domingo, abril 11, 2021

Saab Naval

Thyssenkrupp Marine lança 4º submarino Type 209/1400 do Egito

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O quarto submarino Type 209/1400 mod da Marinha da República Árabe do Egito foi batizado e lançado no estaleiro da Thyssenkrupp Marine Systems em Kiel no dia 29 de setembro, anunciou a empresa. Seguindo as rígidas medidas de prevenção da corona no estaleiro, o vice-almirante Ahmed Khaled Hassan Said, comandante-chefe da Marinha egípcia, batizou oficialmente o submarino como “S44”.

Dr. Rolf Wirtz, CEO da Thyssenkrupp Marine Systems: “Dada a pandemia global de corona, temos o prazer de dar as boas-vindas ao vice-almirante Ahmed Khaled Hassan Said para comemorar este marco muito especial. O nome do quarto submarino prova o quão fortes e confiantes podemos trabalhar juntos, mesmo em tempos difíceis. Gostaria de agradecer aos nossos funcionários, que sempre trabalharam com muito cuidado e disciplina no último mês de trabalho intensivo. ”

O contrato para a entrega dos primeiros dois submarinos da classe 209/1400 mod para a República Árabe do Egito foi assinado em 2011. Em 2015, o Egito decidiu optar por duas unidades adicionais. O primeiro submarino foi entregue em dezembro de 2016 e o ​​segundo submarino em agosto de 2017. Posteriormente, o terceiro submarino, denominado “S43”, foi entregue em abril de 2020. Os submarinos são projetados para defesa marítima, bem como prevenção de conflitos, vigilância, coleta de informações e operações das forças especiais.

Sobre o “S44”: os submarinos da série HDW Classe 209/1400mod são extremamente confiáveis, podem permanecer submersos por muito tempo, são rápidos e difíceis de localizar devido às suas assinaturas baixas. O HDW Classe 209 / 1400mod é a versão mais recente do HDW Tipo 209 com mais de 60 barcos construídos ou sob contrato.

Submarino Type 209/1400 em corte

Características principais

  • Comprimento: aprox. 62 m
  • Diâmetro: aprox. 6,2 m
  • Deslocamento (superfície): aprox. 1.450 t
  • Deslocamento (submerso) aprox. 1.600 t
  • Tripulação: 30
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Fernando Turatti

Só pra lembrar que conheço uma marinha que, com a “tecnologia comprada” dos type 209, que entregou um navio desses modificado em ~2005 e meia década depois jogou 9B USD em um outro Contrato comprando outra “tecnologia”.

Emerson

Sim… kkk… e não me surpreenderei se acontecer novamente. Ficaremos em 04 scorpene e talvez um nuclear…Me surpreenderei se assinarmos mais um lote de 02 scorpene e mais um nuclear. Aí lá por 2045 compraremos outra tecnologia dá época…

Camargoer

Caro Emerson. O investimento no submarino nuclear só faz sentido se for dado prosseguimento. A parte mais cara do desenvolvimento de um submarino nuclear é criar o reator e construir a infraestrutura nuclear. Uma vez que isso esta construído, o submarino em si é mais cara por uma questão de tonelagem. O custo do SN10 sozinho, que deslocará 6 mim ton é cerca de 2,5 vezes o preço de um SBR que desloca 2 mil ton.

Willber Rodrigues

E cá entre nós, esse mesmo país tem dificuldade orçamentária em fazer PMG nesses subs alemães a anos, mas jura de pé junto que vai ter dinheiro pra operar sub nuclear…

Camargoer

Caro Wilber. em 2015, o PIB do pais caiu 3,55 e e 2016 outra queda de 3,3%. Isso afetou a arrecadação. Segundo o SigaBrasil do Senado, o ProSub (incluindo os SBR e o SBN) foram aplicado R$ 1,3 bilhão em 2015, R$ 1,6 bilhão em 2016, R$ 1,7 bilhão em 2017, R$ 1,9 billhão em 2018 e R$ 1,1 bilhão em 2019. Considerando que o S40 entrará em operação este ano, e os outros nos próximos anos, as oficinas de Itaguaí ficarão disponíveis para concluir o PMG de todos ou dos Tupi remanescentes. São oficinas modernas e espaçosas. superiores ao… Read more »

Wilson Look

Em uma entrevista recente o Comandante da MB falou sobre isso, não do PMG em si, mas de mover todos os submarinos para Itaguaí e de dar serviço as oficinas para não ficarem paradas.

Camargoer

Olá Wilson. Pois e. Parece o mais sensato. Itaguaí tem oficinas mais espaçosas e modernas que o AMRJ, equipe treinada e motivada. Tanto faz sentido levar os submarinos para a nova base quanto aproveitar aí máximo o estaleiro.

Camargoer

Olá Wilson. Por favor, coloque o “título da entrevista” para podermos encontra-la. Talvez nem precise do link. Que tal?

Wilson Look

De boa.
O título da entrevista é “Comandante da Marinha do Brasil fala sobre o PEM 2040”.

Camargoer

Olá Wilson. Obrigado!

Willber Rodrigues

Nos anos que você sitou sobre o Déficit, o orçamento pra Defesa foi de, em média, 63 bilhões ( dados do Portal da Transparência ). Náo sei, sinceramente, se esse valor é repartido igualmente pras 3 Forças, ou se uma ganha mais do que outras. Se alguem souber me responder, eu agradeço. Sobre o 1 bilhão anual que foi destinado ao PROSUB, eu agradeceria se vc me disse-se se esse valor foi “a parte”, ou retirado diretamentedo Orçamento da Defesa. Sobre a “desculpa” se tem ou não tripulação pros Tupis + Riachuelos ao mesmo tempo, essa comparacão só faria sentido… Read more »

Wilson Look

O AIP que a MB escolheu é o submarino nuclear,
dos outros uma das razões é que o mesmo deixa o sub mais caro, e reduz o alcance global do submarino, por isso os SBR usam o espaço adicional para terem mais combustível e víveres aumentando o alcance global do mesmo.
Para a MB isso é mais importante.

