quinta-feira, junho 30, 2022

Saab Naval

Marinha do Brasil recebe sistema de aeronaves remotamente pilotadas ScanEagle

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O Setor do Material entregou, nos dias 23 e 25 de março, o material que compõe o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Embarcado (SARP-E) ScanEagle ao Setor Operativo.

O sistema é o primeiro SARP-E da Marinha e está sendo recebido pelo Núcleo de Implantação do 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (NI-EsqdQE-1).

A complexa operação de transporte de mais de 25 toneladas de equipamentos e materiais empregou o modal aéreo no translado dos Estados Unidos da América para o Brasil, e o modal rodoviário entre o Rio de Janeiro e a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), tendo sido utilizadas nove carretas.

O recebimento do SARP-E ScanEagle é uma conquista para a Marinha ao introduzir uma nova forma de operação de seus meios aeronavais. Em particular, o SARP-E ScanEagle ampliará a capacidade operacional da Força em missões de inteligência, vigilância e reconhecimento.

O ScanEagle ampliará a capacidade operacional da Marinha

FONTE: Marinha do Brasil, via Defesa em Foco

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Jefferson Henrique

Isso é o que me refiro.

Agressor's

País que não valoriza sua indústria de defesa está fadado a ser subestimado por outros países. Ass: Ucrânia!

Jefferson Henrique

Ah com certeza, mas a história também mostra que se tu tens armas, meios, drones e sensores em grandes quantidades tu consegue infligir consideráveis danos numa força invasora muito maior e mais poderosa.

João Adaime

Peço que não me entendam mal. Não estou questionando a escolha da MB. Se ela optou por este equipamento, ou é o melhor ou o melhor que podemos pagar e manter.
Mas seria interessante que a MB chamasse os fabricantes nacionais e dissesse:
– Vocês podem fazer igual?
E vê com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações uma verba para que possam pesquisar ou desenvolver. Igual é feito em países sérios.

Leonardo Cardeal

Amigo, isso não dá certo aqui no Brasil não… não existe continuidade nos invetimentos em P&D. Melhor comprar de prateleira coisas boas, do que ficar sempre 1, 2 3 gerações da vanguarda tecnológica.

Palpiteiro

Acho que você precisa se atualizar sobre os fabricantes de drone brasileiros.

RPiletti

Ele quer dizer que aqui tudo demora para que “alguns” sejam beneficiados no eterno ciclo de desenvolvimento…

ALOIS

Palpiteira, acho que está havendo um equívoco aqui, não se trata apenas do drone, mas de toda a tecnologia embarcada, que ao meu ver é até mais importante do que o vetor de transporte. Ou você projeta e produz o drone e compra toda parte de censores e comunicação, além disso, como se trata de produto novo e ainda para fins militares, precisa de toda a certificação exigida o que pode levar anos. E no final a MB vai comprar 2 ou 3 equipamentos que irão custar muiiiito. Então, não é tão simples assim, em geral nossas forças armadas não… Read more »

Francisco Stein

você quis dizer ‘retaguarda”…né!

Fernando Vidal

Bobagem. Isso é feito direto no setor de pesquisa. Nas áreas de agricultura, infraestrutura, energia, meio ambiente … Existem vários exemplos bem sucedidos… O problema deve passas pela dificuldade das FFAA ( assim como também acontece com as grandes empresas) em trabalhar com a academia, pequenas empresas, e startups da área,… Tem que haver flexibilidade para adequações na criação do modelo de cooperação.. Existe muitas iniciativas de pesquisa que podem ser aproveitadas (garimpadas), assim como capacidade ociosa esperando apoio e diretivas de pesquisa.

MAB

Vontade da iniciativa privada existe. Mas como tudo neste país é moroso e com falta de visão a longo prazo (péssimos estrategistas) é uma loteria saber o que ocorrerá.



Conheço pessoas do setor. É muito difícil trabalhar com as FFAA, querem algo no estado da arte mas pagando muito pouco, muito difícil sustentar a operação em si. Acho que todas as companhias que atuam neste setor tem que ter um departamento que atue também no mundo civil , onde de fato conseguem ganhar algum dinheiro. Basta olhar a Embraer.

