sexta-feira, setembro 24, 2021

Saab Naval

IAI e Thales se unem para oferecer o míssil antinavio Sea Serpent à Royal Navy

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Israel Aerospace Industries (IAI) se associou à Thales, sediada no Reino Unido, para oferecer o sistema de armas antinavio/anti-superfície guiado Sea Serpent como uma solução militar de baixo risco ao Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD), para atender aos requisitos da Interim Surface-to-Surface Guided Weapon (I-SSGW) lançada de navio.

O I-SSGW se destina a equipar várias fragatas Type 23 da Royal Navy para preencher a lacuna de capacidade após a retirada do sistema GWS 60 Harpoon Block 1C atual do serviço a partir do final de 2023.

O Sea Serpent é baseado na última variante do sistema de armas Gabriel V, que está planejada para integração nas três corvetas Saar 5 da Marinha de Israel e quatro novas corvetas Classe Saar 6.

Segundo o fabricante, o Sea Serpent foi desenvolvido em paralelo com sistemas semelhantes em serviço com a Marinha de Israel e foi selecionado para fornecer capacidades de ataque poderosas para o programa SSM2020 da Finlândia.

O míssil oferece uma capacidade antinavio e de ataque terrestre a distâncias significativamente superiores a 200 km.

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Wellington R. Soares

Falando em míssil antinavio, alguma novidade do MANSUP ?

Joao Moita Jr

O Brasil precisa de emergência de um programa acelerado de aquisição de tecnologia de defesa de ponta. Nesse mundo cada vez mais destabilizado, um país como o Brasil praticamente caduco e capenga belicamente vira um prato muito apetitoso.

PedroG

Creio que isso deva ser feito após enxugar todo esse efetivo desnecessário, junto com uma melhor redistribuição do orçamento e outras reformas. Porém estamos no Brasil, falar é fácil, fazer é quase impossível.

Wellington R. Soares

Realmente, falar é fácil, mas fazer alguma coisa aqui é complicado. Muito burocrático, tem que agradar esse e aquele, enfim, a velha política nacional.
Ainda mais se tratando de defesa, quando é anunciado algum investimento já vem títulos da Globo, folha, Veja: Governo irá investir X R$ ao invés de educação e saúde.
O governo e a maioria da população ainda não entenderam o quão lucrativo e promissor é a indústria da defesa. Se levado a sério se torna um setor estratégico, como já é para várias nações.

Jagdverband#44

João, teu comentário é muito sensato.
No entanto, o modus operandis, também conhecido por status quo, não deixa nada disso acontecer.
Infelizmente a saída é pelo terminal de embarque internacional de qualquer aeroporto.

Saldanha da Gama

Onde assino 2!!!!!!!!!

Carlos Gallani

Pelo silêncio, subiu no telhado!!!

Arrais Amador

Quando um país tem no seu Congresso uma coisa apelidada de “bancada da China”, que exige a saída de ministros que não atendam aos interesses da China, é difícil que esse país consiga desenvolver sua indústria nacional, pois qualquer desenvolvimento local afeta os bilionários lucros dos importadores. Espantosamente nem a vacina nacional é incentivada, pois já há um trilionário lobby de importadores, com contratos já pré fechados, pressionando pela importação. Diante disso, imagina se a indústria bélica terá alguma chance por aqui… Triste fim devum país sem futuro e dominado pelo medo.

carvalho2008

O Brasil parece a China do seculo 19…..

Pedro Bó

Devíamos ir lá e oferecer o MANSUP à RN!

PS: Contém ironia.

José Luiz

O programa de um míssil antinavio nacional para um país com um litoral imenso como o Brasil é de suma importância estratégica. Comparável a tecnologia de fundir canhões da época da navegação a vela. Agora o mansup teve um erro de concepção que foi ser uma cópia aperfeiçoada de um míssil conhecido com idade da década de 90 e hoje em 2021 ele esta ficando muito ultrapassado antes de nascer. O programa tinha que ter amplo apoio do governo federal e ser feito em parceria e o mais importante produzir algo novo. Com novas tecnologias como furtividade. A propulsão a… Read more »

Teropode

Não creio que foi um erro de concepção basear o Mansup num vetor da década de 90 , tem que começar de um ponto e o Mansup traria expertise para se chegar a algo mais avançado ( fé no empírico ) , erro é não começar , vejo o exemplo da China que começou com cópias de mísseis soviéticos ultrapassados , observe o estágio deles agora , exemplos não faltam , vc tem que desenvolver a cultura na rapaziada , dar serviço , investir e motivar a criação de novos produtos , cabe ao estado financiar e cabe a Marinha… Read more »

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