A HHI (Hyundai Heavy Industries) da Coreia do Sul entregou ROKS Chuncheon, a oitava e última fragata da classe Daegu, para a Marinha da República da Coreia (ROKN) em 24 de outubro de 2023, no estaleiro HHI em Ulsan

A última fragata FFX Batch II, Chuncheon, da classe Daegu recebeu o nome do antigo LCI-103 Chuncheon (Landing Craft Infantry) que foi adquirido da Marinha dos Estados Unidos (USN) em 1946. O primeiro Chuncheon de 1ª geração serviu ao seu propósito como navio de treinamento até julho de 1956, onde foi posteriormente retirado do uso ativo. “A 2ª geração do Chuncheon servirá novamente ao seu propósito, defendendo os mares coreanos de forma sólida”, conforme divulgado pela DAPA em comunicado.

Após a cerimônia de lançamento do navio, que ocorreu em março de 2022, o ROKS Chuncheon passou por vários testes e modificações antes da entrega. O ROKS Chuncheon aumentará ainda mais a capacidade de guerra antissubmarino (ASW) da ROK Navy contra ameaças crescentes da Coreia do Norte e da vizinha China. Com esta entrega, a ROK Navy assumiu oficialmente todas as oito fragatas da classe Daegu que foram originalmente encomendadas à HHI e à antiga DSME (agora Hanwha Ocean).

As fragatas da classe Daegu, ou FFX Batch II, foram projetadas e construídas em conjunto pelos dois gigantes da construção naval da Coreia do Sul, Hanwha Ocean (anteriormente DSME) e HHI (Hyundai Heavy Industries). Elas estão em uso ativo desde que o primeiro navio foi entregue em 2018, onde substituíram a maioria das antigas fragatas da classe Ulsan e corvetas da classe Pohang.

Têm 122 m de comprimento, 14 m de largura, 35 m de altura e deslocamento padrão de 2.800 toneladas. São capaz de navegar até 30 nós ou 55 quilômetros por hora e carregam um helicóptero a bordo para operações ASW.

Melhorias notáveis ​​da fragata antecessora da classe Incheon incluem sistema de sonar aprimorado da Hanwha Systems, denominado sonar montado no casco SQS-240K e sonar rebocado SQS-250K, respectivamente. Seu sistema de propulsão CODLOG (Combinado Diesel-Elétrico ou Gás) permite que o navio fique mais silencioso, apesar do aumento do deslocamento para cerca de 3.600 toneladas carregada. O sistema de propulsão híbrido, que permite ao navio usar turbina a gás e motor de propulsão elétrico ao mesmo tempo, reduziu drasticamente o nível de ruído irradiado subaquático do navio.

Outra melhoria é o poder de fogo que possui. As fragatas da classe Daegu são equipadas com KVLS (Sistema de Lançamento Vertical Coreano) de 16 células que podem empregar mísseis antissubmarino Red Shark, Haegung K-SAAM (mísseis superfície-ar coreanos) e e mísseis antinavio SSM-700K Haesong. Todos esses sistemas de mísseis são projetados pela empresa local LIG Nex1. Quanto ao sistema de armas, ele consiste em um canhão 127 mm Mk. 45 Mod 4 da BAE Systems e Phalanx Block 1B CIWS (Close-In Weapon System) da Raytheon para autodefesa do navio.

ROKS Daegu FFG-818
A ROKS Incheon FFG-811 é a primeira classe de seis navios de 3.300 toneladas que antecedeu a classe “Daegu” de oito navios de 3.600 toneladas

FONTE: Naval News

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Jailson Mendes

Que delícia de navio, cara!

Muito bem armadas para o deslocamento.

Macgaren

Merece um suco de laranja kkkkk

Underground

Parabéns aos coreanos, pois estão indo onde nunca chegaremos.

Glasquis7

Gente postando que “Seria uma boa pro Brasil” em 3… 2…1…

RPiletti

Seria uma boa pro Brasil… 🙂

Glasquis7

KKK

Esteves

Tem bastante poder de fogo e detecção e…30 nós.

Seria uma boa pro Brasil.

Last edited 8 meses atrás by Esteves
Fernando "Nunão" De Martini

Praticamente o mesmo deslocamento da classe Tamandaré.

Não acrescentaria nada à MB que também não possa ser acrescentado à própria classe Tamandaré (havendo recursos para tanto), com exceção da velocidade máxima.

Esteves

Canhão maior. Mais mísseis. Leva sonar rebocado. É autóctone.

Fernando "Nunão" De Martini

As mesmas coisas podem ser acrescentadas à Tamandaré, como escrevi, menos o fato de ser “autóctone” da Coreia do Sul, que não significa nada sobre serem ou não uma boa para o Brasil

Last edited 8 meses atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Esteves

Tu e essa tua mania de defender a Tamandaré com acrescências. Tu e Mestre Carvalho. Toda matéria sobre lançamentos nas Marinhas alheias é essa vergonha. Somos jecas. Caiporas. Levamos rodo. Ou é no preço, ou na capacidade, ou velocidade…sem falar no TOT outro assunto que ninguém abordou. — Que TOT foi esse? — Sistêmico. Da pra ver nada. É tudo intranets. Eles mostram pra Embraer que não conta nada e vamos assim no sapatinho. Sem falar também que Bardini teve a manha de medir pra saber se a Tamandaré cabe ou não cabe lá aonde estão fazendo. Melhor mandar o… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Esteves
Fernando "Nunão" De Martini

Não estou defendendo.

