sexta-feira, julho 30, 2021

Saab Naval

SIMULAÇÃO: ‘Operação Pólvora’ – FAB e MB enfrentam o USS Nimitz

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

No início de novembro, o presidente Jair Bolsonaro em discurso com tom bélico ameaçou usar pólvora quando acabar a saliva, em retaliação às ameaças de sanções ao Brasil por causa das queimadas na Amazônia.

Bolsonaro não citou o nome de Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos, mas durante o primeiro debate presidencial o democrata disse que “a floresta tropical no Brasil está sendo destruída” e afirmou ainda que poderia impor sanções ao Brasil, pressionado a adotar medidas contra a devastação ambiental.

A situação inusitada nos fez imaginar um cenário hipotético em que o Brasil precisasse usar a “pólvora” contra a ameaça de um grupo de ataque de porta-aviões dos EUA, que seria enviado à costa brasileira para exercer pressão de “toneladas de diplomacia”.

Como a Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil se sairiram em combate contra um porta-aviões dos EUA?

Porta-aviões americanos já visitaram o Brasil diversas vezes e fizeram exercícios com a FAB e a MB, por isso nossos militares já têm ideia do poder de fogo desses navios e do seu grupo aéreo embarcado. Além das operações conjuntas, a Escola de Guerra Naval também realiza simulações semelhantes em sistemas dedicados.

Porém, para os entusiastas e estudiosos de Defesa, outra forma de aferir essa capacidade é usar um simular de combate tático comercial.

Command Modern Operations

Cenário no Command Modern Operations – Grécia e Turquia no Mar Egeu (clique na imagem para ampliar)

Desenvolvido pela Warfare Sims, criadora do antigo simulador Harpoon, o Command Modern Operations é um simulador de combate tático que permite a criação de cenários com unidades navais e aéreas de diferentes períodos da história. A tela do jogo simula uma tela de radar, na qual o jogador pode dar ordens para as unidades.

O Command Modern Operations é algo entre um jogo e uma simulação completa da guerra moderna. Existe uma versão conhecida como CommandPE (PE é Professional Edition) com recursos adicionais, que é usada somente por Forças Armadas e indústrias de Defesa.

O simulador oferece um editor de cenário no qual você pode criar manualmente os lados combatentes e adicionar bases, instalações, navios, aeronaves, defesa antiaérea e muito mais. O editor facilita a construção e você pode se beneficiar do número considerável de itens que foram pré-construídos pela comunidade de jogadores.

Existe também o sistema de script Lua que é embutido no jogo para controlar comportamentos ou adicionar entidades ao jogo, que é outra boa opção para construir cenários. A funcionalidade de script Lua permite flexibilidade adicional, especialmente para recursos ou comportamentos personalizados que ainda não estão integrados ao simulador.

Briefing do cenário ‘Operação Pólvora’

Captura de tela do cenário Operação Pólvora mostrando as bases aéreas brasileiras no Rio de Janeiro, a Esquadra brasileira próxima à costa, os dois submarinos brasileiros em operação avançada, perto do Grupo de Ataque do Porta-Aviões Nimitz

Montamos o cenário no simulador Command Modern Operations, implantando uma Força-Tarefa da Marinha dos EUA nucleada no porta-aviões USS Nimitz a cerca de 200 milhas da costa do Rio de Janeiro.

Mobiliamos a Base Aérea de Santa Cruz com praticamente todas as aeronaves de combate disponíveis, A-1M, F-5M, P-3 e E-99 e também contamos com os jatos AF-1 da Marinha decolando da Base Aérea Naval de São Pedro de Aldeia.

Composição da Forta-Tarefa brasileira

PHM Atlântico
PHM Atlântico, atual NAM Atlântico – A140

No mar, enviamos uma Força-Tarefa da Marinha do Brasil nucleada no Porta-Helicópteros Multipropósito (redesignado recentemente como Navio-Aeródromo Multipropósito) Atlântico, com 4 fragatas e 2 corvetas.

Em posição avançada, colocamos dois submarinos, o novo Riachuelo classe Scorpène e o submarino Tikuna, IKL-209, que foram  deslocados antecipadamente para a área no início da crise.

Submarino Riachuelo – S40

Do lado americano, mobiliamos o grupo aéreo do USS Nimitz com os nove esquadrões da Carrier Air Wing 17 que operam atualmente no navio:

  • The “Redcocks” of VFA 22 – Strike Fighter Squadron (VFA) F/A-18F Super Hornet;
  • The “Kestrels” of VFA137 F/A-18 E;
  • The “Mighty Shrikes” of VFA 94 F/A-18F;
  • The “Death Rattlers” of VMFA-323 F/A-18C;
  • The “Cougars” of VAQ-139 – Electronic Attack Squadron (VAQ) EA-18G Growlers;
  • The “Sun Kings” of VAW-116 –Carrier Airborne Early Warning Squadron (VAW) E2C Hawkeye;
  • The “Providers” of VRC-30 – Detachment – Fleet Logistics Support Squadron (VRC) C-2;
  • The “Screamin’ Indians” of HSC-6 – Helicopter Sea Combat Squadron (HSC) MH-60S;
  • The “Battlecats” of HSM-73 – Helicopter Maritime Strike Squadron (HSM) MH-60R.

Configuramos os caças F/A-18 Hornet e Super Hornet para missões de defesa aérea para protegerem o USS Nimitz do ataque das aeronaves brasileiras e também para ataque naval para engajarem os navios brasileiros.

Nimitz Carrier Strike Group efetuando faina de reabastecimento

A Força-Tarefa do USS Nimitz é composta ainda do cruzador Aegis USS Princeton (CG 59) da classe “Ticonderoga” e os destróieres da classe “Arleigh Burke” USS Sterett (DDG 104), USS Ralph Johnson (DDG 114) e o USS John Paul Jones (DDG 53).

Composição da Forta-Tarefa brasileira da Marinha dos EUA

Essa escolta fornece ao USS Nimitz uma formidável proteção antiaérea e antissubmarino.

O grupo de ataque de porta-aviões também é acompanhado pelo submarino nuclear de ataque USS Virginia (SSN 774), com a missão de afundar os submarinos brasileiros.

Tela de operações aéreas do USS Nimitz

Com relação às aeronaves brasileiras, configuramos parte dos F-5M para a missão defesa aérea e parte para ataque com bombas, já que a FAB não dispõe de mísseis antinavio para equipar seus caças.