MMerlin

Este setor só está crescendo no país apenas por causa do setor privado.
Em especial, investimento massivo do agronegócio.
Existem, no setor comentado, trabalhos e avanços, focados principalmente na automação de processos que atualmente (e inevitavelmente) são manuais, que impressionam.
Tudo fruto de investimentos em P&D feitos pelo setor privado nos últimos dez anos.

Agnelo

Infelizmente, há necessidade de atender o TCU.
Pessoas q não entendem do assunto, não conseguem entender porque está sendo gasto mais com um meio q, no papel, faz a mesma coisa (ou aproximadamente) que outro.
É MUITO difícil. E quem compra, fica com o CPF lá……

Quanto aos da indústria nacional, para este caso, pergunto: Quão resistentes são a interferência eletrônica, por exemplo?

São “n” fatores técnicos q são difíceis de equacionar.

Salim

Se forcas armwdas nao tem sistema nacional de defesa, fica dificil. Link br2 e desenvolvido por empresa israelense. Aqui brincamos de defesa. Quinto pais mundo dimensoes e população e dependemos em tudo praticamente, sem falar riquezas nacionais e sem catastrofes evitaveis. Tinha Osorio, comprou sucata americana e alema, tem kc, que atende, cancela e vai comprar aerobus, tem avibras, abandonou como engesa, bernardini, mectron……. So sobrou taurus e embraer, mais vendem e produzem exterior, aqui ja teriam morrido:-) cadê universidades militares…. So ITA faz algo, cadê as outras…….

Willber Rodrigues

Curioso… A MB ( apenas como exemplo ) acha que seria “difícil” investir milhões em algo “simples” como um drone nacional; Mas não pensa 2X em enterrar bilhões em ToT’s intermináveis de algo mais complexo como fragatas e submarios…como aliás, ela já fez várias vezes, sem dar continuidade a projetos como os IKL e Niteróis. Quer dizer…um drone que poderia ser 100% nacional e bem mais barato em P&D é difícil, mas uma fragata de bilhões de dólares que, a muito custo, só tem 40% de conteúdo nacional ( e nenhum deles é algo como sensores, radar, míssieis, e nem… Read more »

Henrique

Verdade MAB, e principalmente a MB que sonha com “megalomanices” e não consegue manter sequer uma força de superfície em condições de batalha. As três forças combinadas, se houvesse estratégia de nossas FAs, dariam condições de nossa indústria criar QUALQUER COISA. Já provamos antes que podemos, vide Engesa, Avibrás, Embraer etc.. Vejam a Turquia que hoje exporta um dos melhores e mais acessíveis drones militares do mundo, capaz de fazer grandes estragos numa força como a russa mesmo essa tendo domínio aéreo e sistemas de vigilância além de contramedidas extremamente modernos… não é possível que, com toda a tecnologia que… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Henrique
Mauro Cambuquira

Eu não sei fico feliz ou triste com uma notícia dessa. Feliz por que chegou algo, triste por me perguntar, “Por que comprar? Se posso construir?” Indignação total com a falta de planejamento desse país, em tudo…

Juarez Martinez de Castro

Pode ficar feliz porque a maior parte do que foi cortado são bolsas viagens de turismo ao exterior intermináveis com o pretexto de fazer “pós”. Bolsas estás cuja a maior parte dos beneficiados não conclui, não retorna nada ao país, e parte dos bolsistas deitados em berço expendido entre um cigarrinho de canabis e outro vão gritar “fora Bozó” em alguma praca de Londres, Paris ou Roma. Foram cortados também subsídios a projetos tais como: Como dar o c….sem dor, Tipos de adubo Opara a para produção de maconha e etc…. Como voce vê, não se perdeu nada. E de… Read more »

Dilbert_SC

Caro João,
Você está repleto de razão em seu questionamento.
E digo mais! Tem gente no Brasil muito competente e capaz de desenvolver isso.

Mas não existe interesse em se desenvolver absolutamente nada nesse pais.
Existe um grande esforço pra que o Brasil seja um capacho dos EUA e apenas um celeiro do mundo.
A Quinta Coluna é bem atuante.

Salim

Eua, russia, suecia, alemanha, israel, inglaterra,mucrania…….pessoal e vendilhao mesmo, abana ate o rabico quando vai ver patrão

PACRF

Nota 10 para seu comentário. A Academia pode e deve ser envolvida, também. Na UnB, por exemplo, existe um curso de graduação em Engenharia Aeroespacial.

