sábado, maio 28, 2022

Saab Naval

Comando Indo-Pacífico dos EUA conduz o Large Scale Global Exercise 21

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

CAMP SMITH, Havaí – O Comando Indo-Pacífico dos EUA (INDOPACOM) conduz o Large Scale Global Exercise 21 (LSGE21) de 2 a 27 de agosto de 2021. O LSGE21 é um exercício do Departamento de Defesa executado pelo Comando Indo-Pacífico dos EUA, que incorpora o Exército dos EUA, Força Aérea, Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais, ao lado das Forças Armadas do Reino Unido, Força de Defesa Australiana e Força de Autodefesa do Japão.

Os Estados Unidos estão comprometidos em trabalhar com nossa rede incomparável de alianças e parcerias neste complexo ambiente operacional para garantir a estabilidade regional, fortalecer a ordem baseada em regras internas, linhas de comunicação seguras e manter um Indo-Pacífico livre e aberto que beneficia a todos nações.

Este exercício de domínio completo ocorrerá em toda a região Indo-Pacífico com nossos parceiros globais na forma de treinamento de campo, atividades de apoio logístico, desembarques anfíbios, manobras aéreas e terrestres, operações aéreas, operações marítimas e atividades de operações especiais.

As forças dos Estados Unidos treinarão com aliados e parceiros para melhorar a interoperabilidade, a confiança e o entendimento compartilhado para melhor enfrentar os desafios de segurança que afetam todas as nações.

Nas fotos, navios do USS America ESG da Marinha dos EUA, navios da Marinha Real Australiana e da Força de Autodefesa Marítima do Japão iniciam as operações de apoio ao Problema de Batalha Combinado e Conjunto (CJBP), parte do Large Scale Global Exercise 21 do INDOPACOM – LSGE21

FONTE: U.S. Indo-Pacom Public Affairs

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Burgos

E aos poucos, a escalada e o tom vai subindo naquela região.
Tomara que os ânimos acalmem por ambas as partes pq o final nunca é bom .?

Capitao Vasconcelos

Quando se trata da escalada provocada pela China, reina o silêncio…

Nonato

Acalmar ânimos nada.
A China tem de ser contida logo.
Já passou da hora de jogar um extintor na boca do dragao.

PACRF

Não precisa “jogar um extintor na boca do dragão”, basta que todos os países do mundo que possuem relações comerciais com a China, inclusive o Brasil e os EUA, parem de comprar e de vender produtos e serviços. Dessa forma estrangula-se sua economia.

Antoniokings

E quem vai ser o primeiro a parar de negociar com a China, visto que os próprios empresários americanos estão ‘desesperados’ para que os atritos acabem?

MarketWatch – 06/08/2021

https://www.marketwatch.com/story/lobbyists-for-u-s-business-urge-biden-administration-to-reopen-china-trade-talks-11628258289?mod=home-page

PACRF

Tratou-se apenas de uma ironia. Afinal, nenhum país do mundo irá deixar de vender ou comprar da segunda maior economia do mundo, que é (ou será) o maior consumidor do mundo por razões ideológicas, por razões étnicas ou pelo simples fato de “não gostar” da China.

Inimigo do Estado

Beleza, comece por você jogando fora todas as coisas made in China da sua casa. Se trabalhar em alguma lavoura de soja de exportação, peça demissão agora, vamos ver quanto tempo você aguenta ???

JEFFERSON FERREIRA DA SILVA

Problema que não é tão simples, tanto que compra quanto quem vende depende um do outro, simplesmente deixar de comprar gera impacto nas 2 economias a que vende e a que compra… principalmente o EUA que compram em gigantescas quantidades… não é tão simples assim….

Pedro

COmo faz para inibir o comércio com o maior comprador e fornecedor do mundo? O dinheiro agora é totalmente Chinês, este desafio ao ocidente é mega maior do que foi a URSS. Eu acho que convivência comum e pressão em respeito aos direitos humanos. Fora isso, deixem a nova guerra fria acontecer, desde que nos moldes de flexão de musculatura e ganhos tecnológicos.

Zorann

Nem Australia, nem Japão, nem ninguém com juízo vai à guerra contra a China sem ser atacado. Não são malucos. A exceção seria os EUA, mas estão muito longe de casa para toparem esta sozinhos.

Até agora é só jogo de cena.
Naquelas…. Taiwan é de vocês, mas não avancem além de Taiwan.

Helio Eduardo

Amigo, você está certo, mas isso também vale para a China. Ela ainda não pode contra todo o Ocidente.
Taiwan é a chave, se a China invadir, ninguém tira dela, isso é fato, mas o problema está no depois.

Nonato

Trump começou a reação.
Obama deixou a China crescer.
Trump começou a reagir e a China acionou seus amigos em território americano, inclusive o BLM, como forma de tirar seu maior inimigo do poder.
Seria bom fazer logo um bloqueio naval.
Nada sai, nada entra na China…

RAWICZ

Só que a esmagadora maioria dos países tem a China como principal ou top5 dos países em que faz comercio. Qualquer embargo econômico ou de movimentação restrição ou algo do gênero afetará muito a economia do “embargador”

Definitivamente a China tem o “controle” do mundo. Até que não se dependa dela, ninguém vai contra a não ser que ela tome uma atitude deliberada de guerra.

Sinceramente países menores do que a China com os mesmos ideias já teriam tomado severas sanções. O problema é que é a China.

Antoniokings

Pelos últimos cálculos, a China deve exportar, esse ano, cerca de US$ 3 tri.
As importações estão se aproximando de US$ 2,5 tri.
Uma corrente de comércio assombrosa de US$ 5,5 tri.
É muita coisa

Antoniokings

Ninguém sobrevive sem a China.

Matheus S

Negativo.

Obama quem começou.

Ampliou a parceria ASEAN-EUA, fortaleceu economicamente os EUA na região isolando a China através do Acordo do Pacífico TPP, já estava transferindo 60% dos navios para o Pacífico e muito mais.

Trump abordou uma estratégia diferente do seu antecessor, mas não começou a reação. Só foi mais agressivo e direto em termos de confrontar os chineses.

Teropode

Quem é este com Sky jump na última foto ? É o Adelaide ?

Dalton

É o irmão dele o “Canberra” conforme o indicativo ” L 02 ” visível na “ilha”.

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