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Emgepron inaugura escritório em Itajaí – SC

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Na foto uma Meko A-200 entregue à Marinha da África do Sul, modelo próximo ao que será construído em Itajaí

Mais um passo importantíssimo foi dado no dia 14 de agosto, em direção à construção das fragatas para a Marinha do Brasil em Itajaí: foi inaugurado o escritório local da EMGEPRON (Empresa Gerencial de Projetos Navais).

A empresa de caráter público é vinculada ao Ministério da Defesa, e representa ativamente a voz da Marinha do Brasil na elaboração e execução do Programa Classe Tamandaré na qual serão construídas as quatro fragatas.

Participaram da cerimônia representantes da Marinha do Brasil, EMGEPRON e do Consórcio Águas Azuis, formado pelas empresas Thyssenkrupp Marine Systems, Embraer e Atech, entre outras autoridades.

Recentemente, a Thyssenkrupp anunciou a aquisição do estaleiro Oceana em Itajaí do Grupo CBO.

Com essa ação, a gigante alemã almeja muito além das fragatas para a Marinha do Brasil, abrindo portas para a construção em Itajaí de embarcações de defesa para clientes de toda a América do Sul.

Além disso, a Thyssenkrupp já conta também com um escritório na cidade e já está montando seu time de líderes, contratando profissionais de diversas áreas, inclusive com alguns já trabalhando no desenvolvimento da construção das fragatas.

A inauguração do escritório da EMGEPRON em Itajaí contou com representantes das empresas envolvidas na construção das fragatas e autoridades locais. Foto: Itajaí Participações S/A

FONTE: Portal Itajaí Naval

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Souto.
Souto.
2 meses atrás

Boa tarde amigos, alguém sabe quando começa
a construçao das fragatas Tamandare??

Camargoer
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Olá Souto. Acho difícil começar este ano, mas seria excelente se começassem ano que vem.

Ted
Ted
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Estaleiro Oceana abre contratação de profissionais e colaboradores.

Salim
Salim
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Sem contrato ainda.

Gerson
Gerson
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Assim que aparecer dinheiro! Ai depois de uns anos sai a primeira…

Alessandro
Alessandro
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Souto até onde sei está tudo paralisado por causa de um juiz do TCU, que voltou atrás na sua própria sentença na qual tinha dado sinal verde, pois resolveu politizar o caso para prejudicar a MB, devido as rusgas entre o STF e ala militar que está no governo.

Esteves
Esteves
Reply to  Alessandro
2 meses atrás

O único impedimento é o dinheiro. Os tribunais de contas pertencem aos poderes legislativos.

A favor da transparência, a MB licitou. Não precisava.

Quem perdeu e quem não ganhou reclamou. Acontece até na Europa.

A vida segue. Com os alemães.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Esse caso que você menciona foi da contestação do sindicato dos metelúgicos de Pernambuco que contestou o resultado da concorrência. Mas isso já está resolvido e o caso está parado por outro motivo. A capitalização de 7BB BRL da Engepron foi contestada pelo TCU por furar o teto de gastos. Apesar de a lei permitir que capitalização de empresas dependentes não entram no limite do teto de gastos, foi entendido pelo TCU que esse processo, na realidade, foi um “dibre”, um elástico do Rivellino para garantir o investimento público sem furar o teto. Agora o Guedes está ajoelhando no milho… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

GFC e Esteves, como falei acima o juiz do TCU tinha AUTORIZADO o contrato, estava tudo legalizado, pois como o GFC disse acima, a lei permite a capitalização de empresas dependentes pq não entra no limite de gastos do teto. O que se fala nos bastidores segundo alguns jornalistas do setor de defesa (não são minhas palavras) é que após aquele episódio entre o governo e o STF no caso da ameaça de apreensão do celular do presidente, na qual o general Heleno deu aquele recado duro nas redes sociais, é que o caldo azedou, e o juiz do TCU… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Alessandro
GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Alessandro
2 meses atrás

Caro Alexandre, Não sei dos relatos que tivestes acesso, mas particularmente, não creio nesses motivos por trás das ressalvas. Há algumas pontas soltas. Apesar do nome “tribunal”, o TCU não é um órgão do judiciário, mas do legislativo. Ademais, o TCU não condena ninguém, apenas recomenda, podendo levantar provas em possíveis processos (aí sim) jurídicos e sendo relevantes à não aprovação das contas do executivo pelo legislativo. Dessa forma não vejo muita relação entre o STF e TCU neste e em qualquer caso. Outra coisa, que é apenas uma opinião, sempre achei estranho esse processo de capitalização. Acho que é… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Alessandro
2 meses atrás

Vamos ver como fica.

O orçamento de 21 será votado até dia 31.

O GF quer salvar os orçamentos militares.

O problema maior, acho, é que a sociedade civil e os congressistas não tem a mínima idéia do estado geral das Armas ainda que outros setores também estejam em dificuldades.

Cobertor curto.

Reformas precisam chegar.

Esteves
Esteves
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

Bem…

Isso não tem com o contrato. A MB, antecipadamente, pediu vistas sobre a licitude.

Agora…se cada ministério ganhar 7 bilhões extraordinários sem contra partida…vira samba.

A Defesa com seu investimento de 3% está no mato. Com a panela e sem o feijão.

Essa gente deveria elaborar um plano decente de 10 bilhões (um chute) e mostrar contrapartidas. Compensações.

Ir reduzindo as despesas. Vai cortando as gorduras. Precisa alterar a legislação. Reformar.

Esta longe de acontecer.

Boa sorte ao Guedes.

Alang
Alang
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Sinceramente, no dia 31 de fevereiro, sente se senão vai cansar de esperar.

Jack Guerrero
Jack Guerrero
Reply to  Souto.
1 mês atrás

Gostaria de saber se já resolveram a pendência do acordo coletivo dos concursados que se arrasta desde 2017. Gostaria que fizessem uma matéria sobre isso

Doug385
2 meses atrás

abrindo portas para a construção em Itajaí de embarcações de defesa para clientes de toda a América do Sul.”

Acho melhor se concentrar somente no Brasil. Essa história a gente já ouviu antes de outros fabricantes de material de defesa.

Camargoer
Reply to  Doug385
2 meses atrás

Olá Doug. Concordo com você que o foco seria as embarcações para a MB. Não há qualquer necessidade de exportar. Seria bom mas o sucesso do programa não depende de exportações. Creio que uma vez concluída a quarta unidade, provavelmente a MB irá contratar outras quatro. Oito FCT fariam uma excelente espinha dorsal para os próximos 30- 40 anos.

