sábado, outubro 16, 2021

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Porta-aviões USS Carl Vinson opera com caças stealth F-35C no Mar da China Meridional

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O porta-aviões USS Carl Vinson (CVN 70) da Marinha dos EUA está navegando no Mar da China Meridional desde a semana passada carregando caças F-35 stealth pela primeira vez na região.

O Carl Vinson Carrier Strike Group (VINCSG) partiu de San Diego no início do mês passado, fazendo história ao navegar para o Pacífico.

O porta-aviões da classe Nimitz tornou-se o primeiro porta-aviões da Marinha dos EUA a desdobrar uma ala aérea integrada consistindo de caças F/A-18 Super Hornets de quarta geração e F-35C Lightning II Joint Strike de quinta geração.

O grupo de ataque está agora no Mar da China Meridional e conduzindo operações de segurança marítima, disse a Marinha dos EUA em um comunicado à imprensa.

O grupo de ataque porta-aviões é liderado pelo Carrier Strike Group (CSG) 1 e inclui o porta-aviões USS Carl Vinson (CVN 70); Carrier Air Wing (CVW) 2; Embarque de staffs do CSG 1 e Destroyer Squadron (DESRON) 1; Cruzador de mísseis guiados USS Lake Champlain (CG 57) classe Ticonderoga; destróier de mísseis guiados USS Chafee (DDG 90) classe Arleigh Burke; e o navio de combate litorâneo da variante Independence, USS Tulsa (LCS 16).

No mês anterior à entrada no Mar da China Meridional, o VINCSG participou do Exercício de Grande Escala 2021, conduziu voos de interoperabilidade com o UK Carrier Strike Group (CSG-21) e conduziu um exercício bilateral com unidades das JMSDF.

O grupo de ataque está empenhado em defender uma ordem internacional baseada em regras com aliados e parceiros regionais, demonstrando a capacidade das forças navais destacadas para responder rapidamente em toda a região.

O Carl Vinson Carrier Strike Group é desdobrado na área de operações da 7ª Frota dos EUA em apoio a uma região Indo-Pacífico livre e aberta. A 7ª Frota dos Estados Unidos conduz operações navais desdobradas para a frente em apoio aos interesses nacionais dos Estados Unidos na área de operações do Indo-Pacífico. Como a maior frota avançada da Marinha dos EUA, a 7ª Frota interage com outras nações marítimas para construir parcerias que promovam a segurança marítima, promovam a estabilidade e evitem conflitos.

FOTOS: U.S. Navy

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Andromeda1016

Deviam mudar o nome desse mar tirando qualquer referêncioa à China, para que a China pare com essa tentativa de anexar todo esse mar só para eles. A mudança em sí não vai mudar esses ânimos, mas pelo menos passar a ideia correta de que ser trata de um mar que pertence a todos e não exclusivamente a um só país.

Dalton

O USS Tulsa não pertence ao “Grupo de Ataque” e sim juntou-se a ele, já que está em missão desde março iniciada com a tripulação “dourada”, está já tendo sido substituída pela “azul” e esse rodízio continuará acontecendo até o fim da missão que deverá durar até bem dentro do próximo ano.
.

Teropode

O início de carreira ( me refiro ao início de serviço , não se empolguem ) do Osprey foi bem conturbado , chovia matérias sobre o baixo desempenho do aparelho , problema com a estabilidade na hora da conversão do vôo parado para o horizontal , consumo excessivo , baixa durabilidade de alguns componentes mecânicos e a hora de manutenção por hora voada muito desproporcional , mas isto ficou no passado , o projeto evoluiu e agora se torna o carregador de piano da USNAVY , cogitaram até mesmo cancelar o projeto e promover o CH53 . É bom ver… Read more »

Leandro Costa

É bom lembrar também que o CH-53K entrou em operação com o USMC e parece estar sendo bem aceito.

Dalton

Ele vai indo bem Leandro, mas, por enquanto apenas no Esquadrão de Teste e Avaliação Operacional da US Navy responsável também por aeronaves dos
“Marines”.

Diego

Em represaria, vários navios de guerra da Marinha do PLA fizeram uma visita demonstrativa à costa americana em resposta à chamada operação para garantir a liberdade de navegação no Mar da China Meridional e no Estreito de Taiwan, que está sendo conduzida por Washington.

Os navios chineses procederam fora dos limites das águas territoriais dos Estados Unidos, mas em estreita proximidade com a zona econômica exclusiva dos Estados Unidos perto das Ilhas Aleutas.

Fonte: Chinese Warships Sailing Near Alaska’s Aleutian Islands Shadowed By U.S. Coast Guard (thedrive.com)

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Antoniokings

A China eu não sabia, mas já li que os russos estão brincando de gato e rato na região com os americanos.
Inclusive, forçando os americanos a utilizar os custosos F-22 na função de interceptar os aviões russos.