Glasquis 7

Tal vez, por que desenvolver um drone militar no estado da arte( motores sistemas de comunicação, optrônicos, sistemas de navegação seguros, etc.) não seja tão fácil quanto parece.

Se assim fosse, cada um produziria o seu.

Agnelo

Pois é. Dificil de alguns compreenderem.

Salim

Desistir antes de tentar, ja nasce derrotado. Precisamos mudar este complexo vira latas.Ai vira cabidao, um monte barbaro esperando a merenda e o dimdim fim mês. Se gerdau, jbs, embraer, taurus, havaianas…pensasse assim nao existiriam 23% populacao auxilio Brasil e um porcao funcionario publico, se continuar assim nao vai ter nada.

glasquis 7

Eu acho que o problema do Brasil é outro. O problema é a mentalidade megalomaníaca de alguns, que o obriga a fazer sempre o “TOP”, tem que ser o “Pi.. das Galáxias”. Não pode começar com algo pequeno e simples e depois ir evoluindo. Não, tem que ir logo buscar uma parceria pra fazer um projeto faraónico pra mostrar pros DESLUMBRADOS “que o gigante acordou” e nessa, foi se perdendo. Essa mentalidade o levou a perder grandes capacidades. Parece que não deu valor ao que já era capaz de construir e na ilusão de ser uma potência, abandonou a si… Read more »

Last edited 3 meses atrás by glasquis 7
Flanker

Gerdau: empresa nascida e crescida aqui no meu RS. Produz e vende produtos que tem aceitação de uma vasta clientela mundo afora; JBS: aquela das maracutaias? Que eu saiba vende carne; Taurus: nascida e criada aqui no meu RS. Sempre produziu armas de uso civil e policiais. Agora, começa a querer produzir armas de uso militar; Havaianas: produz chinelos!! Se tu prestar atenção, teus exemplos são de empresas que não produzem produtos de uso militar. Estes produtos tem características e exigências muito próprias e restritivas. Além disso, tem questões políticas e de governança que envolvem esses produtos. Não é simples… Read more »

Salim

Produto militar so vende e se sustenta se o governo do pais efetuar compras e suportar as vendas internacionais. Embraer e de SP , nao importa, so existe porque produz e vende bem nos EUA, aqui BNDES suporta comprade aviao estrangeiro quando tem nacional equivalente.

Fernando Vidal

Pois é mas a Turquia e Índia fazem… E para lembrar nos temos a EMBRAER… que fabrica aviões como o Super Tucano e o KC390, e que é a controlodora da BRADAR que fábica radares então imagino que um Drone seja um tanto mais simples… Depois temos uma variedade de empresas nacionais atuando nas áreas de comunicação, automação, senosres remotos (como a OPTO e DF Vascocellos), etc.

Glasquis 7

Se fosse assim, tão fácil desenvolver um drone militar, todos teriam o seu e não gastariam milhões comprando da Turquia.

A Ucrânia pagou quanto por cada drone?

Tenho entendido que esses custaram U$D 6 milhões cada então, não é assim muito barato. Além disso, me parece que Turquia é India estão na frente do Brasil quanto a tecnologia militar se refere.

Juarez Martinez de Castro

A resposta a tudo isto chama-se Orçamento impositivo, caso contrário, esquece.

Juarez Martinez de Castro

Exato Glasquis. Os calcanhares de Aquiles são o sistema de navegação e sua resistência vá EW.

Rogério Loureiro Dhiério

João, fazia tempos que não se via um comentário tão positivo e que despertasse o interesse ao debate por aqui.

Muito pertinente sua observação e indagação.

Digo ainda mais. Essa situação não se limita apenas a Drones. Más em tudo, absolutamente tudo o que as Forças Armadas do país precisa.
Desde a porca da parafuseta até a Estrela da Morte, se é que me entende.

SOMOS CAPAZES.

Submarino de Anão

Esquece isso. É só dinheiro que será desviado para o bolso de alguém para daqui 30 anos chegarem à conclusão que é melhor cancelar. Qual foi o projeto que nossos militares conseguiram terminar? Nenhum… e não estou falando de projeto com transferência. Estou falando dos originadoa aqui. Cancelados tem vários… ALAC, MSS 1.2, Piranha, a-darter, Mar-1, Etc Eu mesmo já estou chegando na minha meia vida sem ver nossos militares terminar um projeto se quer. O comandando da FAB disse algo interessante naquela entrevista que ele deu uns meses atrás: preciso de mísseis para agora, não posso esperar. E não… Read more »

MMerlin

João. Infelizmente o ex-ministro não teve poder político nem para manter o orçamento da pasta de quando assumiu, quem dirá aumentar o orçamento do MCTI. Ele surfou com o orçamento de outras pastas, inclusive da FAB.