Doug385
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Quatro seria um ótimo número, mas o que se diz é que a MB poderia encomendar mais uma ou duas após o recebimento da primeira embarcação. Acredito que com seis ou oito navios dessa classe, poderíamos em seguida embarcar em um projeto maior com o auxílio do mesmo estaleiro, o qual possui experiência nesse tipo de embarcação e instalações no país. Sempre ouvi essa história que nos levou a pagar caro por um produto de defesa tendo por uma das justificativas a exportação para os países vizinhos. Poderia até acreditar se os vizinhos não estivessem em situação pior do que… Read more »

Ted
Ted
Reply to  Doug385
2 meses atrás

A thyssen não é uma indústria local! Fica na zona do euro. Com o complexo naval funcionando, vendem para quem eles quiserem. Pegando os impostos mal não tem.

Doug385
Reply to  Ted
2 meses atrás

Concordo, amigo. Mas ela é o que a gente não tinha no país: um estaleiro capacitado a construir embarcações militares com alto conteúdo tecnológico e que, mesmo sendo da xona do euro, possui instalações locais.

Maicon
Maicon
Reply to  Ted
2 meses atrás

Exato, EMPREGOS, e não é para produzir banana, que dá pouco lucro, excelente notícia!

Camargoer
Reply to  Doug385
2 meses atrás

Olá Doug. O Brasil tem uma industria moderna e diversificada. Neste contexto, faz sentido a aquisição de material nacional ou nacionalizado, algo que o Japão faz com bastante competência. As exportações são bem vindas, mas não podem ser objetivo da indústria de defesa. O objetivo é fornecer material qualificado para as forças armadas do país e, considerando o valor dos recursos, incrementar a atividade econômica local. Se um submarino custar US$ 600 milhões, incluindo investimentos no estaleiro, contratação e treinamento de pessoal, encomendas ao setor de máquinas e equipamentos nacional, importação de sistemas, impostos e lucro das empresas, o melhor… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Caro Camargoer,poderia me dizer a qual Brasil você está se referindo?Porque falar que o Brasil que a maioria das pessoas conhece tem uma indústria “moderna e diversificada” é um absurdo.

Camargoer
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Olá Alan. Um exemplo. Uma empresa com sede no ABC desenvolveu cabos anti chamas que foram usados na fabricação dos Tupi. Esse produto entrou no catálogo da empresa. Poucos países do.mundo produzem cabos elétricos certificados para esse tipo de aplicação ou para aplicação naval militar. Outro exemplo. Algumas válvulas empregadas no SBR são controladas com bobinas elétricas acionadas remotamente. Também demandam certificação. Além destes dois produtos, existem milhares de outros produzidos pela indústria nacional que podem ser usados na fabricação de navios militares.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Camargoer,eu fiquei com a impressão de que você se referia a um contexto amplo da indústria nacional como um todo.De fato existem empresas nacionais que são capazes de produzir bens de altíssima tecnologia,como a gaúcha que vai produzir os HUD dos Gripens.Mas isso está longe de significar que a indústria brasileira seja moderna,inclusive um dos fatores que contribuem com o baixo nível de competitividade dos produtos nacionais,além do custo Brasil e da burocracia,é justamente a defasagem da nossa indústria.

Esteves
Esteves
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Pontualmente podemos afirmar uma coisa ou outra. “Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que apenas 1,6% das empresas brasileiras afirmam já operar no formato conhecido como Indústria 4.0. Dos 24 setores industriais, mais da metade (14) está bastante atrasado em relação à adoção de tecnologias para otimizar processos produtivos. Esses 14 setores representam, segundo o IBGE, cerca de 40% da produção industrial do País. Por outro lado, os números do levantamento também indicam que a digitalização do processo produtivo industrial deve avançar e atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. O número mostra otimismo para o cenário futuro, mas, na… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Esteves
Camargoer
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Caro Allan.uma coisa de cada vez. Um navio de combate seria primeiro uma estrutura de aço e metal, recortada, soldada e parafusada. Sua construção seria praticamente artesanal. Ele também seria um sistema hidráulico e elétrico complexo, que demanda milhares de quilômetros de tubulação e cabos, válvulas, relés, disjuntores, bombas hidráulicas. Geração e distribuição de energia. Um navio também seria um sistema de sensores e processamento de informação. Neste ponto, uma parte geralmente importada e outra parte que pode ser nacional ou nacionalizada. Além do hardware há o software. Por sim, um navio de combate também teria seu sistema de armas,… Read more »

Hnerique
Hnerique
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Nós temos algumas ilhas de excelência, mas de modo geral, nossa indústria é ultrapassada, como disse o Allan.

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Caro Allan, pode-se discordar de muita coisa do Camargoer, mas nessa ele tem razão. O Brasil tem sim uma indústria moderna e diversificada no geral. Em muitos aspectos, em nível comparado com os países mais desenvolvidos do mundo. Isso não pode ser confundido com o fato de que esse país é uma zona e que esse desenvolvimento industrial não resulta em benefícios para a maior parte da população que vive na miséria, mas negar o nível de avanço da indústria e do agro negócio não se justifica.

Esteves
Esteves
Reply to  Nilo Rodarte
2 meses atrás

Qual setor industrial do Brasil (acho que são 18) pode ser equiparado?

Qual setor industrial brasileiro está modernizado e diversificado?

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Máquinas e dquipamentos, acredito.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Máquinas e equipamentos é o setor que ainda funciona na segunda geração. O 2G na indústria…passando ao 3G. Fazendo uma comparação com as telecomunicações, as operadoras de telefonia e suas redes no Brasil não fizeram funcionar as teleconferências e as videoconferências como fazem o Skype e os aplicativos tipo WhatsApp. Elas (operadoras de telecomunicações) prometeram vender voz, texto, imagem e vídeos chamadas. Prometeram fazer no 2,5 G, no 3G e não fizeram no 4G. Foram atropeladas pela internet. Essa passagem das tecnologias eletroeletrônicas de segunda e terceira geração digital para a quarta geração robótica é essencial para a modernização do… Read more »

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Concordo e preciso lamentar a ausência de uma grande empresa brasileira no setor de comunicações. O setor farmacêutico também permite um amplo impacto tanto tecnológico quanto comercial, ao fornecer medicamentos para toda a população e beneficiar a balança comercial. O Brasil importa mais medicamentos hoje do que há 20 anos.

Camargoer
Reply to  Nilo Rodarte
2 meses atrás

Olá Nilo. Acho que concordamos. Geralmente, o setor de serviços emprega mais que o setor de produção mas também seria o setor que depende da atividade econômica. O setor industrial está com uma grande capacidade ociosa. A modernização do parque industrial dependerá do crescimento da atividade de produção até esgotar essa capacidade ociosa. Isso pode acontecer atendendo o mercado interno ou exportando. O mercado interno e o mercado regional dependem de uma economia inclusiva, que permita a uma enorme parcela da população adquirir bens e servicos, mas que hoje está fora do mercado consumidor.

