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Falha no sistema de catapultas eletromagnéticas do porta-aviões de US$ 13 bilhões

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O sistema de lançamento de aeronaves do porta-aviões USS Gerald R. Ford falhou durante os recentes testes no mar, e a Marinha dos EUA ainda está tentando descobrir exatamente o que deu errado

A Marinha dos EUA ainda não sabe ao certo o que causou uma falha crítica na tecnologia do porta-aviões USS Gerald R. Ford no início deste mês.

Em 2 de junho, durante os testes no mar, o Ford enfrentou um problema de energia que causou a falha do Electromagnetic Aircraft Launch System (EMALS), dificultando as operações de voo por cinco dias.

Diferentemente das catapultas a vapor dos antigos porta-aviões da classe Nimitz, o novo EMALS do Ford usa eletricidade para criar fortes campos magnéticos que impulsionam uma carruagem conectada a uma aeronave pela pista, lançando o avião no ar.

Embora o EMALS deva ser melhor do que as catapultas a vapor, ele não teve o desenvolvimento mais suave.

Como uma das novas tecnologias integradas ao Ford, o EMALS teve sua parcela de problemas. Por exemplo, seu primeiro lançamento público em 2015 foi um fracasso. O Gabinete de Prestação de Contas do Governo divulgou um relatório no início de junho, observando que “a Marinha ainda está lutando para demonstrar a confiabilidade dos principais sistemas, incluindo o sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves”.

O sistema caiu no início deste mês devido a uma falha nos elementos de manipulação de energia do sistema de lançamento que conectam as turbinas ao sistema de energia do EMALS, mas a causa exata permanece desconhecida. Uma solução alternativa desenvolvida em um local de teste em terra permitiu que a ala aérea partisse em 7 de junho quando o navio retornou ao porto.

James “Hondo” Geurts, secretário assistente da Marinha para pesquisa, desenvolvimento e aquisição, disse no dia 18 de junho que a Marinha ainda está tentando descobrir o que deu errado, informou o Inside Defense.

“Ainda estamos passando pelo diagnóstico. Estamos fazendo o isolamento total das falhas para entender … o que causou a condição dessa maneira”, disse ele a repórteres durante uma conversa com a imprensa, explicando que “estamos tentando fazer o isolamento exato de falhas de como chegamos nesse estado”.

O problema surgiu durante o maior embarque de aeronaves até hoje no Ford e, durante os recentes testes no mar, a ala aérea realizou operações de voo diurno e noturno com 324 lançamentos de catapultas e pousos enganchados.

Geurts explicou que uma das razões das atividades recentes era “testar o sistema sob estresse”, acrescentando que, apesar dos contratempos, ele continua confiante na tecnologia.

“Estamos operando esse sistema com altas disponibilidades e lançando um grande número de aviões. E o sistema é um sistema sólido. Acreditamos no projeto”, disse ele, de acordo com o Inside Defense.

“Vamos encontrar coisas ao longo do tempo? Absolutamente”, disse Geurts. “Mas nada que vimos, nada que eu saiba, nada que rastreamos é uma mina terrestre ou o calcanhar de Aquiles no sistema”.

Geurts também mencionou que o Ford poderá em breve terá mais da metade de seus elevadores avançados de armas (AWEs) funcionando, informou o Military.com.

Os AWEs, nova tecnologia projetada para mover rapidamente as munições, têm sido outro problema de longa data para o Ford, que está atrasado e acima do orçamento, em mais de US$ 13 bilhões de dólares. Esperava-se que todos os onze elevadores estivessem funcionando no verão passado.

