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Marinha dos EUA realiza missões de ‘Liberdade de Navegação’ no Caribe e no Mar da China Meridional

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USS Pinckney (DDG 91), da classe Arleigh Burke

Operação de liberdade de navegação do USS Pinckney desafia a reivindicação marítima excessiva da Venezuela

MAR DO CARIBE — Hoje (15 de julho), o USS Pinckney (DDG 91), destróier de mísseis guiados da Marinha dos EUA, da classe “Arleigh Burke”, desafiou a reivindicação marítima excessiva da Venezuela em águas internacionais durante uma operação bem-sucedida de liberdade de navegação (Freedom of Navigation Operation – FONOP) no mar do Caribe.

A Marinha dos EUA anteriormente contestou a reivindicação excessiva da Venezuela em 23 de junho, quando o USS Nitze (DDG 94) legal e pacificamente concluiu uma operação semelhante em águas internacionais fora do mar territorial das 12 milhas marítimas da Venezuela.

O regime ilegítimo de Maduro reivindica indevidamente controles excessivos sobre essas águas internacionais, que se estendem três milhas além do mar territorial de 12 milhas, uma reivindicação que é inconsistente com o direito internacional.

A Marinha dos EUA realiza operações de liberdade de navegação em todo o mundo para demonstrar o compromisso dos Estados Unidos de defender os direitos, liberdades, acesso e usos legais das águas e do espaço aéreo internacionais garantidos a todas as nações.

As operações de liberdade de navegação ajudam a preservar os direitos de navegação e acesso marítimos garantidos a todas as nações.

O acesso global a águas internacionais protege os interesses nacionais dos EUA, promove uma ordem internacional justa e garante que a Marinha dos EUA possa realizar missões importantes, incluindo desdobramentos de assistência humanitária, operações de socorro a desastres, apoio a esforços internacionais antinarcóticos e exercícios multinacionais que fortalecem parcerias regionais .

O USS Pinckney, bem como outros navios da Marinha e da Guarda Costeira dos EUA, estão atualmente operando no Caribe como parte da operação aprimorada de combate ao narcotráfico do presidente.

“Vamos exercer nosso direito legal de navegar livremente em águas internacionais sem concordar com reivindicações ilegais”, disse o almirante da Marinha Craig Faller, comandante do US Southern Command. “O direito garantido das nações de acessar, transitar e navegar em águas internacionais não está sujeito a imposições ou restrições que violem flagrantemente o direito internacional”.

FONTE: US Southern Command

Destróier de mísseis guiados USS Ralph Johnson (DDG 114) da classe “Arleigh Burke”

USS Ralph Johnson realiza operação de liberdade de navegação no Mar da China Meridional

PEARL HARBOUR, Havaí — O destróier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, USS Ralph Johnson (DDG 114), operou nas Ilhas Spratly, em 14 de julho. Essa operação de liberdade de navegação preservou os direitos, liberdades e usos legais do mar, reconhecido no direito internacional, desafiando restrições à passagem inocente impostas pela China, Vietnã e Taiwan.

Reivindicações marítimas ilegais e amplas no Mar da China Meridional ameaçam a liberdade dos mares, incluindo as liberdades de navegação e sobrevoo, livre comércio e comércio desimpedido e liberdade de oportunidade econômica para as nações litorâneas do Mar da China Meridional.

Os EUA contestam reivindicações marítimas excessivas em todo o mundo, independentemente da identidade do reclamante. A comunidade internacional tem um papel duradouro na preservação da liberdade dos mares, que é fundamental para a segurança, estabilidade e prosperidade globais.

As forças dos EUA continuam a operar no Mar da China Meridional diariamente, como há mais de um século.

A 7th Fleet realiza operações navais desdobradas em apoio aos interesses nacionais dos EUA na área de operações do Indo-Pacífico. Como a maior frota da Marinha dos EUA, a 7th Fleet interage com outras 35 nações marítimas para construir parcerias que promovem a segurança marítima, a estabilidade e evitam conflitos.

FONTE: US Navy

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Alison Lene
2 meses atrás

“uma reivindicação que é inconsistente com o direito internacional” Interessante… Não ouvi nenhuma declaração americana em protesto à anexação irregular dos territórios palestinos por parte de Israel… Bem pelo contrário na vdd… “Os EUA contestam reivindicações marítimas excessivas em todo o mundo, independentemente da identidade do reclamante” Acho que os milhares de representantes dos EUA para cada assunto do mundo esqueceram de de fazer o mesmo com as reivindicações da Turquia no Mediterrâneo… A vdd que é que os EUA usam “as leis internacionais” quando lhe favorece e ignoram quando não é do seu interesse, como qualquer valentão do mundo…… Read more »

Sagaz
Sagaz
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Comentário típico de quem crítica a polícia, mas quando a coisa aperta disca 190.

