sexta-feira, outubro 15, 2021

Saab Naval

Submarino NRP Tridente da Marinha Portuguesa retorna à base depois de 67 dias em missão

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O submarino NRP Tridente regressou à Base Naval de Lisboa depois de 67 dias de missão na Operação Sea Guardian da OTAN e, em simultâneo, na Operação Irini da União Europeia (UE), onde foram efetuadas mais de 1.300 horas de navegação, das quais 1.200 em imersão. Ao longo das cerca de 6.000 milhas percorridas o Tridente detetou mais de 7.000 contactos e efetuou a coleta de informação de cerca de 1.900 contatos de interesse.

​​​​A Operação Sea Guardian da NATO visa garantir a segurança marítima no mar Mediterrâneo de forma a assegurar a liberdade de navegação e o conhecimento situacional do Mediterrâneo, enquanto que a Operação Irini da UE tem por missão principal contribuir para aplicar o embargo ao armamento imposto pelas Nações Unidas à Líbia.

O NRP Tridente, comandado pelo capitão-tenente Ribeiro da Paz e com uma guarnição composta por 33 militares, visitou, durante a missão, os portos de Cartagena, em Espanha, Cagliari, em Itália e Souda Bay, na Grécia.​​​

FONTE: Marinha Portuguesa

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Peter nine nine

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Marcelo 75

Qual a probabilidade de ter contatos com submarinos russos, israelense, turcos, gregos egípcio ou outros da Otan visto que o mar Mediterrâneo é “pequeno e estreito” diante da grande quantidade de meios operandi na região??
Mesmo o submarino sendo uma arma furtiva numa apertada área, já mapeada o relevo de rasa profundidade, o risco submarino não será maior???

Miguel Carvalho

A probabilidade é grande se os supostos contactos estiverem lá. Porém nestes exercícios toda a gente sabe onde todos estão, para evitar ” mal entendidos “.

No caso de se encontrar um submarino russo, o normal seria dar a conhecer a presença.

Kemen

“o mar Mediterrâneo é “pequeno e estreito” diante da grande quantidade de meios operandi na região??”

Não é não amigo, o mar parece pequeno mas não é. Apesar do intenso tráfego maritimo o Mediterrâneo ainda é um mar imenso. As deteccões feitas pelo Tridente foram porque é um submarino moderno com grande capacidade de detecção, principalmente se navegando não muito distante do litoral, e veja, das 7.000 detecções apenas 1.900 foram de interesse, detectou até pequenas embarcações.

MestreD'Avis

Marcelo, só uma pequena correção sobre o relevo de rasa profudidade. A profundiade média do Mediterraneo é de mais de 1500m. Tem locais que ultrapassam os 4000m.
Para os submarinos pouco interessa o que seja mais de 300/400m mas não é um mar costeiro e fechado

Teropode

Os militares portugueses se destacam pelo profissionalismo , em especial os fuzileiros que prestam excelente serviço na República centro africana , por motivo óbvios não são forças numerosas mas compensam os números pela qualidade de cada guerreiro.💐

Carlos Bernardo

Apenas alguns fuzileiros estão na RCA a dar formação a uma nova unidade anfíbia das forças armadas centro africanas, esteve um pelotão de fuzileiros nos primeiros 4 meses do ano a bordo do navio francês Dixmude, na operação Corymbe e está neste momento uma companhia de fuzileiros na Lituânia, mais concretamente na cidade portuária de Klaipeda. Para curiosidade dos brasileiros a fragata NRP Corte Real está a iniciar uma missão na OTAN , a SNMG1 e integra um oficial da MB

Hcosta

Não há rotação de várias unidades na RCA, paras, fuzos, etc..?

Carlos Bernardo

Em média não há rotação em missões de tempo inferior a seis meses e por isso os militares portugueses ao serviço da ONU, rodam a cada seis meses, cada FND (Forças Nacionais Destacadas) rodam a cada seis meses e a presente é a nona (9ªFND). Os fuzileiros a bordo do Dixmude e os que estão na Lituânia não rodaram nem rodam. Apenas os militares da Força Aérea Portuguesa no Mali rodam a cada três meses. Os militares que integram a EUTM-RCA são instrutores e não unidades militares e como tal não sei qual a rotação vigente e que varia de… Read more »

rui mendes

As tropas na Replública Centro Africana são paraquedistas e comandos.

rui mendes

Penso que só agora, têm lá alguns Fuzileiros.
Mas no inicio das operações na RCA eram Comandos e
Paraquedistas.
Quando houve contactos com as forças rebeldes ao governo da RCA.

Hcosta

Eu pensei que ia um destacamento de paraquedistas e no destacamento seguinte iam outros, por exemplo.
Até tinha a ideia que já tinha ido um de fuzileiros mas devo ter feito confusão.

Bruno

Aposto que o nossos subs saem na segunda a tarde e voltam na sexta a noite pro chopp. Aliás, quantos dos IKL estão em condições de operar a pleno?

Joao Moita Jr

Ficar tanto tempo fechado em um submarino não é pouca coisa não.
Continua a tradição dos grandes navegadores portugueses.
Aplaudo do pé.

Jodreski

No mínimo precisa amar muito o que faz, pq ficar enlatado por esse período não curtindo o trabalho que vc executa é sair do sub e ir pra terapia…

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