quarta-feira, maio 25, 2022

Saab Naval

Construção da primeira fragata classe ‘Tamandaré’ deve começar em setembro

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Em 20 de janeiro, na parte da manhã, como parte da Operação “ASPIRANTEX/2022”, o Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen e comitiva, acompanhado pelo Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Sílvio Luiz dos Santos, estiveram presentes no Escritório de Apoio Administrativo do Programa Fragatas Classe Tamandaré em Itajaí (EAAPFCTI), da EMGEPRON, bem como no Escritório de Fiscalização da empresa, localizado no ThyssenKrup Estaleiro Brasil Sul (tkEBS).

O tkEBS construirá as quatro fragatas para a Marinha do Brasil (MB), conforme previsto no contrato assinado em 4 de março de 2020, entre a EMGEPRON e a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis (SPE Águas Azuis).

Concepção da fragata Tamandaré

Durante a visita ao tkEBS, o Comandante de Operações Navais assistiu a uma breve explanação proferida pelo CEO da SPE Águas Azuis, Sr. Fernando de Almeida Queiroz e pelo CEO do tkEBS, Sr. Paul Kempers, que apresentaram o estágio atual de desenvolvimento do período de Mobilização do estaleiro para a construção das Fragatas Classe Tamandaré.

Na ocasião, a comitiva foi apresentada à equipe de fiscalização da EMGEPRON, baseada no escritório da empresa dentro do estaleiro, e percorreu as instalações do tkEBS verificando, “in loco”, o andamento das atividades que precedem a construção da primeira fragata, prevista para iniciar em setembro deste ano.

Na parte da tarde, ocorreu a visita da delegação de 113 Aspirantes do 1º ano da Escola Naval ao estaleiro tkEBS, que tiveram a oportunidade de familiarizar-se com a grandiosidade e importância do PFCT para a MB e para o País.

Cronograma das Fragatas Tamandaré

FONTE: EMGEPRON

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Camargoer.

Olá a todos. Ponto. Agora temos uma data oficial. Considerando que é previsto que cada FCT leve 3,5 anos para ficar pronta, talvez tenhamos o primeiro navio pronto em março/2026. Supondo uma cadência de uma por ano, março/27, março/28 e março/29. Torcer para tudo dar certo.

Tomcat4,2

Também estou torcendo pra que corra tudo bem. Mas 3,5 anos pro primeiro ser entregue não é muito tempo não ???

Allan Lemos

Considerando que não temos uma indústria naval desenvolvida, acho que não. Mas esse prazo, na prática, não vale muita coisa. Quando foi que você viu alguma obra ou projeto terminando conforme o prazo nesse país? Vale lembrar que o Prosub começou em 2008 com previsão de lançamento do submarino nuclear ao mar já nos primeiros anos dessa década, hoje a previsão é de que seja lançado na próxima. Duvido muito que as 4 estejam prontas antes de 2030.

Jadson S. Cabral

De fato. Se tivermos a 3 incorporada em 2030 é muito

Ted

A construção das fragatas está a cargo de uma empresa da Alemanha maior potencia econômica da zona do euro. Os engenheiros e a gestão da construção pertence aos alemães.
Os caras são focados e veloz.

Esteves

Não é assim.

O estaleiro local está recebendo capacitação para construir. Os engenheiros serão brasileiros e alemães.

A gestão do projeto é responsabilidade da Emgepron, empresa nacional gestora de projetos navais.

Aos alemães pertencem a propriedade industrial e intelectual do projeto e o conhecimento de fazer.

Ted

Ta Bom! Os engenheiros são brasileiros e os conhecimentos das inhaumas serão incorporados no projeto

Cristiano de Aquino Campos

Justamente por serem uma empresa séria, renomada e focada a velocidade do trabalho dela será ditada pela entrada do dinheiro acordado. Sem grana, sem trabalho, simples aasim. Veja o exemplo dos nossos submarinos.

Wagner

Isso mesmo.

Carlos Gonzaga

Cristiano, desconheço os detalhes do contrato mas a remuneração do construtor em geral é feita através de medições de avanço físico do empreendimento ou seja, são estabelecidas metas a serem cumpridas em cada etapa. Ao fim de cada etapa, faz-se a medição e remunera-se o construtor com base nesse avanço. Se cumpriu a meta da etapa, recebe o combinado. Se não cumpriu recebe uma multa ou desconto proporcional ao que avançou ou deixou de cumprir. Os avanços financeiro e físico devem espelhar-se.

Camargoer.

Olá Carlos. Exatamente.

Ted

Não é simples assim! Eles constroem os navios e se não recebem, sequestram ativos no exterior. Obs: reservas cambiais do Brasil US375 bilhões. Lembra daquela fragata Argentina na costa da África?

Renan

O dinheiro é brasileiro, não a Plata. Então atrasa

Nemo

Para uma primeira unidade em um estaleiro que nunca produziu uma fragata antes, não acho um prazo fora do comum. Lembrando também que não se trata de um projeto de prateleira, mas um desenvolvimento específico.

Ted

O estaleiro pertence a uma multinacional da Alemanha e não a marinha do Brasil

Tomcat4,2

Obrigado pelas respostas e , que no decorrer do processo seja feito mais um pedido pra mais 4 navios e se inicie o projeto de uma versão um pouco maior pra ao menos 4 a 6 unidades. Creio q de 10 a 12 classe Tamandaré e 4 a 6 de uma classe com maior tonelagem seriam um bom número pra esquadra de superfície pra guarnecer a Amazônia Azul.

Camargoer.

Olá Tom. Geralmente, o primeiro navio de uma série demora mais, porque estaria relacionada com uma curva de aprendizado. Eu acho que a MB terá como reduzir esse prazo a partir da segunda ou terceira FCT.

Mauro Pacheco

caríssimo, quem disse a vc que a partir da segunda haverá mais celeridade do que as outras? Isso é chute seu………… não faça isso aqui neste forum não, dê apenas informações que vc tenha fonte para citar. Depois vc recebe 10 mil dislikes e não sabe de onde veio……….