Inimigo do Estado

É aí que está irmão, não tem dinheiro. Isso aqui já era, arrume suas malas como eu e se mande.

Allan Lemos

Como você mesmo disse, isso é para países sérios, que têm políticos e militares comprometidos com a defesa e o desenvolvimento da nação.

Não verás esse tipo de planejamento em um país de corruptos, traidores da Pátria e bundas-moles como o Brasil.

MMerlin

Allan, um planejamento sério permitirá um maior controle dos programas e finanças. Vá na contramão do que o congresso deseja. Referente ao comprometimento do desenvolvimento em P&D, vamos pegar como exemplo os EUA, que comprometem todo ano um percentual do PIB para tal, divididos entre iniciativa privada e defesa, que dependendo do programa, se mesclam. Já aqui cabe investimento da própria pasta. Peguemos como próprio exemplo o PEB, que sem o investimento em P&D da FAB, não do AEB, seria bem menos do que é. Foi nesse sentido quando comentei que o MCTI “surfa” com orçamento das outras pastas (neste… Read more »

Marcos10

Na década de 80, quando todo esse negócio de drone, tal como é hoje, era algo embrionário, a CBT desenvolveu o BQM-1BR, com turbina e tudo.
Deu em nada! Faltou verba, faltou empenho, faltou vontade, faltou interesse.
Submetralhadora Uhu foi por ai também. Fabricaram algumas, mas… (sugiro matéria).

Marcos10

Uru

João Adaime

Caro Marcos10 Você não deveria ter citado o BQM-1BR. Vai deixar todos nós mais frustrados do que já estamos. Ele foi integralmente financiado pela CBT – Companhia Brasileira de Tratores e desenvolvido em parceria com o Centro Tecnológico da Aeronáutica. Seu primeiro objetivo seria servir de alvo aéreo. A turbina era brasileira, a Tietê JT-2 e funcionava com querosene aeronáutico, álcool ou gás natural. Possuía 3,89 metros de comprimento e 3,38 m de envergadura. Pesava 61 quilos e podia levar uma carga de 30 kg. Atingia uma altitude de 6.000 metros, a uma velocidade de 560 km/h com autonomia de… Read more »

drone.jpg
André Bueno

Pois é, lembro-me de tê-lo visto no Museu.

Ted

A parceria incluía a Universidade de São Carlos, cidade onde era desenvolvido o protótipo no oeste de São Paulo

carvalho2008

sim, podem fazer igual…quem vai comprar?

A compra minima é garantida?

6, 12, 36 ou 366?

João Adaime

Caro carvalho2008 Você, melhor do que eu, sabe que a guerra do futuro será baseada em drones e mísseis. Mais para o futuro nos raios laser. Usaremos menos blindados, menos artilharia de tubo, menos aviões de ataque ao solo, menos barcos de patrulha, menos aviões de patrulha, menos helicópteros de ataque e mais drones e mísseis. Um país das dimensões do Brasil não deve cogitar em encomendar 36 ou 366, mas sim milhares. Além de que o mundo inteiro vai querer comprar. E quem tiver pra vender, vai faturar. Os países sérios vão pesquisar e desenvolver o produto. E os… Read more »

ADM

Um bom início, para seguir a linha de ação da Marinha Turca e ter Drones maiores e armados no NAM Atlântico.

Zorann

O que foi comprado agora? Mais aeronaves? Quantas?

Li que compraram só 1 lançador e 1 estação de trabalho e controle…. o que significa que podem operar apenas 1 aeronave por vez.

Isto é um aumento de capacidade ou só a confirmação de entrega de algo noticiado a 2 anos? Eu achava que a Marinha ja tinha 1 lançador e 1 estação de trabalho e alguns ScanEagle.

