sábado, outubro 16, 2021

Saab Naval

Destróier ‘Vice-Admiral Kulakov’ de volta ao Oceano Atlântico

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O grande navio antissubmarino Vice-Admiral Kulakov da classe “Udaloy” completou as tarefas do plano para uma campanha de longa distância no Mar Mediterrâneo e partiu para o Atlântico. Hoje, o navio passou pelo Estreito de Gibraltar.

O Vice-Admiral Kulakov é acompanhado pelo navio de resgate e rebocador Altai e o navio-tanque Akademik Pashin. Num futuro próximo, um destacamento de navios e embarcações da Frota do Norte operará na parte Nordeste do Oceano Atlântico, na costa da África.

No Mar Mediterrâneo, os Marinheiros do Norte operaram a partir de 18 de agosto. Nesse período, realizaram viagens de negócios à Argélia, Síria e Chipre, e também realizaram uma série de exercícios sobre vários tipos de defesa do destacamento de navios na transição marítima.

O Vice-Admiral Kulakov partiu da base principal da Frota do Norte da cidade de Severomorsk no dia 28 de junho. Sua tripulação participou do Desfile Naval Principal, e após sua conclusão elaborou episódios individuais de ações práticas no Oceano Atlântico durante o treinamento de comando e estado-maior na gestão de forças e tropas da Frota do Norte.

Desde que deixou a base, o navio percorreu mais de 13.000 milhas náuticas.

Status da Marinha Russa no Mediterrâneo no dia 18 de setembro

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Esteves

Antenas, radares, sensores…o navio parece uma radiolandia.

Poderosíssimo. Submarino soltou pum…será caçado.

Henrique de Freitas

O problema é que antes do pum…ele já lançou muita coisa antes. Abrs

Augusto L

Essa classe foi modernizada? Pelo que eu sei os Udaloys são bem antigos

Otto Lima

Alguns navios da classe foram, sim, modernizados.

Samuel Asafe

Esperando alguém comentar que quando esse der baixa vai ser uma boa oportunidade pra MB rs

Dalton

Bom se alguém realmente tem essa “esperança” 🙂 melhor não contar com isso pois os russos um tanto quanto carentes de grandes combatentes de superfície querem prolongar a vida de seus 7 “Udaloy I” e o primeiro deles a passar por uma modernização que por conta de uma série de atrasos, algo que afeta particularmente mais a marinha russa, levou quase 5 anos para ser concluída meses atrás é o “Marechal Shaposhnikov”. . Os “Udaloy I” como explicado no texto, são classificados como “grandes combatentes anti submarinos”, e “destroyers” por outras nações, mas, a modernização os irá deixar mais flexíveis… Read more »

Luís Henrique

Caro Dalton, saiu uma matéria hoje falando que o projeto de novos Destroyers classe Líder para a marinha russa não esta morto.
Pelo tamanho especulado, de 19.000 ton, é bem provável que os Udaloi sejam reclassificados como Fragatas mesmo. Rss.

https://nationalinterest.org/blog/buzz/russias-lider-class-destroyer-coming-back-dead-194318

Dalton

Oi Luis…mais certeza é a classe de “Super Gorshkov” que terá cerca de 8.000 toneladas carregada que conforme noticiado dias atrás terá a produção iniciada em
2024 para incorporação a partir do fim dessa década e ao longo da próxima daí a maior necessidade de se estender a vida dos “Udaloy” e torna-los navios multi função até se conseguir gradualmente substitui-los.

Esteves

Tá mais fácil um desses “dar baixa” nos nossos submarinos.

Last edited 21 dias atrás by Esteves
Emmanuel

A piada do ano.

guilardo

A nossa “esquadra” resume-se ao Atlântico, Bahia, três patrulhas oceânicas, a Barroso e supostamente a 6 fragatas e uma corveta mais antiga. As fragatas e uma corveta estão com a sentença de morte já decretadas pelo plano de extinção, apresentado pelo almirantado. Todo o jogo agora é em torno dos 4 subs convencionais e de 4 corvetas que ainda vão ser construídas. Quando essas ficarem prontas (?), só restará a Barroso em atividade. O Brasil é excepcional e cumpre à risca os descomissionamentos dos navios. Uns dizem que reformas são caras demais, outros afirmam que já deram o que tinham,… Read more »

Piassarollo

Caro Guilardo, em questão ao assunto da renovação de nossas fragatas, temos que levar em conta alguns fatores. São navios com mais de quarenta anos de atividade, a água salgada e as tensões sofridas em suas estruturas cobram o seu preço. Mesmo que um navio apresente uma condição visual satisfatória, existem algumas condições básicas que determinam se um navio de guerra deve ou não ser desativado. Dentre estes determinantes, o meio deve ter condição estruturais para enfrentar condições de mar adversas com segurança para a tripulação e para a estrutura do próprio navio. Deve apresentar uma relação favorável de custo/benefício.… Read more »

Guilardo Pedrosa.

Ok.

Esteves

Aonde é a guerra?

Michel

No mundo todo!

