terça-feira, setembro 28, 2021

Saab Naval

Marinha dos EUA testa mísseis Standard Missile-6 Dual II contra mísseis balísticos

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

WASHINGTON – A Agência de Defesa de Mísseis dos EUA (MDA), em cooperação com a Marinha dos EUA, conduziu o Flight Test Aegis Weapon System 33 na ampla área oceânica a noroeste do Havaí em 24 de julho.

O objetivo do FTM-33 era interceptar um ataque de dois alvos de mísseis balísticos de curto alcance com quatro mísseis Standard Missile-6 Dual II.

Com base nas observações iniciais, um alvo foi interceptado com sucesso. Neste momento, não podemos confirmar que o segundo alvo foi destruído.

O FTM-33 foi a missão mais complexa executada pelo MDA (um ataque de dois alvos de teste e duas salvas SM-6 Dual II consistindo em quatro mísseis). Foi o terceiro teste de voo de uma embarcação equipada com Aegis BMD usando o míssil SM-6 Dual II.

O FTM-33, originalmente programado para dezembro de 2020, foi atrasado devido a restrições na movimentação de pessoal e equipamentos com o objetivo de reduzir a disseminação do COVID-19.

SM-6

Evolução dos mísseis antiaéreos da Marinha dos EUA

Os funcionários do programa continuarão a avaliar o desempenho do sistema com base nos dados obtidos durante o teste.

O navio que realizou os disparos para o teste foi o USS Ralph Johnson (DDG 114).

O míssil SM-6 Dual II é projetado para uso na fase terminal de uma trajetória de míssil balístico de curto a médio alcance.

Sobre a MDA: a missão da MDA é desenvolver e implantar um Sistema de Defesa de Mísseis em camadas para defender os EUA, suas forças desdobradas, aliados e amigos de ataques com mísseis de todos os alcances em todas as fases de voo.

USS Ralph Johnson (DDG 114)
USS Ralph Johnson (DDG 114)

FONTE: US Navy

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Bosco

O SM-6 está se mostrando uma arma fundamental para a USN.
Uma versão do SM-6 Block IB ora em desenvolvimento (que usará o corpo do míssil SM-3 Block IIA) terá alcance de cerca de 1000 km contra alvos na superfície (em terra e no mar) e será hipersônico, preservando ainda a capacidade antiaérea e antibalística e adicionará a capacidade CHS (contra sistemas hipersônicos).

Hcosta

Deve ser barato.
Esse é daqueles que precisam de um novo VLS? Manterá as dimensões do SM3?

Bosco

Hcosta,
Sim! O SM-6 Block IB terá as dimensões e peso do SM-3 Block IIA. Será compatível com o lançador Mk-41.
O SM-3 Block IIA pesa cerca de 2 t. Uns 500 kg a mais que as versões anteriores.
O SM-6 Block IB terá cerca do dobro do alcance contra alvos aerodinâmicos e balísticos do SM-6 atual, que já é de 370 km e 40 km respectivamente.
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Last edited 2 meses atrás by Bosco
Tomcat

Como é bom ver vc comentando aqui de novo Boscão!!!!!

Carlos Ribeiro

Ia comentar isso mas vc já havia se adiantado, então fica só a curtida!!! Rsrsrs

Hernâni

Obrigado Bosco por ter regressado! tinha deixado de ler os comentários, noventa por cento eram inúteis!

Pablo Maroka

“Corrida” dos misseis hypersonicos está aquecida.

Enes

Sempre será assim, quando alguém cria o canivete, o oponente criará o facão. E assim o mundo segue beligerante.

Enes

Isso também se aplica a mísseis Híper sônicos, alguém criara o antimíssel super sônico.

Enes

Correção, antimíssil Hiper sônico.

