ambos tem muito a perder.

Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Francisco Lucio Satiro Maia Pinheiro
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Presas fáceis para treinar o Phalanx Ciws. Nada além disso .

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

As embarcações da primeira foto mal conseguem embarcar metralhadoras, e olhas que parecem ser plataforma de tiro bastante instáveis. São leves e armamento de baixo calibre com certeza danificam o casco. As outras embarcações, mais pesadas, provavelmente conseguem carregar alguns foguetes, mas não vejo como conseguem carregar muitos. Acho muito, mas muito muito mais eficiente para atuação no estreito de Hormuz lanchas como as da primeira foto, apenas para observação e repasse de informações à respeito de alvos para baterias em terra, que, essas sim, poderiam efetuar disparos de foguetes e mísseis em quantidade e relativa segurança. Essas embarcações encarando… Read more »

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

A maneira que preocupa, e que todos aqui sabemos é que essas lanchas seriam utilizadas como torpedos kamikazes, cada uma levando centenas de libras de alto explosivos, atacando um destroyer ou fragata por exemplo, no ratio de 20×1. Olhem por exemplo, o caso do USS Cole.
Por mais bem armado o alvo, a defesa ficaria extremamente difícil.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Moita, falei sobre o Cole justamente por causa disso. E, claro, em uma abertura de ataque, quando não se está esperando, torna-se ainda mais perigoso. O costume de se fazer harassment acaba fazendo com que se espere que isso ao invés de um ataque.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Elas conseguem carregar lança foguetes de menor porte,e elas não precisariam carregar um grande número deles. Qual comandande em sã consciência iria gastar seus mísseis guiados para destruir essas lanchas,que alias mal devem aparecer no radar? O que faria a diferença seria o grande número delas,todas indo para cima do destroyer ao mesmo tempo,por todos os lados,disparando seus foguetes e recuando rapidamente antes mesmo que o destroyer pudesse focar em uma delas,como um bando de hienas atacando um leão.Talvez não fossem suciente para afundar um barco de 9 mil toneladas,mas como eu falei,fariam um estrago. Não se engane,essas lanchas não… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Obviamente você nunca entrou em uma embarcação civil com radar, né? Não estou falando de navios, estou falando de lanchas de lazer mesmo. O radar delas pega. Um radar militar é muitas vezes melhor. Não precisa gastar mísseis com isso. Lanchas miseravelmente pequenas mal devem conseguir servir de plataforma para lançadores de foguete aéreos adaptados, como uns LAU da vida. São instáveis demais. Você pode colocar uns malandros com RPG’s mas o que mais? Com CIWS e armamento de baixo calibre você consegue afundar elas. Devem ter casco de alumínio ou fibra. É uma questão de colocar a tripulação no… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Meu caro,procure na internet imagens das lanchas iranianas,a maioria tem um pequeno lançador no topo que pelas imagens dariam para lançar 10-12 foguetes de pequeno porte. Uma Arleigh Burke,se eu não estou enganado,tem dois canhões de 25mm além do CWIS,seriam mais do que suficiente para destruir as lanchas e sim,destruiriam algumas de fato,no entanto seria tecnicamente impossível focar e destruir digamos,umas 20 lanchas vindo de vários ângulos diferentes e usando táticas “hit and run”. Repito,não estou dizendo que as lanchas afundariam o destroyer,talvez não quem sabe,mas acho equivocado falar que elas servem apenas para propaganda interna,se os comandantes americanos pensar… Read more »

Elcimar
Elcimar
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

para isso que exite a bordo canhões de 20MM VULCAN e de 30MM, fora a variada gama de metralhadoras .50 espalhadas pelo convés

tem ainda também, para quem não se deu por satisfeito, os misseis helfire (quem não acompanhou o massacre que esses tipos de barcos e patrulheiros maiores sofreram na guerra do golfo,para esses misseis).

esses barcos do Irã só chegaram tão perto dos navios americanos porque os comandantes americanos estavam amarrados a leis especificas de engajamento,agora que o presidente americano autorizou o tiro,vamos aguardar os próximos encontros.