Estou comparando com fatos, com uso de razão, pura e simplesmente.

A classe Tamandaré, de fato, é menos armada do que essa classe sul-coreana.

Em algum momento neguei isso?

Esteves

Tu é safo.

O futuro te condenara se eles não acrescerem algo qualquer às Tamandarés. Qualquer.

Fernando "Nunão" De Martini

A questão é a seguinte:

Se essa fragata da Coreia do Sul tivesse concorrido no programa da classe Tamandaré e fosse vencedora, qual seria o armamento dela?

Provavelmente o mesmo que a MB especificou para a Tamandaré. E haveria espaço para adições, do mesmo jeito.

Muita gente não entende isso. O armamento foi especificado pela MB para todos os concorrentes, que teriam que comprovar capacidade de receber no mínimo o que foi especificado e, se pudesse, mais.

Esteves

Sim.

Quem venceu, venceu pelas especificações. Acrescentar ao longo da vida é natural e muitas Marinhas fazem isso.

A ThyssenKrupp venceu como está. Lá na frente se a MB adotar outra configuração isso acontecerá pela disponibilidade financeira que hoje não existe.

Comparar a Tamandaré pela que será hoje…em 2040 com navios que são entregues hoje em 2023, por outras Marinhas, ok.

A gente está sempre no passado. Mesmo quando volta ao futuro.

Cleiton

A questão é. Você sabe o preço da fragata coreana completa e o preço da brasileira que pode ter espaços para chegar ao mesmo nível da coreana ? Se me entende quero falar se não estamos pagando mais caro por algo que na entrega do produto vai entregar menos do que vai custar essa máquina coreana ?

Helio

Exatamente! Desde a IWW ! Infelizmente o Brasil, está defasado tecnologicamente na área bélica em geral ,frente à
nações mais desenvolvidas , cerca de 8 décadas ! No mínimo! Mesmo a Coréia do sul Japão, que eram paupérrimos ,poucas décadas atrás…

Carlos Crispim

Concordo plenamente.

Carlos Crispim

“Podem ser”? No Brasil esse termo é muito empregado, significa “nunca serão”ou “jamais serão”.

Fernando "Nunão" De Martini

Carlos,

Colocar o “podem ser” do meu comentário fora do contexto da conversa não acrescenta nada ao debate.

Santamariense

Aí que está, Nunão! As Marinhas sérias, digamos assim, constroem seus navios de combate bem armados e equipados, ao passo que a classe Tamandaré é minimamente armada. Se guardarmos as devidas proporções e o distanciamento cronológico, as fragatas Niterói eram muito mais bem armadas e no estado da arte de quando foram lançadas do que as Tamandaré hoje. Uma Niterói era muito mais capaz, em 1976, para os padrões da época, do que uma Tamandaré, hoje, paramos padrões de 2023.

Esteves

Naqueles anos havia guerra fria que levávamos a sério aqui no Atlântico Sul. Período militar. Grana com os militares. As decisões eram mais fáceis e rápidas.

Mudou.

Esteves

Outro problema adiante é que serão navios aceitos na década de 2030 para irem até 2070.

Será que existirão navios como conhecemos em 2070?

Fernando "Nunão" De Martini

Em 2070 haverá em serviço centenas de navios incorporados 30 anos antes. Assim como navios incorporados 20 anos antes, ou 10 anos antes.

Assim como isso também acontece hoje.

Esteves

Sim. Navegar em navio velho é uma tradição. Eu quero saber que tipo de navio de 2070 haverá em 2070.

Propulsão híbrida já existe. Será padrão?
Mísseis menores?
AEGIS ou semelhantes por preços módicos?
Tripulação reduzida? Todos os navios com navegação compartilhada e cooperada como mostrou o PN na Marinha da Rússia?
Veículos autônomos como ROVs e drones de grandes dimensões?
Navios autônomos?

50 anos. Pra quem esperou 50 anos pra ver um submarino nuclear, espera mais 50.

Wilson Look

A diferença é simplesmente que enquanto os sul coreanos estão dispostos a pagar o preço necessário para ter navios melhor armados e equipados, no Brasil é um sufoco imenso, exigem navios bem armados, mas quando veem o preço reclamam que está caro.

Um exemplo, as corvetas Sa’ar 6 custaram mais caro que as Tamandaré, e isso usando os preços de 2015 das corvetas.

Esteves

De fato é muita grana para um país que não possui nenhuma natividade naval militar.

BID, BDL…conversinha. Aqui só há suores.

Wilson Look

A atividade naval militar, não é tão importante na justificativa de estar disposto a pagar a grana, interesses geopolíticos, como segurança ou desejos de grandeza são fatores bem mais fortes para se justificar manter uma marinha bem equipada.