Alison Lene
Reply to  Sagaz
2 meses atrás

Comentário típico de quem não tem argumentos…. Falei só fatos… aí, como não tem como argumentar, vem com essa postura de atacar… Coitado de vc… Não tenho problema nenhum em ligar para a Polícia, já que integrei as fileiras da PM/RN por dois anos filhote…

Só espero que essa citação patética não seja uma alegação que o mundo tem uma polícia e ela seria os EUA…

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Sim. Falou de fatos, mas misturou os assuntos. A discussão aqui é sobre as 12 milhas de mar territorial.

Alison Lene
Reply to  Funcionario da Comlurb
2 meses atrás

Pelo contrário… Se vc ler (está em português coloquial), verá que citei exatamente as mesmas palavras do texto emitido pelo governo americano…

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

É ao contrário, países como Venezuela e China que são sempre os primeiros a correrem para a ONU quando convém mas não respeitam as própria leis da ONU.

No caso da Turquia os EUA não reconhecem as reinvindicações mas é reinvindicação de zona econômica, a Turquia não impede ninguém de passar ali só estão explorando os recursos. No caso da China eles tentam transformar o mar todo em território deles e não deixam os outros passar por ali o que é totalmente absurdo.

Alison Lene
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

Errado como sempre… A Zona econômica exclusiva se baseia no conceito de costa (12 milhas), que é o cerne da questão. A Turquia já expulsou inclusive navio Israelense da área.

https://www.defesa.tv.br/marinha-da-turquia-expulsou-navio-israelense-das-aguas-de-chipre/

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Vamos ver como vai se pronunciar o Brasil quando uma frota chinesa ou russa vá fazer “liberdade de navegação” a 12 milhas do RJ.
Aí vão falar, “ah, é diferente.”
O pau que dá em Chico dá em Francisco.

Astolfo
Astolfo
Reply to  Joao Moita Jr
2 meses atrás

Os russos não têm capacidade de mover uma frota para cá, e os chineses também não, além de, é claro, não podermos nos esquecer que quem fornece comida para a China é o Brasil. Não é prudente irritar quem fornece o seu alimento, correto?

No mais, você não tem vergonha de ser um agente duplo, um agente infiltrado nas forças armadas americanas? De lutar justamente contra quem paga o seu salário? De infringir o juramento que você com certeza fez quando foi admitido nelas?

Roger
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Que eu me lembre, Israel ofereceu por 5 vezes (Ás vezes por intermediação de terceiros, como os próprios EUA) um acordo que visaria o reconhecimento de um estado palestino, com fronteiras e territórios bem definidos, desde que os palestinos fizessem o mesmo e também reconhecessem Israel. Em todas as ocasiões os palestinos se recusaram em reconhecer Israel, mesmo que isso significasse ficar sem um estado próprio. Na minha opinião os israelenses podem até ser orgulhosos, mas os palestinos são até mais, além de inflexíveis. Logo, mesmo com todos os excessos dos israelenses, não diria que a culpa se resumisse apenas… Read more »

Alison Lene
Reply to  Roger
2 meses atrás

Falou muito e nada disse… 1) Esse acordo oferecido por Israel Inviabiliza qualquer Estado Nação… Se não conhece os pormenores, vá se informar. 2) Assim como as pessoas devem ser coerentes, os Estados tb. Se vc usa como criterio uma coisa, tem que usar para TODOS. Os EUA já admitiram que a questão não é democracia. So uma criatura desprovida de inteligência ou inocente ao extremo pra acreditar nisso. “Pompeo: ‘EUA vão cooperar com nações independentemente do histórico de direitos humanos'” https://br.sputniknews.com/americas/2019031313489675-eua-direitos-humanos-cooperacao/ Os EUA bancaram a tentativa de golpe contra Erdogan e vc vem falar que lá é uma “democracia”?… Read more »

lobe
lobe
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Estados não precisam ser coerentes. O que vale é o interesse nacional e mais nada. Não existe uma moral internacional e a força (tanto hardpower como softpower) é que dita as relações entre as nações. Leia Clausewitz e Raymond Aron que você vai entender.

