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FOTOS: Navio-Escola Brasil em PASSEX com o destróier USS William P. Lawrence

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O destróier de mísseis guiados USS William P. Lawrence (DDG 110) classe “Arleigh Burke” e o Navio-Escola Brasil (U27) executaram um exercício de passagem (PASSEX) no Mar do Caribe, em 28 de outubro.

O NE Brasil (U27) é uma fragata de treinamento brasileira com uma tripulação de aproximadamente 450 pessoas atualmente em seu cruzeiro anual de treinamento de aspirantes. Após a conclusão do cruzeiro, os aspirantes a oficial receberão sua comissão de oficiais e servirão a bordo de navios e outras organizações militares no Brasil.

O PASSEX proporcionou uma oportunidade para ambas as marinhas demonstrarem sua capacidade de se comunicar, navegar e operar juntas no mar. Durante este evento, o USS William P. Lawrence e o NE Brasil puderam praticar táticas de guerra em cenários de treinamento realistas.

“Minha tripulação está honrada por ter esta oportunidade de treinar ao lado de nossos parceiros brasileiros, pois aumenta nossa proficiência tática e capacidades coletivas”, disse a comandante Dawn Allen, oficial comandante do William P. Lawrence. “Foi uma excelente oportunidade de aprendizado para todas as partes envolvidas.”

Para os marinheiros a bordo do William P. Lawrence, proporcionou a oportunidade de aprimorar suas habilidades com seus colegas brasileiros navegando ao lado.

A tenente Katherine E. Mason, oficial do convés de William P. Lawrence, comentou sobre o profissionalismo e a capacidade das manobras de ponta conduzidas com as forças da coalizão durante todo o exercício. “O alto nível de profissionalismo demonstrado por nossas contrapartes demonstra nosso respeito mútuo, e estou ansiosa por oportunidades futuras para continuar a aprender com nossos parceiros.”

O USS William P. Lawrence está destacado para a área de operações da 4ª Frota dos EUA para apoiar a missão da Força Tarefa Interagências Conjunta Sul, que inclui o combate ao tráfico ilícito de drogas no Caribe e no Pacífico Oriental.

O Comando Sul das Forças Navais dos EUA/4ª Frota apoia as operações militares conjuntas e combinadas do Comando Sul dos EUA, empregando forças marítimas em operações cooperativas de segurança marítima para manter o acesso, melhorar a interoperabilidade e construir parcerias duradouras a fim de aumentar a segurança regional e promover a paz, estabilidade e prosperidade no Caribe, e regiões da América Central e América do Sul.

FONTE: US Navy

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Dalton
Dalton
2 meses atrás

O USS William P Lawrence pertence a Frota do Pacífico, baseado em Pearl Harbor no Havaí. Como rotineiramente acontece unidades do Pacífico transitam para o Atlântico via Canal do Panamá e vice-versa.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Dalton
2 meses atrás

É batch II?

Dalton
Dalton
Reply to  Jagdverband#44
2 meses atrás

Na verdade Jagder, no caso dos Arleigh Burkes ao invés de se usar “Batch” usa-se “Flight”. Os 28 primeiros pertencem aos “Flights I e II”, os seguintes estes com hangares pertencem ao Flight II A e em breve será lançado o primeiro Flight III.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Meninão. Lindo.

Mas é pra gente grande. Bilhões de dólares.

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Alex Rocha
Alex Rocha
2 meses atrás

Bem, pelo menos na pintura nosso navio escola está melhor. rs.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
Reply to  Alex Rocha
2 meses atrás

Marinha rica não liga pra tinta, Kaol, baile de cera e etc.

Jorge Knoll
Reply to  Alex Rocha
2 meses atrás

Verdade!
A pintura.

Dod
Dod
2 meses atrás

Achei que a o navio brasileiro fosse menor em relação aos dos Euas

Dalton
Dalton
Reply to  Dod
2 meses atrás

É bem menor embora não tão aparente pelas fotos. O “destroyer” é cerca de 25 metros mais comprido e mais largo quase 8 metros e tem 5 metros a mais de calado.
.
Quando completamente carregado o “destroyer” desloca cerca de 9.200 toneladas enquanto o “Brasil” na mesma condição desloca menos de 4.000 toneladas.,

Zezão
Zezão
2 meses atrás

Junte-se aos bons !

André Souza
André Souza
2 meses atrás

Seria interessante o Brasil adquirir Destroyers ?