FONTE: Business Insider / FOTOS: US Navy

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Cristiano
Cristiano
1 mês atrás

Na minha opinião tudo o que e novo e não foi testado até o limite na fase de protótipo vão dar esses tipos de problemas.
Só uma questão de tempo pra solucionar essas questões

PACRF
PACRF
Reply to  Cristiano
1 mês atrás

Inclusive um problema chamado coronavírus, que também tira porta-aviões de ação, sem dar um único tiro de festim.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  PACRF
1 mês atrás

Tira de ação em tempos de paz, por meras precauções.Se uma guerra estive a acontecer, as mortes por covid-19 dentre uma população jovem e atlética seria facilmente negligenciada. Morreu no mar é afogamento.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Cristiano
1 mês atrás

Tomara que nunca funcionem.

Observador
Observador
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

A tal da inveja é um sentimento que dá pena.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Observador
1 mês atrás

Nada de inveja. Trata-se do desejo utópico de que todas as armas do mundo nunca mais funcionem. Sou um pacifista convicto.

Flanker
Flanker
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

nada contra seu pensamento…..acho que ninguém gosta de guerra…mas, um pacifista em um blog de equipamentos militares é meio paradoxal……
é o mesmo que ir em um blog de praticantes de tiro esportivo e defender a política do desarmamento….é proibido/ Não…claro que não…mas, é infrutífero e incompatível…..

Gilmar Leal
Gilmar Leal
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

Perdão, mas o que vc faz aqui em um blog cujo assunto principal são armas???

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Gilmar Leal
1 mês atrás

É proibido? Tento ser um contraponto, quando não sou censurado pelo administrador.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Gilmar Leal
1 mês atrás

Masoquismo…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Cristiano
1 mês atrás

De acordo…

Pedro
Pedro
Reply to  Cristiano
1 mês atrás

Pior é você fazer testes, gastar com engenheiros, gastar com mão-de-obra, insumos e vim alguém da TI que é terceirizado e roubar tudo kkkkk

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Bom, acho que esse defeito deve valer o valor das 4 tamandarés juntas! kkkkkk

Tupinamba
Tupinamba
1 mês atrás

Pensei que os testes em terra realizados antes de serem instaladas as catapultas no NAe já atestassem sua eficiência prática.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Tupinamba
1 mês atrás

Caro Tupunamba. Lembro de uma propaganda da British Telecon da equipe construindo um avião enquanto ele voava. A ideia de modo geral faz sentido, colocando o sistema para operar durante a etapa de desenvolvimento. Os problemas surgem e são resolvidos nas condições de operação. Talvez a médio prazo, seja mais barato. Os custos de desenvolvimento são maiores mas são economizados recursos de reengenharia. O desenvolvimento parece mais longo porque são misturados prazos de desenvolvimento e construção.

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Em uma epoca em que a US NAVY luta para conseguir manter sua quantidade de combatentes de superficie, talvez o salto tecnologico tenha sido alto demais, prematuro e com um custo enorme.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Zorann
1 mês atrás

É o preço a se pagar para manter a liderança da corrida tecnológica, com um dragão furioso cuspindo fogo para todos os lados, creio que o Tio San não tem muita opção!

Sagaz
Sagaz
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

O dragão cuspindo fogo seria aquele com uma nae que tem que levar um petroleiro do lado para dar uma volta?

Andre
Andre
Reply to  Zorann
1 mês atrás

ainda bem que a US Navy, mesmo sem o G. Ford, ainda tem 11 carriers disponíveis, a soma de todos os demais em operação no mundo…

Dalton
Dalton
Reply to  Andre
1 mês atrás

Na verdade é 11 com o “Ford”, os outros 10 pertencem a classe “Nimitz” apesar dos últimos 2 , o “Reagan” e o “Bush” serem considerados como uma sub classe.
.
Mas, apesar do sucesso da classe “Nimitz” , estava mais que na hora de se tentar outra coisa e espera-se que a redução do número de tripulantes e tecnologias que deverão exigir menos manutenção compensem ao longo de 50 anos de vida em parte o custo de aquisição do navio que é extremamente alto, mas, que não chega a ser o dobro
de um “Nimitz” se fosse construído hoje.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Toda nova tecnologia leva um tempo para amadurecer, esses testes são para essas falhas apareçam e sejam corrigidas.

teropode
teropode
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Se levar uma eternidade como o F35 , nao vale-ra a pena , apesar de que ainda podem transforma-lo em um porta-helicoptos ou instalarem rampas nele .

