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Primeiro míssil antinavio da Turquia atinge alvo a mais de 200km de distância

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ANKARA — O primeiro míssil antinavio produzido autonomamente na Turquia passou em seu último lançamento de teste de longa distância com sucesso total, disse em 4 de julho a principal autoridade do setor de defesa do país.

O míssil Atmaca “executou suas funções perfeitamente, atingiu com sucesso um alvo a mais de 200 quilômetros de distância e está pronto para entrar no inventário de armas das Forças Armadas da Turquia”, disse İsmail Demir, chefe da Presidência das Indústrias de Defesa da Turquia no Twitter.

Feito pelo produtor de mísseis Roketsan, o Atmaca deve entrar no inventário das forças armadas turcas antes do final do ano, substituindo o Harpoon, fabricado nos EUA.

De acordo com a Roketsan, o Atmaca é um míssil antinavio de alta precisão, de longo alcance, superfície a superfície, que pode ser integrado a barcos-patrulha, fragatas e corvetas.

Possui um alcance de mais de 200 km (124 milhas), representando uma ameaça para alvos muito fora do alcance visual. Ele também fornece atualização de destino, novo ataque e capacidade de abortar missões por meio de um link de dados moderno.

FONTE: Agência Anadolu

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
30 dias atrás

Vamos concluir o nosso com o alcance menor e depois fazemos a versão MK2 com um alcance similar ou maior que esse!

Mateus
Mateus
Reply to  Fabio Araujo
30 dias atrás

Ótima ideia, só falta o dinheiro… Talvez esteja nos mais de 26 bilhões de aumento que os altos oficiais ganharam…

Carlson
Carlson
Reply to  Mateus
30 dias atrás

É a forma encontrada de agradar os militares e receber apoio não importa se estamos em crise não importa que metade da população está desempregada…

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Carlson
28 dias atrás

O erro está nos governos anteriores que aumentaram demais os salários do funcionalismo público Federal e não fizeram o mesmo com os militares.
Um General olha um “bebezinho” que passou no concurso público ontem para auditor, ganhando 20 mil e ele acha que sendo um General com quase 40 anos de carreira, ganhando 20 mil, ele está ganhando pouco, pois ganha o mesmo que o novinho que começou ontem.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Mateus
30 dias atrás

Ou nos 2 bilhões torrados em 4 navios repletos de armamentos e sensores importados e caros caro Matheus.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Mateus
29 dias atrás

Pois é,mas quando eu digo que os oficiais brasileiros não dão a mínima para a defesa do país e só ligam para seus soldos e pensões das filhas o pessoal aqui me dá downvote.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Allan Lemos
28 dias atrás

É a verdade que todos já conhecemos, mas que arde como pimenta malagueta aqui no site. As mordomias, os altos salários para essa classe de oficialato de alto escalão, assim como esse exército de filhas “solteiras” , simplesmente condenaram as forças armadas a serem muito mal equipadas e obsoletas. Como uma peste de gafanhotos, simplesmente devoram toda a verba, numa corrida desenfreada por mais benesses. Mas aqui não querem ouvir isso não. A culpa é do PT, do governo anterior, dos “comunistas”. Enquanto o país está a beira do precipício, com milhões passando necessidade… Outro aumento magnânimo para o alto… Read more »

Rico Zoho
Rico Zoho
Reply to  Fabio Araujo
30 dias atrás

Não é tão simples assim. Vai precisar recalcular tudo, desde peso, potência, carga util, eletricidade, etc….

