segunda-feira, agosto 15, 2022

Saab Naval

1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas fez o primeiro lançamento do ScanEagle

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas realizou o primeiro lançamento do drone ScanEagle, N-8001, na tarde de ontem (27), na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia-RJ.

O novo meio da Aviação Naval terá seu emprego nas atividades de inteligência, vigilância e reconhecimento, que contribui para o aumento da capacidade operativa do Poder Naval. “No ar, os homens do mar”.

DIVULGAÇÃO: Marinha do Brasil

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Esteves

Entramos para a lista dos 30 países que operam. Imagino as missões possíveis nas fronteiras do Oeste aonde temos problemas de sumidouros e escoadouros. Também nos 5 mil rios da Amazônia.

Sendo o primeiro lançamento e estando na fase de aprendizado e, como a MB é do mar, mar…esse arremesso poderia ter acontecido à bordo de algum navio. Certo?

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Last edited 1 mês atrás by Esteves
Paulo Brics

Amigo, pega leve nas expectativas.

Este mini drone é um início tardio que pode ser comemorado mas para este patrulhamento todo que você citou aí não dá.

Esteves

Esteves é otimista.

Nilo

E aí Esteves, saudações.
Meu otimismo esta andando rápido, mais que poderia imaginar
Qual a chance de servir nos conves da marinha oceanica e fluvial.

tupan.jpg
Lúcio Sátiro

Esse é o melhor do mundo, ágil e multitarefa

Nilo

Sim. Além deste temos o Nauru 1000c com teste programados para instalação de míssil, TB com vôo vertical para pouso, veja o vídeo com os sistemas, a empresa dando prioridade a tecnologia nacional.
https://youtu.be/P48Zz_I32-g

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Esteves

Nilo,

A grande tecnologia nacional do momento é transformar fé em grana nas igrejas evangélicas. Sai dupla sertaneja, entra pastor do mundo verde. Tem ovelha no sertão?

Vamos orar para que a grana que gastaram nesse ScanEagle seja abençoada.

MMerlin

Estamos no Brasil. Terra das promessas não cumpridas.

Torço bastante para ver este projeto da Siatt e Turbomachine ser um sucesso comercial. Principalmente a versão com o motor à jato. Mas os produtos da parceria precisam do fomento imediato das FA. A tempos a segunda empresa fica escanteada mesmo tendo muito potencial.

Esteves

Nilo. Nilo. Niloooooo.

Por que não testaram a coisa lançada de navio? Vão usar no mar. Cadê o teste no mar? Cadê o teste lançando de navio?

Nilo

Teste da primeira decolagem e pouso na vertical.
A idéia é construir vários modelos com a mesma configuração porém em tamanhos diferentes – s motorização podendo ser a hélice ou turbina – propulsores como kits intercambiáveis, sistema de navegação desenvolvido pela própria empresa que tem a preocupação de independência da tecnologia de fora do país, o próximo teste é a transição do voo vertical para o modo cruzeiro em voo horizontal alcançando altas velocidades e cobrindo longas distâncias.
Empresas envolvidas no projeto: Siatt e Turbomachine.

Esteves

Parece coisa de estudantes. Não parece coisa séria.

Nilo

empresa do ramo de drones, deixei o link em comentário abaixo

Nilo

Esteves

Nilo,

Isso é conversinha. Conversinha, Nilo.

Nilo

uma maneira de brincar muito cara, não???
Atobá, desenvolvido pela Stella Tecnologia, bancado por um dos herdeiros da família Bragança (Real), cinco anos de desenvolvimento só da estrutura do drone consumiu R$ 11,5 milhões.
O Falcão da Avibras. O projeto foi interrompido sem que tenha sido feito um voo – pelo menos R$ 85 milhões foram gastos em seu desenvolvimento

Esteves

Vamos ver os resultados.

Salomon

Achei muito aparato para um equipamento desse porte. Isso sem falar na enorme hierarquia e burocracia embutidas, como chefe disso, sub-chefe daquilo, primeiro controlador, segundo controlado, sub-controlador, meteorologista sênior. júnior, auxiliares de todos os tipos, a tia do café etc..
E esse recolhimento é meio mandrake…e engraçado.
Para recordar:


Thiago A.