Carlos Gonzaga

Mauro. O engano é seu. Trata-se de um tipo de construção não seriada que necessita técnicas e práticas diferentes das habitualmente utilizadas por técnicos e operários brasileiros. É óbvio que de início o andamento seja mais lento função do novo treinamento. A prática com a técnica e os equipamentos melhorarão com o tempo e a produtividade avançará. Te garanto que, a segunda avançará mais rapidamente que a primeira e na terceira será atingida a produtividade ideal ou limite. Tenho mais de 30 anos de experiência em construção industrial para afirmar isso.

Camargoer.

Olá Carlos. Pois é…. obrigado pelo comentário.

Camargoer.

Caro Mauro. Há uma entrevista, acho que do Alm.Olsen para parlamentares, na qual ele menciona a possibilidade de fabricação das FCT subsequentes serem mais rápidas em função da chamada “curva de aprendizado”. A primeira unidade é usada também para treinar e organizar as equipes. Nela também são observadas dificuldades de fabricação que são corrigidas nas unidades seguintes (como ordem de fabricação e instalação de equipamentos e instalações). Problemas de integração de software são geralmente solucionados na primeira unidade. Lembro também de uma reportagem publicada no PN sobre a instalação dos quadros elétricos no S42 informando que o tempo gasto foi… Read more »

Sensato

Não vi o erro do comentário dele. Ele disse “geralmente”, o 1º demora mais e que ele “acha” que terão como reduzir. Expôs opiniões mas não fez declarações.

De mais a mais, considerando o tanto de torcida e o tão pouco de conhecimento técnico, likes ou dislikes aqui não andam significando absolutamente nada…

Camargoer.

Olá Sensato. Pois é… riso. Valeu.

Alessandro

Tomcat

Eu vi uma live não lembro-me de quem, e nesse vídeo um Almirante dizia que conforme a construção de cada Tamandaré, iria aumentando a nacionalização de certas partes dos navios.

Agora eu não sei se isso pode ter alguma coisa relacionada com a demora maior nesse primeiro navio, (certificações, licenças e coisas do gênero) mas deixo essa questão aqui se alguém souber algo a respeito.

Esteves

Curva de aprendizado.

Quanto maior a repetição, maior a automação. Desenvolvimento de fornecedores, erros e acertos de execução, otimização da mão-de-obra, confiança das equipes, qualidade da matéria prima e do estoque…

Vai fazendo, vai aprendendo. Nacionalizar é difícil. Os recheios (sistemas, armas, radares, sonares, mísseis, conhecimento…) não nos pertencem.

Piassarollo

Perfeito

A6MZero

Se levarmos em conta nosso histórico em programas de construção da MB o prazo de 3 anos e meio é até bastante otimista… Contudo o mais desanimador e nossa incapacidade de concluir muitos programas de construção iniciados, sendo cancelados antes da construção de todas as unidades como aconteceu com as Inhaúma, com a Barroso com o Tikuna. Temos um serio problema de continuidade, atrasos, cortes ou redução de verbas durante a execução dos programas que costumam afetar os cronogramas de construção e entrega. Assim se a primeira das FCT estiver pronta para navegar ou próxima disso em 3 ou 4… Read more »

Renan

Acredito ser pouco tempo vou chutar 4,5 anos para a primeira. E o restante 1 a cada 1,4 anos

Joao Moita Jr

No Brasil isso é uma velocidade relâmpago…

Vovozao

26/01/2022 – quarta-feira, btarde, Camargoer, saudações, estarão aproveitando o bicentenário da Independência; baseado neste fato, tentarem mostrar estar atento a MB, considero que estão postergando muito o prazo….. vá lá, que não aja atrasos, deverá estar sendo lancada ao mar entre 2/3 trimestre de 2026…… do lançamento até torna-la operacional…. +- 2 anos, a nossa 1a tamandare estará totalmente operacional por volta de 2028….. e até lá…. não teremos mais força de escoltas???? Basta vermos as datas de desativação das fragatas/corvetas???? E, então??????

Esteves

Dependerá dos resultados domésticos vulgo contas do governo. Inflação de dois dígitos pressionam salários. Salários representarão em torno de 25% a 30% dos custos segundo cálculos do Professor Camargo.

A variação do preço do aço no mercado interno, câmbio, burocracias, encargos, tensões que aceleram os preços do óleo…veremos se a decisão de produzir aqui foi a mais acertada.

Abraço Vovozao. Desculpa meter-me na pergunta.

Vovozao

26/01/2022 – quarta-feira, btarde, Esteves, muito boa sua postagem, entretanto, de ante mão, acho que se fara necessario (caso exista) a compra de oportunidade…. vejamos o seguinte: Caso… falei caso….. devido ao histórico, seja cumprido o cronograma de construção, seja entrega (lancada ao mar), até torna-la operacional… tenhamos um exemplo claro… o submarino Riachuelo, lancado no final do governo Temmer, e ate hoje não foi dado ao setor operacional…. ĺa se vão mais de 3 anos.

Vovozao

26/01/2022 – Esteves, em continuação, sei que serei muito negativado….. caso, houvessemos contratado as 4 Tamandare’s no exterior…. Japão, Coreia e/ou ate mesmo na Europa, não teriamos toda essa enrolação que esta havendo desde assinatura do contrato de construcao; poderiamos ter conseguido um bom financiamento e/ou um acordo de financiamento gov/gov, com uma boa compensação. Não conseguimos uma boa compensação, primeiro falaram que seria feito um PMG da corveta Barroso; aparentemente o assunto morreu, fariam uma transferência…. como ja que a TKMS, adquiriu o estaleiro…. ira transferir dela para ela????? Ainda corremos um risco muito grande de atrasar, e, termos… Read more »

Willber Rodrigues

Lembrando tambem que um dos motivos da MB ter escolhido os alemães é que eles nos “ajudariam” a modernizar e fazer PMG nos IKL’s.
Pouco depois, a própria MB toma a decisão de vender os IKL’s, porque não teria condições de manter dois modelos diferentes de sub ao mesmo tempo.

Mistérios do planeta…

Esteves

Isso realmente ficou esquisito. Disseram que escolheram o alemão porque também haveriam offsets para os IKL.

Disseram.

Willber Rodrigues

Aliás…
Já notaram que ninguem mais, inclusive a própria MB, fala mais sobre os offsetts disso?

Curioso…

Esteves

Disseram que esses offsets ajudaram a desempatar o BAFO.

