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Submarino Tonelero: embarque da Plataforma Auxiliar de Vante

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O embarque da maior plataforma do submarino Tonelero foi realizado na manhã do dia 25 de julho em tempo recorde.

A Plataforma Auxiliar de Vante, mais conhecida como “Cradle de Vante”, demorava cerca de 2 dias para a conclusão do seu embarque nos primeiros submarinos construídos pela ICN. Com todo amadurecimento e qualificação das equipes de trabalho, o processo levou apenas algumas horas mesmo diante de todas as dificuldades por conta da pandemia de Covid-19.

Com a entrega de 110% de todos, o pessoal da ICN segue vencendo todos os obstáculos para a instalação dessa grande plataforma que contém equipamentos essenciais para o funcionamento da embarcação: painel de segurança de mergulho, console de direção, módulo do sistema de combate, mesa de plotagem e estação rádio.

Após o embarque, as equipes já se preparam para realizar a união de seção com a S2B, o próximo passo para a evolução do S42.

O Brasil está construindo atualmente quatro submarinos S-BR dentro do Programa Prosub
Visão em corte do submarino S-BR Scorpène

FONTE: Itaguaí Construções Navais (ICN)

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Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
19 dias atrás

Show e que aproveitem o tot($$$) e o conhecimento adquirido e continuem com um 2o e até um 3o lote….Bom dia a todos

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Saldanha da Gama
19 dias atrás

Saldanha. Até aí está tudo perfeito. Base concluída, prazos e organograma obedecidos. Agora, se utilizassem os equipamentos para recuperar os cinco Tupi e modernizar o Tikuna seria o complemento perfeito. O perigo é de pois da conclusão dos 4 Riach deixar o estaleiro entregue às baratas. Nada melhor para dar continuidade ao complexo do que modernizar os 5 antigos. Se eles vão servir para os outros por quê não servirão para nós, que agora contamos com inst

Doug385
Reply to  Guilardo Pedrosa.
19 dias atrás

Acredito que a Marinha não queira mais investir nos IKL, tanto que até procura comprador para duas unidades. O futuro é essa classe e o nuclear. Se fossem construídos umas duas unidades adicionais dessa classe, num período mais espaçado de tempo, já seria ótimo para manter a mão-de-obra e aumentar a quantidade de meios.

Luís Henrique
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Eu creio que a MB vá remotorizar 2 U-209 com ajuda da TKMS como Offset pelas fragatas Tamandaré.
Os 2 U-209 mais velhos deverão ser vendidos.

nonato
nonato
Reply to  Luís Henrique
18 dias atrás

Poderiam revitalizar os que forem vendidos.
Exigir que o comprador pague pela revitalização no Brasil.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  nonato
17 dias atrás

Caro Nonato. Quem vende exige pouco. Essa demanda é de quem compra.

Ernani Borges
Ernani Borges
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Acho válidas as duas idéias: Tanto modernizar os IKL, quanto produzir mais subs da nova classe, incorporando novas tecnologias dos franceses nos IKL, caso possível, mantendo o parque industrial ativo e testando a capacidade dos engenheiros em desenvolver novas soluções (pensamento de um leigo).

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Ernani Borges
19 dias atrás

Olá Ernani. Acho bastante difícil a MB investir em novos submarinos convencionais. Em breve serão 4 Scorpenes novos e a MB ainda possui outros 5 Tupi, pelo menos um deles bastante novo (S34). Se a MB quiser aumentar a frota de submarinos convencionais, seria mais simples e barato recuperar alguns deles (ou todos) em Itaguaí após o lançamento do S43. Submarinos novos serão nucleares.

Caio Cipriano
Caio Cipriano
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Olá Camaergoer. Sabe dizer quando está prevista o início da construção do sub nuclear? Procurei aqui mas n encontrei, apenas q a conclusao dele iria ser no final da década/início da próxima.
Agradeço

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Caio Cipriano
18 dias atrás

Olá Caio. Creio que o cronograma é que ele seja lançado em 2028/2029. Considerando uns 5 anos para sua fabricação, creio que teria que iniciar por volta de 2023/2024, ou logo após o lançamento do S43.

Caio Cipriano
Caio Cipriano
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Que maravilha. Eu estava com receio de que houvesse interrupção prolongada na produção das embarcações

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Comentário ilógico ,continuar sempre com noves com Submarinos Convencionais , mesmo com Nucleares na Carreira ??

Last edited 18 dias atrás by jose luiz esposito
Camaergoer
Camaergoer
Reply to  jose luiz esposito
18 dias atrás

Caro José. Defendo que a partir do SN10, a MB invista apenas na construção de submarinos nucleares, substituindo paulatinamente os submarinos convencionais mais antigos por novos submarinos nucleares. O Tikuna (S34) é bastante novo e talvez opere por mais 20 anos (ou até mais), enquanto os Tupis são mais antigos e poderiam operar por mais 5 ou 10 anos. Isso significa que ao longo dos próximos 10 anos a MB irá operar apenas submarinos convencionais (os 4 SBR e os Tupi, se não todo ao menos alguns) mas com a entrada em operação do SN10 em 2030, será possível manter… Read more »

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Doug385
19 dias atrás

E aquela tal venda ou troca dos IKL por um navio peruano?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Karl Bonfim
19 dias atrás

Olá Karl. Acho que a pandemia mudou todas as prioridades. Por enquanto, o certo mesmo é conduzir os programas contratados com financiamento externo (prosub e FX2).

