Home Indústria Naval VÍDEO: Ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM)

VÍDEO: Ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM)

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A Marinha do Brasil realizou, no dia 17 de julho de 2020, a cerimônia de Ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira e de comemoração do 106º aniversário da Força de Submarinos, em Itaguaí no Rio de Janeiro

Na manhã do dia 17 de julho, O Complexo Naval de Itaguaí-RJ foi palco de mais um importante capítulo da história do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), escrito pela Marinha do Brasil. Seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à pandemia da Covid-19, foram realizadas as cerimônias de Mostra de Ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) e de comemoração dos 106 anos do Comando da Força de Submarinos (ComForS).

Subordinada ao ComForS, a BSIM tem o propósito de contribuir para o aprestamento dos meios navais da Marinha, prioritariamente os submarinos, e para a manutenção das organizações militares apoiadas. A Base abrigará o maior ativo da Defesa Nacional, o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do País.

Presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, a solenidade contou com a presença de autoridades militares e civis, dentre elas, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Cláudio Portugal de Viveiros, o Presidente da Itaguaí Construções Navais, André Portalis, e o Diretor de Contratos da Odebrecht, Pedro Moreira.

O Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, abriu a cerimônia ressaltando o caminho percorrido desde a parceria estratégica entre Brasil e França, estabelecida em 2008, que deu início ao PROSUB. “No contexto desse empreendimento de grande porte, de substancial amplitude para a Marinha, a BSIM foi concebida como um ativo capaz de apoiar tais submarinos, meios de complexidade tecnológica, que materializarão um apreciável aporte ao Poder Naval até 2031”, afirmou.

Itaguaí – Estaleiro e Base Naval
Complexo Naval de Itaguaí – Estaleiro e Base Naval

Ao término de suas palavras, foi realizado o primeiro cerimonial de hasteamento da Bandeira Nacional no mastro principal da BSIM, ao som do Hino Nacional, seguido da leitura da Ordem do Dia do Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Alipio Jorge Rodrigues da Silva. “(….) Esse mais novo complexo de Defesa do Estado proporcionará à Força de Submarinos a capacidade operacional plena, a fim de que possa contribuir para a defesa da Pátria na Amazônia Azul (…) que deve ser protegida e preservada para o desempenho de atividades econômicas voltadas ao desenvolvimento do Brasil”.

O momento seguinte foi dedicado ao aniversário do ComForS, que nas palavras proferidas durante a leitura da Ordem do Dia do seu Comandante, Contra-Almirante Thadeu Marcos Orosco Coelho Lobo, teve seu passado, presente e futuro relembrados. “Após 106 anos, a Força de Submarinos continua em evolução, seguindo o legado dos submarinistas, de coragem para ultrapassar limites. Ajusta rumo, velocidade e cota para o futuro, em novo salto tecnológico, obrigatoriamente vinculado aos produtos do PROSUB, mas cuidadosamente estudado em antecedência. Investiga as novas capacidades e como elas poderão alterar a doutrina, de forma que as Ações de Submarinos estejam na relevância devida do Poder Naval”, concluiu.

Durante a cerimônia, houve ainda o lançamento simbólico do selo personalizado alusivo à Mostra de Ativação, emitido pelos Correios e registrado na Filatelia Brasileira, a assinatura do Termo de ativação da BSIM e o descerramento da placa alusiva à ativação da Base. Ao final do Ato, o Capelão-Chefe do Serviço de Assistência Religiosa da Marinha, Capitão de Mar e Guerra Odécio Lima de Souza, realizou a benção religiosa das instalações da BSIM.

O Comandante da Marinha encerrou a manhã histórica para a Força falando sobre os dois importantes eventos. Relembrou a história do ComForS, iniciada em 1914 com a criação da Flotilha de Submarinos e, ao passar para os dias atuais, destacou os próximos passos do PROSUB, que incluem a entrega ao Setor Operativo do Submarino Riachuelo.

Sobre a BSIM, declarou que a capacidade de apoio a submarinos e meios de superfície em futuro próximo, oferece a facilidade de atracação de navios com até 15 mil toneladas de deslocamento, além de recursos e tecnologia. Ao falar sobre o atual conjuntura oceano-política, completou: “(…) ameaças de todo porte impõem uma Marinha que possa contar com uma Força de Submarinos moderna e capaz de assegurar nossos interesses em cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados da Amazônia Azul, em todas as suas vertentes.”