Fernando "Nunão" De Martini

Santamariense, O programa da classe Tamandaré nasceu num contexto de restrições. A Marinha originariamente queria o Prosuper com 5 fragatas de mais de 6.000 toneladas (além de outros tantos NPaOc e um navio-tanque / apoio logístico), mas o programa, que seria bancado por um financiamento externo tal qual o Prosub, foi engavetado. O país entrou em recessão, e o programa da classe Tamandaré, originariamente de corvetas de menos de 3.000 toneladas e armamento menos ambicioso, ganhou prioridade. Felizmente escolheram um projeto de 3.500 toneladas e com capacidade de crescimento, para poder ser melhor armado quando for possível. O programa não… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Esteves

Também tivemos contexto de crescimento de 1990 a 2008. Segurança pública e Defesa foram…desinvestidos. Ora com lenga-lenga de contratar, ora com mimimi que não existe guerra ao Sul do Equador, ora por ranço, ora porque demandas sociais vieram para ficar.

Ora bolas. País da conversinha.

Fernando "Nunão" De Martini

Esteves, O crescimento médio anual nas décadas de 1990 e 2000 foi menor que o crescimento médio anual da década de 1970. Se pensarmos só em décadas, o crescimento acumulado entre 1971-1980 foi de quase 80%. Anos em que compraram a classe Niterói, caças Mirage, F-5 etc. Ainda assim, as crises do petróleo desincentivaram novos financiamentos que ampliassem a dívida externa com juros cada vez mais altos. Entre 1991 e 2000, foi de cerca de 18% (época em que a construção da Barroso se arrastou). E entre 2001 e 2010 (década em que se assinou o Prosuper) foi de quase… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Esteves

Como sabemos. Eu afirmei que existiu crescimento também. Eu não disse quanto crescemos e não comparei com os anos férteis. Outros motivos além da crise do petróleo você comentou passadamente. Mas…a despesa pública Esteve contaminada com investimentos militares como esses que você citou e lembrando…lembrando que além da Guerra Fria atravessamos um período de caça. CCC. Não recordo de críticas quanto à Segurança Pública e Defesa como existem hoje. Lembro do sucateamento mas isso não tem jeito porque vem do nosso lado interno. Essas Niterói. Quem convence o Esteves que Tivemos poder para entrar em uma guerra contra super potências?… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Essas Niterói. Quem convence o Esteves que Tivemos poder para entrar em uma guerra contra super potências?

Se alguém te convencer disso merece diploma de doutor em convencimento. Primeiro porque você é difícil de convencer. E segundo porque vante convencer de uma ficção. O Brasil nunca teve esse poder.

Camargoer.

Olá Nunão. Se alguém conseguir este doutorado, a CAPES não vai reconhecer o título. RIso.

L Grande

Nunao, você não falou qual foi o crescimento de 1981 a 1990 e nem de 2011 a 2020. Para podermos entender melhor os contextos de época.

Fernando "Nunão" De Martini

Não falei porque é uma resposta direta ao Esteves, que não mencionou esses períodos. Reclame com ele, não comigo.

L Grande

Hahaha. Doutor Nunao você tem que nos passar essas informações
Hahaha.

Santamariense

Nunão, sei de todos os problemas econômicos que o país enfrentou e enfrenta. Sei também da capitalização da Emgepron e tudo mais que você bem colocou no seu comentário. Mas, minhas críticas são contra a estrutura, morosidade, excesso de pessoal e escassez de meios, além de pouco armamento nesses poucos meios. A MB fez sua escolha há anos pelo Prosub e, ainda mais além, aquilo que ela considera ser seu Santo Graal, na forma do submarino nuclear. E o resto da Força está pagando o preço dessa escolha. As Tamandaré tem espaço para receber acréscimos de armas. Muito bom, entretanto… Read more »

Rui Mendes

As Tamandaré não são assim tão mal armadas, se escolherem o exocet block 3 mais recente, terão capacidade anti-navio até 200km, com capacidade de ataque a terra na mesma distância, terão excelentes torpedos, os mk46, para a luta anti-submarino, terão um mísseis anti-aéreos com alcance de 25km, ok podia ter mais, mas pelo menos são mísseis com alta taxa de sucesso, no abate de meios aéreos, quando entrarem no alcance do míssil, terão um helicóptero, onde actualmente existem excelentes mísseis anti-navio, lançados de helicópteros, como o mais recente Marte MK2 E, com mais de 100 km alcance, pode levar torpedos… Read more »

Carvalho2008

Mestre Santamarinense, devemos lembrar que as Tamandare eram e sao o low da MB…substitutas das corvetas inhauma e barroso….e havia o plano das fragatas de 6mil ton. O problema nao eh a Tamandare para o nicho e volume criado….o problema eh o andamentos dos outros planos paralizados.

leonidas

Essa história de recurso me da nos nervos, já viram os valores que o Brasil gasta para manter nossa elite do funcionalismo público com privilégios ao melhor estilo pré revolução francesa?
O problema nunca foi recurso, e sim prioridades…

Esteves

A despesa pública está contaminada com dívida interna (55%) e previdência social (25%).