Disseram.

Willber Rodrigues

Fui atrás da matéria original e a lí novamente, pra não correr o risco de dizerem que estou mentindo:

https://www.naval.com.br/blog/2019/03/31/exclusivo-as-razoes-que-levaram-a-escolha-da-meko-no-programa-tamandare/

Descobrí que, além da promessa de revitalizar as IKL e o BAFO, o off-set original previa que os alemães iriam “nos ajudar” a revitalizar as Niteróis pra aguentarem mais 10 ou 15 anos.

Disseram…

Esteves

Veja qual foi o primeiro item em relevância para decidirem sobre o alemão. Offsets.

Mas não é uma nota oficial. Não foi uma declaração do CN.

Então…

Esteves

Mestre Vovozao, Aprendemos a fabricar fuscas? Mas o modelo industrial que oferece empregos&impostos tem a preferência. Oferecemos incentivos que…se formos de fato a OCDE terá que haver federalização tributária, simplificação de impostos e encargos, unificação e teto. Teto. Os estados estão dispostos a unificarem seus ICMS? As prefeituras aprovariam impostos únicos? Para entrarmos na OCDE seria como uma entrada na OTAN. Limite de despesas com custeios em torno de 50%. Aqui gastamos 80%. Essa malha tributária que criamos foi e tem sido um dos motivos para a saída de empresas. Nosso mercado de automóveis é 4 X maior que o… Read more »

Ted

Mas a engepron não tem um escritório dentro do estaleiro?
Quer dizer que os engenheiros da marinha não tem competência para absorver a tecnologia? Isso que o senhor afirmou é muito grave.
Investimento de milhões

Vovozao

28/01/2022 – sexta-feira , bdia, Ted, Sim MB, tem engenheiros, e, estarão dentro do estaleiro….. dependendo do tempo que leve a construção…. podera ocorrer a reforma dos militares…. podera ficar só nas ou talvez nas 4, ai todo o conhecimento se perderá…… vide a construção das Niteroi, nao houve continuidade, caso veja só caso, houvesse continuidade e lancassemos 1 a cada 3 anos, nestes quase 50 anos, teriamos no MINIMO umas 10 fragatas….. lancamos neste periodo as CORVETAS Inhauma’s e uma Barroso, para um pais que esteve entre as 6 maiores economias e entre as 15 mais poderosas FFAA, ou… Read more »

Carlos Gonzaga

Caro Vovozao. Muitos aqui entendem ou entenderam que transferência de tecnologia tem que ser “ensinar como projetar e construir” algo. Não é bem isso. Tanto no caso dos Gripens qto no caso destas “fragatas leves” o que será transferido são técnicas modernas de construção, o uso de novos materiais e equipamentos e treinamento para as equipes de construção, montagem e supervisão. É uma forma de encurtar caminho e não reinventar a roda. Isso tudo será absorvido por mão de obra nacional, técnicos, operários e engenheiros brasileiros dentro de um estaleiro modernizado em território brasileiro. Isso vale muito dinheiro. NINGUEM VAI… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Carlos Gonzaga
Mauro Pacheco

lançado ao mar é uma coisa………… poder operar para passar pelas avaliações ao setor operacional é outra coisa……….. a MB quer a unidade, mas tem que aguardar os “trâmites” legais para incorporar o sub. Nesse caso, correria é passar por cima de normas de segurança, e outros………..

Ricardo Taer

Incrível, no Brasil, toda ação a ser implementada por nossas Forças Armadas tem o mês de setembro como data de início ou de anúncio, como pode?!

Esteves

Setembro é o mês do recomeço. Setembro e o mês da renovação.

ricardo taer

O problema são nossos prazos, sempre muito dilatados, setembro, para nós, é quase final de ano, daí sabemos como as coisas funcionam por aqui

Wilsom

Mas as visitas técnicas são sempre no verão, principalmente em regiões litorâneas. Aproveitando, Visite SC! É linda nesta época.

Jadson S. Cabral

Acho que a independência ter acontecido em setembro tem alguma coisa a ver

José Carlos David

Independência?

pangloss

Eleição em outubro também pode explicar isso.

Camargoer.

Olá Pangloss. Acho que vocẽ colocou um ponto interessante. Caso a MB tenha adiado o início da construção das FCT para setembro para beneficiar algum candidato á presidência, temos revelaria uma situação caótica na MB de interferência política. Um grande escândalo. Caso alguém tenha determinado que a MB somente inicie a construção das FCT em setembro para tentar tirar algum benefício político, é outro escândalo porque revelaria uma ingerência politica nas forças armadas. As duas hipóteses revelam um escândalo que deveria TIRAR os votos dos entusiastas e daqueles que amam a MB.

William Duarte

Meu grande medo é que se um cara ganhar ele mande encerrar o projeto para redefinir, logo após, criar um grande grupo de estudos, e por fim, quando este grupo de estudos torrar milhões de dólares em viagens para analisar outras embarcações, desenhos de novos projetos, apresentem em power point o resultado em que o diagnostico é que a prioridade é tirar o povo brasileiro novamente da miséria, a qual o governo anterior deixou, bem típico do discurso do “pai dos pobres”. Foi assim com o FX-1, todos lembram, cancelou com um discurso populista, e o pior depois lançou o… Read more »

William Duarte

Não entendi há algum erro histórico na postagem?

Fernando Vieira

Nossa, por favor mostre aqui nesse boneco onde um francês malvadão lhe fez mal.