Antonio Pereira
Antonio Pereira
Reply to  Allan Lemos
25 dias atrás

Já ouviu falar do Phalanx CIWS, caro amigo?
Essas 100 lanchas são obliteradas e questão de minutos, e nem vou citar as metralhadoras leves .50 , os canhões de 30mm.

Cada uma.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Orivaldo
1 mês atrás

Não subestimem essas lanchas elas ano passado ajudaram a apreender petroleiros britânicos.

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Colega, até piratas da Somalia com armas manuais asaltavam navios mercantes, é facil, com navios de guerra ou de patrulha armados a coisa complica.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Kemen
1 mês atrás

O Estreito de Ormuz tem 54 km de extensão e trecho mais largo não passa de 100 km de largura coloque umas dezenas destas lanchas,alguns minisubmarinos no mar e vários misseis anti-navios na costa e você fecha o estreito. E a Marinha Iraniana tem todos esses meios vive ameaçando fazer isso!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

corretissio.

Este é o problema…ali é um beco…e nm beco, lanchas podem se dar bem pois o alcance de armas não precisa ser enorme.

leonidas
leonidas
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Sim verdade, por isso que o Irã (caso faça isso) devera ser reconduzido ao modo de vida da sociedade do Séc 8. Depois que toda sua costa ser devidamente incinerada para garantir que não haja logística para os submarinos e respectivas lanchas voltarem a operar obviamente.
O transito no estreito será imensamente prejudicado mas enquanto o Ocidente limpa o estreito, os Iranianos estarão mais ocupados reaprendendo a “andar” e reconstruindo toda sua infraestrutura montada nas últimas décadas…

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O estreito é cada vez menos importante do ponto de vista estratégico no que tange ao tráfego de petróleo. Xisto, pré-sal do lado da oferta e programas de substituição de combustíveis fósseis do lado da demanda estão reduzindo a importância geopolítica do petróleo e, consequentemente, do estreito de Ormuz.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Kemen
1 mês atrás

O objetivo dessa arma é causar pânico mesmo, um petroleiro afundado causaria pânico no mercado, o governo iria se debruçar em tentar conter novos ataques e acalmar o pessoal na bolsa, guerra não é só sentar bala no inimigo, é fazer ele perder o sono à noite e no outro dia não ter forças nem de levantar da cama.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Orivaldo
1 mês atrás

“Orivaldo”, abordar pesqueiros deve ser uma das últimas preocupações dos iranianos nesse momento, uma lancha dessas com uma boa quantidade de explosivos, se não for devidamente interceptada, vai fazer um enorme estrago no casco de qualquer embarcação da Marinha americana. “Deve ser um dos propósitos dessas embarcações”, eu acho!

Atirador 33
Atirador 33
1 mês atrás

Bom dia, nao entendo nada dos meios empregados em conflitos navais, mas acredito que um enxame desses pequenos barcos podem causar um bom estrago a qualquer meio. Porém a paulada depois de um ataque seria bem pesada para os persas. Faço uma comparação a China que já alegou que sua dissuasão aérea está pautada na quantidade “enxame” de aviões enxames de aviões para fazer frente as suas ameaças.

Abs

Lu Feliphe
Reply to  Atirador 33
1 mês atrás

O emprego desses barcos é exatamente esse, ser um problema para qualquer navio já que um navio teria de responder a múltiplos ataque de barcos equipados com foguetes e pequenos mísseis

Kemen
Kemen
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Os canhões automaticos das belonaves norte americanas disparam em novos alvos a cada 10 segundos, metralhadoras pesadas de bordo, automaticas ou manuais danificam e até afundam barcos leves, sem mencionar outros meios, por exemplo, os Phalanx (CIWS) ou similares caso disponiveis. Esses barcos/lanchas não dispõem de armamento capaz de afundar belonaves nem OPV´s, dispõe de metralhadoras e foguetes, talvez algum pequeno missil manual, para usar RPG teriam que se aproximar bastante, os danos possiveis causados nas belonaves poderiam ser de humanos ou talvez atingir algum equipamento de controle que geralmente esta em área interna e protegida, mas afundar belonaves com… Read more »

Chuck Norris Do Paraguai
Chuck Norris Do Paraguai
Reply to  Kemen
1 mês atrás

O problema é o alcance e tipo dos mísseis. Se for de médio alcance e do tipo fire-and-forget, pode complicar.