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  teropode
1 mês atrás

a diferença é que a Força aerea não adquiriu um que precise voar e operar até os A29 do SOCOM, e os Fuzileiros que não encomendaram um que tem ser também de desembarque anfíbio.

AJocys
AJocys
1 mês atrás

E pensar que quando estiver totalmente operacional, tem poder para por a pique a MB e varrer a FAB da Terra!

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  AJocys
1 mês atrás

é só refugiarmos nossas aeronaves no Acre, dúvido eles irem até lá, iam ter que fazer REVO e aí fica perigoso demais fazer revo muito dentro do território inimigo, avião de revo não é furtivo

rommelqe
1 mês atrás

O problema em si não foi, obviamente, declarado : “O sistema caiu no início deste mês devido a uma falha nos elementos de manipulação de energia do sistema de lançamento que conectam as turbinas ao sistema de energia do EMALS, mas a causa exata permanece desconhecida”. O que conecta as turbinas ao sistema EMALS pode ser entendido desde acoplamentos mecânicos, passando pelos geradores elétricos, disjuntores, bancos de retificadores, etc. etc etc. Mas a maioria dos componentes destinados a suprir a energia elétrica são convencionais e plenamente conhecidos…assim entendo que o mais provável é que tenham ocorridos problemas diretamente relacionados ao… Read more »

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Kkkkk, somos bons nisso. Podemos colocar um prego para segurar a tira da havaianas ampliando a vida operacional dela ou bombril na ponta da antena melhorando o recebimento do sinal…engenharia de improviso. Kkkkk

Rudolfo
Rudolfo
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Capacitores demoram para carregar….. E numa enorme embarcação metálica campos eletromagnéticos podem se comportar de forma diferente do que o esperado. Além disso, fortes campos eletromagnéticos podem até afetar a eletrônica metais a bordo das aeronaves…

Tupinamba
Tupinamba
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Tem certeza que vc não é o Engenheiro Scott da Enterprise NCC-1701 ?

rommelqe
1 mês atrás

Procurando mais dados achei na seguinte alguns dados a mais::

“USS Gerald Ford EMALS Launching System Suffers Fault During Testing PeriodBy: Sam LaGrone

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
1 mês atrás

Sem dúvidas os porta aviões dos EUA estão em grau elevado de tecnologia. Se comparado a outros países. A tecnologia está sendo aprimorada. Esses elevadores tem um tempo grande que estão com problemas. Mas o porta aviões Ford é espetacular!

rommelqe
1 mês atrás

Realmente,ao que parece, foi uma tentativa de rearme manual do sistema que causou os problemas:

“The root cause of the initial fault is still being reviewed to determine the causal factors. The fault appeared in the power handling system during a manual reset of the system before flight operations,” Navy spokesman Capt. Danny Hernandez told USNI News on Monday.

Ou seja, alguem não esperou com que as pré-condições automáticas de lançamento fossem respeitadas….

rommelqe
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Dissipar a energia (calor) nos capacitores ou nos trilhos certamente é um dos problemas práticos de engenharia mais relevantes. . Acredito que tenha sido isso.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Usam capacitores ???
HAHAHA
vai se atualizar antes de escrever

rommelqe
1 mês atrás

Consultando meramente o Wiki, na realidade não utilizam capacitores… Vide abaixo: Energy storage subsystem[edit]During a launch, the induction motor requires a large surge of electric power that exceeds what the ship’s own continuous power source can provide. The EMALS energy-storage system design accommodates this by drawing power from the ship during its 45-second recharge period and storing the energy kinetically using the rotors of four disk alternators; the system then releases that energy (up to 484 MJ) in 2–3 seconds.[8] Each rotor delivers up to 121 MJ (34 kWh) (approximately one gasoline gallon equivalent) and can be recharged within 45 seconds of a launch; this is faster than steam catapults.[6] A… Read more »