O Alex tem um conhecido banqueiro disposto a comprar essa mixaria da despesa com previdência social. Seremos 80% dos bancos.

Eita vida boa.

Gerson Carvalho

Tamandaré é uma Corveta parruda!

Fernando "Nunão" De Martini

Então esse navio sul-coreano também é.
O deslocamento é praticamente o mesmo.

Abner

O que surpreende é o tempo de entrega de 8 navios em quase 6 anos, não sei se é rápido ou lento.

Fernando "Nunão" De Martini

É rápido.

Mas o tempo total de construção, desde o início do primeiro até a entrega do último é um pouco maior do que isso. Pelo menos 2 anos a mais.

O lançamento do primeiro navio foi em junho de 2016, não sei quando foi o batimento da quilha.

Então foram mais ou menos 8 anos entre iniciar o primeiro dos 8 navios e entregar o último. Ritmo excelente. Houve construção simultânea, se não me engano, de dois em dois a partir do primeiro, o que também acelera as coisas.

Satyricon

Bem, na realidade, não…

Na ATUAL conjuntura da MB, o ideal para o Brasil seria a Marinha Koreana desconissionar algum de seus meios mais antigos, como a KDX-I, e a MB consegui-las, como compra de oportunidade.
E assim iniciar algum relacionamento com a marinha daquele país.

Camargoer.

Não. Na atual conjuntura da MB e da economia do pais, é preciso maximizar o impacto dos gastos militares tanto em equipamento quanto em retorno social. Neste contexto, o mais adequado é dar prosseguimento ao programa FCT e exercer as duas opções adicionais.

Satyricon

Quem falou em não prosseguir com as FCT?

Valha-me…

Helio

Seriam ótimas para o Brasil! _____
___________

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Gabriel Moreira

O deslocamento é de 2800 toneladas ou 3600 toneladas? No texto diz uma coisa e na legenda da foto diz outra…

Fernando "Nunão" De Martini

No texto um valor é indicado como deslocamento padrão e outro como deslocamento a plena carga. São diferentes mesmo (assim como seria o valor para deslocamento leve).

Ainda assim, eu achei a diferença grande, então confiaria mais no deslocamrnto a plena carga, que considero mais compatível com as medidas de comprimento e boca do navio.

Alex Barreto Cypriano

Como disse o Nunão, são deslocamentos diferentes. Um é o padrão (2.800 toneladas) e o outro é, suponho, normal (3600 toneladas). Comumente, o deslocamento padrão corresponde a 85% do deslocamento normal, sendo que este último corresponde a 125% do deslocamento leve e 87% do deslocamento de plena carga. Assim, 2.800/0,85~3300 toneladas. Como se vê, os números não batem exatamente, mas não deveriam, mesmo.

Fernando "Nunão" De Martini

De qualquer forma, acho que o deslocamento padrão de 2800t deve estar errado. Talvez o deslocamento leve / vazio seja próximo a isso.

Já o deslocamento carregado de 3600t está coerente com um navio de 122m de comprimento e 14m de boca, o que é bem próximo, por exemplo, das dimensões da classe Niterói que tem deslocamento semelhante.

Alex Barreto Cypriano

Se as 2.800 toneladas forem de deslocamento leve, então a conta fecha belamente com o deslocamento normal cravando em 3.500 toneladas. Já o de plena carga bateria em 4.025 toneladas…

Fernando "Nunão" De Martini

O deslocamento carregado é de 3.600t, segundo o texto e outras fontes que vi. O padrão de 2.800t é certo que está errado.

EduardoSP

A classe Incheon desloca 3.300 toneladas (carregada).
A classe Daegu, derivada da Incheon tem 3.592 toneladas (carregada). Vazia desloca 3.100 toneladas.
https://en.wikipedia.org/wiki/Incheon-class_frigate
https://en.wikipedia.org/wiki/Daegu-class_frigate

Alex Barreto Cypriano

Depende da fonte: já vi números diferentes (3.650 t, p.e.). O que acontece é que se faz confusão sobre o tipo de deslocamento. O deslocamento standard (padrão) é o único reconhecido internacionalmente pelo Tratado de Washington, ao passo que o light (leve) não suscita dúvidas mas os normal (loaded?…) e plena carga (full loaded?…), sim, pois pode haver diferença nas porcentagens das cargas. Mas é um caso sem importância: em geral sempre se misturam as cartas referentes às especificações pra dificultar, seja justificadamente ou apenas por espírito de porco.

Esteves

“The program is designed to replace the country’s aging fleet of 1,500-ton frigates and 1,000-ton corvettes.”

Não pode ter preço muito alto se será substituta de navios menores.

Andromeda1016

A verdadeira revolução na Marinha sul coreana serão os destroyers do projeto KDDX que serão equipados com o sistema AEGIS de fabricação totalmente local. Quando o projeto foi confirmado a Lokheed Martin ofereceu vender o seu sistema AEGIS à Coreia do Sul no mesmo valor que é vendido à Marinha de seu país, mas a proposta foi ignorada e hoje as duas principais empresas do país, a LIG e a Hanwha, estão em fase final de desenvolvimento do sistema AEGIS coreano. O sistema operará com as bandas X e S coisas que nem os gringos conseguiram.