Lu Feliphe
Reply to  Kemen
1 mês atrás

A utilização de metralhadoras do navio que são operados pela tripulação, não seriam eficientes contra enxames. Para isso defesas como ciws seriam muito mais efetivas contra enxames.
Como eu disse antes esses barcos tem mísseis pequenos, e foguetes médios ou seja os barcos tem uma capacidade limitada de armamento, mas que não deixam de ser uma ameaça, embora possa ser controlada.

Last edited 1 mês atrás by Lu Feliphe
Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Nunca esquecer os helicopteros dos fuzileiros, alcance das armas dos navios, sistema automaticos de tiro, phalanx, radares, etc, etc, etc.. tudo isso dá para perceber o quanto é “noob” a Marinha que mais combateu “de verdade” nos ultimos 50 anos.

Kemen
Kemen
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Qual a quantidade que formaria esse “enxame”? Pelo jeito é facil juntar esse enxame iraniano, é só estalar os dedos e pronto, ali estarão todos vindos de Bandar-e Abbas, Bandar-e Bushehr, Bandar Beheshti, Bandar-e Khomeini, Bandar Lengeh, Bandar-e Anzali, Kharg Island, Khorramshahr, Jask, Noshahr, Qeshm Island, Abu Musa, Island, Larak Island, Sirri Island. Eita!

Imagino se Israel um dia enviasse só as suas Sa`ar ai…… nem te conto.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Lu Feliphe
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Creio que a utilização, dos barcos assim como outros colegas comentaram alí embaixo, seria uma das táticas que seriam utilizadas para fechar o estreito essas poderiam incluir a utilização de pequenos submarinos para minar o estreito, essas lanchas são de baixa autonomia e são de fácil construção essas lanchas foram construídos para desempenhar essa missão em uma possível guerra na região, para serem empregados em uma grande quantidade.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Um foguete de 70 mm tem uma carga explosiva equivalente a um canhao de 76 mm…e receber 2 ou 4 disparos, pode aleijar mortalmente por semanas ou meses num reparo…não afunda, mas aleija podendo tirar de combate.

Um ponto fraco dos navios atuais é que enxergam e respiram pela sua pele externa, mas ela é macia. Um explosão proximo das antenas de sensores ou portinholas de misseis, e todo o sistema de combate pode ficar fora de uso

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Canhoes duros como o phalanx não são bons para isto não. Ja vi videos em que os caras disparam a rodo num bote teleguiado e erram toda hora por um triz…mas erram. O melhor é um calibre com fragmentação tipo 40mm ou o bofors mk 110 de 57 mm, assim, vc pega o bicho pela nuvem de estilhaços

leonidas
leonidas
Reply to  Atirador 33
1 mês atrás

Mas a paulada vem antes, e o abate das lanchas que sobrar viria depois.

Obs: Importante esclarecer que tem paulada antes, durante e depois … kkkkk

Last edited 1 mês atrás by leonidas
Fernando OP
Fernando OP
1 mês atrás

Mais de 100 alvos de treinamento para a US Navy.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Fernando OP
1 mês atrás

Obrigado por ter dito ante que Eu. Esses Iranianos me lembram o Galtieri e o Saddan… são uns fanfarrões.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Digamos que cada barco desse possa lançar 4 mísseis anti navio.
Considerando-se o T.O deles, que é pequeno e cheio de ilhas, daria um bom ataque de enxame.
Obviamente, isso não venceria a USNavy, mas faria um estrago.

Lu Feliphe
1 mês atrás

Então na estrutura de major general o Soleimani foi substituído pelo Salami, vamos ver como este vai lidar com a guarda revolucionária, interresante ver a liberdade de ação que o Irá tem com essa força.