Battlefield
Battlefield
Reply to  André Souza
2 meses atrás

sim desde que bons e baratos, mas comprados somente após uma inspeção muito bem feita e que nela seja constatada expectativa de no mínimo mais duas décadas na ativa…
Mas ainda não ha destroyers assim disponíveis no mercado…

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Battlefield
2 meses atrás

Não. Não teríamos como manter.

marcus
marcus
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

450 novos tripulantes, para quais novos navios??

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  marcus
2 meses atrás

Ué. Tem navio assinado. Tem submarino sendo feito. Tem navio que volta do PMG. Tem gente que vai.

Salim
Salim
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

Tem 4 Niterois, 2 greenhalg, 1 inhauma e 2 a 4 tupis dando baixa. Fora são Paulo, os A4 de 20 vai ter 6. Talvez 4 frangueta para ??!?!! Ainda não tem prazo. Mais 450 marinheiros em terra.

Dalton
Dalton
Reply to  Salim
2 meses atrás

Só esclarecendo, das quase 450 pessoas a bordo, apenas metade é de alunos, inclusive alguns de outras nações, a outra metade sendo a tripulação do navio.

Jorge Knoll
Reply to  marcus
2 meses atrás

Provavelmente para ficar em terra.

Dalton
Dalton
Reply to  André Souza
2 meses atrás

Depende de como se quer chamar um navio. O “destroyer” americano é maior por exemplo do que alguns cruzadores da época da guerra fria que inicialmente foram classificados de fragatas, mas, em meados da década de 1970 foram reclassificados como cruzadores até porque os soviéticos classificavam como cruzadores navios de porte semelhante, então, voltando-se no tempo um “Arleigh Burke” seria um cruzador.
.
O termo “destroyer” está um tanto quanto desatualizado, mas mantém uma orgulhosa tradição na US Navy e serve de parâmetro para navios maiores e menores que existem por lá e/ou as funções destinadas a eles.
.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Reply to  André Souza
2 meses atrás

Destroyers, não, mas já que as Tamandares só saem se pingar mais bufunfa, quem sabe se uma Joint Strike Frigate (invenção do Braithwaite, depois ‘daquele’ brainstorm) não pinta na telinha do PowerPoint do almirantado?

Jorge Knoll
Reply to  Alex Barreto Cypriano
2 meses atrás

As Tamandarés não passam de Covertas, que poderiam ser melhor armadas.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  André Souza
2 meses atrás

Acho que mais subs e mais uma 6 Tamandarés (sonho maluco).

Acho que somado aos Gripens e aos aviões de alerta antecipado os nossos interesses já estão preservados

André Souza
André Souza
Reply to  Ricardo Bigliazzi
2 meses atrás

Eu gosto bastante da doutrina Japonesa que é aplicada para aquisição de meios de força de superfície, acredito que seria interessante a MB adotar como “espelho”, muitas das vezes eu vejo nosso Estado Maior adotar o modelo ocidental como espelho (EUA, Inglaterra e França), porém são modelos avançados que tiveram um projeto de longo prazo muito bem estruturado, e o modelo Japones na minha opinião é mais adequado pois eles precisaram se reestruturar após a WWII e modificaram sua doutrina de acordo com a época atual.

Luciano
Luciano
Reply to  André Souza
2 meses atrás

Olá, André. Curioso é que jovens oficiais do EB. no início do século passado, tinham olhos atentos para o exército japonês. A revista A Defesa Nacional, logo nos seus primeiros números no início da década de 1910, tinha artigos sobre a modernização do exército oriental e o apontavam como modelo para nós.

André Souza
André Souza
Reply to  Luciano
2 meses atrás

Saudações Luciano. Exatamente, é uma força bem interessante a ser estudada a sua doutrina de estruturação seja como instituição ou em campo de batalha.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  André Souza
2 meses atrás

“Dada a situação de instabilidade regional e as medidas adotadas pelo governo japonês, pelo menos a partir do segundo governo Sinzo Abe, é possível inferir que a remilitarização ocupa uma posição de destaque na agenda do Japão. A chamada doutrina Abe de segurança inclui outros tópicos, como o aumento do orçamento de defesa do país e a possível mudança na Constituição de 1947. As políticas públicas do Japão na área de defesa e segurança sinalizam a transformação do Japão em um Estado normal, com suas forças armadas próprias.” O Japão teme ameaças sérias. Contestação de ilhas pela China, atomização dos… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  André Souza
2 meses atrás

