sexta-feira, setembro 24, 2021

Saab Naval

Marinha avança no projeto de construção do submarino nuclear brasileiro

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Projeto faz parte de acordo de transferência de tecnologia com a França

Segundo a coluna Radar da revista Veja, a Nuclep, estatal de equipamentos pesados ligada ao ministério de Minas e Energia, planeja fechar nos próximos dois meses o contrato para a produção do casco externo do submarino de propulsão nuclear brasileiro, conhecido como SN-BR.

A estimativa é que a obra custe em torno de 200 milhões de reais.

O contrato, a ser firmado junto à Marinha e ao estaleiro ICN, que constrói a embarcação, marcará o início dos trabalhos na estrutura do que será o primeiro submarino do tipo do Brasil, fruto de acordo de transferência de tecnologia firmado em 2012 com a França, na iniciativa batizada de Prosub.

A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029.

S-BR e SN-BR
S-BR e SN-BR

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Foxtrot

Excelente notícia.
Somada a está, gostaria de ler; início de produção da versão naval do MT-300, MANSUP, Sonar ativo nacional, sonar passivo, sonar rebocado SSR nacional, torpedo pesado, drone sub aquático, radar gaivota-X, versão naval do radar Saber-M200 e versão superfície/Ar do A-dartet.
Pode parecer devaneio meu, mas o pior que todos estes sistemas (e outros muito mais), estavam em desenvolvimento, ou foram cancelados.

Tomcat4,2

Acrescenta na lista; MB fecha contrato para 25 NaPa 500 BR com estimativa de entrega de 3 a 4 embarcações por ano !!!

Esteves

Fechar contrato até o Esteves fecha. Acontecer é outra coisa.

Elias E Vargas

Até que enfim, grande noticia para a nossa defesa marítima aproximada, com os dois em ação mais os outros dois sendo finalizados serão 29 ao final de oito anos, se não tivermos nenhum acidente de percurso. Temos os submarinos, as fragatas e outros navios e novos projetos a desenvolver a partir dos conhecimentos que já angariamos não precisamos comprar projetos prontos mais. É hora de investir em conhecimento e desenvolver nossa tecnologia. Ai só falta implementar uma mentalidade igual a dos países como a França EUA, etc., de ter uma indústria e forte através de pesquisa e pujante com exportações… Read more »

Pedro Tavares Nicodemos Filho

ILUSÃO: Brasil não detém tecnologia suficiente para desenvolver praticamente nada sozinho! PARCEIROS DE RISCO + TOT se fazem necessários para ir diminuindo esse vão ao longo dos anos e agora, mais do que nunca é preciso pressionar o CONGRESSO por verbas ao menos para a manutenção de todos o programas em andamento, como o caso dos 3 lotes de SAAB GRIPEN E/F, a continuidade do EMBRAER KC-390, a continuidade do PRÓ-SUB, a continuidade do programa do SN-BR, a continuidade da fabricação do GUARANI pela IVECO, a continuidade do MANSUP, a continuidade de do torpedo brasileiro da MECTRON em conjunto com… Read more »

karl Bonfim

Ninguém nasce sabendo meu caro!

Adriano Madureira

25″provaveis” NaPa 500-BR para serem divididos entre seis distritos navais, apesar do número parecer ser um numero razoável, infelizmente é insuficiente, ainda mais sabendo que essas hipotéticas embarcações não seriam somente para privilegiar os estados banhados pelo oceano e sim complementar a fiscalização nos rios .
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Agressor's

Não se iludam com esse programa…ele terminará igual ao NAe São Paulo…nossos caudilhos da república farão com ele o mesmo que fazem aqui com nossa infraestrutura e estatais quando querem privatizá-las…a nossa classe política governa para de forma dirigida nos manter atrasados e sub-armados…

Elias E Vargas

Ah! maior devaneio que o meu, ver um silo vertical para um míssil IRBM com 2 motor (2xS50), reversível para uso de minisub/seal ou resgate ou mesmo um drone de alta performance. “QUE BELA MACHINA”

ALEX ROCHA

Não querendo ser negativo, mas já sendo, se não têm verba nem para manter os diesel elétricos, quanto mais este nuclear.

camargoer

Caro Alex. Um coisa de cada vez. O SN10 vai entrar em operação em 2030. Então não faz sentido considerar a situação presente para avaliar o que serão os gastos de custeio da MB daqui dez anos.

Esteves

Não é bem assim estimado e radioativo Professor,

Negócio nenhum da dinheiro pra turma de projetos sem conhecer os custos estimados ainda que projetados.

Esse submarino é uma viagem.

camargoer

Olá Esteves. Uma coisa é a estimativa de custos. Outra coisa é considerar que a situação econômica atual irá se estender até 2030 (ou depois). Ciclos econômicos são de 4~6 anos. Ciclos políticos são 10~15 anos. Antes sobrava dinheiro. Agora falta. Eu não sei dizer como será em 2030. Ninguém sabe.

José Luiz

Especulo, (visto não ter qualquer informação real sobre como se encontra o programa) que será necessário um novo e grande aporte de verba para que haja viabilidade do sub nuclear um dia vir a nascer. Agora o tempo esta passando e quanto mais avança, maior terá que ser este aporte de verba. E em tudo que compõem o futuro sub nuclear, o casco não é o maior problema.Resta saber sobre os mistérios do secretismo do programa como anda a planta nuclear experimental em terra, se tem verba para construir a planta operacional e sem os múltiplos componentes do sub já… Read more »

Camargoer

Olá José. Você tem razão. O ProSub vai demandar desembolsos anuais ao longo dos próximos 10 anos. Acho que o Bardini colocou um relatório de despesas do MinDef em 2019 detalhando os pagamentos feitos no ProSub, discriminando os valores para os SBR, para o SBN e e para Itaguaí. Bem interessante. Pelo que sei, o Labgene está praticamente pronto, faltando o reator que está sendo fabricado na Nuclep.

Douglas Falcão

Sobrava dinheiro onde? e quando???????

Camargoer

Caro Douglas. O Brasil teve alguns anos de crescimento anual do PIB superiores a 6%. Também foi capaz de acumular reservas da ordem de US$ 360 bilhões (para comparação, a Argentina está com menos de US$ 3 bilhões). Nestes períodos, ocorreu um aumento da renda média da população e também uma substancial elevação da arrecadação. Tudo bem documentado no IBGE e na FGV.