LOL . Ainda me pergunto porque o operador vestia aquele balaclava! Um membro das forças especiais ou de algum núcleo tático do serviço secreto ? Rsrsrs

Rinaldo Nery

Parabéns pela iniciativa e esforço da MB, mas julgo que poderiam ter ousado mais. Se lançado a partir das “fraguetas”, entendo que terão seu “olhar” estendido. Mas, operando de terra, acho humilde demais. Lembrando que o controle é V/UHF, até a linha de visada. Já foi muito debatido aqui e no Aéreo a responsabilidade sobre o Esclarecimento Marítimo. A MB já poderia dar o primeiro passo com uma ARP maior e mais capaz.

Thor

Serão operados de bordo.

Alexandre Galante

Serão operados dos Navios-Patrulha Oceânicos.

Foxtrot

“A MB já poderia dar o primeiro passo com uma ARP maior e mais capaz.”
Algumas dúvidas Cel.
A FAB aceitaria uma ARP do porte Falcão/ Avibras, Atobá/ Estella ou mesmo Hermes 900 operando a partir do Atlântico ?
Mas concordo com o Sr quando diz que a MB foi muito modesta na escolha e local de operação destas SARP,s.
Mas aí vem um problema.
Operar a partir de quais fragatas ?
Já que não temos quase nenhuma.

Rinaldo Nery

Amigo, a FAB não tem que aceitar NADA! Parem com esse paradigma que a MB tem que pedir autorização pra operar algo que voa! A MB faça seu planejamento estratégico e siga! De preferência, com comunalidade de equipamento entre as Forças. Quais fragatas? As Tamandaré.

Foxtrot

“De preferência, com comunalidade de equipamento entre as Forças. Quais fragatas? As Tamandaré.” Realmente o ideal seria a comunidade de equipamento entre as forças, porém isso não acontece aqui. Quanto as Tamandares, o Sr não pode então falar que foi um erro da MB operar esses drones em terra, já que até a primeira Tamandaré singra os mares, os Scan Eagles da MB já terão anos de operação. Engraçado que o FX-1 prévia a aquisição de um caça de 4° geração, que estivesse em operação e com unidades voando e uma versão naval operante para a MB. Como o Sr… Read more »

Rinaldo Nery

Desconheço essa cláusula do FX-1. Não seria FX-2? Quem ofereceu versão naval foi a SAAB. Não tinha nada disso nos RFI e RFP escrito pela FAB. Não acho errado operar a partir de terra. Aliás, como já foi explicado acima, o aprendizado começa em terra. Falei que acho o ScanEagle muito modesto. Mas é só uma opinião.

Foxtrot

Bom Cel. Era o que seus colegas de farda falavam a mídia especializada há época. Sobre essas cláusulas. A SAAB ofereceu uma coisa que ele não tinha, nem o caça pronto, em operação e muito menos uma versão naval que sinceramente duvido muito que existirá. Principalmente após os N,s fiascos de venda que o equipamento vem enfrentando. E sabe-se que a Suécia não opera NAe,s e muito provavelmente nunca operará. E ficaria muito caro desenvolver uma versão naval para uma só marinha operar, e conhecendo nosso histórico de compras, operar apenas poucas unidades. Quanto a operar drones em navios que… Read more »

Rinaldo Nery

Eu quem agradeço. Concordo com a inviabilidade de desenvolver versão pra uma Marinha só.

Camargoer.

Olá Rinaldo. Concordo com você. Imagino que este equipamento será ótimo para ser operado a partir de NaPaOc (lembrando que a Classe Amazonas tem apenas um heliponto, mas sem hangar). Para a patrulha oceânica, a MB ou a FAB, tanto faz, precisará de um drone muito maior, com maior autonomia, capacidade de sensoriamento e alcance.

Fernando "Nunão" De Martini

Camargoer e Rinaldo, A seleção e escolha do ScanEagle foi exatamente para operar Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) a partir de navios. O fato de terem feito um primeiro lançamento (e, conforme se viu no vídeo, recolhimento) da aeronave a partir de terra é mais do que óbvio: treinar os procedimentos de lançar e recolher em ambiente mais controlado do que o convoo de um navio em movimento. Se fosse para operar unicamente de base em terra, não teriam feito um processo de seleção e escolhido o ScanEagle, que tem todo um equipamento de lançar e recolher desenvolvido para navios –… Read more »

Rinaldo Nery

Isso tudo eu entendi. Pergunto: qual o alcance do radar dos NaPaOc? Qual o alcance do ScanEagle, para fins de capacidade de ser controlado? Entendi também que é um projeto piloto. Mas, pela experiência do 1°/12° GAV, que foi repassada à MB, poderiam ter ousado mais.