Esteves
Esteves
Reply to  Doug385
2 meses atrás

Nesse momento…nenhum país vizinho tem condições de encomendar um navio de guerra por 500 milhões de dólares.

Poderia…fazer com compensações. Com negócios. Entre governos. Caberia ao GF pagar aos alemães.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Concordo. Rigorosamente, nem o Brasil teria essa condição este ano.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Precisamos de dólares e euros. Aumentamos o volume das exportações aos chineses, basicamente carnes e farelo de soja. Mas…pouco acrescenta lá no cofre do Banco Central.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Doug385
2 meses atrás

Exatamente o que eu acredito que tenha de ser feito.

Jack
Jack
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Prezado Camargoer, Seria correto dizer que essa nova classe Tamandaré, ainda ficará atrás da Fragata Type 23 Chilena e se igualaria a fragata Damen SIGMA 10514 Mexicana? Em questões relacionadas a armamentos e sensores?

Camargoer
Reply to  Jack
2 meses atrás

Olá Jack. Não sei dizer. As FCT vão operar como meios da esquadra, portanto em rede umas com as outras e com os demais meios como o A140 e os submarinos, além da valorosa Barroso. Podem ser individualmente inferiores em tamanho ou armamento ou alcance de mísseis, mas deu valor será obtido pela desempenho de grupo.

Hnerique
Hnerique
Reply to  Jack
1 mês atrás

Ainda não foi detalhado o “recheio” mas acredito que será a mais capaz da América do sul, o que não é muito coisa, dada a precariedade dos nossos vizinhos.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Espero que não tenham de atingir os 40 anos de idade, senão nossos netos irão ver novamente uma MB com meios defasados tecnologicamente, tal como o são hoje nossas fragatas e vários outros meios da armada.
O Brasil necessita de um programa de Estado que vise a construção/renovação dos meios navais ao longo do tempo.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Doug385
2 meses atrás

Constrói um escritório na Argentina ou Venezuela que eu quero ver

Ted
Ted
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Não é só um escritório e sim um complexo naval

Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Bom sinal, as coisas estão começando a andar.

julio
2 meses atrás

Boa tarde.
Algum dos amigos sabe me dizer se já foi assinado o contrato com as especificações finais das fragatas……

Last edited 2 meses atrás by julio
Marquês de São Vicente
2 meses atrás

Acredito que a capacidade de construção naval é tão importante para o país que o foco deveria ser a produção de embarcações e absorção dessas tecnologias em grande escala.
Sei que pode parecer absurdo, mas penso que a capacidade de manter-se atualizado na construção naval e na integração de sistemas de controle e armamentos é tão importante quanto a operação dos armamentos em si. O Brasil deveria produzir uma embarcação por ano e depois corre atrás de comprador. Vende barato, a preço de custo.

Esteves
Esteves
Reply to  Marquês de São Vicente
2 meses atrás

Entregar para testes no mar e comissionamento 1 navio por ano ou 2 não significa montar ou produzir 1 por ano. As execuções vão seguindo seus programas sem interrupções. Isso (não interromper) é mais fundamental que produzir. Seja como seja…1 navio por ano em várias classes (não haverá sentido na construção de somente 1 tipo de navio) = expansão marítima. Expansão marítima com navios de guerra tem o objetivo de escoltar navios mercantes, garantir rotas, reivindicar novas fronteiras inclusive artificiais, equilibrar ou sobrepujar estratégias alienígenas e mostrar empoderamento. Não é o caso do Brasil que precisa negar o mar e… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
2 meses atrás

De onde tu tira tanta bobagem???
.
O Brasil precisa fazer mais do que “1 navio por ano”, pra renovar toda a velharia da MB. Precisaremos de mais de uma centena de navios, de vários tipos e classes nas próximas décadas!

.
Esse papo com zero de sentido, de “expansão marítima” é só mais uma das milhares de alucinações que tu tira da tua cabeça.

Last edited 2 meses atrás by Bardini
Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Sim.

E não é isso que está escrito.

Entregar um navio por ano de várias classes como patrulhas, fragatas, submarinos, navios costeiros e oceânicos é tarefa árdua. Quem faz isso?

A China.

Porque a China está em guerra econômica, geopolítica, cultural, expansionista, mercante…com os americanos. O 5G virou desculpa pra tudo.

O Brasil tem orçamento para incorporar 1 navio por ano: patrulha costeira, corveta, fragata, apoio, submarino, multitarefas…talvez 6 ou 7 por ano. Tem?

Tem para manter?

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Mais de uma centena de navios nas próximas décadas.

Talvez 200 ou 300. Em 20 ou 30 anos. 10 por ano.

Tem certeza que precisamos? Que temos capacidade para isso?

Salim
Salim
2 meses atrás

Estaleiro nacional vendido pra tks, de novo pagando tot pra filial de vendedor. Se náo conseguimos repassar nem tecnologia de napa500 pra AMRJ alguem tem ilusão que emgepron tem condições de gerenciar algo visto fiasco napa500. Contrataram empresa espanhola pra gerenciar o projeto que já era gerenciado emgeprom, napas500 ainda sem prazo entrega, vão bater recorde atraso de construção da Barroso.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Salim
2 meses atrás

Mas Brasileiro nunca aprende caro Salim.
Já vimos essa mesma situação no EB,FAB,MB e por aí vai.
Percebe-se que a memória do brasileiro é curta aqui no fórum mesmo.
Estamos trocando 6 por meia dúzia com esses programas “estratégicos” das FAA,s (ou seria programas estrangeiros das FAA,s nacionais?).
Estaremos pagando royalties pela compra do projeto, fabricação, sistemas de armas, se exportar (coisa que duvido muito) pagaremos pela exportação e pagaremos por nossa independência nessa área que cada vez aumenta a dependência.
Triste!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Foxtrot
2 meses atrás

Se escolhemos um projeto “maduro” e consagrado, não temos que gastar mais verbas em projetos e cálculos navais. Adaptar aos armamentos necessários é tudo que a MB precisa. A velocidade de execução será muito importante. Não vamos repetir certos projetos de armas que estão gerando é muito teste e muita certificação..

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 meses atrás

Pois é.

Não é o momento de inovar. Precisar incorporar logo navios que sabidamente estão testados. Navios completos.

Rapidamente.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

O passado não significa.

Vamos virar as páginas em branco e escrever novas. Páginas cheias de esforços e de resultados dos nossos marinheiros.

Vamos fazer.