Roosevelt
Roosevelt
1 mês atrás

É necessário mesmo esse sistema até para elevadores? Os elétricos e hidráulicos não cumprem bem essas tarefas?

rommelqe
1 mês atrás

Um cicloconversor é um sistema que converte energia elétrica que esteja por exemplo em tensão e frequencia constantes em energia elétrica na forma de corrrente contínua e tensão variável. Os trilhos EMALS tem que ser alimentados em CC, justamente por que se caracterizam por ter que gerar campos magnéticos opostos nos sucessivos polos do trilho. Por pouco poderia até ser chamado de inversor, presente no nosso dia a dia em qualquer aparelho de ar condicionado, furadeira ou máquina de lavar roupas.. Pela Wikipeadia : “A cycloconverter (CCV) or a cycloinverter converts a constant voltage, constant frequency AC waveform to another AC waveform of a lower frequency by synthesizing the… Read more »

teropode
teropode
1 mês atrás

Opaaaa ! esquenta não, ja existe uma otima desculpa para estes probleminhas : O preço da inovação. No calor de uma batalha vai virar um robusto alvo sem asas .

Antoniokings
Antoniokings
1 mês atrás

Segundo publicações de revistas militares, esse é outro dos projetos considerados como micos da indústria militar americana, junto com o F-35 e o Zumwalt.
É micos caríssimos.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Corrigindo: E micos caríssimos.

Andre
Andre
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Eles poderiam fazer como os russos, deixar os projetos novos apenas em fase de projetos e ficar apenas reciclando os dos anos 80. Seria mais barato e traria menos problema não?

Esteves
Esteves
Reply to  Andre
1 mês atrás

Da bola pra ele não.

Ele chuta pro mato.

Marco
Marco
Reply to  Andre
1 mês atrás

Ou quem sabe fazer um precinho para chinês acreditando que iria virar shopping center

Leandro Costa
Leandro Costa
1 mês atrás

Besteira. Infelizmente essas coisas acontecem. Como é novo, é alardeado como o fim do Mundo. Acho que foi em 2001, eu estava na Escola Naval durante as celebrações da Regata da Escola Naval, e era esperado um sobrevôo de aeronaves do USS Nimitz, que estava na costa e fazendo operações conjuntas com a MB quando do trânsito para o Pacífico. Apenas dois Sea Knights e dois Seahawks apareceram (preciso caçar as fotos para ter certeza sobre os Seahawks), porque as QUATRO catapultas do Nimitz estavam fora de operação. E não era nenhuma tecnologia nova, não era navio novo nem nada.… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

O ‘infelizmente’ depende do ponto de vista, né?
Tem maior galera adorando o fato dos EUA gastarem bilhões e bilhões de dólares em projetos de armas que não funcionam direito.

Flanker
Flanker
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Incluindo você nessa torcida…..mas, vai ficar só na torcida.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Você é quem fica na torcida. Isso acontece com qualquer equipamento complexo de qualquer país. Quem não enxerga isso ou é n00b ou é fanboy.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Outra coisa que adoramos são os tais do ‘Elephant walk’.
Milhões de dólares torrados mostrando nada para ninguém.

Marco
Marco
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Ué vc viu Xings??? Achei que ninguém tinha visto!!!

Esteves
Esteves
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Sempre torcendo pro jacaré…

filipe
filipe
1 mês atrás

São os custos da inovação, daqui a 30 anos nem se fala mais nisso, EMALS esta a frente do seu tempo, assim como as Armas a Laser, dai a razão desse NAE usar 2 PWR que juntos dão 720 MWs sendo 60% dessa energia usada para o EMALS, dai a dimensão dessa inovação, é a energia eletro-magnética usada ao mais alto nível… é tecnologia de ponta , essa tecnologia não daria para adaptar na classe Nimitiz por causa do consumo de energia.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
1 mês atrás

E daí? Não tem problema. É só dar uma ligadinha lá para o FED, e se imprimem 13 bilhões de dólares. Problema resoluto.