Fernando "Nunão" De Martini

Rinaldo, pelo que sei, o radar de busca combinada Terma Skanter 4100 dos NaPaOc cobre um raio de 90 milhas náuticas (aprox. 160km) / 35.000 pés (10.600m) de altitude, sendo obviamente limitado ao horizonte radar da altura do mastro do navio para alvos a baixa altitude (em geral, o horizonte radar de navios para alvos ao nível do mar é de cerca de 40km, variando conforme a altura do mastro do radar).

Já o alcance de controle do ScanEagle é divulgado entre 100 e 200km do navio, variando conforme as condições meteorológicas.

Last edited 1 mês atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Rinaldo Nery

Grato pela informação.

Carvalho2008

Scan Eagles tem radar? Que saiba não, é limitado aos sensor IR e óticos….então, sem dúvida ele aumenta algumas dimensões de reconhecimento, mas não podemos dizer que necessariamente amplia o radar….acho que os sensores deles é, peço que complementem corrigindo pois não sei ao certo, permitem um raio de visão a partir do drone de apenas uns 15 km….

Fernando "Nunão" De Martini

Carvalho, eu não disse que ele amplia o radar, apenas respondi as perguntas do Rinaldo sobre o alcance do radar de busca combinada dos NaPaOc e de controle do ScanEagle.

Até onde sei é um drone pequeno demais para ter radar, ele tem sensores IR, câmeras etc. O Bardini escreveu em outros comentários sobre as capacidades desses sensores.

Acredito que o alcance desses sensores de imagem, conforme a altitude do drone, vão além de 15km, mas com amplitude reduzida em relação a radar, obviamente.

Bardini

O ScanEagle pode entregar pelo menos 18 horas de operação, cobrindo a casa de 100 km. Ou seja, ele complementa e muito bem, a limitação do radar de um navio devido a curvatura da terra. É uma baita aquisição.

Rinaldo Nery

Que bom. E a capacidade da câmera?

Bardini

A parte onde é montada a câmera, é modular. Pode receber diferentes conjuntos de sensores, como você pode ver na imagem:
comment image
.
Na imagem/vídeo que vimos a MB operando, aparece com este conjunto:
https://www.insitu.com/wp-content/uploads/2020/12/EO950_ProductCard_DU120420.pdf
.
O Scaneagle também pode receber o sistema ViDAR, que atua como se fosse um “radar”. A câmera varre uma determinada área enquanto o algoritmo alerta para possíveis contatos dentro desta área. Veja:
https://www.insitu.com/wp-content/uploads/2020/12/ViDAR_ProductCard_DU120420.pdf
.
É um sistema muito capaz.

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Carvalho2008

Sim, é um ótimo sensor…mas o alcance do sensor é de quanto?

Rinaldo Nery

Interessante.

Carvalho2008

Certo mestre Bardini, o alcance da aeronave é de centenas de km…mas qual é o alcance do sensores dela? Quantos o IR e o ótico alcançam? Ela não tem radar certo?

Fernando "Nunão" De Martini

Carvalho, Na brochura em pdf que o Bardini postou, o drone pode levar sensores com essas capacidades de detecção divulgadas pelo fabricante (com a característica de varrer uma determinada área e o algoritmo buscar por assinaturas discrepantes em relação às da superfície do mar: Demonstrated daytime detection capabilities: ƒ Person in water: >1.7 nm ƒ Six-person raft: >3.5 nm ƒ 20’ fast boat: >9.1 nm ƒ 40’ fast boat: >17.5 nm ƒ Single deck car ferry: >30 nm Ou seja, para missões de busca de náufragos a capacidade de detecção dos sensores do drone é próxima, entre 3 e 6… Read more »

Bardini

E quanto ao radar… aí teriam de comprar o Blackjack, que é o irmão maior do Scaneagle, mas que se utiliza basicamente dos mesmos sistemas.
.
Blackjack:
https://www.insitu.com/products/rq21a
.
Radar:
https://www.imsar.com/wp-content/uploads/2019/10/nsp-5_datasheet_spreads.pdf

Last edited 1 mês atrás by Bardini
carvalho2008

Hummm…fiquei impressionado, então para grandes navios pode em teoria chegar a 50 km…isto é bastante de fato se comparado ao tamanho e custo beneficio do equipamento….