Salim
Salim
Reply to  Esteves
2 meses atrás

O corpo da armada e patriótico, minhas ressalvas são pelo planejamento, administração e implementação projetos. O que foi vendido e um incremento da meko100 que esta mais pra opv do que corveta, a meko 200 sim seria o correto. Sou da época da incorporação Niterói que são baseada em barco type inglês comprovado em guerra.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

“MEKO®, que é uma marca registada. É um acrónimo alemão para “Multi-Purpose Combination” (“Mehrzweck-Kombination“). É um conceito na construção naval moderna baseada na construção por módulos de armamento, equipamento electrónico, com o objectivo de reduzir os custos e o tempo de manutenção.”

Os primeiros navios foram entregues no inicio dos anos 1980.

Salim
Salim
Reply to  Esteves
2 meses atrás

A meko100 e um opv , eles vendem o que cliente quer, o duro e engolir mortadela como peru.
Veja comentário do Sr Bardini abaixo com link da classe meko100, a opção mais detalhada e opv,a opção corveta e bem simples, tecnicamente meko100 e diferente da meko200. Náo e barco guerra e sim opv. O F31 inglês e bem maior e capaz com preço equivalente poremnao e uma type26.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

Salim, Veja novamente o Site. Esse OPV Meko é um navio do estaleiro Blohm+Voss que, ao que entendi, estão se juntando na Alemanha com o Lürssen e com a ThyssenKrupp Marines. Meko. Mas…esse OPV que você cita é muito diferente de uma corveta ou de uma corveta modificada. OPV não é navio de/para engajamento. Temos poucos meios. De que adianta colocar um OPV no mar distante se a capacidade de guerra é muito menor x uma corveta? Patrulhas costeiras como os Napa500 ou outros mais modernos…ok. Uns 100. Navio de guerra para o mar, nesse nosso mar, incorporar OPV pra… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Caro Esteves, ficou meio confuso, veja vendas e aplicação destes Meko100 e derivados. So Israel de peso usa este barco, porem Israel tem um barco totalmente diferente, e muito mais armado que as Tamandare tem 97 metros com aplicação costa Israelense ( eles tem ativos 6 barcos semelhantes a este e 4 subs para aquele pedacinho costa , fora os barcos rapidos ) Os resto e tudo OPV.

Gabriel BR
Gabriel BR
2 meses atrás

Melhor construir uma Meko 200 logo , visto que essa adaptação de meko 150 pode atrasar a entrega.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Gabriel BR
2 meses atrás

Também acho. Mas a MB quer uma Corveta leve fantasiada de Destroier pesado.

Salim
Salim
Reply to  Marcos10
2 meses atrás

Concordo com voce , porem meko 100 onde se baseia esta venda esta mais pra opv do que corveta.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

A ThyssenKrupp Marines não produz OPVs.

Veja o site deles.

https://www.thyssenkrupp-marinesystems.com/en/products-services.html

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
2 meses atrás
Salim
Salim
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Obrigado Bardini por elucidar comentário.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

Elucidou em partes.

Esse OPV Meko é um produto do consórcio Blohm+Voss+Lürssen+ThyssenKrupp Marines.

E não é esse consórcio que comprou o Oceana.

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
2 meses atrás

MEKO A100 OPV dos poloneses, que serviu de base para atender os requisitos de projeto da classe Tamandaré:
https://en.wikipedia.org/wiki/ORP_%C5%9Al%C4%85zak_(2015)

Last edited 2 meses atrás by Bardini
Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Eles pediram um OPV Meko da Blohm+Voss que estão fundindo com a Lürssen e com a ThyssenKrupp Marines, base da Meko 100.

Eles, os poloneses, pediram um OPV com base na Meko100.

A patente Meko é do estaleiro Blohm+Voss. Não é o mesmo estaleiro que está aqui.

Não significa que a Meko 100 é um OPV.

Bardini
Bardini
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Desisto.

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 meses atrás

“Agora o governo alemão está negociando um acordo entre as três principais empresas de construção naval do país, a ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), Lürssen e a German Naval Yards Kiel (GNYK), que estão prestes a se unir em um gigantesco conglomerado”

A dúvida da MB. A ThyssenKrupp Marines vai deixar o consórcio?

A Lürssen é a maior parte do estaleiro Blohm+Voss que detém as patentes Meko.

Seguindo teu pensamento…a Meko 200 também é um OPV porque pertence à família Meko.

É da família. Mas é outro navio.

Salim
Salim
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Desisti também, sabia decisão.

Esteves
Esteves
Reply to  Salim
2 meses atrás

O Esteves não. Os poloneses encomendaram um OPV da família Meko baseada na Meko 100 ao estaleiro Blohm+Voss que está em fusão com outros estaleiros alemães como Lürssen e ThyssenKrupp. A Meko 100 é uma corveta porque está apresentada como corveta no site da ThyssenKrupp Marines. O link do Bardini mostra o OPV da Blohm+Voss. Todos esses estaleiros estão em processo de Fusão&Aquisicao na Alemanha. Noticias que a ThyssenKrupp poderia desistir da fusão levou os marinheiros do Brasil até a Alemanha. O motivo da discórdia? A Meko 100 é OPV? Não. Porque quem monta vende como corveta. Mas…quem compra pode… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Mais ou menos, apressado Mestre Bardini. Esse OPV não está no site da ThyssenKrupp Marines. Mas quando a pesquisa é feita nesse link que você colou ele (o link) aparece colado como um produto do estaleiro Blohm+Voss. Blohm + Voss é um tradicional estaleiro naval alemão com sede em Hamburgo, localizado em Kuhwerder no Rio Elba. Atualmente, a Blohm + Voss é uma subsidiáriada Lürssen. O nome da companhia é frequentemente soletrado como Blohm + Voß [1]em fontes alemãs. Esses estaleiros hora aparecem em conjunto nas licitações formando consórcios. Logo…o Esteves ainda está em dúvida se esse OPV Meko é um produto da ThyssenKrupp Marines que enviou proposta ao Brasil ou se esse OPV Meko… Read more »

Satyricon
Satyricon
Reply to  Gabriel BR
2 meses atrás

Gabriel, independente de ser Meko 100, 150 ou 200, é inegável que o projeto escolhido é superior ao original da Engepron (CCT). E atenderá melhor à MB.
Esse é o ponto (que o pessoal às vezes se esquece).