Bosco

Só relembrando:
Mísseis balísticos de curto alcance: de 300 a 1000 km de alcance com velocidade de reentrada na faixa de 2 a 3 km/s (em torno de Mach 8)
Míssil balístico de médio alcance: de 1000 a 3500 km de alcance com velocidade de reentrada na faixa de 4 a 5 km/s (em torno de Mach 15)

Leonardo Costa da Fonte

É trabalhar para conseguir acertar. Me lembro que nos primeiros teste, há muitos anos, ele erraram as 3 primeiras tentativas de interceptação. Um militar de alta patente, na ocasião, fez a seguinte questão: -“Se os mísseis não conseguem interceptar alvos que tem hora de disparo e trajetória conhecidas, como vão interceptar um alvo num conflito real?” Espero que tenham evoluído!

Bosco

Mesmo mísseis balísticos “puros” não têm trajetórias tão previsíveis assim. Logo após a primeira fase da trajetória (fase de impulsão) em que a ogiva (veículo de reentrada) é liberada já no espaço ela continua a subir mas vai perdendo velocidade até chegar no apogeu e começar a mergulhar, ganhando velocidade. Então, apesar de não manobrar um veículo de reentrada tem velocidade variável e posição errática. Quando começa a fase terminal, com a reentrada na atmosfera, logo a velocidade que estava aumentando com o mergulho começa a ser novamente reduzida pelo arrasto e novamente há uma velocidade variável até o impacto.… Read more »

Teropode

Esta observação só não vale para os interceptadores russos , eles são guiados pelo sexto sentido , acertam tudo …..

Mk48

Intetessante ver a flexibilidade que esses Arleigh Burke possuem.
.
São classificados pela USN como “destroyeres” , mas…. em qualquer outra marinha receberiam uma classificação muito superior.
.
São um projeto “campeão” , muito flexíveis, diria até que , resguardando o time lapse, são , junto com os Fletcher, os melhores “destroyeres” já produzidos.
.
Com a palavra, o Mestre Dalton.
.

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Dalton

Não necessariamente “48”. Veja que os grandes combatentes “Aegis” do Japão e Coreia do Sul que deslocam até mais que os “Burkes Flight IIA” como o “Ralph Johnson”, não são classificados em suas respectivas marinhas como cruzadores e na linguagem deles o termo está mais próximo de navio de escolta, já que “destroyer” é um termo da língua inglesa e no mais está cada vez mais difícil tentar padronizar os combatentes. . Quanto ao “projeto campeão” concordo e como o Bosco “welcome back” escreveu acima o míssil SM-6 dará mais flexibilidade a essa classe, juntamente com o “Tomahawk V” e… Read more »

Yuri Dogkove
Antoniokings

Pois é.
Os EUA não andam em uma boa fase.
O desenvolvimento de mísseis deles está bem aquém de Rússia e China.

Bosco

Tecnologias disruptivas são assim mesmo. Difíceis de serem desenvolvidas e com custo altíssimo. Todos os países envolvidos na tecnologia hipersônica ou antibalístico ou stealth , dentre outras, passam por isso, haja vista os EUA, Japão, Coreia do Sul, Índia… Só como exemplo, o Gripen E adquirido pelo Brasil está em desenvolvimento há 15 anos e só ficou pronto de verdade o ano passado. E é o desenvolvimento de um caça já existente, sem nada de tecnologia disruptiva ou inovadora. Imagine a complexidade que é desenvolver mísseis hipersônicos, mísseis antibalísticos, armas de energia dirigida… Só a China, a Rússia, o Irã… Read more »

Antoniokings

Ultimamente, os EUA vêm utilizando muita ‘tecnologia disruptiva’.

Antoniokings

F-35, Classe Ford, LCS, Zumwalt , SM-6, mísseis hipersônicos e etc.
Tudo disruptivo.