Salim

Camargoer, fica claro que crescimento Brasil neste período foi financiado por um grande aumento da dívida pública interna. Além da qualidade dos investimentos não reverterem dividendos para quitar estes compromissos. Todo crescimento em pib pais, Pib percapta e salários despencou em virtude desta aventura fiscal populista. Quem segura Brasil hoje é o extrativismo mineral e agronegócio que demandam pouca mão de obra e concentração renda.Em moeda forte e no mundo real empobrecemos muito, veja nosso idh. Aumento de arrecadação impostos e ganhos no agronegócio foram bem inferiores a desvalorização cambial e igpm. Alguém ganhou muito, porém não fomos nos, brasileiros.… Read more »

Satyricon

Caro Camargoer, me desculpe, mas discordo. A premissa básica para apoiar um programa magnânimo como esse é que a MB tem um planejamento sólido e realista, e que capaz de geri-lo. A realidade, entretanto, contradiz esse argumento, pois temos incontáveis exemplos de má gestão e projetos interrompidos pela gloriosa. A12, turbo trackers, TPN, NPa 500, Inhaúmas, Barrosos, A4, e vários outros projetos ficaram pelo caminho. O estado lastimável da frota de superfície e dos IKL é irrefutável. Não me leve à mal, pois acredito que o país tem capacidade técnica para o SNBR, e muito mais. Vejo o SubNuc como… Read more »

Camargoer

Olá Satyricon. Eu concordo com você que as forças armadas brasileiras possuem problemas estruturais graves. As dificuldades dos programas como o ProSub são consequência dos problemas das forças armadas, não sua causa. Por outro lado, ao mesmo tempo que eu posso lembrar de dezenas de programas que fracassaram, eu também lembro de outros que deram certo e outros que foram parcialmente bem-sucedidos. Quando eu avalio a linha do tempo do ProSub até agora (são 13 anos), tenho a tendência de considerar que ele demonstrando algum sucesso (mesmo com atrasos). Isso me leva a considerar que ele poderá ser bem sucedido… Read more »

Mauro Cambuquira

Sim Camargoer, uma coisa de cada vez, hoje a notícia da continuação, depois da pausa, em seguida a interrupção e mais tarde a continuidade da coisa, mais além cancelamento em definitivo por não mais ser viável a construção e será mais barato fazer um novo projeto atualizado de acordo com as necessidades técnicas da MB. Seria uma boa novela mexicana se não estivéssemos no Brasil. É assim o tempo todo e em todas as Forças. Até GUANDO?

Camargoer

Caro Mauro. Nos últimos tempos eu também tenho me perguntado bastante “Até quando?”. Queria que fosse “em breve”.

ALEX ROCHA

Caro camargoer considero muito o seu ponto de vista em todos os comentários que leio. Mas vamos fazer um exercício de imaginação. Hoje nossa armada conta com pouquíssimos meios de operação, e o cenário que se mostra pelo menos a médio prazo (ou seja, quando já estaremos chegando ao fim da década) a situação tende a piorar. É verdade que não sabemos como o Brasil vai se desenvolver até lá, mas com a base que temo agora já podemos imaginar que a Marinha do Brasil não terá cacife pra continuar com esta empreitada em vista de outras necessidades que são… Read more »

Camargoer

Olá Alex. Concordo bastante com a incerteza a curto (e médio) prazo. Em 2014, o país entrou em um ciclo (típico) de recessão econômica. que deveria ter durado 2~3 anos (o timing do Temer seria que em 2018 a economia estaria em plena expansão). Contudo, a crise politica de 2016 afetou a economia e aprofundou a recessão. Novamente, o timing político achava que a economia estaria em expansão a partir de 2020. Mais uma vez, a crise política contaminou a economia (lembrando sempre que a saída de uma recessão pode ser mais rápida ou mais demorada dependendo da implementação de… Read more »

Salim

Agora sim, e isto mesmo, se não corrigir estas mazelas estruturais, vai ser bem difícil a melhora. Em todas as áreas.

MMerlin

Camargoer. Sabemos da importância que você dá para o projeto, dos argumentos que você apresenta para uso e das informações técnicas que volta e meia aparecem. Elas são importantes? São. Mas no atual cenário apresentado pelas FA, mais especificamente a MB, onde nos falta o básico, começando por navios patrulha e fragatas, acrescentando ainda uma administração financeira coerente, como é possível a defesa da continuidade do projeto? Excluo desta questão o desenvolvimento referente a reatores nucleares de potência que, do meu ponto de vista, deveria ser um projeto de Estado e não da MB. Voltando a questão de argumentos e… Read more »

Camargoer

Olá MMerlin. Geralmente, sou um pessimista na análise e um otimista na ação (Gramsci). Daqui até 2030 é muito tempo para qualquer análise sobre a conjuntura econômica. Se tudo der certo, serão pelo menos 3 eleições presidenciais (2022, 2026 e 2030). O problema é que a economia em 2030 é como a previsão do tempo. Há uma enorme certeza sobre amanhã mas uma enorme incerteza para daqui um mês. Temos algum conhecimento de como a economia estará este ano e alguma ideia sobre ano que vem. Contudo, não há como saber o que será em 2030. Por isso, o que… Read more »

eggfilho

https://youtu.be/dxc4uiOTnak
para quem implica com leite condensado, marujo tem que tomar sopa de pé de galinha,

eggfilho

como será a refeiçoes nos submarinos vermelhos???

Wellington Sodokan

Eu era um entusiasta, de assuntos militares, quando criança ficava empolgado sob o submarino nuclear, meu pai Fuzileiro Naval dizia: meu filho a Marinha é nosso orgulho, sabe como é coisas de crianças, achando o seu país um dos mais poderosos do mundo, depois na adolescência eu tinha um canal fanático, orgulho 100% falando a respeito. Hoje eu sou um homem adulto, e todos da minha família morreram. E que desisti de falar de assuntos militares, não vou perder mais tempo falando de assuntos militares. Eu sou apenas um civil, pois para mim, fiquei desiludido, a mais de 40 anos… Read more »

Ricardo

Desde 1986 acompanho este esforço para construir um submarino nuclear no Brasil. É tempo demais. Outras nações, em intervalos de vinte anos, desenham e constroem uma nova classe de submarinos nucleares, porque mesmo os melhores projetos rapidamente se tornam obsoletos. Mesmo que o Brasil consiga lançar um submarino nuclear nos próximos anos, de onde virão as verbas para construir novas unidades (uma só andorinha não faz verão), manter as unidades já incorporadas à frota, e projetar a próxima classe de submarinos de ataque? Utópico. Infelizmente não temos uma economia capaz de sustentar o projeto à longo prazo.