Last edited 1 mês atrás by Lu Feliphe
Roger
1 mês atrás

Kamikazes 2.0 Bem, essa tática, na minha opinião, só seria efetiva se fosse um ataque surpresa, pois aparentemente os foguetes tem baixo alcance, sem guiamento ou estabilização e com a mira sendo feita com o próprio barco, o que inevitavelmente necessitaria que os barcos estejam muito próximos para ter o minimo de eficiência. E para chegar tão perto de um navio com inúmeros sensores e radares só mesmo um ataque surpresa travestido como mais uma provocação cotidiana. Ou seja, somente nos estágios iniciais. Numa guerra aberta, jamais algum navio de guerra deixaria essas lanchas se aproximarem mesmo que seja um… Read more »

leonidas
leonidas
1 mês atrás

Agora vai heim?!

rs

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Tem umas que parecem tipo catamarã e armadas com foguetes( ogiva termo-bárica?) e metralhadoras .50

Com 100 unidades é possível botar as marinhas dos países vizinhos em um verdadeiro inferno e até mesmo vence-las.

Kemen
Kemen
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Tem arma de raio laser também? E importaram dos USA não foi?

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Não sei te informar , mas diria que não.

Eu acho que os países do Golfo não têm um padrão operacional melhor que o da Arabia Saudita( que tem se mostrado ruim ).

Nenhum país do OM é capaz de vencer os EUA numa guerra convencional.

Rogério Loureiro
Rogério Loureiro
1 mês atrás

A mim e a alguns amigos ficou claro o objetivo da utilização destas lanchas como enxame.

Más para fazer frente a Marinha norte americana, eles precisam de pelo menos umas 10 mil para começar a brincadeira.

Da mesma forma que não se pode subestimar os iranianos por esta questão, a recíproca é verdadeira.
TB não se pode subestimar os EUA na capacidade de combate ou resposta a este vespeiro.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Rogério Loureiro
1 mês atrás

Gostei dos “10.000”… e o pior é que é verdade. Será que esqueceram que os Americanos dominam a técnica de utilização de radares, sonares e outros sistemas a mais de 70 anos… Muita espuma por parte dos Iranianos.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Rogério Loureiro
1 mês atrás

Ninguém hoje tem o poder capaz de contrapor a marinha americana, mas as marinhas dos países do golfo certamente terão problemas em um conflito com o Irã.

willhorv
willhorv
1 mês atrás

Nada que Hélis equipados com foguetes 70mm guiados por kits de precisão não possam parar.
A questão é, efetuar a busca, identificação, aquisição, travamento e disparo destes antes que possam efetuar ataque de saturação com seus mísseis.
Abelhas são frágeis….mas em quantidade, derrotam as mais agressivas das vespas!
Acredito que esta concepção de ameaça fará aumentar as quantidades de drones e MH60 nas fileiras da USNavy na região.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Falando assim parece facílimo , na prática nenhum país do Golfo tem esse nível operacional.

Mayuan
Mayuan
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Desconfio que existe uma solução mais simples e possivelmente barata:

Marines no convés com Javelins, muitos Javelins.

bjj
bjj
Reply to  willhorv
1 mês atrás

O Irã possui sistemas de defesa antiaérea de longo alcance. O horizonte radar para um helicóptero voando a 500 metros de altura é de cerca de 80 km. Isto significa que, pelo menos na metade do golfo mais próxima do Irã, é possível estabelecer uma razoável cobertura aérea partindo de terra. Além disso, tripulação das lanchas também pode transportar manpads.

Kemen
Kemen
Reply to  bjj
1 mês atrás

Não esqueça que a Arabia Saudita, maior prejudicada com um possivel fechamento do Golfo, aliada dos USA, também tem radares e Satélite.

https://www.arabnews.com/node/1447201/saudi-arabia

advanced system for maritime monitoring and tracking with satellite data, which includes daily coverage of 30,000 vessels worldwide.”

Kemen
Kemen
Reply to  bjj
1 mês atrás

Um detalhe esquecido, a Arabia Saudita, tem uma marinha equipada de acordo com seus potenciais enemigos regionais, dispondo de 7 fragatas, 4 corvetas, 9 navios de patrulha bem armados, entre outros. A Navy navega nas proximidades para dar apoio ao tráfego maritimo muito importante para o ocidente na área. O Iran não se atreveu e nem se atrevera a atacar qualquer belonave nesse mar (somente a apreensão de um mercante britanico tempos atras em retaliação a apreensão de um mercante iraniano), e depois da ordem de afundar qualquer lancha que se aproxime demais das belonaves norte americanas, nenhuma lancha se… Read more »