Kemen

Caro Wilson, tem submarino com AIP de 2.000 /3.000 tn., o projeto para a Australia, o projeto para a Espanha, justamente propiciando-lhes maior espaço interno e maior alcance, foi o que essas marinhas quiseram.__ Um sub nuclear pode ficar submerso pelo tempo que seus mantimentos e sua tripulação suportarem, é mais rapido, mas apesar das melhorias introduzidas nos modêlos mais recentes, o ruido continua sendo superior aos submarinos convencionais que também vem tendo melhorias nos projetos mais recentes.

Bryan

Esse país, logicamente, sempre tem a desculpa orçamentária. Quem sabe mandar dispensar parte do almirantado e dos oficiais abaixo dará mais fôgelo.

ted

Quem sabe dispensar metade dos senadores, deputados e juízes.

Bryan

É uma alternativa, por quê não?

Camargoer

Caro Ted. O Brasil tem 20 mil juízes e ainda assim os processos são demorados. Reduzir os número de juízes iria piorar tanto a situação de impunidade quanto a de injustiça. Se por um lado, um criminoso poderia ter suas penas prescritas, ações civis de indenização poderiam demorar tanto para serem concluídas que as vítimas faleceriam antes de terem seus direitos reparados. A redução dos politicos é uma necessidade ética. Hoje são 3 senadores por estado (eram dois até o regime militar adicionar um senador que seria nomeado pelo governador, o senador biônico). Duas coisas devem ser reformadas no Senado.… Read more »

Carlos Campos

segundo essa marinha, a compra de uma nova classe seria porque não daria para colocar um reator nuclear, essa mesma marinha modificou o projeto como você disse, nunca entenderei como diabos, eles não sabem aumentar um projeto do qual já dominam, desculpa mais esfarrapada impossível. a Própria coréia do Sul, vai aumentar o projeto do 214, do qual eles compraram tecnologia e o projeto, passando até ser concorrente dos alemães. parece que os Coreanos tem uma boa memória.

Camargoer

Olá Fernando. O conhecimento adquirido na construção da classe Tupi permitiu ao AMRJ fazer todos os PMG ao longo destes 30 anos de operação. A escolha do modelo francês foi devido ás características do submarino nuclear. Os alemães não teriam como colaborar com a construção do submarino nuclear. Além disso, um jornalista perguntou á um oficial da MB ser a escolha de um modelo francês teria prejudicado a logística da MB. A resposta foi que o 214 é tão diferente do 209 quando o Scorpene. Portanto, em termos logísticos não fez diferença ter escolhido o Scorpene ou o 214.

glasquis 7

Desculpe mas, pra isso não é necessário um TOT.

Camargoer

Caro Glasquis. Cada marinha tem suas próprias necessidades. A MB tem uma longa experiência de operar submarinos importados e excedentes dos EUA. São conhecidos os problemas desta situação, principalmente para a aquisição de peças e equipamentos de reposição. No atual cenário tecnológico, o problema se agravou em relação aos códigos-fonte dos diversos sistemas que comandam o submarino. Talvez marinhas com frotas menores, como Portugal, com dois 214 bastante novos, eles possam abrir mão da capacidade de manutenção. No caso brasileiro, uma frota de cinco submarinos (ou mais) já é suficiente para trazer vantagens diretas e indiretas para a construção e… Read more »

Zorann

E isto vai acontecer novamente. Em breve os 4 Scorpenes serão entregues e passarão mais de uma desada sem construir mais nada, alem de tentar concluir um submarino nuclear. Ociosidade total do estaleiro que nem os Tupi terão de manter, ja que os mesmos, ao que tudo indica, serão abandonados com metade da vida útil pela frente.

filipe

Acho que os 10 anos do projecto nuclear deverão ser mais do que suficientes para ocupar o pessoal, além da própria manutenção dos SBRs que devera demandar muitas horas de trabalho, para a ICN trabalho é o que não falta até 2033.

Camargoer

Olá Filipe. Pois é. Tenho comentado isso sempre. O SN10 irá demandar o esforço equivalente a três Riachuelos (o SN10 deslocará 6 mil ton, enquanto cada Riachuelo descola 2 mil ton). Itaguaí também está concorrendo pela construção do navio de apoio antártico e será o local dos PMG dos Riachuelos. Provavelmente, o PMG dos Tupi remanescentes (talvez de todos os cinco) será realizado em Itaguaí. Nestes termos, há uma enorme demanda pelos próximos 10~15 anos. Espera-se também que após o SN10, a MB contrate a construção do SN11, o que significa uma demanda firma até 2040 pelo menos.

Camargoer

Caro Zorann. O futuro é aberto (como nos ensinou o Doutor em “De volta para o futuro”). O melhor que podemos fazer são projeções baseadas em probabilidades. O que sabemos com mais certeza é a conclusão dos Riachuelos (o S40 deve se tornar operacional e o S41 será lançado este ano). O reator do Labgene está sendo construido e deverá ser homologado no período 2021/2022. A MB vem destinando quase R$ 1,2 bilhão por ano ao ProSub (algo como R$ 300 milhões por submarino). Com a entrega do S40 para o setor operacional este ano e o lançamento do S41,… Read more »

Wellington Góes

Errado… Os Tupis e Tikuna, serão vendidos e não abandonados… São finais e utilizações diferentes… Apesar de concordar de que ainda poderíamos investir no projeto Tikuna, senão na construção de mais unidades à MB, pelo menos a exportação para clientes na regiões ou na área de influência da geopolítica brasileira (pelo menos o pouco que existe)… Ou, pelo menos, os serviços de manutenção, reparos e MLUs… Falta, e não somente à MB, mas às FFAA brasileiras e ao próprio governo, saber trabalhar e criar mecanismos de financiamento para esse mercado… E entender que esse mercado não funciona como o mercado… Read more »