Esteves

Não acho nada disso. Compraram um meio para operar, lançado de navios. Navio sacode. No mar tem onda. Nas missões existem imprevistos. Há estresse e pressão. Nossa Costa Verde tem ondas de 5 metros. Testar confortavelmente em terra desprezando as variáveis influenciadoras de um navio de guerra no mar é bastante social. A família naval deve estar sorrindo. A FAB testa avião no mar? O EB trata seus exércitos com água salgada? Ok…tem a Bolsa de Golfe…mas é uma cooperação, um compartilhamento engajaticio entre e com as 3 Armas. Agora…se não tem navio para testarem e querem usar nas Tamandarés… Read more »

Marcelo Baptista

Esteves, eu entendo a ansiedade, mas tudo tem um protocolo, ou deveria. Primeiro vc aprende estuda sobre o equipamento depois vc testa em ambiente controlado depois vc embarca o equipamento e testa com o navio parado. depois vc testa com o navio em movimento e mar calmo depois vc testa com em mar alto. (passo a passo bem sem vergonha de ser simples) Passadas estas etapas, os operadores podem com certeza lançar o ARP em qualquer situação. Acho que estão seguindo o caminho correto. Agora se vc argumentar que o desenvolvimento e os testes são demorados e muito espaçados entre… Read more »

Esteves

Olha Marcelo, Tem que ter paciência com a turma. Soltam notícias confundindo. Podiam ter explicado, mas claro, acham que não devem. O brinquedo é novo, o brinquedo é meu e não conto pra ninguém. Quem controla o mar? Por que tem tantos acidentes e incidentes na Costa Verde? Porque o mar muda em minutos. Porque a visibilidade desaparece zás-trás. A demora que você antecipadamente prevê por experiência, presume o Esteves, é nossa companheira. Quantos anos de aprendizado até testarem em mar alto? Vão casar o cronograma com as Tamandarés? 2028/2030? Resultados em 2032? Desculpa as perguntas, mas o poder de… Read more »

Marcelo Baptista

Esteves, Brasil, tudo demora, tudo é lento.
como te disse o processo, na minha opinião esta correto, a velocidade, com certeza não, mas repito, aqui é Brasil.

Fernando "Nunão" De Martini

O processo de seleção e compra do ScanEagle foi lento, praticamente dez anos. Muito muito lento.

Mas quanto a iniciar as operações do equipamento, sinceramente não vejo lentidão.

O esquadrão foi criado no ano passado, fez os cursos para operação no fim do ano, os equipamentos chegaram ao Brasil entre março e abril e as operações estão começando agora.

Marcelo Baptista

blz Nunão.
Entendo, é apenas uma percepção da minha parte.

Bardini

Pelo amor de Deus… O ScanEagle FOI TESTADO em NPaOc da MB, durante o processo de seleção. E isso lá pelo idos de 2014!

Marcelo Baptista

Bardini, sim, eu sei, só estou comentando com o Esteves que as coisas seguem etapas, e pelo que sei, eles devem estar desenvolvendo doutrinas. E que isto, bem, no Brasil é lento.
Sei que vc não tem muita paciência, mas calma, só quis colaborar com a discussão.

Fernando "Nunão" De Martini

Esteves, Primeiras operações em terra, depois vai pro mar. É o padrão até pra navio, que faz primeiro provas de cais antes de suspender para as de mar. É assim em qualquer marinha do mundo quando começa a usar um novo equipamento. Assim que estiverem bem adestrados em operar o equipamento a partir de terra, vão pro mar. É adestramento, não é teste. Os testes pra avaliar já foram feitos no processo de seleção. Mas quem operou foi a empresa fabricante, agora é a vez da Marinha começar a operar pra valer, por conta própria. Não tem nada a ver… Read more »

Esteves

Obrigado.

Esteves

Esteves não encontrou essa doutrina das cebolas que Professor Camargo disse que há.

Agora tá explicado. Mas a vida seria mais esclarecedora se as notas da MB fossem também.

Fernando "Nunão" De Martini

Quando falta esclarecimento nas notas, tem sempre o campo busca do blog para ajudar:

https://www.naval.com.br/blog/?s=Scaneagle

Esteves

Perfeito. Esteves embarcou na onda do Coronel Nery. Deixou-se levar com a afirmação que seria para as Tamandarés.

Esse Esteves, às vezes, não é nada esperto.

Rinaldo Nery

E armamento!

Camargoer.

Olá Rinaldo. Essa discussão é realmente necessária. Eu já comentei antes que entendo a patrulha oceânica como cascas de cebola. Primeiro, imagens de satélite e sensoreamento por drones, controlados por AI. Segundo drones com controle visual do pessoal especializado. Terceiro navios patrulhas (eventualmente armados com mísseis antinavio ou antissubmarino), Quarto os NaPaOc ou Corvetas. Talvez você tenha razão que a segunda etapa possa ser realizada com drones armadas, dependendo do tipo de ameaça. Eu não acho possível substituir 100% a aviação de patrulha naval, mas parece razoável que a adoção de uma patrulha naval com drones irá otimizar o trabalho,… Read more »

Esteves

Professor,

O ScanEagle foi criado para descobrirem cardumes de peixes. Peixes.