Curioso é que depois de Norfolk e San Diego, o Japão aparece como o terceiro local onde há um maior número de unidades da US Navy, incluindo um NAe e uma Ala Aérea, fora o entra e sai constante de unidades despachadas da costa oeste em missão pelo Pacífico. . Alguns ainda acreditam que isso se deve a “ocupação militar”, mas, trata-se simplesmente de um modelo que atende bem ambas as nações foi assim durante a guerra fria e continua válido até hoje. . Os navios japoneses empregam sensores, armas e demais equipamentos dos EUA e seguem por exemplo a… Read more »

Battlefield
Battlefield
2 meses atrás

Choque de culturas navais:

1)por causa desse evento a tripulação do Navio brasileiro está toda formada nas fotos, do outro lado não ter um único militar americano formado…
2)Como os navios brasileiros sempre estão bem apresentados, com os costados muito bem pintados, mesmo que não estejam bem armados, equipados ou funcionalmente a contento, já os americanos quase não dão importância para a apresentação estética de seus navios, chegam de grandes comissões apresentando o casco judiado, mas sempre navegando a contento e bem armados e equipados…

Dalton
Dalton
Reply to  Battlefield
2 meses atrás

Se você observar, verá que há fotos em que a tripulação do “Brasil” não está “formada”
no convés de voo então não dá para tirar conclusões pior conta de apenas algumas fotos.
.
E não é que os americanos não dão importância a “estética” e sim que é preciso analisar quanto tempo cada navio está no mar. O “destroyer” americano retornou de uma missão de 7 meses em novembro passado e permaneceu em prontidão inclusive para essa nova missão contra o narcotráfico em ambos os lados do Canal do Panamá iniciada dois meses atrás.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Dalton
2 meses atrás

DDG 55. Mais de 200 dias no mar.

Dalton
Dalton
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

O “COVID-19” teve um impacto significativo nisso, caso contrário, teria havido um número menor de dias consecutivos no mar, dentro dos 7 meses de missão considerado norma, embora eventualmente cumpra-se 8 ou mais meses.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Eu…eu…não imaginei que esse COVID pegasse navios.

Dalton
Dalton
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

Esteves The Funny Man : ) … Mas no caso de alguém não ter compreendido, é bem mais seguro para a tripulação manter navios no mar o mais tempo possível, do que fazer as costumeiras visitas a portos e expor a tripulação ao vírus.

Esteves The Ex Block Man
Esteves The Ex Block Man
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Sem dúvida Mestre. Sem dúvida.

Francisco Antônio da Cruz
Francisco Antônio da Cruz
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Entendo que o fragata Brasil é uma escola dentro do mar e com os chamados guarda Marinha em intrucao possibilita a apresentação dos formandos no convés de vôo enquanto a embarcação americana está em patrulha de guerra ao narco tráfico quanto a apresentação das belonaves o orçamento americano investe só em tinta naval na casa dos bilhões fora todo o restante

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Battlefield
2 meses atrás

Uma coisa é navio escola. Outra é navio de guerra.

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Caio
Caio
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

Tá judiado o menino .

AC Allocer
Reply to  Esteves The Block Man
2 meses atrás

Uma lixadinha e uma mão de tinta, e tá pronto para impor a diplomacia novamente.

silvom
silvom
Reply to  Battlefield
2 meses atrás

Posto desse modo, pareceu-me que foi a hora de dar uma “lambidinha” no titio do Norte, talvez sob ordem do nosso “ministro” das Relações Exteriores

Zorann
Zorann
2 meses atrás

resta saber de quem ‘e o drone que tirou as fotos

Last edited 2 meses atrás by Zorann
Dalton
Dalton
Reply to  Zorann
2 meses atrás

As fotos são da US Navy atribuídas a Maria G. Llanos, Especialista em comunicações de Terceira Classe. Se tiradas de um “drone” ou do helicóptero orgânico, caso apenas um tenha sido embarcado ao invés dos 2 que normalmente são, aí não sei dizer.

Dalton
Dalton
Reply to  Dalton
2 meses atrás

Retificando…”Especialista em comunicações em massa”, basicamente, mídia.

Zorann
Zorann
Reply to  Dalton
2 meses atrás

obrigado

Marcos R
Marcos R
Reply to  Zorann
2 meses atrás

É só ver o crédito no fim da matéria

Zorann
Zorann
Reply to  Marcos R
2 meses atrás

Verdade. Não tinha visto

Carlos Pietro
Carlos Pietro
2 meses atrás

Que imagens lindas, belas fotos.