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Olá Doug. Creio que no contexto da pandemia de Covi19 será muito difícil a MB vender algum dos Tupi. Continuo achando que seria excelente que ao menos dois deles fossem para a Argentina, mas acho difícil isso acontecer agora. Talvez a MB recupere dois ou três dos Tupi levando-os para fazer o PMG em Itaguaí. Eventualmente, os cinco.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Camaergoer
19 dias atrás

Há muita tecnologia nestes subs que estão sob o embargo britânico a Argentina. Não creio que seria possível essa venda, especialmente nos Tupis que possuem o Mk48 Adcap e seu respectivo sistema de controle de tiro.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

O que irá ditar as regras será o custo real de produção de um novo SNBR, ao término do primeiro, em comparativo com um possível quinto SBR.
Não vamos entrar nas vantagens que o primeiro tem em relação ao segundo, que são inúmeras. Mas manter o primeiro custa caro. Se desfazer, tão caro quanto. E tudo precisa ser ponderado e colocado na equação.
Não quero ver a MB sacrificar sua frota de superfície em prol de 3 ou 4 SNBRs.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  MMerlin
18 dias atrás

Olá Merlin. O custo do primeiro SBN envolveu a construção do Labgene e das instalações radiológicas. Todas elas obrigatórias para operar um submarino nuclear, mas que poderão ser compartilhadas se forem construídos outros SBN. Uma vez que a MB instale a infraestrutura para operar um SBN, o custo dos sucessivos submarinos estará restrito á fabricação do submarino.

J L
J L
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Prezado Camaergoer, com todo o respeito ao sua opinião de venda de alguns IKL para a Argentina, acho quase impossível, até por que o país em questão não tem recursos para aquisição dos meios mencionados. Inclusive recentemente “adiou” a aquisição de alguns (27) Strykers liberados para venda pelo congresso americano justamente por conta de recursos.
Melhor na medida do possível atualizarmos nossos IKLs e ir usando até onde for possível já que estamos deficitários no que tange a forças de superfície vamos de negação do mar via subs. Apenas uma humilde opinião.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  J L
18 dias atrás

Caro JL. De fato, creio que nenhum país da América Latina terá condições de lançar algum programa amplo de aquisição de material militar, talvez com exceção do Brasil, mesmo assim priorizando apenas os programas que estão em andamento com financiamento externo. A crise da Covid19 desarticulou a atividade econômica de todos os países, em graus médio ou grave. Acho que o cenário para os próximos dez anos levarão á MB a concluir o PMG de alguns (ou todos, não sei) Tupi e irá operá-los. De certa forma, uma força de submarinos convencionais ampliada (6 ou 7 ou até 9) poderá… Read more »

Âncora
Âncora
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Especulo: faltariam tripulações para essa força submarina ampliada. Treinamento complexo e demorado. Como disseram, à época do São Paulo, sobre manter o Minas Gerais: “- Não tem Marinha para isso.” Os tripulantes dos IKL já devem estar treinando para os Scorpéne. Se mantiverem o Tikuna, excelente. Um a mais, melhor ainda. Mas será exequível?

Âncora
Âncora
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

.

Last edited 18 dias atrás by Âncora
Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Guilardo Pedrosa.
19 dias atrás

Seria uma idiotice recuperar os Tupi e modernizar o TYikuna, o certo e vende-los enquanto ainda tem interessados e usar o recursos para construir pelo menos um a 2 Sub Scorpene

Doug385
Reply to  Rodrigo
19 dias atrás

Até porque não faz muito sentido em tempos de vacas magras manter duas linhas logísticas. Mas também é preciso considerar que os Scorpenes são submarinos caros de se manter.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Caro Doug. Seria mais barato recuperar os Tupi do que construir novos SBR, mesmo considerando “duas linhas de logística”.

JSilva
JSilva
Reply to  Rodrigo
19 dias atrás

Concordo, não tem porque manter duas linhas logísticas com poucos submarinos cada uma, é melhor vender toda classe tupi, enquanto ainda tem um bom valor de mercado, e manter esse estaleiro ativo com mais uma ou duas encomendas de Scorpene.

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  JSilva
19 dias atrás

Concordo mais 2 Scorpenes e o SNB na decada de 30 daria continuidade no projeto e teriamos com o tikuna remanecente dos IKL 8 submarinos, numero bem razoavel

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Leonel Testa
19 dias atrás

Caro Leones. Dois SBR novos custariam cerca entre US$ 1 e US$ 1,2 bilhão. São recursos suficientes para recuperar os 5 Tupi.

Leandro 27
Leandro 27
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Caro Camaergoer, penso que existindo $$$ para recuperar/manter os 5 IKLs, junto aos 4 SBR seria o “mundo perfeito” para a MB, caso que hoje seria improvável pois 2 IKLs estão na reserva (segundo notícias aqui do portal). Levando em conta possíveis interessados nos IKLs vejo que, seria melhor a venda dos usados, e a compra de talvez 2 novos SBR, mesmo com o valor de até US$1,2bi, pois a compra de novos subs além de manter uma única linha logística, manter ativa a cadeia produtiva em Itaguaí, possibilitaria a manutenção de empregos e dos conhecimentos obtidos por um bom… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Leandro 27
18 dias atrás

Olá Leandro. Até então, achava possível a MB vender alguns dos Tupi, mas no contexto da pandemia, creio que essa janela de oportunidade se fechou. Será preciso esperar alguns anos até os países recuperarem suas capacidades de aquisição de equipamento militar.

J L
J L
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Concordo plenamente com o nobre Camaergoer, melhor será utilizar as instalações da ICN para atualizar os ikls. A MB tá precisando de tanta coisa que tá difícil até de saber por onde começar.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Rodrigo
19 dias atrás

Olá Rodrigo. A venda dos Tupi dependeria de interessados em compra-los. Creio que a Covid19 mudou as prioridades das marinhas em todo o mundo. Eu acho mais provável a MB recuperar alguns (eventualmente todos) os Tupi do que conseguir vende-los ou contratar a fabricação de novos SBR.