Os A-1M foram configurados com bombas guiadas a laser. Os AF-1 da Marinha também foram equipados com bombas.

Caças F-5M da FAB e AF-1 da MB

AF-1 lançando bombas sobre alvo no mar

P-3AM

Os P-3 Orion da FAB foram equipados com 4 mísseis antinavio Harpoon cada. Como o P-3AM do banco de dados do jogo ainda não foi atualizado e não permite armar os aviões com o Harpoon, usamos o P-3C no lugar.

Os helicópteros UH-15A Super Cougar do Porta-Helicópteros Atlântico foram equipados com dois mísseis Exocet AM-39 cada.

H225M (UH-15A) com dois mísseis antinavio AM-39 Exocet
H225M (UH-15A) com dois mísseis antinavio AM-39 Exocet

Tela de operações aéreas da Base Aérea de Santa Cruz

Depois de configuradas as unidades, criamos as missões que as aeronaves e navios devem executar. Às aeronaves foram dadas as missões de alerta aéreo antecipado (AEW), defesa aérea e ataque naval de acordo com os seus tipos.

Aos navios e submarinos foram dadas as missões de ataque naval.

Tela de configuração do editor de missões do lado americano. Observar a lista de alvos

Tela de configuração do editor de missões do lado brasileiro. Observar a lista de alvos

Depois de criadas as missões e de ter tudo configurado, é hora de rodar a simulação. Como foram das ordens às aeronaves e navios através das missões criadas, a inteligência artificial do Command vai tomar conta de quase tudo, precisando de apenas intervenções pontuais do operador.

No final dos combates, o simulador gera um score (placar) com as perdas de cada lado e um log (registro) com todos os engajamentos, o tipo de arma ou equipamento eletrônico usado, se a arma acertou ou errou o alvo etc. Disponibilizamos o download do score e do log para quem quiser um debriefing mais detalhado.

Lembrando que cada vez que a simulação é rodada, os resultados de acertos e perdas variam um pouco.

A simulação usa a simbologia NTDS + NATO APP 6 para representar as aeronaves, navios e mísseis:

Assista no vídeo abaixo a simulação da Operação Pólvora e veja qual foi o resultado dos combates:

Baixe os scores e logs do cenário rodado do lado brasileiro e americano para verificar as perdas de cada lado e as munições usadas:

Compre e baixe o Command Modern Operations no STEAM:

NOTA DO EDITOR: Nossa ideia com essas simulações é iniciar um debate sobre que equipamentos precisaríamos ter na FAB e na MB para ter condições de enfrentar uma Força-Tarefa americana, ou inglesa, ou francesa, russa ou chinesa que tenha porta-aviões.
Imaginar quais equipamentos deveríamos comprar ou produzir localmente para criar uma dissuasão efetiva: porta-aviões, centenas de caças baseados em terra com mísseis antinavio, mísseis balísticos antinavio, mísseis de cruzeiro antinavio, mísseis hipersônicos antinavio etc.

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Esteves

Historicamente nunca lutamos em mar aberto contra forças desproporcionalmente mais poderosas.

Financeiramente não temos e nunca tivemos poder para sustentar inventários de guerra em uma batalha envolvendo todos os nossos meios. Todos os nossos meios aéreos e navais.

Mesmo que uma força agressora sinta alguns golpes perdendo aviões ou navios…a retaliação seria devastadora.

Ideias. Bah tchê.

Agressor's

A maior arma das potência estrangeiras hoje é a desinformação. Eles incutem em nossas mentes e corações que nós não prestamos, que nada daqui presta, que nunca conquistamos algo e que não temos capacidade pra nada. E isso é reforçado diariamente pelos meios de comunicação e pelas mídias com a ajuda e cumplicidade dessa nossa classe dirigente. Como Sun Tzu dizia: “É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater isso sim é o cúmulo da habilidade”. Temos todas as condições plenas para repelir qualquer… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Agressor's
Cristiano

Verdade, esse complexo de vira-latas é antigo e remonta a época que a casa real portuguesa fez do Brasil sua metrópole e a população daqui percebeu as diferenças nas roupas modos e utensílios. Hoje a nossa mídia, principalmente a carioca reforça isso diariamente, mas caberia a classe dirigente ser mais altiva e orgulhosa desse imenso país, mas o que vemos é o senhor Rodrigo Maia apressado em se desculpar por qualquer crítica a outros paises como se ele fosse além de presidente da Câmara dos deputados, também membro do Itamaraty. Não é atoa que a embaixada da China nas suas… Read more »

SPQR

“esse complexo de vira-latas é antigo e remonta a época que a casa real portuguesa fez do Brasil sua metrópole e a população daqui percebeu as diferenças nas roupas modos e utensílios.” Qual a fonte dessa informação? Não estou divergindo nem agredindo, só fiquei curioso mesmo. Que existe um complexo de vira-latas, é inegável, mas queria saber quem bateu o martelo e definiu o momento em que ele se iniciou. O restante do comentário eu concordo em parte, não adianta tanto você ser uma potência alimentar se um país pode entrar aqui e pegar todos os alimentos. O Brasil só… Read more »

Last edited 7 meses atrás by SPQR
Paulo

É uma leitura da situação.

Pouco verossímil, mas é.

Edison Castro Durval

Agressor’s Permita-me descordar da sua opinião, mas a mídia não tem culpa de nada, um país onde seus líderes não tem comprometimento com a nação e com o seu povo está sempre fadado a ser destruído pelas outras nações. Os políticos e militares não se preocupam com as ferramentas de defesa. Os dois se preocupam apenas com seus salários e suas aposentadorias. Sem ferramentas adequadas é impossível defender um país. A mídia é apenas reflexo das ações da liderança. Se a liderança é corrupta querer que a mídia não repercuta isso é desejar que os meios de comunicação se tornem… Read more »

Esteves

Lendo a leitura de Mestre Carvalho sobre o fechamento do Canal do Panamá ou do estreitamento do Atlântico aonde ficaríamos reduzidos à navegação costeira de cabotagem por embargos ou por motivos outros… Prestamos. Mas nossos meios atuais aéreos e navais projetados nos anos 1950/60 são inferiores aos recursos de qualquer potência agressora. Qualquer. Regionalmente porque algum vizinho pontualmente e eventualmente passe a incorporar navios ou aviões ainda assim, quando esses meios fossem perdidos, não haveriam reposições. Guerra curta. Só podemos enfrentar guerra curta. Sun Tzu…um compêndio de batalhas chineses com o nome de um general fabulento pode nos ajudar a… Read more »

Agressor's

“Esteves

Sun Tzu…um compêndio de batalhas chineses com o nome de um general fabulento pode nos ajudar a pensar assim como a leitura de Kissinger. Ler manuais. ”

Nada fere mais os orgulhosos do que o orgulho alheio! Nunca um invejoso perdoa ao mérito.