FONTE: Marinha do Brasil

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Vovozao
Vovozao
1 mês atrás

24.07.2020 – sexta-feira, btarde, a MB nossos calorosos parabens, porem, quero que tenhamos uma marinha digna, com o orcamento militar de 11a. Nacao em gastos militares, nao temos os equipamentos/armamentos/meios navios para uma nacao do nosso tamanho. Usamos muito mal o nosso orcamento, vivemos de comprar materiais/equipamentos militares/navios que sao na sua maioria descomissionados em outras nações, acho em primeiro lugar que investir em nossas industrias, deixarmos definitivamente de comprar de oportunidades

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Olá Vovozão. Acho que no caso do ProSub, o que a maioria dos colegas tem criticado foi a MB construir uma ampla infraestrutura para a construção de submarinos (UFEM, Itaguaí, investimentos na Nuclep…). Tenho a impressão que o ProSub é o maior e mais complexo programa militar que o país já teve (incluindo o Labgene e as instalações radiológicas da BSIM que serão construídas). Sou um defensor do ProSub e um entusiasta do SBN. Aliás, costumo ser criticado por defender que os quatro Scorpenes sejam os últimos submarinos convencionais da MB.

Esteves
Esteves
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

“O ato de entender ou aprender algo começa no momento que você discute o porque deste algo ser ou existir.”

Deus tem um belo campo gramado para receber os Mestres.

PRAEFECTUS
PRAEFECTUS
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Vejo como positivo as recentes movimentações das 3 forças armadas buscando uma aproximação maior com as universidades. Vejo como algo extremamente necessário a criação de um consórcio universitário para ajudar nos principais aspectos científicos e tecnológicos e treinar os melhores e mais brilhantes para a próxima geração de força de trabalho. Notadamente aqui, no espectro do setor de segurança e defesa.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Boa noite.

Com todo o respeito, o Sr. tem a sua liberdade de expressao , mas desculpe, toda notícia/conquista da nossa MB o Sr. e outros aqui sempre falam a mesma coisa de orçamento, sucateamento, etc.

Acho que independente de críticas, o momento é de orgulho para todos nós brasileiros.

Cada coisa no seu lugar e tempo devido.

Não acho que este seja o momento para , mais uma vez, criticar a MB.

Vovozao
Vovozao
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

25/07/2020 – sábado, bdia, Salve, colega acho que voce não leu a postagem, primeira coisa fou minha exaltação a MB pela conclusao da base; entretanto, eu procuro postar as conclusões que tenho: com uma base deste porte, e, tendo os meios que temos: fragatas com 40 anos ou beirando, caca-minas na mesma faixa, navio de transporte de tropas, navios reabastecedor, tudo que temos e com pouquíssimas excessoes foram compras de ocasiao; ou seja; quem nos vende ou nao mais o utiliza ou esta proximo de descomissiona-lo por que terá um equipamento mais atualizado. Pela idade que tenho foram pouquissimas vezes… Read more »

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Já disse e repito. O que falta para o Brasil criar uma indústria de defesa forte é escala. O custo para projetar, desenvolver e produzir um bem é altíssimo, e as vendas têm de compensar o investimento. De que adianta, por exemplo, desenvolver e produzir um MBT se depois o EB só tiver recursos para comprar 30? Para que as nossas FFAA tivessem recursos suficientes para comprar, e com isso desenvolver uma indústria nacional forte, o orçamento de defesa teria de ser muitíssimo maior do que é hoje, algo impossível em um país com tantas carências, como o Brasil.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

Talvez o maior problema não seja a tal escala, mas sim a perenidade do orçamento das FFAA….num ano liberam 5 milhões, no outro 500 mil, fora os contigenciamentos. Se o orçamento fosse baixo mas constante, sem contigenciar e sempre na data certa, acredito que as 3 forças teriam condições de desenvolver e adquirir as quantidades necessárias. Os subs, por exemplo, a MB pretende ter 15 unidades da classe Riachuelo; não sabemos se realmente terá, acho que chegarão a uns 9 e já seria de bom tamanho. Se começassem a construir as unidades restantes, uma após a entrega da outra, seriam… Read more »

Camargoer
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Olá Bozzo. Concordo com você. Primeiro seria necessário padronizar os equipamentos. Por exemplo, enquanto o EB desenvolvia o Guarani, a MB adquiriu o Piranha. Todos sabem da qualidade do Piranha, mas acho difícil justificar a sua aquisição havendo a disponibidade de um carro de combate nacional que poderia atender os FN.

João Rodrigues dos Santos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Perfeito! Exatamente isso!