Spitfire

Apesar de ser uma excelente noticia, fico em dúvida se de fato se concretizara agora porque a pouco assistimos o ministro da defesa com pires na mao pedindo mais verbas e a ameaça aos projetos estrategicos… e o sub nuclear suga grande parte desse orçamento!!! A não ser que sacrifique os demais projetos em prol do sub nuclear

Last edited 4 meses atrás by Spitfire
camargoer

Olá Spitfire. Uma coisa é a construção do SN10, outra será a operação. A construção do SN10 envolve as construção e homologação do Labgene, a construção do complexo radiológico em Itaguaí e a construção do submarino em si. Estes gastos devem ocorrer ao longo dos próximos dez anos. Outra coisa são os custos de operação a partir de 2030. Além disso, uma vez que sejam concluídos o Labgene e o complexo radiológico, o custo para a construção do SN12 e SN13 são menores.

Spitfire

Olá amigo. Mas o que a matéria trata, e objeto de meu questionamento no aspecto orçamentário, é da assinatura de contrato para “produção do casco externo do SN-BR”. a matéria fala disso, sem falar nesses outros aspectos que vc mencionou e que também demandam altos recursos… menciono, no atual momento, onde o Min da Defesa está pleiteando 1 Bi para que os projetos estratégicos não sejam comprometidos, teria alguma grana para botar para a frente esse contrato agora? A não ser que isso já esteja dentro do escopo do orçamento atual, e mesmo assim algum outro projeto pagará a conta,… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Spitfire
Esteves

Não querendo ser chato mas…

Esse submarino (o casco) Estava no contrato do PROSUB. Estava dentro do pacote dos Scorpenes. Dentro dos 7 bilhões de euros. Estava ou não Estava?

Control

Jovem Esteves
Pelo que consta nos informes, o casco estava incluso no contrato de 6,7 bilhões de euros com os franceses. Só se houve mudanças contratuais posteriores. Observe porém que não estão inclusos todos os itens sensíveis, caso do Labgene (reator, trocadores de calor, turbinas a vapor, motores, bombas, etc.); itens de custo real mais elevado que o casco.
Sds

Control

Obs.: O conjunto completo para o Labgene e o pacote completo para o subnuc.

Esteves

Esteves Menino agradece a consideração.

camargoer

Olá Esteves. Eu não sei dizer se a construção deste casco estava no contrato, mas eu lembro que a certificação dos técnicos e engenheiros estava. Acredito que também estava incluído a assistência técnica para o projeto do submarino (menos a parte nuclear).

Esteves

Se não Estava, Estamos pagando 7 bilhões de euros por 4 submarinos a óleo + Itaguaí?

camargoer

Olá Esteves. O que sei é que há equipes de engenheiros e técnicos que estão ou estiveram na França para serem homologados para a fabricação do casco do SN10. Também sei que o aço virá da França. Sei também que a equipe de projeto recebeu auxílio dos franceses para detalhar o projeto do SN10. Só não sei dizer se o financiamento francês cobre a fabricação total ou parcial do casco do SN10, ou se irá cobrir gastos com o motor elétrico (que será importado), dos equipamentos (que serão semelhantes ao do SBR) e tudo mais.

Esteves

Muito não sabemos, pouco conhecemos. O que há é uma montanha de dinheiro para pagarmos.

Sorte nossa que nossas elites pensam bastante.

camargoer

Olá Esteves. Segundo o Jesse de Souza, o conhecimento é um valor da classe média. A elite é do atraso mesmo.

Douglas Falcão

Qual elite? A da MB ??

Camargoer

Caro Douglas. Segundo o JS, existe a ralé (sem ser pejorativo) que só possui a sua capacidade de trabalho para ser vendida, existe a classe média que detém o conhecimento, e tem a elite dona dos meios de produção. Ainda segundo JS, esta elite seria a responsável pelo atraso brasileiro. Oficiais das forças armadas são essencialmente classe média, assim como profissionais liberais, professores, funcionários públicos, pequenos comerciantes, etc.

Elias E Vargas

Eu tenho uma dúvida. temos uma empresa brasileira no ramo de motores elétricos consideradas potência mundial, inclusive desenvolvendo tecnologia para motores elétricos aeronáuticos para a Embraer, é a WEG. Pergunto se alguém sabe se essa empresa não teria a expertise para a fabricação do motor elétrico para propulsão do SN-10 ?

Camargoer

Olá Elias. Imagno que a WEG tem competência técnica para produzir grandes motores elétricos, contudo pelo que lembro os motores dos SBR foram comprados na França. Espero que o motor do SN10 seja nacional.

Camargoer

Olá Elias. Há uma noticia publica aqui no PN que diz que a MB até tentou a transferência de tecnologia dos franceses para a WEG produzir o motor de propulsão, mas o preço colocado pelos franceses foi tão alto que a MB preferiu comprar os motores. O motor no Labgene é importado (assim como os 4 motores dos SBR) mas ainda existe a possibilidade da MB bancar o desenvolvimento de um motor para o SN10, o que acho improvável. Contudo, acho possível que o SN11 tenha um motor nacional.

Nilo

Artigo publicado em 11/06/2018 – Naval em Portos e NaviosA Jeumont também projetou e construiu o motor elétrico da planta experimental de propulsão do submarino nuclear (LABGENE) que a Marinha do Brasil está construindo no Centro Experimental de Aramar – Iperó-SP.O motor entregue para o LABGENE é do mesmo tipo que propulsionará o futuro SN-BR Álvaro Alberto, o primeiro submarino nuclear brasileiro, a ser construído após os quatro S-BR, convencionais A WEG é uma empresa multinacional brasileira, com sede em Jaraguá do Sul (SC), que possui filiais espalhadas em 29 países e que, só no exterior, conta com uma dúzia de… Read more »

Esteves

Quer resolver?

Compra a Jeumont. Entrega pra WEG pagar em 200 anos.

Problemas existem para serem decididos.

Nilo

A WEG é a Embraer do Setor Elétrico, vai de motores elétricos para corros (venda de kit para conversão, motores gigantescos para sistema eólicos, motor elétrico para avião Ipanema…sempre em busca produtos inovadores para oferecer ao mercado, só depende do sim da Marinha.

Rogério Lúcio Vianna Júnior

O valor de deslocamento do S-BR está errado

Filipe

Segundo o Caiafa Master serão 6800 Toneladas , e terá 108.5 metros de cumprimento.

Bueno

este Cara é da Marinha?

Filipe

Ele esteve com o responsável do projeto , o Roberto Caiafa é um credenciado jornalista de defesa.

Alexander

Boa noite!
O que significa “Logistics Parts” na tabela 3 acima?

Alexander

Obrigado Galante!