Last edited 7 meses atrás by Agressor's
Esteves

Traga-me um herdeiro desse tal Sun Tzu.

Parece nome de pedivela chinês.

leonidas

Velho eu torço muito por meu pais, mas torcer é diferente de distorcer.
Se eu estivesse em um local tipo Fã Clube eu até aceitaria ufanismo, narrativas, mas constatar uma realidade não tem nada de “desinformar”
O Brasil do ponto de vista militar só tem forças armadas para manter pessoal para desfile e operação de segurança publica, para exercer sua finalidade fim são ficção.
Simples assim…

Ramon

Que condições plenas seriam essas para enfrentar os EUA por exemplo, enfrentar um porta-aviões que sozinho já tem mais caças que nossa Fab, meia dúzia de navios que tem mais misseis que toda nossa força armadas, drones que destruiriam as força blindada defensiva na costa como se fosse formigas por que não temos defesa antiaérea, meu caro volta para o mundo real, antes de ficar ai enchendo a boca de um patriotismo cego pensa naqueles que estariam nas linhas defensivas sem equipamento adequado, contra países da América latina a gente podemos nos defender, já contra uma potencia que só de… Read more »

Agressor's

A defesa da Pátria retrata o nosso patriotismo e a nossa segurança nas nossas Forças Armadas…Apenas os fortes encaram uma derrota com a cabeça erguida defendendo sua bandeira, sua Pátria e sua honra…Somos uma pátria não quando pegamos nas armas porém nas prisões da perseverança…

MFB

Patriotada de Botequim.

Agressor's

Uma duvida para quem entenda melhor. É possível um país contratar os serviços dos satélites militares de potências bélicas como a Rússia para acompanhar e passar a localização de alvos estratégicos, como uma força tarefa centrada em porta aviões? Eu sei que é difícil de rastrear e acompanhar algo na imensidão dos mares mas eu acredito que alvos estratégicos de auto valor como um porta aviões sejam acompanhados 24 horas pelos satélites de países como a Rússia. Acredito que os porta aviões não fiquem sumidos pelos mares o tempo todo, e que em algum momento eles tenham que atracarem em… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Agressor's
Edison Castro Durval

Fazer isso é envolver o país que fornece o serviço na guerra. Duvido que algum país venderia dados de satélites para um enfrentamento aos EUA.

Matheus S

Por qual razão duvida?

Essa situação ocorreu em toda a Guerra Fria de ambos os lados, e nunca houve um enfretamento sério entre os soviéticos e americanos. Claro, não na forma de vender dados de satélites, mas por outras formas de se fazer uma guerra, mas isso não mudaria a realidade para também terceirizar os serviços prestados para utilização de satélites militares. De qualquer forma, é uma guerra por procuração do dono dos satélites militares que pode por ocasião ser a China ou a Rússia.

Douglas R.J.Santos.

No caso da Malvinas/Falklands tem notícias de ajuda dos Russos para os argentinos com relaçãoa informações de inteligência usadas por satélite em forma de imagens mas não de forma incisiva e direta pois há muito interesse entre partes….

Agressor's

Como assim havia muito interesse entre partes? Poderia explicar melhor sobre isso?

Douglas R.J.Santos.

A Inglaterra aliadíssima dos EUA(tanto que receberam ajuda americana mesmo que tímida) na OTAN sendo tbm Capitalista e potência nuclear européia .Os russos tinham todo interesse de ajudar a Argentina dentro de um limite de segurança pois tbm”capitalista’ e talvez no decorrer do conflito poderiam ampliar laços na América do Sul. E a Argentina Precisando tbm de maneira cuidadosa de todo apoio possível contra os Ingleses.

Matheus S

“É possível um país contratar os serviços dos satélites militares de potências bélicas como a Rússia para acompanhar e passar a localização de alvos estratégicos, como uma força tarefa centrada em porta aviões?” Sim, é possível. Mas não precisaria ser um satélite militar a fazer tal função, haja visto que satélites civis também podem ter essa capacidade. Ou seja, um país que desejaria contratar esses serviços, poderia muito bem utilizar satélites civis para rastrear um porta-aviões. Isso realmente aconteceu com um satélite civil que conseguiu rastrear o Liaoning(CV-16) do PLAN, sem precisar de recursos externos para averiguar a posição do… Read more »

Agressor's

Muito obrigado, por esclarecer Matheus S!

Naldo Drive

Temos total condição de manter e vencer qualquer guerra, basta vontade política para adquirir os meios e investir em insumos, treinamento etc.

Alberto

Sem duvida, a culpa é da propria incompetencia dos militares. Temos um dos melhores orçamentos militares do planeta (12o do mundo).

Tem que fazer uma faxina geral e começar do zero

Joao

Queria ver uma simulacao contra a Marinha do Chile que é um fração da MB mas muito mais bem preparada.

Zorann

Depois acham ruím quando critico que nossa Marinha é uma piada. Mas nem cócegas, ela faz. Como dizíamos quando éramos crianças, de outras crianças muito fracas para participarem das brincadeiras, ou seja, que não contam: a Marinha brasileira é “café com leite”; a Martinha brasileira é “descalça”. É uma vergonha muito grande. E não é falta de dinheiro. Precisamos de muitos submarinos (pelo menos uns 9 convencionais – algo que está a nosso alcance), aviação de patrulha decente, monitoramento por satélite de nosso litoral e uma FAB muito bem equipada com Gripens (no minimo 108 deles), para podermos começar a… Read more »

Renato B.