Valter Sales JUNIOR
Valter Sales JUNIOR
Reply to  Camaergoer
17 dias atrás

Camargoer boa tarde. É assim como vc disse para talvez 90% das marinhas do mundo. Mas nesse exato momento as tensões no mediterrâneo oriental alcançam níveis sem precedentes. Existem duas marinhas em questão A turca e a grega. A Turquia e a Grécia operam submarinos 209 de tipo similar aos Tupi e até mais avançados. A Grécia inclusive tem os 209 mais antigos do mundo em operação e, talvez como o Peru queira substitui-los bem rápido por unidades mais modernas(que não os 214, que de qualquer forma levariam pelo menos mais 7 anos para chegar-isso se houve-se dinheiro para compra-los… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Valter Sales JUNIOR
17 dias atrás

Olá Valter. Pois é. Acho que vai ser difícil vender os Tupis. Talvez se algum país que já opera os 209 entrarem em algum conflito apareça a oportunidade para uma venda casada (que incluiria uma revisão geral no Brasil antes de ser entregue). Acho pouco provável que disso acontecer. Tenho a impressão que alguns Tupi (ou até todos os cinco) voltem a operar na MB até como uma solução para manter o poder naval da MB em virtude do envelhecimento dos meios de superfície. Seria mais barato e rápido do que a construção de submarinos ou fragatas novas.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camaergoer
17 dias atrás

torço por isto….09 ssks ao menos….

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  carvalho2008
17 dias atrás

Olá Carvalho. Até ano passado eu achava possível vender os 209, ficando apenas o Tikuna na MB. Achava até que valia a pena vender por uma preço baixo mas casado com o PMG no Brasil (achava mais importante garantir que a revisão dos submarinos ocorresse no Brasil do que ter ganhos com a venda dos submarinos). Devido à COVID, passei a considerar mais vantajoso para a MB realizar concluir o PMG dos Tupis em Itaguaí (se não todos, uma parte deles, mas creio que seria sim possível colocar todos em operação) até como solução para manter o poder naval da… Read more »

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Guilardo Pedrosa.
19 dias atrás

Mesmo que fosse viável manter duas linhas diferentes de logística, seria possível utilizar os equipamentos feitos para os Scorpene na manutenção dos IKL ? Não creio.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Guilardo Pedrosa.
19 dias atrás

Olá Guilardo. Concordo com você. Não sei se a MB irá recuperar os 5 Tupis, mas alguns deles poderão fazer o PMG em Itaguaí. Acredito que isso seja certo para o Tikuna.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Guilardo Pedrosa.
19 dias atrás

São 4 Tupis + Tikuna.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Guilardo Pedrosa.
18 dias atrás

Devemos seguir com noves submarinos , se fosse para reformar antigos o AMRJ serviria , não era necessário um novo Estaleiro e desse porte, vamos pensar , precisamos de muitos SUBs e eles devem ser construidos seguidamente !

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Saldanha da Gama
19 dias atrás

Olá Saldanha. Após a conclusão do S43, a MB irá iniciar o SN10. Creio que será possível fazer o PMG dos Tupi remanescentes em Itaguaí no intervalo entre o S43 e o SN10. Acho que após o SN10 será a vez do SN11. Eu defendo que os quadro Scorpenes sejam os últimos submarinos convencionais da MB.

Xerem
Xerem
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Olha cara nem te conheço pessoalmente mais sempre gosto de suas postagens TMJ sempre irmao .Ah falar nisso tu conhece Xerem professor ?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Xerem
18 dias atrás

Olá Xerem. Conheço apenas o bairro industrial de Duque de Caxias quando trabalhava com desenvolvimento de materiais baseados em borracha sintética. Pelo sapeada que dei na internet, deveria ter visitado Xerem. Acho que vou arranjar uma boa desculpa para visitar o Inmetro e passar uma semana por ai.

Blackwhite
Blackwhite
Reply to  Saldanha da Gama
18 dias atrás

Esquece os Submarinos convencionais, quem tem tecnologia para construir um SN tem que focar nisso, o Brasil deveria construir no minimo mais 7 SN da classe Alvaro Alberto, o valor pode ser diluido em mais de 10 anos de construção.

Taso
Taso
Reply to  Saldanha da Gama
17 dias atrás

amém!

Heinz Guderian
Heinz Guderian
19 dias atrás

Estão de parabéns, da até uma alegria e surpresa ver um projeto “andando” tão rapidamente no Brasil.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Heinz Guderian
19 dias atrás

Eu não diria isso.O cronograma inicial do Prosub lá de 2008 previa que o submarino nuclear já estaria tendo sua construção finalizada em 2023.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
19 dias atrás

Avante MB!

Alang
Alang
19 dias atrás

A MB deveria vender os Tupi e o Tikuna pra Argentina, mas com os atuais governos antagónicos que nós e eles tem será difícil.

Doug385
Reply to  Alang
19 dias atrás

Eles nem tem dinheiro pra isso. Pensa num país na mais perfeita mer…

Alang
Alang
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Ter tem mas é desviado pelos corruptos, tal qual aqui.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alang
18 dias atrás

Caro Alang. A Argentina não tem mais ou menos corruptos que o Brasil ou Chile ou Austrália. Existem alguns países (geralmente nos quais o Estado colapsou ou que são dominador por uma ditadura de longa) que apresentam aumento da corrupção devido às dificuldades da Justiça ser aplicada. Não é o caso nem da Argentina, nem do Brasil nem do Chile.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Doug385
19 dias atrás

Olá Doug. Existiram vários modos de financiar essa venda. Creio que o limitante hoje seja a crise causada pela Covid.

Aridyvan Santos
Reply to  Alang
19 dias atrás

E com que dinheiro eles iriam pagar? Vender para a Argentina é levar calote na certa

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Alang
19 dias atrás

Armar um vizinho a troco de quê?Quanto mais fraca a Argentina ou qualquer outro país latino americano estiver melhor.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Allan Lemos
18 dias atrás

Caro Allan. As maiores ameaças ao Brasil estão fora do continente. A Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil e maior destino das exportações de bens industrializados. É de interesse estratégico, econômico, cultural e social que o Brasil tenha boas relações com seus vizinhos. A segurança do Brasil (em todos os termos) passa necessariamente pela aliança com a Argentina. Quando mais forte a Argentina, Chile e os demais países da América do Sul, mais forte e seguro será o Brasil.