Camargoer
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

Caro CD. Discordo. O aumento da escala de produção reduz o preço final mas não altera a demanda das forças armadas brasileiras. A melhor estratégia seria o desenvolvimento de tecnologias mitares devido dual (que podem ser aplicadas na produção de bens civis). Acho que a Embraer seria um bom exemplo. Aliás, anos atrás, quando ainda era um bolsista, trabalhei com engenheiro que havia sido gerente da Engesa. Ele contou-me que os carros de combate Urutu e Cascavel haviam sido projetados a partir da experiência dos engenheiros da indústria automobilística do ABC. !

Vovozao
Vovozao
Reply to  Charles Dickens
1 mês atrás

25/07/2020 – sábado, bdia, nobre Charles D, voce fala em criar industria forte, nos ja tivemos e temos. O que temos que ter realmente é um produto de ponta; veja o caso da ENGESA, criava os produtos e tentava vender governo e outras nações, muitas e muitas vez vendeu mais no exterior que aqui. A empresa quebrou devido a varios fatores, o calote do IRAQUE, ha alta inflação do Brasil no periodo, o total descaso com o controle de custos, etc, porém, hoje temos a Embraer, uma empresa de ponta, que com excessao do K390, sempre construiu seus aviões com… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Olá Vovozão. A Engesa é um exemplo de uma empresa que aproveitou a tecnologia civil da indústria de máquinas e caminhões do ABC para produzir carros de combate. Além disso, o Brasil era um grande importador de petróleo do Iraque (que chegou até a financiar a compra do petróleo pelo Brasil sem pedir garantias). O Iraque se tornou um grande importador de armas e equipamentos brasileiros (inclusive carros de passeio) como modo de equilibrar a balança comercial entre os dois país. O Brasil comprava petróleo e o Iraque comprava armas, equipamentos e serviços. Muitas empreiteiras brasileiras fizeram obras no Iraque… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

25/07/2020 – sabado, bdia, salve nobre amigo, o que eu quiz dizer foi: caso não tenhamos um bom produto, nem com o auxilio do governo iremos conseguir; no momento atual, alem das circunstância, não temos a nivel de governo nenhuma autoridade que pense em vender “” made in Brazil “” (isto acarretará muitas criticas, diram que sou de esquerda), não se trata disso, hoje não temos um ministro de relações exteriores, que se preocupe em vender o Brasil, e enquanto nao tivermos uma pessoa capacitada e, que possa servir de farol para seus subordinados (embaixadores), ficaremos como estamos, se o… Read more »

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Olá Vovozão. Tempos estranhos aqueles nos quais um governante que apoiasse as empresas brasileiras de ampliarem as exportações seria considerado um esquerdopata. Há um ano e meio tenho criticado o atual governo de comprometer os interesses comerciais e geopolíticos do Brasil no exterior. O Itamaraty comprometeu a neutralidade do Brasil na crise Venezuelana, prejudicando a exportação de bens de consumo em um contexto no qual a industria brasileira já operava com 30% de capacidade ociosa; criou embaraços diplomáticos com a China (maior parceiro comercial do Brasil); criou embaraços diplomáticos com a Argentina (terceiro parceiro comercial brasileiro e maior importador de… Read more »

Silva
Silva
1 mês atrás

Pergunta pra alguém mais inteirado do assunto:

Essa base possui defesas ativas? Quais seriam?

Questiono pela valor estratégico e por vezes observar apenas defesas humanas, guardas em outras OM.

luis Marcello
Reply to  Silva
1 mês atrás

Com esta Integração e inicio das atividades , Sim , começarão a ser integradas Defesa de ponto em toda a Baia de Sepetiba , ouvi de um Oficial da Marinha nesta semana .. creio que sim .. gradualmente ! Inclusive a BA de STA Cruz fica perto 35km a qual fará parte da Defesa de toda a region já com a chegada dos Gripens …

Mário José
Mário José
Reply to  luis Marcello
1 mês atrás

Cara existe ali pertinho a base aérea de Santa Cruz que me parece vai receber os Gripen tdm e s restinga da Marambaia do EB ali possuindo alguma ou futura AAe..Abraços..

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Silva
1 mês atrás

A MB deveria comprar uns RBS NG tb para espalhar pela base

Victor F.
Victor F.
Reply to  Silva
1 mês atrás

Essa é a minha dúvida de civil ignorante. Até onde sei, a defesa deve ser só RBS-70 mesmo, um número de telefone da BASC anotado em algum lugar e aquela confiança de que o Brasil não tem inimigos. No mais, vamos colocar – se tudo continuar dando certo – um submarino nuclear em uma base guarnecida com RBS-70. A meu ver, isso não faz o menor sentido…. mas aqui é Brasil.