Parabéns Galante, apesar do resultado ser esperado (ou óbvio mesmo) realmente a simulação oferece algumas evidências bem interessante. Me lembrou muita a discussão “payloads x plataforms” A quantidade de mísseis ar-ar (120) e ar-superfície (32) disparadas pela US Navy mostrou como a capacidade de ver e atirar de longe faz diferença. Os argentinos já tinham mostrado como bombas contra navios eram uma opção ruim na época das Falklands. Por outro lado, ver o trabalho do Guardião foi uma boa notícia do lado brasileiro. A distância de detecção dele me deixou bem impressionado. A FAB tem capacidade de ver, agora precisa… Read more »

MFB

Eu tenho uma simulação mais precisa. Não perderíamos nenhum meio naval ou aéreo, pois simplesmente eles não seriam enviados para uma batalha nessas condições. Só um lunático para sonhar enfrentar a US Navy com o que temos. Não estou criticando a simulação, mas acho que isso é um cenário impossível. Seria o mesmo que soltar um hamster em uma jaula cheia de leões e ver o que acontece.

Eduardo dos Anjos

Li comentário atrás de comentário e ninguém comentou que a maioria dos nossos meios ou se não na sua totalidade utilizam o GPS como posicionamento e referencia e os EUA que controlam que área do globo pode utilizar tal geo posicionamento, ou seja, se eles quisessem causar o caos, bastaria suspender o GPS dos nossos meios durante a batalha que a coisa ficaria preta! Não é a toa que a China e Rússia se tornaram autossuficientes neste sentido… este e outro ponto sensível do Brasil, a área espacial precisa de atenção urgente…

Elton Arebalo

Esse simulação está muito distante da realidade de um confronto real, basicamente é um jogo que não leva e conta uma série de outros fatores que estariam envolvidos nesse hipotético confronto. Começando qual o objetivo militar a ser atingido nesse confronto, o objetivo é que definirá as ações a serem empreendidas. Por exemplo, porque essa esquadra americana está estacionada nessa posição, visto que não há porção de terra ou objetivo compensador que justifique essa exposição próximo ao litoral.

Elton Arebalo

Segundo fato, jamais a FAB empregaria seus meios em um ataque frontal, sem antes proceder uma série de fintas e simulações que levariam a um stress pelo constante acionamento de aeronaves que não chegariam ao confronto propriamente dito. Isso, por si só, causaria um desgaste nas defesas da esquadra inimiga. Por fim, seria mais lógico realizar um combate de desgaste, com ataques furtuitos e eventuais sobre alvos bem específicos, e isso pode ser feito com uma aeronave voando abaixo dos radares ou com submarinos, do que comprometer os meios em uma tentativa de combate de igual pra igual. Quanto aos… Read more »

DOUGLAS TARGINO

Alguém traduz pra mim!

Leonardo Tavares

Nas duas simulações feitas tomamos uma senhora coça, na primeira não abatemos nada deles e na segunda ainda abatemos 4 F-18, mas perdemos todos os meios empregados nas duas simulações!

joão Fernando

Precisa de simulação para isso? hihihi

leonidas

Eles precisavam documentar nossa vergonha né?
Só saber disso não bastava para eles… rs

Agressor's

Não investimos em educação, ciência, indústria e tecnologia ao contrario de países emergentes como a China e a Índia hoje, e sim apenas em estádios de futebol e carnaval…porque aqui como na decadente República Romana o que importa é pão e circo…tudo isso é o reflexo de um povo alienado, omisso, sem ética, sem identidade, sem civismo…sem patriotismo…mas sobretudo sem vergonha na cara e que só sabe ficar esperando por milagres!..

Last edited 7 meses atrás by Agressor's
Teropode

Corta e cola.

Luiz Trindade

Não é?!? Previsível… Igual à um país na segunda grande guerra (não me lembro bem o nome, mas acho que a Polônia) que quis combater o exército mecanizado nazista com tropas à cavalo. Não temos a menor chance. A resistência vai ficar restrita a selva amazônica.

Mosczynski

Essa história da Polônia se defender com cavalos é lenda urbana que não morre nunca.

Edison Castro Durval

Tem que estudar mais a historia.
Foi a última vez que foi usada a cavalaria em uma guerra.

http://darozhistoriamilitar.blogspot.com/2012/03/o-sacrificio-da-uma-lenda.html?m=1

Moriah

Parece a aliança rebelde em hoth… escapamos?

Tomcat4,2

C tá é doido rapaz, masssss, dentro do cenário criado com F-5 brigando contra F-18, destroier AEGis e afins, um resultado diferente é bem difícil dentro da atual conjuntura de equipamentos de nossas forças armadas.

Edison Castro Durval

Nós falta a principal ferramenta nessa batalha Mísseis anti navio a serem disparados dos nossos jatos, desconheço se o F5 ou AMX tem algum míssel desses já homologado para uso.

Douglas R.J.Santos.

O A-1M pode ser com o Exocet mas não sei dos trabalhos feitos até o final…pelo menos poderiam,É o que disse tds as mídias de defesa que li sobre o assunto na época do começo da modernização.

DOUGLAS TARGINO

Bom dia, acho que a poiva que bolsonaro falou seria o são joão de campina grande.

joão Fernando

Acho que lá tem mais. Daqui a pouco aparece os malucos falando que na selva somos imbativeis. Como se o US army fosse a pé atravessar a Amazônia hihihi

Cesar

Depende qual é o objetivo deles.
Acabar com o país apenas ou acabar com o país e anexar a Amazônia.
No caso de uma anexação eles terão sim que colocar tropas em solo na Amazônia.
Não que isso resolva algo para o nosso lado.

Alexandre

No caso da Amazônia acho que devido ao trauma do Vietnã os caras , não vão querer enfrentar uma guerrilha de selva em um espaço geográfico bem maior e uma mata mais densa , a não ser que resolvam literalmente “tacar ” fogo em tudo com bombardeios , na minha visão acho que atacariam as áreas industriais do país , onde a nação entrariam em colapso e entregariam todas as riquezas da Amazônia meu nobre .

Carlos Eduardo Broglio Gasperin

Acho que não amigo. Se querem as riquezas da Amazônia teriam que entrar lá. E acredito que temos um dos melhores exércitos de combate na selva do mundo. Eles não ousariam bombardear a Amazônia pois iria contra o “propósito” deles.
Nem deveríamos combatê-los no local da simulação. O combate deveria ser direcionado para o Amazonas.

Paulo

E como ocorreria este… ‘direcionamento’?

Carlos Eduardo Broglio Gasperin

Além do que cairiamos no colo da China ou da Rússia.

dirceu

No Vietnã a densidade populacional era muiiiiiito maior que na Amazonia e eles tinham a China ali do lado junto com a Russia para ajudar e forncecer equipamento militar. Aqui não teriamos chance alguma a não ser com MUITOS Gripens e subamrinos, de preferencia à propulsão nuclear. Marinha e Força Aérea acertaram em cheio. Pela primeira vez em 100 anos o Brasil encara a realidade de frente: NOSSOS MAIORES INIMIGOS HOJE SÃO OS EUA!!!