Jorge Knoll
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Superior a nossa Marinha

Kemen
Kemen
Reply to  Jorge Knoll
1 mês atrás

A Arabia Saudita não tem submarinos nem navios Multiproposito, os seus fuzileiros navais tem menos poder de fogo que os nossos, o seu contingente na marinha é bem menor.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  bjj
1 mês atrás

Helicoptero atuar perto da costa inimiga é suicidio…as baterias pegam você …repito que é difícil caçar um sub ou lancha lá. O navio e heli so podem entrar depois de uma guerra total em que a forca aerea ja tenha feito uma supressão, antes disto, é colocar um leão junto com uma serpente na banheira

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

O Iranianos sabem que os barcos americanos possuem helicopteros?

Segue o jogo, os fabricantes dos barcos agradecem.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

E o heli vai caçar sub e lancha 5-10 km da costa?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Essa é uma solução barata, mas que tem um potencial de causar um grande estrago econômico ao fechar o Estreito de Ormuz.

leonidas
leonidas
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Principalmente se elas tiverem algum lugar para voltar né? rs

Kemen
Kemen
Reply to  leonidas
1 mês atrás

KKKKKKKKKK, valeu!

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Não creio que essas lanchas tenham autonomia e capacidade de fogo para isso. A ideia da marinha iraniana certamente deve ser : minar sua costa marítima limitando o emprego do poder naval inimigo , empregar seus pequenos submarinos para emboscar grandes embarcações em pontos estratégicos de suas águas territoriais , emprego de uma poderosa artilharia em terra ( força estratégica de misseis)…daí se passar alguma coisa vem o enxame de lanchas armadas com foguetes que ficariam estocadas em bases navais super reforçadas.

Obs: Os iranianos têm uma industria de drones avançados.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Exato as lanchas são peças nas engrenagens que somadas aos outros meios e às pequenas dimensões do estreito fica fácil para eles fecharem o estreito.

Renato Carvalho
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Exatamente…hienas sozinhas não são páreo para leões, mas em bando elas podem enfrenta-los trazendo certo perigo.

Esteves
Esteves
Reply to  Renato Carvalho
1 mês atrás

Bastante perigo.

Kemen
Kemen
Reply to  Renato Carvalho
1 mês atrás

Isso se elas não matarem (afundarem) umas as outras, testando suas mordidas (misseis).

Mayuan
Mayuan
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Não é tão fácil quanto parece usar submarinos em Ormuz. Justamente por ser tão pequeno e por ter tanto tráfego, é um ambiente extremamente barulhento, ou seja, complexo para operação de submarinos.

Nesse ambiente, pode ser necessário subir para cota de periscópio mas aí perdem sua maior vantagem, a furtividade. Nessa condição, se tornam alvos mais fáceis de localizar.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Agua praiana e litoranea é muito suja, centenas de boias de pesca, detritos boiando, canoas de pesca, etc…plotar tudo e distinguir um sub, é mais dificil ainda. A vantagem sempre estara com o sub e eles tem 33 deles concentrados somente lá…. um Gadhir é pequeno e pode ate ser reabastecido nas praias por caminhoes ou pequenos barcos

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Lembrando que o embargo de venda de armas ao Irã cai esse ano.

China e Rússia provavelmente não renovarão

Alfa BR
Alfa BR
1 mês atrás

Os britânicos tem uma solução para isso, publicado aqui mesmo:

comment image

L.D.K
1 mês atrás

Não sou especialista nem nada demais, mas existe a hipótese de uma ou duas executarem um ataque suicida, basta transportar uma boa carga explosiva até colidir com a embarcação alvo, enquanto o restante do vespeiro distrai a atenção com seus ataques.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  L.D.K
1 mês atrás

Os canhões automáticos de alta cadência que hoje estão embarcados em qualquer navio inviabilizam essa tática. E ainda que conseguissem o estrago seria muito irrisório.

Rodrigo LD
Rodrigo LD
1 mês atrás

É sério isso? Agora acham que podem abalar a US Navy? Assim como a Força Aérea com aquele mock-up tosco…Esse pessoal não cansa de passar vergonha…. Abraço, camaradas.

