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Marinha Portuguesa desativa o navio de reabastecimento NRP Bérrio

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NRP Bérrio
NRP Bérrio

O navio de reabastecimento NRP Bérrio (A5210) foi formalmente descomissionado pela Marinha Portuguesa em 1 de junho.

Foi adquirido ao Reino Unido onde integrava a Royal Fleet Auxiliary (RFA) com o nome de RFA Blue Rover, tendo sido incorporado à Marinha de Guerra Portuguesa em 31 de março de 1993.

Sua construção foi iniciada nos estaleiros Swan Hunter em Hebburnon-Tyne, em 18 de janeiro de 1969. O lançamento ao mar ocorreu em 11 de novembro do mesmo ano, entrando ao serviço em 15 de julho de 1970. Foi alvo de várias ações de modernização, a última das quais em março de 1991.

Integrou a força naval portuguesa, liderada pela fragata NRP Vasco da Gama, na intervenção realizada na Guiné-Bissau, durante a crise política e militar de 1998. Nessa operação, além de apoiar logisticamente os navios da força-naval, o Bérrio levou a bordo parte da força de desembarque do Corpo de Fuzileiros participante na operação.

O Bérrio possui uma capacidade de carga de 6.000 ton.

Em 1 de Setembro de 2016 foi noticiado que o ministério da defesa estava considerando a aquisição de um novo navio de apoio logístico para render o NRP Bérrio, mas até agora não há previsão para a chegada de um substituto.

FONTE: Victor Barreira – Twitter @Defence360

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Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

E como ficam os portugueses sem um navio de apoio? Principalmente pra eles quem tem uma ZEE grande?

Eduardo
Eduardo
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Devem estar de olho no Wave também. Já tem histórico de compras dos inventários da rainha.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Eduardo
1 mês atrás

O Wave Ruller vai ser disputado a tapa. E corre o risco da gente ficar sem ele, e ficar com uma lacuna em navios de apoio.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

02/06/2020 – terça-feira, bnoite, willber Rodrigues, segundo informações (não oficial), o WAVE RULER interessa a MB, desde a compra do OCEAN (Atlantico), e, acho que os Ingleses deverão dar preferencia a MB, porem, como todos sabem Portugal e membro da OTAN, então segundo eu sei tem preferencia na compra, vamos ver como é que fica; e, tambem o mais importante, se teremos grana para a compra, ja que o GUEDES, so libera dinheiro para os bancos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Com todo o respeito, mas esse negócio de “ter preferência”, envolvendo compra entre países, é conversa pra boi dormir.
Leva quem tem dinheiro, simples assim. E o Brasil tá entrando numa crise econômica ferrada, e duvido muito que o GF e a MB vão ter uns trocados extras pra comprar o Wave Ruller, quando ele for descomissionado.

Fábio Bezerra
Fábio Bezerra
Reply to  Vovozao
29 dias atrás

Não esqueçam que o mais antigo acordo militar do mundo é entre Reino Unido e Portugal mais de 300 anos de ser tratado e de 1703.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Fábio Bezerra
29 dias atrás

É do século XIV, mais de 600 anos.

Pablo
Pablo
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Caro Willber, não se preocupe, para ter um navio de apoio é preciso ter navios para apoiar. No momento mal temos isso e os poucos que nos resta são da marinha do Rio de Janeiro.

Dilbert_SC
Dilbert_SC
Reply to  Eduardo
1 mês atrás

Bom dia Eduardo.
A marinha portuguesa não pode, por força de lei (Lei de Programação Militar) adquirir outro navio de reabastecimento antes de 2027:
 
https://www.dn.pt/poder/marinha-perde-unico-reabastecedor-navio-berrio-vai-ser-ja-abatido-11761983.html

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Dilbert_SC
29 dias atrás

Boas Dilbert.. Embora seja verdade o que diz, a LPM não impede a aquisição do Wave, por ocasião de oportunidade. A LPM é versátil e da mesma forma que vemos e vimos projectos a avançar adiantados, atrasados ou com a sua relevância alterada, podemos sim, de facto, ver um reabastecedor a ser adquirido antes do previsto. A LMP serve para legislar, e dessa forma garantir, o investimento nas forças armadas, para proveito das mesmas. Sendo do seu proveito, esta não pode, pelo menos não deve ou não se prevê que cause, impedimento ao cumprimento das funções da beneficiadora. A LMP… Read more »