Leandro

Sensor IR e drones…as tropas colocariam os pés quando estivesse terminado já…

Caerthal

Qualquer potência agressora deve saber que haverá reação. Simples assim.

Paulo

Sem dúvida.

E qual seria?

joão Fernando

EDP – estratégia da derrota prévia. Ou tática do mato ou morro. Ou se corre pro mato, ou se corre pro morro.

Leonardo

Kkkkkkkkkk me ganhou nessa

marcus

O BoçalNaro iria bater continência para bandeira americana e entregar o país.

Slow

Kkkkkkkkk melhor comentário o bobo da corte acha que os Eua é amigo de alguem kkkkkkkkkk

jodreski

O problema não é a gente perder uma guerra contra uma potência militar, isso já é esperado, o problema é que nossa realidade bélica transforma qualquer agressão de uma potência militar em um exercício armado para eles, e nada mais. . Nós não somos uma potência militar, isso é um fato, e é normal perdermos um conflito militar para qualquer uma delas, mas no mínimo nossa derrota deveria custar caro, hoje ela é praticamente de graça devido aos grandes brigadeiros, almirantes e generais que temos. Nossas forças são uma piada, só serve para o cenário sul americano e nada mais.… Read more »

Caerthal

Os países dispõe de distintas capacidades militares. O nosso papel é tornar demasiadamente caro uma aventura militar de uma potência agressora.

José Carlos David

O problema é que nem isso temos condições de fazer!

Edison Castro Durval

Se o nosso objetivo é tornar cara uma aventura militar contra nós, então estamos falhando miseravelmente!

Marcelo Andrade

Acho que vocçe devia estudar melhor as nossas capacidades! Estudar os Projetos que estão saindo, Sabe quantos Oficiais Generais n´so temos? Menos que os Deputados e Senadores!!

MCruel

Temos muitos Oficiais Generais e muitos deputados e senadores.

Alexandre

Amigo mesmo assim ainda é muito pouco

Leandro

Concordo plenamente

Alexandre

Concordo meu nobre , mas se a gente tivesse o mínimo para se defender de forma satisfatória , onde uma derrota para uma superpotência causaria grandes perdas a essa nação que resolvesse nos atacar acho que os caras pensariam duas vezes , olha o exemplo do Irã não é um “gato morto” tem uma força armada de respeito , mesmo os EUA classificando eles como o eixo do mal , pensam duas vezes em atacar , a Coreia do Norte também eles sabem que o gordinho tem umas armas nucleares , mesmo a se China fechar os olhos e não… Read more »

Paulo V S Maffi

Se eu fosse a MB, nesse caso, reativaria o opalão para gerar uma cortina de poluição e assim desorientar a FT inimiga. Hauahaua

Edison Castro Durval

Precisamente é esse o meu entendimento dos logs da batalha!

SPQR

O pior de tudo é saber que, se fosse um combate real, depois da guerra os americanos iam se reunir pra entender como podem ter perdido 4 F-18 contra o Brasil. Criariam procedimentos, instruções, pra que isso jamais acontecesse de novo. E nós continuaríamos na mesma. Eu trabalhei em empresa privada brasileira nos anos 90 e americana recentemente. Na brasileira, acidente era tratado como fatalidade, e no máximo corrigiam algo extremamente absurdo. Na americana, um acidente, por mais simples que fosse e mesmo que não causasse mortes, gerava uma comissão de investigações. Em poucos meses, recebíamos um calhamaço de instruções… Read more »

Karlyson

Simples, perdemos quase toda nossa força aérea e a marinha está toda no fundo do mar!!

Marcos Cooper

o que não é nada difícil…

Emerson

Em “uma hora”!!!!!

Cerberosph

Durou foi muito, na realidade seria uma chuva de Tomahawk que acabaria com toda a infraestrutura em menos de30 minutos.

Slow

Unica chance seria A Russia e a China porem o boçalnaro fica arrumando intrigas com a China por causa do Trump .

leonidas

Discordo, acho que suas colocações só seriam razoáveis se tivéssemos uma força aérea e uma marinha para ser destruída… rs

ednardo curisco

A derrota já temos.

Vamos agora atrás do vexame

Wilson França

A melhor estratégia que poderíamos adotar seria mandar os navios para um porto amigo e esconder os aviões em algum outro país. Na Venezuela talvez.

SPQR

Pra que?

Paulo

Não perder nenhum equipamento?

Luis

Esse hipotetico enfrentamento é semelhante ao que os índios armados de arcos e flechas tiveram com os portugueses em 1500.

Marcelo M

De jeito nenhum. Os índios em 1500 tinham muito mais chances. Estavam numericamente superiores, mas de modo geral escolheram por não lutar no momento da invasão. E quanto lutaram fizeram muitos estragos. Só lembrar da conquista da Baía de Guanabara. Se não fosse alinhados aos índios, os portugueses seguramente teriam sido expulsos.

Farias

De fato a diferença tecnológica entre os portugueses apesar de grande não conferia uma vantagem tão grande quanto muitos pensam. Na colonização da América os europeus deram sorte de terem doenças que os nativos não conheciam até então, e para as quais seus corpos não estavam preparados. Uma grande parcela da população do império Inca por exemplo morreu de doenças trazidas pelos europeus, antes mesmo de entrarem em contato com os espanhóis. Se não fosse por essa vantagem eles precisariam de muito mais desenvolvimento tecnológico pra conseguir conquistar o continente, tal como ocorreu com a África que só foi efetivamente… Read more »

Luis

Discordo. No primeiro momento os portugueses não sabiam a quantidade de índios e não vieram com força militar. Se eles quiserem dizimar os índios o teriam feito facilmente. 500 índios não são páreos pra 50 portugueses armados.

Edison Castro Durval

Depende essa sua guerra e em Lisboa ou no meio da floresta tropical??? Você acha que os portugueses ficaram no litoral porque gostavam de praia ou porque sabiam que podiam ser mortos pelos Bugres?