O ScanEagle é um meio de reconhecimento. VANTS armados são outra coisa bem maior e com conceitos diferentes de lançamento, missão e talvez…sendo kamikazes nunca retornem.

Esteves

O ScanEagle é um meio para reconhecimento.

Nilo

Se adotado Nauru 1000c ou Tupan deve-se eliminar dois equipamentos do  ScanEagle, o de lançamento e o de recolhimento com isso menos mão de obra no manuseio em navio.

Esteves

Digo a mesma coisa que disse ao Felipe. Esses caras que produzem esses produtos tem grana para bancar a pré venda, a introdução, a negociação?

Esses caras…Nilo vou te perguntar com muita franqueza. Esses caras tem muita grana pra bancar viagens e p*?

P* de cinema. Tem grana pra bancar p* de cinema? Sabe quantas p* tem o Putin?

Nilo

Nauru 1000c da empresa xmobots – tem grana pra bancar viagens e p*
https://www.youtube.com/c/xmobots_drones
tem vários produtos
https://xmobots.com.br/

Nilo

Drone Tupan tem por trás a SIATT e Turbomachine – tem grana pra bancar viagens e p*
https://www.siatt.com.br/siatt/
https://www.turbomachine.com.br/

Rafael Oliveira

Às vezes eu acho que nossas Forças Armadas não gostam de armas.
A FAB demorou décadas para comprar um missil antinavio (para só um modelo de avião) e até agora não tem um drone que opere armamento.
A Marinha comprou caças, mas não os dotou de misseis antinavio. Agora comprou drones que também não operam armas.
Exército só tem drones de reconhecimento e ainda mais limitados em termos de alcance.
Todas deveriam ter drones armados há anos!

Rinaldo Nery

Parece que o EB saiu na frente e terá um.

Nilo
Rafael Oliveira

Tomara que se torne realidade.

Rinaldo Nery

Idem.

Oráculo

Antes tarde do que mais tarde.

Agora é aprender a tirar o máximo dos drones e adquirir mais unidades.

Foxtrot

Triste !
Deveriam ter esperado o Naurú 1000, Tupã-300, Atobá Stella, Scan Eagle nacional da Flight tecnologias (que acho que nem existe mais), Falcão naval Avibras etc etc etc etc.
Mas !!!!!!!

ADM

Quando será lançado de um navio?

Felipe Morais

Nem lembrava que a MB tinha comprado esse drone. Cara, beleza, é uma nova capacidade pra força, parabéns. Mas não entendo a dificuldade de coordenação entre as forças e a iniciativa privada brasileira. Existe um ministério pra esse fim. Existe uma organização de empresas para esse fim (bid). Mas parece que cada um quer andar pra sua direção e não importa o resto. Está escancarado para quem quer ver quanto a importância dos VANTs na atuação das forças armadas. Nós, leigos, sabemos disso. Os especialistas, que são os integrantes das forças e demais personagens envolvidos, deveriam estar movendo o mundo… Read more »

Esteves

Mundo globalizado. Os japoneses usam. Britânicos, canadenses. Produto Boeing. Quanto custa começar do zero ainda que copiando um ou outro detalhe? Tá pronto. Tá na prateleira. Foi testado em 2014 disseram aqui. 8 anos depois, chegaram um conjunto e 3 drones, acho. Qual a demanda para drones de reconhecimento? Se a MB tivesse encomendado o dobro…3 ou 6 ou 9…isso sustentaria a produção em alguma indústria nacional? Vamos fazer aqui e se não tiver demanda, exportamos. Vamos furar os norte-americanos e a Boeing tentando vender o mesmo produto aos mesmos clientes deles porque aprendemos a fazer e aprenderemos a vender.… Read more »

Felipe Morais

“Mundo globalizado. Os japoneses usam. Britânicos, canadenses. Produto Boeing.” Com todo respeito Esteves, mas e daí se os outros usam? Vamos fazer o seguinte então. Fecha a BID. Fecha toda empresa nacional de tecnologia militar. Afinal, tem produto a rodo aí que todo mundo usa. “Quanto custa começar do zero ainda que copiando um ou outro detalhe? Tá pronto.” Fala sério Esteves. Pra produzir os irrisórios produtos megalomaníacos da MB, se contratou até a construção de um estaleiro e de uma base. Pra construir FCT teve que reformar estaleiro privado. Isso tudo enquanto não se conseguiu atender a demanda de… Read more »