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Por agora ficamos sem apoio… Mas com 2 fragatas paradas para manutenção há 2 anos, outras 3 a tocar nos 30 anos de serviço completamente desactualizadas e sem navio de apoio logístico, seja LPD ou LHD, a MP pouca capacidade tem de projectar forças. Os patrulhas oceânicos fazem reabastecimento nas ilhas e têm um óptimo alcance, mas são apenas 4 e pouco armados. Os submarinos felizmente não precisam.
É preciso investir e com urgência, mas muita gente não quer ver gastos com a marinha. Todos apontam os Wave como uma boa aposta, mas não se vê nada

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  MestreD'Avis
29 dias atrás

Mestre d’avis. O senhor erra quando diz que 2 fragatas se encontram paradas para modernização ah dois anos, porque o procedimento não se encontra a ser realizado em simultâneo. A primeira classe M foi enviada, na altura, para missão, ao abrigo da NATO, na mesma região onde seria modernizada, para depois desta projecção ser sujeita aos procedimentos que referimos. A segunda classe M foi agora, há uns poucos meses, enviada de igual forma para integrar uma força da NATO, num movimento semelhante e de natureza bem prática de disponibilizar um navio para missão no norte da Europa para que depois… Read more »

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Peter nine nine
29 dias atrás

Caro Peter, pode-me dizer então qual a previsão de regresso das duas ao estado operacional?
 
Aqui tem a noticia deste mesmo blog de Maio 2018 sobre a chegada da Bartolomeu Dias a Den Helder
 
https://www.naval.com.br/blog/2018/05/09/fragatas-classe-m-da-marinha-portuguesa-passarao-por-atualizacao-de-meia-vida/
 
2 anos para um upgrade!
 
A Francisco de Almeida penso ter dado entrada no estaleiro em Abril deste ano, portanto neste momento estão as 2 paradas. Se acha que “poucos meses em simultâneo” é aceitável, sendo que das 3 VDG, uma tmb deve estar em manutenção, então todos percebemos o estado da marinha.

Peter nine-nine
Peter nine-nine
Reply to  MestreD'Avis
28 dias atrás

Sim, a previsão da chegada a Portugal da NRP Bartolomeu Dias é dentro de alguns meses. A chegada do Navio à região não marcou o início da modernização, porque este se encontrou integrado numa missão, na mesma região (considerando a mesma região como “lá para norte”), durante um determinado, não longo, período.   2 anos para um up-grade é um período perfeitamente aceitável, outras marinhas demoram mais anos a fazer procedimentos semelhantes, por vezes menos complexos.   Sim, quando a Francisco de Almeida foi enviada para integrar uma missão na região, perguntei à própria marinha para quando se poderia contar… Read more »

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Peter nine-nine
27 dias atrás

Obrigado pelo longo testamento para me responder.   A chegada da BD a Portugal dentro de alguns meses vai levar o tempo fora de serviço para perto de 3 anos, se contarmos com os testes. Se a FdA começou o updgrade agora, estão as 2 paradas. Mas tudo bem, aceito que errei ao dizer “as duas paradas durante 2 anos” Afinal são apenas alguns meses. Vamos ignorar a VsG parada tal como disse.   Quanto a prazos:   https://www.navyrecognition.com/index.php/news/defence-news/2019/august/7369-sea-trials-for-upgraded-hmas-arunta-anzac-class-frigate-of-australian-navy.html   https://www.defence.govt.nz/what-we-do/delivering-defence-capability/defence-capability-projects/anzac-ships-upgrade-frigate-systems-upgrade-fsu/   Aqui estão dois exemplos de Marinhas a sério que fizeram upgrades a sério ás fragatas. Com indicação dos… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Quando vejo que estão falando em comprar o substituto desde 2016, já se passaram 4 anos o navio foi descomissionado e não definiram nada do substituto só penso que aqui no Brasil corremos o mesmo risco com os nossos navios de apoio.