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio Araujo
30 dias atrás

Espero que o nosso seja bem melhor. Se a Marinha turca substituir os Harpoon (os deles são antigos) pelo Atmaca, devem perder pouco em capacidade de ataque, mas se comprasem as ultimas versões do RGM-84, o Atmaca não tem comparação (acho que o Atmaca não tem ARTH). Se não me engano os Harpoon de superficie mais modernos da Turquia, são 25 Block II, todos os outros 234 RGM-84, dos quais alguns já devem estar fora de serviço, são antigos.  Os testes, conforme foto do site parece ter sido feito a partir de um radar de terra que provavelmente esta num… Read more »

Last edited 30 dias atrás by Kemen
Marcelo
Marcelo
Reply to  Kemen
29 dias atrás

se o alvo esta a 200km nao importa muito se o radar em terra estava alto ou nao. A nao ser que esteja no Everest ou Aconcagua…

Marcos
Marcos
30 dias atrás

Hoje com tantas ferramentas computacionais e de simulação disponíveis temos enormes dificuldades de desenvolver esse tipo de armamento, Exocet Block 1 foi desenvolvido na década de 70 “na raça” e ainda estamos batendo a cabeça com o MANSUP

Yuri Dogkove
Yuri Dogkove
Reply to  Marcos
30 dias atrás

O segredo é “inteligência”, ou a falta dela.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Marcos
30 dias atrás

A dificuldade de fato se resume a uma única coisa: dinheiro.
É como bombas nucleares, qualquer imbecil com muito dinheiro faz sair algo. Não vai ser o mais avançado do mundo, mas certamente algo sai. Bombas nucleares são tecnologia do meio da década de 1940, que usam uma física bastante “fácil”, mas mesmo assim vários países que tentaram fazer fracassaram.
Quanto aos mísseis, tem que pensar que um exocet original provavelmente beiraria a inutilidade hoje, enfrentando sistemas mais modernos de contramedidas, então se não for resistente a elas, é melhor nem ter.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Fernando Turatti
30 dias atrás

Não sei quanto a bomba em si, mas enriquecer o material não é tão simples. Na década de 40 envolveu praticamente um exército de cientistas e um montante financeiro que somente a maior economia do planeta aguentaria tocar o projeto. Tinha um tal de Einstein no meio da turma, não sei se já ouviu falar

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Sagaz
30 dias atrás

Honestamente, se acredita que Einstein teve algo a ver com o projeto manhattan para além da carta de preocupação inicial, não leu direito.

Ari Levinson
Ari Levinson
30 dias atrás

Muito provavelmente é oriundo de engenharia reversa do Harpoon, até o desenho do míssil entrega isso!

No mais, nada vai salvar Erdogan do seu humilhante ocaso

sergio ribamar ferreira
Reply to  Ari Levinson
30 dias atrás

Concordo como Sr. Ari Levinson. Ou sejas: em equipamento militar nada se inventa que não se pode copiar e/ou evoluir. Um país cujo congresso não se preocupa com sua defesa, Tendência a ficar sempre dependente e com suas Forças obsoletas. Dinheiro faz muita falta mas com planejamento, gestão e racionalidade pode ser feito o básico. Infelizmente àqueles que deveriam se preocupar não estão nem aí. Não fazem pressão aos congressistas, não mostram as vantagens. Poucos são os que comentam e se preocupam com o assunto Defesa e Segurança. Grande abraço.

Gabriel BR
Gabriel BR
30 dias atrás

É o retorno de uma potência

Tomcat
Tomcat
30 dias atrás

Pois é! Alguém sabe se o Mansup está na UTI ou no necrotério…? Pois faz muito tempo que não se fala nada dele.

Lemes
Reply to  Tomcat
30 dias atrás

Se for para continuar gastando dinheiro bom e escasso numa cópia de um míssil ultrapassado e perna curta, então seria melhor que esteja no necrotério e a caminho do crematório.

Heinz Guderian
Heinz Guderian
Reply to  Lemes
30 dias atrás

“ispexialista”

Paulotd
Paulotd
Reply to  Lemes
30 dias atrás

Mansup é um programa importante, ele com um booster simples já deve dobrar o alcance. Não desmereçam esse ótimo projeto.

Problema da MB é a gastança com lagostas, erros estratégicos, falta de planejamento, pensões.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Tomcat
30 dias atrás

Fala isso com base em qual cronograma? Ou viu na bola de cristal?

Mateus
Mateus
Reply to  Tomcat
30 dias atrás

Pra mim esse missil fracassou, deve ta todo errado e lá se vão mais anos pra sair alguma coisa.