Camargoer

Caro Wellington. Quando ocorreu o acidente com o submarino argentino, fui um dos primeiros a comentar aqui no PN sobre a venda de um ou dois Tupis para a Argentina (todo mundo criticou). A situação mudou completamente. A pandemia provocou uma recessão mundial e nenhum país terá condições de adquirir submarinos 209 de segunda-mão. Os países que tiverem recursos irão buscar submarinos novos. Considerando o envelhecimento da frota de superfície, que as primeiras FCT serão entregues em 2025/2026, e a indisponibilidade de boas fragatas de segunda-mão, a MB poderá concluir o PMG dos Tupi por um valor que é uma… Read more »

Wellington Góes

Minha percepção é quê a situação não mudou, apenas foi postergada… Não faz sentido mantermos duas linhas logística tão distintas de submarinos, para poucas unidades, então, precisamos é aprender a usar a venda de meios com, ainda, uma boa quantidade de vida útil pela frente, para levantar dinheiro para novos projetos…
Não temos estrutura suficiente (digo logística, mão de obra, tripulação, dinheiro, etc…) para se manter dois projetos tão distintos… Não faz sentido. Minha opinião…

Salim

O pior desta marinha e depois encostar estes Suns com mais meia vida alegando náo ter dinheiro para pmg e ao mesmo tempo lançando Suns com manutenção bem mais onerosa. Lembrando Tupi modernizado e uma poderosa arma naval.

Camargoer

Caro Salim. Por que a manutenção dos Riachuelos seria mais onerosa do que dos Tupi? È fato que eles são mais modernos e maiores. Esse valor se refere á operação ou manutenção apenas? Qual o custo de manutenção de um 214 sem AIP? E como AIP?

Salim

Camargoer, meio naval e interessante, se VC aumenta um pouco o meio, ate misero metro, o custo, complexidade e manutenção aumentam bem mais incremento tamanho. O Tupi seguramente terá manutenção e custo menor, por serem de mesma filosofia diesel elétrico. Se você colocar AIP a comparação náo e valida somente neste aspecto, ai seria incremento custo versus melhor desempenho, que também serve para nuclear. A pergunta e, o aumento de custo valeria a pena, aumentar quantidades de classe tikuna aperfeiçoados daria resultado semelhante com muito menos custos e com equivalência ( um subnuc daria pra fazer em torno de mais… Read more »

Camargoer

Olá Salim. Concordo com você que quanto maior o submarino, mais sistemas, mais tubulações, mais válvulas, etc. consequentemente a manutenção e operação ficam mais caras. É preciso mais energia, mais combustível, mais componentes… Além disso, o grau de sofisticação tecnológica também encarece a operação e a manutenção. Sistemas mais sofisticados tem desempenho superior mas também são mais caros. Portanto, um submarino mais sofisticado tecnologicamente é mais efetivo e eficaz que um submarino mais rústico, mas a um custo maior. Por outro lado, a automação e uso de inteligência artificial reduz o custo de operação e até proporcionar uma manutenção preventiva… Read more »

Salim

Camargoer, comparar Tikuna de 1990 e scorpene atual e covardia, faz isso náo, rss .O que vejo e que se fosse desenvolvida tecnologia Timina, hj teríamos subs equivalentes. Meio naval, pouco maior, muito mais caro fabricar /manutenção. Ai caímos em outra equação do custo versus beneficio, dai concluo que pelo tamanho de nossa costa precisamos de maior quantidade de meios e com custo de um SN daria para construir vários Tikunas atualizados teoricamente hoje ( ou scorpenes), estes subs atualmente tem quase trés semanas de autonomia submerso. Leia sobre ataque matilha no atlântico sul e rota atlântico Inglaterra. 20 Tikunas… Read more »

Salim

Falo Tikuna pois os 209 atuais tem oito tubos torpedos 533 contra 6 do scorpene e carga bélica equivalente. E 70% paises adotam classe 209/212 e 214 como arma. Hoje se tivéssemos dado continuidade ao tot e domínio tecnologia, estaríamos vendendo subs.

Camargoer

Caro Salim. Um SBN deve custar entre 2 e 2,5 vezes o preço de um SBR, contudo seu desempenho é superior. Um SBN faz mais do que três Scorpenes. Portanto, uma frota de 4 ou 5 SBN será superior a uma frota de 16 ou 20 SBR, a um custo de construção e operação total menor. Considerando a velocidade de um SBN e sua furtividade, uma vez que ele saia em missão, é virtualmente impossível saber onde ele estará. Essa incerteza do SBN torna necessário menos submarinos para atual em grandes áreas de mar. Sendo necessário, eles podem ser deslocados… Read more »

Fabio Araujo

Uma bela máquina, o projeto pode ser antigo, mas vem sofrendo atualizações o que o mantém bem atual!

Camargoer

Caro Fabio. O 209 é um excelente submarino, mas é preciso lembrar que o 214 é completamente diferente dele. Cada coisa do seu tamanho, cada coisa em seu lugar.