LucianoSR71
LucianoSR71
1 mês atrás

Quanta vezes vimos problemas de desenvolvimento em evoluções de sistemas ( o A400M não é inovador e ainda sofre p/ entrar em operacionalidade plena ) muito mais em uma nova tecnologia que tem que ser não somente operacional, mas quase a prova de falhas ( nada é totalmente safe-proof ). A grande diferença é que nos países democráticos isso acaba sendo informação pública. Creio que essa é uma tecnologia melhor que a de vapor, e não tem nada a ver c/ quem a está desenvolvendo. Só p/ dar uma pitada de História, no início as catapultas utilizadas p/ lançar hidroaviões… Read more »

L.D.K.
1 mês atrás

Calibrar e acertar equipamentos que trabalham com eletromagnetismo, não é fácil e tão pouco simples! Terá que ser feito muitos registros, terão que montar um banco de dados grande, o qual permita o computador que administra a catapulta, lançar qualquer aeronave com sua variação de envelopes de missões, independente das condições de clima e vento.
Tudo isso sem causar interferências, ou danos nos equipamentos das aeronaves lançadas.
Nada que os americanos não resolvam em definitivo.

filipe
filipe
Reply to  L.D.K.
1 mês atrás

Os Chineses estão as espera desse banco de dados estar pronto e completo para lançarem o EMALS deles, é bem mais fácil fazer copy and past ou engenharia reversa, os EUA são a nação mais pioneira e inovadora em todas as novas tecnologias navais e aero-navais que existem… Nada de estranho para eles, os Americanos já estão acostumados a isso, dai a razão deles não terem adversários possíveis, se calhar a China vai ter EMALS nas suas ilhas artificiais…

Carvalho2008
Carvalho2008
1 mês atrás

Fiquei curioso sobre como todo este sistema pode se comportar diante de um PEM. Se uma ogiva tactica explode alguns km próximo, será que pulso seria sentido? Tudo pode estar blindado abaixo do conves, mas o trilho não…

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

O que é PEM? Pulso eletromagnético vindo de explosões?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Yes. Uma bomba nuclear emite o pulso Uma explosão solar também pode emitir embora em menor grau, não exclui-se A hipótese do Sol emitir im PEM que esporadicamente possa queimar toda a tecnologia elétrica humana. Embora improvável, o risco existe. Um gerador de pulso também. Caixas metálicas atuam como uma gaiola de faraday protegendo instrumentos elétricos que estejam em seu interior. Mas minha dúvida é especifica sobre hipoteticos artefatos nucleares a que um Nae possa ser exposto. Mesmo uma ogiva tática que exploda a Boa distancia sem causar danos ao casco, emitirá um PEM que desestabiliza os sistemas elétrica. Um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Segura…

Segura a tentação…não vai postar ilustração dessas coisas.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Kkk….poxa…nunca ouviu falar que uma imagem vale mais que 1000 palavras…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Não resisti….
comment image

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás
Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Se serve ao EB, serve pra MB.

rommelqe
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Certa feita eu vi o projeto de uma PEM. È realmente algo incrivelmente simples mas também complexo. Trata-se de duas bobinas “elétricas” concêntricas dispostas em um cilindro; dentro da de menor diâmetro é posicionada uma bomba atômica. Quando detonado este artefato gera uma onda eletromagnetica extremamente intensa. e torra tudo que e eletronico 9ou nao) em sua volta.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  rommelqe
1 mês atrás

Em tese, todo mundo tem um PEM em casa. Forno de microondas, só que ele é blindado e as ondas não vazam

nflopes
nflopes
1 mês atrás

Quando se fala em US$ 13 bilhões, estão aí incluídos todos os aviões e demais equipamentos?