Esteves
Esteves
2 meses atrás

Bom. Na falta de novidades, na falta de resultados, na falta de navios…vamos inaugurando escritórios. Afinal, burocracia é o nosso nome. A empresa espanhola contratada para os Napa500. Ela não compete com a Emgepron.   “O contrato abrange trabalhos de engenharia de detalhamento para construção, reparos e modernização dos meios navais da Marinha”, anunciou o empresa. A demanda inicial será finalizar os navios-patrulhas Maracanã e Mangaratiba, inacabados.” Mestre Mor Camargoer, Mestre das estatísticas e das argumentações sustentadas por números racionais, especialista e apaixonado pela vida, poderia ou saberia dizer aonde pode estar a informação do saldo dos 9 bilhões dotados… Read more »

Ted
Ted
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Primeiro vai ser ampliado o estaleiro

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Você tem razão. R$ 9 bilhões são equivalentes a US$ 1,7 bilhões, ou no máximo a 3 FCT. Imagino que este dinheiro esteja aplicado (se fosse na conta do Tesouro o rendimento ficaria para o governo federal. Na conta da Emgepron fica com ela). Os investimentos no estaleiro serão feitos pelos construtores, provavelmente com recursos financiados pelo BNDES e que serão pagos por aí longo dos próximos anos. As FCT serão pagas também por parcelas segundo o calendário de fabricação dos navios. Para isso, a Emgepron tem que ter engenheiros acompanhando a construção dos navios para atestar o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Desconfio…por sentimentos…que montamos 2.

Duas.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Acho melhor nem perguntarmos ao posto Ypiranga. Por ele, acho, nenhuma seria feita.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Bem…foi ele quem arrumou os 7 bilhões.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Já estava assim quando ele chegou.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Estava pedido. Lembro do PP.

O Temer enviou 2,5. Pegaram 500 de volta. Das compensações dos hidrocarbonetos do pré-sal mais conhecidos como royalties.

Guedes deu 7…não recordo quem perdeu.

Seja como foi…parece que querem explicações.

Ted
Ted
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Alemanha não precisa de dinheiro do BNDS. Primeira econômia da Europa

Flanker56
Flanker56
2 meses atrás

Não dá para enteder até hoje por que a Marinha não propôs a MEKO A200 em vez da A100 bombada, uma verdadeira “Fragueta”.

Esteves
Esteves
Reply to  Flanker56
2 meses atrás

Orçamento.

Jefferson BAE
Jefferson BAE
Reply to  Esteves
2 meses atrás

E falta dinheiro na marinha? Tem nego se aposentando antes dos 50, efetivo gigantesco e gasto com coisas desnecessários. Parece ser uma instituição muito RICA, desconheço alguém na APPLE (vale 11 trilhões de reais) se aposentando com 50 anos!

Marco Magliano
Marco Magliano
Reply to  Flanker56
2 meses atrás

Pessoal, uma pergunta? As MEKO contratadas não irão deslocar 3.440 ton, superando a capacidade de deslocamento das fragatas Niterói em 200 ton? Não dá para dizer que são fragatas de fato?

Camargoer
Reply to  Marco Magliano
2 meses atrás

Olá Março. Você tem razão. São fragatas mas fica mais engraçado chama-las de fraguetas.

Dalton
Dalton
Reply to  Marco Magliano
2 meses atrás

A “Niterói” desloca 3200 toneladas padrão e 3800 toneladas carregada
e 3440 toneladas para a Tamandaré no meu entender é carregada o que a torna ligeiramente “menor”, mas, ainda assim independente de como cada marinha classifica seus navios dá para considera-la como uma fragata.

Salim
Salim
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Caro mestre Dalton, exato cada pais da uma classificação, náo da pra generalizar, porem um barco deste porte e limitado. O correto seria designação fragata barcos acima 5000 tons, na minha opinião.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
1 mês atrás

Por outro lado Salim ia ficar “estranho” classificar por exemplo, uma Oliver Perry que desloca cerca de 4000 toneladas carregada capaz de operar com 2 helicópteros médios e dotada de mísseis como o SM-2 como corveta.
.
Muitas marinhas pensam também na classificação de “fragata leve” mesmo que genericamente utilizem o termo “fragata”, mais condizente do que corveta.
abs

Salim
Salim
Reply to  Dalton
1 mês atrás

Bem lembrado OHP e classificada com fragata, porém EUA descontinuou barcos nesta tonelagem tendo agora LCS com cerca 3000 tons e vai para os conteatorpedeiros da classe AB com 9800 tons. Como citei e bem ampla como cada país classifica esta classe barcos.

Henrique
Henrique
Reply to  Marco Magliano
1 mês atrás

Na época em que as Niterói foram feitas não tinha navio de 6000t chamado de fragata. Os alemães chamam as deles de mais de 7000t de fragatas, aí fica complicado colocar um navio como as Tamandaré no mesmo grupo.

Pgusmao
Pgusmao
2 meses atrás

Típico do Brasil, “inauguração do escritório”, cadê a estrutura para fabricar as corvetas??? Ainda não existe, esse projeto vai no mínimo 10 anos. Deviam comprar de outro país pelo menos 2 e fazer aqui as outras duas, daí teríamos pelo menos 50% em tempo de não ficarem obsoletas.

Ted
Ted
Reply to  Pgusmao
2 meses atrás

Chucrutes. Povo destemido e organizado. Quando mete a mão, a coisa anda rápido.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Ted
2 meses atrás

Brasileiros adoram uma burocracia. Ainda se reconhece firma de documentos. Presunção de que somos assolados por falsários.Mais escritórios virão, antes do corte da primeira chapa. Os chucrutes não tem nada a ver com isso,….espero. Confio na gente de minha avó.

Camargoer
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 meses atrás

Caro Salim. As taxas cartoriais estão mais ligadas com a busca de tributação do que com a desconfiança moral. Vale a pena lembrar que a Lei dia selos foi uma das causas da revolva das contas americanas contra a coroa inglesa.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Veja a quantidade de cartórios pendurados…quebrados.

Eles cobram. Cobram tudo. Cobram caro.

Poucos são os cartórios que pagam.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Cartórios e dentistas. A gente paga sem ver o serviço realizado. Bem diferente dos oftalmologistas.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Carimbos…como ainda existem carimbos?

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

O Adobe tem um ferramenta chamada “carimbos” para modificar arquivos em PDF.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Mestre Camargoer,

O amigo nem imagina o que uma concessão hereditaria cartorial possibilita…..

A começar, apenas ima frase:

-Nunca ninguém viu antes neste país….(lembra de quem?)…um crescimento tão grande de numero de cartórios no Brasil…”…

Detalhe…cartorio funciona com o cpf do tabelião….

Detalhe dois…só lembrando…doações de cpfs são permitidas para campanhas eleitorais…

Camargoer
Reply to  Ted
2 meses atrás

Olá Ted. O problema dos alemães ocorre quando pedem para verificar os limites de emissão dos motores da VW.

Ted
Ted
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Pocha! Não sabia que o motor das tamandare ia ser da wv

Camargoer
Reply to  Ted
1 mês atrás

Olá Ted. Eu também não sabia que havia a previsão de colocar motores VW nos navios.. De onde você tirou essa ideia?

Mercenário
Mercenário
Reply to  Ted
2 meses atrás

Ted,

Pena que recentemente esses alemães fizeram uma fragata “torta” para a Marinha Alemã e o próximo grande combatente de superfície por lá vai ter a mão da holandesa Damen.