Bosco

Sim, são!
Todos os citados estão indo muito bem em que pese a impressão que a grande mídia quer passar aos leigos que insiste em ver o copo sempre meio vazio.
Dos citados só considero um equívoco maior o canhão AGS do Zumwalt que não foi provido de munição convencional ainda. Dependesse de mim tirava um e substituída o outro pelo velho Mk-45.
*Tem hora que tenho que concordar com os comunistas e achar que a democracia e liberdade sao um pé no saco que não raro atravanca o “progrecio”. É um saco essa mídia ocidental “isenta e imparcial”.

sergio

Pelo menos eles mostram o acerto e o erro, ao contrario de Russos e Chineses que só mostram lançamento, o acerto que e bom nada.
antes que venham falar, de boca ou de ouvi falar, eu sou o Rei da Inglaterra.

Antoniokings

Não é questão de mostrar acerto e erro.
É só questão de mostrar quanto está tudo 100%.

Victor Filipe

Por isso que nunca mostram nada de concreto ou videos? só mostra declarações e afirmações no papel? fica fácil assim…

M.@.K

E neste quesito vejo uma desvantagem para os povos ocidentais/democráticos. Enquanto as nações autoritárias/totalitárias escondem suas deficiências, vendendo uma propaganda de que tudo está certo, nos países do “ocidente” tudo é exposto em nome da liberdade e com isso as deficiências são expostas acabando por ser exploradas por nações não simpatizantes.

Omaha

Se ao invés de ser um teste dos americanos fosse um Russo ou chinês, adivinha oq o nosso “amado companheiro” diria? Diria q “é uma ocultação estratégica para induzir os adversários ao erro”, me diz se não é a cara dele?

sergio

Só ele, essa seria a desculpa de umas duas dezenas de comentaristas aqui.

Yuri Dogkove

Novidade seria os EUA admitir que fracassaram né? Sandálias da Humildade nunca couberam nos pés deles…

Antoniokings

E isso é porque não enfrentaram ainda os mísseis russos e chineses que são capazes de alterar a trajetória de voo.

Bosco

Antônio, Como os EUA se retirou do tratado ABM a Rússia em vez de procurar seguir o mesmo caminho e desenvolver seu sistema defensivo contra mísseis balísticos enveredou para o caminho de desenvolver sistemas ofensivos capazes de penetrar num hipotético futuro sistema defensivo americano, já prevendo que mesmo que demorado, um dia os americanos iriam consistentemente conseguir interceptar seus mísseis balísticos ICBM e SLBM. Se foi a aposta mais acertada não faço a mínima ideia, fato é que foi assim que ocorreu. Entre os diversos sistemas que os russos idealizaram para fugir do “escudo” antibalístico cito alguns: 1- míssil balístico… Read more »

Mestre D'Avis

Muito obrigado por este comentário (e outros) que acrescenta muito valor apesar de denegridos por algumas pessoas.

Matheus S

O gênio em questão se chama Sanger, mais conhecido pela sua denominação, “trajetória balística Sanger”, o conceito teórico está sendo aplicado desde os anos 40, mas desde então, várias propostas de trajetórias estão sendo aplicados com base em seus trabalhos. Isso não é nenhuma fake news, há um vasto campo de pesquisa sendo aplicado tanto na Rússia quanto na China e outros países.

Bosco

Não foi a isso que me referi como sendo “gênio”. Releia de novo meu comentário nesse parte e verás.

Bosco

Matheus,
Não foi a isso que me referi como sendo obra de um “gênio” e “fake news”. Releia meu comentário nesse ponto e vai entender.

Matheus S

Bom, então não entendi. Deixa pra lá.

M.@.K

Caraca! Tu sabe muito cara!

Yuri Dogkove

Então porque não expuseram o fracasso de não ter acertado o segundo alvo? Ou será que o tal míssil foi parar na Lua? kkkkk

Last edited 2 meses atrás by Yuri Dogkove
Bosco

Na verdade Bruno, vc está sendo comedido. A grande mídia americana se delicia em divulgar os valores “absurdos” e enumerar as dificuldades tecnológicas dos programas militares americanos, no melhor estilo do quanto pior, melhor. E o resto da grande mídia mundial faz coro.
Para se atualizar acerca da evolução dos sistemas de armas americanos, japoneses, europeus , etc. fora raros artigos eventuais na grande mídia, meio que “para disfarçar “, tem-se que ter muito tempo e boa vontade.