Thiago
Thiago
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Não mesmo, boas relações sim , seria ideal e desejável, mas uma Argentina forte ( soberana, autônoma, estável e completamente ciente do seus interesses geopolíticos) seria uma explícita ameaça aos interesses brasileiro . Só em um contexto de integração onde ela esteja vinculada pela moeda e economicamente ao Brasil, onde o mesmo poderia exercer uma grande influência sobre a política do vizinho. E mesmo assim ainda não é o cenario ideal. Quem em plena e honesta consciência acredita que a Argentina não iria rivalizar e ostracizar os interesse verde-amarelos? Quem acredita que os EUA quer uma potência militar capaz de… Read more »

Last edited 18 dias atrás by Thiago
Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Thiago
18 dias atrás

Caro Thiago. A ideia de vizinhos fortes foi defendida, por exemplo, por Keynes, que jamais foi socialista ou trabalhista. Ele defendia que apenas uma Alemanha economicamente forte e politicamente estável garantiria a paz na Europa. Ele tinha razão. Nunca uma democracia entrou em guerra contra outra democracia. Portanto, a primeira garantia geopolítica de paz no continente seria por meio de regimes democráticos, os quais demandam economias estáveis e prósperas. Países com altas taxas de desigualdade social ou com economias em crise correm o risco de optarem por regimes autoritários conduzidos por mentecaptos. Alem disso, caso a Argentina (Chile também) consiga… Read more »

Thiago
Thiago
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Não penso absolutamente que tinha razão a Alemanha politicamente forte e estavel e soberana ira necessáriamente se sobrepor as demais sem um contrapeso , talvez não havera conflitos armados porque sua força será tão preponderante que alcançará muitos dos seus objetivos simplesmente impondo sua própria esfera de influência através de otros meios que nao o militar. Isso não acontece por vários mecanismos criados após o segundo conflito mundial e a área ainda tem uma liderança bem clara : os EUA . Reduzir os conflitos entre nações a uma questão ideológica ou à divergências entre sistemas políticos é querer negar a… Read more »

Last edited 18 dias atrás by Thiago
Thiago
Thiago
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

A Argentina irá necessáriamente nos ostracizar, como já fez e faz, agora não tem essa capacidade pela própria debilidade. Mas sempre que tiver chances irá contestar a influência e liderança do Brasil. Alguém aqui já esqueceu que México e Argentina, por exemplo, eram e são contrários à cadeira permanente brasileira no Conselho de segurança ?

Thiago
Thiago
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

“Alemanha economicamente forte e politicamente estável garantiria a paz na Europa”
Verdade, mas só depois de ter dominado e subjugado boa parte do continente. Prefiro observar a história que as conjeturas: Sacro Império Romano – Germânico, Império Alemão, Terceiro Reich… Alemanha forte e politicamente estável . ou talvez por politicamente estável ele entendia sob influência da cultura anglo.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Thiago
17 dias atrás

A ascensão nazista foi consequência da insatisfação popular com a crise econômica que ocorreu na Alemanha (em parte causada pela depressão de 30 e em parte devido aos problemas relacionados às penalidades impostas pelo tratado de Versalhes) e com a instabilidade política também causada pela crise econômica. Sem a crise econômica, os nazistas teriam permanecido como piada política. Por todas as análises que possam ser feitas sobre a origem da II Guerra, o papel dos nazistas é determinante. Portanto, Keynes estava certo. Uma Alemanha estável economicamente e politicamente teria permitido que partidos democráticos permanecessem no poder impedindo que um grupo… Read more »

Xerem
Xerem
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Mais um vez concordo !

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Alang
19 dias atrás

Me pergunto o quanto de tecnologia inglesa presentes nos Tupi e Tikuna que impediriam a venda mesmo com a melhor das relações entre Brasil e Argentina…

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alang
19 dias atrás

Olá Alang. Há anos defendi algo parecido, mas era em um contexto anterior ao da Covid19. Hoje acho que seria muito difícil que a MB consiga vender algum dos Tupi para qualquer marinha. As prioridades mudaram,

Alang
Alang
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Ou seja, vão virar ferro velho na baia da Guanabara tal qual o Ex SP.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alang
18 dias atrás

Olá Alang. Creio que os Tupi remanescentes que estarão operando irão para a BSIM. Contudo, a comparação com o A12 é inferência sua.

Davi
Davi
19 dias atrás

Pelo prazo de entrega o último sub estará pronto em dez/22.
Já vi previsões falando que o Álvaro Alberto não fica pronto antes de 2028. Ou seja, nesse intervalo podem ser construídos no mínimo mais 2 riachuelos convencionais para não se perder a mão de obra.

guilardo
guilardo
Reply to  Davi
19 dias atrás

Nós temos exemplos no País o que é a ociosidade naval. O estaleiro Atlântico Sul em SUAPE, o maior e mais moderno do hemisfério Sul, foi construído para produzir superpetroleiros para a Petrobrás, que estimavam chegar a mais de 30 num prazo razoável. Só construiu 3 e está quase fechando as portas. Ao fim da construção dos Riach, restará apenas a feitura do SUBN, com equipe e tecnologia diferenciadas. Se não mantiverem o resto funcionado, teremos um elefante branco a sugar dinheiro. Daí porquê, diante do alto custo de fabricação dos Scorpenes, restaria a recuperação dos 5 antigos.

Blackwhite
Blackwhite
Reply to  Davi
18 dias atrás

Essas datas variam muito, é possivel que concluam o SN até 2026, tudo depende do orçamento.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
19 dias atrás

Bom ver que a pandemia não afetou o progresso do Tonelero. Como anda os testes do Riachuelo? Estão seguindo o cronograma?