Kemen
Kemen
Reply to  Rodrigo LD
1 mês atrás

Eu acrescento um detalhe, varios aqui acham que a Navy não sabe da existencia desses lanchões armados, não sabe que ameaça eles possam representar e navegam ali como bobocas aguardando serem afundados. É hilario!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Sabem e devem ter algo planejado para se defender, mas os iranianos num possível conflito devem fazer vários ataques suicidas com dezenas de lanchas, drones e minisubmarinos, como os camicazes japoneses fizeram na Segunda Guerra, e como na Segunda Guerra a US Navy deve sair vitoriosa, mas vai ter perdas e não serão poucas e enquanto durar o conflito o tráfego pelo Estreito de Ormuz vai ser interrompido causando muita dor de cabeça na economia! E tem outra coisa um lado vai lamentar os seus mortos e o outro vai comemorar e os chamar de mártires e essa diferença na… Read more »

José Luiz
José Luiz
1 mês atrás

1- Alguém reparou na primeira fotografia que tem uma espécia de embarcação não tripulada no atracadouro atrás das lanchas ao fundo. Eles parecem estar procurando evoluir da forma kamikase de ataque de saturação para eventuais técnicas de enxames de embarcações não tripuladas.

2- Não precisa fazer muita coisa, basta tornar a navegação comercial totalmente insegura na saída do Golfo Pérsico e já terão algo para negociar, quantos morrerão, não falta voluntários a se tornarem um mártir. Observem as fotografias de mártires em frente as lanchas na segunda foto.

Miguel
Miguel
1 mês atrás

Práticas, de baixo custo e eficientes. Prontas para atuar em águas internacionais contíguas ao seu mar territorial.

José ROBERTO
José ROBERTO
1 mês atrás

Tática dos cães selvagens… Incomoda e pode abater. Equipadas com mísseis complica.

Luiz Floriano Alves
Reply to  José ROBERTO
1 mês atrás

O Irã quer reeditar a tática dos Camicazes. Ataques em massa e suicidas. Como no Japão Imperial, o Irã dispõe de tropas dispostas a sacrificarem a própria vida em nome de um ideal. A combinação de foguetes e minas com a capacidade de “ramear” os barcos inimigos irão causar muita dor de cabeça no planejamento tático da US Navy. Não vencem, mas as perdas causadas podem ser consideráveis. Não creio que os Aiatolás pensaram na dureza da resposta.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Dispostas, dispostas, não são. Assim como não existiram voluntários no Japão. “Quando a operação tokkōtai foi criada, em outubro de 1944, nem um único oficial treinado nas academias militares japonesas se apresentou como piloto voluntário – todos sabiam que se tratava de missões suicidas. Os “voluntários” foram perto de 3 mil “meninos-soldados”, nome dado às levas de adolescentes recém-recrutados como parte do esforço de guerra. Outros mil eram “soldados-estudantes”, universitários formados às pressas pelo governo para entrar nas fileiras militares.” Spilberg, em 1987, filmou o Império do Sol. Há um personagem kamikaze. Ou vai ou vai. “Enquanto os soldados alemães eram treinados… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Correto

Esteves
Esteves
1 mês atrás

É a guerra que eles podem fazer no mar que eles devem defender. Eles poderiam encomendar a construção, constituir jointventures, capacitar estaleiros locais (apesar dos embargos) para montar navios maiores? Poderiam. Não faltam recursos financeiros e não faltam aliados. Deveriam enfrentar as ameaças (navios de guerra pesados, fortemente armados) com sonhos e tempestades? Essa gente…persas, vizinhos dos sumérios, fundadores das civilizações que se instalaram naquela região liquidaram as ditaduras dos Xas e estabeleceram governos religiosos. São capazes. Dar uma bica no modelo do eurocentrismo (feudalismo, parlamentarismo, nepotismo, ilusionismo, mocismos) não é fácil. Os moicanos (americanos incorporados) são duros. O lenga… Read more »

Paulotd
Paulotd
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Melhor arma contra essas ameaças assimétricas são metralhadoras pesadas RC de 25/30mm com alça óptica, algo no estilo Oerlikon Millenium Gun, ou a bushmaster 30mm que temos na classe Amazonas

Essa lancha deve custar menos que um hellfire (custas uns 100 mil dólares cada), pela foto parece ter uns 30 pés e dois motores baratos a gasolina de uns 300 Hp cada. São rápidas e eficientes, mas o armamento deve ser RPGs e ksH 14.5mm, fraquíssimo. Se carregar foguete de 127mm a coisa melhora

Last edited 1 mês atrás by Paulotd
Esteves
Esteves
Reply to  Paulotd
1 mês atrás

Eles não tem problemas com dinheiro e petróleo.

