sábado, fevereiro 27, 2021

Saab Naval

Fragata alemã MKS 180 torna-se classe F126

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

F126

ROSTOCK, Alemanha — O Bundeswehr está planejando o navio de combate multifuncional MKS 180, agora conhecido como a futura fragata Type 126 (classe F126), como um polivalente para a Marinha. Módulos de missão cobrem uma ampla gama de usos – com superioridade na guerra naval nas missões mais exigentes.

O navio de combate multifuncional MKS 180 será uma arma polivalente. Módulos integrados projetados para missões militares específicas tornarão isso possível. Os módulos de missão são o cerne do que representa o “multiuso” desses navios de combate.

Esta modularidade é o resultado tanto da experiência que o Bundeswehr tem agora com operações de estabilização para prevenção de conflitos e gestão de crises, algumas das quais já perduram por anos – e as demandas que a defesa nacional e de alianças na Europa colocam à Marinha Alemã.

O ‘K’ significa ‘combate’

O navio de combate multifuncional MKS deve, portanto, ser capaz de patrulhar grandes áreas marítimas em todo o mundo e por longos períodos de tempo, monitorar embargos e, se necessário, evacuar cidadãos alemães de situações de crise e, se necessário, também lutar contra outros navios de guerra no Atlântico Norte ou no Mar Mediterrâneo, bem como submarinos. Um único tipo de navio era anteriormente incapaz de cumprir uma ampla gama de tarefas.

A variante básica do navio de combate multiuso MKS é em si um navio de combate completo. Módulos de missão intercambiáveis ​​complementam esta capacidade central e transformam o navio em uma embarcação especializada. Dois tipos de módulos de missão estão atualmente planejados: um módulo de Guerra Antissubmarino (ASW) e um módulo de “Custódia”.

MKS 180, futura fragata classe F126

Flexibilidade graças ao sistema modular

O módulo de missão ASW transforma o navio de combate multifuncional MKS em um caçador de submarinos especializado. Com helicópteros a bordo e seus próprios sonares – em conjunto com os sensores de aeronaves de reconhecimento e submarinos aliados – o navio pode tornar uma grande área marítima protegida de ameaças subaquáticas.

O módulo de “custódia” transforma o navio de combate multiuso em uma base flutuante, por exemplo, para missões antipirataria. Vários compartimentos permitem que as pessoas fiquem sob custódia temporária; um posto médico adicional possibilita exames médicos em condições de quarentena.

O máximo de independência possível

Os módulos de missão estão espalhados por três áreas do navio. Uma chamada plataforma flexível está localizada abaixo do convoo na popa. Com a ajuda de um guindaste externo, pode ser carregado por cima por meio de uma escotilha de carregamento. Dois outros conveses flexíveis estão localizados aproximadamente a meia nau e podem ser alcançados com um guindaste de contêiner multiuso a bordo.

Em nome do Escritório Federal BAAINBw para Equipamentos, Tecnologia da Informação e Uso do Bundeswehr, várias versões possíveis para o navio de combate multifuncional MKS 180 foram criadas no início do projeto de aquisição. O projeto final é do estaleiro que conquistou o contrato.

A troca e o comissionamento dos módulos devem ser possíveis de forma rápida e em qualquer lugar do mundo, sem interferir na estrutura do navio e sem estaleiro. Além disso, os módulos devem resistir às condições climáticas e oceanográficas que prevalecem na respectiva área de utilização. O navio de combate multifuncional MKS será capaz de operar nos trópicos, bem como terá um certificado para águas cobertas de gelo para navegar nas regiões polares.

A modularidade do navio de combate multifuncional MKS tem várias vantagens: Módulos de missão que não são necessários podem ser armazenados e mantidos independentemente do navio como uma plataforma operacional. Os módulos não precisam ser adquiridos para cada navio e também podem ser adquiridos independentemente do tempo.

Modularidade precisa de espaço

O tamanho dos novos navios de guerra impressiona em comparação com os navios anteriores da Marinha Alemã, pois, entre outras coisas, precisam de espaço suficiente para os diversos módulos. Os planejadores do Bundeswehr calculam um comprimento de cerca de 160 metros e um deslocamento de água de até 10.000 toneladas para o navio de combate multifuncional MKS. Para efeito de comparação: as fragatas da classe Baden-Württemberg são cerca de dez metros mais curtas e 2.000 toneladas mais leves. E esses navios são quase duas vezes maiores que os navios da classe Bremen.