Diogo de Araujo
Reply to  Tomcat
30 dias atrás

Tomcat já falo há muito tempo que em minha humilde opinião o mansup foi abandonado. Nada justifica um intervalo tão grande entre os testes que não seja problema técnico. A galera aqui insiste que o problema é sempre “dinheiro” mas eu acredito q a resposta não seja tão simplória assim

Marcos
Marcos
Reply to  Diogo de Araujo
30 dias atrás

O problema crítico nesse tipo de produto é a fase final de aquisição do alvo, chuto eu que o problema desse “sumiço” do míssil dos noticiários tenha a ver com isso, HIL e Labview é tudo uma maravilha mas a realidade é outra, é dificil, muito difícil

Junior
Junior
Reply to  Marcos
30 dias atrás

Também acho que seja isso, lembra do vídeo dos testes que a MB soltou? O míssil não atingiu a área do navio que estava pintada de amarelo, passou na frente do navio e foi reto, lembro que isso foi motivo de piada em vários blogs de defesa nacionais e internacionais, agora veja o teste desse míssil turco, ele acertou um alvo muito menor a 200 km de distância, enquanto o mansup não conseguiu acerta um alvo bem maior a 70 km de distância

Lu Feliphe
Reply to  Junior
30 dias atrás

Mas o objetivo daquele teste, não era para acertar o alvo.

Junior
Junior
Reply to  Lu Feliphe
30 dias atrás

Não???? Qual era o objetivo então?

Marcos
Marcos
Reply to  Junior
30 dias atrás

Se o objetivo não era acertar a embarcação, pra que gastar recursos e deslocá-la até o meio do oceano e depois trazer de volta? Esse papo que não era pra acertar o alvo é pra “justificar” a evidente falha que ocorreu… Não estou querendo desmerecer o trabalho que estão fazendo, mas se o objetivo era apenas testar a guiagem poderiam colocar outros alvos..

Lu Feliphe
Reply to  Junior
29 dias atrás

O objetivo não era acertar mas sim testar todos os parâmetros do lançamento, e seus sensores na sua cabeça de telemetria.

LUCAS GOUVEA PEREIRA
LUCAS GOUVEA PEREIRA
Reply to  Lu Feliphe
29 dias atrás

O Marcos falou tudo. Se o objetivo não era acertar porque desperdiçar todo aquele recurso?

Wilson
Wilson
Reply to  LUCAS GOUVEA PEREIRA
29 dias atrás

Testar a aquisição do alvo pelo radar do míssil e o seu guiamento até o alvo. Nesse caso o impacto do míssil resultaria na perda de dados importantes, sem falar que não haveria cabeça de guerra no míssil só sistemas de telemetria no lugar.(O pessoal das empresas envolvidas e da MB não é burro de colocar na internet uma imagem de uma falha do míssil, se foi colocado é porque era isso que o míssil tinha que fazer nesse lançamento).

LUCAS GOUVEA PEREIRA
LUCAS GOUVEA PEREIRA
Reply to  Wilson
29 dias atrás

Eu duvido da capacidade da MB de produzir um sistema eficiente e moderno. Esse MANSUP já nasceu obsoleto é apenas engenharia reversa e um pouco de migué para dizer que é nacional. Todas as forças do mundo ao produzirem um sistema como esse tem como principal objetivo divulgar vídeo de acerto de alvo nos lançamentos, sobretudo, por uma questão de dissuasão. A MB não, eles divulgam um vídeo com um alvo gigantesco e erra e no final diz que era um teste de telemetria e bla bla bla. Conto da sereia, meu querido.