Outras Marinhas, ricas, preferem gastar bilhões de euros com alguns.

glasquis7
1 mês atrás

Ao ver as fotos essas “lanchinhas” disparando pequenos misseis de curto alcance, não me sai da cabeça esta imagem:

https://www.naval.com.br/blog/2016/10/07/catamara-hsv-2-swift-dos-emirados-e-atingido-por-missil-antinavio/

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Até poderia ter sido uma lancha mas neste caso do navio dos Emirdos o míssil usado foi o C-802 chinês fornecido pelo Irã, do mesmo tipo que afundou o navio iraniano no caso recente de fogo amigo.

glasquis7
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Sim, isso é o que se especula pois, segundo o que tenho entendido, não foi confirmado pois o ataque se produz desde terra.

Mesmo assim, me refiro á incapacidade de um navio se defender ante um único ataque. Embora fosse um navio civil. Agora, multiplique essa capacidade de surpresa por 10 juntando alvos móveis.

Essas pequenas embarcações manobrando e disparando pra depois se ocultar na região dos fiordes da ilha de Qeshm.

O estreito de Ormuz seria fácilmente fechado.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

É simples Mestre Glasquis,

Os senso geral não entende que Fragatas e destroyer foram feitos para combater a distancia, muito longa distancia…

Colocar um deles num canal estreito é colocar um Leão com uma Naja dentro da mesma banheira….ai, não adiante ter 350 kg…não foi projetado para isto.

Esteves
Esteves
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

O senso geral quer porque quer comparar fragatas para mar aberto com essas lanchas.

glasquis7
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Acho que se trata de ver a comparação das frotas beligerantes.Neste caso EEUU contra o Irã. Seriam essas pequenas embarcações ágeis e bem armadas contra as poderosas fragatas dos EEUU mas que na realidade não estão concebidas pra se defenderem de ataques de “pequenos enxames” de embarcações bem menores e mais fáceis de manobrar. Somado a isto, temos o litoral que neste caso joga um importante papel pois. as fragatas ficariam mais vulneráveis a ataques de terra se se aproximarem em persecução aos navios menores.

Esteves
Esteves
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Deve ser isso.
 
As lanchas impedem a aproximação das fragatas que ficariam expostas aos mísseis do litoral.
 
A guerra que os iranianos podem fazer.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

correto….somente é possivel limpar o canal destas lanchas com uma guerra aberta total….com o meio aereo entrando primeiro e limpando as baterias de costa e a maioria das lanchas….isto sem falar nos minusculos submarinos Gadhir….eles tem uns 12 ou 15 deles…alguem faz ideia do quã dificil é pegar um SSK destes nas aguas praiana??? É barulho que não acaba mais e muito raso….

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Perfeito Mestre Glasquis,   Um canal é um ambiente extremamente atipico…fosse em alto mar, o radar pega a 40 km…um heli esclarece e balas de fragmentação criam uma nuvem de estilhaços fazendo uma peneira…mas num canal, 50 km de largura media…é terrivel, para misseis medio a pequeno porte 40km, uma lancha desta representa como se fosse uma bateria de misseis costeira que se mexe a 40-60 km/hora…ela se esconde na praia, atras do morro, da ilha, vai e volta, etc…no canal o navio já esta ao alcance de qualquer bateria costeira….o que estas lanchas fazem é mover estas baterias a… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  glasquis7
1 mês atrás

Corretissimo.

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

São barcos suicidas. As fotografias são de soldados iranianos tombados em combate na Síria e no Iraque. Na guerra contra Saddam recebiam uma chave de plastico que penduravam no pescoço, para abrir as portas do paraíso depois de morrer em batalha.Pra eles morrer faz parte do jogo. Não são ocidentais.