Sossego

Meu amigo, ja foi dito por historiadores recentemente… Portugueses armados com armas de 1500. Da um tiro e são 5 minutos pra recarregar, socar polvora no cano manualmente, por a bala. Não teriam conquistado o Brasil com a tecnologia de 1500 por estarem armados. Foram diversos outros fatores que favoreceram o inicio da colonização portuguesa.

Rui chapéu

O que importa é que no final da guerra os almirantes e brigadeiros vão continuar comendo lagosta e jamais vão pensar em reduzir o quadro pra pensar em comprar armas.

sj1

E os traidores (imprensa, cientistas, intelectuais e outros quislings) quando o bicho pegar, já vão estar a caminho do exterior para escapar da forca.

Last edited 7 meses atrás by sj1
Paulo

Hahaha.

Ufanismo nacionalista em excesso.

ednardo curisco

Machos para matar civil? é isso?

sj1

Todos países invadidos no passado fizeram isso, a própria populaçao pega os traidores, vai estudar. Se acontecer de o inimigo um dia pisar por aqui certamente que a história se repetirá.

joão Fernando

Calma que os brasileiros aprendem inglês rapidamente e adoram o dólar. É uma relação ganha ganha. E nos livramos do ocupante do planalto

Fernando

Eu vi um filme uma vez sobre a guerra do Vietnã, embora o filme se passasse no Laos, e havia um general do Exército do Laos que ganhava uma fortuna com o tráfico de ópio. A CIA fazia vista grossa para as atrocidades desse general em troca de operar no Laos. No fim da guerra esse general acaba ganhando asilo nos EUA e acaba como dono de um hotel na Flórida (trívia: Que filme é esse?). Infelizmente a figura do nosso alto escalão se parece muito mais com a desse general do que com um militar que defenderia sua pátria.… Read more »

marcus

Com certeza é isso que vai acontecer. Muitos oficiais de alta patente vão se aliar ao inimigo.

GFC_RJ

Trívia: Air America. Mel Gibson, Robert Downey Jr e Nancy Travis.

Fernando

We have a winner!

Allan Lemos

Na verdade, eles serão os primeiros a se render.

sj1

Alguns fogem antes, e os que ficam acabam na forca, esse cenário sempre aconteceu em outras guerras de países invadidos.(isso antes do inimigo se apossar da terra).

leonidas

Na minha opinião, se houvesse uma agressão externa, depois ( e se for possível) de termos conseguido reprimir a ação hostil. O governo que assumisse o controle deveria pegar todos os oficiais de alto escalão das 3 armas e todo (mesmo os velhos) políticos que exerceram função de comando executivo federal, condenar por alta traição e executar todo mundo em praça pública. Pois manter forças armadas como temos atualmente é simplesmente condenar todo e qualquer militar a morte certa em caso de conflito. Como em 82 onde a ação do comando militar argentino foi simplesmente um HOMICIDIO PREMEDITADO contra os… Read more »

Allan Lemos

Concordo.

wilson

Durariamos um pouco mais de 1 hora!

Mensageiro

Na operação pólvora as força armadas do Brasil viram pó. O cara é ex militar e fala uma mer*# daquela.

Junior

A nossa sorte é que nem os americanos levaram aquilo a sério, eles conhecem muito bem a situação que se encontra as nossas forças, décadas de sucateamento e falta de investimento

pangloss

Mensageiro, dizer que o Presidente da República é ex-militar é simplificar bastante. O sujeito era completamente indisciplinado, a ponto de ser expulso do EB quando ainda era capitão. A partir daí, tornou-se uma espécie de sindicalista da classe, durante toda a sua vida parlamentar. Passou o tempo todo repetindo as mesmas palavras de ordem, e assim passaram-se 28 anos, ou sete mandatos, sem que ele amadurecesse qualquer ponto de vista. Era um capitão insubordinado, e assim permaneceu. Não evoluiu em conhecimentos de doutrina, não passou a refletir em termos mais abrangentes o emprego da força militar, nada. É como um… Read more »

Fernando

Expulso por motim diga-se de passagem. Poucas coisas são mais desonrosas.
O motim foi para defender os subalternos? Ele tinha um comandante tirano? Não, só queria aumento de salário mesmo.

marcus

Resumindo, BoçalNaro é um vagabundo, que está moendo o filme das forças armadas, porque o filme já está queimado desde do golpe de 1964.

Paulo V S Maffi

Só uma correção, ela ainda era tenente… Isso mesmo, tenente… O bicho era tão inapto que não conseguiu nenhuma promoção enquanto esteve como oficial da ativa, só alçou o posto de capitão quando foi para a reserva, e ainda para não ser expulso! O vagabundão ruim de farda não estudava e não trabalhava, e ainda se aposentou antes dos 40… Não é uma beleza?! Essa é uma legítima jabuticaba.

ednardo curisco

A carreira dele explica muita coisa

Pablo Maroka

Resumo brasil perdeu tudo, US perde munição.

Silva

Que surra, meus amigos. Que surra!

Apesar de ser apenas “simulação”, nossos governantes e militares deveriam se envergonhar das atuais capacidades de defesa do nosso país.

Nível das FA americanas são únicas, maior marinha do mundo, mas me perguntou se uma eventual simulação desta com outros players menores, eventualmente a França, como seria o placar?

Silva

Genial esta ideia.

Apesar de conhecermos de perto nossas limitações e da força bélica americana, nos causa uma certa apreensão e até “medo” em ver resultados como este: todos nossos meios destruídos sem impactos significativos no agressor.

Matérias com estas simulações “demonstram”, em tese, o que pode de fato acontecer com nosso eterno sono em berço esplêndido. Mais uma vez, matéria sensacional.

sj1

Os equipamentos são aqueles que nunca iremos fazer: Bomba atomica, mísseis balísticos anti-navio, drones anti-navio de longo alcance etc. Meios reais de dissuasão. Ficaremos no fingimento como estamos desde sempre.

Edison Castro Durval

Armamento Nuclear e coisa para país sério. Construir bombas nucleares tem um custo de manutenção nada barato e ter a bomba e não ter como entregar é perda de dinheiro!

joão Fernando

Vamos entregar a bomba como, sedex?

Palpiteiro

Brahmos

Palpiteiro

Baseado no resultado, vai o palpite: acredito que seria melhor deixar os pilotos e marinheiros em terra.

A melhor opção seria:

Brahmos para atacar

S400 para defender

Maurício Veiga

Como ficaria está simulação se tivéssemos a nosso favor os 36 Gripe, as Tamandares e os demais Scorpenes?!?! Grato.