William Duarte

Talvez se o Sr. com um conhecimento básico da história das invasões francesas ao Brasil e seus saques matando brasileiros nos séculos passados… Talvez se o Sr com um conhecimento sobre a Guerra da Lagosta e a forma que a França conduziu a questão…. Talvez se o Sr. observar que das três Guianas originais, hoje duas são países independentes, mas a francesa não, fazendo desta forma que qualquer assunto sobre a Amazônia a França seja parte interessada e ela sempre se posiciona contra o Brasil. Talvez se o Sr olhar o mapa da America do Sul e observar que ainda… Read more »

Fernando Vieira

Estou ciente disso tudo que você falou. Nações não tem amigos, tem interesses. Se a França mantém posse na América do Sul é porque ela tem interesse na Amazônia, e assim ela faz o certo, para ela. E convenhamos, os países criticam e tomam posição contrária ao Brasil nas questões da Amazônia por culpa do Brasil. Esses dias mesmo houve um atentado terrorista a um helicóptero do Ibama. O garimpo ilegal está destruindo tudo que encontra e nada é feito para parar isso. Então, fica fácil para o mundo criticar. E mais, o mundo tem razão. O maior interessado na… Read more »

William Duarte

Tudo bem, se você sabe disto tudo para que um comentário com viés em piada e sendo totalmente deselegante?.
Bastava este comentário seu e eu positivaria com certeza.
Acho que hoje as pessoas adoram (sem conhecer) soltar cometários com piadinhas maldosas e de duplo sentido. Respeito é bom e ele tem que ter duas vias. Se não gostou o que postei negative, e entre com uma visão crítica com o contraditório, não faça uma piada com o objetivo de ridicularizar as pessoas. Tenha empatia, que é algo que faltou muito.

Ted

O senhor já visitou Havana? É uma cidade linda, aproveite! A passagem está barata.

Camargoer.

Olá Ted. Assim que passar a pandemia eu espero retomar vários planos de viagens. Havana é um deles. Também quero visitar o Cairo e Teerã, além de Jerusalém. Existem várias cidades em Portugal e na Espanha que quero visitar. Atenas e Istambul. Ainda não conheço Londres. Também tem Manaus e Petrópolis para eu visitar. E mil outros lugares.

Fernando Vieira

Quando vier a Petrópolis me avisa que a gente toma cerveja artesanal. Tem mais de 100 microcervejarias aqui.

Camargoer.

Olá Fernando. Obrigado. Quero levar minha filha para visitar o museu e a catedral. Janeiro chove muito nas estradas, mas espero que no meio deste ano, enfim, a gente consiga visitar Petrópolis. Será ótimo visitar as cervejarias.

LucianoSR71

Gente, vamos pensar um pouco antes de colocar a política suja brasileira ( de todas as facções, cores e ideologias ) em todas as questões, todos nós sabemos e reclamamos que o tema defesa não é entendido pela esmagadora maioria da população e é no mínimo mal abordado pela imprensa não especializada. Achar que esse evento iria capitalizar votos ( qualquer que fosse o governante ) não se sustenta, não tem apelo popular como obras públicas ( estradas, pontes, etc. ) ou casa populares, na realidade seria até alvo de críticas: ‘esse governo fica gastando fortunas c/ armas e e… Read more »

ricardo taer

Tudo fica para mês de setembro

Willber Rodrigues

“Agora temos uma data oficial. ”
Se “data oficial” tivesse valor nesse país, a data oficial original pra que o Alvaro Alberto tivesse sido comissionado seria…
Ano passado.

Vamos salvar essa imagem do cronograma, e vamos acompanhar quanto dele será respeitado…

Caio

Deus te ouça.

Antonio Palhares

Três anos e meio.
Isso faz perder o interesse. Não tem amor que aguente.

Wagner

Tá otimista Camargoer!

Camargoer.

Olá Wagner. Sou um pessimista no planejamento e um otimista na execução.. riso. O problema é contar quem escreveu isso antes de mim.

Jodreski

Até a entrega da primeira qtas Niteroi teremos operacionais? Obs: atracada apodrecendo no cais não conta! Duas talvez? Ou estou sendo otimista demais?

Camargoer.

Olá Jodreski. O que sabemos é que a Barroso (V34) deve permanecer em operação por mais uns 15 anos, enquanto que a Julio de Noronha (V32) deve permanecer em operação por mais uns 5 anos, que são os dois navios mais novos da MB hoje. A Defensora (F41) parece ter concluído um programa de recuperação, o que deve dar mais uns 10 anos de operação. A F44 Independência retornou ao Brasil depois de um período no Líbano. Ela parece estar em condições de operar por peno menos mais 6 anos, assim como a F45. Eu imagino que cada FCT irá… Read more »

TeoB

Estou torcendo para que de tudo certo com as Tamandaré!
agora a pergunta que fica é a seguinte; as Niterói vão aguentar até 2025?
se não como vai ficar a questão das escoltas?

Last edited 3 meses atrás by TeoB
Camargoer.

Olá TeoB. Segundo essa figura, a F41 dará baixa em 2026, a F44 no fim de 2027 e a F45 em 2028. A MB tem duas alternativas. Segurar as F44 e a F45 por um ano a mais do que estava previsto ou buscar acelerar a construção da FCT, reduzindo o prazo de 42 meses para 40 meses. Buscar navios usados para preencher um gap de um ou dois anos não faz sentido.

Cronograma-escoltas-da-MB-1024x868.jpg
Esteves

Também penso assim. A experiência na despesa com manutenções de navios usados e navios usados em condições ideais hoje em dia são raros, não tem sido boa. Talvez para os pintores. Do jeito que o mundo vai deveríamos aproveitar a entrada do alemão e antecipar a construção não de + 2 Tamandarés. Mais 4 navios em torno de 2 mil toneladas para sustentar a vigilância do nosso mar. Mete um aditamento no contrato. Quem arrumou 10 bilhões consegue outros 10 sabe-se lá quem será o próximo Posto Ipiranga…seja quem seja melhor chegar sabendo que o mundo mudou muito nos últimos… Read more »

Roberto Bozzo

Mestre Esteves, em vez de OPV’s, seria mais viável as Corvetas de Patrulha que falei em outro tópico; na paz fariam a função de guarda costeira e, em caso de necessidades, atuariam como escoltas leves.

Constroem 12 unidades onde as 6 primeiras seriam “preparadas para mas não com” VLS, mês, lançador de torpedos, as últimas 6 seriam construídas completas se o orçamento permitir, se não seriam iguais as primeiras.

Junto das Tamandaré (6 unidades) já fariam a diferença.

Esteves

Pois é Roberto,

Quem precisa ocupar um mar enorme como o nosso precisa de presença. Ocupação. Vigilância. Quantidade.

Mas optamos por desfiles.

Camargoer.