Wilson
Wilson
Reply to  LUCAS GOUVEA PEREIRA
29 dias atrás

O MANSUP é a versão brasileira do Exocet MM40 B2. Ele não é assim obsoleto como se diz e também praticamente tudo teve que ser desenvolvido aqui. Lucas se o míssil não tinha cabeça de guerra porque querer que ele bata no alvo? Só para ver ele se desintegrar no casco sem fazer dano? Com certeza que forçaram o erro propositalmente para testar se estava travando mesmo no alvo na parte final da corrida. Esse procedimento é comum na criação de programas de computador, assim você obtêm mais dados do que ficar sempre em tentativa e erro e economiza dinheiro… Read more »

Marcos
Marcos
Reply to  Wilson
29 dias atrás

A perda dos dados por colisão não faz o menor sentido por que nesse caso a telemetria é transmitida em tempo real

Wilson
Wilson
Reply to  Marcos
29 dias atrás

Na verdade faz pois ocorre mais ou menos o mesmo que em uma queda de energia e o PC desliga abruptamente, todos os dados não salvos são perdidos. Nesse caso é um corte repentino na transmissão dos dados o que pode levar que os dados não salvos se percam, o que não é bom, da forma que foi feito todos os dados foram recebidos e salvos antes da autodestruição do míssil(no caso cair no mar). Olhando uma matéria do começo desse ano é possível que o programa esteja na fase 3 que é transformar o protótipo em um produto com… Read more »

Jack
Jack
Reply to  Junior
28 dias atrás

Prezado Júnior o objetivo era!! Matar do inimigo de “susto”…Esqueceu? Somos brasileiros e somos bonzinhos. Era só para assustar. “Marvados” mesmo são os turcos” o míssil deles saiu de primeira e nem “engasgou” não foi preciso pegar no tranco, além disso o míssil turco não deixou um rastro de fumaça branca!! Esse não é para assustar é para resolver.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Tomcat
30 dias atrás

Nunca mais se ouviu falar nele ou no TPN ou mesmo na versão navalizada do MTC-300.

Tomcat
Tomcat
Reply to  Filipe Prestes
30 dias atrás

Só para ter uma ideia Filipe, verifiquei no Blog aqui os lançamentos de testes:

1 – novembro de 2018;
2 – março de 2019;
3 e último: julho de 2019.

Foram 3 lançamentos em 8 meses e depois já estamos há um ano sem notícias do Mansup. Temo que o Diogo esteja certo, o Mansup foi abandonado. O que irrita é silêncio da MB…

Marcelo
Marcelo
Reply to  Tomcat
27 dias atrás

Lembrar que temos a pandemia de Covid no meio também. Está afetando tudo e os programas militares não são diferentes.

rommelqe
30 dias atrás

Comprimeto 4800^5200mm, carga bélica 250 kg, peso total 800kg, guiagem por altimetro (GPS) e radar.
Ver https://www.roketsan.com.tr/wp-content/uploads/2019/06/ATMACA-Flayer-TR.pdf

Rogerio Schneider
Rogerio Schneider
30 dias atrás

Sempre que o blog divulga notícia que algum país desenvolveu novo armamento, leitores manifestam a expectativa de que o Brasil possa fazer algo semelhante. Na prática,o Brasil não faz nada. Não desenvolve, não tenta, não experimenta. Um país continental com desenvolvimento tecnológico irrisório que não tem vergonha na cara de comprar armamentos de terceiros e exigir transferência tecnológica. Nosso atraso pode ser visto pela ausência de desenvolvimento espacial. Ainda não conseguimos fazer um foguete capaz de lançar um satélite, enquanto vários outros países já o fizeram: ( EUA, China, Russia, Ucrânia, União Européia, Israel, Coreia do Sul, Coréia do Norte,… Read more »

Rogerio Schneider
Rogerio Schneider
Reply to  Rogerio Schneider
30 dias atrás

Uma coisa é certa. Sempre que alguém diz que o Brasil é um país atrasado, há os que reprovam o texto. Acorda,povo caipira! A corrupção e o atraso das elites fazem com que nosso país seja o que bem conhecemos. O Brasil não tem sequer uma montadora genuinamente nacional. O povo gosta de viver de fantasia, textos favoráveis, e otimistas.

Pedro
Pedro
Reply to  Rogerio Schneider
30 dias atrás

Brasil deu aumento real aos militares em plena pandemia, quem disse a você que não fazemos?