Frederico Boumann
19 dias atrás

Tem que anunciar mais um lote, mais 4 submarinos. Porém, a MB pode ver se vende dois a uma nação amiga, já financia ou mais scorpènes ou ajuda no SSN.

Allan Lemos
Allan Lemos
19 dias atrás

A ICN é um ativo industrial único na América Latina,a MB não deveria deixar a capacidade da empresa ficar ociosa depois que o contrato do Prosub terminar.

Plinio Jr
Plinio Jr
19 dias atrás

Seria interessante a aquisição de mais 02 unidades de Scorpenes e depois focar a construção de subs nucleares…..

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Plinio Jr
18 dias atrás

Caro Plinio. Creio que não. A MB tem cinco submarinos Tupi que de algum modo poderiam ter sua vida útil estendida. Seria mais barato e sensato concluir o PMG deles (ou de alguns deles) e continuar focado no SBN após estes quatro SBR.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Camaergoer
17 dias atrás

Camaergoer tem que colocar na ponta do lápis e ver qual a melhor relação custo x benefício, como os Scorpenes serão a base de nossa força para os próximos anos, seria interessante concentrar esforços nos mesmos , facilita em termos logísticos, produção e treinamento….acho 4 unidades uma quantidade pequena…seria interessante aumentar um pouco mais estes números…

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Plinio Jr
17 dias atrás

Olá Plinio. Um SBN custará algo em torno de 3 SBR (tanto pelo tamanho quanto pelos sistemas complexos de um reator nuclear). Contudo, um SBN pode operar por mais tempo operando o tempo todo submerso. Portanto, um SBN pode atuar em uma área muito maior e por mais tempo que um submarino convencional, introduzindo uma enorme incerteza de sua posição. Essa incerteza irá demandar mais recursos de defesa de uma força-tarefa agressiva. Um submarino convencional pode operar por 30 dias, mas apenas uma parte deles submerso. Como ele precisa ir do porto até o teatro de operações e depois voltar… Read more »

rommelqe
19 dias atrás

Quanto às revisões/manutenções/modernizações dos IKL, é um tema relativamente complexo. Cada um dos Tupis possui quatro motores diesel, enquanto que o Tikuna possui dois cuja potencia unitária é maior quando comparada à potencia unitária dos de seus irmãos mais velhos. E esse tema dos motores é apenas um dos outros inúmeros pontos que podem ser elencados. Assim os IKL podem ser retrofitados de acordo com o gosto – e grana- que o eventual fregues tiver e, mais do que meramente desejar, puder ter. Se pensarmos na MB, muita gente coloca que “é um inferno logístico manter duas linhas de equipamentos…”;… Read more »

Alexandre
Alexandre
19 dias atrás

Muita calma nessa hora, dos 5 tupi, se não me falha memória, 2 foram modernizados recentemente, recebendo sonares e sistema de combate modernos da lockheed martin. Foram também equipados com os torpedos pesados MK 48 que é o torpedo orgânico da Marinha Americana e considerado o melhor torpedo pesado do ocidente.
O Tikuna tem apenas 15 anos, está muito novo.
Penso que deveríamos vender pelo menos 2 T 209, e investir esses recursos em pelo menos mais 1 scorpene diesel elétrico. Isso realmente preencheria a lacuna entre o último scorpene convencional e o primeiro nuclear.

PACRF
PACRF
19 dias atrás

Pergunta de leigo: pelo desenho apresentado na reportagem, fica a impressão de que o local dos casulos de lançamentos dos torpedos fica inundado. É correta essa impressão?

Yluss
Yluss
Reply to  PACRF
18 dias atrás

corretíssimo, os tubos ficam na sua maior parte em um compartimento que é inundado, fora do casco de pressão..

Fábio de Souza
Fábio de Souza
19 dias atrás

Excelente Notícia

Trathanius
Trathanius
19 dias atrás

SN-BR é uma utopia (não vai rolar), a noticia (realista) que queria ver era o inicio da construção do SB-R 5 e SB-R 6 …

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Trathanius
18 dias atrás

Caro Trathanius. Creio que você sendo realista, todos os fatos e informações que temos recebido indicam que o SN10 ficará pronto, a não ser que um frentista de posto de gasolina bate o pé, ou que algum autoridade bate continência ás ordens da USN.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Trathanius
18 dias atrás

Desinformado. O complexo de IPERO então não teria sentido.

Blackwhite
Blackwhite
Reply to  Trathanius
18 dias atrás

Quem constrói 1 constrói 8, não faz sentido essa inversão de recursos serem utilizadas em apenas um SN.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
19 dias atrás

Pergunta pro XO: O cmt do Tonelero já foi escolhido? Ou é muito cedo?

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Rinaldo Nery
18 dias atrás

Boa tarde, Cel Nery… não vi nada nesse sentido, no meu nível de conhecimento… abraço…

Luiz Floriano Alves
Reply to  Fernando XO
18 dias atrás

Vou bancar o chato repetitivo. Mas, me parece uma miopia tecnológica indesculpável não fazermos uma atualização no projeto do sub nuclear. A literatura técnica mundial está repleta de estudos no sentido de adoção de reatores de sal fundido. Não faz sentido progredirmos com a técnica do reator de água pressurizada (PWR). O custo ambiental é incalculável, bem como maior ainda o custo de descomissionamento. O Molted Salt Reactor não oferece o mesmo risco de poluição,e acidentes radioativos, eis que é INTRINSICAMENTE seguro. Só a redução de custos e simplificação dos arranjos de máquinas já justificariam esse re-projeto. Também o ganho… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Floriano Alves
18 dias atrás

Olá Luiz. Eu preciso estudar mais esse tipo de reator para dar a favor ou contra…

Dario
Dario
Reply to  Luiz Floriano Alves
18 dias atrás

Por motivos muito simples: não dominamos a tecnologia e no mundo todo os reatores de quarta geração são experimentos ainda. Todo o projeto da MB se baseia em PWR e se fosse inevitável reprojetar tudo para uma nova geração de reatores, a elevação de custos e o adiamento decorrentes seria o prego no caixão do submarino nuclear.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Dario
18 dias atrás

Olá Dario. Acho que estes são os motivos a favor do PWR (com os quais eu concordo). Contudo, acho que o Luiz fez uma excelente colocação em favor do reator por sal fundido. Seria importante entendermos as características dessa outra tecnologia para avaliarmos as razões técnicas contrárias à essa tecnologia.