Olá Bozzo. Considerando o prazo para a licitação, contração e fabricação de um lote inicial de corvetas para ampliar o poder dos meios de esquadra, acho que teria pouco impacto no curto prazo. Elas seriam entregues praticamente ao mesmo tempo das FCT. Por outro lado, um programa de construção de novos navios de patrulha (500 ton ou maiores como as NaPaOc) para substituir os navios velhos poderia ter um impacto positivo na industria naval e nas economias locais. Neste momento, acho que praticamente inexistem alternativas para as FCT, a não ser uma compra de oportunidade muito boa, mas acho improvável… Read more »

Roberto Bozzo

Mestre Camargoer, não há necessidade de licitação, entrega o contrato pro Vard Promar (que auxiliou no desenvolvimento do projeto) e fim; alinha a utilização de equipamentos que já serão colocados nas Tamandaré, com equipamentos nacionais, constroem um lote de 6 unidades, testa, corrige o que precisar durante a construção e faz um novo lote de 6 unidades. Ao fim deste segundo lote, se possível for, se instala os equipamentos faltantes do primeiro lote (VLS, mss, lançamento de torpedos, etc). 12 corvetas de patrulha com 6 Tamandarés (mais a Barroso, o Bahia e o Atlântico) garantirão bom controle de nossa plataforma… Read more »

Nilson

Olá, Mestre Camargo, a necessidade de navios usados não será para preencher um gap de um ou dois anos, será para ficarmos com pelo menos 9 escoltas a partir de 2030: 4 Tamandaré, 4 usados e a Barroso. Se dependermos só das Tamandaré vamos ficar reduzidos a 5 escoltas, será admissível??

Luís Henrique

Nilson, se a gap ocorrerá em 2030, da tempo de solucionar com navios novos.
Se até 2025 a MB encomendar mais 2 Tamandares e 3 Fragatas Pesadas como a Meko A400 ou Fremm, da para a MB receber esses navios adicionais por volta de 2030, sem precisar comprar navios usados.

Nilson

Olá, Luís, falei em 2030 como ponto fatal, no qual nenhum dos navios atuais, exceto a Barroso, terá condições de servir. Mas bem antes ocorrerão baixas a serem preenchidas. E o problema é “la plata”. Parto do princípio de que haverá dificuldade para pagar as 4 Tamandaré devido à excessiva desvalorização do dólar, que comprometeu parcialmente os valores depositados na conta da Emgepron e vai exigir novos aportes. Assim, não vejo como sobrar dinheiro para construir mais 4 navios novos de valor elevado. Talvez a solução seja mesmo como algum colega falou, construir 4 NPOs. Mas tudo pode acontecer, se… Read more »

Luís Henrique

2030 está um pouco longe, 8 anos. Eu prefiro ser um pouco otimista, acredito que estaremos bem em 2030. Tramita no meio político a intenção de aumentar o orçamento militar para até 2,5% do PIB. Caso isso ocorra, teremos dinheiro para muito mais que 8 Tamandaré. Eu acho que existe ainda a intenção da MB de revitalizar 3 Fragatas Niterói e com isso, estas provavelmente aguentarão até 2030 ou mais. Então a MB poderá dar baixa nas demais Niteroi, nas Greenhalgh e em todas as corvetas Inhaúma e ficar com 8 navios escolta, sendo 4 Tamandaré, 3 Niteroi e 1… Read more »

Neto

Navios de Patrulha Oceânico, que também são uma necessidade, podem ser a oportunidade de incrementar os números de navios oceânicos, ainda que não sejam escoltas. . Seria +- a mesma estratégia da FAB ao aposentar os Mirage 2000. Alocar os NPO como escolta, no treinamento de alto mar, para manter alguma prontidão no que o NPO pode entregar. . A estratégia deve(ria) ser a mesma do Gripen: ter o primeiro lote entregue e lutar pelas divisas de um segundo lote (de 2 ou 3) para aí então planejar o passo seguinte. . Vai doer na moral dos marujos, mas é… Read more »

Nilson

Sim, essa pode ser uma solução, comprar uns 4 NPO novos em vez de comprar 4 fragatas usadas. Sem problema. O problema é que isso tem que ser decidido logo, o tempo está rugindo… Tamandarés chegando em 2026, 2027, 2028 e 2029. E antes ou durante tal cronograma se aposentam todas as Greenhalgh, todas as Niteroi e a Inhaúma remanescente. Ou seja, apenas 4 Tamandaré não repõem 9 navios, tampouco 7, que seriam necessários para formar oito com a Barroso e ficarmos pelo menos com a mesma quantidade do que o Chile (8 fragatas…). Para mantermos 8, precisamos de três… Read more »

Grozelha Vitaminada Milani

Só lembrado que qualquer navio lançado ao mar não quer dizer que estará 100% operacional.

Muita calma nessa hora …

Dalton

Uma dúvida que tenho Camargo que você ou mais alguém possa dirimir é se esse cronograma foi elaborado já com o Projeto Fênix em mente visando estender a vida das fragatas F 43, F 44 e F 45 até 2030 ou mesmo um pouco mais!

Camargoer.

Olá Dalton. Excelente questão. Seria bem legal o Galante organizar uma live com o Alm.Olsen onde pudéssemos mandar perguntas. Fica a sugestão como uma das atividades comemorativas dos 25 anos do PN.

Flanker

Cara, por esse cronograma aí, a Grenhalgh e a Jaceguai ainda estariam ativas…mas, ambas já foram destivadas, sendo que a Corveta descansa no fundo do atlântico. Pelo mesmo cronograma, a Tamandaré já estaria em construção há um ano e meio e a Jerônimo de Albuquerque já teria uns 6 meses de obras em andamento. Hoje, a MB tem 8 (!!!) escoltas. Esse numero é irreal e irrisório para uma Marinha minimamente respeitável. 4 FCT, com possíveis e futuras (bem futuras) outras 2 unidades, deixaria a MB com menos navios ainda. Compras de oportunidade só não caberiam se houvesse dinheiro suficiente… Read more »

Piassarollo

Caro Camargoer, acredito que a F41 tenha mais uns 10 anos de vida operativa, ( No máximo), juntamente com a V34 e mais uma ou duas Niterói, é o que teremos quando a primeira Tamandaré for incorporada. Essa é minha opinião, abs

Jadson S. Cabral

2025? Você acredita mesmo nisso?