Last edited 1 mês atrás by sub urbano
Esteves
Esteves
Reply to  sub urbano
1 mês atrás

Verdade.

Houve um pregador. O nome dele Rex Hubbard. Ele também vendia a chave do paraíso. Foi um dos pioneiros na TV.

Hoje vendem miniaturas de portas do paraíso, telhas, até sandálias do paraíso.

Orientais ou ocidentais…o importante é chegar ao paraíso.

Jagderband#44
Jagderband#44
1 mês atrás

Acertaram um míssil em um navio da própria marinha outro dia, dá pra confiar?

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Os ataques seriam em sua maioria noturnos, dificultando assim os sistemas de defesas.

ednardo curisco
ednardo curisco
1 mês atrás

Dá uma baita dor de cabeça.
 
Lembrando que ano passado a produção de petróleo da Arábia Saudita foi severamente afetada por um monte de drone de preço de banana.
 
A meta de países mais fracos não é vencer guerras. mas tornar o custo delas pesado para qualquer atacante

Luiz Floriano Alves
Reply to  ednardo curisco
1 mês atrás

Para quem acha que metralhadora de 14,5 mm; é “fraca” deveria dar uma olhada nos M-113 da Arabia Saudita, empregados no Iêmen. Foram picotados pelas 14,5 mm. fornecidas pelos russos. Com alcance de 8000 m. fazem as .50 HB parecerem um brinquedo infantil. A visão mais feroz no Oriente Médio são as pick ups com um par de 14,5 mm. na carroceria. Pior de enfrentar só um par de 23 mm. nas mesmas pick ups. Disparar uma cinta de 14,5 mm. na ponte de um Arley Burke manda o barco direto para o estaleiro..

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

A pele dos navios modernos é macia, e ele enxerga por ela….
 
Antes um cruzador ou couraçado era só aço, e suas armas principais verdadeiras casamatas blindadas….
 
hoje os navios tem sua pele repleta de antenas, diretoras de tiro e portinholas de casulos de misseis…nada disto é blindado…uma portinhola empenada por uma pequena granada ou foguete impede que o missil seja disparado…uma antena quebrada impede que o navio tranque o alvo…ficar cego ou a baia de misseis emperrada em alto mar ainda permite voce recuar e se afastar…mas fazer isto num beco estreito a queima roupa é muito perigoso…

R_cordeiro
R_cordeiro
1 mês atrás

Ate noticias do Irão sao destaques ultimamente aqui. Noticias do Irã!! Pasmem!

Tempos estranhos…

XFF
XFF
Reply to  R_cordeiro
1 mês atrás

Trilogia é democrático, como deveria ser!

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  R_cordeiro
1 mês atrás

deveriam dar mais espaço para analise profunda das armas e equipamentos, inclusive.   São conceitos de armas vocacionados para guerra assimetrica de alta tecnologia. Podem existir lições ali a se entender.   Não ha nada demais e ninguem afirma que são equipamentos superiores aos americanos. O que existe é apenas um conceito de equipamento para o qual foram concebidos afim de burlar os requisitos americanos. Afinal, foram desenhados para combater os Russos de forma global e não combates dissimilares assimetricos. Isto é igual a decada de 80, toda a OTAN preparada para uma guerra aberta e oceanica e quando houve… Read more »

Cidadão
Cidadão
1 mês atrás

De fazer inveja a qualquer Iate Clube.

carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

existe uma empresa, que está oferencendo esta promessa de projeto.
 
Uma lancha de alta velocidade que esta armada com um canhão leve e dois torpedos e que mergulha como um submarino.

 

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás
carvalho2008
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Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
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1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Agora imagina se alguem pendura um armamento igual ao do Astros 2020 nisto ai….ele te atocalha e vc não pega nunca….uma verdadeira bateria de defesa de costa stealth…e que ainda pode se comportar como uma antiga LSMR…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Vejam este video e unam as coisas…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Isto ai para mim, tem futuro. seria o retorno das antigas torpedeira misturado com as LSMR. Funcionaria para aguas apertadas e oceanicas, na defesa de sua propria praia, ou bombardeio stealth de ilhas e bases inimigas pra abertura de cabeças de ataque…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás