terça-feira, setembro 28, 2021

Saab Naval

Avistada mancha de óleo em área onde submarino indonésio desapareceu

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

JAKARTA – A equipe de busca busca pelo submarino KRI Nanggala (402) da Indonésia  encontrou um vazamento de óleo na área que se acredita ser o local do naufrágio. O óleo é fortemente suspeito de ter vindo do submarino, segundo o jornal local Kompas.

O Serviço de Informação da Marinha da Indonésia informou, por meio do almirante Julius Widjojono, que o KRI Nanggala perdeu o contato e não pode ser contactado por volta das 3h da manhã. Naquele momento, o submarino havia obtido autorização de mergulho mais profundo para realizar exercícios de disparo de torpedo no Mar de Bali, a cerca de 95 km (51 milhas náuticas) ao norte de Bali, uma área onde a água tem cerca de 700 metros (2.300 pés) de profundidade.

Em seguida, uma busca foi realizada com o envio de elementos da força-tarefa, a saber as fragatas SIGMA 10514 KRI Raden Eddy Martadinata, KRI I Gusti Ngurah Rai e a corveta SIGMA 9113 KRI Diponegoro usando sonar ativo em torno do local de mergulho do submarino. No entanto, a busca não detectou a presença do submarino.

Fragata SIGMA KRI Raden Eddy Martadinata

Às 7h da manhã, uma busca aérea de helicóptero foi realizada e um derramamento de óleo foi encontrado em torno da posição de mergulho do submarino.

Por volta das 14h00, partiu de Jacarta o KRI Rigel, que é um navio de levantamento hidrográfico, e também o caça-minas KRI Rengat. Além disso, foi enviado um pedido de socorro à Ismerlo (International Submarine Escape and Rescue Leaison Office), ao qual a Marinha de Singapura e a Marinha Australiana responderam.

Foi relatado que o navio de resgate e apoio a submarinos da Marinha da República de Singapura (SSRV) MV Swift Rescue foi enviado ao Mar de Bali.

A partir de uma análise provisória, segundo o almirante Julius, é possível que, quando o submarino estava mergulhando, tenha ocorrido um blecaute de modo que o navio ficou fora de controle e não pôde realizar procedimentos de emergência. Como resultado, o submarino desceu a uma profundidade de cerca de 600-700 metros.

Além disso, a partir da constatação de um derramamento de óleo ao redor da área de naufrágio, a possibilidade de dano ao tanque de óleo combustível devido à pressão da água do mar.

O submarino KRI Nanggala (402) da classe Type 209/1300 começou a ser construído na Alemanha em 1978 e entrou em serviço na Marinha da Indonésia em 1981.

O submarino desapareceu com 53 militares a bordo.

O MV Swift Rescue da Marinha de Singapura deixou a sua base e deve chegar ao local do sinistro do submarino em cerca de 67 horas

NOTA DO EDITOR: Na tela abaixo capturada de um cenário que criamos no simulador Command Modern Operations, o KRI Nanggala (402) em uma área onde a profundidade é de 2.350 pés (716 metros), na distância aproximada de Bali indicada pela Marinha da Indonésia. A profundidade máxima de operação do Type 209/1300 é de 787 pés ou 240 metros.

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Paulo

Triste acidente

Jodreski

Infelizmente a chance de resgatá-los com vida é pífia. Acidentes com submarinos geralmente tem desfechos tristes. Deixo aqui minha esperança de eu estar errado. Acredito que outras Marinhas responderão ao pedido de ajuda em breve assim como foi feito com o sinistro do submarino argentino.

Cleber

Na torcida q consigam resgatar a tripulacao .

DOUGLAS TARGINO

Já era amigo, essa embarcação não aguenta essa profundidade e se aguentasse, iriam morrer todos sem oxigênio e fome… Infelizmente a realidade dói.