Paulotd

Vão ser mais trocentas cerimônias, todas regadas a quitutes, passagens áreas e hotéis. Corte da primeira chapa, termino do caís molhado, primeiro solda, primeiro rebite, finalização da superestrutura, integração da primeira arma. 2030 está proximo

Fernando Vieira

Reparou quanto escritório isso tem? Muito papel pouco aço. Muita visita, pouco navio

Bryan

O designer se assemelha a uma corveta.

Henrique

se quiser ficar parecendo com uma caixa de sapado to nem ai… importante é ter o navio

Fernando Vieira

Parafraseando Enzo Ferrari: “navio bonito é o que está flutuando no fim do combate”

Bryan

Quem falou em beleza? O navio é uma corveta.

Joe

O design pode até parecer, já o designer eu não vi foto dele.

Last edited 3 meses atrás by Joe
Neto

Eu ri…

Esteves

Eu procurei a foto…não achei.

Bryan

O desgin pode até parecer; já o designer, eu não o vi.

Quer corrigir, mas não sabe a língua materna. Rs!

Jadson S. Cabral

Deve ser porque são corvetas, que a MB só chamou de fragatas para alimentar o ego. Já que a gente não pode comprar fragata, vamos comprar corvetas e chamar de fragatas

Camargoer.

fraguetas

Gabriel

Torço para que na entrega da segunda seja assinado o contrato para mais quatro.

Depois, quem sabe, dá para começar a pensar em Fragatas maiores.

Faver

Depois mais umas quatro A300 (modelo oferecido para a Polônia) cairiam bem.

Henrique

preferia mais 4 Tamandaré ou o programa dos navios patrulha que ta precisando

Faver

Vá entender este povo do blog. Quando se sugere aumentar o número de navios negativam, quando se fala mal da administração, negativam, se fala bem, negativam. Nunca estão satisfeitos.

Emmanuel

Esperar que em 27, primeiro ano após a eleição presidencial de 26, tenhamos um presidente que faça a encomenda de outro lote mais duas, ou quatro, com deslocamento maior.
Duvido sair alguma coisa neste ano e nos próximos quatro. Independente de quem vai ganhar. Serão cinco anos bem difíceis. País em recuperação. Comentário editado.

Last edited 3 meses atrás by Alexandre Galante
Rafael Costa

Na minha opinião de leigo, é dinheiro demais para pouco navio. Pagar 450 milhões de dólares por cada FCT para receber navios armados com 4(quatro) míseros mísseis anti-navio com alcance de 70km, e 12 mísseis superfície-ar Sea Ceptor. A tecnologia das FCT são no estado da arte, porém o calcanhar de aquiles é no armamento. Só a título de comparação, na América do Sul temos o Perú com mísseis Exocet block III e Otomat, ambos com alcance de 180km, além do Chile com o Harpoon de 120km de alcance. E a ARCh já possui os mísseis Sea Ceptor, ou seja,… Read more »

Esteves

Penso que deveríamos olhar para nosso continente como uma somatória de esforços e recursos. Ameaças pelo Atlântico ou pelo Pacífico deveriam preocupar todos os países da AS.

Acho.

Jadson S. Cabral

Esse dinheiro deveria dar para 4 FREMM, chutando muito o valor pq sei que o valor de um navio depende do recheio. Mas de qualquer forma, ainda que uma FREMM bem armada custasse o dobro de uma FCT, valeria muito mais a pena e chegaria muito mais rápido. mas…

Last edited 3 meses atrás by Jadson S. Cabral
Camargoer.

Olá Jadson. Um FREMM deve custar mais de US$ 1 bilhão. Cada FCT deve custar metade disso. O calor das quatro FCT dariam no máximo duas FREMM.

João Filho

Os FREMMs custaram 600 Meuros para a Itália, 470 Meuros para Marrocos e 796 MUSD para os EUA.
O preço de 2 bilhões de euros da TKMS aumentará com certeza. Basta olhar para a história das fragatas TKMS F125, que a marinha alemã se recusou a aceitar.
Lembre-se que nos EUA, Indonésia, Egito, Argélia e muitos outros países a TKMS não pode participar. Isso não tem nada a ver com preço, e tudo a ver com corrupção.

Camargoer.
Bardini

Como é que essas FREMM que já estavam prontas e seguem requisitos da Marina Militare, custam mais do que uma FREMM que a US Navy comprou?
.
R: não custam.
.
Do seu próprio link:
“The frigates are part of an arms deal signed by Egypt and Itlay in last June to deliver two FREMM Bergamini frigates to Egypt for about 1.2 billion euros ($1.3bn). “

João Filho

O texto em seu link diz: “The frigates are part of an arms deal signed by Egypt and Italy in last June to deliver two FREMM Bergamini frigates to Egypt for about 1.2 billion euros ($1.3bn).

600 Meuro é o preço confirmado para 2 fragatas muito poderosas. A Tamandare, uma corveta fraca, tem um preço não confirmado e sem dúvida custará mais que o FREMM. Por favor, leia a saga F125 em detalhes.

João Filho

600 Meuro por navio na compra de 2 navios

Luís Henrique

O que na época dava U$ 700 mi cada.

Thiago A.

Não abra essa ferida nobre Jadson.
Imagina a MB fechando aquele pacote indonésio, 6 FREMM e 2 Maestrale ( modernizadas) … Ou subtrair 2 FREMM e destinar os recursos para os NPaOc e demais necessidades.

Willber Rodrigues

Papo sério aqui:
Vocês realmente acreditam que, caso a MB realmente comprasse FREMM, a MB teria condições de armá-las, mantê-las com a manutenção em dia e teria grana pra navegá-las?
Qual a possibilidade dessas FREMM’s virarem rainhas do hangar…ops, do cais, ou navegarem sub-armadas?

Esteves

Esses países não conhecem nossa realidade econômica. Se…se conhecessem não ofereceriam.

Bardini

Teria.

Zorann

Estes navios são só pra dizer que tem… Não serão navios de excelência, nem terão tripulações muito bem treinadas, nem serão bem mantidos. Com sorte, teremos mísseis em estoque para mais do que 15 minutos de combate… São navios de guerra cuja real função é patrulha oceânica. Com alguma capacidade de combate e só. Basta você ver como são operados os meios da Marinha nos últimos 10, 15 anos, para saber que esta é a verdade. Um desperdício de dinheiro: 4 escoltas de faz de conta, custando US$ 450 milhões cada, que operarão, quando muito, como patrulhas, custando 5 vezes… Read more »

Esteves

Os meninos dizem que devemos ter capacidade de combate.