Dalton
Dalton
Reply to  nflopes
1 mês atrás

Não…até porque existem “apenas” 9 Alas Aéreas” e o “Ford” irá herdar uma
já constituída cujo NAe que a emprega hoje poderá entrar em um longo período de manutenção no futuro.
.
Existem 11 NAes comissionados e 9 Alas Aéreas porque sempre há pelo menos 2 NAes passando por longos períodos de manutenção/modernização.

Esteves
Esteves
Reply to  nflopes
1 mês atrás

Assusta. Mas é somente grana.

Vinte dias atrás o PG gastou 50 bilhões de dólares para segurar o câmbio.

Sincero
Sincero
1 mês atrás

Os norte-americanos puseram o homem na Lua, sondas em Marte, projetaram e lançaram as Voyeger I e II que hoje navegam o espaço sideral, projetaram o Space Shuttle, projetaram a classe Nimitz, o Tomcat, o Eagle, o Fighting Falcon, o Ticonderoga, o Los Angeles, o Virgínia, o M1-Abrams, o B-1 Lancer, o B-2 Spirit, o F-117 Night Hawk, e tantas outras maravilhas tecnológicas. Parece que seus netos se preocupam demais em reclamar de tudo e esquecem de honrar seu passado. Desculpem o desabafo, talvez não seja o caso do porta-aviões, mas é o resultado de uma constatação real, até aqui… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Sincero
1 mês atrás

Coisas que não funcionam fazem parte da vida.

Enquanto reclamamos da nossa, eles exploram as luas de Saturno.

Mas…há quem prefira o outro lado da força.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Grandes diferenças.

Marinha de Guerra constantemente em aprestamento, treinamento e em exercícios.

Operações, manutenções, cenários de guerra e vindas de navios entrando e saindo de TOs.

Sofrem baixas e panes. Enfrentamento de problemas, de crises, de ameaças.

Comparando com os dias atuais…

O Governo do Rio anunciou 7 hospitais de campanha. Estudos técnicos da SS aconselham e recomendam somente 2. Porque 2 é o que se pode manter. 2 é o que se pode operar.

Lembro da Bíblia.

A vida precisa ser edificada. Por exemplos.

Marcio AR
Marcio AR
1 mês atrás

Tecnologia nova e inovadora sempre necessitará de aperfeiçoamentos, e, quando é submetida a extenso uso, demonstra suas fraquezas, a partir dessa constatação, é o momento de iniciar as correções e possíveis melhorias, ou seja, novas tecnologias estão sempre em constante evolução e/ou aperfeiçoamento para atingir 100% de operacionalidade. Não conheço muito dessa tecnologia magnética mas com certeza com o uso ininterrupto deve ter causado algum de tipo de stress, que os testes anteriores em laboratório não foram capazes de detectar, tais como as variáveis de qualidade do material utilizado na construção, temperatura de trabalho, tensão elétrica, porém certamente conseguirão resolver… Read more »

sub urbano
sub urbano
1 mês atrás

Pessoal os americanos estão perdendo o pragmatismo. Eles estão inventando moda demais, como se tivessem esquecido o porquê de estarem aqui. Gourmetizaram o F-35, agora uma catapulta elétrica, susceptível a um PEM algo plausível em cenário de guerra nuclear. Fora o ridiculo Zummwalt. Estão parecendo os Romanos no período tardio.

Carlos Ravara
Carlos Ravara
1 mês atrás

Tem um artigo interessante sobre essas catapultas.
http://www.g2mil.com/EMALS.htm

rommelqe
Reply to  Carlos Ravara
1 mês atrás

Ola, Carlos! Esse artigo tem poucas fotos mas muito boas.
Contudo não parece ser muito confiável. Por exemplo afirma que “…Crewmen die since aircraft like the C-2 and E-2 have no ejection seats…” quando no link do texto justamente a respeito deste lançamento mal sucedido ve-se claramente que os tripulantes conseguiram se ejetar.De qualquer forma valeu, obrigado!