Antoniokings

De dois, acerta um.
De quatro, acerta dois.
De mil, acerta.
Aí, os EUA já eram.

Bosco

Toinho, A defesa hard kill proporcionada pelo sistema Aegis é só parte da estratégia defensiva. Na verdade a base da defesa americana do ponto de vista doutrinário se baseia em atirar no arqueiro antes dele lançar sua flechas. Os americanos não ficariam impassíveis esperando salvas e mais salvas de mísseis. Apenas uns poucos serão lançados, se o forem, e aí teriam que passar pelas defesas em camadas representadas pelos mísseis SM-3 e depois pelos SM-6 e pelos sistemas soft kill. Os chineses podem muito mas nem eles podem tudo e usar mísseis balísticos contra navios cobra um preço bem salgado… Read more »

Antoniokings

O Avangard voa a mach 27.
Os EUA não têm defesa contra isso.

Bosco

O Avangard é lançado a mais de Mach 25 mas chega ao alvo a 10000 km de distância em Mach 15 , no máximo. Lembra? Um HGV troca velocidade por alcance. Fosse um missil balístico “puro” ele atravessaria uma estreita camada de atmosfera e teria uma perda insignificante de velocidade. Não há “almoço grátis ” quando o assunto é física. Quanto aos “Os EUA não têm defesa contra isso” vc está querendo nos fazer crer que então ele tem defesa contra as outras cerca de 1450 ogivas balisticas? Uau! Eu não fazia ideia que o ” escudo antimissil” americano tinha… Read more »

sergio

Bem vindo de volta grande Bosco, sentimos sua falta aqui viu, espero que fique conosco, teus comentários fazem falta aqui.
já que volto e sem querer abusar, estava pesquisando sobre misseis balísticos em um post anterior, e descobri que nosso foguete sonda IV tem mais capacidade de carga, e o mesmo alcance do projeto condor III que os argentinos estavam desenvolvendo, então o que falta para termos um míssil balístico na tua oponião ?

Bosco

Sergio,
O Brasil tem tudo, ao meu ver, para desenvolver em tempo recorde (10 anos) uma família completa de mísseis balísticos tendo em vista o desenvolvimento do VLS , inteiramente de combustível sólido.
O VLS desmembrado proveria basicamente todos os alcances desejáveis. Teríamos que desenvolver à parte o veículo de reentrada.
O que falta é vontade política, sem falar que do ponto de vista geopolítico seria complicado a gente justificar tal investimento.
Sendo mais realista, um míssil balístico de curto alcance (até 1000 km) pode ser desenvolvido a qualquer momento que se julgar necessário.
Um abraço.

Bosco

Falando sério agora Toinho, na verdade os EUA já possuem defesa contra o Avangard há muito tempo e ela se chama “MAD”.

Bosco

Toinho,
Não fico satisfeito de tirar pirulito da boca de criança mas esse artigo é interessante.
Sei que você usa a tática de menosprezar qualquer fonte que seja postada que vá contra sua narrativa (é o tal do ódio do bem, rsss) e havia jurado a mim mesmo jamais fazê-lo novamente, mas me sinto no dever de fazê-lo uma última vez.
https://www.ucsusa.org/resources/slowing-hypersonic-arms-race#top

https://www.ucsusa.org/resources/slowing-hypersonic-arms-race#read-online-content

https://www.ucsusa.org/sites/default/files/2021-04/slowing-the-hypersonic-arms-race.pdf

Também espero que os demais colegas aproveitem do artigo.

Matheus S

Minha nossa.