Jefferson

Trocando de assunto, com o devido respeito ao acidente. Bela imagem da sigma. Eu gosto das sigma, acho que devíamos ter optado pela construção de umas 8 sigma relativamente armadas e com uma tonelagem de 2500-3000. Construídas no BR com o máximo de nacionalização. Depois disso, comitantemente, comprar 4 FREMM feitos na Itália, essas muito bem armadas. Teríamos 8 excelentes corvetas de ataque e 4 fragatas pesadas de excelência. Isso tudo com 8 fornecedores distintos (o que é um aprendizado) Isso talvez dentro de um lapso temporal de 1 década (bem antes das tamandare). Abraço e torço para que os… Read more »

Jodreski

Amigo as decisões já foram tomadas, não adianta agora ficar debatendo o que podia ou não podia ser feito. A minha torcida é para que as 4 Tamandarés sejam construídas e entregues (sem redução de quantidade) e se ocorrer atraso no cronograma que ele seja o menor possível. Outra assunto de suma importância à MB é o estado do S-40 do qual mal temos pouquíssimas informações, como sempre a MB retém informações e desconhecemos a dimensão dos danos sofridos e o quanto será necessário gastar para torná-lo operacional, isso se for possível é claro. Nossa verba é curta pq a… Read more »

Ivan

Jefferson, assino embaixo!
Brasil teria boas corvetas bem armadas e navios fragatas de respeito dentro de um espaço razoável de tempo.

Spitfire

Complicado…. mancha de óleo, significa que houve perda excessiva “do lubrificante devido a dano no tanque de óleo combustível devido a pressão do mar”… tanque implodiu, significando consequentemente que, entrou agua no submarino e ai a reação em cadeia…vai pro fundo, só desce, não sobe mais, infelizmente….

Spitfire

obrigado pela correção amigo!! tudo indica mesmo que resta poucas esperanças!!!

Last edited 5 meses atrás by Spitfire
Spitfire

Amigo estou assistindo agora uma live no canal arte da guerra com especialista francisco novellino, e ele acabou de informar que o IKL é tudo numa coisa só, alagou tanque significa alagou o submarino….esta passando agora…canal arte da guerra no tube

Spitfire

Aprendendo muito contigo e com todos os amigos aqui do canal!!!

Last edited 5 meses atrás by Spitfire
Spitfire

Isolamento que vc menciona seria aquelas portas de vedações entre seções??? Sendo tudo uma coisa só fica complicado até manter o comando e hierarquia em uma situação de entrada de agua no submarino nessas condições…. não teria o que fazer…ai o desespero supera a hierarquia, não tem nem como seguir qualquer procedimento de emergência nestas condições, infelizmente!!!

Last edited 5 meses atrás by Spitfire
João Adaime

Prezado Mk48
Hoje aprendi mais uma (Poder Naval também é cultura). Não sabia que estes tanques eram externos. Em vista disso, o “charuto” ´pode ir mais fundo do que estes tanques. Você saberia a diferença?
Em teoria, o submarino poderia ser manobrado usando as baterias, mas como subir sem os tanques de lastro? E também considerando que hélice e leme estejam intactos.
São apenas perguntas de um “marinheiro” de canoa em tanque de pesque pague.
Abraço

JT8D

João, apenas complementando a resposta do Mk48: O problema sempre é o casco de pressão, porque nele a pressão interna é a pressão atmosférica, para a sobrevivência da tripulação, obviamente. Então existe uma grande diferença de pressão atuando sobre o casco de pressão, o que tende fazê-lo implodir a grandes profundidades. Os tanques de lastro e de óleo podem ser mantidos com sua pressão equalizada com a pressão externa, então eles praticamente não tem limite de profundidade. Mas como esses tanques estão fixados ao casco de pressão, se este implodir os outros tanques também se romperão, daí o vazamento de… Read more »

Last edited 5 meses atrás by JT8D
João Adaime

Caro JT8D
Obrigado. Fiz um comentário acima para você e para o MK48.
Abraço

Jodreski

Ou seja, se essa mancha de óleo for mesmo do submarino, infelizmente os submarinistas guardarão a embarcação do resto da eternidade. Triste hein?