Patriota Raiz

Desperdício de dinheiro público. Não ficará pronto antes de 2050.

Fora que uma andorinha só não faz verão.

Quando chegar o momento da troca de combustível nuclear a péssima escolha de caminho feita pela MB virá à tona.

Com o orçamento comprometido com salários e luxos como as comissões de compra no exterior, não há verba para elefantes brancos como o SNBR.

Tenho pena da esquadra totalmente sucateada e carente de meios. Torço para que nossos marinheiros voltem a ter meios para a consecução de sua missão precípua, deixando de serem marujos terrestres.

camargoer

Caro Patriota. Dependendo do ponto de vista, todos os gastos com forças armadas seriam um desperdício de dinheiro público. Eu concordo com você que considerando todo o investimento feito na construção do SN10 (fábrica de combustível, labgene, estaleiro e base de Itaguaí, UFEM, complexo radiológico) seria um desperdício encerrar o programa no SN10. Portanto, defendo que o programa tenha continuidade com o SN11, SN12.. defendo inclusive que os quatro Scorpenes sejam os últimos submarinos convencionais da MB. A propulsão convencional custa US$ 6 por milha navegada, enquanto que a propulsão AIP custa US$ 43. A AIP é muito caro e… Read more »

A6MZero

Não sei se o custo pode ser analisado pelo de uma usina afinal o reator do submarino demanda urânio enriquecido na faixa de 20% ao contrario dos 3% necessários para uma usina.
O custo deve ter um aumento significativo encarecendo e muito a operação do mesmo.

camargoer

Olá A6. Você tem razão sobre as diferenças de usar combustível a 3% ou a 20%. Contudo fiz uma aproximação com os dados que conhecemos. Se por um lado o combustivel a 20% será mais caro (porque vai precisar de mais processamento em ultracentrífugas), a densidade de energia no elemento de combustível é maior, o que simplifica o processo de reabastecimento. Se eu encontrar valores melhores, voltarei a postar aqui. Por enquanto é o que conseguir estimar.

A6MZero

Realmente, mas talvez a melhor forma de estimar seria através dos custos da classe Rubis francesa, afinal apesar de ser um submarino de menor deslocamento (que o estimado para SN-10) e portanto mais econômico, seu reator é de potencia similar 48MW.

camargoer

Olá A6. Você tem razão. Os Rubis podem ser uma boa referência. Vou tentar encontrar alguma documentação sobre o custo de operação deles.

A6MZero

Espero que encontre, eu tentei dar um rápida busca mas não encontrei nada.
Seria muito interessante ver esses dados.

camargoer

Ola A6. Na maioria das vezes, eu encontro esses dados meio que por acaso… procurando uma coisa acabo encontrando outra. Mas vou ficar atento aos custos do Rubi. FOi uma boa sugestão.

Douglas Falcão

Por acaso??? De onde vem esses custos que vc publica???? R$ 8,4 milhões para reabastecer o reator de um subnuc experimental em meio a uma parada de manutenção e reabastecimento??? De onde vc tirou isso???

Camargoer

Olá Douglas. Foi como mostrei. O fábrica de Resende precisará de R$ 314 milhões para reabastecer os reatores de Angra I e Angra II. Como estes reatores juntos têm potência de 2 GW, é possível calcular o custo por MW. Considerando que o reator do SNB será de 48 MW, chega-se ao valor de R$ 8,4 milhões. É uma estimativa simples. Seria ótimo se você pudesse fazer uma estimativa diferente.

Salim

Nao esquecer que a troca combustível nuclear será de 4 em 4 anos. Demais subs nucleares tem média troca combustível 20 anos, novo sub EUA so uma carga pra vida toda útil (previsão ). Pelos custos altíssimos, todos, exceto USA, tem sub nuc com mísseis para ataque balistico superfície nuclear. O nosso não terá esta possibilidade. Teremos um sub nuc ( caríssimo ) com mesma capacidade bélica dos Tikunas/scorpene. UM. Não seria melhor ter mais 3 ou 4 subs com AIP.

Camargoer

Caro Salim. A primeira coisa é sempre lembrar que o desempeno de um submarino nuclear é superior a de um AIP. Ele é mais rápido, pode ficar mais tempo submerso, tem um alcance limitado apenas pela tripulação. Um AIP tem uma autonomia maior que um convencional mas inferior ao submarinos nuclear. A MB tem um estudo que compara o custo de um submarino convencional (US$ 6 por milha navegada) com um AIP (US$ 43). Eu ainda não consegui encontrar ou estimar o custo por milha de um submarino nuclear de ataque similar ao SN10. Um AIP requer uma infraestrutura para… Read more »

Esteves

Saberemos afirmar quando chegar o momento de fazer. Essa história de projetar/estimar custos vive dando errado.

camargoer

Caro Esteves. É apenas um hábito. Pegar informações, correlacionar e montar um panorama. Depois, ir refinando. Estimativas são sempre certas. Errado é chutar.

Defensor da liberdade

Também acho de uma ignorância cavalar um projeto que contempla uma única unidade, sem perspectiva de construção de novos no médio prazo.

Mas fazer o quê, é o serviço público brasileiro, nada de novo ao sol.

Vovozao

10/05/2021 – segunda-feira, btarde, o projeto do casco (estrutura) pode ficar pronto antes dos equipamentos (nucleo, capsula do reator), ou haverá uma inversão; os equipamentos, sistemas, tubos, reator, terão que se adequar ao casco???? Deveriamos ter o reator (projeto) final pronto, para podermos verificar se adequado ao projeto do casco.

eggfilho

ladainha do disco riscado continua……

camargoer

Caro Vovozão. O reator já está projetado. O casco precisa ser construído antes de serem instalados os equipamentos internos. Inclusive, o Labgene tem as dimensões do submarino final.

Vovozao

……Sim entendo, e tambem sei que o projeto do reator….. é um projeto, sofre/ra alteração/oes…. trabalhava em Furnas, e, participei ativamente da construção Angra I, (projeto westinghouse), e, sempre tinhamos correções de engenharia a fazer, com relação tamanho do reator, gerador de vapor, tubos de refrigeração, sempre ha divergencias, so se o casco contem uma folga para essas divergencias, até 1 milimetro, pode comprometer todo um trabalho de muitos anos.

camargoer

Olá Vovozão. Que legal. Histórias sensacionais. Antes de ser químico, eu trabalhava com instalações elétricas de grandes edifícios. Era mais fácil pedir perdão do que permissão.