O navio de combate multifuncional MKS irá, entretanto, assumir algumas características das fragatas da classe Baden-Württemberg – acima de tudo, automação e baixa manutenção dos sistemas técnicos, bem como o conceito de tripulação múltipla. Isso também permitirá que esses novos navios permaneçam na área de operação por até dois anos, enquanto a tripulação de 114 efetivos rotaciona a cada quatro meses. Além dessa equipe regular, há até 80 pessoas especializadas em determinadas missões.

A partir de 1º de janeiro de 2021, o Bundeswehr Equipment Office BAAINBw, Escritório Federal para Equipamentos, Tecnologia da Informação e Uso do Bundeswehr, mudará o nome do projeto do navio de combate multifuncional MKS 180 para F126. Isso irá adaptar o futuro novo tipo de navio à classificação da Marinha Alemã.

MKS 180, futura fragata classe F126

Os destaques do navio de combate multifuncional MKS 180:

Tarefas operacionais

  • Missões de autodefesa e combate
  • Criação de um panorama de situação marítima acima e abaixo da água
  • Vigilância marítima e controle de embargo, incluindo embarque em evacuações militares em situações de crise
  • Escolta para navios mercantes
  • Integrar forças-tarefa principais no mar

Equipamento

  • Mísseis antiaéreos de médio e curto alcance
  • mísseis antinavio de longo alcance
  • Canhão principal de 127 milímetros com munição de longo alcance
  • Canhões de água, metralhadoras pesadas, armas marítimas leves
  • Barcos de emergência, drones de reconhecimento, helicópteros a bordo

Parâmetros

  • Comprimento: cerca de 160 metros
  • Deslocamento: até 10.000 toneladas
  • Tripulação regular: 114
  • Beliches para tripulantes adicionais: 80
  • Classe de operação no gelo: 1º C para áreas do mar com formação de gelo
  • Duração de operação: 24 meses
  • Área de atuação: mundial
  • Vida útil: 30 anos

FONTE: Marinha Alemã

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Alex Barreto Cypriano

Fragata de dez mil toneladas… Que espanto! Só não pode vir adernada de fábrica, tá?

Esteves

Aquilo é alemão.

Essa da matéria é dinamarquesa. Dinamarquês faz navio bom.

Alex Barreto Cypriano

Mein herr, me rreferri a ishto:
https://www.navaltoday.com/2019/04/30/germany-finally-accepts-delivery-of-lead-f125-frigate-fgs-baden-wurttemberg/
A propósito, qual estaleiro vai construir a F-126?

Esteves

“Após o Parlamento alemão ter formalmente aprovado no dia 18.06 a aquisição de quatro Fragatas MKS 180 (do alemão MehrzweckKampfSchiff), o Bundeswehr anunciou a assinatura do contrato com o estaleiro holandês Damen Schelde Naval Shipbuilding (DSNS).”

Navio bom é navio dinamarquês.

Alex Barreto Cypriano

Damen associada com outro(s). Até TKMS quis, meses atrás, tirar uma lasquinha por associação:
https://www.maritime-executive.com/article/report-tkms-may-join-forces-with-competing-german-shipbuilders

Last edited 2 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Esteves

Pois é.

Alemão já não faz navio bom.

Mundo veloz.

Kemen

Damen & Thales.

Mateus Lobo

Damen, até onde eu sei.

nonato

É o estaleiro líder.
Mas parece que serão fabricadas em estaleiros alemães.
Igual nossos submarinos, Tamandarés…

Adriano RA

Acho que essa aqui na MB seria renomeada de cruzador leve.

Ricardo Ramos

Ele pode operar drone, logo é um Navio-Aerodromo Multipropósito!

Last edited 2 meses atrás by Ricardo Ramos
Marcos 10

Na MB seriam cruzadores pesados.

Guilardo Pedrosa.

Acho que encouraçado.

Pablo Maroka

Porta aviões sem aviões

Cristiano de Aquino Campos

O nome técnico de um porta-aviões na marinha do Brasil e Navio-aerodromo, que aliás, colocou esse nome no porta-helicopteros Atlantico.

Gabriel BR

Enquanto isso por onde andam as tamandarés?

Henrique

tão construindo e adequando o estaleiro pra dai começar a fazer os navios (isso faz parte do contrato e do cronograma)

Esteves

Está parado. Sem notícias.

Esteves

Vichi.