Roger
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

1) Alguns dos acordos foram costurados pela própria ONU. Não diria que os acordos não beneficiavam os palestinos, mas talvez pela sua lógica, seja melhor fazer birra, vivendo num estado/nação de Shroedinger e se fazer de vitima perante a comunidade internacional, enquanto os israelenses assumem o papel de opressores sionistas malvados. Talvez um estado não completamento pleno já seria um avanço, um degrau acima para conquistar a plena autonomia e reconhecimento internacional? 2) Os EUA são uma democracia, pelo menos ainda são. A Turquia também é (quase não é). Penso que o conceito de democracia apesar de ter um significado… Read more »

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Alison, deixa pra lá meu amigo. Debater Israel aqui é como debater lá em Tel Aviv.

smichtt
smichtt
Reply to  Joao Moita Jr
2 meses atrás

Verdade

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Vixi!!! Alison!!! Violastes a regra mais importante aqui na Trilogia. Qualquer tipo de crítica a Israel é prohibido. Dizer que na Palestina estão ocorrendo crimes contra a humanidade não se pode. Para que saibas como te podes referir a Israel, sugiro-lhe que consultes a Edir Macedo, ou também a embaixada de Israel.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Não liga não, Alisson. Aqui neste blog é assim. Se você critica o governo, acham que obrigatoriamente você é petista. Se você critica os Estados Unidos, acham que obrigatoriamente você é um comunista que defende a Venezuela, a Rússia e a China. Com costuma se dizer, o subdesenvolvimento é uma obra de década, que envolve também a incapacidade de pensar e a atrofia cerebral.

Silva
Silva
2 meses atrás

Toneladas de democracia quase no quintal do Maduro. “Lindo” de se ver.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Isso é um jogo de xadrez, mas é um jogo perigoso e que pode dar cabimento para que outros países como a China e/ou a Rússia podem jogar também navegando a 12 milhas do litoral dos EUA.

Dalton
Dalton
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

Doze milhas é o que manda a lei, qualquer milha a mais trata-se de águas internacionais e a Venezuela não tem o direito de reclamar 3 milhas adicionais.
.
Não confundir com zona econômica exclusiva que apesar de encontrar-se em águas internacionais só pode ser explorada pelo país dono dela.

Alison Lene
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Verdade o que vc falou… Agora me diga pq o EUA não faz o mesmo com a Turquia reivindicando quase todo o Mediterrâneo…

Dalton
Dalton
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

A Turquia respeita as 12 milhas até onde sei. Há uma situação diferente por lá, por conta da guerra na Síria, eternos problemas com a Grécia, que aliás também faz parte da OTAN, coisas diferentes e certamente um exagero você escrever “quase todo o Mediterrâneo”.

Alison Lene
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Sugiro se informar melhor…. A questão nada se refere à Síria, e sim a área roubada do Chipre… E o fato de Turquia e Grécia fazerem parte da OTAN nada tem a ver com isso…. Inclui muito mais países, inclusive Israel, Chipre, Egito, Líbia, Líbano…

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Dalton
Dalton
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Alison…o assunto aqui é o direito de navegar em águas internacionais, ou seja, de 12 milhas para fora e os navios da US Navy estão navegando fora das 12 milhas venezuelanas e dentro das 3 milhas extras que a Venezuela pensa ser dela, assim, como eles navegam dentro de áreas que só os chineses reconhecem como sendo deles.
.
O que você expôs é uma situação muito mais complexa, envolvendo direitos de exploração que deve estar recebendo atenção de organismos competentes.
.

.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Dalton
2 meses atrás

O direito é inquestionável, mas essas ações abrem o precedente de outros países fazerem o mesmo e colocarem um navio de guerra navegando no limite das 12 milhas dos EUA.

Dalton
Dalton
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

Fabio o que navios de outros países ganhariam navegando no limite de 12 milhas dos EUA ? Isso seria visto como uma atitude infantil, como as bravatas do Irã de enviar navios a costa leste dos EUA anos atrás. . Não traria nenhum ganho pois não há nada sendo disputado por lá, nem ilhas artificiais, nem contestações entre os países da região como Canadá e México que nem mesmo são “aliados” desses supostos “outros países”. . No mais China e Rússia por exemplo são livres para visitar seus “aliados” Cuba e Venezuela quando bem entenderem e serão devidamente monitorados assim… Read more »

Alison Lene
Reply to  Dalton
2 meses atrás

O assunto não é o direito de navegar. A Matéria é. O assunto é o comentário que fiz acerca da postura americana de usar pesos diferentes de acordo com seus interesses.

Não concordo com as reivindicações chinesas a luz do Direito Internacional. E com relação a Venezuela, não tenho conhecimento dos argumentos alegados para suposta extensão, o que me impede emitir juizo de valor sobre isso.