Alex Barreto Cypriano

Adendo? JT8D contradisse a asneira que você falou sobre os tanques de lastro e combustível. Não é elegante agradecer minorando a contribuição de retificadora pra aditiva. Enfim…

camargoer

Caro Alex. Eu li os comentários do JT8D edo Mk48, e parecem complementares para mim. Há um documentário antigo sobre submarinos que apresenta de forma didática toda esta questão de pressão interna e pressão interna do casco de pressão, dos tanques de lastro e dos tanques de combustível.

Alex Barreto Cypriano

Mestre Camargoer, grato pelo excelente documentário, mas um sub é diferente de outro. Os subs da IIGM são diferentes dos IKL 209: todo o midbody do 209 é exposto (não é circundado por tanques) casco simples. Tem um monte de tanques dentro do casco de pressão, de combustível e lastros (auxiliares, independentes dos tanques principais exteriores) inclusive. Só olhar os desenhos na matéria aqui do PN de 2008 que citei em outro comentário.

Last edited 5 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Camargoer

Olá Alex. Concordo com você que um submarino hoje seria muito diferente de um usado na segunda guerra ou no período da guerra fria. Contudo alguns problemas permanecem iguais, como a necessidade de preencher o tanques de combustível com lastro enquanto o combustível vai sendo consumido, algo que parece ser o tema da discussão.

Flanker

Concordo com tudo, exceto pela questão da pressão dentro dos tanques de combustível poder ser equalizada com a pressão externa. Como é feita essa equalização?

JT8D

Flanker, os tanques de óleo tem válvulas em sua parte inferior que deixam entrar água do mar e vão preenchendo o tanque na medida em que o óleo, na parte superior, é consumido

Flanker

Bah….vivendo e aprendendo. E eles contam apenas com a diferença de densidade entre água e óleo para separar os mesmos, ou há uma barreira física entre água e óleo, que se movimenta conforme o óleo sai e a água entra nos tanques?

camargoer

Olá Flanker. Óleo e água são imiscíveis. O fato do óleo ser menos denso que a água faz com que o óleo flutue sobre a água, mas o que os impede de se misturarem é o tipo de interação entre as moléculas. As moléculas de água são polares e formam ligações de hidrogênio, enquanto que as moléculas de óleo são apolares e possuem apenas interações de Van der Waals. Assim não precisa existir uma barreira física entre as duas fases. O maior risco é a bomba de combustivel aspirar água quando o combustível estiver acabando, mas creio que exista um… Read more »

Flanker

Camargoer, sobre as diferenças de densidade e da imiscibilidade resultante, bem como as ligações entre moléculas polares e apolares, ou a não-ligação entre elas, eu sei….sou farmacêutico, hehehehe….mas, a minha dúvida é exatamente sobre a parte final do teu cometário, como fazer, para evitar que o motor acabe recebendo água ao invés de combustível. Araço.

JT8D

Olá Flanker, o prof. Camargo já respondeu sua pergunta. De fato, o melhor desse blog é aprendermos uns com os outros.
Abraço

Flanker

Opa, JT…..eu só fiquei com a dúvida sobre o procedimento na parte final do combustível…..o risco de aspirar água ao invés de combustível. Mas, é bom mesmo trocarmos conhecimentos e experiências. Abraço.

João Adaime

Amigos Mk48 e JT8D
Obrigado pela aula. Vivendo e aprendendo.
Nunca entrei num submarino. Uma vez tentei no porto de Itajaí-SC, mas a fila era imensa e não andava que acabei desistindo. Como já faz uns 30 anos isso, não lembro mais qual submarino era.
Abraços

Paulo Sollo

Entrei num deste quando era adolescente e o espaço interno é minúsculo, com um estreito e curto corredor central abarrotado de coisas ao redor, como canos, válvulas, registros, quadros de energia, etc.
Realmente tem que ter nervos de aço para servir a bordo dum artefato deste.

Ted

Também entrei para consertar um leitor de microfilmes. Sacos de batatas sendo conduzido pelo corredor minúsculo. O comandante tem um cofre na cabine onde executa as dívidas qdo em deslocamento fora do Brasil. Obs. Diversa moedas

2Hard4U

Se algum dia vier ao Rio de Janeiro existe um submarino classe Tonelero, descomissionado e aberto a visitação pública.