Pedro Bó
Pedro Bó
2 meses atrás

Adoraria ver uns 4 ou 5 AEGIS na MB. Tanto que no PROSUPER eu torcia pelas F-100 espanholas.

Ainda bem que não se paga imposto para sonhar…

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Pedro Bó
2 meses atrás

Ainda bem que não se paga imposto para sonhar…

Cuidado, vai que o Paulo Guedes acaba lendo esse seu comentário.

Fernando Antonio de Faria Soares
2 meses atrás

Que bela ilusão de ótica: na última foto, o Navio Escola Brasil até parece maior do que o destroier, e até estão próximos(uns 100m?).

CTzero
CTzero
2 meses atrás

CDR Dawn Allen, comte deste navio, é mulher.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
2 meses atrás

Treinar é sempre bom… melhor ainda com os melhores!

Marujo
Marujo
2 meses atrás

Brasil, interessante derivado das Niteroi. Nos anos 80, varias revistas especializadas publicaram perfis das MK-10 modificadas, provavelmente estdos para uma versão AA.

Da Escola
Da Escola
2 meses atrás

Sou totalmente contra essa comissão pro exterior pra “adestrar” os aspirantes, somando 450 militares. Se eu tivesse o poder, eu iria determinar que o Navio Escola atracasse nos principais portos nacionais e pronto, precisamos conhecer nosso litoral, internacional só em casos específicos ( exercícios ou missões), o gasto pra uma viagem dessa é de milhões de dólares, com mantimentos dos melhores e toda a logística envolvida! Abraço..

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Da Escola
2 meses atrás

Acho que o termo correto é aprestar. Estar pronto. Um dos pilares da atual gestão naval.

Relembrando comentários de Mestre Dalton sobre Norfolk na Virgínia…”parecia filme de ficção científica”.

Nos aqui, caipiras do seco, abestalhados ficamos com imagens. Fotos.

Imagino ou tento imaginar a emoção dos aspirantes quando encontram/passam essas máquinas formidáveis tipo Arleigh Burke ou fragatas europeias chiques.

Isso não é despesa. É investimento.

AC Allocer
Reply to  Da Escola
2 meses atrás

Qual a diferença do mantimento navegando na costa ou em viagens internacionais?

Thor
Thor
Reply to  Da Escola
2 meses atrás

Muitas marinhas, pequenas e grandes, fazem visgens de instrução para seus alunos, fora do país.
Mas o certo sao suas ideias…
Menos presunção e mais humildade…

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Da Escola
2 meses atrás

Prezado, a Viagem de Instrução faz parte do ciclo pós-escolar, ou seja, a formação dos futuros Oficiais não acaba na Escola Naval. São realizadas aulas e adestramentos durantes as travessias, eles concorrem à escala de serviço no porto e em viagem… quando completam esta fase, aí sim são nomeados 2T… abraço.

Fernando
2 meses atrás

Por favor não entendam em tom de crítica, mas sim de curiosidade:

Quando ocorrem essas PASSEX que tipo de exercícios são feitos entre os navios? Para que em é leigo, parece que os navios simplesmente ficam um do lado do outro, se saúdam, batem um papo, tiram umas fotos e depois cada um segue seu rumo. Obviamente muito mais é feito como a própria matéria diz, gostaria de mais alguns detalhes, por exemplo eles simulam um combate entre si?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Portugaal faz bom proveiro do Ex Guanabara. Veleiro alemão que foi nosso, e, agora é navio escola em Portugal. Marinheiro, se faz no pano.

Esteves The Block Man
Esteves The Block Man
Reply to  Fernando
2 meses atrás

PASSEX com patrulhas são treinados rotinas de abordagem, inspeção, vigilância. Missões rotineiras para patrulhas.

PASSEX com navios maiores tipo fragatas e contratorpedeiros,

“A PASSEX proporcionou uma oportunidade para ambas as marinhas demonstrarem sua capacidade de se comunicar, navegar e operar juntas no mar. Durante este evento, William P. Lawrence e Brasil puderam praticar táticas de guerra em cenários de treinamento realistas.”

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Xará, existe uma gama de adestramentos que podem ser realizados… manobras táticas, helo cross deck (operações com he em ambos os Navios), leap frog (um adestramento de manutenção de posição como se es estivessem realizando uma transfer^wncia no mar) etc… nesse caso do U27, existe uma limitação em função da derrota que deve ser cumprida, visto o roteiro da viagem em proveito do ciclo pós escolar dos Guardas Marinha… abraço…

Dalton
Dalton
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Como o XO explicou mais abaixo, até é possível se fazer alguma coisa, mas normalmente cada navio apenas segue seu caminho, daí o nome “PASSEX” que é um exercício de passagem já que ambos tiveram suas rotas/missões previamente estabelecidas e foi apenas uma coincidência se encontrarem.