Em tempo, parabéns pela inauguração da nova base. Bom ver alguma coisa saindo do papel.

Cleber
Cleber
1 mês atrás

Nao seria o mais correto , inaugurar esta base ja com o primeiro submarino entregue e testado a esquadra ?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Olá Cleber. Considerando que o S40 está praticamente pronto, creio que a base foi inaugurada no momento apropriado. O espaço para receber o submarino deve estar pronto antes dele entrar em operação.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Legal, meus parabens.
Mas e o segundo lote de Riachuelos, vai ter? Há conversações a esse respeito? A MB tá se mexendo nesse sentido?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Olá Wilber. O planejamento do ProSub prevê a construção de 4 SBN e depois será a vez do SN10. Isso é o que está contratado. Temos um disputa mal disfarçada aqui no PN. De um lado, muitos colegas defendem um segundo lote de SBN. Do outro, eu e outros poucos defendem que a após o SN10, a MB contrate outros SBN. De qualquer modo, novos submarinos além destes cinco (4 SBR e o SN10) só poderão ser inciados por volta de 2026~2027. A MB está se mexendo sim para começar a fabricação do SN10.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

devido à atrasos no nuclear, para a cadeia toda de produção não ficar parada, seria bom sim um 2o lote de Scorpenes.

filipe
filipe
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Mas o SNBR começa a ser construído em 2023 assim que terminar o LABGENE, o ultimo SBR é lançado em 2022, logo não têm como parar a produção, acho que há muito trabalho pela frente, espero que não aconteça nada de extraordinários no cenário internacional e nacional, o PROSUB é um programa de estado, e a Honra da nossa Marinha foi depositada nesse projecto… A par da Índia o Brasil vai contar com um programa autonomo de construção de submarinos.

Camargoer
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Caro Marcelo. Itaguaí poderá ser usada para o PMG dos Tupi remanescentes. Há demanda para Itaguaí até 2028.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Camaergoer
1 mês atrás

Bom dia meu caro, por mim, qualquer da 2 opções apresentadas por vc, estaria ótima. Temos que aproveitar o tot, fabricar mais, exportar, adquirir mais conhecimento, aliás, a mesma coisa se aplica ao Gripen, será que vamos desperdiçar a fortuna que pagamos pelos tots? Eu preferiria uma frota equilibrada com os 2

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Olá Saldanha. O problema da exportação de material militar são as negociações governo-a-governo que estão envolvidas. É preciso coordenar as ações de diferentes ministérios. Alem disso, o Itamaraty teria um papel relevante. Acho que não dá para esperar esse tipo de ação coordenada e sofisticada do atual governo. Chamo a atenção para o sumiço do Ernesto “renato” Aragão, o diplomata trapalhão.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Faltou conversar com os franceses. No contrato constam 4 SBR. Não espere nada além destes sem um novo contrato e ainda mais grana.

Ernani
Ernani
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Boa noite..Antes de mais nada, quero dizer que sou apenas um entusiasta. Não sou da área mas, Não compramos a tecnologia para projetar novos submarinos? Isso não estava no TOT? Nossos engenheiros já deveriam estar debruçados no desenvolvimento de uma nova classe de submarinos, baseados na experiência adquirida com a classe Riachuelo. Não?

Camargoer
Reply to  Ernani
1 mês atrás

Os engenheiros estão trabalhando no projeto do SN10.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Claro…por acaso iria dar de graça?

filipe
filipe
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

O objectivo do PROSUB sempre foi o SN10, mas para lá chegar é necessário criar uma doutrina e obter experiência na construção de cascos de submarinos convencionais derivados de nucleares, algo que a Alemanha não oferecia, dai a opção francesa, o bom é que no final ganhamos muito com esse programa, 1 UFEM + 1 EBN + 1 LABGENE + 4 SBR + 1 SNBR, fora a geração de empregos e conhecimento tecnológico agregado.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Essa base esta ficando muito massa.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

só não pode esquecer dos equipamentos de defesa da mesma…

FFerreira
FFerreira
1 mês atrás

Muita conversa e pouco submarino.

FFerreira
FFerreira
1 mês atrás

Mas mesmo assim, parabéns! É o nosso começo! Em breve teremos os 4 submarinos operando plenamente.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  FFerreira
1 mês atrás

Até que o primeiro deles precise de uma revisão geral, aí não teremos a verba e ele terminará como basicamente todos os Tupi.