Zorann

Se Deus quiser jamais sairão do papel. São desnecessárias diante de tantas outras necessidades mais urgentes.

Roberto Bozzo

Fragatas enormes e sub armadas….somente 16 vlw (2 módulos de 8 células), 2 RAM para defesa de ponto é muito pouco.
Na primeira foto parece muito com o projeto Ômega da Damen que deve ser a inspiração para o projeto alemão já que eles ganharam a concorrência.
Mas vamos aguardar mais informações.

Yuri Dogkove

Aposto contigo que ela será muito bem armada! Não se deixe enganar por algumas ilustrações…

Roberto Bozzo

Prezado Yuri, sites europeus especializados dizem que terá apenas o que escrevi mesmo.
A principal função parece que será de patrulha de longo tempo e não o combate em si; acho isso desperdício mas se os alemães querem assim eles devem saber os motivos.

Tutu

Mesmo conceito das Type 31e britânicas, um navio grande porém pobre em armas e sistemas.

Cristiano de Aquino Campos

Para quê, super-armar navios que se sairem do alcance da força-aérea desse países, será para combater chineludos e qualquer coisa mais perigosa, em grupos multinacionais com PA.

rui mendes

Não diz nada disso, o que diz, é que essas armas serão as padrão para tempos de paz, mas que através de diversos módulos, elas rapidamente e sem precisar de uma instalação portuária normal, ficarão prontas para a guerra de alta intensidade, com armas muito mais poderosas, muito diferentes da classe f-125, essas sim, para guerra de alta intensidade, precisa de trabalhos especializados no estaleiro de origem, pois ficaram com espaço para futuras incorporações de armamento muito mais pesado, para guerras de alta intensidade, mas para isso precisam de trabalho especializado.

Carlos Campos

Totalmente derivada da Omega, por sinal o navio de guerra mais lindo que vai passar a existir, vai desbancar as FREMM francesas.

Bosco

Bozzo,
Pouco? 16 células Mk-41 podem receber 64 mísseis ESSM. Mais 2 lançadores RAM com 21 mísseis cada, capaz de ser recarregada no mar. Pronto para uso há 106 mísseis antiaéreos.

Last edited 2 meses atrás by Bosco
Kemen

Bosco, no MK-41 operações de recarga no mar são desaconselhadas e perigosas, nos RIM 116 é operação prevista, se levar misseis de reserva além dos 42, o que geralmente não é necessario.

Last edited 2 meses atrás by Kemen
Bosco

Kemen,
Em relação à recarga, me referi ao lançador Mk-49 do RAM.

Kemen

Ok, entendi, perfeito.

Roberto Bozzo

Mestre Bosco, pouco pro tamanho do navio. Se comparado à outras marinhas européias, ele está bem desarmado pro porte que tem. Um exemplo, as futuras Belharras francesas levarão 32 células e são a metade do tamanho. As Type 55 chinesas deslocam praticamente a mesma coisa e tem vls “a dar com pau”….

Mercenário

Roberto,

Salvo engano, as FTI (ou Belharra) terão 16 células do Sylver.

Bosco

Ah! Entendi! Você se refere mais à quantidade de células do que propriamente dos mísseis antiaéreos. Nisso concordo com você. Mas pelo visto , como neste navio os lançadores verticais serão só para mísseis antiaéreos de defesa de área curta, talvez sejam suficientes.
Em navios desse deslocamento , como os que você citou, os lançadores verticais são em maior quantidade porque são carregados com vários tipos de mísseis, desde mísseis de cruzeiro de ataque terrestre, passando pelos antissubmarinos, defesa aérea de área, antinavios e até antibalístico/antissatélite.
Um abraço.

Kemen

16 VLS porque é o que uma improvisação da A-100 pode levar. Mais misseis teria de ser uma A-200.

Kemen

Para melhor entendimento, essa fragata tem capacidade para levar armados e prontos para disparo 106 misseis.

Roberto Bozzo

Prezado Kemen, poderia explicar melhor ?? Não entendi do porque misturar A100 e A200 com as F126….
Eu disse que as F126 terão apenas 16 células vls (2 módulos de 8) o que acho pouco pro tamanho do navio. As Tamandarés terão 12 células e será muuuuuito menor.

Kemen

Foi êrro, pensei que se referisse as Tamandaré. Vivo com elas na cabeça!