Esteves

Vou explicar pela centésima. Os dedos do Esteves estão do jeito que o p* deveria estar. Longos e duros. Culpa desse maldito tablete. Lobby. Quanto tu acha que a Boeing gastou com lobby para introduzir o ScanEagle nesses 30 países? Tu acha que congressista vive de salário? Tu acha que congressista vive com verba de gabinete? Rachadinhas? Quantos Grumec são sustentados pela Boeing no mundo? Professor Camargo repete que a MB e toda a Defesa são fracos, terrivelmente fracos. Fortes nas armas e fracos na arte do lobby. Querem e contentam-se com Viagra e picanha + aposentadoria familiar. Todo comandante… Read more »

Nilo

Vc entende porque Embraer deixou de ser empresa viável e no outro dia uma empresa sem capacidade de competir no mercado internacional, que só seria viável se fosse vendida a Boeing, bem, a Boeing é famosa por ter na sua filha de pagamento consultores estrangeiros de assuntos aleatórios que por benção do Onipotente é sobrinho ou ….ou…. Do Cara. Pode acontecer….

Last edited 1 mês atrás by Nilo
Esteves

Somos tão jovens…

Fernando Santos Osório

Claro, tecnologia nacional, ops, só que não!!!
100% dependente de empresas estrangeiras…
https://en.wikipedia.org/wiki/Boeing_Insitu_ScanEagle
Congrats… to the North Americans and US Navy!

Esteves

Teu smartphone, tablete ou teu computador rodam sistemas operacionais de quem?

Felipe Morais

Esteves, os Smartphones, Tabletes e computadores dos italianos, espanhóis, turcos, sul coreanos, suecos etc etc, tbm rodam sistemas operacionais estrangeiros.

Em razão disso eles deixam de desenvolver suas indústrias?

Esteves

A desindustrialização e a desnacionalização da atividade econômica no Brasil é como Eno. Ferve, ferve e alivia. O agronegócio é bom. Certo? Daqui até Ribeirão é cana, cana e pouco de laranja. Virando à direita rumo ao Paraná tem soja, soja e pouco de feijão. A Monsanto comemora porque tem as patentes das sementes. A John Deere, a CAT, a Hyundai, a Massey F, a New Holland, soltam fogos porque vendem as máquinas. Esteves para o carro, caminha pelo acostamento e não vê gente. Somente máquinas estrangeiras. Tem uma fábrica da Heineken em Araraquara. Nunca vi gente dentro ou fora.… Read more »

Marcelo Baptista

Esteves, como o Felipe colocou, falta ao Brasil uma politica industrial. A que tínhamos, morreu nos anos 90 (eu estava lá, eu lembro). Precisamos de outra, pois o mundo mudou completamente. Outras áreas de atuação, outras tecnologias. Hoje, por mais que achemos estranho, a molecada esta trabalhando com software (p.e. Games), outro mundo, que não aquele que conhecíamos, e por que? Por que, sem uma politica industrial, o mercado (população?) vai procurar o seu próprio caminho, que pode não ser necessariamente o mais interessante para o Brasil como um todo. E não digo intervencionismo do Estado, mas uma diretriz, uma… Read more »

Johan

Política industrial com o sistema ingressado que temos? Qualquer melhoria de diminuição do estado e incentivo à iniciativa privada logo é criticada e combatida. Temos um povo com filosofia de tudo partir de depender do estado, mais de um estado corrupto e inchado que temos.

Esteves

Mestre Carvalho deve ter umas imagens com esses drones em navios multimissao meio civil meio militar de origem mercante e finalidade multiproposito como voar e navegar.

Nilo

Mestre Carvalho se não tem desenha rsrsr

Esteves

Ele deve tá lá no Aéreo. Reclama que aqui os meninos seguram as postagens imaginativas desenhisticas tipo essas coisas da MB…no ar os homens do mar.

Esteves já sugeriu botar nos concursos marinheiros. Gosta de voar? Sabe voar? Tu imita passarinho?

A FAB devia dar o troco. Sabes nadar? Tu é do mar? Gosta de oceano?

Fernando "Nunão" De Martini

“ Reclama que aqui os meninos seguram as postagens imaginativas desenhisticas tipo essas coisas da MB”

Esteves,

Comentários com muitos links ficam presos automaticamente no antispam justamente pra evitar spam (centenas de spams são evitados todo dia). É só ter paciência que os editores vão lá regularmente e liberam, não tem nada a ver com “os meninos segurarem postagens”.