Ted
Ted
Reply to  Mercenário
1 mês atrás

Maravilha! Se as fraquetas ficarem tortas, podemos chamar os holandeses para desempenar

Camargoer
Reply to  Pgusmao
2 meses atrás

Caro PG. Acho que já escrevi isso antes, mas vale a pena repetir. A simples importação de de um equipamento militar complexo como um navio de combate faz sentido para países sem estrutura industrial. O Brasil tem uma base industrial de máquinas e equipamentos com uma enorme capacidade ociosa, altas taxas de desemprego e um crônico déficit na balança de pagamento. São condições que favorecem a fabricação nacional ou nacionalizada de material militar. Forças armadas servem para proteger uma sociedade de ameaças externas. Então seria preciso que exista uma sociedade para ser protegida.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Cadê?

Mestre…mostra uma ameaça ao Esteves.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Essa é uma coisa que tem me perturbado nos últimos anos. Quais são as ameaças? Tenho considerado com seriedade a me candidatar a um curso na ESG. Há uma contradição na estratégia dissuasória que quanto mais ela for efetiva, menos necessária ela parece ser, mas ela se torna urgente quando deixa de existir.

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  Esteves
1 mês atrás

Caro Esteves, você faz algum tipo de seguro?

Marcos10
Marcos10
2 meses atrás

Talvez a questão das queimadas na Amazônia – que eventualmente as folhas queimadas podem gerar alguma química alucinógena -, aliada ao COVID19 – que já sabe que pode afetar o cérebro das pessoas -, somando-se ao fator cultural brasileiro – talvez o calor dos trópicos? -, fato é que passados cem anos o Brasil não consegue avançar. Essencialmente estamos presos a preservar altos salários de alguns, com garantias não se sabe de onde, pagando “ad eternum” remunerações para filhas, netas, bisnetas, sobrinhas, irmãs, agregados, de militares, civis, políticos que ficam um dia no cargo e muitos sem ter pago um… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Marcos10
2 meses atrás

É a vida.

Anos passados, nos anos lá atrás, as pessoas escreviam bobagens nos jornais. Ainda hoje. Mas ninguém liga como ligava.

A notícia, a opinião, a sensação está na internet.

Um bom negócio. Site, videosite, videoblog, vídeo tubo, câmara, smartphone, hospedagem, servidores, desenvolvedores digitais, tabletes, notebooks. Internet. Marketing digital. Não precisa tomar banho. Pijama do Caetano tá na moda.

Todo esse esforço da forma sem conteúdo vai com os direitos de propriedade para Atlanta nos EUA, sede da Internet.

Facebook+Instagram+WhatsApp+Twitter…muitos bilhões. Google+YouTube+Android…muitos bilhões.

Realidade. Não é alienação. Esse é o trabalho do mundo moderno.

Coçar.

RPiletti
2 meses atrás

Mais pessoas para a foto do que área física para elas… faltou fachada de escritório para alinhar todos…

Jack Guerrero
Jack Guerrero
2 meses atrás

Parabéns EMGEPRON, vai gerar muitos empregos na região, agora só falta resolver a situação dos empregados que estão a 04 anos sem um acordo coletivo, os salários estão defasados e a moral do pessoal está baixa.

Last edited 2 meses atrás by Jack Guerrero
Esteves
Esteves
2 meses atrás

É escrever nome de ex-presidente que o robô tranca o comentário.

Que coisa.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Acho que isso mostra que a culpa pelos pecados recentes estão pesando. Os 12 passos dos narcóticos anônimos podem servir para colocarmos alguma paz nessa culpa.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Pecar e Perdoar do Karnal.

Preciso ler constantemente.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Uma coisa ou duas, talvez 3, concordo com o Karnal.

Nao há sentido em orar ao Pai pedindo para fazer a sua (dele) vontade.

Se queremos que prevaleça a nossa vontade e para isso oramos ao Pai, pedindo perdão e sujeitando-se ao castigo (do padre, o Pai perdoa)…

Proponho mudar o Pai Nosso.

Seja feita a nossa vontade e não a vontade das elites.

Até Shiva chegar e…tudo acabar.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. O “Pai nosso” tem 11 versos. Mais curto que os 12 passos.

Alexandre
Alexandre
2 meses atrás

04 Fragatas Tamandaré é muito pouco para proteger a nossa costa marítima de 7.500 km de extensão, o ideal seriam 20 Fragatas Tamandaré.

Camargoer
Reply to  Alexandre
2 meses atrás

Caro Alexandre. Acho que todos concordam que quatro FCT é pouco. Eu não sei dizer se o ideal seriam 20 ou 12. Primeiro tem que fazer a primeira, depois tem que fazer a segunda. Isso não é tao óbvio como parece. Quando as duas ou três primeiras forem comissionadas, será possível avaliar o desempenho delas atuando em conjunto. Será um momento para avaliar se a MB precisará de mais 2 ou 5 unidades iguais ou se vai precisar de unidades maiores (talvez deslocando 5 ou 6 mil ton). Talvez seja mais eficiente pensar assim do que em grandes pacotes.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Mas já foi avaliado, elas são muito rápidas e versáteis, e para o Brasil é excelente 20 unidades dessas Fragatas.

Camargoer
Reply to  Alexandre
2 meses atrás

Olá Alexandre. O que eu quero dizer é que as fragatas vão operar em conjunto com os submarinos e com os outros meios da esquadra. Talvez seja mais adequado um numero maior de FCT, como você sugere. Ou seja melhor compor com um certo número de navios maiores. Há a questão de compartilhar as informações, montar grandes mapas de situação combinando as informações obtidas por vários barcos.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Isso me intriga.

Quantos navios.

Quando fazem planos e programas recomendando navios, quando fazem estudos sobre a quantidade de navios de superfície, submarinos, navios de apoio, logísticos, patrulhas…

Isso parte da disponibilidade orçamentária? Do histórico das manutenções e operações?

Um NAe deve ter X escoltas, X submarinos, um litoral do tamanho do nosso deve ter X distritos, Y navios costeiros.

Afinal…quando esses marinheiros pedem dinheiro para contemplar as doutrinas…ameaças, inimigos, PIB, empregos, BID, independência, alinhamentos…e,

Aonde, quando passam a régua para determinar 4, 6 ou 8?

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Eu também fico intrigado com a metodologia usada para estimar o tamanho da frota. Eu até consigo estimar a frota de F39 e o tamanho da esquadra. Contudo, o mais desproporcional são os números do EB. Os números deles são são cabalisticos, além da obrigatoriedade de ser sempre primos.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Tenho medo de descobrir que eles simplesmente…chutam.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Existe a possibilidade de colocar os números em papelzinho a dobrados dentro do quepe, e depois sortear.