Nilo

Fernando, congratulações, verdade….com a “tecnologia comprada” dos type 209, que entregou um navio desses modificado em ~2005 e meia década depois jogou 9B USD… Foi o preço pra sair da horda do governo alemão. Pais OCUPADO. Que tem historicos de negação de equipamentos bélicos, e depois de comprado negar solicitações de melhorias. Como EUA só entrega o que lhes interessa. Temos histórico das Usinas Nucleares. O término acordo (Classe Tupi) é um exemplo da conclusão que chegou a MB de que os alemães eram um risco novamente alto para conclusão de um Sub movido energia nuclear. A ideia desse projeto… Read more »

Carlos Campos

é mesmo? o Brasil dominou o projeto fazendo uma versão caseira, aumentou ele, depois simplesmente esqueceu de como se faz? kkkkk uma vez que vc domina o projeto é trocar o que não se consegue produzir ainda com outros fornecedores, poderia ser US, FRA, ISR, RÚS, a Coréia do Sul vai fazer uma versão melhorada e nuclear do 214, passaram até oferecer um sub com as mesmas características do 214, para ódio da Alemanha, desculpa, mas não consigo passar pano para a MB e engolir essa desculpa.

Salim

Se náo consegue andar sozinha depois tot, pra que gastar esta fortuna!?!! E só comprar e obrigar fazer com índice nacionalização. Niterois, tupi, helicópteros etc… E got eterno nesta marinha de terra.

glasquis 7

Foi o preço pra sair da horda do governo alemão. Pais OCUPADO. Que tem historicos de negação de equipamentos bélicos,”

A França não tem o mesmo histórico?

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Não faria mais sentido o Brasil ter avançado com novos IKL ao invés dos Scorpenes?
Algum especialista poderia explanar melhor sobre as vantagens e desvantagens do scorpene comparado com esses do Egito?

Fernando Turatti

Sendo bem sincero, faria mais sentido ter pegado os 9B e metido eles todos em navios de superfície, que já eram bem velhos em 2009 e que hoje já são basicamente “navios mortos flutuando”, enquanto o único problema com todos os 5 submarinos classe Tupi é um negócio chamado “Marinha do Brasil”, que após jogar aquela fortuna num sonho, esqueceu que a realidade também custa dinheiro.
A gente nos fóruns achava que a megalomania de porta-aviões da marinha era ridícula porque ainda não tínhamos prestado bem a atenção na megalomania do submarino nuclear.

Carvalho2008

Tecnologia de casco duplo de subs mais assessoria do programa nuclear

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Realmente Carvalho, não lembrei da questão nuclear, coisa que Alemanha não possuí.

marcus

Até onde eu sei o casco do SNBR, não é baseado na classe Scorpène, não é um Scorpène alongado ou com diâmetro do casco aumentado.
Alguns sites especializados afirmam que o casco do SNBR é o mesmo dos Submarinos da classe Améthyste.
A ThyssenKrupp Marine não tinha e não tem nada parecido.

Salim

O projeto inicial snbr era baseado na tecnologia tupis. Engenheiros MB que são devagar e náo evoluíram, vejaITA e FAB e Embraer, dos tot saiu bandeirantes, erj45, Brasília, ejet$, linha comercial, tucano, kc390, etc…. MB náo consegue nem engeinheirar Napa e opv. Pré projeto estava pronto com base tecnologia Tupi. Usinas nucleares tecnologia alemã, porem equipamentos são GE e Westinghouse, aquilo e sumidouro dinheiro publico. Igual ferrovia aço que outra trapalhada. Enriquecimento urânio outro atraso, náo produz combustível nem para suprir Angra um, reator do sub tem urânio enriquecido a 7% enquanto outros mundo são 20% porque náo conseguimos enriquecer… Read more »

Camargoer

Caro Marcus. O projeto do SN10 é baseado no Barracuda. A MB tinha planos de contratar uma nova classe de submarinos, que inicialmente seriam os 214 convencionais sem AIP. Quando a MB decidiu concluir o SBN com o apoio francês, o 214 foi cancelado. Há muitos sistemas comuns usados nos Riachuelos que serão usados no SBN, inclusive o sistema de armas. Você tem razão ao dizer que os Scorpenes são uma coisa, e o SBN é outra.

Salim

Camargoer, conforme seu comentário, snbr baseado em Barracuda, porque náo compramos Barracudas como Austrália esta fazendo. Ai teria logica. E muito confuso, VC tem tecnologia, muda tudo com compra nova tecnologia pra justificar subnuc , que sera construido com outra concepção tecnológica. Ai temos roteiro fracasso.

Camargoer

Caro Salim. Os submarinos australianos irão deslocar 4,5 mil ton, praticamente o dobro do SBR, o que já elevaria o custo da unidade para cerca de US$ 900 milhões, ainda assim usando um sistema convencional diesel-elétrico com baterias de chumbo-ácido e levando 24 torpedos/mísseis. Considerando que eu estimo que o custo de um SBN (deslocando 6 mil ton) seja da ordem de US$1,2~1,5 bilhão, reforça minha opinião que a MB esta certa em investir em SBN´s daqui para a frente. Os SBR deslocam cerca de 2 mil ton, levam 18 torpedos/mísseis, custam entre US$ 500 e US$ 600 milhões a… Read more »

Salim

Camargoer, lembro que subnuc e utilizado para ataque com abrangência mundial, só USN usa este conceito, demais marinhas tem principal uso de sub nuc para ataque com misseis cruzeiro geralmente nuclear. Nosso sub não terá esta capacidade. Saliento que quando forem lançados em 2032 ( espero que aconteça desta vez ) a tecnologia AIP aliada a novas baterias lithio terá a mesma capacidade , com custo operacional mais baixo e desempenho semelhante. Se fosse lançado hoje já esta bem atrás do que já e feito. Tipo propulsão por hélice e reator que tem que ser trocado a cada 4 anos… Read more »

Wilson Look

Assiste os vídeos de um canal do Youtube chamado “Mario Sergio Porto”. Ele foi engenheiro da MB e explica muitas coisas, inclusive tem uns 4 vídeos só sobre o Submarino Nuclear, e mais sob submarinos em geral. Ele esclarece muita coisa e levanta questões que ninguém aqui está levando em consideração. Sobre esse negócio de que AIP mais baterias de lítio, ter a mesma capacidade, é ilusão pura, se um sub nuclear quiser ficar 5 anos submerso ele pode, só não fica por causa da tripulação, além disso pode manter velocidades constantes de 20 nós ou até maiores por todo… Read more »

Mane

Nem tem interesse.