Esteves

Quando a água bate, decidem vender o que não ofereciam. AEGIS virou produto de prateleira.

Carvalho2008

Nao, mestre…masAEGIS esta liberado para Japao e Coreia do Sul, pois os EUA veem os navios destes como complemetonecessario ao esforco da US Navy contra China e Coreia do Norte….

Dalton

O primeiro Arleigh Burke III o USS Jack Lucas foi recém comissionado e conforme informado seus sensores são cerca de 30 vezes mais capazes que os dos últimos Flight IIA ou os que tiveram seus “Aegis” atualizados e uma versão mais leve desse radar deverá substituir os atuais em cerca de 20 dos “Flight IIA” tornando-os mais relevantes. . Os futuros navios coreanos levarão muitos anos ainda para entrar em serviço, serão menores que um “Arleigh Burke” daí estarem sendo apelidados de “Mini Aegis” mesmo vindo a possuir uma versão local do “Aegis” mas não serão mais capazes que um… Read more »

Andromeda1016

Então a Coreia do Sul tem muito chão para andar pelo jeito. Muito obrigado pela informação 👍😄

Esteves

“The construction of the frigate, Chuncheon, has been possible as we have looked many years ahead while preparing for the future,”

Aqui compramos projeto maduro. Construtor experiente. Navio lento mas constante. Não permitem acompanhar a execução. Nossa preocupação é com a conta do diesel. Sem falar que não entregaram nada além de seções grudadas e…já reajustaram em 600 milhões.

Socorro…nosso amor está morrendo.

Fernando "Nunão" De Martini

Ninguém vai reclamar que a Marinha Sul-Coreana classificou um navio de 3.600 toneladas como fragata?

Emmanuel

Todo mundo gosta dos sul coreanos.
Treta só se fosse russo ou norte americano. Brasileiro, chinês, europeu…

Esteves

Não. Lança Ribs. Quando lança Ribs é navio multimissão.

Fernando "Nunão" De Martini

Toda fragata que se preze pode lançar “Ribs”.

Esteves

2.800. 3.601 é full. Seja lá o que será full.

Fernando "Nunão" De Martini

3600 toneladas de deslocamento carregado. Está no texto.

Last edited 8 meses atrás by Fernando "Nunão" De Martini
Esteves

Pode ser que tenham acrescido. Mas deslocava menos.

Luís Henrique

Não, mas eu vou reclamar que este navio possui 16 células grandes com capacidade para 4 mísseis antiaéreos de médio alcance Por Célula, totalizando até 64 mísseis antiaéreos, além da capacidade de levar míssil antissubmarino e míssil de cruzeiro de longo alcance e também com um sonar rebocado, e o principal custa cerca de U$ 230 mi a unidade.

OU seja, um navio do porte da Tamandaré, melhor armada e pela Metade do preço.

Fernando "Nunão" De Martini

“ e o principal custa cerca de U$ 230 mi a unidade”

Não sei qual a sua fonte. Duvido muito que custe isso.

Luís Henrique

https://www.facebook.com/MaxDefense/photos/us560-million-thats-what-the-republic-of-korea-navy-will-be-paying-for-2-new-280/847486002088725/ aqui citam U$ 560 mi para 2 Fragatas FFX B2. https://www.navalnews.com/naval-news/2022/09/samkang-selected-as-preferred-bidder-for-3rd-4th-ulsan-class-frigates/ Aqui citam U$ 581, U$ 508 e U$ 529 mi para 2 Fragatas FFX B3 https://www.businesskorea.co.kr/news/articleView.html?idxno=117389 Aqui citam que o primeiro navio custou 400 bi won (U$ 295 mi), o segundo, terceiro e quarto custaram entre 330 e 350 bi won (U$ 240 à U$ 260 mi) e agora existe uma disputa no valor de 800 bi won (U$ 590 mi) para os 2 últimos (ou seja, cerca de U$ 295 mi cada), e que o orçamento máximo aprovado é de 833,4 bi won (U$ 610 mi). https://www.thedefensepost.com/2021/08/26/south-korea-frigate-program/?expand_article=1… Read more »

Last edited 8 meses atrás by Luís Henrique
Fernando "Nunão" De Martini

Precisa checar o que estava incluído. Muitos contratos não incluem armamento, fornecido diretamente pelo governo.

Não há milagres. Um navio desses, com essas armas e sensores, não custa 230 milhões de dólares. Só a propulsão deve responder por 1/3 disso.

Luís Henrique

Sim, pode ser que nesses contratos não incluam os mísseis. Os U$ 230 mi também é uma referência do Batch 2. Os Batch 3 ficaram mais próximos de U$ 300 mi.
Eu acho que os asiáticos conseguem preços mais baratos que os europeus.

Fernando "Nunão" De Martini

Sim, os preços deles são melhores, e faz tempo.

O que acho difícil (ou pouco plausível) é serem 50% menores.

Nem mesmo estimativas de navios de guerra chineses chegam a essa diferença toda.

Ia esquecendo: obrigado pela pesquisa sobre os contratos e pelos links.