Salim

Tenho opinião semelhante a sua. Não conseguiram repotenciar o NAE SP, querem fazer o casco antes de acertar planta energética. Risco enorme de não funcionar. Lembro ferrovia aço, compraram trem elétrico, antes fazer ferrovia, ai ficou proibitivo valor eletrificação linha, o que iriam fazer com locomotivas elétricas e equipamentos comprados, resumo virou tudo sucata. ( participei grupo que estudou mudar as locomotivas elétricas para diesel ). Muito louco, um bando de marmanjo tentando consertar o impossível.

Esteves

Quem nasceu primeiro? O casco ou o reator?

camargoer

Ola Esteves. Uma vez tentei responder que o ovo veio primeiro. Havia uma ave, uma protogalinha. Quando ela botou um ovo, ocorreram algumas mutações no DNA que tornaram o ovo diferente da protogalinha. Quando a ave eclodiu do ovo, seu DNA era de galinha. Mostrei que o ovo veio primeiro. Para caber dentro do casco, ele precisa vir antes do reator.

Paulo

A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029.

Coloca mais 5 anos de atraso padrão brasileiro + 5 anos de burocracia, acho que até 2040 vai.

carcara_br

Se o custo de operar for proporcional a complexidade os valores vão ser três vezes maiores.
Junto ao Gripen é um projeto que não pode simplesmente ser cancelado, tão pouco é o momento certo para avançar os gastos de defesa sobre os demais orçamentos. Situação delicada vamos ver até onde vai o patriotismo dos militares.

AndCal

Por favor parem isso enquanto eh possivel. Sub-nuc eh uma arma excepcional e coloca qualquer marinha em uma situacao vantajosa por ser um vetor de ataque e poder estar comissionado por um prazo muito maior. Notem, nao ha duvidas na capacidade e inegaveis vantagens taticas e estrategicas alem da esteira tecnologica que traz consigo. Porem, todavia, entretanto, contudo… para construir e MANTER tal vetor, eh necessario um orcamento alto e solido. Se a MB tem dificuldades orcamentarias hoje, as circunstancias indicam com clareza de que o amanha eh incerto (ao contrario do que gostariamos). Serah que os gestores do projeto… Read more »

A C

Para entender um pouco sobre o dia-a-dia de um SSN (Toledo)

Burgos

Boa tarde a todos
Enquanto isso as “Tamandaré”,nada?!🤷‍♂️

Esteves

Tá estranho.

Bardini

“Em meio a pandemia, Governo assina contrato de 10 bilhões de reais para compra de 04 navios de guerra.”
.
Essa seria a manchete.
.
O cara que se elegeu prometendo o fim da reeleição, vai topar esse enfrentamento aí, que queimaria ainda mais o filme dele na disputa pela reeleição?

Jadson Cabral

Perfeito. Eu não tinha nem pensado nisso, mas parece que é isso que está acontecendo mesmo. Bom, melhor atrasar que ser cancelado

Paulo Sollo

Pobre do país que tem uma marinha que prefere focar em ostentação ao invés de na capacidade de se fazer representativa e atuante em largo espectro, o que exige meios em quantidade a altura da tarefa.

Com 4 tucunarés, 4 Riachuelo e este snbr com combustível com duração de máquina de raio x seremos como aqueles pobres orgulhosos que vão ostentar seu ônix tunado ao lado de frotas de Ferraris, Aston Martins e Cadillacs…

Bardini

Início de projeto em 2012 e essa joça vai para o setor operativo mais de 20 anos depois, se não atrasar ainda mais! Só aí já dá pra ver absoluta loucura que esse projeto se tornou, ao atrasar uma década. . E quando vão contratar os próximos? Só depois de testar e avaliar este navio protótipo? Isso ocorre em 2035+? Aí vão contratar os próximos e construir… para lançar em 2050+? . Não faz nenhum sentido continuar a investir nisso aí. NENHUM. Basta olhar o desenvolvimento tecnológico das baterias, nos últimos 20 anos. Isso sem contar a questão dos UUV… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Bardini
Diego

O projeto do submarino nuclear brasileiro é caro, no entanto, vc sabe quanto estão estimando o custo do programa de desenvolvimento/construção dos 12 submarinos a diesel australiano? [1] A$90 bilhões autralianos (US$70,8 bilhões)! Serão US$ 5,9 bilhões pra cada submarino a diesel! Se descontarmos os 4 submarinos Scorpenes, o Brasil pagará por volta de US$ 5,7 bilhões para aprender/construir um submarino nuclear, custará menos que um submarino a diesel australiano, ou seja, não está saindo caro para o Brasil se compararmos com o programa australiano. Obviamente existe o custo do reator nuclear, no entanto, o desenvolvimento dessa tecnologia poderá tbm… Read more »

Bardini

Na conta sem sentido que tu fez, dividindo o valor total do contrato pelo número de unidades e comparando com nosso contrato como se igual fosse, é aburdamente mais caro mesmo. . Mas o fato concreto, é que o programa dos australianos é extremamente caro e já está sob séria ameaça: https://www.afr.com/politics/federal/shot-across-the-bows-on-submarine-contract-20210117-p56uo9 . Uma pena que no Brasil, não existem pessoas capacitadas como lá, para tomar iniciativas deste tipo. Ninguém questiona. O negócio é empurrar com a barriga e “lá na frente a gente vê como faz”… . No mais: os submarinos australianos são derivados do Barracuda, que é mais… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Bardini
Diego

“Mas o fato concreto, é que o programa dos australianos é extremamente caro…” Pois é, tão ABSURDAMENTE CARO que até o famigerado programa brasileiro (que também é caro), ficou até barato quando comparado com o australiano… Isso é fato! Os australianos receberão ToT dos franceses em relação a parte que cabe aos franceses, a tecnologia do sistema de combate e as armas americanas terão que ser negociadas separadamente com os americanos, se o valor faz parte do pacotão total, não importa, os australianos terão dificuldade de convencer os americanos a abrirem sua tecnologia para os franceses quando for integrar ambos… Read more »

Bardini

Onde foi que eu disse que queria um submarino igual ao dos australianos? . Oras, com a atual verba $ disponível, o submarino brasileiro está dentro do razoável. . QUE VERBA DISPONÍVEL??????? . Esse projeto já custava mais de 42 bilhões de reais, em 2019. E foi assinado quando o Real ainda valia alguma coisa perante o Euro. Não tem absolutamente nada de barato nisso, se o Brasil não tem e nunca teve condições de pagar. . E esse programa é só a “cabecinha” de um planejamento completamente irreal, que nunca vai se concretizar. De onde é que vão sair… Read more »

Thiago A.