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

O G-23 Gastão Motta é meu contemporâneo. Quando cheguei ao RJ, em 89, ele estava sendo terminado no então Ishikawajima. E já se foram 31 anos… 

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Fabio Araujo
29 dias atrás

Fábio, o problema não foi nada ter sido feito. O problema foi que, o que foi feito previa a modernização do Berrio, mas só “agora”, sob inspeção, se diagnosticou a inviabilidade do procedimento. Como se partiu do princípio inicial de que tal era viável, o resultado é que a previsão de investimento para uma embarcação diferente se enquadrava na calanderizacao de início para 2027,o que não é mais o caso e que, dito isto, como já referi em cima, se tornou agora um assunto a ser diagnosticado e discutido na próxima revisão da programação militar,que resultará, com certeza, na alteração… Read more »

Mauricio Pacheco
Mauricio Pacheco
1 mês atrás

Logo aparece um para sugerir uma “compra de oportunidade” para a MB!

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Se eu mandasse alguma porcaria por estas bandas, eu me empenharia em realizar uma profunda aproximação com Portugal. Isso tanto no tocante na aquisição de meios defensivos e cooperação industrial, quanto em estabelecer tratados de operações conjuntas, em caso de Guerra ou operações de paz como as que ocorrem na África.
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Portugal precisa a muito tempo de um Navio de Apoio Logístico. Eles até tinham em vistas o projeto, mas não estabeleceram condições financeiras de tocar a frente uma aquisição.
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A MB precisa de navios desse exato tipo.
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Portugal necessitará de substituir suas Fragatas, incluindo as da Classe Vasco da Gama. A Classe Tamandaré poderia talvez resultar em um bom substituto, para eles.
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Portugal tem um Navio de Patrulha Oceânico de 1.800t de baixo custo, que poderia ser extremamente interessante para cobrir as necessidades de nossos Distritos Navais.
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Existem tantas oportunidades…

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Seria uma bela parceria sim. A configuração desse NAVPOL se assemelha ao G40 NDM Bahia.

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, sempre sonhei em ver Brasil e portugal igual EUA e Gra-Bretanha, dividindo bases, navios, treinando juntas, cooperação total, mas…

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Gus Talking
29 dias atrás

… Mas… Há quem prefira estimular o patriotismo por meio do uso do passado colonial, que é mais saudável e porque “faz sentido”.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, esse projecto é antigo e baseado no Galicia/Rotterdam. Bom projecto mas deve ter perto de 30 anos. Havia um projecto ainda melhor, um LHD de convés corrido, o MRD 150 que era fantástico. Uma espécie de Atlântico mais pequeno. Concordo em pleno com essa parceria para o navio de apoios. Actualizar um desses projectos e planear construir 1 para a MP e 2 para a MB seria uma bela forma de convencer os governos. Juntar a isso um reabastecedor de ultima geração, mais uma vez 1 Marinha Portuguesa e 2 Marinha Brasileira seria ouro! São projectos relativamente simples e… Read more »

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  MestreD'Avis
29 dias atrás

Mestre

Completamente de acordo.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Esse é o caminho Bardini!
As verdadeiras parcerias fomentam a industrias de ambos os países, permitindo manter uma cadência sustentável de produção de vários produtos.
 

Lu Feliphe
Reply to  Bardini
29 dias atrás

Sim, uma parceria seria muito interessante, pois não só se tem empregos como a entrada de produtos Brasileiros no mercado de defesa Europeu.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

E olha que os mesmos estaleiros nacionais que fabricam ou fabricaram navios tanques para a Petrobrás e navios mercantes podem construir esses navios de apoio para a nossa marinha sem muito dificuldade.

Pedro Moura
Pedro Moura
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Realmente. Eu sempre fui da opinião de que nossa industria naval e MB precisam andar juntas e conversarem mais sobre essa “troca de calor”.
 