Esteves

O link do businessKorea menciona orçamento do projeto. Disputa pelo contrato.

Pode ter sido um adiantamento.

Luís Henrique

Pode ser que não cheguem a 50% mais baratos no geral, mas lembra que as Corvetas turcas da classe ADA custaram U$ 1,5 bi?
Isso dá uma média de U$ 375 mi por navio. Caso estas Fragatas sul-coreanas custem U$ 290 mi, isso seria cerca de 21% mais baratas. Algo mais factível.

Ocorre que as Tamandare que são exageradamente caras, aí a diferença fica próxima de 50% por isso, não porque os asiáticos sejam 50% mais barateiros, mas talvez porque eles são 20 ou 25% mais barateiros e as nossas Fragatas custaram 20 ou 25% mais caras que o normal.

Fernando "Nunão" De Martini

“ Pode ser que não cheguem a 50% mais baratos no geral, mas lembra que as Corvetas turcas da classe ADA custaram U$ 1,5 bi?” Sim, lembro. E antes de eu encontrar fontes informando que 4 navios custaram US$ 1,5 bi, ou 375 milhões cada, você estava convencido de que o valor dos 4 era de 1 bi, ou 250 milhões cada. Ainda assim, dentro do esperado no caso das corvetas daquela classe: navios com deslocamento 15% menor e armamento mais ou menos parecido com o da classe Tamandaré (cujo custo unitário estimado é de 450 milhões de dólares), e… Read more »

Luís Henrique

Eu vi a fonte no mesmo site mas uma matéria uns 2 anos mais antiga. Estamos apenas supondo que por se tratar de uma informação mais recente, seja a mais correta. Outra possibilidade são que alguns contratos são fechados em outras moedas. Então, dependendo do ano da análise o valor em dólar americano muda. De qualquer forma as corvetas ADA foram exportadas para o Paquistão por U$ 1 ou U$ 1,5 bi o que dá U$ 250 à U$ 375 mi cada navio. Então não é tão absurdo imaginar um navio sul-coreano com porte apenas um pouco maior, custando U$… Read more »

L Grande

Infelizmente os coreanos, apesar de ter uma grande Marinha, fazem uma confusão com preços dos navios, com a tonelagem dos navios, etcetera. Ninguém entende o que eles falam é muito diferente.

L Grande

Outro detalhe da Coreia lá existe umas 5 mega empresas que dominam o país. Parece que esses navios e uma fabricante de carros que produz. O Brasil não tem empresas com essas capacidades de tamanho mundial. Campeões mundiais. Eles produzem quase tudo radares, mísseis, etc.

Esteves

Navio caro. Tem AEGIS nativo. Precisa amortizar custos de desenvolver e substituir classes patrulheiras. Se não passar de bilhão…

Last edited 8 meses atrás by Esteves
Wiillber Rodrigues

“o o principal custa cerca de U$ 230 mi a unidade.”

Nesse preço, deve ser só o casco sem pintura e o motor, né?
Porque se botar míssil, torpedo, sensores, radar, etc, mas eu duvido é MUITO que custe só isso…

Luís Henrique

Li também que foi oferecido para a Indonésia um contrato para 8 Fragatas Mogami Japonesas pelo valor de U$ 3,6 bi. Ou seja, cerca de U$ 450 mi cada. Sendo 4 navios fabricados no Japão e 4 na Indonésia com tot. Navio com deslocamento de 5.500 t a plena carga. 133 m de comprimento 1 canhão de 127 mm 1 SeaRAM 16 células MK-41 para até 64 mísseis antiaéreos e/ou combinação com foguetes antissubmarino. torpedos e canhões leves Se um navio com 5.500 T japonês sai por esse preço, acho perfeitamente possível um navio de combate sul-coreano menor, com 3.600… Read more »

Esteves

Pode ser. Mas pode tratar-se de adiantamento como fazem os ingleses. Depois vão acrescendo.

Aqui a MB faz diferente. Emitem o contrato com as especificações e isso já basta para atualizar financeiramente a despesa.

Mas sempre tem espaço nos navios da MB.

Zezão

No site do ministério da defesa do Japão, em seu orçamento de gastos pra 2023, a fragata da classe Mogami está custando ¥110,3 bilhões de ienes pra duas embarcações, isto é, US$ 344 milhões de dólares pra cada navio.

Esteves

Precisa ver isso no portal da transparência deles. O que está contemplado?

Willber Rodrigues

Como você mesmo disse, é o preço do navio. Nesse “preço do navio” estão já inclusos os valores dos armamentos e do pacote logístico, ou só do navio “pelado”? “Li também que foi oferecido para a Indonésia um contrato para 8 Fragatas Mogami Japonesas pelo valor de U$ 3,6 bi.” Lembro que, na época em que o FX-2 ainda rolava, a SAAB tinha feito uma proposta do Gripen pro Brasil num determinado valor, mas na hora do “caneta no papel”, o valor teve acréscimos, contrapartidas, letras-miúdas, etc, que levaram meses de negociação até o valor final, ligeiramente maior que o… Read more »

Akivrx

No caso japonês está incluído tudo o que é fabricado localmente e sob licença de produção.
Uma coisa que eu sei que é importado e o RAM e o ESSM, o canhão e produzido sob licença, a propulsão também e produzida sob licença, o VLS MK41 também e produzido sob licença.
O resto acho que deve ser tudo nacional. no caso da classe Mogami o preço não inclui o VLS porque eles foram comprados a parte em um contrato separado e ainda não foi definido a quantidade de VLS será instalado em cada navio.