Nilo

Carvalho, correto…Sub Nuclear, tecnologia que envolve riscos altissimos (ver históricos de erros), o próprio sistema de transmissão de força, doutrina…Nos poupou tempo/dinheiro.
Carlos congratulações. O uso de equipamentos do IKL no Classe Riachuelo, se MB toma essa decisão os franceses diriam que o risco do resultado seria por nossa conta. Adaptação…não é meia boca? para um projeto de importância imensurável.
Sub Meia Boca SAN JUAN …..localização….800 metros de profundidade….

Nilo

Campos…entendo..é o que eu chamo de sindrome dos 40%….
…li e infelizmente não guardei em arquivo…de um marinheiro….que esse domínio….não aquele domímio…..vai saber?? como não tenho o arquivo, não me estenderei…
Se você perguntar. A História vai se repetir???…Resposta: Assunto de defesa do Brasil é de interesse da Sociedade Civil Brasileira.
…rsrrsrs…como se chama: Brasil da Marinha ou Marinha do Brasil…..
O Rabo Abana o Cachorro ou o Cachorro Abana o Rabo…
Mar revolto faz bons marinheiros, Não denigri, não humilha, só faz bons marinheiros.

Carlos Campos

Nilo é claro que o problema ia ser brasileiro, mas não estaríamos inventando nada, era só fazer uma seleção do que tem no mercado, o que não se produzia no Brasil ia ser comprado no exterior, algo parecido com a Embraer faz. agora a MB usou como desculpa o Sub nuclear para comprar scorpene, os únicos que estão felizes são os franceses.

Wilson Look

Que empresa brasileira, poderia receber tecnologia para desenvolver e construir, ou coordenar a construção, de navios e submarinos no Brasil?

Eis um dos problemas da área naval.(a falta de uma EMBRAER Naval)

Camargoer

A empresa que tem essa capacidade de construir submarinos é a ICN – Itaguaí Construções Navais S.A.

ted

Varias empresas estão adquirindo capacidades para produzir componentes para os submarinos, um exemplo é a WEG.

Wilson Look

Sim.
Falta apenas a empresa que projeta o submarino usando esses componentes.

Carlos Campos

Uma ampla reforma no AMRJ, que daria para construir os Subs, além de construir os patrulhas, a Marinha gerencia o projeto e subcontrata um estaleiro para ajudar na construção, seria o melhor para o Brasil na Minha Opinião.

Carlos Campos

Lembrando que a MB já trabalhou na construção de um SUB e faz as manutenções.

Wilson Look

Na minha ideia, é um pouco parecida, só que seria meio que uma fusão da EMGEPRON com o CPN, o CPN projeta os navios e a EMGEPRON gerencia o programa como uma contratada pela MB.(essa ultima parte como ocorre atualmente), o AMRJ teria que ser reformado, vejo ele como o melhor caminho para construir os navios que não tem escala, tipo um NAE, os demais poderia ser feito algo parecido com o que se fez com as Inhaúmas.

Salim

Nilo, ikl 1700 são submarinos de ponta, leia sobre eles, eram os mais capazes do hemisfério sul. Argentina náo fez manutenção nos mesmos dai ocorreu acidente, náo tem nada a ver com qualidade dos ikl1700. Navegar no sul atlântico sul e muito complicado para equipamento e embarcação. Lá náo da para brincar ou ser meia boca. Já vi muito marmanjo se borrando de medo e muita embarcação robusta indo pro fundo ou ser seriamente avariada.

Cristiano de Aquino Campos

A alemanha, meio que denomina seus projetos de acordo com a tonelagem e tamanho. IKL, 1200, 1400 e 1700. Eram em resumo, variações de uma mesma familia, sendo os 1200 se alcance dear fechado, os 1400 mar aberto ou intermediário e os 1700 oceânicos.
O Brasil escolheu os 1400 por serem intermediários e mais simples e baratos que os 1700 dos argentinos. Todas as classes 1000 estavam sendo construidos quase ao mesmo tem em vários paises como hoje ocorre com as classe 212 e 214.

Camargoer

Caro Wellington. O sucessor do 209 teria sido o 214. Ele é muito diferente do 209. Em termos gerais, tanto faz saltar do 209 para o 214 ou para o Scorpene. Olhando para trás para aprender com os erros do passado, a MB poderia ter construído o sexto submarino. que teria sido o Tapuia, e uma segunda corveta da classe Barroso. O país teve um expressivo crescimento econômico entre 2008 e 2014 que poderia ter sido aproveitado para construir estes dois meios, mesmo considerando o lançamento do ProSub. Eu considero que a continuidade é um fator importante. O Scorpene da… Read more »

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Muito obrigado pela resposta Camargoer, realmente se nossa marinha tivesse construído dois iguais ao Tikuna e pelo menos outra corveta Barroso, estaríamos em uma situação um pouco menos pior. Hoje nossa MB já poderia estar pensando em modernizar as duas corvetas, com pelo menos um canhão de 76mm SR para ajudar na defesa antiaérea principalmente, bem como uma versão de míssil antinavio com maior alcance, que acredito de início seriam os exocet block3, além é claro de atualizações nos radares e um PMG completo. Vai ser complicado até a primeira Tamandaré entrar em serviço, nossas fragatas já estão no OSSO.… Read more »

Last edited 6 meses atrás by WELLINGTON RODRIGO SOARES
Cristiano de Aquino Campos

Adiciono a sua proposta de midenização de supostas corvetas barroso, com a adição de defesa anti-aérea de curto e médio alcance, substutuindo o canhão bofors mk3 de 40mm, por pantsir-ME que possibilita defesa com misseis até 20km e tem 2 canões de 30mm rotativos.