Dario
Dario
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Entendo que seja importante pesquisar os reatores de quarta geração assim como é importante pesquisar a geração por fusão, por exemplo, mas isso não tem relação com o atual projeto do submarino nuclear, que tem sua própria gestão e cronograma. Os projetos seguem uma linha geral de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento. Para iniciar algo tão radicalmente diferente seria necessário fazer um novo projeto. No caso da pesquisa civil existe alguma coisa rudimentar na UFMG e também na UFRJ se não me engano, mas acredito que o melhor seria inicialmente fazer uma parceria com instituições internacionais, ponto… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Dario
17 dias atrás

Olá Dario. Eu concordo com você, mas acho que a melhor resposta para usar ou não um reator diferente de um PWR também possa ser técnica ao invés de gerencial. Eu também acho que nessa altura do programa, com o Labgene quase pronto e com o vaso do reator naval sendo fabricado pela Nuclep, seria um erro interromper todo o programa para recomeçar com um novo tipo de reator que a MB não domina. Talvez até os elementos de combustível tenham que ser diferentes daqueles fabricados em Resende. Em algum momento, o projeto precisa ser “congelado” para começar o detalhamento… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
18 dias atrás

Muito bom! Parece que o pessoal está muito bem capacitado.

Sigam em frente !!!!

Foxtrot
Foxtrot
18 dias atrás

Mais um grande feito da ICN/MB.
Precisamos para ontem de mais uma série de 4 SBR MK2 (com melhorias como, VLS de mísseis SM-39 ou Mansub e MT-300 Naval) e maior deslocamento.
Já encomendar uma versão MK2 do SNBR, com melhorias em seu reator, VLS ,maior deslocamento.
Isso para não falar numa modernização de meia vida dos Tupis e transferência para uma base no nordeste.
Os bilhões do programa CCT/Meko gambiarra e capitalização da Engepron dariam e sobrariam para fazer isso.
E garante que traria maiores ganhos estratégicos para o Brasil do que esses 4 navios bibelôs !

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

Caro Fox. Pelo contrário. O submarinos da MB não precisam de lançadores verticais porque serão capazes de lançar mísseis antinavio pelos seus tubos de torpedo. Fiz uma discussão sobre o custo de fabricar SBN em uma resposta ao comentário do Alessandro. A construção de submarinos nucleares trará mais ganhos estratégicos do que a construção de mais submarinos convencionais. Neste momento, se a MB decidir por aumentar a sua frota de convencionais, o mais adequado seria concluir o PMG dos Tupi logo que o último SBR for lançado.

filipe
filipe
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

Acho que não teremos VLS em submarinos tão cedo, o Brasil é um país pacífico, ter VLS ou SLBM é quase a mesma coisa, haveria mal interpretações sobre os nossos programas militares, o SNBR só avança por causa da sua postura defensiva e o baixo nível de urânio no seu reactor, agora se você aumenta a potência do reactor e coloca VLS para mísseis de cruzeiro muitas nações vão querer impor sanções ao nosso programa nuclear e ao PROSUB.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  filipe
17 dias atrás

Olá Filipe. Para o objetivo proposto para o SN10 que é negar o uso do mar, as armas são torpedos e mísseis antinavio lançados pelo tubo de torpedo. VLS seria uma arma ofensiva cara e incompatível com a estratégia de defesa.

Alessandro
Alessandro
18 dias atrás

Eu acho mais VANTAJOSO e BARATO para o Brasil construir mais 4 submarinos convencionais do que 1 nuclear, e isso não é palpite de “botequeiro” é oq diz os especialistas da área.

Não sou contra o país adquirir o CONHECIMENTO do projeto e construção de um submarino nuclear só pra deixar claro. Baseado no que ouço tenho plena certeza que seria muito mais benéfico e deixaria a MB muito mais PREPARADA para eventuais conflitos, se construisse o máximo possível de subs convencionais da classe Riachuelo.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alessandro
18 dias atrás

Caro Alessandro. Podemos fazer algumas contas aproximadas para avaliar sua afirmação. Primeiro, é necessário levar em conta que um SBN deslocará 6 mil ton, enquanto que um SBR descola 2 mil ton. Portanto é razoável supor que um SBN tenha um preço equivalente 3 SBR. Um Barracuda, por exemplo, custa cerca de US$ 300 mil por ton. Usando esse valor como referência, um SBN custaria cerca de US$ 1,8 bilhão (bastante próximo ao valor de 3 SBR). Além disso, é preciso colocar o valor do Labgene e das instalações radiológicas na BSIM (acho razoável ignorar o valor da usina de… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Camaergoer, na conta do lápis vc acabou complementando o meu comentário acima na qual estou de acordo, mas e como FORÇA NAVAL para proteção de nossa costa litorânea oq seria melhor para o Brasil, ter 12 submarinos convencionais ou 4 submarinos nucleares?