De fato, o Kings tem razão em desconfiar de certas fontes. Não vou me dar o trabalho de refutar todo o artigo que você usou como fonte, só vou postar uma matéria de um teste dos EUA(dos EUA, não há como menosprezar dizendo que é chinês ou russo já que você gosta de fazer isso) que já refuta a parte da precisão “semelhante” dos mísseis balísticos contra os hipersônicos, principalmente o HGV.

Favor, olhar a parte do CEP alcançado do teste refutando a parte da precisão do seu artigo postado:
https://www.defensenews.com/digital-show-dailies/ausa/2020/10/13/us-developed-hypersonic-missile-hit-within-six-inches-of-target-army-secretary-reports/

Bosco

Esse artigo não refuta em nada o artigo que eu indiquei. Acho que você não entendeu nem um nem outro. Na sua ânsia de ser contra minha argumentação você meio que se perde. O artigo que citei, na parte de precisão, faz uma comparação entre a precisão de um HGV e um MaRV. Em nenhum momento o artigo diz que uma HGV não tem precisão e nem foi essa a minha intenção em indicá-lo e muito menos dos autores em redigi-lo. Num primeiro momento minha intenção é deixar claro o que eu venho falando há 3 anos , que fazem… Read more »

Last edited 2 meses atrás by joseboscojr
Bosco

Agora… vamos e venhamos… CEP de 15 cm?
Os americanos também peidam na farofa de vez em quando.

Bosco

*Eu não gosto de menosprezar chineses e russos, só não tenho minha opinião alinhada automaticamente a fontes oficiais de regimes totalitários, como é o seu caso.

Matheus S

Se você pesquisar melhor, verá que tem muitos sites e matérias argumentando contra os supostos avanços russos, principalmente na questão dos mísseis hipersônicos, e também se encontra matérias e artigos em chinês. Não acredito em tudo que se diga por exemplo dos mísseis DF-21D, não é um míssil imparável como dizem, muitos dos seus argumentos de contramedidas de mísseis antibalísticos é válido, principalmente se considerarmos o SM-6, visando totalmente o DF-21D. Agora eu não compro esse discurso que a USN também pode parar todos os mísseis como você faz acreditar, e os testes antimísseis dos EUA na maioria das vezes… Read more »

Bosco

Se eu disser que a seleção italiana de futebol é capaz de vencer a seleção alemã de futebol e vc entender que eu estou afirmando que todas as vezes que a seleção italiana jogar conta a seleção alemã ela irá vencer , o problema é de interpretação sua e não de redação minha. Sou responsável pelo que eu escrevo e não pelo que os outros entendem o que escrevi.
Seria um imbecil se eu acreditasse ou divulgasse que a “USN pode parar todos os mísseis” e pode ter certeza absoluta, não sou um imbecil.

sergio

Grande Bosco, Relaxa, essa Matheus S e igual ou talvez pior que o kings, tem ate uma teoria da conspiração que rola por aqui, que são a mesma pessoa, Ignora que ele vai embora.

Matheus S

Não fica chateado quando discordo de você. Apesar disso, seus argumentos são válidos, eu nunca disse outra coisa. Se minha argumentação contra você te deixa assim, vou parar de responder seus comentários. Agora você está livre.

Bosco

Grato! Faça isso!

Antoniokings

A resposta é 500.
E é o fim do mesmo jeitos.
Vcs têm de admitir que os EUA estão ficando para trás.
É tão fácil aceitar.
E melhor do que ficar nesta tortura mental.

sergio

Os Russos acertam quantos mesmo ?????

sergio

Novidade seria os Russos ou chineses admitir que fracassaram né? Sandálias da Humildade nunca couberam nos pés deles…

Alex Barreto Cypriano

Bom, mas eh pouco. Os EUA precisam estabelecer seu próprio A2AD pra evitar investidas contra seu território, marítimo, inclusive. De resto, a tática naval chinesa tem funcionado bem, ao menos perto de casa, daí DMO/LOCE/EABO, alianças em processo de fratura e tímidas FoNOps.

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