Rafael Cordeiro

Não sei o estágio geral do projeto, mas isso é Brasil meu amigo, nunca duvide do poder de prorrogação de prazos e de postergação dos nossos comandantes e governantes (em todas as esferas), mas a militar ainda parece que se sobressai. Somos o país da procrastinação e isso está gravado em nosso Hino Nacional: “Deitado eternamente em berço esplêndido, ao som do mar do mar e à luz do céu profundo,…”

RPiletti

Pelo volume exigir o transporte em nove carretas, tem que ter mais que um conjunto…

Zorann

A informação divulgada é de que é apenas 1 lançador e 1 estação de trabalho. Além de X unidades do ScanEagle. Mas só controla uma por vez.

Last edited 3 meses atrás by Zorann
Heinz Guderian

Caro Zorann, pela quantidade de caminhões, me parece que veio mais que isso.

RPiletti

Então, espero que seja para operacional e não para grupos de testes, grupos de estudos e grupos de avaliação….

Leonardo Cardeal

Isso que a turma não entende… se não tem demanda, não tem interesse do setor privado e até público em despender milhões em desenvolvimento ou até bilhões, para no fim haver cancelamento ou compra de pouquíssimas unidades. Nossa história está cheia de exemplos… CHEIA!. Também esquecem que não temos tecnologia para fabricar um processador, é TUDO importado, porque novamente não tem interesse.
O único interesse aqui é na roubalheira, na corrupção, isso com certeza até no meio militar, sem exceção….

Joao

Os substitutos dos A-4?!? Complemento dos C—1?!? Mod sarcasmo!!!

Luiz Floriano alves

Rotax é VW metido a besta. A mersma mecanica…

Salim

Tem bastante aviao experimental com motor VW, pessoal nasceu cansado, tudo e dificil

Marck

É capaz desse aparelho tirar foto e mandar primeiro para o EUA e depois para o Brasil….

Fernando Mattos

Excelente iniciativa!

eliton

Aquele drone helicoptero morreu na praia?

Bardini

O equipamento recebido é fantástico. O conjunto de sensores é top de linha, o sistema é testado em combate e por fim, tem-se uma logística de primeiro mundo. É um grande incremento para as ações da MB e consequentemente, do CFN. . Em termos de características técnicas, é uma aeronave que tem persistência ótima e que pode voar acima dos 5 km de altitude, ampliando sua sobrevivência em ambiente contestado. Aquela aberração que o EB comprou e que foi pintada de cinza, tem praticamente 5x vezes o peso do ScanEagle, metade da persistência e um teto medíocre de 3 km,… Read more »

João Adaime

Caro Bardini
Comentário perfeito. Destaco os dois últimos parágrafos. Resumiu bem.
Se não temos condições de produzir tudo, vamos produzir o que pudermos e que seja útil.
Os últimos conflitos nos mostraram que a guerra do futuro terá uso maciço de drones e mísseis. Poderíamos investir nestes dois segmentos. O fornecimento às nossas forças armadas garantiria a escala de produção e ainda disputaríamos o mercado externo.
O resto compra no supermercado ou até mesmo na venda da esquina.
Abraço

Bueno

“Outra linha de pensamento: Israel importa caças, submarinos e helicópteros para montar seu “recheio”, na forma de sensores e armamentos. Nós, nacionalizamos o aperto de parafuso de caças, submarinos e helicópteros, ao passo que importamos UAVs, ATMGs, mísseis e um sem fim de outros equipamentos de Israel”

Resumido a realida.

Salim

Junta com israel e faz base e eles poem recheio. Guarani esta sendo vendido assim, embraer montou com israel awac…….. Pega o evo embraer e recheia tecnologia israel, se brasil comprar e israel tambem ta feito, ai tem acordar o itamarati ( dificil ) pra apoiar e suportar vendas.

Glasquis 7

Por um lado, existe a tentativa fracassada de nacionaliza Fragatas, Helicópteros, Submarinos, Blindados, dentro de “programas estratégicos” que geram sucateamento por tabela, pois não sobra dinheiro para desenvolver e comprar mais nada,…”

Então, mas tem uns ” DESLUMBRADOS” que juram que assim que se constrói a tão sonhada “independência tecnológica”.