Pq nessa conta ae sua tem que entrar o custo benefício que não aparece, e oq seria na PRÁTICA melhor para a MB em hipotéticos conflitos.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alessandro
18 dias atrás

Olá Alessandro. Creio que uma frota menor (4~5) submarinos nucleares seja superior a uma frota maior de submarinos convencionais. Uma força-tarefa agressiva poderia ser interceptada a uma distância muito maior do litoral brasileiro. Essa força-tarefa seria obrigada a operar a uma distância muito maior do litoral, prejudicando sua capacidade ofensiva. Essa força-tarefa seria obrigada a manter uma enorme quantidade de meios dedicados á caça antissubmarina, introduzindo custos logísticos talvez tão altos que na prática, seria impeditivo para a maioria dos países a lançar essa força-tarefa agressiva. Eu acredito que uma pequena força de submarinos nucleares é mais efetiva tanto como… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Então Camaergoer, mas essa dúvida só poderia ser esclarecida por alguém que já tivesse sido comandante de submarino convencional e nuclear, pois a prática e os exercícios estratégicos seria a melhor maneira de elucidar essa questão na minha opinião, e infelizmente ainda não temos ninguém capacitado no Brasil para debater melhor sobre esse tema. Eu ainda acho que a quantidade nesse caso venceria a qualidade, pois vamos analisar friamente as vantagens de um subnuc contra um convencional, ele tem mais velocidade e autonomia certo? Mas e o resto, pois o armamento que pode ser impregnado em um nuclear (tirando lançamentos… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alessandro
17 dias atrás

Olá Alessandro. Parto da premissa que uma ação força-tarefa agressora só seria enviada contra o Brasil após fracassar a negociação diplomática. Geralmente coloco 4 possíveis cenários. Uma força-tarefa com menor poder naval do que a MB, uma força-tarefa de poder naval similar, uma força-tarefa com poder naval superior e uma força-tarefa muito superior. Acho que nenhuma nação enviaria uma força-tarefa inferior ou similar á MB (porque a MB tem a vantagem defensiva). A MB não teria condições de responder a uma agressão de uma força-tarefa muito maior. A única hipótese de conflito seria uma força-tarefa com maior poder naval. Essa… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Camaergoer
16 dias atrás

ok, valeu pela discussão!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Alessandro
18 dias atrás

Também acho mais vantajoso o Brasil construir mais submarinos convencionais. Se levarmos a cabo todos os bilhões e quase trilhões que o programa do submarino nuclear consumiu durante seu desenvolvimento de décadas, se bem empregado teríamos uma força naval respeitosa e moderna. Mas não sou contra a construção do SNBR, pois seria mais um absurdo jogar todo esse dinheiro fora e conhecimento por nada ou quase nada. Neste momento de vacas magras, a MB não deve seguir as alucinações megalomaníacos dos almirantes, e sim a lógica dura e cruel. Não temos verbas para mais um SNBR, ou NAe, 4 Cobertas… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

Pois é Fox, tbm sou contra voltar atrás após todo esse investimento feito, já que começou agora a MB tem que ir até o fim!

Mas fica essa minha dúvida oq seria melhor para a MB a custo benefício, ter como por exemplo 12 subs convencionais no estado da arte bem armados, ou 4 subnuc tbm bem armados no estado da arte, pois sabemos que JAMAIS a MB terá tudo isso ao mesmo tempo, essa é a discussão que lancei.

Blackwhite
Blackwhite
Reply to  Alessandro
18 dias atrás

Mentalidade pequena, quem já possui tecnologia e capacidade, e ja investiu bilhões em 1 SN, deve no minimo produzir mais 7.

filipe
filipe
18 dias atrás

Até 2047 serão 15 unidades, se na 3ª unidade já conseguem bater o recorde , imagino as outras 12 unidades , e ainda tem quase 30 anos de trabalho até concluírem as 15 unidades de SBR e 6 unidades de SNBR, em Itaguai trabalho é o que não falta, e nessa fase complexa que vivemos é um alento ver o trabalho e a dedicação dos funcionários, essa experiência deveria ser replicada para outras empresas de outros sectores…. Bravo Zulu…

Jef2019
Jef2019
18 dias atrás

Olá amigos…vejo aqui posicionamentos referente entre produção de proximos lotes de somente nucleares ou SBRs convencionais….acho que a questão ai é teremos caixa para operar muitos nucleares? Pelo histórico de cortes na defesa acho que não…se estiver enganado que os amigos me corrijam mas penso que os custos operacionais e manutenção de subs nucleares deva ser bem superior aos convencionais….portanto devido a isto acho coerente investir em mais comvencionais

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Jef2019
18 dias atrás

Olá Jef, Essa é uma excelente discussão. Um SBN demandará 100 tripulantes, enquanto que um SBR demanda 31 militares. Um SBN deslocará 6 mil ton, enquanto que um SBR desloca 2,2 mil ton, portanto é razoável imaginar que um SBN demandará mais energia do que um SBR (pela diferente de tamanho e tripulação) mas creio que o custo por kWh será semelhante (considerando que uma usina nuclear comercial produz kWh de energia mais barata que uma usina termoelétrica). Um submarino nuclear demandará instalações radiológicas dedicadas, mas o custo fixo destas instalações seria o mesmo se a MB operasse um único… Read more »

filipe
filipe
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

O SNBR terá uma velocidade máxima de 27 nós em casos extremos , o normal será 24 nós, a velocidade máxima do SBR serão 20 nós , o SNBR terá um MEP de 7.4 MW enquanto que o SBR terá um MEP de 2.8 MW , o SNBR submerso terá um peso de 6600 Toneladas, o SBR terá um peso de 2200 Toneladas submerso, em termos de profundidade máxima eles são muito similares , SNBR terá 350 metros e o SBR terá 300 metros.

