quinta-feira, junho 30, 2022

Saab Naval

FOTOS: Contratorpedeiro Espírito Santo – D38

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O contratorpedeiro Espírito Santo – D38, enquanto navegava ao lado do Navio-Aeródromo Ligeiro Minas Gerais – A11. Fotos cedidas gentilmente pelo CMG(RM1-FN) Eduardo BIRKHOLZ Garcia Duarte.

O contratorpedeiro Espírito Santo – D38, ex-USS Lowry – DD 770, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado do Espírito Santo.

O navio, da classe “Allen M. Sumner”, foi construído pelo estaleiro Bethlehem Steel Shipyard Co., em San Pedro, Califórnia e incorporado à Marinha dos EUA em 23 de julho de 1944.

Foi transferido por empréstimo à Marinha do Brasil e incorporado em 31 de outubro de 1973. Deu baixa do serviço ativo em 6 de fevereiro de 1996.

Saiba mais sobre a carreira do CT Espírito Santo na Marinha do Brasil na página do navio no site NGBNavios de Guerra Brasileiros, clicando aqui.

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Esteves

Caçador de submarinos.

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Dalton

Penso que “caçador de aviões” seria mais adequado. Já no início de 1945 quando o USS
Lowry iniciou suas operações de guerra os submarinos japoneses já não eram mais tão ameaçadores, então sua principal função foi reforçar as defesas AA ao redor dos NAes com seus 6 canhões de 127 mm usando munição com detonação de proximidade e vários canhões de 40 e 20 mm alguns desbancando 5 dos10 torpedos além de ser usado como “piquete de radar” operando a frente do restante da frota e alguns pagaram caro por isso.

Marcelo Barros

Dalton, evite se adiantar com definições, inclusive deveríamos levantar a observação de que no Vietnam os Allen Sumner proveram apoio de fogo naval, então esse tipo de ação não tem nada a ver com detecção aérea, o mais correto é definir estes navios como de múltiplas funções, e com o FRAM a que foram submetidos as novas configurações proviam ações contra novas ameaças, o que parece ser ignorado por vc. Na Batalha de Okinawa alguns Allen Sumner foram utilizados em serviço de radar picket, assim como em outras missões, e tiveram várias perdas. Em 1945 e diante, quase toda classe… Read more »

Dalton

Nada do que você escreveu me é estranho, inclusive já tive oportunidade de visitar tais navios quando serviram na marinha brasileira e como museus nos EUA.
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O que você parece não entender ou até entende mas sente necessidade de depreciar meus comentários é que estava referindo-me ao comentário do Esteves que incluiu uma foto do USS Lowry da II Guerra e que combateu no Pacífico em 1945 quando a maior ameaça eram os aviões japoneses inclusive suicidas.
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Gerson Carvalho

Servir no D33 Maranhão e D37 Rio Grande do Norte… O Maranhão na época era o ais rápido da esquadra, tinha uma corrida chamada “Maria Cebola” Fragatas e Contra Torpedeiros, o D33 chegava a 34 (nós) 4 caldeiras vapor a 700 graus para 4 turbinas de vante e duas de ré.

Carlos

Gostaria que de ver também fotos do Alagoas(O BUCANEIRO), Se houver possibilidades.

Sergio Patrocínio da Cruz.

Bom dia. Sou da MB e servi no Bucaneiro de 1982 a 1983 e no D38 de 1985 a 1987. Quando meu primeiro filho nasceu em 86, estava viajando pelo nosso maravilhoso Nordeste nesse Navio.

Burgos

Galera da estação de transferência atrás da Torreta 52 tomando “banho” forçado !!!👀
Não era toa que eram chamados de “bico fino”💪⚓️🇧🇷

Pedro Antônio nobre

Gostaria dever fotos do contratorpedeiro Sergipe.

Sergio Patrocínio da Cruz.

Bom dia. Sou da MB e servi nesse D38 de 1985 a 1987. Belas imagens.

Marcos Villela

Embarquei várias vezes no Espirito Santo com um helicóptero UH-2 Wasp. Grande navio!

Rinaldo Nery

Ataquei muitas vezes esse navio quando servi na 2a ELO, 1988 a 1990.

Bruno Vinícius

Eu acho o projeto do Espírito Santo maravilhoso. Infelizmente, os navios de guerra modernos perderam um pouco da beleza que os navios da época tinham.

P.S. mas, pelas fotos, eu definitivamente não gostaria de estar a bordo quando o tempo ficasse ruim. Não teria comida que ficasse no estômago kkkkk

Last edited 1 mês atrás by Bruno Vinícius
Sergio Patrocínio da Cruz.

Verdade. A comida que eu comia, verdadeiramente não ficava no estômago quando servi nele e viajava nessas condições. Mas o problema maior eram 5 minutos de banho para mais de 100 homens em um momento só. kkkk

Carlos Eduardo Oliveira

Dos 8 navios em que servi, só a União não tinha o banho de 5 minutos.

Enzo Magno Donato Vernille

Apesar de ele ter sido o segundo navio a ostentar o nome Espírito Santo Este bico fino foi o único navio na MB a operar com este nome O primeiro navio a possuir o nome Espírito Santo foi o monitor Paraguassú (O meio irmão do Parnaíba) O monitor Paraguassú teve outros 3 nomes antes de ser incorporado na MB com o nome de Paraguassú Em 1890, no seu batimento de quilha, o monitor recebeu o nome de Maranhão. Em 1923, ele foi rebatizado e passou se chamar Espírito Santo, ainda incompleto. Em 1931, ele foi lançado ao mar com o… Read more »

Gerson Carvalho

Servi no D33 Maranhão e D37 Rio Grande do Norte… O Maranhão na época era o mais rápido da esquadra, tinha uma corrida chamada “Maria Cebola” Fragatas e Contratorpedeiros, o D33 chegava a 34 (nós) 4 caldeiras vapor a 700 graus para 4 turbinas de vante e duas de ré.

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Galante
Sergio Patrocínio da Cruz.

Que saudades. As caldeiras só faltavam arrebentar na corrida da Maria Fumaça kkk

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