sábado, agosto 13, 2022

Saab Naval

Futuros oficiais participam de exercício de tiro na Aspirantex 2021

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O final de semana foi marcado por exercícios que permitiram aos Aspirantes conhecer o poder de fogo dos meios participantes da “Aspirantex/2021”. Distantes cerca de 200 milhas da costa, as Fragatas “Constituição” e “União”, a Corveta “Barroso”, o Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia” e o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico” foram organizados em formatura para praticar disparos sobre o killer tomato, um alvo flutuante de cor alaranjada e fácil visibilidade.

No NDM “Bahia”, os futuros Oficiais observaram o desempenho dos canhões de 4,5 polegadas, 40mm e 30mm de outros navios e realizaram disparos utilizando as metralhadoras de 20mm e .50 polegadas. O exercício também cumpriu a função de adestrar a tripulação, os atiradores e municiadores dos armamentos.

No NAM “Atlântico”, os futuros Oficiais realizaram disparos com a metralhadora .50 polegadas. De acordo com o Chefe do Departamento de Armamento do navio, Capitão de Corveta Nícolas, o exercício permitiu que os Aspirantes tivessem contato com a atividade-fim da Marinha. “É a oportunidade que eles têm de familiarização com a atividade da Armada e com os próprios armamentos em si. Sem dúvidas, os ajudarão a fazer a opção de Corpo”, declarou.

O Aspirante Plínio realizou disparos remotos no canhão de 30mm que compõe o armamento do NAM “Atlântico”. O futuro Oficial ficou surpreso com a potência e precisão do equipamento. “Já estou decidido a escolher o Corpo da Armada, mas não pensava em ser armamentista, porque não sabia como era a atividade. Agora, em contato com os equipamentos e informações, estou tentado a escolher essa Habilitação”, confessou.

FONTE: Marinha do Brasil

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Carvalho2008

Deve ser emocionante ao aspirante ter este primeiro contato

AntonioCV

Não tem balaclava para o Aspirante?

Eduardo

Um navio do porte do Atlântico com .50, sério isso? Não tem CIWS?

Fernando XO

Prezado Eduardo, a .50 é aplicada contra ameaças assimétricas quando navegando em águas restritas…… se você tiver acesso a fotos de meios navais de outras Marinhas, verá a mesma metralhadora… abraço…

Dalton

Acrescento ao comentário do XO que mesmo os NAes da US Navy são equipados com algumas “.50” para “ameaças assimétricas” como ele corretamente citou.

Eduardo

Obrigado, mas ainda fica a dúvida. Qual a defesa do Atlântico?

Dalton

Eduardo…a principal defesa do “Ocean” como você sabe eram os 3 “Phalanx” que convenhamos não garantiria muita coisa em um ambiente demasiado hostil. . Não que ache desnecessário melhorar a defesa do “Atlântico”, apenas não é prioritário diante do que se espera dele e também onde normalmente irá operar diferente do “Ocean” que navegou em águas potencialmente mais perigosas. . Por enquanto apenas armamento defensivo contra ameaças assimétricas na forma de “.50” são embarcadas e um navio específico para escolta seria conveniente assim como também teria sido para o “Ocean” no caso de uma missão onde o grau de percepção… Read more »

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