Carlos Campos

olha, pra mim tá bom, mas acho que devemos comprar o ASTER30, sem eles nossas fragatas seriam alvos fáceis, e terão radar moderno subutilizado.

Kornet

Muito mal armadas as Tamandarés.
Tomara qye a MB melhore as armas,pois plelo preço as Tamandars precisam ser melhor armadas.

Pedro Fullback

É para Setembro, mas sabemos que será em novembro, mas se tratando de Brasil sabemos que vai ser em 2023. Todos os projetos de defesa não tem data para iniciar e muito menos terminar. Mesma coisa com o Gripen, Submarinos e etc.

Ademais, cadê a configuração das Tamandaré? Vão vir com quantos misseis? Qual será o seu sistema de combate? Tudo isso nós não sabemos!!

Ferreras

Ainda que todas sejam entregues no prazo, as compras de oportunidade devem ser seriamente consideradas (apesar da escassez no mercado). 4 corvetas são extremamente insuficientes.
Com relação aos custos de aquisição estamos vivendo em uma guerra onde o inimigo é interno e chama-se custos das forças. Se não atacarmos com intensidade mesmo que a custo de lágrimas a Marinha será aniquilada como máquina de guerra.

Esteves

A estrutura não pertence à Defesa. Pertence ao estatuto que pertence à Constituição.

Assim como as universidades federais carregam no lombo 90% de comprometimento com custeios.

Imexivel. Ou, reformar o estado dependerá do quão fundo do poço chegamos.

Ferreras

Como na grande maioria dos casos no Brasil, nos mexeremos quando a tragédia já tiver acontecido.

Grozelha Vitaminada Milani

Corvetas Tamandaré são as Fragatas Neymar!

Umas eternas promessas . .

Grozelha Vitaminada Milani

Tudo vai depender das Eleições 22, seja presidente, senadores e deputados federais.

O resto são falácias e narrativas …. Mimimi e gozação com o povo brasileiro que paga a conta sem retorno algum.

Camargoer.

Caro GVM (yahoo). Os contratos estão assinados e os recursos alocados na Emgeprom. Qualquer um que ganhe a eleição provavelmente concluíra o projeto. Seria muito difícil justificar o cancelamento dos navios contratados. A pergunta é se a MB irá formalizar as duas opções.

Grozelha Vitaminada Milani

E vc acredita nisso … As usinas nucleares a partir de Angra II tinham contrato e eram com os Alemães … Acredito que vc conhece a história.

Dinheiro tem, mas a MB e as outras Forças Armadas não são prioridade e nunca foram.

Enfim, torço por um Brasil melhor e as Força Armadas equipadas. Não precisa ser a maior, mas com tecnologia de ponta, equipamentos modernos e capacidade de defesa da costa e do território nacional.

Não precisamos de F-35 e nem das novas e futuros Destroiers como os americanos estão investindo.

Esteves

O Brasil rompeu o contrato, a Alemanha desistiu, a Westinghouse boicotou, seriam 8, viraram 2, o Brasil parou de fazer aportes financeiros, o urânio que veio da China não veio mais, superfaturaram os contratos, os norte-americanos foram os sabotinos, os alemães prometeram ajudar em Angra 3…

Tem umas 13 histórias longas contando a aventura de Angra. Disseram recentemente que faltariam…uns 50 bilhões de reais para concluir Angra 3.

Nem Zagallo contava tanta história.

Fernando Vieira

O meu medo sobre esses recursos alocados é: O Brasil alocou recursos para a Emgeprom em Reais. Os custos dos navios são em dólares. O ministro disse que tinha que fazer muita cag… para o Dólar chegar a 5 Reais. Pois bem, desde a capitalização até hoje o Dólar chegou e passou dos 5 Reais. A Emgeprom fez hedge desses recursos?

Aliás como eles estão? Estão guardados para serem gastos em partes efetivas dos navios ou estão sendo gastos nos escritórios, salários, convescotes que vem ocorrendo?

Camargoer.

Olá Fernando. Eu não sei dizer como a Emgepron administrou os recursos. Geralmente, empresas estatais tem maior liberdade para gerenciar os recursos que órgãos públicos sob administração direta. De qualquer forma, estes recursos são pagos para a empresa contratada em parcelas, em função do avanço do serviço contratado. Inclusive, as empresas contratadas precisam recorrer ao BNDES para obterem o capital inicial, porque o poder público só efetua pagamentos após o avanço dos trabalhos, o que é necessariamente acompanhado por técnicos (seja de uma empresa de auditoria contratada ou, como parece ser o caso, engenheiros da própria Emgepron). Provavelmente, o contrato… Read more »

Fernando Vieira

Mestre, tudo bem, vamos supor que tudo esteja correndo dentro da normalidade e os recursos estejam lá e apenas sendo usados conforme você falou. Claro que uma parte deles se refere a projeto que está andando e engenheiro e projetista não trabalha de graça. Tudo bem.

Mas quando o dinheiro foi para a Engeprom foram 1,80 bilhões de dólares. Hoje já é 1,39 Bilhões. 400 milhões derreteram na variação cambial. Metade de um dos navios. Ou a Engeprom comprou esses valores em dólares lá em 2019? Essa é minha pergunta.

Camargoer.

Olá Fernando. Como escrevi, não sei como a Emgepron aplicou os recursos e também não sei se o contrato assinado foi em euros, dólares ou reais.

Nilson

Mestre Camargo, no balanço da Emgepron de dez2019, que já citei aqui no Naval, o valor integralizado pelas Tamandaré estava dentro da conta Caixa e Equivalentes de Caixa, que montava em r$ 10.452.488 mil. A nota explicativa 4 esclarecia que r$ 10.452.092 mil eram títulos vinculados ao mercado aberto, fundos de investimentos no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Os valores do balanço eram o principal mais os rendimentos auferidos até a data do balanço. Ou seja, pelo menos até dezembro de 2019 a aplicação do dinheiro era em reais, e nada se falava de hedge nas notas… Read more »

Camargoer.