WELLINGTON RODRIGO SOARES

Aí iria ficar muito TOP com um sistema Pantsir, mas………

glasquis 7

Não faria mais sentido o Brasil ter avançado com novos IKL ao invés dos Scorpenes?”

Se o furo não é de um lado, é do outro.

Se faz mais sentido seguir com os IKL, por que trocou por Scorpenes? Se faz mais sentido trocar, Por que gastou no TOT dos IKL?

Nunca fui fâ desse tipo de negociação, as tais TOT. Acho que elas são os maiores responsáveis pelo Brasil não desenvolver a sua própria capacidade de Desenho e de Construção.
Ainda acho que alguém ganha (e muito) com essas compras com TOT exceto o Brasil.

Camargoer

Caro Glasquis. A MB escolheu os submarinos alemães 209 em 1982, praticamente ao mesmo tempo que o Chile também escolheu os 209 alemães. Os Scorpenes chilenos foram escolhidos quase 15 anos depois. Portanto, as opções de submarinos convencionais na década de 80 eram poucas. O Chile e o Brasil operavam os “Oberon” que foram substituídos na marinha inglesa pelos Upholder, que foram vendidos para o Canadá e apresentaram muitos problemas e foram os últimos submarinos convencionais ingleses. Na década de 80, os espanhóis operavam submarinos de origem francesa (e estão com problemas para construir seus próprios submarinos), os italianos também… Read more »

glasquis 7

A escolha não se discute. O que se discute é a negociação. Os IKL de outras marinhas saíram sensivelmente mais baratos que os do Brasil.

John Paul Jones

Sem sombra de duvidas este é o melhor projeto de submarino já feito nos últimos 50 anos. Este 209 1400 é a versão melhorada do nosso Tikuna, que é o 209 Improved. É um 209 com uma série de melhorias como descargas individuais para cada MCP e assinatura mais elegante e discreta. Na época da assinatura do PROSUB a disputa era entre o Scorpene (USD 650 M) o IKL 214 (USD 500 M) e esta versão melhorada do 209 por inacreditáveis USD 300 M. Enfim, quem quiser que faça os seus comentários pró ou não, na minha humilde opinião outros… Read more »

Nilo

..baterias de Ion Lithio..boa levantada de bola…Temos a Newpower….a internacional…WEG….
Bateria se troca…
Vai inviabilizar Nuc. Resposta rápida: quem tem não larga e quem não tem inveja.

Nilo

…ha sim…Japão!!!….não existe alternativa de Sub movido energia NUC.

Salim

VC acredita que Japão náo consegue produzir subnuc!? Se eles começarem hoje lançam antes que nosso snbr e com tecnologia ponta. Olha a marinha deles de defesa.

Nilo

Salim congratulações, correto.
Poder pode, tem recursos financeiros e cultura de pesquisa.
Japão como Alemanha é um pais OCUPADO (esta sobe a proteção do guarda chuva nuclear americano, em 2013 eles foram claros as ameaças da Coreia do Norte ao Japão), sua constituição,existencia de uma cultura antinuclear, são impedimentos forte. Neste contexto o poder não de materializa mesmo para um SUB só movido a NUC.

carlos campos

Pior eles vão fazer um navio nuclear com baterias de lítio, deixando o mundo com mais inveja ainda

Salim

Sem duvida esta tecnologia por ser limpa e de manutenção mais baixa vai diminuir em muito a vantagem do nuclear. Náo consigo ver muita vantagem em subnuc sem capacidade de levar míssil longo alcance para ataque terra. Com preço e manutenção/riscos nuclear daria para uns 4 Subs convencionais com aip.

Nilo

Se voce for entrar em um debate sobre defesa, e quer entender o contexto histórico e geopolitico, mas coloca  questões ambientais como prioridade (…tecnologia por ser limpa..) e custo como prioridade…(de manutenção mais baixa), quebra toda uma linha de construção de doutrina de Soberania para seu Pais. É uma perda de tempo.
Veja, não sou negacionista das politicas ambientas e de sua importância.
O Classe Riachuelo pode lançar missil. temos o MANSUP, temos o Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM….possibilidade..rsrsrsrs…
Se vc for um pacifista, um verde…ou que o divino mão fazer por quem não faz nada….rsrs.

Nilo

..que o divino vai fazer….(correção)

Nilo

A tá!!!!! sistema AIP. MB valiou sistema caro, de maior complexidade de manutenção, e de dificil logistica. Por isso foi alongado, além do que também foi considerado que os puramente a diesel estão tendo uma boa evolução, juntamente com as baterias.

Cristiano de Aquino Campos

Goataria mesmo de saber em que exatamente um sistema AIP pode ser tão meis caro e coplexo de manter que uk submarino nuclear que a cada 4 anos vai ter que literalmente trocar o reator inteiro e colocar ele em algum lugar super seguro peloa próximos 5000 anos, isso se não tiver um acidente.
Hoje estamos empurrando com a barriga a questão do combustivel das nossas duas usinas nucleares e nada de depósito geológico sair.
Alias, devemos lembrar que as usinas nucleares tambem tem prazo de validade, se não me engamo 50 anos, em breve angra 1 aposenta.

Wilson Look

Todos os tipos de subs tem vantagens e desvantagens, os subs com AIP, são mais baratos do que um nuclear, mas tem a desvantagem de terem uma autonomia global menor do que um sub convencional, pois gasta-se espaço para o combustível do sistema AIP, além do próprio AIP.

No caso do nuclear, só o combustível que será trocado, o reator não.

Cristiano de Aquino Campos

Sim, diminui o alcance global e como não temos armas nucleares, estamos proibidos de ter e nem temos intenção de atacar ninguem do outro lado do mundo, alcance global não é uma prioridade.