Zorann
Zorann
2 meses atrás

Esta era o tipo da notícia que poderia ter sido omitida. Esta “inauguração” deveria ter sido feita sem alarde. Uma foto cheia de barrigudos, da inútil da Emgepron, comemorando nada de concreto.

Quer mostrar avanço, bate logo a quilha da primeira unidade.

Esteves
Esteves
Reply to  Zorann
2 meses atrás

Eles tem um bom plano de saúde.

Augusto Mota
Augusto Mota
2 meses atrás

Meu Deus do céu, essa empresa absolutamente inútil que não faz absolutamente nada inaugurando escritório, mais um cabidão de empregos, realmente o Brasil não tem solução, falta tudo nas forças armadas, mas tem empresas públicas a rodo, concursos públicos, plano de cargos, auxílios, benefícios, gratificações, viagens… O que essa Emgepron já construiu até hoje: NADA! Amazul, Amapreta, Amacinza, Imbel, até quando a gente vai tolerar essas inutilidades consumindo recursos de forma crecente a cada ano?

Jack Guerrero
Jack Guerrero
Reply to  Augusto Mota
1 mês atrás

Demitem os concursados para encher de cargos comissionados, a maioria oficiais da reserva.

Santiago
Santiago
2 meses atrás

Enquanto a China está cuspindo navio adoidado, aqui ainda estamos inaugurando escritório com esse monte de gente. Até ficar pronta a 1º Meko da MB, as Niteróis já vai estar desmontando. Em tempo: BPC Tonnerre da Marinha Francesa está no porto de Beirute levando ajuda humanitária.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Santiago
2 meses atrás

Pelo menos já vejo uma vantagem: saíram do Rio. Iinacreditável. Deve ter muita vantagem nessa empreitada para levantarem os traseiros da orla de Copacabana.

Santiago
Santiago
Reply to  Santiago
2 meses atrás
Paulotd
Paulotd
Reply to  Santiago
2 meses atrás

Será que alguma fica pronta antes de 2030? Até lá a MB vai navegar com o que? Corveta Caboclo ainda tá navegando, vamos mandar pra essas missões no Líbano, kkkk

Camargoer
Reply to  Paulotd
2 meses atrás

Olá Paulo. Segundo a MB, a primeira FCT será iniciada em 2021. As entregas estão previstas para 2025 até 2028. Isso quer dizer que será entregue uma por ano e o tempo de construção está estimado em 5 anos.. Você deu dois anos de vantagem para a MB.

DANIEL BOTURA
DANIEL BOTURA
2 meses atrás

Tanto barulho pra 4 “fragatas”…………….

Camargoer
Reply to  DANIEL BOTURA
2 meses atrás

Fraguetas.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Pai do Céu.

Voltou a discussão se a Tamandaré é OPV bombado, corveta, mini fragata, fragueta…

Eu ia dizer o que é rimando com fragueta…mas os meninos do site não aprovariam.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Caro Esteves. Fraguetas rima com corveta.

Ghutoz
Ghutoz
2 meses atrás

Só melhora as coisas aqui na Foz do Rio Itajaí, de um lado do rio a construção das fragatas, do outro lado do rio o Gripen fazendo o primeiro voo!

Ted
Ted
Reply to  Ghutoz
1 mês atrás

Bom investimento monetário estrangeiro na região

Renato
Renato
2 meses atrás

No dia que este país tiver um governo sério e comprometido com a nação e menos com politicagem de fundo de quintal para atender seus objetivos pessoais e duvidosos, as FAs poderão fazer planejamento de seus projetos com início, meio e fim sem quebra de datas. Tudo no Brasil é uma loteria. O que vale hoje, amanhã pode não valer um tostão furado. Por essas e outras, as FAS tem de priorizar estritamente o necessário. Se gasta de um lado, falta de outro. Quando penso na maldita reforma fiscal que nunca sai para proteger setores abastados do país, aí é… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Renato
2 meses atrás

Reforma fiscal não sai.

Depende dos governadores e seus ICMs. O que pode acontecer é trocar o nome de algum tributo, juntar o que há com o que tinha e somar. Nunca diminuir.

O Guedes não conseguirá desonerar (não deu certo no Chile e não deu certo com a Dilma), não será capaz de convencer sobre a urgência de reformas e…menos ainda privatizar.

Hoje tem feijoada no Congresso, patrocinada pela ala mineira.
Amanhã não tem nada porque é véspera de sexta e sexta não se trabalha.

As Tamandarés…pode encomendar a moldura pras fotos. Muitas fotos.

E cerimônias.

Last edited 2 meses atrás by Esteves
Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Caro Esteves. Reforma fiscais se faz em períodos de crescimento econômico. Está escrito no manual. Períodos de depressão tem que emitir moeda.

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Pois é.

Falta convencer a turma.

Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Um frentista de posto de gasolina pode ficar confuso com o que está escrito no manual. Um PhD ignora o manual por má fé.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

“Reforma fiscais se faz em períodos de crescimento econômico. Está escrito no manual”.
É por isso (e por outras) que se propõe um período de transição em 5 a 10 anos entre o atual e o novo sistema tributário.

“Períodos de depressão tem que emitir moeda”.
Com todo respeitos às minhas curtidas com orgulho aos melhores comentários sobre o post da Anne Frank, mas aqui não dá, meu amigo. Rs.

Souto.
Souto.
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

Amigo Camargoer o senhor sabe algo sobre a compra de novos navios rebocadores de alto mar para MB?

Camargoer
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Olá Souto. Para mim é novidade. Talvez algum colega da ativa na MB saiba algo. Seriam navios novos ou usados?

Camargoer
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

Olá GFC. Lá é um assunto. Aqui é outro. Sem problema. A gente tem discutido aqui na Trilogia a necessidade de retomar a atividade econômica em um contexto alto desemprego e no qual a industria mostra elevados níveis de capacidade ociosa. A epidemia de 1918 levou entre 2 a 3 anos para ser superada, ocorrendo sucessivas ondas de contágio. A depressão de 1930 foi mais grave e longa dependendo do país. Nos EUA foi agravada pelas ações

Camargoer
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

continuando…. Nos EUA, a depressão de 30 foi agravada quando o governo tomou ações para conter o deficit. Ninguém vai tomar crédito para adquirir bens duráveis ou ampliar a produção no atual cenário de retração da demanda.

Souto.
Souto.
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Carmagoer pelo que eu sei serão navio de apoio oceanico usados,isso foi dito pelo Alte, Cunha.
Carmagoer voce sabe algo sobreo navio patrulha maracanã?

Camargoer
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Olá Souto. Verifica se ele estava se referindo aos Mearin (G150~G152). Sobre a Maracanã, não soube de nenhuma mudança nos planos da MB de conclui-la no AMRJ.