Paulo

5 F-18 abatidos.

João Augusto

HAHAHAHAHAHAHAHAHA (tô rindo mas de desespero).

Jean

jesus…

Palpiteiro

O palpite é que até serem entregues os adversários seriam F35 (mais modernos) assim como os mísseis e sensores do suposto oponente seriam ainda melhores.

Agnelo

Prezado Galante Seria interessante somente um parênteses na matéria. O Brasil não lutará contra uma potência militarmente superior em todas as capacidades. Enquanto a “guerra estiver sendo preparada”, a área da Amazônia a ser defendida terá sido muito muito bem estruturada, para uma guerra de resistência q custará muito, muito caro. Basta salientar, q o ambiente de selva permite uma capacidade de homiziar pessoal e material, além de infiltrar nela constantemente esses recursos, de forma extremamente mais segura do q as montanhas do Afeganistão ou o deserto do Iraque. Imagine o seguinte: a missão de cada uma das OM de… Read more »

Paulo

Eu não entendo porque insistem na tese de que a Amazônia seria o objetivo principal.

Parece óbvio que se o agressor fosse o EUA, haveria inicialmente um ataque maciço contra a infra-estrutura civil e militar para eliminar ou reduzir enormemente a capacidade de resposta e de esforço de guerra.

A Amazônia jamais seria totalmente ocupada militarmente por tropas devido ao tamanho da área e do tipo de terreno.

Fernando

A guerra sequer chegaria na Amazônia. Num primeiro momento eles cegariam o Brasil destruindo radares. Depois a infra-estrutura. Mas o objetivo central seria a decapitação. Uma vez assassinado o líder do governo, ou a oposição acabaria por assumir o poder ou teríamos um governo fantoche. Pode levar tudo para a Amazônia. vai ser ótimo para enferrujar e contaminar o solo.

Tadeu Mendes

Para que invadir a Amazonia, se com um ataque a infra-estrutura industrial em Sao Paulo e Rio de Janeiro, seria suficiente para uma capitulacao do Brasil. Fazendo uma comparacao com o Viet Nam, aquele pais era predominantemente agricultural. Os EUA cansaram de bombardear florestas. Nao exisitia alvo de valor estrategico. Os vietnamitas nao tinham nada a perder, a nao ser as vidas de seus compatriotas. Ja no caso do Brasil as consequencias seriam bem diferentes. Decadas de investimento em infra-estrutura, iriam virar escombros em poucas horas depois do ataque. Se lembram daquele fiasco entre Argentina e Inglaterra? A sorte dos… Read more »

joão Fernando

Qse levaram um couro na ilha iam tomar o continente?

Paulo

Quase perderam na ilha?

Onde posso verificar isto?

Andre

O canal do youtube Binkov’s Battlegrounds lançou hoje um vídeo onde ele analisa uma possível guerra entre Brasil e França, com o Brasil invadindo a Guiana Francesa e a França respondendo.

Muito interessante suas considerações.

Pode ser uma ideia para uma próxima simulação.

ADRIANO MADUREIRA

Nos anos 60 quando os franceses tentaram impor sua força aqui,acredito que nós teríamos capacidade de repelir os franceses e sua força naval,mas hoje não temos tal capacidade.

joão Fernando

Não, o Brasil daquela época não tinha.

Edison Castro Durval

Não tinha a capacidade, mas fez poker face e convenceu a França do contrário, acho que hoje não teríamos como blefar.

joão Fernando

Blefe, onde? Iamos blefar com o que?

ADRIANO MADUREIRA

“Quais equipamentos devemos comprar ou produzir para criar uma dissuasão efetiva: centenas de caças com mísseis antinavio, mísseis balísticos antinavio, mísseis de cruzeiro antinavio, mísseis hipersônicos antinavio etc”. Realmente Galante,precisamos disso e de muito mais…Misseis antinavio para nossas futuras aeronaves Gripen-E ou Gripen-M ou misseis antinavio baseados em terra e mar e mais misseis para nossos helicopteros lynx e caracal. ?ssl=1 Assim como a necessidade de adquirir ou criar mísseis balísticos antinavio para a nossa defesa,semelhante aos dos chineses,lógico que não precisa ser um monstrengo gigante como os deles,mas mais modesto. Mas não para aí ! de nada adiantar se… Read more »

Nick

Caro Galante não precisaria de muito não: 4 Álvaro Alberto com torpedos com nukes que pudessem pulverizar NYC. Ou mesmo uns 18 SS Riachuelo com baterias Lit-On também com torpedos com cargas nucleares. Pensariam umas 100x antes de mandar uma Task Force para cá.
Uma solução menos dramática, mas com menor poder de dissuadir seria os 18 Riachuelo sem Torpedos com nukes , mas com baterias Lit-On. Daria uma boa dor de cabeça para os almirantes americanos.
[]’s

Paulo

Sonhar não paga imposto.

Ainda.

Defensor da liberdade

Deixa Paulo Jegues saber disso.

Edison Castro Durval

Por que será que eu acho que se usássemos os 4 Álvaros nessa sua ideia de enfrentamento aos USA, teríamos um deserto radioativo onde hoje conhecemos como Brasil.

sj1

Esses torpedos detonariam submersos ? Se sim, o mar absorveria a maior parte da energia, lembre que a maioria das ogivas detona a uns 500m de altitude para maximizar o efeito.

Daniel

Enfrentar uma super potência em seu meio é irracional, é o mesmo, que enfrentar um tubarão em aguas profundas armado apenas com uma faca, é morte certa! teríamos que trazer esse tubarão para terra e ai sim ele seria uma presa factível de ser abatida, ninguém no planeta hoje em dia tem condições de enfrentar a US Navy em mar aberto e poucos países do mundo são capazes de contestar um ataque de seu componente aéreo. o que um pais do porte do Brasil poderia fazer contra um ataque de uma super potencia? os meios já foram dados pela história,… Read more »

Edison Castro Durval

Podia começar com a criação da doutrina do uso de mísseis anti navio nós nossos caças, a Argentina tinha poucos misses na Guerra das Malvinas e nos passados todos esses anos não temos nenhum.
A outra doutrina é o uso de mísseis a partir de submarinos, espero que essa doutrina seja desenvolvida pela Marinha com os scorpenes

Dalton

Muito injusto…para a US Navy. A marinha brasileira consegue mobilizar 4 fragatas e duas corvetas, dois terços dos combatentes de superfície ou escoltas cujo inventário é 9 unidades, 5 Niteroi, 2 Greenhalgh a Barroso e a Julio de Noronha e a US Navy só pode mobilizar 4 combatentes dos mais de 100 entre “grandes” e “pequenos”?
.
Assim não dá, assim não pode !!!