Não sei se existe intercâmbio de estaleiros nacionais com os construtores de navios de guerra americanos, ingleses, japoneses, coreanos… assim poderíamos ter conhecimento local, desde o desenvolvimento do projeto até a entrega ao setor operativo. Isso vale também para o EB.
 
O que eu também noto é que nossas universidades parecem não se interessarem pelo assunto defesa nacional, que ao meu ver deve ser de todos, não apenas de militares.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Pedro Moura
1 mês atrás

Caro Pedro. Há inúmeras notícias aqui na trilogia sobre a colaboração das universidades, setor industrial e forças armadas. Um exemplo antigo foram os cabos elétricos antichama usados nos Tupi. Foram desenvolvidos no Brasil pela parceria entre uma universidade de SP e uma indústria de cabos elétricos. Depois de certificados, os cabos foram usados pela MB e a empresa continuou oferecendo o produto no mercado civil, tanto para construção civil quando para o setor naval. O Prosub tem vários exemplos atuais dessa parceria. A fabricação dos F39 tem essa parceria. Há muita coisa que ainda pode ser feita, mas é preciso… Read more »

Gus Talking
Gus Talking
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Recursos para pesquisa? Meu caro, já são gastos bilhões e bilhões com resultados práticos nenhum! Gasta-se com salários, planos de cargos, viajens, passando gente sem concurso pra um ou dois níveis acima, e por aí vai… Universidades brasileiras são uma piada, podem fazer greve por anos e anos e o Brasil nem vai sentir, não representam NADA, somos reféns do funcionalismo público.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Gus Talking
29 dias atrás

Caro Gus. Segundo um estudo do Ipea (que você pode encontrar na internet), hoje são cerca de 600 mil servidores federais civis, menos do que nos anos passados. Portanto houve redução de servidores federais. Outro ponto, 70% dos servidores federais do executivo têm nível superior e um salário médio da ordem de R$ 8 mil (os salários mais altos são do judiciário). O maior crescimento de funcionários ocorreu em nível municipal, onde o salário médio é da ordem de R$ 2 mil, sendo que a maioria dos servidores municipais são da área de educação infantil e ensino básico e na… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Existem notícias Camargo, mas em comparação com a quantidade existentes, são pouquíssimas universidade, e isto se dá por inúmeros fatores. Dá para incluir nesta lista a falta de recursos das FA relacionados a pesquisa e desenvolvimento (ToT sai mais “barato”), uma vez que não adianta motivar os estudantes e na hora de apresentar um projeto, acabar conhecendo a verdadeira realidade. Também temos a aversão (menor que a década anterior mas ainda existente), principalmente dos professores do nível acadêmico, ao setor militar.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Olá Merlin. O meio acadêmico é bastante heterogêneo. Tem gente de direita e esquerda, de todas as cores e tamanhos. Uma característica necessária das universidades é manter uma visão crítica sobre a sociedade, inclusive sobre a própria universidade. Isso é diferente de aversão. O que falta são recursos do MinDef para ciência e tecnologia. Os projetos de pesquisa são (ou pelo menos eram) com recursos do CNPq e em SP também da FAPESP, inclusive os institutos de pesquisa e de ensino superior militares buscam recursos nas agências de fomento científica. Apenas para comparação, o orçamento da FAPESP é da ordem… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camaergoer
29 dias atrás

Depende bastante da instituição, a questão da aversão. Professores (principalmente de química) que conhecemos que aprecia assuntos e discussões militares, e que não faze parte das tradicionais instituições associadas ao meio?
Dificílimo um estudante sugerir uma tese, principalmente nas universidades federais e estaduais, relacionada a área militar. Que dirá trabalhos e pesquisas onde o assunto são armamentos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  MMerlin
29 dias atrás