“Uma pena que no Brasil, não existem pessoas capacitadas como” Porque que esse osso do populismo barato e simplório, para agradar a plateia viaralata e complexada? Os australianos são tão capacitados que como todas as formidáveis opções que eles tinham no mercado, mais convenientes e baratas, foram escolher um submarino NUCLEAR, o casco de um Barracuda para equipar com AIP ! WTF ! Só para encarecer o programa, só se for ! Um submarino francês mas o sistema de combate deve americano !? Mais uma vez só para complicar e encarecer o programa … São tão iluminados esses australianos que… Read more »

MMerlin

Se realmente continuarem com esta loucura até o fim, possivelmente deem continuidade na construção de um segundo. Por fim irá ter consumido e continuará durante sua vida útil uma parte razoável do orçamento da MB, impedindo ainda mais a renovação das demais embarcações da frota.

Last edited 4 meses atrás by MMerlin
Jadson Cabral

Aí vamos desistir depois de ter gastado toda essa grana pra no final ficarmos sem nada??? Tu tá defendendo que o que já acontece no Brasil continuar acontecendo mesmo? Desenvolvimentos parados na metade depois de anos e bilhões gastos?

Piassarollo

Exatamente, se este sub nuclear for construído e se ficar totalmente operativo, vai demorar tanto tempo que estará totalmente obsoleto. E pra piorar, estou falando da primeira unidade, imagine as outras ?

Lemes

Não tem dinheiro para manter submarino convencional, sua esquadra de superfície não serve para nada mais do que a tal de ” manter doutrina”, sequer consegue começar a construir umas poucas fragatas leves e quer ter submarino nuclear e porta-aviões. Às vezes me pergunto o que colocam na salada desses almirantes.

Carlos Alberto Soares

Mofado certamente.

camargoer

Olá Mk48. Toda vez que vejo as críticas ao ProSub fico imaginando (e conjecturando) de onde vem essa implicância. Suspeito.

Willber Rodrigues

Sou do tipo que acharia ótimo o Brasilistão ter um subnuc. Mas…porém…entretanto…todavia…contudo… Sou crítico a forma como ele suga dinheiro, enquanto o resto da Esquadra vai pro desmanche, sem ter substituição a vista. Sou crítico ao fato da MB, até hoje, nunca ter apresentado uma planilha, dizendo de onde vai sair a grana pra operar um subnuc, um meio que, todos nós sabemos, é caro, muito caro. Sou crítico ao fato da MB também nunca ter apresentado um plano concreto, mostrando o que será feito do reator e do subnuc, quando ele for aposentado, e de onde sairá o dinheiro… Read more »

Felipe Augusto Batista

Não acho que caiba à MB mostrar uma planilha dizendo de onde vai sair o dinheiro. Eles apresentaram um projeto com as estimativas de custos para os poderes executivo e legislativo, estes que têm a caneta e a carteira concordaram e deram sinal verde, então cabe a estes dar os recursos necessários ou encerrar o projeto.

Esteves

Na verdade…quem apresentou o projeto à MB foi o executivo.

Willber Rodrigues

Hum…ah, é?
E se, por algum motivo, na hora H ( do dia D ) o Executivo e o Legislativo, por algum motivo ( uma pandemia, por exemplo ) disser que não vai ter grana pra operar um SubNuc. A MB vai fazer…o quê? Tem algum plano B, ou ela vai simplesmente se lamentar, e deixar o SubNuc encostado, aguardando a “boa vontade” do Legislativo e do Executivo?

Felipe Augusto

A marinha não é uma empresa, ela não gera renda, toda a verba vem do tesouro, se o executivo cancelar a verba o projeto para, simples assim, é por isso que não temos um foguete até hoje, é por isso que o São Paulo não passou pelas reformas que deveria ter passado quando foi comprado, e é por isso que tantos outros projetos ficam pelo caminho, as verbas somem.

Esteves

Ousado Mestre, A implicância vem da pouca significância de 1 único meio ainda que vossa senhoria defenda a continuidade desse absurdo. Dizem que seremos aceitos no Clube Naval dos Atômicos à partir do instante que o submarino nuclear Estiver incorporado. Como se por passe de mágica retornássemos à pensar como no início dos anos 2000, vide potência, e, ainda mais esquisito declaram que arrombaremos as portas desse exclusivo clube: — Pronto. Agora sou um entre os malditos. Aqueles que contaminam as águas. Aqueles que decantam e desmantelam instalações radioativas in loco. Uma coisa é enfiarmos tambores radioativos por debaixo do… Read more »

A6MZero

Eu sou daqueles que implicam, não com o submarino nuclear o que seria fantástico no mundo ideal… Mas nosso histórico com grandes projetos não é muito animador por exemplo Angra III que nunca saiu do papel além dos problemas com Angra I e II. E claro além do problema sempre presente do orçamento, e mesmo que não saibamos o que será em 2030 ou 2040, não deve mudar muito, afinal se analisarmos todo o período do fim da segunda guerra até hoje nossos orçamentos sempre foram um desastre. Se já tivemos um acidente nuclear de grande escala por causa de… Read more »

Salim

Tvivemos que pagar consultoria Espanha pra tentar acabar napa500, ficamos com medo trocar motorização NAE SP, Scorpene e com técnica francesa. Não temos ainda a capacidade de fazer usina nuc em terra. Já hj a spec deste sub e bem inferior ao que já tem por ai.Precisamos de uma marinha guerra urgente. Vamos comprar fora as Tamandaré. É muito gasto pra pouco resultado, com estes bilhões de euros gastos dava pra reequipar toda marinha de superfície e fazer mais 2 Tikunas.

José Luiz

Desculpe Mk 48, infelizmente tenho minhas “implicâncias” quanto a este projeto. Justifico o meu posicionamento. Pois apesar de reconhecer que a posse deste sistema de armas colocaria o Brasil em um outro patamar, extendendo o alcance de ação da MB até para fora do Atlântico Sul como arma ofensiva e na defesa também se tornará uma tremenda força de dissuasão. No entanto me parece que este projeto é como começar a construir uma casa pelo telhado ao invés de ser pelo alicerce. Pois não temos no país uma indústria bélica abrangente e consolidada, como outros países que produzem quase tudo… Read more »

José Luiz

Obrigado Mk 48. Tomará que tudo ocorra bem e no futuro tenhamos construído o sub nuclear. Quanto as minha dúvidas sei que devido ao sigilo militar não serão respondidas, ficando apenas nas minhas especulações.Mas seja como for o programa esta digamos no meio do curso e talvez tenha passado do ponto de retorno.