Cristiano de Aquino Campos

16 vls más de qual modelo?
Dependendo o VLS, cada um pode lançar ate 4 misseis.
Obs. Os misseis de cruzeiros de longo alcance tem um diametro grande, só perde para os balisticos intercontinentais.

Last edited 2 meses atrás by Cristiano de Aquino Campos
Roberto Bozzo

Prezado Cristiano, esta numa das imagens da matéria, será o MK 41; realmente ele pode levar até 4 misseis, mas dependendo do missil (um SM-bl2, por exemplo) seria apenas um por célula.

Godoi

A princípio pouco equipamento pra esse tamanho todo!

rfeng

Vocês já não viram esta história de modularidade com uma certa fragata americana que não funciona.

Augusto Mota

Salvo engano, as vetustas O.H. Perry são modulares e acabou sendo um estrondoso sucesso.

Alex Barreto Cypriano

Na-nani-nanão: o fracasso modular (módulos de missão, não construção modular, que não era apanagio das FFG-7) era dos LCSs, que nunca foram fragatas. Nos LCSs os módulos não podiam ser trocados com a rapidez esperada. Talvez nas F-125/126 os módulos interfiram menos, dado o tamanho, sei lá.

Esteves

Pois é.

Construção modular é uma coisa. Nada novo. As Meko foram pensadas assim para reduzir custos logísticos, cadeias de abastecimento, manter o foco nas seções e módulos sem comprometer os custos em toda a construção ao mesmo tempo.

Módulos de missão são as PPA. E essa MK dinamarquesa.

Navio bom é navio dinamarquês.

Marcos 10

Para provar que é bom terá primeiro de abalrroar um graneleiro de 200 mil Ton. Famoso teste Navantia.

Esteves

Se os alemães trocaram os navios alemães por navios dinamarqueses…

Navio bom é navio dinamarquês.

Kemen

Não acho que os marinheiros e oficiais alemães sejam tão incompetentes.

J R

A Damen não é holandesa?

Bosco

Alex,
Até onde eu sei não é isso não. O “problema” com o conceito de módulos de missão das LCS diz respeito a que os sistemas relativos aos módulos de caça minas e antissubmarinos não foram ainda concluídos, mas estão em fase avançada de desenvolvimento.
Só o módulo de guerra de superfície é que foi concluído com sucesso e compreende os canhões Mk-46 (30 mm) , os lançadores de mísseis NSM e os lançadores verticais de mísseis Hellfire Longbow.

Last edited 2 meses atrás by Bosco
Alex Barreto Cypriano

Sim, mestre Bosco, esse é o problema que restou pros mission modules ou packages: um problema restrito a funcionamento. Mas, na origem, a promessa era outra: a prontidão de intercâmbio modular, pela operação próxima a portos americanos ou aliados, que faria do sea frame três navios diferentes. Mas já em 2010, após jogos de guerra, se percebeu que os LCSs não sobreviveriam (independente da ‘sobrevivencialidade’ ser menor que a das FFG-7) a ataques sucessivos em dois domínios e que a flexibilidade tática modular era um equívoco pela distância entre as bases. Hoje, depois da alteração profunda da situação dos cenários… Read more »

EduardoSP

Na marinha dinamarquesa o conceito de módulos de missão parece que funciona bem. Eles criaram e usam o StanFlex desde os anos 80.

Tutu

Off

Parece que a Us navy vai mandar o USS Vermont (SSN 792) para Itaguaí, prestigiar o lançamento do Humaitá dia 11.

Alguém tem mais informação sobre isso?

Pablo Maroka

Estou chorando emocionado ao ler isso.

Vou me vestir de cowboy e me dirigir ao local do evento.

Kemen

Não se esqueça da corda e do laço. kkkkkkkk

Kemen

Depende… se o Bolsa puxar o saco do Joe…

nonato

Acho interessante essa ideia de modularidade no sentido de que um navio faz tudo pode não ser bom em nada Dessa forma, poder adaptar, de forma prática, rápida e barata o navio para diversas funções parece uma boa ideia. Só que estão viajando na maionese. Para ser modular, estão aumentando muito o tamanho. Ora, um navio de 10.000 toneladas já é um cruzador, destroier, que deveria ser capaz de tudo sem trocar modelos. E será que um navio modular de 10.000 toneladas sairá mais barato do que 2 navios especializados de 6.000 toneladas? Continuo achando que a indústria de defesa… Read more »