Olá Merlin. Todos os grupos de pesquisa têm uma história relacionada á sua especialidade. Alguns trabalham com biomateriais, outros com cerâmicas eletrônicas, outros com alimentos, ligas metálicas. O estudante escolhe o grupo em função da experiência e histórico do grupo. Acho improvável que um orientador aceite um aluno em um tema que seja muito diferente do que ele tem conhecimento. Por outro lado, o aluno também tem que mostrar interesse no tema. Na UFF, por exemplo, vários militares da ativa cursam mestrado e doutorado (principalmente da MB). Por outro lado, um pesquisador civil irá desenvolver seu trabalho nos temas nos… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Olá Fábio. Concordo como você. O NRP Berio deslocava (vou colocar no passado já que foi descomissionado) 11,5 mil ton (140 m de comprimento e calado de 7.3 m). Um petroleiro “´panamax” (50 mil ton de deslocamento) custa cerca de US$ 100 milhões (ou US$ 2 mil por tonelada) construído no Brasil. Segundo uma noticia aqui do PN, cada navio da classe “Wave” custou cerca de US$ 125 milhões (deslocando 31 mil ton, ou cerca de US$ 4 mil por tonelada). Acho que podemos dizer que a construção desse navio em um estaleiro brasileiro custaria algo em torno de R$… Read more »

charles
charles
1 mês atrás

Com os cortes nós recursos das forças armadas melhor não comprar e manter os projetos atuais das corvetas e submarinos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  charles
1 mês atrás

Olá Charles. As forças armadas tem dois programa prioritários. O Prosub (incluindo o SN10) e o Gripen para a FAB. Tenho pensado muito sobre as FCT, se seria o caso de adiar. Por exemplo, uma Macaé custa US$ 40 milhões (cerca de R$ 200 milhões). Fico pensando se os recursos colocados na Emgepron seriam (neste momento) melhor gastos na construção de 10 Macaés, já que poderiam envolver mais estaleiros em diferentes cidades. Fico pensando em qual situação seriam gerados mais empregos (uma FCT ou dez Macaés) e maior efeito na economia local. Sem entrar no mérito da MB precisar de… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

02/06/2020 – terça-feira, bnoite, Camaergoer, recursos é o que não falta, entre março e maio/2020, nosso ministro Guedes, torrou 60 bilhoes (bilhões) de doletas para manter o dolar a menos de 5 x 1, quando ele chegou a quase 6 x 1, com esta grana que foi gasta, poderiamos ter uma marinha muito bem equipada. O dinheiro gastl serviu para os bancos/especuladores/empresarios, etc.. ficarem mais ricos, nao foi visto nenhum trabalhador comprando. Então, resumindo, para especulação o sr. ministro tem, para termos uma marinha no minimo decente, não existe verba????

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Olá Vovozão. Bom ter noticias suas. Espero que os “netinhos e netinhas” estejam bem. O Guedes disputa com os ministros do MEC e do Itamaraty a posição de predileto da corte.

dalton
dalton
29 dias atrás

Participou da guerra entre argentinos e britânicos em 1982, sendo o único dos 5 da classe a faze-lo enquanto os demais foram mantidos mais próximos de casa apoiando o restante das forças navais britânicas e da OTAN.
.
Além de poder reabastecer um navio de cada lado, também era capaz de
reabastecer um terceiro pela popa, se necessário.

Gabriel BR
Gabriel BR
29 dias atrás

A Aliança militar entre Portugal e Inglaterra é a mais antiga em vigor no mundo. Acho quase certo que o Wave vá para Portugal.

Lu Feliphe
Reply to  Gabriel BR
29 dias atrás

O nível de parceria e troca de equipamentos por alianças é bem relativo.

Mauricio Pacheco
Mauricio Pacheco
27 dias atrás

Me desculpem estar meio fora do tópico, mas parece que algumas pessoas aqui na página, tem “tesão” por negativar os comentários. alguns comentários até com bastante relevância, simplesmente com várias negativações!

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Mauricio Pacheco
27 dias atrás

Olá Mauricio. Já teve gente negativando votos de “boas festas” e “feliz ano novo”, já teve gente negativando “perguntas”, já teve gente negativando “dados estatísticos”, já teve gente negativando “pedido de desculpas”… daqui a pouco os enxames vão negativar a sua observação e o meu comentário. A não ser que você esteja pensando em concorrer a “miss trilogia”, ignore.