J L
J L
Reply to  Rogerio Schneider
29 dias atrás

Prezado, na minha opinião, se não vamos ter escala de produção e aquisição do material fabricado no Brasil, sou à favor de comprar pronto e não pedir transferência de tecnologia. Paga-se uma fortuna para depois não sair das poucas unidades iniciais.Foi assim com os Helicópteros Caracal, foi assim com os submarinos IKL, foi assim com os OPVs comprados na Inglaterra, foi assim com os 2042 Guaranis planejados a serem adquiridos, será assim nos Gripens e também nas fragatas Tamandaré. Melhor pagar o preço mais barato comprando produto já testado e a entrega será mais rápida do que se fosse feita… Read more »

Gabriel
Gabriel
30 dias atrás

Se cada letra, das bobagens escritas, por “ispexialistas”, fosse transformada em 1 (um) real, estariam resolvidos os problemas financeiros brasileiros, para a próxima década.

Eu chego a admirar a capacidade que alguns tem de escrever tanta bobagem, em tão poucas linhas.

A Turquia esta de parabéns pelo desenvolvimento do míssil, com certeza foram inúmeras dificuldades vencidas até o teste exitoso mostrado nos vídeos.

Torço para que o MANSUP siga, guardadas as proporções, o mesmo caminho.

Lu Feliphe
Reply to  Gabriel
30 dias atrás

Concordo, Gabriel.

Last edited 30 dias atrás by Lu Feliphe
mk48
mk48
Reply to  Gabriel
30 dias atrás

Ótimo comentário Gabriel. Essa turma que “comenta” aqui, ao menos 99% , são uns bobalhões, metidos a sabedores de tudo, são como o Galvão Bueno, comentam de jogo de bola de gude até propulsão AIP, mas se nao fosse o Google nao fariam nada.

Existem também os metidos a professores, os aclamados “mestres” por outros que não passam de puxa sacos. Enfim, tem de tudo aqui, só não tem quem realmente entenda o que escreve.

J L
J L
Reply to  Gabriel
29 dias atrás

Prezado no que tange ao desenvolvimento de não só esse míssil pela Turquia, mas diversos outros armamentos que eles desenvolveram inclusive o helicóptero de ataque, eles tem um parlamento que sabe da necessidade do país de estar sempre pronto para fazer sua defesa e estar presente onde for necessário pelos interesses do país, estão cercados por países que passam por grande turbulência. O nosso parlamento quer saber é de gastar dinheiro estando constantemente se preparando para novas eleições, e aumentar seus salários aqui não se pensa nem por um minuto na proteção do país. Enfim cada povo tem o governo… Read more »

Rico Zoho
Rico Zoho
30 dias atrás

O Mansup é um Exocet retrofitado. Se a marinha quiser um míssil antinavio com alcance de 200 km deveria ir olhar o AT-300.

Mas estamos falando numa marinha que coloca quatro mísseis enquanto todas colocam o dobro.

E o choro é livre. Daqui a 50 anos estamos de Exocet e MK10 navegando ainda.

Rezo para que o Subnuc já esteja navegando e que ninguém pense num novo São Paulo.

MCruel
MCruel
30 dias atrás

Muito legal o segundo vídeo. Dá uma ponta de inveja… Somos um país tão rico e tão pobre ao mesmo tempo. Rico em possibilidades e pobre como nação. Somos um povo, jamais fomos Nação. Nunca tivemos plano de Estado, mas sim plano de poder. Nunca nos unimos para formar um país forte, é cada um por si e Deus por todos, afinal “Deus é brasileiro!”…

Foxtrot
Foxtrot
30 dias atrás

Cadê a versão naval do MT-300 ?
E vídeos de testes do mesmo?
Assim como o último teste do MANSUP com carga explosiva e impacto com o alvo.
Mais uma vez estamos perdendo o “bonde ” da história !

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Foxtrot
30 dias atrás

Pois é. Faltam o MICLA e as versões naval e encapsulada (para ser lançada de submarinos) do MTC-300. Enquanto isso o mercado segue tendo cada dia mais competidores e se tornando mais duro.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Foxtrot
28 dias atrás

O mtc-300 da Avibras poderá ter mais de 1.000 km de alcance ou mais de 1.500 km.

O MANSUP pode ter mais de 200 km, basta substituir o motor foguete por uma turbina nacional da Polaris.

