quarta-feira, maio 25, 2022

Saab Naval

Sob contrato da EMSA, o Schiebel Camcopter
S-100 apoia as guardas costeiras da Finlândia, Estônia e Suécia

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Viena, 21 de junho de 2021 – A Guarda de Fronteira Finlandesa está mais uma vez operando o CAMCOPTER® S-100 para implementar as funções de guarda costeira no Mar Báltico. O serviço Remote Piloted Aircraft System (RPAS) é oferecido pela Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA).

Com base em uma estação da guarda costeira em Hanko, Finlândia, o CAMCOPTER® S-100 está apoiando as autoridades finlandesas no desempenho das funções da Guarda Costeira, como vigilância de fronteiras marítimas, busca e resgate, monitoramento e vigilância, segurança de navios e portos, tráfego de embarcações monitoramento, proteção e resposta ambiental, assistência a vítimas de navios, bem como resposta a acidentes e desastres. As informações recolhidas no mar Báltico a partir do sistema RPAS de bordo são partilhadas em paralelo com vários Estados-Membros, permitindo uma imagem marítima comum e uma coordenação mais abrangente. As operações seguem até o final de julho.

O S-100 executará essas tarefas equipado com um L3 Wescam Eletro-óptico/Gimbal de câmera infravermelho (EO/IR), um Overwatch Imaging PT-8 Oceanwatch, um localizador de farol de emergência Becker Avionics BD406 e um receptor de sistema de identificação automática (AIS).

Esta implantação vem somar-se a duas outras operações CAMCOPTER® S-100 para a EMSA atualmente em execução na Estônia e na Romênia, conduzindo vigilância marítima. É também a terceira implantação da Guarda de Fronteira Finlandesa, após um teste em 2019.

Hans Georg Schiebel, Presidente do Grupo Schiebel, disse: “Outro grande exemplo de vigilância marítima aprimorada e capacidades de compartilhamento de informações de nosso CAMCOPTER® S-100. Desde o início do contrato, conduzimos operações em toda a Europa e estamos orgulhosos de desempenhar um papel tão importante nos serviços da EMSA para seus estados membros.”

Sobre a Schiebel

Fundado em 1951 em Viena, o Grupo Schiebel de operação global se concentra no desenvolvimento, teste e produção de equipamentos de detecção de minas de última geração e o revolucionário CAMCOPTER® S-100 Unmanned Air System (UAS). Certificada para atender aos padrões AS/EN 9100, a Schiebel construiu uma reputação internacional pela produção de produtos de defesa e humanitários de qualidade, que são apoiados por um serviço e suporte pós-venda excepcionais. Com sede em Viena (Áustria), a Schiebel agora mantém instalações de produção em Wiener Neustadt (Áustria) e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), além de escritórios em Washington, DC (EUA) e Shoalhaven (Austrália).

Sobre o CAMCOPTER® S-100

O Sistema Aéreo Não Tripulado (UAS) CAMCOPTER® S-100 da Schiebel é uma capacidade operacionalmente comprovada para aplicações militares e civis. O UAS de decolagem e pouso vertical (VTOL) não requer área preparada ou equipamento de apoio para permitir o lançamento e a recuperação. Opera de dia e de noite, em condições meteorológicas adversas, com uma capacidade além da linha de visão até 200 km/108 milhas marítimas, sobre terra e mar. Sua fuselagem de fibra de carbono e titânio oferece capacidade para uma ampla gama de combinações de carga útil/autonomia até um teto de serviço de 5.500 m/18.000 pés. Em uma configuração típica, o CAMCOPTER® S-100 carrega uma carga útil de 34 kg/75 lbs até 10 horas e é alimentado com combustível pesado AVGas ou JP-5. Imagens de carga útil de alta definição são transmitidas para a estação de controle em tempo real. Além de seu waypoint GPS padrão ou navegação manual, o S-100 pode operar com sucesso em ambientes onde o GPS não está disponível, com missões planejadas e controladas por meio de uma interface gráfica de usuário simples de apontar e clicar. O helicóptero não tripulado de alta tecnologia é apoiado pelo excelente suporte ao cliente e serviços de treinamento da Schiebel.

DIVULGAÇÃO: Schiebel

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Up the Irons

A proposta desse Camcopter é bem interessante porque necessita de bem pouco espaço e nenhuma adaptação na embarcação pra ser operado. Será que já despertou o interesse da MB?

Claudio Pepe

O Brasil tem uma empresa que fabrica um parecido. Procure pelo FT-200FH.

Bardini

A MB avaliou essa aeronave alguns anos atrás.
.
No final, compraram ScanEgle.

Joao Moita Jr

Bacana,mas…
Ela, bicho feio!!!

nonato

Pois eu acho o vant mais bonito entre esses operados de navios.
Ar futurista.
Leve, pequeno, ar de robusto e futurista.
Eu compraria se fosse comandante da marinha.
Um em cada navio.
Alcance de 200 km?
Excelente para o pequeno porte.

carvalho2008

Este Tuva parece um grande AHTS…..

Piassarollo

Realmente mestre Carvalho, um casco grande, bojudo, e grande espaço interno. Dá pra ter várias funções, Guarda costeira, balizador, navio de apoio, etc. Note que esse navio não deve ter uma grande velocidade, que é tão criticada por muitos aqui.

Piassarollo

Características interessantes desse navio finlandês, 96m, 4000T de deslocamento, proa bulbosa capaz de romper gelo de até 80cm ! Emprego de aeronaves remotamente controladas e barcos rápidos de interceptação. Cairiam como uma luva aqui…

Esteves

Mestre Carvalho deve ter imagens.

Helio M

AHTS e PSVs parados temos sobrando no Brasil, tudo com construção local, muitos com menos de 15 anos de uso. Nem precisaríamos importar e os navios estão relativamente novos. Tem armador que iria até agradecer. Como muitos foram construídos utilizando ou o mesmo projeto ou projetos similares, facilita até a logística da MB. É possível ter uma frota de projetos RollRoyce, Ultein ou VARD mesmo adquirindo navios de armadores diferentes. Em relação a velocidade, um UT755 trabalha a 14 nós (que é a velocidade máxima da Bracuí), enquanto uma Macaé trabalha a 15 nós (cruzeiro). Quantas vezes a Macaé precisou… Read more »

Piassarollo

Exatamente!

carvalho2008

Correto.

É uma alternativa muito em conta e util para este seguimento de patrulheiros.

É um navio bruto, com força de reboque e construido para colisões e abalroamentos inerentes a sua função de empurrador. patrulhas comuns não são capazes e nem foram construidos pra abalrroamentos. Este risco ficou altissimo com a política transnacional de enxames de pesqueiros. As abordagens ficaram perigosas e não raro o proprio patrulha é cercado.

O tempo de persistencia deles em mar é maior.

Possui popa desimpedida, que pode atuar com drones, lanchas medio pesadas e helis….basta decidir o nivel de custo e recheio desejado.

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