Samuel Castro

O Galante teve que dar uma (gigantesca) colher de chá para nós, pô! Queria que a humilhação fosse maior do que já foi?

Felipe Augusto Batista

Pra falar a verdade, se eles tivessem usado mais combatentes a humilhação teria sido menor, nós perdemos tudo que tinhamos e não abatemos nada, se eles tivessem usado 40 combatentes poderiamos dizer, não é vergonha, qualquer país perderia pra uma força destas, mas eles só precisaram de 4.

Joao Moita Jr

Batalha contra o USS Nimitz???
É só imaginar uma legião romana enfrentando uma força alienígena como aquela do “O Império Contra Ataca.”
Deixa pra lá.

Nilo

Da “Moita” 😂😂😂😂😂
Deixa pra lá ou “””Me angana que eu gosto””””

Joao Moita Jr

Hehe. Só que como vão as coisas, somos nós mesmo aqui encima que nos enfrentaremos…

Nilo

Da “Moita”
Tá Falando do Império Romano ou EUA 😂 😂 😂 😂 😂

Last edited 7 meses atrás by Nilo
Moriah

eu imaginei uma legião romana sem as tropas auxiliares contra uma força infinitamente menor e sem uma fortaleza como massada para resistir mais tempo

Vinicius Momesso

Tipo o filme “Cowboys vs Aliens”.

Dalton

Só como curiosidade mesmo, a foto da chamada da matéria e o vídeo não são recentes visto que se pode observar o EA-6B que foi substituído pelo EA-18G e também há um esquadrão a mais de “velhos” FA/18 Hornets enquanto que hoje como bem especificado na matéria há 3 esquadrões de Super Hornets e apenas um esquadrão de Hornets, esse
pertencendo aos fuzileiros navais que ainda deverá manter alguns até 2025.

Claudio

Uma chuva de mísseis balísticos (se tivéssemos) saturaria as defesas aa e afundaria o nimitz, e o ditado a melhor defesa é o ataque ?(ataque preventivo) Acho que o ponto vulnerável é o deslocamento deles pra cá,já que tudo está fazendo barulho , teriam um nível de ruído nos sonares então eu colocaria dois submarinos no caminho pra interceptar e afundar o porta aviões, obs: já afundamos porta aviões deles em exercícios
E se colocar gripens nessa simulação? Teria alguma diferença nos resultados?

Last edited 7 meses atrás by Claudio
Dalton

O “problema” que vejo na simulação é que não há como os EUA enviar um único de seus preciosos NAes tão fracamente escoltado ainda mais se as defesas forem muito melhoradas com mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro, etc
.
Primeiro eles enviariam a “USAF” para “amaciar” e muitos mísseis de cruzeiro lançados por navios e submarinos.
.
Diante de um quadro mais benigno aí sim, NAes poderiam aproximar-se mais e suas aeronaves poderiam beneficiar-se de decolar de uma distância mais próxima dos alvos.

Claudio

No mar e no ar eles ganham, mas em terra como seria?

Dalton

Talvez nem fosse necessário invadir Claudio. Muitas pessoas confundem o que ocorreu no Vietnã e transferem para uma situação hipotética aqui. . No Vietnã era difícil distinguir o inimigo do amigo e milhares de toneladas de bombas foram jogadas no mato , evitou-se uma escalada que poderia envolver mais diretamente a URSS e no início mesmo a China. . O Vietnã do Norte era patrocinado pela URSS e quando os EUA finalmente retiraram as últimas tropas em 1973, a URSS triplicou à ajuda enquanto os EUA cortaram à ajuda ao Vietnã do Sul. . Sem apoio externo e bombardeado pesadamente… Read more »

Agnelo

Prezado, não compare com o Vietnã. Compare com o Afeganistão e Iraque, só q em um terreno muito mais fácil pra quem resiste, muito mais difícil pra quem tenta ocupar, por um grupo muito mais bem preparado pra fazer o serviço. Eles atacariam nossa estrutura? De uma das maiores economias do mundo? Q não levantaria as armas contra eles? Não haveria resistência nenhuma a invasão, nenhuma. Por que destruir infraestruturas no pais? É uma guerra complexa, muito diferente do q se imagina. Pense no seguinte: vc consegue imaginar a quantidade de armas e drogas q entram/ passam pela Amazônia? É… Read more »

sj1

Ocupar a Amazônia é praticamente impossível, carros de combate não conseguem operar por lá, as poucas estradas e pontes podem facilmente ser destruídas por guerrilheiros/commandos, pistas de concreto tbm podem ser destruídas/danificadas, rios podem ser minados eu acredito, a área de floresta seria muito grande para eliminar a guerrilha pela aviação, etc. Isso não quer dizer que eu desacredite que eles um dia virão, pode ser que ocupem o litoral com as grandes cidades e as terras férteis do Cerrado, mas daí daria para montar guerrilhas para martelá-los a partir das florestas das bordas, além de incendiar as plantações etc,… Read more »

Luiz Antonio

Desculpe amigo, eles não precisariam destruir a infraestrutura do Brasil. Isso nós estamos fazendo há muito, muito tempo. Nos tornamos importadores de bens de consumo. Indústria de base, pesada e sucateada, Sistema de Geração de Energia literalmente “por um fio”, e por aí vai. E não adianta argumentar com ideologias, porque no Brasil tanto faz, contanto que esteja no poder é para predar mesmo.

leonidas

Em terra? Isso ai é um mito criado por gente ufanista Não há razão para colocar soldado em terra, eles primeiro devastam nossas forças e pedem gentilmente a colaboração do novo governo (que depois da derrota iria surgir). A colaboração com certeza (diante da ameaça de sermos mandados de volta a idade média) com destruição de nossa infra estrutura para energia, agua potável, combustível, e parque industrial que restou ira resolver cooperar com o agressor fornecendo o que eles precisam e mandando soldados brasileiros para prender brasileiros. Esse é o mundo real, não essas ideias de “temos o melhor soldado… Read more »

Last edited 7 meses atrás by leonidas
joão Fernando

Sensato.

Wagner

Muito bem colocado!