Wilson Look

Alcance global não é ir para qualquer lugar do mundo, é a autonomia total do submarino, com seu combustível e víveres.
Um sub com AIP gasta espaço que poderia ser usado para armazenar diesel e víveres, para o sistema AIP e seu combustível, ganhando em t4empo de imersão e perdendo alcance total, para a MB tem um submarino com grande alcance é importante pelo tamanho da área sobre jurisdição brasileira.

E sobre armas nucleares, já passou o tempo para qualquer país querer entrar nesse grupo, hoje ele é fechado, ninguém mais entra se depender deles.

Cristiano de Aquino Campos

Tem uma contradição ai, pois mesmo com um reator nuclear que gera energia por anos, os submarinos nucleares estão limitados aos mesmos 60 dias de mar que os convêncionais pois a tripulação precisa de comida e descanso. Se não me engano teve um estudo que chegou a conclusão que o tempo de permanência máxima de submarinistas emissão antes de começarem a cometer erros por fadiga e 60 dias.

Camargoer

Caro Cristiano. Uma coisa são operações em tempo de paz. Faz todo sentido preservar a saúde e bem-estar da tripulação, limitando as operações a 30, 45 ou até 60 dias. Outra coisa são as missões reais, em tempo de guerra, que poderão demandar missões mais longas e alguma restrição para a tripulação.

Wilson Look

Os subs nucleares estão limitados pela quantidade de víveres que eles levam e pelo desgaste físico da tripulação. Como não precisa levar combustível tem mais espaço para víveres e pelo que eu saiba operam com 2 tripulações em média, mas o tempo em missão depende da doutrina usada.

Salim

Caro Nilo, embora goste natureza meu comentário tem cunho econômico e operacional. O custo e bem menor nuclear, a capacidade de acumulação aumenta bastante e tempo recarga e reduzido. Dai teríamos sub com capacide bem ampliada, custo aquisição menor e o custo desmantelamento do mesmo infinitamente inferior. Sendo superficial nos cálculos daria 4 ou cinco pra um, talvez ate mais. Como nosso snbr náo terá silos para ataque terra tenho ressalvas a este equipamento na MB. Acredito que hoje estaríamos mais bem servidos com subs em maior quantidade e entrega mais rápida.

Wilson Look

O USS SeaWolf também não tem silos e é um dos submarinos nucleares mais letais do mundo.

O armamento depende da missão que o submarino tem que fazer, no caso do nosso SNBR ele é um submarino nuclear de ataque, sendo que entre as missões desse tipo de submarino está a caça dos submarinos lançadores de misseis.

Salim

Seawolf, planejados 29, construídos 3 e náo vão construir mais. O seawolf lança tomahawk, da uma lida no que estão lançando ao mar e projetos futuros usnavy. Náo uso usa nem China para comparação pois gastos destes paises em armamentos e exorbitante. Me baseio sempre em marinhas com gastos semelhantes aos nossos e suas capacidades de armamento, quantidade e NR homens.

Wilson Look

A questão central que eu coloquei e que é valida é que eles não tem silos, para o lançamento vertical de misseis, o que os SeaWolf tem são tubos de torpedos feitos para permitir o lançamento de uma grande gama de armas, entre elas o Tomahawk. Exigir da MB um sub nuclear com VLS agora é aumentar os riscos do projeto não dar certo de forma desnecessária. Sobre comparações o correto é comparar com marinhas que tenham obrigações semelhantes, não gastos, e no caso de armamentos a comparação deve ser com os inimigos.(olha ai um dos problemas, que sociedade vai… Read more »

Cristiano de Aquino Campos

Que tem por missão caçar outros submarinos nucleares e navios de superficie do outro lado do planeta. Por iso ele e nuclear, sem falar que eles já tem uma linha de montagem de submarinos nucleares então e vantagem.

Wilson Look

Olha o perímetro estratégico da MB, o PEM 2040 tem ele.

Todos tem que começar de algum lugar e ir avançando passo a passo.

John Paul Jones

Concordo Salim…, os especialistas acham que no futuro restarão apenas os SSBN

Salim

John, também acredito nesta previsão.

Ricardo

A IKL tem aproximadamente 70% do mercado de submarinos. Israel foi para Alemanha para construir seus Dolphin.

Nilo

Tá….iiiiiiiiiiii…..???????

Salim

Recheio dos dolphin israelense e de equipamento israelense. Este e a melhor solução soberania. Embora acredito que Brasil pode fazer qualquer projeto completo.

Mario José

Show poder naval ótimas materias, agora esse pessoal que comenta👎👎👎os caras só falam mal um bando de vira lata.
.

ted

Deve ser a turma dos abacate tentando desviar verba para reformar as carroças do leo 1a5

sergio ribamar ferreira

Para A MB sempre fui e serei contra Subnuc uma vez que os gastos não só de construção bem como de manutenção e porventura retirada do serviço serão imensos. pelo período do acordo entre Brasil e Alemanha. já deveríamos ter o mínimo 20 submarinos para garantir a nossa força de dissuasão. Inclusive já podendo vender os primeiros para outras marinhas e dar continuidade. Já que o scorpene é a bola da vez, reitero necessidade de mais sub convencionais e caminhando em banho maria com o Subnuc. Prioridades: . Patrulhas, sub convencionais, as fragatas(Tamandarés) e corvetas fora minagem e varredura nem… Read more »

Gabriel BR

Nossos SBR não ficam nada a dever para o U209…vocês reclamam de tudo!

Salim

Gabriel, náo e reclamação’, o que se comenta e que pela logica, se fosse dado continuidade a classe Tikuna, hoje teriamos quantidade razoável de meios, sem outro tot, e estaríamos provavelmente exportando. Veja exemplo Embraer que aproveitou tots para criar plataforma de produtos atuais, com tecnologia própria e exportação. O abandono de projetos promissores como Barroso, opvs, mapas, niterois, sikonta, criam gasto muito superior e atraso e perda soberania. Se VC esta contente com nossa MB e acredite que a mesma tem condições de defender nossas riquezas e população, ótimo.