Akivrx

Era 1 navio construído no Japão e o resto 7 na Indonésia, o governo japonês aprovou o acordo para exportar o navio em tempo recorde de 6 meses, estas coisas geralmente demoram anos para ser aprovado no Japão.
Porem a Indonésia deu preferencia aos italianos, o preço do navio japonês não inclui munição, ou seja, sem mísseis.

Luís Henrique

Sim. Li que os italianos ofereceram 6 FREMM por U$ 4,5 bi. Ou seja, cerca de U$ 750 mi por navio.

Camargoer.

Caro. Foram várias ofertas. Os italianos também ofereceram duas FREEM por cerca de Eur$ 1,5 bilhão, mas eram as que estavam em construção. Elas seriam finalizadas e transferidas ao Brasil. O ProSuper falava em 5 ou 6 fragatas de 6 mil ton, alguns NaPaOc de 1800 ton e um navio de apoio de 24 mil ton, algo em torno de US$ 6~7 bilhões. Acho que este desenho perdeu sentido. A MB está com um programa de fragatas leves de 3,8 mil ton, que poderão se tornar a espinha dorsal da MB. Pelo que sabemos, a prioridade da MB será os… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Pois é, nessa história de preços de contratos entre navios deste ou daquele país, especialmente quando comparados à classe Tamandaré em construção no Brasil, eu vejo mais sentido em comparar quando estaleiros concorrem entre si numa mesma concorrência. Ou seja, respondendo a mesmas especificações e exigências. Muitos comparam com navios construídos por estaleiros chineses ou sul-coreanos. Nada contra a comparação. Mas um fato a considerar é que tanto chineses quanto sul-coreanos tiveram a oportunidade de concorrer no programa. Afinal, retiraram o RFP: https://www.naval.com.br/blog/2017/12/22/corveta-classe-tamandare-marinha-distribui-rfp-para-empresas/ Porém, infelizmente, não apresentaram propostas. Não formaram consórcios com empresas locais, como foi exigido. Os concorrentes efetivos… Read more »

Camargoer.

Concordo. Por outro lado, tenho tido bons resultados quando faço comparação de valores por tonelagem. Isso tem permitido identificar a complexidade de diferentes classes, por exemplo. Sua argumentação sobre a ausência de propostas chinesas para a construção das FCT é excelente, até porque os coreanos ganharam a proposta do Navio Polar e os chineses construíram o casco de um navio de pesquisa há alguns anos. Eu já mostrei o benefício da construção local pelo menos uma dezena de vezes, mas bastaria notar que todos os países que têm uma industria naval qualificada optam por construir seus navios de combate localmente.… Read more »

Luís Henrique

Eu estava me referindo à oferta italiana para a marinha indonésia.
Os japoneses ofereceram 8 fragatas Mogami por U$ 3,6 bi. E o colega Akivrx indicou que eles preferiram a oferta italiana.
Então eu escrevi que li que a oferta foi de 6 unidades por U$ 4,5 bi.

Não tem a ver com as 2 FREMM que já estavam quase prontas que foram oferecidas ao Brasil e acabaram sendo adquiridas pelos egípcios.

Rui Mendes

E com 16 células, agora já é bem armada.
Pois depende muito da zona geográfica, mas credibilidade 0.

Alex Barreto Cypriano

Agora, aquela Incheon é feia de doer: o passadiço está dentro do terço de vante e espremendo o arco de tiro do canhão. Reparem como na classe Daegu o passadiço está no terço meia-nau (mais elevado, melhorando visibilidade, e certamente com melhor seakeeping por menores acelerações verticais) e o arco de tiro do canhão está menos obstruído pela superestrutura. Em geral, ambas são flush deck, quando acho melhor raised forecastle: é que a proa sempre mergulha nos caturros ao passo que o convôo na popa evita green water mesmo com pequeno freeboard (embora seja muito sensível a ondas transversais).

Airacobra

Já pode rir?

Esteves

Pode contar a piada.

L Grande

A Marinha da Coreia do Sul é uma das que mais estão se espandindo no mundo.

Hoje já tem:

02 porta helicópteros
23 escoltas modernas
20 submarinos modernos U214 etcetera

E já está construindo um porta aviões de 30.000 toneladas com 20 F-35, o Brasil MB deveria verificar esse projeto de porta aviões Sul coreano.

Akivrx

O Nae deles ja subiu no telhado, o orçamento foi cortado.

Dalton

A marinha sul coreana continua advogando a necessidade de um NAe o que poderá ser incluído em orçamento futuro.

Dalton

Pelo que foi publicado mais recentemente o deslocamento de “30.000 toneladas” para o futuro NAe foi considerado incompatível com as necessidades futuras então se está projetando um que deverá deslocar algo com 45.000/50.000 toneladas.