Esteves

Alex “A prontidão de intercâmbio modular, pela operação próxima a portos americanos ou aliados, que faria do sea frame três navios diferentes. Mas já em 2010, após jogos de guerra, se percebeu que os LCSs não sobreviveriam (independente da ‘sobrevivencialidade’ ser menor que a das FFG-7) a ataques sucessivos em dois domínios e que a flexibilidade tática modular era um equívoco pela distância entre as bases. Hoje, depois da alteração profunda da situação dos cenários no OM e extremo oriente, os LCSs se tornaram sub ótimos mas não um fracasso…” “será que um navio modular de 10.000 toneladas sairá mais… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Os LCSs sempre foram mission focused, uma por vez se a intercambialidade de mission modules existisse. Claro, o seaframe tem tem capacidades ASW, SUW, mas muito limitadas; o mission package representa um acréscimo na capacidade pra uma dessas missões, mas não faz do bote um multimission. Então, como um LCS com pacote ASW nunca vai trocar esse pacote por outro, o que temos é um bote focado ou especializado (não sei se um mesmo LCS pode portar mais de um mission module). E olha que modularidade também significa facilitar a troca ou upgrade de sistemas de armas e sensores… The… Read more »

Esteves

  Por Michael Fabey Ex Secretário da Marinha Ray Mabus.  “Temos que construir navios modulares como o LCS, desta maneira não será necessário mudar o casco a cada nova mudança tecnológica. Para fazer desta estratégia bem sucedida a US Navy também tem que mudar suas práticas de construção naval. “Nós devemos a indústria de projetos mais estáveis”, diz ele, acrescentando que a Marinha não pode projetar em paralelo com a construção dos navios.  Quando a tecnologia mudar, a US Navy deve adiar sua introdução até a próxima revisão do projeto do navio, ou então até o próximo bloco de navios encomendados… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Usar o desenho de um casco conhecido pra botar nele um outro recheio é usual: lembre do parent design na estratégia de aquisição das FFG(X), ou de que os Ticonderoga navegam no casco dos Spruance. Bom, tecnologia muda sempre – é tudo o que ela faz. E, hoje, mais que nunca. Mas sempre tem lições a aprender com a aquisição de novos botes, seja no modo de financiar (fully funding x multiyear funding, advanced appropriation x advanced procurement, etc), no modo de conceber operações, no modo de projetar, de construir, de avaliar, etc. Sempre tem lição aprendida. E em seguida… Read more »

nonato

Nesse aspecto de construir diferentes coisas em diferentes lugares eu concordo e defendo. Inclusive independente de ser modular, de certo modo, já é assim. O gripen. Faz asa num lugar, cauda noutro, canopi em outro. Motores, radares e avionicos em outros. É só montar. Navio também deveria ser essencialmente casco. O resto encaixa. Seja compartimentos para mísseis ar-ar, antinavios, torpedos… Teoricamente, o navio consiste de sensores (radar antinavio e antiaéreo sempre haverá) e armamentos (mísseis e torpedos) Esse negócio de navio hospital é besteira.. Peguem um navio civil e coloquem macas, equipamentos hospitalares. Não precisa gastar um bilhão de euros… Read more »

Alex Barreto Cypriano

VLS só carrega no porto, nunca underway. Claro que MPs só seriam trocados em porto habilitado (dizem que, uma vez, demorou 96 horas pra trocar MPs de um LCS). Se tiver que cortar o navio pra ajustar as coisas (como fizeram com as shared modular built type-45 pra botar mais geração elétrica a diesel), é uma modularidade bem mal pensada. Modularidade no que respeita a sistemas, sensores e armas é o conceito ‘plug & fight’.
Modularidade é logro, nos dois sentidos da palavra.

Last edited 2 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Carvalho2008

Correto

Cristiano de Aquino Campos

Eu não irei mais criticar a marinha por chamar as corvetas Tamandaré de fragatas. A marinha Alemã chama destroyer de Fragata.

LucianoSR71

Caros editores, 7 de Dezembro de 1941: há 79 anos ocorria o ataque japonês a Pearl Harbor, depois disso a 2ª Guerra se tornaria verdadeiramente Mundial – isso merece um post, não?

luiz blower

Sempre achei as MEKO mais recentes (incluindo as 123, 24, 25 e as Tamandaré) muito bonitas, com cara de parruda e funcionais.

Agora essa da Damen é outro nível! Ô navio bonito! Tem a proa imponente dos navios soviéticos Udaloy e Kirov com o visual mais limpo atual.

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