Sincero Brasileiro da Silva

Moral da história: Submarino velho tem que ir para o “ferro velho” e não para o mar! É arriscado demais! E mudando de assunto, o poderoso Patriot falhou outra vez, ou o S200 não é tão ultrapassado como pintam?https://www.jpost.com/arab-israeli-conflict/aiming-at-dimona-did-the-syrian-regime-purposely-target-israel-666006

Ted

Dois subs de construção alemã pro fundo em curto espaço de tempo. Os dois com mais de trinta anos

Veiga 104

Boa tarde a todos. Quem tem conhecimento técnico pode me esclarecer como em uma área tão ” pequena ” um submarino pode ” desaparecer ? Afinal o treinamento era monitorado né ?

JuggerBR

Fora que tem correntes marinhas que certamente tiram o submarino do local original do acidente.

Veiga 104

Muito obrigado.

Joao Moita Jr

RIP, sailors. 😢

Last edited 5 meses atrás by Joao Moita Jr
Nilo

A juntar-se a buscar o SAR 229 da Marinha da Indonésia.

sar229indonesia.png
Spitfire

análise com especialistas no canal arte da guerra… aos que puderem assistir vale a pena!!!

Nilo

Excelente explanação do Comandante Francisco Novellino.
Informa sobre o site Poder Marítimo e Defesa Nacional (Atualmente 400 cadastrados entre civis e militares). Inscrição aberta de especialista civil e militar (se empresa ou interessado), conhecimento diverso multifacetado para consulta e análise (principalmente defesa nacional e poder naval).
Tem como iniciativa de Instrumentalização do Congresso Nacional para discussão da política de defesa nacional.
Empreendendo esforço de desvincular a Comissão de Defesa Nacional da Comissão de Relações Exteriores, com isso, criar portanto na Câmera de Deputados Federal e no Senado Federal uma Comissão de Defesa Nacional.
https://www.maredefesa.com.br/post/todos-os-ventos-s%C3%A3o-favor%C3%A1veis

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Esteves

Excelente.

ednardo curisco

Show

Spitfire

A idade do submarino pode influenciar em acidentes, isso não quer dizer que é o caso em questão, mas conforme explicação de especialista isso favorece a adaptações ao longo do tempo para manter o meio operando… não tem jeito… falta linha de suprimento e ai tem que dar um jeito…. isso me faz pensar sabe, se de fato devemos manter nossos IKLs operacionais!!! Penso nos nossos submarinistas e no risco que acabam sendo submetidos!!! Realmente deveríamos repassar a outras nações interessadas nossos cansados submarinos, com exceção ao Tikuna, mais moderno dentre os IKLs.

Alang

É bom o Brasil abrir o olho com esses nossos IKLs, não são os primeiros que tem problemas desse tipo e com a atual crise nas FFAAs qualquer desleixo com a manutenção acaba nisso.

Alex Barreto Cypriano

Gosto de comparar fontes, mas tenho preguiça e não ganho pra isso. Em 2008, o PN disse que os subs IKL-209 indonésios eram 1200. Confira aqui:
https://www.naval.com.br/blog/2008/12/15/100-anos-de-submarinos-alemaes-parte-3/
Não que eu duvide que o sinistrado seja um IKL-1300, mas o desencontro de info chateia. Preciso parar de comparar…

Last edited 5 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Nilo

 IKL 209-1300 – 1395 toneladas. 👍

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Carlos Bonifácio

Navio show essa de RESCATE da MARINHA de Singapura e deve ser equipado com tecnologia de ponto,o mini submarino já diz por si mesmo
Bora trazer esses homens a salvos a suas famílias

Cleber

Senhores ! Talvez depois desse ” infeliz acidente ” a Indonesia nao repense sua frota de Submarinos ? O q acham ? Sera q os nossos da classe Riachuelo, tem chances de serem encomendados ?

camargoer

Olá Cleber. Acho que não é momento para avaliar esse tipo de oportunidade. Ainda torcendo pelo resgate da tripulação (mesmo considerando que as chances estão diminuindo com o passar do tempo) imagino que a marinha da Indonésia irá investigar o acidente para determinar as causas. Nada vai acontecer antes disso.