jef2019
jef2019
Reply to  Camaergoer
18 dias atrás

Olá amigo Camaergoer, muito interessante os argumentos que você apresenta o que certamente enriquece o debate, mas conforme sua estimativa teríamos aproximadamente uma relação de 1 sub nuc para cada 3 convencionais, ou seja trocaríamos 12 sub convencionais de ponta por 4 sub nucleares tb de ultima geração e ai vejo uma questão muito importante. Para um país continental com uma área gigantesca como nossa amazônia azul, quantidade de meios é fundamental, sendo que 3 ou 4 sub mesmo que nucleares não dariam conta do recado, são pouquíssimos meios para a extensão maritima. Outra questão é que os Nucleares e… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  jef2019
18 dias atrás

Complementando as informações sobre Molted Salt Reactor. O Canada e outros paises estão comercializando essa tecnologia. Isso na forma de micro reatores modulares. O Chile já está adiantado nas negociações e a Argentina também pediu propostas. Bom lembrar que esse tipo de equipamento surgiu no programa do avião nuclear. No cado foi especificado um reator compacto, potente e segura. Um modelo foi certificado e entrou em operação exerimental. O projeto não foi adiante por razões economicas da época. A União Soviética produziu a classe Quilo nesse conceito, porém resfriado a Chumbo líquido o que se revelou complicado. Porém os classe… Read more »

João Adaime
João Adaime
17 dias atrás

Sem entrar no mérito se nuclear ou diesel-elétrico, mas se for para continuar construindo os convencionais, então que se adote o AIP, com seus prós e contras. O tamanho da nossa Amazônia Azul assim o exige.

Luiz Floriano Alves
Reply to  João Adaime
17 dias atrás

A adoção de baterias de alta densidade de carga tornou o sistema AIP ultrapassado. O AIP tem o inconveniente da baixa potência (e velocidade) bem como o risco de embarcar materiais de elevado risco de sinistros. (oxigênio, hidrogênio, peróxidos…) e que demandam armazenamento e manejos complexos. O sistema AIP mais em voga tem motor de ciclo Stirling que é o motor de menor rendimento termodinâmico. .

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Floriano Alves
17 dias atrás

Olá Luiz. Acho que as baterias de alta densidade serão importantes tanto para submarinos convencionais quanto para o SBN. O reator estará limitado por sua potência. A disponibilidade de baterias de alta densidade permitirá operar o submarino (ao menos por algumas horas) com potências acima da capacidade do reator além da segurança de ter uma grande quantidade de energia estocada no caso de falha no reator. A MB teria que desenvolver toda a tecnologia AIP a um custo muito alto para obter um submarino inferior aos que usarão o reator PWR. Neste ponto, seria mais adequado investir em um reator… Read more »

João Adaime
João Adaime
Reply to  Luiz Floriano Alves
17 dias atrás

Prezado Luiz
Teoricamente, até o reator nuclear é um AIP. Independente do sistema, os sub convencionais precisam ter maior autonomia do que atualmente projetado. Foi um grande investimento para ter “perna curta”.
Como eu disse lá em cima, se ficarmos nos convencionais, é claro.
Abraço

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  João Adaime
17 dias atrás

Olá João. O sistema AIP é caro e inferior ao sistema nuclear. Nenhuma empresa brasileira produz sistemas de célula combustível em escala comercial. A tecnologia teria que ser comprada ou desenvolvida. Outro problema seria desenvolver o sistema de estocar hidrogênio. Considerando a necessidade de atuar em todo o Atlãntico Sul, o melhor sistema continua sendo o nuclear, cujo conhecimento técnico a MB domina e o país é capaz de fornecedor o combustível em escala comercial.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Camaergoer
16 dias atrás

Concordo e também sou a favor do nuclear, porém meu comentário é para o caso da MB apostar em mais sub convencionais. Então que se dê mais autonomia. Compraremos o que de melhor existir em sistema independente de ar.
Adianta desenvolver um carro F1 veloz como os melhores e o tanque de combustível só permitir dar 10 voltas no autódromo?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  João Adaime
16 dias atrás

Olá João. Entendi. Acho que o AIP é uma opção apenas para os países que querem aumentar a capacidade de seus submarinos convencionais e por alguma razão, não querem desenvolver submarinos nucleares. No caso brasileiro, defendo que após os quatro SBR, a MB foque apenas nos nucleares. Neste contexto, o AIP seria desnecessário. Por outro lado, as baterias de alta capacidade continuarão sendo importantes tanto para os convencionais (SBR e Tupi remanescentes) quanto para os nucleares.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  João Adaime
16 dias atrás

Não exige nada.

É impressionante.

Esse assunto sobre a MB adotar o sistema AIP já foi discutido aqui no PN anos a fio, já foi explicado por a+b+c+d que não é viável viável para a MB, mas…………sempre aparece um teimoso/desavisado falando que a MB deveria adotar o AIP.

Haja paciência.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Funcionario da Comlurb
16 dias atrás

Prezado Funcionário
Por que toda esta agressividade?
Repare na forma cavalheiresca com que o Camaergoer, o Luiz Floriano e eu estamos dialogando.
Estamos trocando ideias, cada um respeitando a opinião do outro e apresentando seus argumentos.
É apenas um exercício teórico de técnica e estratégia, sem nenhum valor para o MD ou para a MB.
Seja bem-vindo ao diálogo, mas com argumentos.
Abraço

Last edited 16 dias atrás by João Adaime
Luiz Floriano Alves
Reply to  João Adaime
10 dias atrás

Essa questão do AIP tem a ver com a necessidade de permanecer em silencio e navegando sob a superfície. Isso para os grandes submarinos Boomers, ou estratégicos, não é problema. A energia atômica dispensa a obtenção de oxigênio do ar atmosférico. Para submarinos compactos, caçadores a evolução nos conduz aos reatores de 4ª geração. Os russos já produziram os classe Alfa. Deram excelentes resultados em velocidade e manobra, já que dispensam grande tonelagem dos equipamentos de alta pressão e do isolamento da radiação que é bem maior. Pagaram o preço da tecnologia adotada, resfriamaneto por chumbo fundido. Operou muito bem,… Read more »