Agora mesmo acabei de liberar meia dúzia de comentários do Carvalho com links e desenhos.

Está bem detalhado nas regras do blog que isso pode acontecer:

https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Esteves

Ok. É que as vezes Esteves sente falta das imagens e foi explicado das outras vezes que tem esse robot antiespasmódico.

Tá tudo certo. Mas se Esteves escreve ismos…leva block.

Rinaldo Nery

Mar = marujo; ar = araújo.
Quando Tenente, fui Oficial de Ligação Aérea (OLA) da Força de Defesa (ForDef) numa Operação Dragão, na Praia da Itaoca, ES. Acho que em 1990. O comandante do Batalhão, um CMG FN, só me chamava de Araújo. Tomou carona pra promoção a Alte, e na visita do cmt do CFN ao PC do Batalhão, o CMG ¨magoado¨ descascou as reclamações e mágoas com o Alte FN. Eu presenciei.

carvalho2008

Voce pode desenhar um navio….voce pode desenhar um drone….ou voce pode desenhar um pacote atual de conceito navio operador de drone….

Os portugueses já estão fazendo isto a partir de um Chassi basico de um grande AHTS….ele é um Porta Drone, Porta SUV, patrulha, etc….
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Feito para ser polivalente…e funcionar em pacotes com varios equipamentos…
Custo estimado de US$ 100 MM

Fernando "Nunão" De Martini

Muito interessante!

carvalho2008

Ou ainda…coisa mais parruda…o que seria um pacote navio+Drone?
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Navio 175 metros+1 H225M+8 UCAV anfibios
modo de operação UCAVs equipados com 32 Laser Rocket Guided….eles possuem um FOG MPM designador laser afim de obter o track
Visualise o modo de ataque

carvalho2008

Ou ainda…
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Last edited 1 mês atrás by carvalho2008
carvalho2008

Serviu de inspiração para parte dos desenhos acima.

O sistema Ikara, de certa forma, ja era era um drone nos idos dos anos 70…propulsão a foguete decolagem zero-zero, controlado por radio o qual tinha o papel de levar um torpedo anti submarino de 300 kg até o local ndicado pelos sensores do navio e despejar a carga no mar….

Chico Cunha

Há anos a Macega abrigava um evento de aeromodelismo…. Agora tá explicado.

Wagner Rodrigues

Parabéns e me sinto muito orgulho por este feito!!!

Esteves

Ok. Passados os chiliques se o ScanEagle leva míssil, bomba ou se leva missões para destruir radares e outras coisas: “Implantado no Iraque no mesmo mês com a Primeira Força Expedicionária de Fuzileiros Navais, operou como observador avançado para monitorar as concentrações inimigas, movimento de veículos e pessoal, edifícios e terreno. fez vigilância aérea das condições do mar e dos navios nas águas de Puget Sound, Washington, demonstrando o tipo de missão prevista para as operações de bordo. Implantado no Iraque no mesmo mês com a Primeira Força Expedicionária de Fuzileiros Navais, operou como observador avançado para monitorar as concentrações inimigas, movimento… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Não, isso se chama reconhecimento, vigilância, sensoriamento remoto, inteligência… Para operar em navios-patrulha oceânicos (e quem sabe até nos navios-patrulha de 500t), assim como nos navios de apoio oceânico, é exatamente o que precisa, em missões de patrulha marítima. Mas, de fato, deu pra entender que quando se fala de drone e ele não solta bomba ou míssil, pessoal dá chilique mesmo. Para quem quer algo mais parrudo, para fragatas, dá pra pensar em coisa maior e, inclusive, armada. Tem coisa com bom potencial sendo desenvolvida aqui mesmo. Quem sabe em alguns anos daria para operar um XMobots Nauru, devidamente… Read more »

Esteves

Doutor Fernando, Esteves entendeu a provocação no início dos comentários. Cadê o armamento, parece modesto, onde fica o radar… Friamente, vamos tentar reduzir o empowerment da força tarefa da Boeing e seus parentes, ops, gerentes de vendas na USNAVY e na USNAVY fazendo um lobby danado para transformar um pombo em um meio de Defesa? Não é possível que não existam alternativas aqui nesse solo sagrado. É inimaginável que uma coisa lançada de estilingue e recolhida em um varal receba tanta atenção de 30 compradores se, se, o rótulo fosse outro. Chinês, teriam afirmado que na Galeria Pajé tem melhor.… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Fernando "Nunão" De Martini