Esteves
Esteves
1 mês atrás

Resultado positivo. Muito bom comemorar resultados positivos. Somos um país grandão. É possível que a base fique ou tenha sido construída otimisticamente. Todas as instalações industriais estão folgadas. O mundo não estava, não está e não estará just in time com as demandas produtivas. Alias, as indústrias estão é patuscadas. Mais? Penso que quem aprende uma lição não a repete. 7 bilhões de euros não dá no mato e custou o atual estado de imobilização dos meios navais. A grana só deu e só dá pra pagar soldo e pensão. Não tenho lido notícias que o PROSUB ou por conta… Read more »

Vilton Pinheiro Lemes
1 mês atrás

Uma marinha que mal e mal consegue operar com os cinco submarinos convencionais que possui ficar insistindo nesse elefante branco nuclear é a prova cabal de que vamos continuar a NÃO ter uma marinha operacional. Esse elefante que brilha no escuro vai continuar a sugar o orçamento da força ad eternum. Se tivesse gente com o minimo bom senso no comando da força focariam na operacionalidade da força, com uma força de oito a dez submarinos convencionais OPERACIONAIS e fragatas, corvetas e patrulhas oceánicos.

Camargoer
Reply to  Vilton Pinheiro Lemes
1 mês atrás

Caro Vilton. A prioridade agora seria concluir os SBR e homologar o Labgene. Não faz sentido executar o PMG dos Tupi ao mesmo tempo da construção dos SBR. Daqui poucos anos a MB terá quatro submarinos novos, superiores aos Tupi modernizados. Além disso, às oficinas de Itaguaí estarão disponíveis para fazer o PMG dos Tupi após o lançamento do S43. São mais espaçosa e modernas que o AMRJ.

João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

A base foi inaugurada no dia 17 passado para coincidir com os 106 anos da força de submarinos.
O que chama atenção é que alguns criticam porque a base foi inaugurada antes de ter o primeiro submarino operacional.
Se fosse o contrário, com o submarino ficando pronto antes da base, haveria quem igualmente criticasse.
É como a história do velho, do menino e do burro.

Esteves
Esteves
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Não sei quem é quem. Mas desconfio quem seria o burro.

Last edited 1 mês atrás by Esteves
filipe
filipe
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Foi inaugurada dia 17, mas foi activada hoje , inauguração e activação cada uma com a sua data.

João Adaime
João Adaime
Reply to  filipe
1 mês atrás

Prezado Filipe.
Onde eu disse inauguração entenda ativação. Leia com atenção a notícia e verá que aconteceu dia 17. Apenas a divulgação foi retardada.
Abraço

jagderband#44
jagderband#44
1 mês atrás

Saudade do Almirante Othon.
Um visionário…

Camargoer
Reply to  jagderband#44
1 mês atrás

Olá Jagder. Defendo que o indulto presidencial ao Alm. Othon.

Marcilio lemos de Araujo
Marcilio lemos de Araujo
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, muito bom dia e obrigado por elucidar alguns ponto que nós entusiastas não temos o conhecimento suficiente, comungo com você o indulto ao maior cientista nuclear que a marinha brasileira tem em sua fileiras, aquele juizeco de curitiba, não fez outra coisa senão exterminar com a unica empresa de construção civil pesada apta a construir de misseis a usina termonucleares, atendendo a interesses que nos condiciona a ser colônia o resto da história, segundo Henry kinsinger “não admitiremos um novo japão ao sul do equador”, abraços sinceros.

Davi
Davi
1 mês atrás

Quantos submarinos cabem atracados ao mesmo tempo?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Davi
1 mês atrás

Ola Davi. Eu já vi até 3 submarinos atracados um ao lado do outro usando apenas uma “vaga” no cais. Acho que considerando tanto a base quando o estaleiro, colocando uns 3 submarinos juntos, acho que dá para atracar uns 15 submarinos. Mas é conta de padaria, chutologia. Talvez o limite da base sejam as instalações para o pessoal ao invés do número de submarinos atracadas. Talvez algum colega submarinista ou ex-submarinista consiga explicar melhor.

nonato
nonato
1 mês atrás

Pensei que era a ilha da Madeira em Portugal, que bem poderia ter uma base para os submarinos portugueses…