Willber Rodrigues

As FCT são tão “nacionais”, que nem o SICONTA sera usado nelas…
Aliás, dá pra contar nos dedos ( de uma mão ) o que realmente será nacional nas Tamandarés e nos Riachuelos.
Sensores, torpedos, sonares, radares, mísseis…tudo que realmente importa num vaso de guerra, será importado. Mas juram que essas FCT e Riachuelos vão nos trazer a “independencia tecnológica”.
Enquanto isso, drones ou navios de patrulha, mais “simples” e que poderiam ser feitos com muito mais tecnologias nacionais, e adquiridos em maior quantidade, não são feitos aqui…
O “nacionalismo” e o “pensamento estratégico” BR são fascinantes…

Salim

Napa500 foram feitos em 3 anos Inace, ai entrou pessoal istalero isperto RJ, deu no que deu, so tem os 2 inace. Forcas armadas brasileiras nao e para amador.

Henrique

Embarcações arcaicas, de baixa qualidade e defasadas. Não deveriam ser um problema de construção e mesmo assim foram.
É isso que não dá pra entender e o que o chineses dão um banho no mundo em termos de foco, disciplina, absorção de tecnologia e transformação industrial.

Salim

Desculpe Bardini, o EVO da embraer vai voar 2025, e so tirar carga humana e colocar baterias e recheio tecnologico, e livre interferencia, estavel como plataforma, baixa assinatura termica… E so querer e trabalhar, mais da uma preguica, ta na hora rancho. Mais um pouco, nao precisa lançador nem aquela traquitana recuperar. Se pensar mais da pra levar ate uns misseis. E so querer, mais so da viagem tecnica ate sao jose campos, diaria real, fala portugues e nao rola muamba.

Salim

A tecnologia existe e so adequar a necessidade, EVO da embraer e uma boa base tecnologica e so evoluir . Como ideia, pouso e decolagem eletrico vtol e deslocamento motor gasolina, bom para uso embarcado. Pode reduzir dimensoes e capacodade…

glasquis 7

Não é só isso. Tem o problema de comunicação em ambiente saturado. Fazer voar um drone não é tão complicado, manter ele sob comando e obrigá-lo a fazer o que vc quer a longas distâncias com capacidade de resistir a interferências é que é o segredo. A transmissão de dados.

As necessidades bélicas demandam exigências tecnológicas que são mais difíceis de atingir.

Last edited 3 meses atrás by glasquis 7
Salim

Desculpe, a Embraer vai soltar produto que ira voar sobre centros densamentos povoados com pessoas dentro e qualquer interferencia vai derrubar o bicho….. Se vc medir interferencia magnetica entre GRU e Congonhas desencoraja qualqier um, imagina centros europeus e americanos que alem de serem mais densos em emissoes tem risco atentados. E so trabalhar, solucao tem visto quantidade drones em operacao.

Glasquis 7

Desculpe, a Embraer vai soltar produto que ira voar sobre centros densamentos povoados com pessoas dentro…”

É uma aeronave militar tática ou de ataque?

Como disse antes:

“As necessidades bélicas demandam exigências tecnológicas que são mais difíceis de atingir.”

Salim

Néste caso exigencia praticamente a mesma, sugiro uma visita sua ao CTA em SJC, la tem varias instalações para medicao e neutralizacao emissões eletromagneticas. No passado ja fiz bastante testes para industria automtiva la. Os caras sao fera( pelo menos eram na minha epoca ).

Glasquis 7

Os caras sao fera( pelo menos eram na minha epoca ).”

E quando foi ” a sua época”?

JSilva

Até hoje não conseguiram acertar no Ministério da Defesa, ou colocam políticos e diplomatas que precisam ser ensinados pelos militares sobre “seus” projetos estratégicos ou colocam militares que defendem justamente esse sistema torto que está aí.

Nunca apareceu nesse cargo um civil com conhecimento amplo das 3 Forças e com conhecimento da realidade orçamentária do Brasil, com poderes e capacidades para coordenar as prioridades como um todo.

Eu realmente não sei se o problema é um Ministério da Defesa sem poderes ou se são Ministros da Defesa com perfis inadequados ao que o cargo pede.

Camargoer.

Caro JSilva. O cargo de ministro é político e sua função é coordenar os esforços das pasta e negociar as demandas com os outros ministérios e com o congresso. O ministro é o representante do gabinete presidencial dentro das forças armadas, nunca o representante militar dentro do gabinete. A nomeação de generais para o MinDef é um equívoco esférico (continua sendo um equívoco por qualquer lado que vocẽ veja).