Akivrx

Os criticos querem um Sna ao inves de um Nae, eu quero saber onde eles vao inviar seus F-35 para manutencao, se comenta em colocar ele em um navio classe Dokdo e enviar para Australia para fazer a manutencao.

Dalton

Estranho pois a Coreia do Sul recebeu seu primeiro F-35A de uma encomenda de 40 unidades em 2019 e já foi autorizada a venda de mais 25 unidades então
não dependerá da Austrália, que também opera a versão “A” para manutenção mesmo quando vier a encomendar a versão “B” para uso no futuro NAe.

Zezão

Dalton, os EUA montaram 4 centros regionais para a manutenção pesada de todos os caças F-35, um no Texas para a frota localizada na América do Norte, outro na Itália (Cameri) para a região da Europa/Israel e outro no Japão (Aichi) para a Ásia, enquanto a Austrália ficou responsável pela região da Oceania. A Coreia do Sul, por questões políticas não quer que a manutenção pesada de seus caças sejam efetuadas no Japão, solicitou que fosse montado um centro de manutenção em seu país também, mas o pedido foi negado. O Japão recebeu este centro por ser o maior operador… Read more »

Rui Mendes

Eles tem já submarinos nacionais, que foram melhorando a partir dos U-214, esses submarinos podem levar torpedos, claro, mas tem 6 células de lançamento verticais, para mísseis de cruzeiro e balísticos, bem como os novos submarinos Israelitas, que estão em construção na Alemanha, com duas células verticais, mas neste caso, para lançamento de mísseis balísticos nucleares, tendo o submarino sistema aip.
Basta por no Google INS Draken.

Camargoer.

Creio que os submarinos coreanos evoluíram do modelo 209. Teria que checar isso.

Carvalho2008

Sim, dos 209

A6MZero

Na verdade um pouco dos dois, a classe Jang Bogo é derivada dos Type 209, e dessa classe surgiu outra variante para a marinha da Indonésia a Nagapasa-class, além disso a nagapasa vai ter um batch II modificado. Após isso os Coreanos estavam buscando uma variante maior dos 209 mas optaram pela compra dos Type 214 que recebeu o nome de classe Sohn Won-yil. Com a tecnologia e conhecimentos da construção desses modelos (type 204 e 214), eles lançaram o Dosan Ahn Changho-class que é maior e mais capaz com praticamente o dobro do deslocamento. O mais interessante é que… Read more »

GRAXAIN

Padrão das nossas Tamandaré, só que mais rápidas, mais armadas e certamente muuuiiito mais baratas.

Alex Barreto Cypriano

Sobre a discussão de preço uma coisa é certa: não dá pra comparar custo unitário de aquisição de equipamento altamente complexo e sensível apenas por converter cotações em moeda local pra dólar. Nos EUA, o NAVSEA 05C têm dificuldade em estabelecer uma régua de avaliação de custo unitário porque os custos têm subido e não só pelo desenvolvimento da arte e técnica da guerra; imagine querer usar dados medianos da indústria da construção naval americana pra avaliar se as cotações estrangeiras estão caras ou baratas… Mesmo dizer, como o próprio NAVSEA diz, que metade do peso (leve) do combatente de… Read more »

Esteves

Explicou, explicou e repetiu-se. Sem fazer-se. Está difícil entender o que significa custo de produção e o que é custo de aquisição. Teríamos que descobrir qual a margem desses estaleiros. Fato: quem faz a encomenda sabe da dificuldade de todo estaleiro com capacitação. Fazem antecipação de $$$ para ordenar o pedido. Os navios são produzidos em 2 anos. Chapa estocam. Mísseis e torpedos também estocam. Mas vão estocar sistemas e eletrônica? Não acho. Mão-de-obra, moedas, variação cambial, isso é do dia. O aço tem muita variação de preço. Mesmo estocando chaparia…esse aço terá que ser reposto pelo preço no dia… Read more »

Alex Barreto Cypriano

Assim, de chôfre, eu diria: venda a sua bike, compre uma de dois lugares e diga a coisa certa pra patroa. Nós homens temos que seguir o exemplo de Odisseus: engenhosidade e instinto de auto-conservação…

Alex Barreto Cypriano

Pra quem quiser conferir os dados da NAVSEA que citei, este ensaio da SPAR Associates os têm e ainda algo mais:
http://www.sparusa.com/Presentations/Looking%20for%20Cost%20Drivers.pdf

Fabio

Bacana essa corveta mas sou mais nossas Tamandarés com armamento semelhante.

O detalhe na matéria me mais me chamou a atenção, o qual demonstra a diferença do programa deles para o nosso:

KVLS (Sistema de Lançamento Vertical ” Coreano “) de 16 células
( mísseis superfície-ar “coreanos ” )

Last edited 8 meses atrás by Fabio
Fernando "Nunão" De Martini

Fabio, não é corveta. A Marinha Sul-Coreana classifica esses navios como fragatas (está na chamada). O deslocamento é semelhante ao da classe Tamandaré.