Camargoer

Caro Salim. Seria pouco provável que o Brasil estivesse exportando modelos 209. Seria necessário um submarino muito superior, similar ou equivalente ao 214. Eu concordo que a MB errou ao cancelar o Tapuia e uma segunda corveta similar á Barroso, que se iniciadas em 2007, teriam sido entregues em 2011~2012. Contudo, a MB teria que ter adotado um novo projeto de submarino de qualquer modo e o Scorpene é muito superior ao 209 e talvez até superior ao 214. Uma coisa que chama a minha atenção é o formato de “cachalote” do 209, inferior ao desenho hemisférico do Scorpene e… Read more »

Salim

Náo se a covarde Camargoer, Embraer começou tot e hj e terceiro maior produtor aviões, tanto civil como militar. Se usassem mesma filosofia teríamos hoje plataforma de exportação.

Camargoer

Caro Salim. Acho improvável que o Brasil se torne um grande exportador de submarinos. Eventualmente talvez. Os EUA são um dos maiores produtores de submarinos do mundo apenas para atender a sua marinha. Acho que o Brasil deverá seguir este caminho. A Embraer é uma grande exportadora de aviões civis. Creio que a infraestrutura do ICN terá mais sucesso realizando a manutenção de submarinos estrangeiros do que produzindo submarinos novos, além de ser capaz de fornecer serviços para a indústria petrolífera; Ao longo dos últimos 30 anos, foram poucos os países que importaram submarinos novos, geralmente alemães (209, 212 e… Read more »

Camargoer

Caro Salim. Há décadas a MB opera 5 submarinos convencionais. Com a entrada em operação dos 4 Scorpenes, caso a MB conclua os PMG dos Tupi, a frota poderá chegar a 9 submarinos convencionais. Por mais que eu tenha preferido que a MB tivesse concluído o Tapuia e uma segunda Barrroso, significaria apenas um submarino a mais, o que teria feito pouca diferença.

Gabriel BR

Galante , Muito obrigado pela explicação
Eu sempre aprendo muito com seus comentários

Salim

Caro Galante, lembro que defendo evolução do U209, o Tikuna já foi um passo neste direção. Lembro que U209 1500 como timina são bem eficientes e tem capacidade bélica similar scorpene ( 8 tubos lançadores torpedos 533 contra 6 scorpene) daria pra ter 2 tikunas , ou mais, atualizados pelo custo de um scorpene. O que seria melhor para tamanho de nossa costa, 8 tijunas ou 4 scorpene. Náo e critica e somente tópico para disctitir assunto.

Salim

Desculpem erros, corretor do meu tablet tem vida Propriá.

Camargoer

Olá Salim. Tenho o mesmo problema. Parece que o corretor automático é baseado em uma inteligência artificial que acha que tem senso de humor.

Kemen

Na minha opinião, apesar do baixo orçamento, deveriamos manter operacionais os 10 submarinos até termos uma frota de superficie mais capacitada, afinal somos um pais com uma vasta extensão maritima.

Camargoer

Ola Kemen. Até então, eu defendia a venda de alguns Tupis (talvez manter apenas o Tikuna na MB) mas acabei mudando de opinião. A frota de superfície envelheceu bastante e mesmo com a construção de 4 novas FCT, a MB chegara a 2030 com um poder naval ainda prejudicado (mesmo considerando a entrada em operação de 4 submarinos novos e 4 fragatas novas). Certamente, a MB terá que contratar um segundo lote de FCT e dar prosseguimento na construção do SN10, o que tornaráu a MB a partir de 2035 com mais poder naval do que teve em todo o… Read more »

Salim

Concordo com você, porem gastamos entre 10 maiores gastos mundo defesa. 10 Tikunas modernizados a cada novo lançamento seria bom, ai sobraria dinheiro para investir com urgência frota superfície.

Luiz Floriano Alves

Os submarinos TKS tem um lastro técnico e histórico inigualável. A marinha do Egito fez a escolha certa, Ainda acho que retomaremos a linha do Tikuna. Equipamento da França é complicado por natureza. Até automóveis conseguem complicar.

Camargoer

Caro Luiz. É um equívoco comparar engenharia de automóveis (um bem de produção em massa) com um submarino, um avião ou um satélite, que são equipamentos construídos uma a um, sob demanda. A MB investiu muito para ter a capacidade de construir e operar submarinos nucleares de 6 mil ton. O 209 é um excelente submarino, mas inferior ao Scorpene e muito inferior ao SN10. Até os alemães já superaram o 209 com os 212 e 214. Talvez estes 209 do Egito sejam os últimos 209 fabricados.

Guilherme Gabriel Lins

é triste mas é a verdade: o Brasil está “escanteando” nossos IKLs por falta de verbas para seus respectivos PMGs, ninguém pode dizer que eles não são excelentes submarinos, sequer podem chamá-los de velhos, pois foram lançados em meados/fim da década de 90! uma pena!

Camargoer

Caro Guilherme. A MB tem destinado cerca de R$ 1 bilhão ao ano no ProSub, inicialmente para construir a infraestrutura (UFEM e ICN), depois para construir os quatro Riachuelos, a BSIM e o Labgene. A UFEM e o estaleiro estão prontos. O labgene está na fase final (o reator já está em construção), o S40 está em testes e o S41 será lançado em breve. Isso significa que as despesas com o o ProSub estão em um patamar inferior ao de anos anteriores. Além disso, a partir do lançamento do S43, as oficinas do estaleiro estarão com alguma capacidade ociosa,… Read more »

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