Olá GVM (yahoo). Você acreditou no Neymar?

Grozelha Vitaminada Milani

Nem na MB e as Tamandarés

José Carlos David

Quando terminar a construção estarão obsoletas.

Lobo

Com esses prazos, eu sugeriria sériamente considerar uma contrução no exterior “por oportunidade”. Pode ser o projeto da TKMS ou algum semelhante que não aumentasse muito a cadeia logística. Dai compra de prateleira 2 ou 3 fragatas com prazo de entega mais reduzido e preço mais camarada. Sai mais barato cada unidade e vem mais rápido. Dai se as fragatas Tamandaré forem boas, pode-se até encomendar mais unidades.

Camargoer.

Olá Lobo. Não faz sentido. O tempo que a MB levaria para contratar um outro estaleiro no exterior que tivesse “slots” para construir quatro fragatas de quase 4 mil ton resultaria em um prazo de entrega mais longo que o atual contrato das quatro FCT. O preço seria equivalente, porque praticamente 60% do valor do barco são dos sistemas de armas, comunicações e propulsão que foram selecionados pela MB (o preço que os fornecedores fazem para exportar para o Brasil seria o mesmo para exportar para um estaleiro na China ou na Coreia). Além disso, para que os estaleiros em… Read more »

Lobo

Puxa Camargoer, dai sou obrigado a usar um plano B. Contratar junto a BAE a construção de mais uns 3 ou 4 Classe amazonas. Sei que são navios patrulha oceânicos, mas são BEM mais baratos e rápidos de construir. Podem ser muito úteis no apagão naval que se prenuncia.

Camargoer.

Caro Lobo. Vários colegas aqui no PN, inclusive eu, defendem um programa de construção de novas NaPaOc. São navios menores e mais simples que custam no máximo US$ 100 milhões cada. As NaPaOc podem ser construídas em estaleiros nacionais, gerando empregos e com elevado nível de nacionalização (o que significa que o governo pode pagar em reais). Elas seriam bem vindas para substituir os navios mais antigos e complementar a frota de patrulha oceânica. Considerando o programa argentino como um referência, cada uma levaria uns 2 anos para ser construída, sendo que a primeira (seja em estaleiro nacional ou estrangeiro)… Read more »

Esteves

Não temos bilhões de euros para comprar fragatas.

Lobo

Sei disso, mas que se compre algo novo. Nem que seja mais alguns classe amazonas, que para patrulhar servem. Se o bixo pegar, pendura uns MANSUP neles e toca a vida. Esses são baratinhos e a gente compra no “crediário”.

Esteves

Também não temos dinheiro para isso.

Grozelha Vitaminada Milani

Projeto de Corvetas Tamandaré: esqueça as metas … Quando atingirmos, dobramos a meta e teremos Fragatas.

Esse angu de caroço é mais uma peça de marketing dos Almirantados que para disfarçar o vinho, a champanhe, o caviar, a lagosta e camarão vem com um barco que nem é Corveta e nem é Fragata.

De um belo peixe, a MB se transformou num PATO.

PATO nada mal, mergulha mal, corre mal e voa mal. A MB e sua estrutura realiza tudo muito mal. Tudo na base do improviso e da gambiarra.

Carvalho2008

Deixa o Pato em paz rapaz….é igual fusca….quantas ferraris na rua e quantos fuscas ou jeep? Águias conta-se no dedo….agora Pato….sucesso mundial….de norte a sul…é a prova do sucesso e do que se precisa….

Se Deus desse dentes a Pato, seria o inferno…bicho tinhoso….

Alex Barreto Cypriano

Mestre, e tinhoso porque só leva ferro 😉 tente dar fubecada numa águia…

Last edited 3 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
carvalho2008

A vida não é sempre assim não…lembre dos Shermans…..
comment image

Carvalho2008

Saiu do seu envelope…é sagrado…e são quase infinitos os envelopes…

Carvalho2008

Lute do seu jeito…não dos outros…

Alex Barreto Cypriano

Rapaz, aquele convés da proa tá muito carregado de traquitana que demanda operadores e não vi uma escotilha de acesso na superestrutura. Em navios de deslocamento e capacidades semelhantes não é assim não… mas, ok, é só ilustração.

Last edited 3 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
India-Mike

Acho que o colega está desatento. Observe a arte… Se o marinheiro empregar uma das escadas em frente à superestrutura pode facilmente acessar o convés do tijupá… ?

Satyricon

Deviam mudar o nome de FCT (Fragata Classe Tamandaré) para FCE (Fragata Classe Esperança):

Esperança que o início não atrase;
Esperança que o cronograma se cumpra;
Esperança que sejam todas entregues;
Esperança que exerçam a opção por mais duas;
Esperança que um segundo lote saia:
Esperança que as Niterói restantes aguentem até lá;
Esperança que a MB não acabe antes disso;

É, é o que tem pra hoje…

India-Mike

Interessante q mesmo com 2 navios adicionais + segundo lote vc nomeou apenas 7 FCE. A esperança é grande mas com certo ‘pé no chão’ ?

Satyricon

India-Mike, não tinha reparado…

Mas vai mais uma FCE então:

Esperança que a Classe Amazonas (NPOc) não abra o bico, de tanto que estão sendo usadas.

Alex Barreto Cypriano

Afinal, o quê aconteceu com CPN? Já havia maquetinha das então corvetas Tamandaré (2890 toneladas) na LAAD2015. Bom, essa Fragata Tamandaré (4500 toneladas) já está com essa cara desde 2019. Entre 2015 e 2019 rolou muita água nesse moinho, Nunão fez matéria colocando as coisas em perspectiva: https://www.naval.com.br/blog/2017/11/30/opvs-corvetas-fragatas-o-reequipamento-da-mb-em-perspectiva/ Aí veio a concorrência internacional, e o projeto CPN foi deslocado pelos ‘puxadinhos’ ao arrepio dos responsáveis e projetistas. Virou evento esportivo: tinha torcida, favoritos, comparações: levou a TKMS com um canto de sereia notável em que nós pagamos a transferência de tecnologia de nós pra nós mesmos. Agora, tomada de modéstia,… Read more »