Fernando
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Obrigado a todos que responderam, principalmente ao meu xará XO.

Carlos Eduardo Oliveira
Carlos Eduardo Oliveira
2 meses atrás

Comandante Dawn Allen.

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Alexandre
Alexandre
2 meses atrás

O Brasil deveria ter uma Guarda Costeira.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Alexandre
2 meses atrás

Seria mais um aparato militar para comer do já não “tão farto” orçamento de defesa…



Jorge Knoll
2 meses atrás

ALÉM PODE ME INFORMAR COM RELAÇÃO NE BRASIL
Com relação as máquinas, e demais condições do navio alguém pode dizer como está, pois não faz parte das que passarão por update e terá sua vida estendida, como as restantes 3, já que a Defensora, foi descartada e será descomissionada, e virá alvo.

Jorge Knoll
Reply to  Jorge Knoll
2 meses atrás

ERRATA: – E NÃO terá sua vida estendida, como as restantes 3, já que a Defensora, foi descartada e será descomissionada, e virá alvo.

Jorge Knoll
Reply to  Jorge Knoll
2 meses atrás
  • O destino da NE Brasil pelo que sei será o mesmo destino dado a DEFENSORA.
Dalton
Dalton
Reply to  Jorge Knoll
2 meses atrás

Jorge, conforme matéria do mês passado, aparentemente, pois não é oficial a próxima Niterói a ser retirada de serviço seria a “Constituição”
por conta da mesma não aparecer em um quadro elaborado pela marinha sobre futuras desativações.
.
Quanto ao “Brasil” é bem possível que ele alcance os 40 anos de vida fazendo-se manutenções de rotina não exigindo o mesmo grau de modernização que as mais complexas fragatas exigiram embora seja conveniente iniciar estudos para sua substituição que poderia ser inclusive um navio classe Makassar que já foi tema aqui no “PN”.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Dalton
2 meses atrás

O Makassar é muito caro para tal missão e, na atual penúria da MB, o melhor substituto seria algo mais em conta. Talvez, algo, mais ou menos assim:
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTBbGj0TEvQE-B8ooZ2Gjftukt73hZkt40WCpIEqQxUf7scPybVWOM6Bc29&s=10

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Satyricon
2 meses atrás

O Makassar não é caro. É uma questão de pensar as diversas funções que um mesmo casco poderia desempenhar pelo seu baixo custo. O U27 é um navio escola e pensado para rapida conversão em navio hospital de esquadra se necessário Quando voce compara, tanto o U27, quanto uma classe Amazonas, quanto o Makassar possuem grupo motriz e de geração eletrica muito similar em suas potencias e consumo. O Brasil poderia tranquilamente possuir 06 Makassar em uma versão BR ( com ou sem doca molhada) e assim, poderem atuar de forma concomitante como NapaOc, NapaOcEscola, LPD, Hospital, etc…. Seriam ideias… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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Satyricon
Satyricon
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

Carvalho,
Não temos escoltas, não temos grana e, com certeza, não teremos 6 Makassar.
Teremos de improvisar

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Satyricon
2 meses atrás

O Makassar já é uma feliz improvisação

Flanker
Flanker
Reply to  Jorge Knoll
2 meses atrás

Quem falou que a Defensora será descomissionada? Ela está em PMG há anos e finalmente está começando os testes para voltar a operar. Provavelmente será uma das 3 que continuarão operando por anos ainda. E vc se refere ao NE Brasil comparando-o com as fragatas classe Niterói….mas, ele não é uma fragata….ele é um derivado do casco das Niterói, mas não é um navio de combate…não é armado, à exceção de 2 canhões Bofors 40 mm…sua propulsão é mais simples e barata que a propulsão das fragatas, pois não possui turbinas a gás, apenas motores diesel….enfim, é um navio de… Read more »

Jorge Knoll
Reply to  Flanker
2 meses atrás

Eu que fiz referência, mas já foi esclarecido que será a Constituição, a próxima a será descomissionada.

Paulo CT
Paulo CT
2 meses atrás

Prontinhos para nos integrarmos como grumetes da IV Frota. Já dá para o invadirmos Cuba e Venezuela, como autênticas buchas de canhão da gloriosa Navy