Marcelo Baptista

Camargoer, infelizmente as criticas provem do histórico que o Brasil, como um todo, tem de ser muitiiiiisssiimo mal administrado. Em todos os níveis do estado, de empresas publicas a privadas. No geral temos apenas pequenas ilhas de excelência.
Esta é a minha opinião. Mas eu torço pelo SBN. Eu pessoalmente, sempre considerei o Reator como o verdadeiro valor do projeto, independência energética.

Alison

Ai sim. Com o casco pronto tudo irá andar.

Victor Filipe

Meu maior medo é a MB fazer um submarino nuclear, jogar a receita fora e daqui a 40 anos começar tudo de novo do zero igual ela ta acostumada a fazer

Willber Rodrigues

Bom, se considerando-se o “fabuloso” histórico das Niteróis, dos IKL’s na MB…

Esteves

Com aga. Há 40 anos com aga.

É bem possível.

Marcelo

desculpe ser pedante caro esteves mas ‘há 40 anos’ (com aga) é apenas no passado. ‘daqui a 40 anos’ no futuro é sem aga mesmo…

enfim, pouco importa pois, tecnologicamente falando, daqui a 40 anos esse reator da MB vai estar exatamente como estava há 40 anos atrás….

Esteves

Vichi.

Guizmo

Quando eu tinha 10 anos de idade, eu li no Estadão uma matéria cujo título era exatamente o mesmo desse post, de verdade! Estou com 45 anos

Salim

Eu vi maquete no início anos 80, por isto sou cético. A Barroso demorou 14 anos, napa500 até agora 2 ( programa de 26 unidades em 2006) com este dinheirão dava pra equipar marinha com frota de superfície que não existe mais.

Carlos Alberto Soares

O envelope (CASCO) é tecnologia francesa. Todo o sistema NUC de geração será nossa, a FRANÇA não cederá uma única arruela nem seu desenho. Quem domina área NUC é assim que funciona.

Trocaria esse SubNuc por 2 ou 3 Scorpene dos atuais e mais modernos.
2030 estaremos defasados em tecnologias.

Bardini

“Trocaria esse SubNuc por 2 ou 3 Scorpene dos atuais e mais modernos.”
.
O contrato do SNB custa quase o mesmo que os 04 SBR contratados. Isso sem levar em conta o desenvolvimento da parte nuclear da coisa toda.
.
2019:
04 Submarinos Convencionais: R$ 12,484 bilhões
01 Submarino Nuclear: R$ 12,140 bilhões

Last edited 4 meses atrás by Bardini
Filipe

Mas o desenho francês esta no site do sutton :

H I Sutton – Covert Shores

H I Sutton – Covert Shores

Da para ver as semelhanças com o SNBR.

FRANCISCO MARCELIO DE ALMEIDA FARIAS

Disfarçadamente a NAVAL esta ajudando, e muito, na construção (indicação nas escolhas dos contratos e da bancada de testes) de todos os blocos do LABGENE, inclusive do Bloco 40 do reator, mas não se engane, é tudo por dinheiro, e é assim que tudo funciona.

Last edited 4 meses atrás by FRANCISCO MARCELIO DE ALMEIDA FARIAS
Esteves

Bastante crível.

Guga

Naval Group??? Acho que não hein! Quem cuida da parte nuclear dos subs franceses é a TechnicAtome

Filipe

Mas no final quem integra tudo é o Naval Group…

Guga

Não é isso nos vídeos da empresa no youtube

Cristiano de Aquino Campos

Uê, isso já não estava contratado?

Tomcat4,2

Excelente notícia, este programa não pode parar !!!

Pedro

Por favor Grande Marinha, faça estudos de impacto e gestão de custos, para não termos um submarino nuclear de enfeite. Diminuam as Stelas Artois, a picanha e as benesses aos seus familiares!

Vida longa! Invistam em NAPAOC e Submarinos, podem esquecer o restante, talvez uns aviões caçadores.

Gabriel

Isso sim é dissuasão! (escrita em maiúsculo).
Na minha opinião, se algo tem que ser priorizado na Marinha é o SN-BR.

Bardini

Dissuasão com maquete… Realmente é algo inovador.
.
A MB poderia até copiar mais os russos. Faz um maquetão de Porta Aviões, Caças, Escoltas e etc, para dizer que isso aí é o futuro brilhante que teremos. Apresenta em feira e etc. Nossa dissuasão fica ainda mais top, em!?
.
Podemos fazer essa dissuasão da maquete, até o SNB ir pra água. Não precisamos nos preocupar agora com o atual estado de sucateamento generalizado da MB, que foi ocasionado por se passar a última década inteira priorizando os custos astronômicos desse projeto aí. Isso aí é bobagem. Foco em maquete!

Gabriel

Já percebi que com você é preciso desenhar. Nem sempre tenho tempo para tal, mas prometo que farei uma observação para você. Em um passado, não muito distante, 1 único submarino nuclear deixou toda esquadra (e não era de papel) Argentina “fora de combate”. Em relação ao Brasil, é quase óbvio que um segundo sub nuclear só poderá ser pensado depois do primeiro. Assim, espero que o Estado brasileiro realmente compreenda que é esse projeto que poderá um dia fazer a diferença. Fragatas, vc “compra na esquina”, basta um bom acordo financeiro. Sub Nuclear não. Preciso pintar o desenho ou… Read more »

José Luiz

O que não se comenta sobre os sub nucleares britânicos nas Malvinas é que os argentinos tinham uma deficiência grave em termos de aviões ASW pois os velhos Neptunes pararam de voar durante o conflito e os Tracker tinham problemas de motores. Se houvesse aeronaves operacionais ia ser bem mais difícil para os subs nucleares. Tem relatos de vários avistamentos de mastros de subs navegando perto da superfície. Subs que foram vistos por tripulantes de aeronaves de transporte, imagine se a aeronave tivesse torpedos AS modernos para lançar na trajetória do sub. Do mesmo modo as escoltas argentinas também estavam… Read more »

Bardini

Tens que deixar de desenhar coisa abstrata, que só existe na tua mente. . Três semanas depois da invasão das Malvinas, a RN tinha TRÊS submarinos nucleares operando naquele TO. A RN teve 06 submarinos operando nesse conflito. . “Em relação ao Brasil, é quase óbvio que um segundo sub nuclear só poderá ser pensado depois do primeiro.” . Essa obviedade serve para destacar a loucura que esse programa se tornou, comprometendo nossa capacidade de fazer dissuasão HOJE. . O temor da RN por conta da operação do SKK argentino era tanto, que nos primeiros dias que a força de… Read more »

Nilo

Que a Marinha mantenha o cronograma, o não cumprimento, levarár o projeto a um resultado recheiado de fíascos, não podendo a Marinha repassar essa responsabilidade a Sociedade, que corte na própria carne, congele o projeto Fragata Tamandare (TOT enganoso), que privilegie de forma mais realista a necessidade de patrulheiro da costa e de forma escalonada oceânicos, …….com maior % de conteúdo nacional, formentando tecnologias nacionais já existente, redimindo o custo dolar (a tragédia econômica ampliada de forma geometria por este governo tem resultados longos a serem recuperados). O mínimo que uma nação precisa para sua existência, exige que as Forças… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Nilo
Esteves

Pera aí.