Camargoer
Reply to  Souto.
2 meses atrás

Olá Souto. Encontrei uma entrevista recente com o Alte Cunha (muito ruim por sinal, ele precisa urgente de um assessor de imprensa ou fazer um treinamento de relações públicas) na qual ele comenta que a MB tem interesse em rebocadores de alto-mar de uma classe superior aos “Mearim”. Também comenta que a MB não tem nem as plantas nem licença para construir novas “Amazonas” mas que ainda existe o interesse da MB de adquirir 5 novas NaPaOc. Ele comenta que existe a possibilidade de contratar uma ou duas “Tamandaré” adicionais, mas essa decisão vai ser tomada mas a frente. Ele… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás
Camargoer
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Olá Esteves. Obrigado pelo vídeo. As forças armadas precisam mudar a relação com a mídia. De um lado, ela é acompanhada por entusiastas e ex-militares (gente bem preparada e informada), do outro há a população civil que é simpática com a MB mas pouco conhecimento. Ser simpático é insuficiente.

Renato
Renato
Reply to  Esteves
2 meses atrás

Esteves e Camargoer:
O rombo da arrecadação tributária vai muito além do ICMS.
Os banqueiros e os grandes tubarões do país deitam e rolam com a isenção ou perdão das dívidas trilionárias com os cofres do governo.
Lembra que o governo tentou injetar dinheiro público do BNDES no extinto banco NACIONAL?
Hoje, como disse cabo Daciolo e Ciro Gomes, a sem vergonhice é comprar papéis podres (dívidas) dos bancos para blindá-los com dinheiro público.
Lógico, que vai faltar grana em algum lugar.

Last edited 2 meses atrás by Renato
Camargoer
Reply to  Renato
2 meses atrás

Olá Renato. Concordo com você. O governo focou seus esforços em três reformas. Previdenciária, administrativa e fiscal. As três só terão efeito a longo prazo. O problema é o curto prazo porque a crise da Covid derrubou a atividade econômica, o que está provocando uma onda de desemprego e fechamento de pequenas e médias empresas. Será muito difícil recuperar a atividade econômica para níveis similares ao de 2019 (que já eram inferiores aos níveis de 2012).

Renato
Renato
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Camargoer,
Vamos combinar que o COViD-19 incrementou o bolo (crise) que já estava solado na economia.
Mas…a pandemia servirá de muitas desculpas do fracasso econômico aqui e nos STATES.
O problema desse governo foi colocar o lobo no galinheiro.
Daí os sucessivos problemas de caixa.
Pensei que era piada quando um amigo me disse que o governo queria voltar com o CPMF.
Era verdade, mas parece que uma luz divina iluminou a cabeça do Rodrigo Maia para não deixar passar essa aberração no bolso dos que menos são.agraciados pelas mãos dos governantes.

Camargoer
Reply to  Renato
2 meses atrás

Olá Renato. Concordo que 2020 é algo diferente de 2018/2019. Tenho alertado sempre que posso sobre a diferença dos problemas econômicos que haviam estagnado a economia até 2019 e os problema que derrubaram a atividade econômica em 2020. Como dizem, o governo federal “perdeu a oportunidade da crise de 2020”, talvez porque nunca foi prioridade da equipe econômica recuperar a atividade econômica nem gerar emprego. A CPMF era um bom imposto, principalmente porque servia ferramenta contra a sonegação e lavagem de dinheiro. Poderia inclusive ter substituído outros impostos. Seu custo operacional era baixo, dispensava tanto a burocracia do Estado quando… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Previdência Não passou. Impossível derrotar o lobby dos estatutários e dos fundos de pensão. Pior nos municípios. Promotores da cidadania recebendo 150. Administrativa Ministério da Defesa. O ex ministro Silva e Luna concedeu entrevista sobre o que encontrou no Ministério. Não deve ter mudado. Fiscal Simplificação, estratificação, substituição, renomeacao, aglutinação, transformação e modernização. Leio isso tudo sobre a reforma fiscal desde os anos 1970. Até hoje… O parque industrial automotivo nacional é 5 vezes maior que o argentino e 50 vezes maior que o uruguaio. Mas…montadoras alegando um ambiente simples e contabilmente gerenciável preferem fazer lá e vender cá. Trocam… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Quer dizer então que Cabo Daciolo (pastor fake), Ciro Gomes (família patrola), Rodrigo Maia (nem um diploma de culinária possui), servem de referencial para considerações políticas ou econômicas…VIXE!
Camargoer não decepcione seus leitores retrucando tal babaquice.
O nível aqui não deveria ser tão ruim assim.

Camargoer
Reply to  Farroupilha
1 mês atrás

Olá Farroupilha. Acho que nunca na vida fiz qualquer comentário a partir das ideias do Daciolo ou do Rodrigo Maia, nem mesmo para critica-los. Sobre o que você está comentando?

Renato
Renato
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,
Se o Chile (situação econômica) servir de parâmetro para o que explico já estará de bom tamanho.
Não vou ficar dando voltas em terra plana kkkk!

Yuri Dogkove
Yuri Dogkove
2 meses atrás

Pensei que estavam inaugurando a primeira Tamandaré…

Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Tem dique seco apropriado para as Tamandares serem construídas ?

NÃO.

Então para quê mais essa “sub OM” em SC ?

Renato
Renato
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

O estaleiro OCEANA adquirido pelos alemães não atende esse requisito?
Acho impossível gastar dinheiro num local que não possa desenvolver um projeto dessa magnitude.

Ted
Ted
Reply to  Renato
1 mês atrás

O dinheiro vem da Alemanha. É o tal do euro

Ted
Ted
Reply to  Renato
1 mês atrás

Mas se precisar de moeda local! Os compatriotas da fábrica da BMW. Ali perto podem emprestar

Luiz Floriano Alves
Reply to  Ted
1 mês atrás

Se a carreira for curta se fabrica em duas metades e, depois solda. Dique seco tem um, enorme logo ali em Rio Grande. Esse sim seria um bom local para montar as corvetas MEKO 100 turbinadas.

ted
ted
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

A construção é exclusiva do estaleiro Oceana

Deves
Deves
1 mês atrás

Fico triste que vem imprensa metendo o pau na forças armadas só porque o presente direita nesse momento presidente bolsonaro vai aumentar possa orçamento militar próximo ano vai é maior que da educação o presidente não tá tirando dinheiro educação tá pegando dinheiro de umas áreas e não é prioritária colocando prioritárias todos nós que acompanha área militar sabe da situação suas armadas preciso de investimento sim

maria isabel da silva mafra
maria isabel da silva mafra
19 dias atrás

Boa tarde, alguém pode me informar onde fica o escritório o endereço? Obrigada.