JSilva

Caro Camargoer. Sim, concordamos que é um cargo civil. O que questiono é a capacidade do civil que os presidentes vem colocando lá. Só pra ficar no último, Raul Jungmann (que é respeitado pelos militares). Há menos de seis meses estava na televisão, sendo ouvido na condição de especialista, dizendo que as Forças Armadas precisam aumentar seu efetivo. São pessoas que vivem no mundo da lua. Os ministros civis que vem sendo escolhidos chegam totalmente “verdes” ao cargo, são literalmente ensinados por cada Força, sobre seus projetos e programas. Assim fica difícil exigirmos algo parecido com, pelo menos, a média… Read more »

Ted

Que o diga Marcos Pontes! Se mandou, puchou o carro.

Henrique

Melhor comentário sobre nossa realidade! Parabéns!

Oráculo

Como eu costumo dizer aqui na Trilogia, bem ou mal o Bardini tem um plano.

Coisa que nossos Almirantes, Generais e Brigadeiros passam impressão de não ter, ou não querem executar o que tem e vão empurrando com a barriga até onde der.

Oseias

o drone da xmobots carrega sensores maiores e mais capazes.

não existe mágica, um drone de 25 kg nunca vai conseguir carregar um radar SAR ou de sensor óptico de respeito.

pra guerra naval serve, pois identificar um objeto de 100 metros no mar não é algo de outro mundo.

mas pra guerra em terra, com tropas camufladas no terreno, 5 quilos de sensores não dão conta da resolução e alcances exigidos.

Bardini

Os sensores ópticos do produto da XMobots não são em nada superiores aos que equipam o ScanEagle.
.
O sistema ViDAR empregado no ScanEagle, quando atuando sobre o mar, cobre 180 graus e até 37 km de profundidade.
.
Sobre radar: aí a questão seria discutir o BlackJack/Integrator, quando equipado com o radar NSP-5. Todo o sistema de lançamento e captura, seria o mesmo do ScanEgle: https://www.imsar.com/wp-content/uploads/2019/10/nsp-5_datasheet_spreads.pdf
.
comment image

Last edited 3 meses atrás by Bardini
Juarez Martinez de Castro

Concordo com tudo, porém sem orçamento impositivo até o “arroz com feijão” vai para o brejo.

Foxtrot

Triste.
Que falta nos faz uma agência ou órgão integrador como o pentágono ou Darpa ou Drdo.
A MB poderia ter adotado o Naurú 1000 igual ao EB, ou mesmo ter adquirido a versão nacional do Scan Eagle oferecido pela Flight tecnologias.
Precisamos para ontem de comandos conjuntos para integração de treinamento, operações, aquisições, logística etc etc.

Yuri Dogkove

Até hoje eu não entendi porque o Hermes 900 da FAB não é armado, considerando que outros veículos menores que ele são!

Camargoer.

Caro Yuri. Os drones têm duas funções (que podem ocorrer simultaneamente). De um lado, são plataformas de coleta de informações e do outro são plataformas de ataque. O Hermes é uma plataforma de inteligẽncia projetado para coletar informações e fazer vigilância.

Diogo de Araujo

Brasilândia tá comprando até aviões da papel se brincar, muito avançado, não vale a pena fabricar aqui, melhor comprar de prateleira a pagar com as advanced bananas

Marcioaugus

Não querendo desmerecer o esforço da MB nessa logística de aquisição, mas já foi provado que esses drones são ineficientes numa guerra, a Ucrânia por exemplo tinha 72 unidades dessas e não as utiliza pois a frequência de comandos não são criptografadas. Sendo facilmente hackeadas pelo exército russo e Tb no Afeganistão foram hackeadas, atualmente a USA utiliza outros drones com esse diferencial, parecido com os drones doméstico, de larga banda de frequência e com sinal pré programado qdo há interfere no seu comando. Creio que o objetivo da MB seria a aquisição da logística por trás dos drones, como… Read more »