Nunes-Neto
Nunes-Neto
1 mês atrás

A MB poderia ter aproveitado a oportunidade da construção dessa base e ter tirado toda a esquadra de baixo da ponte, submarinos e navios de superfície todos em itaguaí, e um dia lá no infinito uma segunda base menor para a segunda esquedra,a segunda não precisa ter os mesmos números da primeira,mas precisa existir.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Srs. Editores, Galante e Poggio. Este post é diretamente a vocês. Pelo que tenho visto e lido aqui no Naval, a maioria esmagadora dos comentários são geo-políticos, são lamentações sobre o Brasil, sobre política e fãs clubes EUA x China ou EUA x QUALQUER PAIS. Vemos muito poucas postagens que são no assunto da matéria publicada. Assim, venho sugerir que a Trilogia passeia ser uma Quadrilogia, que vocês criem um quarto blog para que esses nobres colegas que misturam os assuntos e divagam sobre a geo-políticos mundial e também sobre a política brasileira, tenham um fórum apropriado para discutir suas… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

25/07/2020 – sábado, btarde, quem esta fugindo ao contexto é voce, aonde voce não ve politica, voce tem 2 vizinhos um a direita outro a esquerda, voce em sã consciência trata os dois da mesma maneira, quantas vezes voce acha seu vizinho da esquerda aquele chatao, porem, bate longos papos com o da direita, ou seja, voce com sua preferencia ja esta agindo politicamente; e, tambem acredito, que as pessoas que tem poder e comando nao estao se importando e muitas vezes estas criticas servem de considerações nas decisões que iram/teram que tomar. Se ate o sr presidente Bolsonaro outro… Read more »

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Vovozao
1 mês atrás

Não. Discordo. Você é um dos que sempre ficam tentando diminuir as conquistas da nossa querida e estimada MB. Você é um dos que não possuem conhecimento técnico o suficiente para acompanhar e se inserir nas discussões. Só lhe resta, então, apelar para a choradeira e lugar comum a todos os que não reconhecem que somos um país que possui suas singularidades e peculiaridades. A BSIM é sim uma conquista de todos os brasileiros, independentemente dos outros problemas que a MB enfrenta , mas você é outros que escrevem aqui, tentam diminuir e/ou ofuscar com suas lamentações e posições contrárias.… Read more »

Vovozao
Vovozao
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

26/07/2020 – btarde, FC, voce é um dos que vivem a enaltecer a MB; não sei sua graduação, porem, os que ainda estao na ativa, tem que defender de onde vem o nosso pao-de-cada-dia, pois infelizmente ela se tornou uma narinha de terra, e, ate os mais graduados reconhecem, que hoje a MB, é bem diferente da antiga MB, a marujada vestia a camisa; muitas e muitas vezes davam a alma e a vida; entretanto, nos tempos que estamos vivendo, muitos estão aí somente pirque sabem que no final do mes, terao o seu salario garantido. Acredite, voce ainda tem… Read more »

Meireles
Meireles
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

# Funcionario Meu caro, a política influencia em tudo que o povo de um país faz, quer você queira, quer você não queira, se um político aumentar o imposto do trigo, amanhã o seu café da manhã custará mais caro, quanto mais a defesa de um país, nenhum armamento é comprado, ou vendido sem uma canetada de um político, eu acho que quem quer um mundo sem política é você, se mude então pro meio de uma tribo de índios, e vá viver sob as ordens políticas de um cacique, não se faz uma defesa de um país decente sem… Read more »

taripy zacaro
taripy zacaro
1 mês atrás

amazonia azul assim costa brasileira pilhada desde sempre,marinha vai fazer o que sempre fez, nada,mas agora brinquedinhos novos!

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

“(…)o primeiro submarino convencional de propulsão nuclear brasileiro”. O quê há de convencional num submarino de propulsão nuclear? A maracutaia financeira na sua aquisição sob pretexto?

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Olá Alex. Você tem razão. Ficou estranho. Ou o submarino é convencional ou tem propulsão nuclear. Geralmente, temos chamado o SN10 de submarino de ataque com propulsão nuclear.

Eric Tkaczenko
Eric Tkaczenko
1 mês atrás

pq o site não ta sendo atualizado?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Eric Tkaczenko
1 mês atrás

Temos é que desenvolver algo moderno. Esse projeto “de exportação” ( a França não os usa) é básico e deve servir de ponto de partida para atualizações e inclusãao de novas armas e equipamentos. Se for para ficarmos no velho e bom Convencional, melhor teríamos feito continuando com os projetos da classe TIKUNA/SKL.

Hamilton Limeira da Silva
14 dias atrás

Tem vagas para TTC?