Não tem arquibancada no mar, Esteves. O que acho engraçado é que costumam perguntar as coisas, em tom de indignação e como se nunca tivessem ouvido falar do assunto (tem várias matérias anteriores para pesquisar) e, quando explicamos do que se trata, para que serve, enfim, mostramos o que cinco minutos de pesquisa aqui no próprio site resolveria, a indignação costuma aumentar, confundem explicação com defesa do que a Marinha fez ou deixou de fazer, com passar pano etc. É um pé no saco. Confundem explicar com defender isso ou aquilo. Sobre alternativas no solo sagrado, pelo que me lembro… Read more »

Rinaldo Nery

Chama-se IVR. Esteves precisa ler mais sobre doutrina. Vou te mandar a Doutrina Básica da Força Aérea Brasileira. DCA 1-1. Ou compra o livro do meu companheiro de turma Cel Eduardo Valle, Guia de Estudos do Poder Aéreo. Carlos Eduardo Valle Rosa.

Esteves

Os meninos tem o e-mail do Esteves. Se não, renator.esteves@uol.com,br

Favor, já manda descompactado, prontinho pra ler. Grato

Esteves

Coronel Nery, Grande capacidade dissuasória. Nesse ponto as doutrinas coadunam se. Ficam emaranhadas e distantes da própria vontade afirmativa. Não há gatilhos impedindo a obsolescência e a sustentação de tal dissuasão. Motivos financeiros dirão alguns, motivos econômicos como reformar, penso. Com essa facilidade de aprovaram bilhões para leis oportunas esquecendo, sempre, de quem tem a missão, não vamos a lugar bacana. “O objetivo prioritário que orienta as ações de planejamento do COMAER é o Preparo da Força Aérea para a Defesa da Pátria e a Garantia dos Poderes Constitucionais, da Lei e da Ordem. Isso significa, portanto, dotar a FAB… Read more »

Esteves

Sendo assim, um produto de baixo custo de aquisição e baixo custo de operação (lá nos EUA), comparado com outros produtos que os norte-americanos fabricam, contando com a força de vendas da US Army e US Navy, foi comprado após 8 anos de apresentado aqui.

Fosse bacana teriam o convencimento imediato em 2014. Produto magnífico e excelente aquisição para missões de olhadura.

Basta.

Rafael Gustavo de Oliveira

Nunão

Deixando o mérito do scan eagle um pouco de lado e pensando na estratégia

O que deu para perceber que os navios de apoio oceanico da MB são o grande coringa da marinha brasileira….podendo receber módulos conforme a missão eles se tornam um multiplicador da força da patrulha marítima….talvez sozinhos não, mas em conjunto com um NaPaOc podem cobrir aéreas consideráveis.

esses módulos “conteineráveis” talvez sejam uma saída da mb contornar as dificuldades no quesito custo x benefício.

Já penso em adquirir módulo guerra de minas, módulos sonar, módulo sarp, módulo guerra eletronica, módulo canhão….etc….uma infinidade de opções.

Last edited 1 mês atrás by Rafael Gustavo de Oliveira

Também acho.

Talvez não tantas missões quanto a gente possa imaginar, pois isso encareceria muito a infraestrutura necessária nos distritos navais, mas muita coisa interessante pode ser “conteinerzada” e operar a partir do convés desses navios.

A Marinha deveria adquirir mais navios de apoio a plataformas para transformar em navios de apoio oceânico.

Carvalho2008

Exato….apesar do casco sempre ser algo importante, a verdade é que a eletrônica e equipamentos evoluem muito mais rápido…. Um casco mais pobre, mas com elementos mais atualizados, permite tirar alguma diferença…. O ideal por exemplo sempre é ter fragata…mas uma pequena task em não ser possível ter 3 fragatas, poderia ter uma fragata + 2 bagageiro navegando ao seu lado…afinal, o que seria um LOYAL WINGMAN, para uma marinha?….os patrulhas podem ser pesados neste sentido.. já passou do tempo…as forças navais do mundo do inteiro, estão muito atrasadas neste tipo de pensamento….até perdoo a massa da industrial naval americana,… Read more »

Esteves
Esteves

Filme Planeta Vermelho. Ano 2000.

AMEE é um robot que vira um killer robot. A missão de AMEE é servir de antecipação, alerta. AMEE é um sistema de defesa pessoal também usado como Mampads ou semelhante.

Cada pelotão tem seu AMEE esclarecendo o que existe adiante.

https://youtu.be/Y75hrsA7jyw

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