Guilherme Lins

Taí o problema da turma pró equipamento russo, como você pode afirmar que este navio pode lidar com nossa frota de submarinos? Baseado em que exatamente? Em qual exercício? A Rússia faz sim bons equipamentos, mas este tipo de comentário é sem base. Em tempo, tudo que se afirma sobre as fragatas Niterói relativo a sua idade, muito provavelmente pode se afirmar em relação aos “udaloys” e seus pares classe “sovremenny”, a Rússia corre contra o tempo para renovar sua frota com as classes “gorshkov” e “steregushchiy”.

Esteves

Baseado que eles caçavam UBoats no Atlântico Norte. São mais de 70 anos em atividades…mais estressantes durante a IIWW ou menos durante a Guerra Fria.

E…baseado que nós não temos uma frota de submarinos,

Luís Henrique

O navio citado na matéria foi modernizado em 2010. Outros da mesma classe estão sendo modernizados, um foi entregue em março de 2021, modernizado, outros serão entregues no ano que vem ou em 2023.
É válido imaginar que um destroyer especializado na guerra anti-submarina, que foi modernizado em 2010 ou em 2021, possua capacidades críveis.
Principalmente contra uma marinha bem menor e modesta, com equipamentos antigos que não foram modernizados.

Guilherme Gabriel Lins

respeito sua opinião Luiz Henrique, mas ela está embasada em deduções rasas. A informação que temos mais crível em relação a modernização da classe Udaloy é justamente no sentido de torná-lo um navio mais multifunção, conforme as necessidades da marinha russa diante do envelhecimento de sua frota. E em relação a nossa força de submarinos, há vários registros de elogios estrangeiros sobre a nossa performance em exercícios, o que ocorre hoje é que diante da falta de recursos para os respectivos PMG dos submarinos, já que a verba disponível vai para o PROSUB, estamos com baixa disponibilidade dos nossos meios.… Read more »

Luís Henrique

Sim, concordo com você. Nem 8 nem 80. Esse navio é antigo, porém como foi modernizado, pode sim ser muito capaz na missão, por outro lado, nossos submarinos Tupi também são antigos, mas não é fácil detectar e destruir um submarino convencional com uma tripulação bem treinada, mesmo os Tupi não sendo o estado-da-arte em submarino convencional.

Sincero Brasileiro da Silva
TeoB

pode ser que vai ser parecido com a Índia que alugou um subnuc pra ver como funciona e depois de ver como era de verdade foi atrás pra fazer o seu dentro das suas necessidades, isso muito tempo e dinheiro depois, mas tem uma diferençazinha entre Austrália e Índia… a segunda já era uma potencia nuclear já a primeira não tem experiência nem em garimpar uranio, quem dirá processa-lo para virar combustível.
to achando que vai virar praticamente uma compra de prateleira para o povo dos Cangurus.

Thiago Borelli

Será escolhido um modelo Americano ou Britânico para ser produzido na Austrália, não vão partir do zero.

Piassarollo

Belíssimos navios. Os Udaloys, assim como seus contemporâneos da classe Arleigh Burke, começaram a introduzir navios com cascos mais largos, maior deslocamento e consequentemente maior volume interno. Anteriormente, os navios de guerra de maior porte, de uma maneira geral, eram construídos seguindo uma escala de proporção comprimento/ boca, de aproximadamente 10/1, sendo que na época, se dava muita ênfase à velocidade do navio. Com o advento, cada vez mais, dos mísseis, a velocidade passou a não ter tanta importância, sendo mais importante hoje, a questão do volume do casco , afim de poder acomodar maior quantidade de armas, munições e… Read more »

Andre

Interessante a lista: 1 destroier, 1 fragata, 1 corveta, 5 subs.

Parece a marinha brasileira. Agora, se comparar com a marinha japonesa, australiana, indiana, britânica, sul coreana, italiana, francesa….

Brummbär

Vamos comparar então!
Aqui estão as embarcações da marinha russa:comment imagecomment imagecomment imagecomment image

Agora é sua vez, mostre a lista de embarcações da marinha japonesa, australiana, indiana, britânica, sul coreana, italiana, francesa…

Mauro Cambuquira

Não vai dar… Você tomou todo espaço com essa quantidade de vasos…

Up The Irons

As marinhas do Japão e da França são impressionantes e são exemplos de estrutura e expertise, pois sempre estão em treinamentos e cooperação com forças de outras nações. Vou citar a Marina Militare italiana, que opera meios no estado da arte e deveria ser exemplo para o Brasil na gestão de recursos! Tem que respeitar. Tudo isso até 2030: 10 fragatas FREMM (6.700 ton) 4 destróieres DDX (11.000 ton) 7 fragatas PPA ( 5.000 a 6.000 ton) 8 Patrulhas Oceânicos EPC ( 3.000 ton) 2 porta-aviões ligeiros com F-35 embarcados 8 submarinos Não postarei navios menores como você colocou porque… Read more »

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Last edited 19 dias atrás by Up The Irons
Brummbär

As marinhas japonesa, australiana, indiana, britânica, sul coreana, italiana, francesa são forças poderosas e modernas, certamente entam no Top10 das marinhas mais poderosas do mundo e isso eu não discuto. O comentário do André da a entender que a marinha russa não compete com essas forças citadas, mas a realidade é bem diferente da qual ele nos quer fazer crer.
A marinha russa é bastante capaz, e ficará ainda moderna e capaz com os navios que eles já então construindo:comment image

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