Esteves

“Aproveitando a Guerra da Ucrânia, o que seria mais estratégico: gastar centenas de bilhões de reais para nacionalizar “aperto de parafuso”, ou gastar dezenas de bilhões de reais para ter uma BID capaz de prover mísseis, radares, UAVs, ATGMs, MANPADS, Sistemas de Visão Noturna, Rádios e outros produtos mais “básicos”, em uma escalada de tensões? . Outra linha de pensamento: Israel importa caças, submarinos e helicópteros para montar seu “recheio”, na forma de sensores e armamentos. Nós, nacionalizamos o aperto de parafuso de caças, submarinos e helicópteros, ao passo que importamos UAVs, ATMGs, mísseis e um sem fim de outros… Read more »

guilardo

Caro Esteves, bem explicitada a sua crônica. Muita coisa aí é pura realidade. Mas amigos, nós estamos num país que tudo caminha na contra-mão, no sentido anti-horário. Adoramos prédios suntuosos, principalmente os tribunais. Alguém aí pode esclarecer por quê o TSE não é um puxadinho do STJ ? Pra que um prédio suntuoso daquele ? Digo isso para corroborar que a nossa doutrina de FFAA é uma lástima. Na segunda guerra adotávamos a doutrina francesa, daqueles velhíssimos e ultrapassados generais que perderam a guerra em pouco mais de sessenta dias. Tinham o maior exército, mais blindados etc. Os seus tanques… Read more »

Esteves

Pois sim. O ativismo ideológico dominou. Uma pena.

Mateus Demarchi Germano

Eu respeito as Forças Armadas do Brasil, mas a cadeia de comando é formada por incompetentes, eu sou a favor de uma reforma generalizada em todos os três ramos, virou uma MAMATA com mordomia aos grandes e pouco dinheiro gasto com ARMAS, isso tem que acabar ou um dia o NOSSO país acaba!

Marcelo Andrade

Se a MB compra , reclamam, se não tem, reclamam tb, assim fica difícil!!

Esteves

Esteves de volta. “Enquanto isso, drones ou navios de patrulha, mais “simples” e que poderiam ser feitos com muito mais tecnologias nacionais, e adquiridos em maior quantidade, não são feitos aqui… O “nacionalismo” e o “pensamento estratégico” BR são fascinantes…” Navio patrulha apesar de não ser navio de combate leva propulsão e sistemas de navegação para a propulsão. Existem fabricantes de sistemas de propulsão (turbinas, máquinas diesel e tudo que acompanha e faz o navio navegar) autóctones? Brasileirinhos? Existem? Navio patrulha tem canhão. Têm canhão aqui? O PN publicou dezenas de matérias sobre a modernização dos meios de combate missionando… Read more »

Esteves

Santa censura. Da pra desbloquear o Esteves?

Danilo José

Parabéns a MB ScanEagle é o estado da arte em drone de rastreamento sobre terra e mar.

ps: Existem fabricantes nacionais, falta interesse das forças e até uma letargia em adquirir drones para todos os fins, ja que são mais baratos e faceis de operar. OREMOS !

JCuritiba

Prezada Marinha Brasileira,
Invista em profissionais de Comunicação Social – Jornalismo. Um núcleo com profissionais competentes de Comunicação Social sairia muito mais barato anualmente que uma série de custos marginais em seu orçamento como comidas requintadas para as refeições do almirantado.
O ganho em imagem seria significativo e seus textos melhorariam bastante.

PS. Não faço parte dessa categoria, porém aqui na trilogia existem vários competentes.

Marcílio lemos de Araújo

JCuritiba, bom dia não obstante a isso recentemente a “sociedade militar” questionou o alto comando da marinha sobre cursos estratégicos de alta importância e complexidade para profissionais da ativa que foram designados para profissionais que iriam se aposentar e ganhariam mais com a inclusão dos cursos em suas fichas funcionais, com a palavra comunicação social da marinha.

abel

A Guerra na Ucrânia nos faz lembrar que nenhum País no Mundo está totalmente seguro de uma possível intervenção hostil, mesmo contanto com Alianças Militar de proteção mutua.
Considerando-se as grandes riquezas naturais do Brasil., motivo de cobiça de muitos Países. É relevante que o nosso País aumente consideravelmente a sua capacidade de Defesa e dissuasão.
Não podemos permitir que Empresas Bélicas de altíssima capacidade como a Engesa, sejam fechadas. Agora também a AVIBRAS pediu recuperação financeira..

Jonathan Pôrto

🎶Explode coração na maior felicidade, é lindo a MB contagiando e sacudindo a comunidade🎵 lí duas vezes, parecia estar digitado Silent Eagle🎶

José Carlis Teixeira

Importar equipamento de defesa, não é o mais apropriado.Veja a Turquia já desenvolve seus próprios drones. A Embraer é um exemplo, de comio, desenvolver uma indústria de defesa.Porque não aplicar na Avibras

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