Dalton
Dalton
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Você quer fazer parecer sabe-se lá por qual motivo que a situação turca que você trouxe e a situação venezuelana que é a matéria em questão são a mesma coisa.
.
Também cabe aqui acreditar ou não da importância maior que o Caribe tem para os EUA por conta da proximidade, o tráfico de drogas que segundo alguns beneficia Maduro, a disputa com a Guiana e
outras situações que colocam EUA e Venezuela em lados opostos.

Alison Lene
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Tem uma diferença basica que vc não entendeu… Nesse site tem a matéria (post). Logo abaixo tem um local onde se pode comentar… Quando vc faz um comentario isolado, vc ta falando da materia (supostamente). Quando vc faz um comentario respondendo outro (o meu), o assunto é o que eu falei. simples asism. caso assim nao fosse, vc não faria o comentario respondendo ao meu. Mas vou resumir: A questao da Venezuela e Turquia são diferentes, mas o argumento usado pelos EUA não: DIREITO INTERNACIONAL.. Se vc não fundamenta seus atos nele o tempo todo, não pode usar só quando… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Com certeza e eu me reservo o direito de não achar que os EUA estão adotando dois pesos e duas medidas até porque como você mesmo inferiu são coisas diferentes e não cabe aos EUA resolver essa situação sozinhos.
.
Independente disso os EUA nem mesmo tem meios no Mediterrâneo Oriental ao contrário da base naval de Mayport na Florida que entre outras coisas fornece os meios para o combate ao narcotráfico e ficar de olho nas ações de navios e embarcações bolivarianas, uma das quais recentemente afundou ao colidir com um navio de passageiros.

Roger
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

A Turquia é um caso à parte e muito complexo… 1)Tem a questão das água territoriais (12 milhas) Turquia e Grécia tem disputas territoriais de longa data e mal resolvidas. Ilhas gregas quase grudadas na costa turca. Ilhas em disputa por ambas as partes e a questão cipriota. 2)Questão cipriota: O Chipre tem uma maioria da população grega vivendo ao sul e uma minoria turca vivendo ao norte. Grécia e Turquia já foram as vias de fato por causa da ilha. A Turquia formou uma república fantoche ao norte que não tem reconhecimento internacional. 3)ZEEs Turca: Primeiramente, como se define… Read more »

Alison Lene
Reply to  Roger
2 meses atrás

Resumindo: vc acaba de confirmar o assunto que ergui aqui: Os EUA tem dois pesos e duas medidas de acordo com o que acha melhor pra si. Se é assim, não pode alegar Direito Internacional. Ou vc usa sempre esse argumento, ou não usa nunca. Diga logo que é um inimigo seu e que quer lascar ele e pronto. Simples assim.

Roger
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Também acho que os EUA, assim como qualquer outro pais do mundo tem dois pesos e duas medidas, nenhum país é santo. Os países não são balizados por um espírito utópico-coletivo-altruísta internacional de cooperação e desenvolvimento mútuo (como se a ONU materializasse isso), mas por um espírito mais racional de interesse individual, auto-centrado e maximizando os ganhos próprios. A realidade é diferente de um mundo ideal. No mundo ideal não haveria guerras, não haveriam disputas e nem precisaríamos comprar armamentos. O fato é que ninguém segue ao pé da letra as convenções e acordos internacionais 100% , todos os países… Read more »

ALISON L C SILVA
Reply to  Roger
2 meses atrás

É… mas os turcos não querem pintar de Polícia do mundo…

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alison Lene
2 meses atrás

Todos temos não dois, mas sim dúzias de pesos e medidas. O que vale, como todos sabemos, é o poderio bélico para fazer os outros aceitar esses pesos e medidas.
Como disse Josef Stalin, alertado sobre a importância da opinião do papa;

Mas quantas divisões militares tem o papa?“

Mayuan
Mayuan
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Com certeza mas no mundo de Alice dele, as pessoas pensam que um país composto de milhões de habitantes, dono de um pib gigante, uma força militar que equivale a de sei lá quantos outros países tem que seguir o que ele acha que tem que seguir….

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Dalton
2 meses atrás

O problema é que existem ilhas gregas dentro do limite das 12 milhas e por conta disso a Grécia reivindica boa parte do mar territorial turco.

Alison Lene
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

O mar territorial nao e turco. Pelo Direito Marítimo a regra é diferente quando envolve regiões com arquipélagos.

Cosmos
Cosmos
2 meses atrás

Vejamos… quero ver o sujeito armado até os dentes passar a 12 milhas da costa dos EUA e reclamar a “liberdade de navegação”. Conta outra.