Hcosta

Forçando a utilizar os F-22?
É para isso que eles servem e é para isso que são utilizados há já muito tempo.

Antoniokings

A matéria que li dizia que os americanos estavam gastando fortunas para colocar em voo os F-22 para acompanhar os antigos Tu-95.
Creio ser essa a intenção dos russos.

MestreD'Avis

Se não usassem os F-22 para policiamento aéreo (que estão no Alasca por ser a 1ª linha de defesa) vc ia dizer que são rainhas do hangar e nem voam…

sj1

Quem faz isso é a China com Taiwan

Dalton

Se bem que dada a enorme diferença entre orçamentos militares, não me surpreenderia se para os russos enviar antigos bombardeiros para perto
do Havaí no fim das contas não ficasse tão caro para os russos também tanto que não se vê isso com frequência.

Dalton

O problema é que não é apenas “Washington” e sim diversas outras nações na região que não concordam com as práticas chinesas, só que sendo “fracas” automaticamente se alinham aos EUA.
.
Os chineses podem navegar quanto quiserem próximos aos EUA, mas, não estarão lá para garantir a liberdade de navegação nem mostrar apoio á aliados, até porque não há nenhum por lá.

Bosco

rsss
Daltão,
Com o tanto de navio que os chinas têm o jeito é mostrar serviço.

Antoniokings

Os aliados que a China está criando estão mais ao Sul.
Nem diria alados, mas dependentes.
O que não é de se estranhar, visto que quase o Globo todo, em maior ou menor medida, depende da China.

Dalton

E a China também depende “deles”, mas, fazer negócios com o globo todo não significa que será “tão fácil” e/ou que a China também não terá desafios.

Fernando Veiria

Será que em breve vamos ver algum destróier chinês aparecendo no Pesca Mortal?

Emerson

Acho que os americanos deveriam ter feito apenas às versões A e B do F-35, a C esticou muito o projeto.

Hcosta

Acho que o principal problema foi o ritmo alto de produção do A sem antes terem resolvido os problemas. Isso na fase inicial e que agravou os custos de manutenção numa fase posterior.

Dalton

Segundo alguns, o que “complicou” foi mesmo a versão “B” enquanto a versão “C” basicamente é a versão “A” para uso em NAes.
.
A Boeing gosta de proclamar que o “Super Hornet” já seria o suficiente, mas, teve recentemente que engolir que a versão Block III dificilmente comportará os tanques conformais que dariam a ele maior alcance.
.
Seja como for o “Block III” deverá continuar relevante pelos próximos 20 anos, com os novos sensores, melhor consciência situacional, novas armas, mas, o F-35C ainda mais quando receber novas atualizações será a principal aeronave de uma ala aérea de NAe.

Fernando Veiria

Eu já acho exatamente o contrário, a versão B que eu não consigo ver necessidade. Não faz nada que um A ou um C façam melhor.

Hcosta

O B é o único sem concorrência

Dalton

O “B” é o único capaz de operar a bordo de “grandes” navios de assalto anfíbio e/ou
NAes grandes e pequenos não equipados com catapultas e maquinário de retenção de aviões e também de pistas curtas e dada a obsolescência dos “Harriers ainda existentes torna-se extremamente necessário.
.
Talvez tivesse sido melhor desenvolver um avião a parte, mas, voltando-se no tempo fez todo sentido tentar economizar milhões de dólares com um único avião e três variantes.

Fernando Veiria

Então grande mestre, pensando nos EUA eles não tem tanta necessidade de um avião desses pois eles possuem uma frota de NAes bem capazes de projetar força em todos os pontos do planeta. Seria impensável uma campanha americana em algum lugar do mundo sem pelo menos um desses navios. Isso torna o F35B desnecessário para eles. Mas se realmente eles queriam alguém para substituir os Harriers, ao ver o tamanho dos boletos que chegavam do programa F35 teria sido melhor abortar a versão mais problemática e desenvolver uma aeronave específica para esse fim. Acho que eles só seguiram com o… Read more »

Dalton

Fernando em 2003 na invasão do Iraque os EUA tinham 12 NAes e 10 Alas Aéreas ao invés dos 11 hoje e 9 Alas Aéreas e a disponibilidade era também maior com um menor número de NAes passando por manutenções e nem se tinha um de uma nova geração exigindo muitos anos de testes como é o caso do ” Gerald Ford” mesmo assim durante um curto período de tempo 2 LHDs da classe Wasp operaram com mais de 20 AV-8Bs a bordo! . Então é bom ter essa capacidade já que sempre haverá vários NAes indisponíveis,mas, não é apenas… Read more »

Luiz Trindade

Só para não ser enfadonho e repetitivo… Eu irei escrever: Eu te falei, eu te falei, mas eu te falei!!!

Andre

E o F35 segue operando…ao contrário de uns que tem por ai e do que os especialistas falam…

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