Já os turcos utilizam uma micro-turbina da Safran francesa.

Resta saber se após os conflitos recentes com a França, se a Safran vai continuar fornecendo a micro-turbina para eles.

Augusto L
Augusto L
30 dias atrás

A Turquia é um pais que se Brasil conseguisse estabelecer um relação de tecnologia com eles seria ótimo.
É claro se a gente mantive-se neutro, somente uma relação bem bilateral em alguns pontos.

J L
J L
Reply to  Augusto L
29 dias atrás

Na minha opinião, foi o melhor comentário até agora. Concordo plenamente. Se não tem toda a capacidade una-se a quem pode ajudar a ter ou está desenvolvendo, tipo como foi feito com o A-Dater na Africa do Sul e poderiamos estar em contato também com a India pelo menos na parte espacial.

Lu Feliphe
Reply to  J L
29 dias atrás

Sempre achei interessante uma parceria entre os setores de defesa do Brasil e Índia.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  J L
28 dias atrás

Prefiro bem mais a Índia, o Japão, a Suécia, Israel, a África do Sul e a Itália. Erdogan é complicado, a Turquia está se metendo em muita confusão.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Luís Henrique
28 dias atrás

Complicado porque? Por que ele defende a unha e dente os interesses da Turquia? Certo está ele. Quem dera no Brasil surgisse um estadista dessa índole, e de tamanho porte internacional, ao invés desta praga sem fim de vende pátrias.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Augusto L
28 dias atrás

Agora não dá. Só quando as relações da Turquia com Washington melhorarem.

Peritomilitar
Peritomilitar
30 dias atrás

E o nosso nem o
alvo conseguiu acertar

LUCAS GOUVEA PEREIRA
LUCAS GOUVEA PEREIRA
29 dias atrás

Nós somos uma vergonha. Os caras sofrendo para desenvolver um MANSUP (míssil copiado e da década de 70) e ainda se acham por desenvolver um LIXO desse que já nasce obsoleto.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  LUCAS GOUVEA PEREIRA
29 dias atrás

Se fosse assim fácil como dá a entender, qualquer um faria

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  LUCAS GOUVEA PEREIRA
28 dias atrás

Se informe melhor. Não tem nada de porcaria. O Exocet é o principal míssil anti-navio de dezenas de marinhas, inclusive da francesa que é uma potência naval.

Maior alcance se consegue com a substituição do motor foguete por uma micro-turbina.
Mas um míssil anti-navio não é só isso.

Após todo o aprendizado e com o míssil de 70 km funcionando, travando no alvo, sendo preciso, etc. Aí para aumentar o alcance podemos colocar micro-turbina da Polaris e poderemos também desenvolver um míssil maior, com mais espaço para combustível.

Baldur
Baldur
28 dias atrás

Uma boa ideia para um míssil anti-navio seria uma versão furtiva e hipersônica! Será que a industria brasileira seria capaz de desenvolver e produzir algo assim?

guilardo
guilardo
Reply to  Baldur
28 dias atrás

Amigos. Queria eu concordar com todos o que aqui se intitulam de conhecedores, a ponto de contestar com veemência qualquer opinião dos colegas. Muitos sabem, outro querem aprender. Ocorre entretanto, que ficamos para trás em quase tudo que nos envolvemos em desenvolvimento de tecnologia. Foi assim com a China e a Índia relativamente a lançadores. Está sendo assim com projetos de mísseis. Não se fala mais do MAR, o Piranha parece não ser mais usado. O Matador ninguém mais ouve falar. O Mansup tornou-se um mistério. Transferência de tecnologia para nós é um oásis inatingível. Pagamos muito caro e com… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
28 dias atrás

No mínimo levanta interesse.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Italo Souza
26 dias atrás

Investir em míssil ultrapassado é como desenvolver, hoje, um caça semelhante a um P-40. Não faz sentido entrar em combate com tecnologia inferior. A não ser que no plano estratégico se pretenda atacar uma nação de terceiro ou quarto mundo, com grande vantagem técnica. Tipo ataque contra a Etiópia, na década de 30.