É pra terminar ou não é pra terminar?

Nilo

Em época houvi todos os especialista e ainda os leio, li e entendi as razões em época de especialistas contrário ao projeto, li da marinha os especialistas favoráveis, a Marinha abraçou o projeto, foi maioria, as opções do governo da época e da Marinha convergiram, tenho lido as suas também com muita atenção, se o adiamento já é uma degradação do projeto, imaginável o cancelamento, o país precisa avançar na direção do SUBNUC, sem abrir mão do seu (Esteves) inúmeros questionamentos, assim como ainda tenho na memória, questionamentos de especialistas ainda aqui presentes que também já previam o alto custo… Read more »

Last edited 4 meses atrás by Nilo
Esteves

Sem dúvida.

MARS

Olhem o nível dos comentários…
“Desperdício de dinheiro”…
“Suga muito dinheiro”…
“Não vai ficar pronto nunca”…
Fica claro o motivo de ainda sermos um país de 3° mundo!
Esse povo que pensa assim, possivelmente acha normal sermos dependentes (reféns) de outros países (vide a novela do IFA chinês)!
Somente com invertimento pesado, que extrapola o normal é que se consegue diferenciar dos outros, mesmo que hajam sacrifícios nesse processo.
Índia, Paquistão, China e até mesmo a Coreia do Norte estão aí como exemplo…
Mas tente explicar isso para camponeses e suburbanos ignorantes!!!…

Last edited 4 meses atrás by MARS
Esteves

Prezado marciano,

Somos dependentes de insumos farmacêuticos entre eles a insulina por decisão nossa.

Somos ainda um país de terceiro lugar por incompetências. Nossas também.

camargoer

Caro Esteves. O subdesenvolvimento é um projeto de várias gerações.

MARS

Exatamente…

E por que isso acontece?
É porque ninguém tem atitude para se sobressair…
É porque quando veem um grande invertimento acham que é desperdício de recurso…
É porque não incentivam àqueles que tentam se sobressair (neste caso a MB)…

São tantos porquês que não haveria espaço para descrevê-los!

Esteves

Foram decisões equivocadas da época. Acreditamos nesse lengalenga de globalização.

A Argentina nos levou as indústrias automotivas exportadoras e ficamos com as trancas.

A China e a Índia nos levaram as indústrias e deixaram os pastéis.

camargoer

Olá Esteves. Trabalhadores do mundo, uni-vos.

Antonio Cançado

Não, amigo, o fato de sermos um país de 30. mundo é que suscita esse tipo de comentário.
Talvez se os representantes eleitos pelo povo roubassem menos, fossem mais competentes, etc, o país teria mais recursos pra investir em defesa.

camargoer

Caro Antonio. Pois é. Hoje estourou o “Bolsalão” (R$ 3 bilhões) envolvendo o Centrão. Contudo, o Brasil tem um problema mais sério envolvendo a sua elite (do atraso, segundo Jesse de Souza) do que a classe política.

Agressor's

E o que faz vc pensar/achar que são gente daqui?…O fato de alguns perfis postarem em português aqui não significa que sejam brasileiros….A nossa internet hoje encontra-se toda tomada por robôs de estrangeiros…Os “bots” correspondem a mais de 50% do tráfego total da Internet….Talvez alguns destes perfis sejam de robots e vc não se dê conta disso… Todas as marinhas do mundo almejam esse tipo de armamento pelo seu alto valor estratégico, mas são poucos os países que tem as condições e o know-how para desenvolver…E o nosso país está entre os poucos que tem essa capacidade… Ao contrário de… Read more »

Agressor's

Uma nação alienada de si mesma é muito mais fácil de ser dominada! A guerra hoje é pelas mentes, estamos sob um ataque simbólico e semântico muito mais sofisticado do que as investidas bélicas dos eua. O que chamam de complexo de vira-latas neste pais faz parte de um programa de doutrinação e dominação cultural que vem sendo trabalhado a um longo tempo em nossa sociedade. Isso existe e é algo imposto culturalmente ao brasileiro. Algo vindo de fora, propositalmente para fazer com que o próprio povo se deprecie e seja presa fácil do colonialismo(um povo altivo, orgulhoso, não se… Read more »

Rogério Loureiro Dhierio

No mínimo 3 embarcações como estás para nossa MB acompanhada de outros 15 com propulsão diesel.

Antonio Cançado

Viajar é sempre bom, né?

camargoer

Caro Rogério. Um vez que a MB adquira a capacidade de construir e operar submarinos nucleares, não fará mais sentido contratar novos submarinos convencionais.

Esteves

Até porque não produzimos motores diesel. E o fim dos motores a combustão está próximo.

camargoer

Olá Esteves. Ás vezes paro para pensar nisso e fico com dificuldade de visualizar de onde virá toda essa energia elétrica. Além disso, enquanto baterias chumbo-ácido são 100% recicláveis, o descarte de baterias íon-lítio ainda é um problema.

Esteves

Pois é. Acho que fizeram essa conta no Japão. Não há energia elétrica disponível para substituir essa geração de energia à partir dos fósseis.

Vamos entrar em novo ciclo?

camargoer

Olá Esteves. A Alemanha substituiu algumas usinas nucleares por geração eólica. No Brasil, o nordeste tem sido abastecido por energia eólica. Contudo, fico pensando se seria viável gerar eletricidade queimando óleo ou gás natural para fornecer energia elétrica para abastecer carros. Há um ganho de eficiência energética porque uma termoelétrica é mais eficiente que um motor á combustão interna, mas o preço de um carro elétrico é maior que de um carro á gasolina. Talvez estejamos entrando em um novo ciclo de desmotorização da população de média e baixa renda, ou uma eletização pela eletrificação.

Saldanha da Gama

e fico com dificuldade de visualizar de onde virá toda essa energia elétrica…” De novo 2!!!!!!!!!!!!!!

Saldanha da Gama

again ….. 2!!!!!!!!!!!