Willber Rodrigues

Lembro que, na época do acidente com o ARA San Juan, o PN fez uma matéria sobre salvamento de submarinos.
Na AL, de todos os países que operam subs ( Peru, Chile, Argentina, Brasil, Colombia e Venezuela ), só o Brasil tem navios dedicados a isso.
Não sei se o Canadá tambem tem essa capacidade. Caso não tenha, de todas as Américas, só o Brasil e EUA teriam meios dedicados a salvamento submarino.

Willber Rodrigues

É o ideal? Não.
Mas é melhor ter isso, do que não ter nada, como o resto das Marinhas da AL.

Barak MX para o Brasil

A Indonésia que estava avaliando comprar o quarto submarino brasileiro da ICN.

Jagdverband#44

RIP Sailors.

Last edited 5 meses atrás by Jagdverband#44
Burgos

A Corveta Diponegoro operou na UNIFIL III , eu estava lá na F 42, essas Sigmas tem um visual bem moderno diga-se de passagem.
Olá a todos !!!

Esteves

Pai Jesus.

O sujeito criou outro nick para falar com ele mesmo. Dele pra ele com ele.

Eita internet.

Varlei Disiuta

Triste e lamentável cenário de perdas de vidas preciosas!

Alison

OLha so a Fragata deles bicho…

Nilo

A Corrida agora é contra o tempo, a Indonésia tem cerca de 72 horas para resgatar 53 tripulantes antes que eles fiquem sem oxigênio. Como ele perdeu contato às 3 da manhã (fuso horário da Indonésia) de ontem [quarta-feira], o fornecimento de oxigênio deve durar até sábado, às 3 da manhã ”.
Seis navios de guerra, um helicóptero e 400 pessoas, 2 navios de socorro, estão envolvidos na busca, mas este número deve aumentar mais paises estão oferecendo ajuda.

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Nilo

Almirante Yudo Margono da Marinha Indonésia em uma entrevista coletiva em Jacarta, diz: sonar detectaram um objeto magnético subaquático a uma profundidade de 50 a 100 metros (164 a 328 pés), mas não puderam determinar o que era. O KRI Rigel está sendo trazido para observar melhor o objeto não identificado, usando uma eco-sondagem multifeixe. Yudo disse que uma mancha de óleo encontrada em vários locais pode ser de um vazamento no tanque de combustível, o que pode ter causado uma queda de energia a bordo do submarino, mas insistiu que o Nanggala-402 estava em boas condições, pronto para o combate,… Read more »

Last edited 5 meses atrás by Nilo
Nilo

Porta-voz do Pentágono, John Kirby, quinta-feira (22 de abril), disse que o Departamento de Defesa dos EUA ficou “profundamente entristecido” com a notícia da perda do submarino KRI Nanggala 402, “a convite do governo indonésio, estamos enviando meios aerotransportados para ajudar na busca pelo submarino desaparecido, vamos nos juntar a um amplo esforço de busca”. O presidente da Indonésia, Joko Widodo, acelerou a busca, disse: “Ordenei ao chefe militar, ao Comando da Marinha, que enviem todas as forças e os melhores esforços para encontrar e resgatar a tripulação do submarino, as águas na área são mais rasas do que em… Read more »

Nilo

Ridzwan Rahmat, principal analista de defesa da Janes, disse: que o KRI Nanggala-402 é um navio muito antigo, estava sobrecarregado quando embarcou em um exercício militar, o submarino não tem assento de resgate o ciclo de vida típico de um submarino naval é de apenas 30 a 35 anos, tudo isso colabora para o ocorrido e dificulta o resgate. Frank Owen, secretário do Submarine Institute of Australia disse: “A maioria dos sistemas de resgate são realmente avaliados para apenas cerca de 600 metros (1.970 pés)”, portanto, eles podem sobreviver nessa profundidade, mas não necessariamente operar, Ele acrescentou que o submarino… Read more »

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